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      <title>Caso Clínico  by mayara palhares florentino</title>
      <link>https://padlet.com/palharesmayarafloren/t5dljk97tl12jeph</link>
      <description>DIROFILARIOSE</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-10-31 15:58:27 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-12-05 16:10:11 UTC</lastBuildDate>
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      <item>
         <title>DIROFILARIOSE</title>
         <author>palharesmayarafloren</author>
         <link>https://padlet.com/palharesmayarafloren/t5dljk97tl12jeph/wish/1856957810</link>
         <description><![CDATA[<div>A Dirofilariose,&nbsp; popularmente conhecida como a doença do verme do coração&nbsp;é uma doença cardiopulmonar, causada pelo parasita <em>Dirofilaria immitis,</em> uma filária. No mínimo, 70 espécies de mosquitos podem atuar como hospedeiro intermediário; Aedes, Anopheles e Culex são os principais gêneros de vetores. É possível a ocorrência de infecção persistente em várias espécies de animais selvagens e de companhia. Dentre os reservatórios selvagens incluem-se lobos, coiotes, raposas, focas-cinza da Califórnia, leão-marinho e guaxinins. Em animais de companhia a dirofilariose é diagnosticada principalmente em cães e menos comumente em gatos e furões, devido às diferenças de técnica diagnóstica e ao ciclo de vida do parasita nestes animais. Embora qualquer cão ou gato seja suscetível à dirofilariose, criado ou não em ambiente interno, a maioria dos casos é diagnosticada em animais de tamanho médio a grande, com 3 a 8 anos de idade.<br>Os mosquitos infectados podem transmitir dirofilariose às pessoas, porém, não há relato de infecção persistente.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-31 17:08:16 UTC</pubDate>
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         <title>Ciclo Biológico e Transmissão</title>
         <author>palharesmayarafloren</author>
         <link>https://padlet.com/palharesmayarafloren/t5dljk97tl12jeph/wish/1856979046</link>
         <description><![CDATA[<div>As espécies de mosquitos vetores adquirem microfilárias (um estágio larvário neonatal) quando se alimentam no hospedeiro infectado. Uma vez ingeridas pelo mosquito, as microfilárias se desenvolvem em larvas de primeiro estágio (L1). Em seguida, ativamente mudam para larvas de segundo estágio (L2) e, novamente, para larvas de terceiro estágio infectante (L3), no mosquito, em cerca de 1 a 4 semanas, dependendo da temperatura ambiente. Quando maduras, as larvas infectantes migram para o lábio do mosquito. Quando o mosquito se alimenta as larvas infectantes saem da extremidade labial juntamente com pequena hemolinfa e se deposita na pele do hospedeiro. A larva migra para o local da picada, iniciando a fase do ciclo biológico no mamífero. &nbsp; Em canídeos e em outros hospedeiros suscetíveis, a larva infectante (L3) se transforma em larva de quarto estágio (L4) dentro de 3 a 12 dias. Após permanecer no tecido subcutâneo, abdome e tórax durante cerca de 2 meses, a larva L4 e transforma em parasita adulto jovem e migra pelo tecido do hospedeiro e, após 50 a 70 dias, chega à artéria pulmonar cerca de 70 a 120 dias após a infecção inicial.&nbsp;<br>Cães desenvolvem, infecção patente (com presença de microfilárias circulantes) a partir seis meses , mas geralmente isso ocorre por volta do 7-9 mês pós a infecção&nbsp;<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-31 17:26:29 UTC</pubDate>
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         <title>Sinais Clínicos</title>
         <author>palharesmayarafloren</author>
         <link>https://padlet.com/palharesmayarafloren/t5dljk97tl12jeph/wish/1857009836</link>
         <description><![CDATA[<div>Os sinais clínicos de dirofilariose incluem tosse, intolerância ao exercício, depauperamento, dispneia, cianose, hemoptise, síncope, epistaxe e ascite (ICC direita). A frequência e a gravidade dos sintomas estão relacionadas com o grau de lesão pulmonar e com o tipo de atividade do paciente. Com frequência, não se constata sintoma em cães sedentários, mesmo quando se imagina que a carga parasitária possa ser relativamente alta. Os cães infectados submetidos a aumento marcante de atividade, como ocorre durante a estação de caça, podem manifestar sinais clínicos evidentes.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-31 17:54:11 UTC</pubDate>
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         <title>Diagnóstico</title>
         <author>palharesmayarafloren</author>
         <link>https://padlet.com/palharesmayarafloren/t5dljk97tl12jeph/wish/1857028827</link>
         <description><![CDATA[<div>O teste para detecção de antígeno é o método de diagnóstico preferido para cães assintomáticos ou quando o objetivo é investigar a suspeita de infecção por D. immitis. O teste para detecção de antígeno é o método diagnóstico mais sensível e específico disponível ao clínico veterinário. <br>&nbsp;Mesmo em regiões onde a prevalência de dirofilariose é alta, cerca de 20% dos cães infectados podem não apresentar microfilaremia. Esta taxa é maior em cães infectados por dirofilárias adultas consistentemente submetidos à profilaxia mensal com macrolídeos, pois tal procedimento induz estase embrionária em fêmeas adultas de dirofilária.<br><br>O momento do teste para pesquisa de antígeno é fundamental. Deve-se considerar um período de pré-detecção (estes testes detectam apenas vermes adultos), considerando a data aproximada na qual a infecção tenha ocorrido. Um intervalo de 7 meses é razoável. <br>O teste imunoenzimático (ELISA) e ensaios imunocromatográficos estão disponíveis para a detecção de antígenos circulantes. Cada um destes testes tem sido útil na clinica médica. Os testes atuais para detecção de antígenos circulantes de <em>D immitis</em> permite a identificação da maioria das infecções “ocultas” (nematoides adultos presentes, com ausência de microfilárias circulantes) nas quais pode ser observada pelo menos uma fêmea madura, apresentando uma especificidade próximo a 100%&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-31 18:11:21 UTC</pubDate>
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         <title>Diagnóstico Diferencial</title>
         <author>palharesmayarafloren</author>
         <link>https://padlet.com/palharesmayarafloren/t5dljk97tl12jeph/wish/1857065321</link>
         <description><![CDATA[<div>Além dos testes de diagnósticos específicos para cães e gatos indicam-se hemograma, perfil bioquímico sérico, urinálise e, particularmente, radiografias do tórax e ecocardiografia.<br>Métodos de exames adicionais são úteis para confirmar o diagnóstico e para avaliar a gravidade da doença.<br><strong><br>Radiografia Torácica<br></strong>A avaliação do estado cardiopulmonar pode ser útil para avaliar o prognóstico do paciente. O exame radiográfico é o método mais objetivo de avaliar a gravidade da doença cardiopulmonar secundária a infecção por <em>D immitis</em>.<br><strong><br>Ecocardiografia<br></strong>A parede do corpo de nematoides adultos é altamente ecogênica produzindo imagens distintas traços paralelos semelhando-se a “sinais de igual”, sendo possível observar todo parasita. O ecocardiograma pode fornecer evidência definitiva de dirofilariose, bem como permitir a avaliação das consequências patológicas cardíacas da doença.<br>No entanto, não é um método eficiente de fazer o diagnóstico, particularmente em cães infectados baixa carga parasitaria, nos quais os nematoides são localizados nos ramos periféricos das artérias pulmonares.<br><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-31 18:46:35 UTC</pubDate>
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         <title>Tratamento em cães</title>
         <author>palharesmayarafloren</author>
         <link>https://padlet.com/palharesmayarafloren/t5dljk97tl12jeph/wish/1857099757</link>
         <description><![CDATA[<div>A avaliação do uso de medicamento pré-adulticida varia em função do estado clínico do paciente e da probabilidade de coexistência de doenças que podem influenciar na eficácia do tratamento. Devem-se obter informações laboratoriais, seletivamente, para complementar as informações obtidas na anamnese, no exame físico, na pesquisa de antígeno e, geralmente, na radiografia do tórax.&nbsp;<br>Antes de iniciar a terapia adulticida os cães com dirofilariose devem ser avaliados e deve-se calcular o risco de tromboembolia pós-adulticida. Os pacientes podem ser classificados como se segue: 1) baixo risco de complicações tromboembólicas, baixa carga parasitária e sem evidência de lesão de parênquima e/ou de vaso pulmonar; ou 2) alto risco de complicações tromboembólicas.&nbsp;<br><br>O único medicamento adulticida disponível para tratamento de dirofilariose é o di-hidrocloreto de melarsomina, efetivo contra parasitas maduros (adultos) e jovens, machos e fêmeas. Faz-se administração de 2,5 mg de melarsomina/kg, por via IM profunda, no músculo epaxial (lombar), na altura das vértebras L3-L5, utilizando-se uma agulha calibre 22 (1 polegada de comprimento, para cães &lt; 10 kg, ou de 1,5 polegada para cães &gt; 10 kg). Aplica-se pressão durante a injeção, mantendo-a 1 min após a retirada da agulha, a fim de evitar extravasamento subcutâneo. Repete-se o procedimento no lado oposto 24 h depois.&nbsp;<br>Para reduzir o risco de tromboembolia é altamente recomendado o tratamento em duas etapas (protocolo com doses alternadas). Neste protocolo, administra-se uma única injeção de melarsomina, seguida de duas injeções em intervalo de 24 h, após um período de, pelo menos, 30 dias. Este protocolo de doses alternadas é recomendado pela American Heartworm Society, independente do estágio da doença ou da categoria de risco.&nbsp;<br>Outros protocolos de tratamento recomendam a administração de doses profiláticas de macrolídeos durante 3 meses, antes da aplicação de melarsomina. O objetivo dessa abordagem é eliminar as larvas de D. immitis migrantes suscetíveis e permitir que larvas não suscetíveis de 2 a 4 meses de idade se desenvolvam até uma idade em que sejam mais suscetíveis à melarsomina.<br>Após a injeção de melarsomina deve-se restringir drasticamente a atividade física durante 4 a 6 semanas, com intuito de reduzir o risco de complicações tromboembólicas pulmonares. Deve-se manter baixo débito cardíaco, a fim de reduzir a ocorrência de trombose e de lesão endotelial e de facilitar a cicatrização pulmonar.&nbsp;<br>Pacientes com alto risco devem ter o quadro clínico estabilizado antes da administração de melarsomina. O tratamento de estabilização é variável e inclui confinamento em gaiola, fornecimento de oxigênio, corticosteroides e heparina (75 a 100U/kg, SC, 3 vezes/dia), 1 semana antes do protocolo de tratamento com doses alternadas de melarsomina. Pacientes com ICC direita devem ser tratados com furosemida (1 a 2 mg/kg, 2 vezes/dia).<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-31 19:19:57 UTC</pubDate>
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         <title>Prevenção</title>
         <author>palharesmayarafloren</author>
         <link>https://padlet.com/palharesmayarafloren/t5dljk97tl12jeph/wish/1857107633</link>
         <description><![CDATA[<div>É perfeitamente possível prevenir a infecção por <em>D. immitis</em> mediante o uso profilático de macrolídeos. Aconselha-se a prevenção durante o ano todo. Recomenda-se o início da terapia preventiva em cães com 6 a 8 semanas de idade. Nessa idade não há necessidade de realização de testes de diagnóstico. Quando é iniciada após 7 meses de idade, recomenda-se teste de pesquisa de antígeno e teste de pesquisa de microfilaria, seguidos por novo teste para pesquisa de antígeno 6 a 7 meses depois.&nbsp;<br>Esta série de testes auxilia a evitar demora desnecessária na detecção de infecções subclínicas, bem como confusão potencial quanto à eficácia do programa de prevenção, uma vez que antes do segundo teste não é possível determinar se a infecção existia antes de iniciar a quimioprofilaxia.<br><br></div><div>Os macrolídeos de uso preventivo, ivermectina, oxima milbemicina, moxidectina e selamectina, são seguros e efetivos em todas as raças de cães. Ivermectina/pamoato de pirantel (ancilóstomos e nematelmintos) e milbemicina (ancilóstomos, nematelmintos e nematoides) também propiciam controle de nematoides intestinais.<br>A aplicação de selamectina é tópica, com dose mensal de 6 mg/kg; também mata pulgas adultas e impede a eclosão de ovos de pulgas por 1 mês. Ademais, é indicada no tratamento e controle de Otodectes cynotis em cães e gatos, sarna sarcóptica, infestações por Dermacentor variabilis, em cães, e por Ancylostoma tubaeforme e Toxocara cati, em gatos. Uma formulação de uso tópico que combina imidacloprid e moxidectina, na dose de 10 mg de imidacloprid/kg e 1 mg de moxidectina/kg, também é efetiva contra vários ecto e endoparasitas.<br><br>Anualmente, recomenda-se o teste de pesquisa de antígeno, em todos os casos.<br><br>Referencias: <br><br>MERCK. <em>Manual Merck de Veterinária, 10ª edição</em>. Roca: Grupo GEN, 2014. 978-85-412-0437-8. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-412-0437-8/. Acesso em: 31 out. 2021.<br><br>Kotani and Powers, 1982; Orihel, 1961.<br><br>https://www.vetsmart.com.br/cg/estudo/13753/prevencao-diagnostico-e-controle-da-dirofilariose</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-31 19:27:32 UTC</pubDate>
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         <title>Morfologia da Dirofilaria Immitis</title>
         <author>palharesmayarafloren</author>
         <link>https://padlet.com/palharesmayarafloren/t5dljk97tl12jeph/wish/1857343944</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;As microfilárias, fase larvaria da D. immitis, são encontradas em quantidades variadas na circulação sanguínea, sendo desprovidas de corpo retrátil, possuindo a extremidade caudal estendida e a extremidade cefálica afilada. Medem em média 308µm (285 -325µm) de comprimento e 7µm (5 – 7,5µm) de diâmetro (LOK, 1988; FORTES, 2004). &nbsp;<br>&nbsp;Na fase adulta, os parasitas são filiformes, longos, esbranquiçados e com a extremidade anterior arredondada. Possuem um orifício oral pequeno e circular, apresentando acentuado dimorfismo sexual, onde os machos medem de 12 a 20 cm de comprimento, com cauda em espiral, e as fêmeas, bem maiores que os machos, medem de 25&nbsp; a 31 cm de comprimento, com extremidade caudal arredondada&nbsp;<br>(LOK, 1988; BOWMAN DD, 1992, FORTES, 2004. )</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-31 23:57:53 UTC</pubDate>
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         <title>Potencial Zoonótico</title>
         <author>palharesmayarafloren</author>
         <link>https://padlet.com/palharesmayarafloren/t5dljk97tl12jeph/wish/1857360513</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;A Dirofilariose é uma zoonose, doença com possibilidade de transmissão dos animais para o homem. Em humanos, o ciclo do parasita D. immitis não se completa como nos carnívoros, entretanto, o helminto pode provocar uma doença benigna e autolimitante.<br>&nbsp;O diagnóstico geralmente é feito pelo estudo histopatológico de amostra obtida através de técnicas cirúrgicas como a toracotomia e a toracoscopia com biópsia pulmonar excisional e por exames radiográficos. &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-01 00:13:14 UTC</pubDate>
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         <title>Especialidades Veterinárias no Diagnóstico e Tratamento</title>
         <author>palharesmayarafloren</author>
         <link>https://padlet.com/palharesmayarafloren/t5dljk97tl12jeph/wish/1857405512</link>
         <description><![CDATA[<div>O clínico geral é apto a diagnosticar a doença. Porém, a Dirofilariose passa de uma doença respiratória para uma doença cardíaca em pouco tempo. Sendo assim, é necessário tratamento e acompanhamento de um Cardiologista veterinário.&nbsp;<br>A cardiologia é um ramo da medicina veterinária que estuda as doenças do sistema cardiovascular.<br>No seu âmbito profissional, o veterinário cardiologista desempenha um amplo leque de funções:<br>Avaliar o estado dos animais através de um exame físico exaustivo, para detectar possíveis sintomas de uma doença cardiovascular, como dificuldades respiratórias, cansaço, apatia ou intolerância à atividade física.<br>Realizar e analisar os exames complementares que lhe permitam detectar alterações mais específicas para corroborar o diagnóstico, incluindo a radiografia para descobrir possíveis malformações no coração e nos pulmões, a eletrocardiografia para estudar a atividade elétrica cardíaca e a ecocardiografia Doppler ou ecografia cardíaca para analisar o funcionamento do coração.<br>Delinear o plano de tratamento mais adequado para cada caso, ajustando-o à patologia e às características do animal, que também pode incluir a prática de procedimentos mais complexos, como a cirurgia cardiovascular, que abrange desde a reparação de defeitos cardíacos congénitos e o cateterismo cardíaco até à valvuloplastia aórtica e à implantação de um pacemaker em animais com insuficiência cardíaca.<br>Elaborar planos de prevenção de saúde cardiovascular para otimizar o funcionamento cardíaco, prevenir possíveis alterações e melhorar o estilo e a qualidade de vida dos animais.<br><a href="https://www.affinity-petcare.com/vetsandclinics/pt/veterinario-cardiologista-em-que-consiste-esta-especializacao-em-medicina-veterinaria/">Veterinário cardiologista: Em que consiste esta especialização em medicina veterinária? | Vets &amp; Clinics (affinity-petcare.com)</a><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-01 00:41:25 UTC</pubDate>
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