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      <title>A vida do jovem na sociedade líquida  by Wendel dos Santos Costa</title>
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      <description>Trabalho de Sociologia </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-12-14 21:08:18 UTC</pubDate>
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         <title>Sobre o assunto 2. </title>
         <author>202015210031</author>
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         <description><![CDATA[<div>Em um artigo intitulado “Não quero ser grande”, o sociólogo inglês Frank <br>Furedi descreve esta tendência contemporânea de exaltação da juventude:<br>A celebração da imaturidade é reafirmada, constantemente, pela mídia. <br>Atores de meia-idade vivem à procura de papéis que lhes permitam <br>manifestar o seu lado juvenil. John Travolta quase se esborrachou para ser <br>um doce-de-coco em Olhe quem está falando e Robin Williams mostrou ser <br>adorável no papel de Peter Pan em Hook. Tom Hanks é sempre bonitinho − <br>uma criança presa dentro do corpo de um adulto em Quero ser grande e, <br>depois, como Forrest Gump, o menino-homem que personifica a nova <br>virtude do infantilismo psicológico. Peter Pan, o garoto que não queria <br>crescer, teria poucas razões para fugir de casa se vivesse em Londres, Nova <br>York ou Tóquio hoje. (FUREDI, 2003, p. 5).<br>Novas expressões têm sido cunhadas para descrever aspectos deste fenômeno. <br>Termos como “geração canguru” − usados para caracterizar os adultos que não querem <br>abandonar a casa dos pais −, kidults, uma referência a adultos que agem como crianças, <br>e “adolescentização”, um aportuguesamento da expressão acima, indicam uma <br>configuração social na qual a diferença entre idades parece ter perdido o significado.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-14 21:08:18 UTC</pubDate>
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         <title>Sobre o assunto </title>
         <author>202015210031</author>
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         <description><![CDATA[<div>Estetizada, a vida virou um espetáculo no qual o sujeito vale pelo que parece e <br>não pelo que é. Nas redes sociais, as selfies (fotos em primeira pessoa) são numerosas e <br>florescentes, cuidadosamente selecionadas para apresentar uma imagem individual <br>positiva. A beleza, a boa apresentação e a fama são atributos altamente desejáveis, pois <br>na sociedade de consumo “todos estamos dentro e no mercado”. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-14 21:08:18 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Dinheiro e pressão na escola são as maiores causas de ansiedade para jovens no Brasil.&quot; - via G1.</title>
         <author>202015210031</author>
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         <description><![CDATA[<div>Problemas com dinheiro e pressão exercida pela escola são as maiores fontes de ansiedade para os adolescentes brasileiros, conforme aponta pesquisa realizada pela Fundação Varkey, em parceria com a Populus. Os dois fatores aparecem à frente de questões como saúde, violência, família, amigos, redes sociais e recursos básicos (alimento, água limpa, etc.).</div><div><br>Ao todo, foram 20.088 entrevistas online com jovens de 15 a 21 anos, de 19 de setembro a 26 de outubro de 2016. Além do Brasil, também estão no estudo: África do Sul, Alemanha, Argentina, Austrália, Canadá, China, Coreia do Sul, Estados Unidos, França, Índia, Israel, Itália, Japão, Nigéria, Nova Zelândia, Reino Unido, Rússia e Turquia.</div><div><br>Cada jovem entrevistado escolheu as três maiores fontes de ansiedade. No Brasil, 58% dos jovens elegeram “dinheiro”; 45% marcaram “escola” e 35%, "família".</div><div><br>Considerando a média dos 20 países da pesquisa, 46% dos adolescentes afirmaram que a pressão dos colégios colabora para o mal-estar. Os índices mais elevados foram registrados na Coreia do Sul (70%) e no Canadá (63%), dois países que ocupam posições de destaque nos rankings de matemática e de leitura do Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Alunos).</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-14 21:08:18 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Pressão social e depressão têm levado muitos jovens a tirar a vida.&quot; - via correiodoestado.com.br</title>
         <author>202015210031</author>
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         <description><![CDATA[<div>Lugar bonito, que fica fora do perímetro urbano de Campo Grande e é bastante frequentado por quem gosta de aventura e natureza, a cachoeira do Inferninho foi de onde uma universitária de 18 anos se atirou para acabar, de maneira amarga, com algum sofrimento psíquico, no último feriado prolongado.<br><br></div><div>Foi encontrada minutos depois de cometer suicídio, essa palavra que causa silêncio e quase nunca aparece na relação de notícias – enquanto avança como epidemia em todo mundo.<br><br></div><div>Já é a quarta causa de morte entre jovens de 15 a 29 anos no Brasil, de acordo com dados do Ministério da Saúde.  <br><br></div><div>No caso da universitária, os bombeiros foram chamados por ligação feita por ela, do  próprio celular, mas não chegaram a tempo de evitar que a jovem decidisse pelo precipício de aproximadamente 30 metros.<br><br></div><div>Só de janeiro a outubro deste ano, quase 700 pessoas tentaram suicídio em Campo Grande. Nos primeiros seis meses, 26 o consumaram.<br><br></div><div>Na análise por faixa etária desses dados, que são registros parciais informados pela Secretaria Municipal de Saúde, jovens como a universitária são vítimas frequentes.<br><br></div><div>Entre as notificações de tentativas, por exemplo, 153 se referem a pessoas de 15 a 19 anos e 225 a pessoas de 20 a 29 anos. Somados, os números representam 54% do total.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-14 21:08:18 UTC</pubDate>
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         <title>-Introdução-</title>
         <author>202015210031</author>
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         <description><![CDATA[<div>Desde meados do século XX, o mundo vem atravessando uma profunda transformação cultural. No intuito de captar a natureza da presente fase, o sociólogo polonês Zygmunt Bauman recorreu à metáfora da “liquidez”. O mundo sólido precedente (moderno) estaria se derretendo, dando origem a uma segunda modernidade, fluida e difusa, de contornos mutantes e imprevisíveis. Nesse novo cenário, a juventude vem sendo tratada como um conceito publicitário, estrategicamente aplicado para criar, consolidar ou modificar o posicionamento de marcas, produtos e instituições. Signos a ela atribuídos constituem uma estética cujo espectro engloba artefatos e costumes relacionados ao corpo, à indumentária e ao comportamento. Nas sociedades de consumo a reificação desse ideal estético tornou-se um paradigma para tudo o que é desejável, atuando no mercado como um veículo de distinção e de legitimidade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-14 21:08:18 UTC</pubDate>
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         <title>Transtornos mentais na adolescência: metade das doenças começa aos 14 anos</title>
         <author>202015210031</author>
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         <description><![CDATA[<div>Uma recente pesquisa da Organização Mundial da Saúde (OMS), afirmou que, em jovens de 15 a 19 anos, o estado de saúde mental é responsável por <a href="https://www.paho.org/bra/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=5779:folha-informativa-saude-mental-dos-adolescentes&amp;Itemid=839">16% da carga global de doenças</a>. Dada a intrínseca relação entre esses números e o comprometimento da saúde na vida adulta, os transtornos mentais na adolescência é um dos temas de maior preocupação da Saúde Pública.<br><br>Contextualmente, é importante frisar que a adolescência é uma etapa de grande influência na vida dos indivíduos. Nessa idade, ocorrem alterações significativas nos campos biológico, emocional, social, afetivo e intelectual que serão determinantes para a saúde nos demais ciclos da vida. Listamos os principais desajustes mentais que podem surgir na adolescência.<br>Sendo eles : <br><br></div><ul><li>transtorno de déficit de atenção e hiperatividade [TDAH];</li><li>transtorno de conduta e transtorno desafiador opositivo;</li><li>transtornos relacionados ao estresse;</li><li>transtorno obsessivo-compulsivo;</li><li>transtornos de ansiedade;</li><li>transtornos do humor;</li><li>esquizofrenia.</li></ul><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-14 21:08:18 UTC</pubDate>
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         <title>Fatores que influenciam a saúde mental dos jovens</title>
         <author>202015210031</author>
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         <description><![CDATA[<div>A adolescência é uma fase crucial para o aprendizado, o desenvolvimento e a manutenção de grande parte dos hábitos sociais e emocionais mais importantes para a estabilidade mental. Nesse sentido, <strong>a adoção de padrões de sono saudáveis, a realização regular de exercício físico e o desenvolvimento de habilidades que possibilitam o gerenciamento de dificuldades</strong> figuram na lista das ações mais relevantes para uma juventude saudável.<br><br>Listamos algumas questões determinantes e que podem elevar as chances de desordens mentais nos mais jovens. Veja quais são:<br><br></div><ul><li>desemprego;</li><li>conflitos familiares; </li><li>desejo de maior autonomia;</li><li>maior exposição ao estresse;</li><li>exploração da identidade sexual;</li><li>falta de qualidade de vida doméstica;</li><li>envolvimento precoce com drogas e álcool;</li><li>pressão para integrar-se a certos grupos ou comportamentos;</li><li>problemas de relacionamento com pais, professores ou colegas; </li><li>maior acesso, mais disponibilidade de recursos e uso da tecnologia;</li><li>vítimas de <em>bullying</em> ou exposição à violência, incluindo pais agressivos;</li><li>influência da mídia quanto à posição social, aos padrões estéticos e às diferenças de gênero.</li></ul><div><br>Além desses, há também outras questões que expõem os adolescentes ao maior risco de distúrbios mentais. As condições socioeconômicas, a exposição aos estigmas e aos preconceitos, a discriminação social e de gênero, a exclusão ou a ausência de serviços e de suporte de qualidade, também contribuem para elevar as complicações mentais e emocionais.<br><br></div><div><strong>Os adolescentes e os jovens que vivem em ambientes mais frágeis se tornam mais vulneráveis ao desenvolvimento de transtornos mentais</strong>. Doença crônica, transtorno do espectro autista, deficiência intelectual, gravidez indesejada, pais adolescentes e envolvimento em casamentos prematuros ou forçados também são considerados como fatores de risco para o desenvolvimento de doenças de ordem emocional ou mental.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-14 21:08:18 UTC</pubDate>
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         <title>Como é a depressão na adolescência?</title>
         <author>202015210031</author>
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         <description><![CDATA[<div>A adolescência é, naturalmente, um momento de “crise existencial”; um processo de forte transformação em que o jovem deixa para trás muitas das suas regalias como jovem e precisa encarar as responsabilidades da vida adulta. Portanto, eles passam por uma experiência de perda, de luto.<br><br></div><div>Ainda, passam por situações desafiadoras como os primeiros <a href="https://blog.psicologiaviva.com.br/blog/os-amores-que-doem/">amores dolorosos</a>, dificuldades na inserção de uma realidade profissional e <a href="https://blog.psicologiaviva.com.br/blog/sexologo-online-melhorar-sexo/">vida sexual</a>, e obstáculos no estabelecimento da boa <a href="https://blog.psicologiaviva.com.br/blog/self-e-autoestima/">autoestima</a>. O uso indiscriminado de redes sociais, inclusive, tem cada vez mais contribuído negativamente para a autoconfiança das pessoas. E quem mais se prejudica nesse cenário? Isso mesmo, os jovens.<br><br></div><div>Como sabemos, esses processos de transformação de adolescentes para adultos, são assustadores. Junte a isso as mudanças corporais e de humor causadas pelos hormônios, e temos uma “panela de pressão” que deixa o jovem vulnerável a desenvolver transtornos mentais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-14 21:08:18 UTC</pubDate>
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         <title>-Integrantes-</title>
         <author>202015210031</author>
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         <description><![CDATA[<div>Renato Ribeiro Silva<br>José Pedro Sousa Bibiano<br>André Felipe De Castro Bueno<br>Wendel Dos Santos Costa<br>João Tarcísio Pereira Teixeira</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-14 21:08:18 UTC</pubDate>
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         <title>Parem de pensar que depressão é BRINCADEIRA</title>
         <author>202015210031</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-12-14 21:57:42 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>202015210031</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-12-14 21:59:08 UTC</pubDate>
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         <title>Ajuda Emocional</title>
         <author>202015210031</author>
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         <description><![CDATA[<div><br><br></div><ol><li><strong>Monitore os seus pensamentos</strong></li></ol><div>Quem sofre com transtornos de ansiedade geralmente se vê tomado por pensamentos negativos que invadem a mente sem aviso.<br>Para contornar tal situação corriqueira aos ansiosos, Remes sugere não lutar contra os pensamentos negativos, mas escolher uma hora do dia como o "momento da preocupação" e se permitir um período limitado de tempo para ruminar.</div><div>   2. <strong>Encontre um propósito - nem que seja cuidar de seu animal de estimação</strong></div><div>De acordo com Remes, pessoas com distúrbios de ansiedade muitas vezes não conseguem identificar um propósito claro em suas vidas e nem sempre acreditam que vale a pena investir esforços para endereçar os desafios que encontram.<br>No cotidiano, ter a sensação de que você é necessário para a vida de outra pessoa ou para uma atividade específica auxilia na construção de propósito.<br>    3. <strong>Viva no presente</strong></div><div>A prática de ruminar pensamentos e ser constantemente tragado por memórias do passado tende a alimentar a ansiedade. Preocupar-se com o que pode ocorrer no futuro também pode deixar o indivíduo mais ansioso. Embora muitas vezes esses pensamentos sejam difíceis de controlar.<br><br>Bom, citamos em cima algumas dicas para tentar controlar o seu cérebro e não deixar com que ele te domine, agora que tal algumas frases sobre saúde mental ein?<br><br>Segue algumas abaixo:<br><br></div><ul><li><sub><sup>*</sup></sub> A preocupação não leva os problemas embora, só os intensifica ainda mais.</li></ul><div> </div><ul><li>Saúde mental não é sobre não sentir coisas ruins. É sobre não se deixar dominar por elas.</li></ul><div><br></div><ul><li>É difícil, mas você não precisa enfrentar tudo sozinha (o). Peça ajuda.</li></ul><div><br></div><ul><li>Esteja perto de quem faz você se sentir incrível.</li></ul><div><br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-14 22:14:04 UTC</pubDate>
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         <title>DICA</title>
         <author>202015210031</author>
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         <description><![CDATA[<div>Se em último caso você não estiver aguentando mais, não se desespere, existe o Centro de Valorização da Vida (CVV).<br>Um sistema voluntário onde você pode realizar uma ligação para poder desabar com uma pessoa que está pronta para te escutar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-14 22:34:30 UTC</pubDate>
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