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      <title>POVOS ORIGINÁRIOS DO BRASIL 2025 - SAIBA MAIS! by CARLA FERNANDA VITOR</title>
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      <description>Semana da Diversidade Indígena - 6º Anos A, B e C. Metodologias ativas: Sala de aula invertida e Gamificação (plugada e desplugada). Técnica Lemov: Todo mundo escreve, Fator A, Puxe Mais, Feedback e Arremate.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-04-02 00:03:23 UTC</pubDate>
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         <title>Pitaguary</title>
         <author>CarlaVitor</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Localização: </strong>Ceará (CE).</p><p><br></p><p><strong>População: </strong>3623.</p><p><br></p><p><strong>Memória, cultura e tradição: </strong>Há vários lugares de memória na área Pitaguary. Entre esses lugares destaca-se a figura da “mangueira centenária”, da “senzala dos escravos” e da gruta ou do “buraco” de Santo Antônio, para citar apenas alguns. A mangueira é constantemente identificada com a figura da “mãe natureza”, que protege, dá paz e conforto. Ela está no centro das atenções, pois, segundo contam os narradores indígenas, “naquele pé de mangueira, exatamente lá, morreu muito índio enforcado e matado de fome”.</p><p>A mangueira é símbolo de um tempo pretérito, mas também de um momento vivido no presente. Ela é a lembrança do que se passou ao mesmo tempo em que se torna cenário de atividades contemporâneas de suma importância. Por exemplo, é sob a sombra da “mangueira sagrada” que, no dia 12 de junho de cada ano, os Pitaguary realizam um evento tradicional, cujo maior objetivo é apresentar o Toré para a própria comunidade e para visitantes que vêm de fora da área indígena.</p><p><br></p><p><strong>Aspectos sócio-econômicos: </strong>Além da caça e a pesca, que complementam parte da dieta alimentar de algumas poucas famílias, a sobrevivência dos Pitaguary é garantida a partir do extrativismo vegetal e mineral, do artesanato, da agricultura familiar, além de um pequeno número de empregos formais, dentro da área indígena, e informais, na zona urbana de Maracanaú e Fortaleza. A agricultura de subsistência, com plantio de mandioca, macaxeira, milho, feijão e jerimum, é praticada por algumas famílias, sendo entretanto inteiramente dependente da estação chuvosa. Já a atividade artesanal engloba um grande número de pessoas, mas tem se mostrado vulnerável aos riscos do extrativismo desmesurado e à sede de lucro dos atravessadores.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-02 00:39:41 UTC</pubDate>
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         <title>Observe os Povos Originários do Brasil.</title>
         <author>CarlaVitor</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Após a analise da imagem e o que foi estudado nas aulas, o que podemos concluir sobre as Comunidades Indígenas Brasileiras? Comentem suas respostas.</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-02 00:47:27 UTC</pubDate>
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         <title>Alunos queridos 😍... a sua opinião é muito importante. O que vocês acharam desse modelo de aula baseado em pesquisas e do uso da tecnologia em sala de aula? Comentem suas respostas.</title>
         <author>CarlaVitor</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-04-02 00:54:02 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Que tal fazermos uma lista de palavras que utilizamos no nosso cotidiano que são de origem indígena? Bora lá!😍👇</title>
         <author>CarlaVitor</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-04-02 00:58:12 UTC</pubDate>
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         <title>LINK PARA ACESSAR O PADLET</title>
         <author>CarlaVitor</author>
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         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://padlet.com/CarlaVitor/povos-origin-rios-do-brasil-2025-saiba-mais-t78cixwwdk8qn1vi">https://padlet.com/CarlaVitor/povos-origin-rios-do-brasil-2025-saiba-mais-t78cixwwdk8qn1vi</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-22 13:41:28 UTC</pubDate>
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         <title>Mulher de origem indígena da tribo Pataxó:</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Uma curiosidade sobre a tribo pataxó, é que eles cozinham o peixe na folha de patioba e moram no sul da Bahia e no norte de Minas Gerais. Os Pataxós são um povo indígena brasileiro seminômade de língua da família maxakali, do tronco macro-jê.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-22 14:04:03 UTC</pubDate>
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         <title>crianças da comunidade indígena Banawá</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Localização: os Banawá uma etnia indígena brasileira,estão localizados no estado de amazonas ,principalmente na região da fronteira do Brasil com a Colombia e Venezuela.</p><p><br/></p><p>População:aproximadamente 4.026 indivíduos</p><p><br/></p><p>A língua Banawá são línguas da família Aruak falada por cerca de 4.700 pessoas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-22 14:26:06 UTC</pubDate>
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         <title>Torá </title>
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         <description><![CDATA[<p><br/></p><p><br/></p><p>Uma curiosidade é que a língua desse povo também se chama Torá, ela é considerada uma língua isolada, isso significa que não conhecemos nenhuma língua que ela tenha um parentesco confirmado. Essa curiosidade faz o Torá importante para os estudos de diversidade linguística na Amazônia e no mundo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-22 17:22:59 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/CarlaVitor/t78cixwwdk8qn1vi/wish/3420315733</link>
         <description><![CDATA[<p>A dificuldade em precisar o momento no qual os Arapaso vivenciaram o primeiro impacto do contato com os brancos provém, principalmente, do extenso sistema interétnico no qual participavam quando chegaram os colonizadores. Através de dados históricos e pesquisas arqueológicas, projeta-se uma enorme rede de relações que conectavam vários povos indígenas, da região do rio Negro até o Orinoco e Japurá-Solimões – rede esta evidenciada, inclusive, nos relatos acerca dos índios Manao do Baixo rio Negro que, no embate com os portugueses no final do século XVII, já se encontravam munidos com instrumentos e armas espanholas adquiridas via essa rede comercial que se estendia até as Guianas.</p><p>Nesse sentido, quando estourou a guerra contra os Manao, no início do século XVIII, antes mesmo que os portugueses alcançassem a região do Médio Uaupés, os Arapaso já teriam testemunhado os impactos coloniais pela desarticulação do sistema do qual faziam parte. Especula-se, ainda, que o próprio grupo Arapaso teria se formado tal como é hoje (uma unidade exogâmica pertencente à família Tukano) nesse período de rearticulação do sistema multiétnico rionegrino, durante o qual muitos indígenas subiram o rio Negro para se refugiar da guerra contra os portugueses, ao mesmo tempo em que as redes de trocas estabelecidas com espanhóis e holandeses geravam conflitos internos aos grupos (v. Andrello, 2006 e Vidal, 1999).</p><p>Os primeiros relatos da entrada efetiva dos colonizadores portugueses no rio Uaupés, no entanto, diziam respeito às chamadas “tropas de resgate”: expedições do século XVIII que visavam, principalmente, a captura de escravos indígenas. Além desses “exploradores”, também chegaram os missionários carmelitas que, à sua maneira, se somaram às forças de deslocamento dos indígenas da região, ao impor os aldeamentos forçados. Os Arapaso, enquanto um dos primeiros grupos com os quais os colonizadores se depararam ao entrar no Uaupés, foram fortemente afetados por esses processos, que também recebem o nome de “descimentos” – em razão do trajeto pelo qual carregavam indígenas rio abaixo em direção às cidades ou entrepostos comerciais. Aqueles arapasos que conseguiam evitar o trabalho escravo eram levados para aldeias, onde eram submetidos também ao trabalho e à conversão católica.</p><p>O fim do Diretório Pombalino, no final do século XVIII, e a passagem da Colônia para o Império, deixou um vazio legal na região do Alto rio Negro que demorou a ser preenchido. A primeira metade do século XIX no Médio Uaupés foi marcada pela ausência do Estado e pelo crescimento do endividamento dos povos da região – prática implicada no sistema de aviamento, que consistia em adiantar mercadorias à população indígena em troca de quantidades absurdas de produtos da floresta. Sempre endividados, os indígenas trabalhavam ininterruptamente para seus patrões, podendo, eventualmente, ser “vendidos” (ou seja, vender suas dívidas) para outros.</p><p>A exploração forçada da mão-de-obra indígena no Médio Uaupés atingiu seu ápice durante o ciclo da borracha, no final do século XIX. As práticas de sequestro de familiares no meio da noite, de ataques às malocas, dentre outras tantas violências que marcaram esse período, são capitalizadas na figura de Manduca: popularmente lembrado como grande mandatário dessas atividades na região. As histórias arapaso sobre esse período são várias, e testemunham a constante ameaça de captura sob a qual viviam seus antigos - o que os levou a abandonar as margens dos grandes rios para viver em malocas no interior da floresta, onde não seriam facilmente encontrados por seringueiros.</p><p>Nesse contexto de grande exploração e violência, que coincidiu com o abandono das missões carmelitas na região, eclodiram movimentos messiânicos que marcaram a segunda metade do século XIX no Alto rio Negro. Dentre eles, destaca-se o do profeta arapaso Vicente Cristo, conhecido como o pajé dos pajés. Ainda em Ipanoré, em meados do séc. XIX, Cristo aparece nos relatos de Henri Coudreau como grande influente na consolidação do núcleo missionário franciscano nesse local. Em 1883, porém, essa mesma missão foi interrompida violentamente com a expulsão dos freis pelos indígenas locais. Segundo relata Coudreau, os três freis da missão exibiram em púlpito das máscaras rituais do Jurupari, expressamente proibidas de serem vistas pelas mulheres.</p><p>O profeta Vicente Cristo será mencionado novamente nos relatos do italiano Ermanno Stradelli (2009), dessa vez já em meados da década de 1880. Nesse período, o movimento encabeçado pelo pajé, agora estabelecido em uma grande maloca no interior do igarapé Japu, viveu seu maior esplendor. Além de ser reconhecido como um poderoso curandeiro, o profeta dizia falar com Tupana (referindo-se ao Deus cristão), a quem pedia a saída dos comerciantes da região, a libertação das dívidas, o fim do trabalho forçado e o envio de novos missionários. Por meio de sua palavra, Vicente Cristo liderou um enorme séquito na região do Médio Uaupés, inclusive um grande número de indígenas da etnia Hup’däh.</p><p>Com o fim do ciclo da borracha no início do século XX, emergia uma nova fase “civilizadora”: a chegada dos missionários salesianos na região foi marcada pelo internato das crianças, a condenação das práticas tradicionais e a destruição das malocas, reconfiguradas em comunidades multi-residenciais. A rigidez do regime salesiano é rememorada nos relatos arapaso transmitidos por gerações, que contam sobre a proibição do uso de sua língua em prol do ensino do português nos internatos, a condenação de suas práticas de casamento (incentivando uniões consideradas tradicionalmente incestuosas) e a demonização dos conhecimentos e práticas dos antigos. O internato das crianças também implicou na interrupção da transmissão dos conhecimentos tradicionais, passados cotidianamente dos mais velhos para os mais novos e associado a cuidados que preparam o corpo para receber esses saberes. Esse descompasso geracional acarretou perdas até hoje muito sentidas pelos Arapaso.</p><p>As imposições do regime salesiano durante seus primeiros anos na região tiveram profundos impactos na sociologia arapaso, que não haviam ainda se recuperado dos impactos populacionais e culturais das políticas de exploração dos séculos XVIII e XIX. Seus efeitos são perceptíveis nos relatos sobre eles datados do início do século XX: “Uma pequena tribo, em caminho de extinção, e até já perdeu o próprio idioma, falando exclusivamente o dos Tukano, é conhecida por Arapasu, termo da língua geral que indica um pequeno pica-pau” (Bruzzi, 1962: 26-7, baseando-se em relato da década de 1920).</p><p>A partir dos anos 1960, o internato salesiano de Iauaretê começa a perder lugar para instituições nacionais, até ser completamente fechado no final da década de 1970, após cerca de 50 anos de existência. Apesar do enfraquecimento de sua autoridade e de reconhecer a violência embutida em muitas de suas práticas do passado, a ordem salesiana continua fortemente ativa na região, e goza do respeito e confiança de muitos dos povos uaupesianos, inclusive dos Arapaso.</p><p>O Projeto Calha Norte e as mudanças na legislação indigenista ocorridas na década de 1980 promoveram novas articulações que reestruturaram a região. Os militares do 1º Pelotão de Fronteira se instalaram em Iauaretê, e na mesma década começaram a surgir as primeiras organizações indígenas do Alto rio Negro – tais como a Unidi (União das Nações Indígenas de Iauaretê) e a FOIRN (Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro), criadas em 1988.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-22 22:05:27 UTC</pubDate>
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         <title>Canela apanyekrá</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Os Canela são compostos das cinco nações remanescentes dos Timbira Orientais, sendo a maior a dos Ramkokamekrá, descendentes dos Kapiekran (como eram conhecidos até 1820). O nome Canela também era utilizado pelos sertanejos para os Apanyekrá e os Kenkateye, que foram massacrados e dispersos em 1913. Os Kenkateye separaram-se dos Apanyekrá por volta de 1860.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-23 18:19:17 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Segundo o mito de origem dos Arapaso, ao chegar nas cachoeiras de Ipanoré, no rio Uaupés, a grande cobra-canoa de transformação (Pamuri-Yukese, em tukano), que trazia a primeira humanidade como num submarino, deparou-se com uma parede de pedra que a impedia de emergir. Então, o antepassado dos Arapaso, munido de uma longa lança, furou a pedra para que a canoa pudesse passar. Por esse ato, o grupo recebeu o apelido de “arapaçu”: nome em nheengatu de uma família de pássaros, conhecido na região como um tipo de pica-pau. Em tukano, língua franca da região, também são comumente chamados por seu apelido de pássaro: Ko’réa. Porém, em seus mitos e rituais, os Arapaso geralmente são referidos por seu nome de origem: Diá Mahsã (diá: rio, mahsã: gente).</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-23 22:16:36 UTC</pubDate>
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         <title>Comunidade indígena BARÁ</title>
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         <description><![CDATA[<p>Nome da comunidade: A comunidade indígena Bará é conhecida como "Bará", e eles fazem parte do grupo étnico dos tukano.</p><p>Localização: Os Bará habitam a região do noroeste da Amazônia, principalmente nas proximidades do Rio Içana, que é um afluente do Rio negro, no estado do Amazonas, Brasil. Eles estão localizados em áreas florestais ricas em biodiversidade.</p><p>Quantidade de pessoas (população): A população Bará é relativamente pequena dm comparação com outras comunidades indígenas. Estimativas de sua população variam, mas geralmente é em torno de 200 a 300 indivíduos. É importante observar que esses números podem mudar ao longo do tempo devido a fatores como migração e políticas de saúde.</p><p>Língua: Falam uma língua da família Tukano oriental ou também barasano do norte  ou pokangá</p><p>Situação atual: Moraram nas margens do rio Uaupés e seus afluentes, como Tiquié, papuri e querari e na bacia do Rio Apapóris, tributário do Japurá.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-23 23:12:09 UTC</pubDate>
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         <title>TERENA</title>
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         <description><![CDATA[<p>Os Terena são um povo indígena do Brasil,&nbsp;<strong><mark>conhecidos pela sua rica cultura e costumes tradicionais, como a agricultura, a produção de cerâmica e a crença em espíritos</mark></strong>.&nbsp;Eles também são conhecidos por sua habilidade em adaptação ao meio ambiente e pela manutenção de suas práticas culturais, como a pintura corporal e as danças tradicionais.</p><p><strong>Características principais:</strong></p><ul><li><p><strong>Localização:</strong></p><p>O povo Terena habita principalmente no estado de Mato Grosso do Sul, mas também em São Paulo e Mato Grosso.&nbsp;</p></li><li><p><strong>Língua:</strong></p><p>A língua Terena é uma língua Aruak, que faz parte da família linguística Aruak.&nbsp;</p></li><li><p><strong>Economia:</strong></p><p>A agricultura é a principal atividade econômica dos Terena, que cultivam diversos produtos como milho, feijão, batata e mandioca.&nbsp;</p></li><li><p><strong>Artesanato:</strong></p><p>Os Terena são conhecidos por sua cerâmica, que é produzida com argila e decorada com motivos florais e de animais.&nbsp;</p></li><li><p><strong>Cultura:</strong></p><p>A cultura Terena é rica em tradições, como as pinturas corporais, as danças e os rituais.&nbsp;</p></li><li><p><strong>Religião:</strong></p><p>Os Terena praticam o xamanismo e creem em espíritos, que são considerados importantes para a vida e a saúde.&nbsp;</p></li><li><p><strong>Saúde:</strong></p><p>Os Terena têm seus próprios métodos de cura, que são baseados em plantas medicinais e rituais.&nbsp;</p></li><li><p><strong>Educação:</strong></p><p>A educação escolar dos Terena é diferenciada e busca valorizar a cultura e os conhecimentos tradicionais.&nbsp;</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-25 20:40:13 UTC</pubDate>
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