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      <title>Diario de Bordo IF do padrão social  by Stefany Felix De Andrade Sanches</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-08-24 22:59:59 UTC</pubDate>
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         <title>O corpo e o padrão social</title>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;</div><div>Artes plásticas<br><br></div><div>O corpo muda, sofre alterações, e, de maneira infalível, forma parte de uma ordem simbólica<br>presente em cada sociedade. Na literatura, na pintura, na fotografia, na escultura, na filosofia, na<br>sociologia, são encontradas diferentes tentativas de reivindicar, estudar, analisar e representar os<br>enigmas e segredos que envolvem o corpo. Na Contemporaneidade, a arte vem possibilitando<br>uma abertura a outras formas de perceber, de sentir e de experimentar o corpo. Algumas<br>especificidades de linguagens artísticas colaboraram para essa transformação, como o<br>“Happening”, o Fluxus e o Acionismo (dos anos 50 e 60) e a “Body Art” (dos anos 70).<br>Atualmente, já não se fala de uma “representação” do corpo nas artes, como pode ser verificado<br>na história da pintura e da escultura, mas da “apresentação” de um corpo vivo na arte. Surgem<br>assim, propostas artísticas que ultrapassam a simples representação do corpo. Muitos artistas<br>contemporâneos têm utilizado o corpo como uma ferramenta para a criação de suas obras de<br>arte, baseando-se no sofrimento físico para causar um impacto na sociedade. Um desses artistas<br>é o brasileiro Fábio Magalhães que, com a “visceralidade” de suas obras, golpeia a condição<br>mais profunda do ser humano. Suas obras colocam o observador em uma situação que não é<br>mais contemplativa, porém que requer uma atitude ativa, de sensibilidade, percepção e reflexão.<br>Tomando como exemplo algumas pinturas do artista Fábio Magalhães, este artigo tem como<br>objetivo discutir o uso do material humano em práticas artísticas com o objetivo de<br>desestruturar o estado normal das coisas.&nbsp;<br><br>MUSICA&nbsp;<br>A pesquisa tem como tema a influência da música na mente e no corpo e como pode ser usada para o benefício do ser humano, focando nas peculiaridades que ela oferece. A presente análise ressalta que a música apresenta certas propriedades que podem ser usadas para diversas ocasiões, principalmente nas áreas medicinais. Ela proporciona um embasamento teórico de relevância, demonstrando que a música abrange mais que partituras, instrumentos e ruídos, e sim, uma força vibracional que se espalha por todo lugar, exercendo ações sobre o homem. Ela surge da hipótese de que a música em certas frequências, ritmos e harmonias, pode ser fundamental para o bom desenvolvimento da saúde, tanto mental quanto corporal, também esclarece, conforme seu ritmo, harmonia e melodia, pode exercer certas ações sobre o organismo humano, tanto para o bom ou mal desenvolvimento. Considerando tais aspectos apresentados, a presente investigação mostra através de um complexo e apurado campo de visão, de que as ondas musicais presentes em todo lugar sem qualquer distinção, têm um propósito, que sabendo usar, pode-se obter diversas vantagens. Foi realizada uma pesquisa bibliográfica minuciosa, leitura de vários livros de alta importância ao assunto mencionado e a consulta de alguns documentos disponíveis na plataforma online, que se encontram citados nas referências bibliográficas. O objetivo geral da pesquisa é mostrar os efeitos benéficos e maléficos causados na mente e no corpo através das frequências musicais. Como objetivos específicos, tem-se por compreender através de estudos, as influências que as vibrações causam no organismo humano; descrever o impacto que a música causa no sistema corporal e o mental.<br><br></div><div>DANÇA<br>"Sem&nbsp; música não há dança. Sem movimento corporal também não. A dança, portanto, apenas ocorre quando o corpo executa movimentos a partir de um determinado ritmo.<br><br>O autor Bourcier se dedicou a esse tema e apresenta em seu livro, “A história da dança no ocidente”, um panorama geral que se estende desde a pré-história até os tempos atuais. Segundo ele, a dança teria surgido como meio de expressão religiosa dos homens primitivos, conclusão sugerida por cinco pinturas rupestres, encontradas em sítios arqueológicos. A hipótese apresentada por Bourcier é a de que os primeiros ritmos teriam surgido de percussões, e de que a partir desses ritmos, o próprio corpo humano passou a se movimentar de forma ritmada. Desde então, a dança vem atravessando gerações, e divisões e subdivisões vão sendo criadas dentro dessa prática. A única exceção se deve à Idade Média: é sabido que essa foi a época em que a Igreja Católica mais exerceu poder sobre o ocidente europeu. As danças de rua e de práticas religiosas populares foram extintas, concedendo apenas à côrte o direito à dança em festas de nobres. Deve-se lembrar que as danças de côrte eram dançadas quase sem toque corporal (que representava o pecado e, portanto, era contra os princípios da Igreja), e quando o toque ocorria, era revestido por luvas.<br><br>Passada a repressão corporal medieval, as danças e outras práticas corporais voltaram à cena na Europa. Foram montados ballets, cujas estrelas eram sempre mulheres. Também haviam homens nas apresentações, mas eles pouco dançavam, já que tinham apenas duas funções: serem bonitos, para tornar a apresentação mais atraente, e fortes, servindo de suporte para segurar bailarinas. A caracterização do ballet clássico era (e ainda mantém a sua tradição) voltado à uma rigidez do corpo marcado pela postura, pelas pontas dos pés, pelos movimentos em forma de “flecha”: todos bastante estendidos. O século XX trouxe inovações, apresentando uma forma de dançar que rompeu com a rigidez do ballet: a dança moderna. Essa dança é marcada pela flexibilidade corporal, pelos pés muitas vezes descalços no chão e pela expressividade do corpo."<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-24 23:14:05 UTC</pubDate>
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