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      <title>Padlet de Saúde, Cuidado e Qualidade de Vida- Rafaela Moreira by Rafaela Moreira Falcao Da Silva</title>
      <link>https://padlet.com/rafaelamoreira7/t9szdao0k1dsmkde</link>
      <description>Criado com cuidado</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-07-09 23:29:45 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-10-02 01:39:11 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Experiência da primeira aula- Rafaela Moreira</title>
         <author>rafaelamoreira7</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelamoreira7/t9szdao0k1dsmkde/wish/1643752547</link>
         <description><![CDATA[<div>Gostei do primeiro encontro da turma com o professor. Foi importante saber o que esperar, alinhar expectativas, começar a criar vínculo. O professor passou tranquilidade pra a turma em relação a forma de condução da disciplina, e minhas expectativas, que eram quase inexistentes, passaram a ser mais altas em relação principalmente aos temas que vamos discutir ao longo do semestre, e acho que isso será feito de forma bem interessante. O fato de as atividades sincronas não durarem a manhã toda vai ajudar no melhor rendimento da aula.</div>]]></description>
         <pubDate>2021-07-09 23:47:38 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 08/07- Antropologia da cultura</title>
         <author>rafaelamoreira7</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelamoreira7/t9szdao0k1dsmkde/wish/1643753541</link>
         <description><![CDATA[<div>Muito interessante compreender mais sobre antropologia e como ela está intimamente relacionada à saúde. O foco do professor foi dado à antropologia cultural e fomos provocados a pensar sobre o significado e repercussões da palavra cultura. Não é uma definição fácil, por ser ampla. Somos, de certa forma, produto do nosso meio e do nosso tempo histórico. Pra mim, o ponto alto da aula foi a discussão sobre racismo e outros preconceitos, como nosso corpo acaba comunicando algo ao outro, que o interpreta através das lentes com que ele vê o mundo.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-09 23:49:51 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 15/07 -  Morte e envelhecimento</title>
         <author>rafaelamoreira7</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelamoreira7/t9szdao0k1dsmkde/wish/1653827255</link>
         <description><![CDATA[<div>Gostei bastante dessa aula, o tema é do meu interesse e considero-o necessário de ser discutido, pois é das poucas certezas que temos na vida: vamos envelhecer e morrer. O professor lançou um questionamento sobre como, diante da brevidade da vida, podemos promover nossa saúde, de forma a vivermos com qualidade? Acredito que é uma reflexão que deve ser pensada em vários âmbitos, incluindo não apenas nosso corpo físico, mas nossa saúde mental, sociabilidade, espiritualidade etc. Foi bastante curioso aprender mais acerca dos momentos de despedida daqueles que se foram em diferentes culturas. Aqui no Ocidente, de maneira geral, a morte é vista com tristeza e pesar, mas há locais onde se celebra a vida daquela pessoa que se foi, com bebidas e música. Me fez pensar como&nbsp; podemos mudar nosso olhar para a morte de forma a aceitá-la melhor e agradecer pelos bons momentos vividos com a pessoa que faleceu. Claro que, caso a pessoa seja muito jovem,&nbsp; essa aceitação torna-se mais complicada. Foi bem interessante também quando falamos sobre envelhecimento e a pressão que há para parecermos eternamente jovens. Comecei a pensar mais sobre isso recentemente, com a chegada dos 30 anos. É complicado não sucumbir a toda essa pressão, pois rugas e flacidez são considerados sinais de descuido consigo. Acredito que nossa cultura invalida um pouco as pessoas mais velhas, pois é dito que nosso corpo e espírito precisam se manter sempre jovens. O que há de errado com a passagem do tempo? No fundo, o medo de envelhecer esconde o medo da morte, que vamos tentando adiar.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-18 19:19:04 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 22/07- Doença como fenômeno social</title>
         <author>rafaelamoreira7</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelamoreira7/t9szdao0k1dsmkde/wish/1661399435</link>
         <description><![CDATA[<div>Mais uma aula super interessante e com reflexões que ficam reverberando dentro da gente mesmo quando encerramos a videochamada no Google Meet. A aula seguiu a discussão iniciada pelo texto indicado pelo professor, que reflete sobre como as doenças estão longe de serem apenas processos biológicos, mas são resultantes do entorno social. Portanto, falar de adoecimento por um olhar estritamente individual torna-se raso; inevitavelmente, temas como pobreza, racismo e desigualdade estão imbricados e devem ser levados em conta. O próprio conceito de doença, antes de tudo, precisa ser pensado, pois não é simplesmente a ausência de saúde. Saúde como completo bem estar físico, mental e social, como define a Organização Mundial de Saúde, é um conceito bem difícil de ser atingido. Entretanto, não podemos definir como doentes todos aqueles que não atingem esse bem estar pleno. Popularmente, a percepção de doença está ligada a desconforto, sentir-se mal de alguma maneira. Assim, alguém que possui um diagnóstico de alguma enfermidade, mas convive bem com ela, pode não considerar-se adoecido. Também foi importante termos refletido durante a aula sobre como o envelhecimento é visto como doença, o que é bem questionável, afinal, trata-se de um processo natural do corpo. É evidente que o envelhecimento traz mais estigmas sociais que problemas biológicos necessariamente, e precisamos falar mais sobre isso, pois a expectativa de vida da população tem crescido cada vez mais. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-26 21:30:44 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 05/08 - Intermedicalidade e a saúde dos povos da floresta</title>
         <author>rafaelamoreira7</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelamoreira7/t9szdao0k1dsmkde/wish/1675998682</link>
         <description><![CDATA[<div>Nessa aula fomos levados a refletir sobre a imagem que construímos dos povos indígenas. Alguns colegas relataram que associam os índios aos termos diversidade, organização, herança, cuidado e união. Quanto a mim, associo ao contato com a natureza, tradições e coletividade. Porém, confesso que ainda surgem imagens estereotipadas, daquelas que visualizava nos livros escolares, mostrando os índios como um povo homogêneo, que andam com cocar e poucas roupas. É importante admitirmos esses conceitos prévios que criamos e ampliarmos o olhar. Indígenas não são todos iguais, há diferentes tribos, com culturas diversas e bem integrados à sociedade moderna e às tecnologias. O chamado homem branco comumente se considera superior, menos ignorante que os indígenas e, historicamente, os taxou de preguiçosos e pouco aptos ao trabalho. Assim, justificou-se a necessidade de trazer povos africanos para serem mão-de-obra escravizada. Infelizmente, muito da história do Brasil foi apagada e pouco sabemos da nossa ancestralidade, já que os acontecimentos sempre foram relatados somente a partir do olhar do homem branco. Como futuros profissionais de saúde e, mais do que isso, como seres humanos, é essencial que, de forma humilde, estejamos abertos a conhecer outras culturas, respeitá-las e entender que não há cultura melhor ou pior, apenas diferentes. O modo de cuidado em saúde ocidentalizado não é o único possível, e diferentes maneiras de cuidado podem coexistir em prol do bem estar de um indivíduo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-11 21:35:11 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 12/08- Itinerários terapêuticos</title>
         <author>rafaelamoreira7</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelamoreira7/t9szdao0k1dsmkde/wish/1684875259</link>
         <description><![CDATA[<div>Através da leitura do texto indicado pelo professor e da discussão durante a aula, fomos ampliando nosso conceito de cuidados em saúde. A visão ocidentalizada sobre o tema é depositária, ou seja, entende-se que há um detentor dos conhecimentos sobre saúde e doença e há o paciente, que seria passivo no processo e pouco entende sobre si mesmo, de forma que o médico (ou outro profissional de saúde) costuma usar somente os métodos usuais de atenção em saúde, hospitalocêntricos, excluindo-se  outras formas de cuidado muito eficazes. Como bem exemplificado pelo professor, a arte, em suas várias facetas, pode ser instrumento de atenção com o outro, na medida em que mexe com as emoções das pessoas e as humaniza e aproxima. Achei maravilhoso o trabalho de palhaço que ele relatou, é uma forma de conectar-se com pessoas que por vezes são marginalizadas na sociedade. Assim, pra mim fica a reflexão de que palavras-chave no cuidado em saúde são conexão e relacionamento. É evidente que todo o conhecimento técnico que adquirimos com um curso universitário e na prática profissional é essencial, mas faz mais sentido quando aliado à percepção de que todos os seres humanos têm muito em comum e, por vezes, uma simples escuta do que o outro tem a dizer, é exatamente a forma de cuidado que ele precisa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-18 22:31:54 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 19/08- Saúde e população LGBTQIAP+</title>
         <author>rafaelamoreira7</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelamoreira7/t9szdao0k1dsmkde/wish/1696850458</link>
         <description><![CDATA[<div>Foi uma aula muito rica de novas reflexões pra mim, já que pouco ouvi falar sobre pessoas interssexuais. A professora convidada Thais Beto compartilhou conosco sua experiência pessoal como mãe de um menino que nasceu com o sexo biológico indefinido pela ciência médica. A naturalidade com que ela e o marido lidaram com a situação foi contrária à reação dos médicos, que colocaram um peso muito grande sobre essa questão. A saúde geral da criança era a principal preocupação do casal, e com razão, mas percebe-se que a sociedade ainda tem muita dificuldade em lidar com casos de indivíduos que fogem ao que é tomado como padrão na questão da sexualidade. Thais defendeu o direito das crianças interssexuais de escolherem seu próprio gênero assim que tenham idade para tal, ao invés de ser uma imposição médica, visto que uma não identificação com o gênero que consta na certidão de nascimento pode gerar muito sofrimento psicológico. Fica claro que a interssexualidade e todo o universo LGBTQIAP+ deve ser exaustivamente colocado em discussão em nossa sociedade, para que todas as pessoas sejam respeitadas nas suas individualidades, não importando o que as outras pessoas pensam. É difícil falar em saúde quando um segmento importante da população se vê constantemente oprimido, como se não tivesse direito de existir como é.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-25 21:19:27 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 26/08 - Experiências religiosas e noções de cura</title>
         <author>rafaelamoreira7</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelamoreira7/t9szdao0k1dsmkde/wish/1721817562</link>
         <description><![CDATA[<div>Acho esse tema bem interessante e diverso. Me encanta o modo como cada pessoa dá um sentido a sua vida e as suas experiências de acordo com sua espiritualidade. É uma área a qual precisamos dar atenção e levar em consideração no cuidado em saúde, já que não somos apenas corpo físico. O seminário apresentado mostrou algumas práticas religiosas ligadas à cura, relacionadas às igrejas pentecostais, centros espíritas e o jarê (prática espiritual de matriz africana). É inegável que a fé, independente de como se apresenta, fortalece  o indivíduo, traz um senso de pertencimento a uma comunidade, melhora a saúde mental e física. Infelizmente, alguma dessas práticas espirituais acabam sendo desrespeitadas e até visadas para ganhos comerciais, o que distorce o seu sentido. Acho que nada impede que ciência médica e espiritualidade andem juntas para o bem estar dos indivíduos. Não há necessidade de serem excludentes, pelo contrário, as pessoas só têm a ganhar quando se fortalecem de diversas maneiras.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-07 13:19:04 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 02/09 - Racismo e saúde</title>
         <author>rafaelamoreira7</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelamoreira7/t9szdao0k1dsmkde/wish/1721821232</link>
         <description><![CDATA[<div>Esse é um tema mais que necessário e que precisa ser discutido exaustivamente de forma interdisciplinar e em vários ambientes. O racismo está entranhado na estrutura da sociedade e, por isso, é até normalizado em algumas situações. Na área da saúde, é um dos fatores que leva ao adoecimento psíquico e distancia a população negra de um atendimento digno. Acredito que seja uma obrigação de todos nós nos informarmos sobre o tema, principalmente as pessoas brancas, que não sofrem o racismo na sua vivência diária e acabam reproduzindo discursos e comportamentos ofensivos. E os profissionais de saúde devem ser ainda mais cuidadosos em relação a isso, pra não acabar ferindo ainda mais quem já está fragilizado. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-07 13:20:13 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 09/09- Violência e saúde </title>
         <author>rafaelamoreira7</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelamoreira7/t9szdao0k1dsmkde/wish/1748693127</link>
         <description><![CDATA[<div>Nessa semana foi a apresentação do seminário do meu grupo acerca da relação entre violência e saúde, com destaque para a violência contra a população LGBT. Destacamos os tipos de violência, fizemos uma linha do tempo sobre como a área da saúde passou a gradativamente discutir essa pauta aqui no Brasil e quais as consequências que a violência causa em nossa saúde. Também destacamos como os profissionais da área devem estar preparados pra lidar com as situações provenientes de atos violentos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-17 13:34:28 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 16/09- Sexualidade e saúde</title>
         <author>rafaelamoreira7</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelamoreira7/t9szdao0k1dsmkde/wish/1748718512</link>
         <description><![CDATA[<div>A aula de hoje foi super interessante, principalmente pela forma como a equipe abordou o tema, através de um vídeo com um documentário produzido por eles. Sexualidade ainda é um tema cheio de tabus, mas necessário de ser mais discutido, pois é uma esfera de nossas vidas que permeia todas as outras. Sexualidade não tem a ver apenas com sexo. Longe de mim tentar achar uma única definição para esse termo, mas entendo sexualidade como expressão do corpo, algo intrínseco a todos nós, em todas as idades. Falar desse tema é falar de consentimento, de autoconhecimento, de relações interpessoais, de respeito...assim, a relação entre sexualidade e saúde é evidente: uma pessoa bem resolvida com sua sexualidade, corporalidade, é uma pessoa mais propensa a estar bem nos âmbitos emocional, interpessoal, físico e até espiritual. Esse é um tema interdisciplinar, que precisa ser conversado em diferentes ambientes, desde as escolas até templos religiosos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-17 13:43:22 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 23/09 - Covid-19 e desigualdades em saúde</title>
         <author>rafaelamoreira7</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelamoreira7/t9szdao0k1dsmkde/wish/1768677697</link>
         <description><![CDATA[<div>Embora todas as pessoas estejam sujeitas à infecção pelo novo coronavírus, não podemos negar que há grupos sociais que são atingidos pela doença de forma mais fácil e grave e estão, portanto, mais vulneráveis. Foi esse o tema do seminário apresentado hoje. O Brasil possui uma forte desigualdade social que, em tempos de pandemia, ficou ainda mais escancarada. A frase "Fiquem em casa", que no mundo perfeito seria ideal, não foi possível a grande parcela da população mais pobre, que continuou tendo que sair pra trabalhar, usando meios de transportes lotados para se dirigir aos seus locais de trabalho, enquanto pessoas privilegiadas tiveram a oportunidade de trabalhar de casa. Além disso, em muitas casas de bairros periféricos, a falta de água é uma constante, dificultando a higienização das pessoas, que se tornou ainda mais essencial em termos de covid-19. Além disso, as pequenas moradias, onde normalmente habitam muitas pessoas, tornou complicado o isolamento de pessoas doentes. A população idosa foi outro segmento da sociedade bastante prejudicado em tempos de pandemia, devido ao isolamento social necessário, já que fazem parte do grupo de risco, afetando-os emocionalmente e dificultando assistência médica a eles. Muitos idosos ficaram mais dependentes de outras pessoas para comprarem comida e remédios. O trabalho informal, o qual engloba boa parte da população brasileira, também foi bastante afetado na pandemia, devido ao fechamento do comércio em alguns períodos e ao lockdown. Assim, muitas pessoas ficaram dependentes do auxílio emergencial para sobreviverem e garantirem o mínimo pra se alimentar. Há também outras parcelas da população que têm menor acesso aos serviços de saúde e condições de vida mais precárias, e que foram muito prejudicadas nesse período de pandemia: população em situação de rua, indígenas, quilombolas e pessoas privadas de liberdade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-26 14:18:50 UTC</pubDate>
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