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      <title>Aula 2- Estudo de artigos by Kelley Schumacker</title>
      <link>https://padlet.com/schumackerkelley/t70lvwuwrwlnz8wl</link>
      <description>Escreva,  neste Padlet os seus comentários e questões sobre  os artigos lidos por cada equipe. Não esqueçam de escrever os nomes, em  seus comentários. Vocês podem escrever dúvidas, o que entenderam, pontos que as leituras convergem ou divergem, etc.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-01-17 18:18:48 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-04-02 22:36:20 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Cultura surda e astronomia | Natan e Nilson</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/schumackerkelley/t70lvwuwrwlnz8wl/wish/3393351951</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>Considerações iniciais</p><ul><li><p>Apesar de o artigo trabalhar especificamente a relação do surdo com a astronomia, nota-se que historicamente o sujeito surdo tem enfrentado barreiras de acesso a diversas áreas do conhecimento.</p></li><li><p>Dentro do ensino de Física uma das principais barreiras constitui a falta de sinais específicos para descrever conceitos. Para além da falta de conceitos, sinais criados ou combinados para as aulas não são universalizados na LIBRAS ou no meio científico, o que dificulta a socialização do aluno com a comunidade surda.</p></li><li><p>Nas aulas de Ciências o papel do intérprete é confuso, uma vez que não basta o domínio da língua, mas também a compreensão do conteúdo tornando necessário a elaboração de aulas bilíngues desde sua concepção inicial. </p></li></ul></li><li><p>Astronomia e tecnologias no ensino de Física</p><ul><li><p>O estudo de astronomia, dentro da área da Física, se mostrou privilegiado para a investigação do uso de tecnologias digitais no ensino para alunos surdos, uma vez que privilegia o estímulo e informação visuais em consonância com as experiências da comunidade surda. Isto é, o estudo da astronomia pressupõe observação.</p></li><li><p>As TDICs facilitam a comunicação bilíngue e também são motivantes para alunos ouvintes.</p></li><li><p>Existe uma variedade de plataformas e aplicativos de observação astronômica acessíveis. </p></li></ul></li><li><p>Contexto da pesquisa</p><ul><li><p>Foi elaborado uma oficina para licenciandos do curso de Física e professores da rede pública, num total de 15 pessoas, sendo 2 surdos.</p></li></ul></li><li><p>Resultados</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-02 22:07:42 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/schumackerkelley/t70lvwuwrwlnz8wl/wish/3393351951</guid>
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         <title>Interações aluno-professor-intérprete na perspectiva vygotskiana</title>
         <author>soueuaana36</author>
         <link>https://padlet.com/schumackerkelley/t70lvwuwrwlnz8wl/wish/3393352074</link>
         <description><![CDATA[<p>Dupla: Ana e Luiz</p><p><br/></p><ul><li><p>Contexto de aplicação da pesquisa no ensino médio (todos os anos), na rede estadual do MS em aulas de Física (10 escolas);</p></li><li><p>10 professores, 13 intérpretes e 24 alunos;</p></li><li><p>A Educação Especial está amparada constitucionalmente pela CF de 1988;</p><p><br/></p></li><li><p><strong>Aspectos analisados</strong></p><ul><li><p><strong>Planejamento das aulas: </strong>ausência de planejamento prévio das aulas do professor acarreta dificuldade na tradução do intérprete;</p></li><li><p><strong>Incentivo à participação do aluno: <em>"</em></strong><em>os professores tentavam comunicar-se com o aluno, mas o fato deles não saberem Libras fez com que essa comunicação fosse limitada"; </em>os estudantes estão em sala, mas não são sujeitos ativos;</p></li><li><p><strong>Interação intérprete-aluno: </strong>ausência dos itens levantados por Quadros (2004), especialmente em relação à fidelidade (alteração em relação à fala do professor), distância profissional e discrição (intérprete e aluno estabeleceram relações muito próximas e o aluno não interagia com os colegas). Os intérpretes não eram formados em educação, o que dificulta a fidelidade da interpretação;</p></li><li><p><strong>Interação professor-aluno: "</strong><em>Praticamente não existe uma relação direta do professor com o aluno, e este fato acontece em todas as escolas". </em>Tentativas pontuais de comunicação por meio da escrita ou gestos;</p></li><li><p><strong>Interação alunos-colegas: </strong>o ponto central da perspectiva vygotskiana é a interação, dado que o sujeito se desenvolve por meio dela. O aluno surdo, embora esteja presente no ambiente físico da escola, não faz parte das interações entre os colegas, "na própria sala, para começar, os demais alunos sentavam afastados do aluno com surdez";</p></li><li><p><strong>Ambiente escolar: <em>"</em></strong><em>infraestrutura não planejada aos alunos com surdez, nem mesmo aos que possuem outras deficiências físicas". </em>São citadas possibilidades de adaptação pelos intérpretes, como placas de sinalização ou um sino visual dentro da sala. </p><p><br/></p></li></ul></li></ul><p><strong><em>Considerando a abordagem histórico-cultural, o aluno com surdez e nas condições em que ele está sendo assistido nas escolas públicas, ele não está recebendo boas oportunidades para o seu desenvolvimento, pois é por meio das relações sociais que o indivíduo se desenvolve e consegue internalizar o conhecimento favorecendo a aprendizagem.</em></strong></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-02 22:07:51 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/schumackerkelley/t70lvwuwrwlnz8wl/wish/3393352074</guid>
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         <title>Ensino de Física para estudantes surdos</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/schumackerkelley/t70lvwuwrwlnz8wl/wish/3393362462</link>
         <description><![CDATA[<p>Aghata, Bruna, Carol</p><p><br/></p><p>• O trabalho apresenta uma revisão bibliográfica, analisando 4 artigos relacionados com inclusão dos surdos no Ensino de Física. </p><p><br/></p><p>• Artigo 1: foi apresentada uma sequência de vídeos bilíngues (Libras) sobre Leis de Newton. Não ficou claro para nós como foi feita essa adaptação, se foi apenas uma tradução. </p><p><br/></p><p>•Artigo 2: nesse texto, traz a visão de Vygotsky em relação aos signos, em que ele diz que estes só fazem sentido quando compartilhados pela comunidade. As aulas acompanhadas não eram adaptadas e nem planejada. Intérprete, professor e aluno possuíam dificuldades na comunicação.</p><p><br/></p><p>• Artigos 3: apresenta as dificuldades do Intérprete na tradução de conceitos específicos da física. Como exemplo, o uso de mesmo sinal para velocidade e aceleração.</p><p><br/></p><p>• Artigo 4: foi relizada uma proposta inclusiva para o ensino de ondas, buscando incluir tanto alunos surdos, alunos com deficiência visual e o restante da turma.</p><p><br/></p><p>• Como ponto em comum entre todas as análises dos textos, notamos que a principal questão é dificuldade na comunicação.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-02 22:26:14 UTC</pubDate>
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