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      <title>MOOC- Educação Inclusiva by claudia monteiro</title>
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      <description>compreender, englobar, envolver</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2019-02-07 17:54:27 UTC</pubDate>
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         <title>Atividade 0.1</title>
         <author>mcab69</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-02-07 18:01:30 UTC</pubDate>
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         <title>Atividade 1.2 </title>
         <author>mcab69</author>
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         <description><![CDATA[<div>Condições da escola</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-18 17:46:33 UTC</pubDate>
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         <title>Atividade 2.1</title>
         <author>mcab69</author>
         <link>https://padlet.com/mcab69/t61t86i4yzwm/wish/334975606</link>
         <description><![CDATA[<div>Indique quais os serviços/apoios/medidas adotadas pela sua escola/AE, considerando o tipo, intensidade e frequência da intervenção, com base no anexo 11 do manual/PDF.</div><div> </div><div>No agrupamento de escolas onde me encontro a lecionar a preocupação com o sucesso de todos os alunos faz parte da prática diária quer na vertente de organização quer de trabalho direto com alunos.</div><div>Em termos de medidas universais, que não dependem da identificação de necessidades específicas de intervenção, sendo medidas generalizadas a todos os alunos. O agrupamento oferece desde o início do ano apoio generalizado, no ensino básico e secundário, para os anos onde existem provas de avaliação externa. Este apoio é de frequência facultativa estando encaixado no horário dos alunos permitindo que todos o possam frequentar. As metodologias utilizadas nestes apoios são de carácter prático e o mais diversificado possível quer em termos de apresentação quer de representação. O objetivo é que todos identificam o que aprender e como. Existem também disponível no agrupamento, um gabinete de atendimento aos alunos com professores e psicólogo disponíveis para esclarecer dúvidas e ajudar na resolução de problemas mais relacionados com questões afetivas e relacionais, que muitas das vezes podem afetar de forma negativa a aprendizagem dos alunos.</div><div>Relativamente às medidas seletivas, dirigidas a alunos em situação de risco acrescido de insucesso escolar ou que evidenciam necessidades de suporte complementar, o agrupamento aposta numa atuação proativa e preventiva. Neste sentido o trabalho do diretor de turma é de crucial importância para logo no início do ano escolar fazer uma identificação, em conjunto com todos os professores do conselho de turma, dos alunos que enquadram esta situação e que desde logo terão um acompanhamento mais personalizado. O agrupamento possibilita, através de aulas de apoio em pequenos grupos, nas disciplinas em que se registem mais bloqueios à aprendizagem, sob proposta do conselho de turma. Pode ainda ser solicitado um encontro ou mais, com os serviços de psicologia no sentido de perceber a situação dos alunos em causa e articular possíveis intervenções conjuntas. Estas medidas têm sempre caráter temporário podendo não cessar mas ser substituídas por outras que o conselho de turma considere adequadas.</div><div>Por fim nas medidas adicionais, as principais medidas adotadas vão desde o apoio tutorial específico, a práticas de coadjuvação em sala de aula desenhadas à medida das necessidades e potencialidades de cada aluno identificado ou um acompanhamento individual mais prolongado aplicado pelos serviços de psicologia e/ou docentes da educação especial sempre em estreita colaboração com os diretores de turma.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-25 17:17:22 UTC</pubDate>
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         <title>Atividade 1.1</title>
         <author>mcab69</author>
         <link>https://padlet.com/mcab69/t61t86i4yzwm/wish/334976491</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><br>Quais os fatores positivos que ressaltam e quais as dúvidas que se lhe colocam?<br></strong><br></div><div>Após a leitura da informação apresentada, os aspetos que considero efetivamente positivos neste novo regime de educação inclusiva são, por um lado o enfoque na promoção do sucesso de todos os alunos e por outro lado a abordagem multinível de acesso ao currículo. A minha seleção destes dois aspetos prende-se com o facto de estarem mais relacionados com o trabalho do professor em sala de aula e no trabalho colaborativo, mas ao mesmo tempo por considerar que são aqueles que mais dificuldade apresentam em termos de implementação.</div><div>Se a promoção do sucesso de todos os alunos deve ser o objetivo de qualquer professor a sua articulação com os outros documentos orientadores desde o perfil, passando pelas aprendizagens essenciais, trabalhadas em autonomia e flexibilidade e sempre com o horizonte da educação para a cidadania, a criação de ambientes de aprendizagem amigáveis são o contexto fundamental para que esse desejo se concretize. </div><div>Da mesma forma a abordagem multinível é sem dúvida uma ferramenta essencial para podermos chegar aos princípios orientadores da inclusão, nomeadamente a equidade, a personalização e a universalidade.</div><div>Apesar disto, e como já referi, considero este dois aspetos os mais difíceis de pôr em prática e de estabelecer a ligação com o quotidiano do professor/professores, atendendo aos vários constrangimentos que existem na vida das escolas. Claro que os mais visíveis são os constrangimentos de ordem material, se temos algumas escolas vazias temos por ouro lado escolas a abarrotar, com falta de espaços para turmas demasiado grandes. Como adaptar espaços que em grande parte dos casos são inexistentes ou não têm condições para albergar tantos alunos? </div><div>Como abordar de forma personalizada se no horário do professor podem constar a lecionaçao de 9 turmas diferentes? Como chegar a todos, implementar e monitorizar projetos com todos?</div><div>É evidente que se estes constrangimentos me preocupam ao mesmo tempo considero-os desafios que terão de ser enfrentados.</div><div> <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-25 17:18:50 UTC</pubDate>
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         <title>Atividade 3.1</title>
         <author>mcab69</author>
         <link>https://padlet.com/mcab69/t61t86i4yzwm/wish/341074113</link>
         <description><![CDATA[<div>Relativamente à questão colocada penso ser pertinente fazer uma pequena introdução sobre a questão dos “recursos específicos de apoio à aprendizagem”. <br><br></div><div>A implementação do decreto da inclusão é muito recente e apesar de algumas das práticas já serem conhecidas e na maioria dos casos até implementadas, em muitas escolas, sem dúvida que a filosofia subjacente mudou, ou pelo menos está num processo de mudança. <br><br></div><div>Quando se diz que “As escolas devem mobilizar um conjunto de recursos para a inclusão, nomeadamente, recursos humanos, recursos organizacionais e recursos específicos existentes na comunidade, a fim de responder a todos e a cada um dos alunos ao longo do seu percurso escolar, nas diferentes modalidades de educação e formação” , o devem esbarra com a dura realidade, senão em todos pelos menos em alguns dos recursos.<br><br></div><div>Começando pela questão dos recursos humanos, o agrupamento onde trabalho tem docentes de educação especial, técnicos especializados, no caso psicólogos. Não vou entrar na lamúria habitual dos números, mas penso que nestes casos o grande problema é a questão da formação. No caso dos assistentes operacionais é incontornável a questão do número, no agrupamento onde trabalho não temos sequer neste momento, alguns dos serviços abertos todo o dia por falta de pessoas e muito menos a garantia da vigilância  acompanhamento dos nosso alunos pela falta  de assistentes operacionais que no nosso caso é crónica, isto é já se arrasta de há quatro anos a esta parte sem solução. Neste particular nem vou falar de premissa seguinte que é “preferencialmente com formação específica” porque esta é uma dificuldade em todos s áreas e não só na questão da educação inclusiva. Desde há longo tempo que o papel do assistente operacional apesar de ter evoluído nas nossas escolas, exigindo valências particulares e formação específica foi completamente descurado.<br><br></div><div>Quanto aos recursos organizacionais específicos penso que nomear uma equipa multidisciplinar de apoio à educação inclusiva e criar um centro de apoio à aprendizagem inicial é talvez o mais fácil. Difícil sim e penso que a realidade do meu agrupamento não será diferente das restantes escolas, é por ambos a funcionar de acordo com os objetivos enunciados no decreto. <br><br></div><div>No entanto não queria deixar de acrescentar que me revejo nesta filosofia que passa no decreto da educação inclusiva e que penso que a sua passagem à prática das nossas escolas será sem dúvida uma mais valia para as aprendizagens dos nossos alunos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-13 20:06:37 UTC</pubDate>
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         <title>Atividade 3.2</title>
         <author>mcab69</author>
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         <pubDate>2019-03-13 20:41:45 UTC</pubDate>
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         <title>Atividade 2.2</title>
         <author>mcab69</author>
         <link>https://padlet.com/mcab69/t61t86i4yzwm/wish/341115293</link>
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         <pubDate>2019-03-13 23:19:56 UTC</pubDate>
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         <title>Atividade 4.1
A aplicação da educação inclusiva de uma forma massiva é sem dúvida um desafio que se coloca a todas as escolas. A vontade de incluir todos os alunos de forma a conseguir o sucesso de todos e de cada um é sem dúvida um trabalho de grande responsabilidade e que exige o envolvimento de todos de forma proativa.
Neste contexto destaca-se devido a Equipa Multidisciplinar de Apoio à Inclusão que tem por competências essenciais: propor, aplicar, acompanhar e monitorizar as medidas de suporte à aprendizagem, sensibilizar a comunidade para a importância da aplicação destas medidas, elaborar os documentos necessários e acompanhar os centros de apoio à aprendizagem. 
A missão da escola deve passar por promover a articulação entre os professores, os pais e, sempre que possível, o próprio aluno. Neste sentido todos devem conjugar esforços para a eliminação de barreiras que possam surgir do diálogo e colaboração entre professores e pais.
A constituição da equipa também favorece a colaboração, uma vez que se dentro dos membros permanentes a diversidade é uma realidade a participação de membros variáveis contribui para uma maior aproximação ao alunos e aos encarregados de educação. A missão da escola deverá ser sempre de conjugar esforços no sentido de promover o diálogo e a colaboração entre todos os atores.
Os pais são uma fonte de informação privilegiada, constituindo a sua participação uma mais-valia quer para os professores, quer para os próprios pais e evidentemente para os alunos. No entanto dever-se-á ter em atenção que a sua presença que é um direito traz também um conjunto de deveres que deverão ser devidamente esclarecidos e trabalhados.
Neste particular o papel do professor de educação Especial é também fundamental, penso que com este decreto a visibilidade destes docentes é sem dúvida cada vez maior. As valências que lhes são exigidas são sem dúvida fundamentais neste processo, uma vez que e torna peça chave na mediação entre todos os atores do processo. Outro aspeto relevante do papel dos docentes de educação especial tem a ver com a necessidade de trabalho colaborativo sério com os restantes docentes e o seu contributo para o perfil de competências dos alunos à saída da escolaridade obrigatória.
Em conclusão o trabalho de todos os atores neste processo deverá ter como meta a promoção de competências sociais e emocionais e o envolvendo dos alunos na construção da sua aprendizagem.
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         <author>mcab69</author>
         <link>https://padlet.com/mcab69/t61t86i4yzwm/wish/341475028</link>
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         <pubDate>2019-03-14 18:06:27 UTC</pubDate>
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