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      <title> Início Vida Adulta (21 a 28 anos) by Yasmin Oliveira</title>
      <link>https://padlet.com/yasmincoliveira/t7uj5fmya6dm57vb</link>
      <description>Professora Natália (Turma D)</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-10-17 20:17:18 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2021-12-04 15:23:06 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Adulto jovem</title>
         <author>yasmincoliveira</author>
         <link>https://padlet.com/yasmincoliveira/t7uj5fmya6dm57vb/wish/1822484419</link>
         <description><![CDATA[<div>“Não faz tanto tempo (coisa de 30 ou 40 anos atrás), as opções de estilo de vida eram um tanto restritas. As mulheres eram educadas para se casar e ter filhos. Já os homens, para serem chefes de famílias e manterem um emprego estável. Quando atingiam esse estágio, pronto, se tornavam adulto aos olhos de todos. E o que fugisse disso causava certa indignação. O negócio é que os dias de hoje – ainda bem – permitem outras escolhas que não são mais marginalizadas. É possível não casar, trocar de emprego toda hora, não ter filhos, deixar a faculdade para mais tarde ... o leque é infinito.” (1)<br><br>Apesar de não existir um marco para a entrada na vida adulta e cada um de vocês ter um percurso diferente, todos têm em comum a escolha pelo curso de medicina, o que requer uma responsabilização por seus atos.<br><br><strong>&nbsp;Dessa forma o convite é que você conte uma história com início, meio e fim, que fale sobre essa responsabilidade, autonomia ou autocontrole necessários em uma das situações abaixo:<br><br>•	A escolha pelo curso de medicina<br>•	Ou as peripécias para a entrada no curso (estudo) e/ou primeiro ano</strong><br><br><strong>&nbsp;(Obs: lembrem de assinar)</strong><br><br>1. Matéria de Mariana Sgarione (2016):&nbsp; https://super.abril.com.br/cultura/o-adulto-desmontado/</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-17 20:17:42 UTC</pubDate>
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         <title>Medicina</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Nunca quis ser médica, ninguém da minha família é da área de saúde e poucos são formados em faculdade. Então, fazer faculdade sempre foi um passo em tanto, mas o que fazer?<br>Na minha resumida listinha não tinha medicina, por todo mundo querer e eu saber que se escolhesse provavelmente iria para o cursinho e no topo da minha lista do que não fazer estava o tal do cursinho.<br>Queria "passar para o próximo nível", ter autonomia, trabalhar etc, masss na hora da decisão final, tive que deixar esses preconceitos de lado.<br>No Enem, tirei uma nota boa, mas não passei, recebi propostas de bolsas integrais para qualquer outro curso (menos medicina) e aí foi o negócio, eu precisava escolher e me responsabilizar pela minha escolha.<br>Disse não e lá se foi mais um ano de muito autocontrole para não desistir, não ir por outro caminho mais fácil no momento e cursinho, alias meu imenso respeito as pessoas que fazem cursinho porque é muito difícil, principalmente, psicologicamente falando.&nbsp;<br>E tudo isso culminou no agora. Os nãos para algumas coisas e os sins para outras.<br>Maria Eduarda Trindade Guimarães Magalhães</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-22 19:55:46 UTC</pubDate>
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         <title>Início da vida adulta</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Eu sempre quis ser médica (tirando o período dos 5 aos 8 anos que eu queria ser policial, astronauta, treinadora de cachorro e qualquer outra coisa que aparecesse na frente, na verdade queria todas elas kkkkk), porém não me achava capaz de passar nesse curso, por ser muito concorrido.<br>Passei um tempo negando para mim mesma que não queria medicina e que queria outra coisa, mas no final das contas era e sempre foi medicina.<br>Ainda bem que deu tudo certo, e cá estou eu kkkkkk<br><br><br>Isabella Stagliorio</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-24 14:22:23 UTC</pubDate>
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         <title>Adulto Jovem</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Desde pequeno, eu decidi que queria ser médico. Quando entrei no ensino médio, comecei a estudar intensamente para passar nesse curso, pois sabia que ele era muito concorrido. No terceiro ano, eu consegui tirar uma boa nota no Enem, porém não foi suficiente para passar em Medicina, então fiz cursinho por um ano e, novamente, não tirei uma nota boa o suficiente para passar. Então, veio a pandemia e eu, finalmente, passei na Bahiana.<br><br>Pedro Archanjo dos Reis</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-24 21:47:28 UTC</pubDate>
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         <title>Escolha do curso</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Eu quando pequena já quis seguir muitas profissões (atriz, modelo - que inclusive fiz um&nbsp; curso para isso kkk etc), porém, ainda no ensino fundamental eu desenvolvi um afeto pela área da medicina,pois me pegava vendo vídeos de cirurgias. Esse amor aumentou ainda mais quando eu começei a perceber que essa área lidava com vidas, com ajudar de alguma forma e causar impacto na vida de alguém. Então, ainda no 8 ano do ensino fundamental eu decidi (ainda não sabia que era definitivo) que eu seguiria aquela profissão.<br>E, foi ai que eu percebi a minha autonomia, a minha capacidade de decidir as minhas coisas e meu futuro com base nos meus gostos, e com certeza foi a melhor decisão que eu tomei<br>Geovanna de Abreu Souza</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-24 23:58:49 UTC</pubDate>
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         <title>Escolha da Medicina</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/yasmincoliveira/t7uj5fmya6dm57vb/wish/1840080726</link>
         <description><![CDATA[<div>Desde pequena sempre gostei muito de cuidar de pessoas, mas nunca tive aquele "sonho" de ser médica. Ao chegar no Ensino Médio, percebi que as pessoas começavam a se identificar com as respectivas áreas e se imaginavam trilhando um caminho. Mas eu, como sempre, muuito indecisa do que fazer e morrendo de medo de tomar a decisão errada. Até que, um dia, meu colégio resolveu realizar palestras com diversos profissionais para nos ajudar a encontrar uma profissão que a gente se identificasse. Me inscrevi em várias: direito, engenharia, odontologia, biomedicina, administração, relações internacionais.... e percebi que quanto mais eu assistia as palestras, menos eu me identificava com cada uma delas e mais me identificava com a medicina. Bati o martelo e resolvi prestar o vestibular, mas infelizmente não passei direto do terceiro ano do Ensino Médio. Foi um ano e meio de muita dedicação, foco, choros, resiliência e amadurecimento até chegar onde estou hoje, o que com certeza tem um papel fundamental na futura médica que serei.<br>Lorena Lima Carvalho de Barros</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-25 00:12:57 UTC</pubDate>
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         <title>Medicina</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/yasmincoliveira/t7uj5fmya6dm57vb/wish/1840286692</link>
         <description><![CDATA[<div>Desde pequena eu já falava que gostaria de ser médica; sempre gostei de cuidar, ver a melhora e participar da melhora de amigos ou familiares e vivia falando que meu sonha seria poder "dar plantão por aí "rsrsrs. Contudo, para chegar até aqui eu precisei percorrer e substituir um caminho reto por vários atalhos - e que bom por isso, aprendi e conheci coisas valiosas-. Assim que terminei o terceiro ano eu ingressei em um cursinho com objetivo de só sair quando conseguisse a tão esperada aprovação. Porém, a incerteza e apreensão do cursinho eu não conseguir sustentar, logo, nessa momento da minha vida embarquei na escolha mais incerta e doida hahaha: Entrar no curso de Biomedicina para depois de 4 semestre tentar internamente a vaga para medicina. Nesse período do curso de origem eu conheci e vivi coisas fundamentais que me fizeram conquistar a aprovação. Chegou o dia da prova e lá estava eu e mais 6 pessoas, não sabendo eu que 5 delas hoje seriam "meu grupinho salvador" na medicina. Por fim, dia 28/07/2021 eu recebi o resultado da aprovação e cá estou eu embarcando nessa nova e desafiadora fase da minha vida a qual sempre me sentir pronta para vivenciar .<br><br>Larissa Menezes Lessa</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-25 01:46:38 UTC</pubDate>
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         <title>Jovem adulto</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/yasmincoliveira/t7uj5fmya6dm57vb/wish/1840346096</link>
         <description><![CDATA[<div>Até o terceiro ano do ensino médio, medicina nunca foi a primeira opção, sempre foi apenas mais uma escolha na lista de caminhos a se trilhar. Sempre tive a certeza de que independente do que eu escolhesse, faria bem a minha função e tinha várias áreas de interesse, engenharia(desde agrônomo até elétrico), administração, licenciatura em história ou filosofia(ainda pretendo ensinar) e direito. Porém, após muitas conversas com profissionais de diversas áreas, conversas com uma profissional da área de orientação vocacional e a ida a um hospital junto à mãe médica de um amigo meu, decidi pela medicina, após ver que poderia tranquilamente me realizar na profissão. Durante esse processo de escolha, houve uma grande aquisição minha no que se refere a autoconhecimento.<br><strong><em>Ricardo Dantas</em></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-25 02:12:41 UTC</pubDate>
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         <title>A entrada na Bahiana</title>
         <author>Kapeco</author>
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         <description><![CDATA[<div>Foi uma prova do ENEM do Segundo Ano do Ensino médio que me deu a chave pra entrar no curso. É, eu só tinha 16 anos (2019) e não imaginava que isso seria minha ''entrada pra vida adulta'', era só pra ser um teste, que me prepararia pro ENEM ''de verdade''. Acontece que no ano seguinte, enquanto eu cursava o ''terceirão'', a Bahiana permitiu entradas pelo ENEM, e, pasmem, nada mencionava sob a idade do candidato... Bem, era minha chance de ouro! Consegui uma advogada, entrei com uma liminar, fiz CPA (uma espécie de supletivo pra ensino médio) e consegui entrar na Bahiana.&nbsp; Foi a felicidade da família!<br><br>Rafael Vianna Vieira</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-25 02:45:52 UTC</pubDate>
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         <title>A escolha do curso</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/yasmincoliveira/t7uj5fmya6dm57vb/wish/1840425872</link>
         <description><![CDATA[<div>Não sei muito bem qual o inicio da minha história com a escolha desse curso... a verdade é que eu nunca soube o que queria fazer. <br>No ensino médio, eu achava que gostava de áreas demais pra conseguir escolher apenas uma, mas, no final, o desgaste era tão grande que ficou difícil conseguir escolher qualquer coisa. <br>Depois de muita conversa e reflexão, eu percebi que gostaria de trabalhar em alguma área na qual eu pudesse ter não só contato direto com pessoas, mas que eu também pudesse ajuda-las de alguma forma. Cheguei até a cursar outros dois cursos durante esse trajeto, sem muito sucesso...<br>No final de tudo, resolvi finalmente tentar medicina, mas até hoje não é exatamente fácil conviver com a responsabilidade dessa escolha. <br><strong><em><br>Luiza Cavalcante&nbsp;Fernandes</em></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-25 02:56:33 UTC</pubDate>
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         <title>Medicina? </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/yasmincoliveira/t7uj5fmya6dm57vb/wish/1840504219</link>
         <description><![CDATA[<div>Na realidade não sei qual o momento que liguei a chave da medicina. Acho que muitos fatores me levaram a ela. Com certeza a influência dos meus pais e professores contou de forma significativa, mas não foram determinantes. Simplesmente era a única profissão que eu me via fazendo, tentei me visualizar de várias formas, mas nenhuma delas se encaixavam no futuro que eu almejava (familiar, profissional e financeiro), e assim todo o meu ensino médio foi focado nesse curso, não existiu plano B, era med ou med. E que bom, deu certo! Não me arrependo, apesar de ter sido uma fase de muitos desafios. <br><br><strong>Nátalin Costa</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-25 03:36:37 UTC</pubDate>
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         <title>O sonho da medicina!</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O que vou falar é clichê, mas desde que me entendo por gente sempre soube que esse era o caminho que queria trilhar. Tinha dois tios jovens, que vivenciavam o curso e como eu ficava na casa da minha vó, sempre observei de longe a rotina e brincava com eles de fazer consulta e procurava saber como era poder ajudar as pessoas. Medicina pra mim é isso, é poder ajudar, é estar em contato com pessoas e deixar a sua marca na vida delas. Então, apesar da árdua jornada, lutei e hoje estou cada vez mais perto de poder deixar minha marca. FELICIDADE!<br><br>Ana Clara Monteiro Alves</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-25 03:38:15 UTC</pubDate>
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         <title>Medicina</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/yasmincoliveira/t7uj5fmya6dm57vb/wish/1841059679</link>
         <description><![CDATA[<div>Ao contrário da maioria das pessoas, não sonhava em fazer medicina desde criança. Na verdade, até o terceiro ano do colégio não tinha certeza em qual curso optaria por fazer. Sempre me identifiquei com um pouco de vários cursos, achava todos interessantes. Como tinha facilidade em humanas e grande parte da minha família é do meio jurídico, resolvi fazer direito. Porém, logo no primeiro semestre, já percebi que aquele curso não era mim. Em seguida, fui fazer cursinho e foi então que optei por seguir pela medicina, uma escolha que hoje parece tão óbvia para mim, mas que demorei para descobrir o que queria ser.<br><br>Rafael Araújo Vianna</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-25 08:46:24 UTC</pubDate>
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         <title>A escolha do curso</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/yasmincoliveira/t7uj5fmya6dm57vb/wish/1841120923</link>
         <description><![CDATA[<div>Desde pequena eu dizia que queria ser médica, digo mais, pediatra. E na escola sempre fui responsável, no ensino médio tudo que pensava era entrar na faculdade. Em alguns momentos me surgiram dúvidas entre medicina ou direito, ou será relações internacionais? No final das contas, eu descobri, depois de passar por terapia de orientação profissional (que eu acho que talvez tenha sido em vão, no fundo eu sempre soube o que queria), que eu queria medicina mesmo. No Enem do terceiro ano eu tirei uma nota boa, mas não suficiente pra passar em nada, no vestibular próprio da Bahiana não passei. Nisso, meu tio, que conhece bem de escola e vestibular, sempre me dizia, mas nem era muito pelo racional dele, era a fé dele querendo que eu entrasse na faculdade falando que uma hora minha nota seria reconhecida. Fiz um semestre de cursinho e então começou a pandemia, não conseguia estudar bem, mas graças a Deus a Bahiana fez o processo seletivo pelo Enem, o que me confortou de tamanho jeito... E cá estou, como previsto pelo meu tio. :)<br>Bruna Ribeiro Nery </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-25 09:19:37 UTC</pubDate>
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         <title>Escolha do curso</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/yasmincoliveira/t7uj5fmya6dm57vb/wish/1841264583</link>
         <description><![CDATA[<div>Até o ensino médio eu nunca tinha pensado em cursar medicina. Porém, no final do primeiro ano eu tive um problema de saúde, que me fez querer oftalmologia. Já no último ano, eu estava em dúvida entre medicina e engenharia química, mas, automaticamente, comecei a me dedicar apenas pra um deles. Foi quando no final do terceiro ano, passei em medicina em outra universidade, cursei por 3 semestres até que veio a pandemia. Por conta disso, eu tranquei o curso, o que foi extremamente triste pra mim, não ter mais a possibilidade de me formar com a minha antiga sala. Quando no último dia do vestibular da bahiana, uma amiga minha me informou que com a minha nota do ENEM dava pra passar e aqui estou eu!&nbsp;<br>Gabriela Mota Oliveira</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-25 10:47:18 UTC</pubDate>
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         <title>A entrada na Bahiana</title>
         <author>emiliomrivas</author>
         <link>https://padlet.com/yasmincoliveira/t7uj5fmya6dm57vb/wish/1841284648</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; Pensar no caminho que fiz parta entrar na Bahiana é muito interessante, eu concluo o ensino médio em 2018 e entrei direto na faculdade de medicina só que não aqui na Bahiana. Entrei na FACS e no primeiro ano ainda pensava muito em trocar de faculdade, me inscrevi para fazer o vestibular da Bahiana no meio do ano e para fazer o ENEM no final do ano, mas não fui fazer nenhuma das duas provas. Já estava no terceiro semestre e certo que de que me formaria na FACS. Mas como a vida da voltas né? Ainda no terceiro semestre a pandemia começou o curso ficou EAD e eu me sentia distante dos colegas e dos estudos, não dava nem para abrir a câmera e eu sentia que era a única pessoa na sala, tava até pensando em trancar o curso.<br>  Ai a Bahiana abriu o processo seletivo usando a nota do ENEM, fiquei animado na hora em vir para aqui uma faculdade com mais tradição com um foco mais humano e um valor bem melhor. Falei com meus pais, minha namorada e amigo bem próximos que queria trocar de faculdade, todos me incentivaram muito. Deu tudo certo e estou bem feliz em estar na Bahiana.<br><br>Emílio Medauar Rivas<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-25 11:00:21 UTC</pubDate>
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         <title>Escolha do Curso</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/yasmincoliveira/t7uj5fmya6dm57vb/wish/1841319711</link>
         <description><![CDATA[<div>Por meus pais serem médicos, eu nunca quis ser médica. Odeio que me imponham decisões. Inclusive, isso ainda me incomoda profundamente, mesmo já tendo mudado de ideia, hahaha. Se me perguntassem, eu não sabia o que queria ser, mas dizia que a única coisa que eu não queria ser era médica. Mesmo dizendo não querer, quando me davam a opção de explorar alguma área do conhecimento sempre escolhia as ciências naturais e a saúde. Não sei dizer como isso mudou, foi algo gradual, natural, aos poucos… Tão gradual que não identifico. Só sei que um dia percebi que esse desejo já estava fundamentado em minha cabeça. Mas, desde que notei isso, nunca mais oscilei. E não vejo porque oscilar. Hoje vejo que não há caminho que me traria tanta realização se não esse.<br><br>Amine Salomão</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-25 11:22:40 UTC</pubDate>
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         <title>Adulto Jovem</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Muito embora pouquíssimas pessoas soubessem, Medicina foi o primeiro e principal curso que almejei me graduar. Sempre fui um excelente aluno no ensino médio, porém, apesar das ótimas notas que possuía, tinha consciência de que, para passar em Medicina, seria necessário fazer muito mais do que apenas estudar rotineiramente. E como um adolescente muito preguiçoso, desisti de buscar a aprovação em Medicina e ingressei em Engenharia Elétrica na UFBA, curso que me identificava até certo ponto, por ter bastante afinidade com as matérias de ciências exatas no colégio. Contudo, aos poucos, os componentes curriculares de matemática, física e química foram dando lugar a disciplinas como Mecânica dos Sólidos e Eletrônica Digital, o que me fez ter certeza de que não era aquela profissão que eu queria pra minha vida. Foi então em meados de 2020, após o início da pandemia do COVID-19 e com dois anos e meio de Engenharia Elétrica na bagagem, que tive a oportunidade de ingressar na Bahiana e cursar o tão sonhado curso de Medicina — sem nunca ter feito o vestibular da instituição. E apesar de não usar quase nada do conteúdo técnico do curso anterior, sou muito grato ao período que estive na UFBA, por me fazer amadurecer exponencialmente, formando o homem mais responsável que sou hoje — muito menos preguiçoso, por sinal (mesmo que um tiquinho ainda) e me apresentar pessoas importantíssimas que trago comigo até hoje em minha vida.<br><br>George Gustavo Santos Souza Filho</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-25 11:39:09 UTC</pubDate>
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         <title>Mudança de Rota</title>
         <author>marianaalc</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nunca percebi uma vocação explícita para exercer alguma profissão. Diferente da maioria esmagadora do meu círculo social, nunca me passou pela cabeça que eu precisava exercer determinada função para ser feliz. Medicina é a minha segunda graduação, a primeira foi Economia. Quando me perguntam se eu, voltando no tempo, teria escolhido Medicina de primeira, respondo firmemente que não, pois foi justamente esse percurso, da coragem de decidir por uma mudança impactante, da disposição para enfrentar um novo processo seletivo, do rearranjo dos planos e sonhos, que me permitiu olhar com mais carinho para as pessoas e suas histórias. Posso até permanecer convicta de que o trabalho é apenas um meio para que eu possa viver a minha vida, mas certamente, na Medicina, me sinto mais pertencente a um propósito, que ainda não sei qual é, mas sei que existe. É como se tivesse sido necessário mudar a rota para que eu, hoje, fosse. Era preciso.<br><br>Mariana Andrade Lucas de Carvalho.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-25 13:13:02 UTC</pubDate>
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         <title>Escolha da Medicina</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Não sei dizer com quantos anos eu decidi, mas desde muito pequena (uns 3 anos) eu sentia que a medicina era minha vocação.<br>Não foi um caminho simples! Cursinho por alguns anos, aprovação em outra cidade, mas precisei abandona o curso por motivos diversos, ansiedade, medo de ser incapaz, tentei outros cursos, passei em faculdades que eram financeiramente inacessíveis para mim...<br>Finalmente chegou a aprovação que tanto, sonhei, esperei e lutei!<br>Os 6 anos que precisei desde o fim do ensino médio até entrar em medicina na Bahiana, anos que pareciam não ter fim se tornaram tão pequenos quando comparados com a alegria que vivo a cada dia por fazer parte desse curso.<br><br>Mariana Gondim</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-27 19:55:19 UTC</pubDate>
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         <title>Início da Vida Adulta</title>
         <author>cainanocosta</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;A escolha pela medicina já ocorreu no final desse setênio (com 26 anos). Antes disso eu já estava trabalhando, havia acabado de me mudar para morar sozinho e tudo era muito novo. Com a pandemia a bahiana fez o vestibular usando a nota do ENEM, e como eu tinha uma prova com notas muito boas me inscrevi. Inicialmente queria fazer propaganda para dar aula de Física, mas com a aprovação minha família abraçou a ideia e hoje sou bastante feliz com o curso. A medicina é muito linda, fico feliz de poder viver essa experiência!<br><br><strong>Cainan Costa</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-29 11:36:27 UTC</pubDate>
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         <title>A escolha do curso</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/yasmincoliveira/t7uj5fmya6dm57vb/wish/1924226634</link>
         <description><![CDATA[<div>Ao contrário de muitos colegas, minha história com a medicina não é tão romântica assim. Desde mais novo, sempre almejei cursar direito, curso esse que iniciei aos 17 anos. Entretanto, após uma profunda desilusão com a faculdade,me encontrei novamente no cursinho recomeçando minha vida de pré vestibulando. Foi aí então que fiz a melhor escolha da minha vida: decidi tentar fazer medicina! Após um ano intenso de estudos, fui aprovado na UEFS, onde cursei apenas 2 meses, então veio a pandemia e com ela (se é que existiu um lado positivo nisso tudo) a possibilidade de usar a nota do ENEM para o vestibular da bahiana, que era meu grande sonho. Felizmente deu tudo certo, hoje sou muito feliz, cursando algo que me apaixona a cada dia, na faculdade que sempre quis.&nbsp;<br><br>João Victor Brito Ramos</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-02 02:54:08 UTC</pubDate>
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