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      <title>Mural virtual - Embriologia sistema gastrointestinal - Turma A by MONITORIA</title>
      <link>https://padlet.com/monitoriaembrio2024/t534dxbdj6a5kv8h</link>
      <description>Bem-vindos ao nosso painel virtual, onde exploramos o desenvolvimento do sistema gastrointestinal e suas malformações. Cada grupo se dedicou a um tema específico. Navegue pelo mural para descobrir mais sobre cada tópico e suas implicações clínicas!</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-10-11 22:44:46 UTC</pubDate>
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         <title>Cliquem no &quot;+&quot; e comecem a postar.</title>
         <author>monitoriaembrio2024</author>
         <link>https://padlet.com/monitoriaembrio2024/t534dxbdj6a5kv8h/wish/3165483059</link>
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         <pubDate>2024-10-11 23:39:06 UTC</pubDate>
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         <title>Cliquem no &quot;+&quot; e comecem a postar.</title>
         <author>monitoriaembrio2024</author>
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         <pubDate>2024-10-11 23:39:11 UTC</pubDate>
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         <title>Cliquem no &quot;+&quot; e comecem a postar.</title>
         <author>monitoriaembrio2024</author>
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         <pubDate>2024-10-11 23:39:16 UTC</pubDate>
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         <title>Cliquem no &quot;+&quot; e comecem a postar.</title>
         <author>monitoriaembrio2024</author>
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         <pubDate>2024-10-11 23:39:22 UTC</pubDate>
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         <title>Cliquem no &quot;+&quot; e comecem a postar.</title>
         <author>monitoriaembrio2024</author>
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         <pubDate>2024-10-11 23:39:27 UTC</pubDate>
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         <title>Desenvolvimento do Baço</title>
         <author>annamenezes2</author>
         <link>https://padlet.com/monitoriaembrio2024/t534dxbdj6a5kv8h/wish/3183905069</link>
         <description><![CDATA[<p>À medida que o mesogastro dorsal do pequeno saco peritoneal começa a crescer e se expandir na 4º semana, uma condensação mesenquimal (derivado do mesoderma) se desenvolve em meio a e próximo à parede do corpo. Esta condensação se diferencia durante a 5a semana para formar o baço, um órgão linfoide intensamente vascularizado. Condensações esplênicas menores denominadas baços acessórios podem se desenvolver próximo ao hilo do baço principal.</p><p>A rotação do estômago e o crescimento do mesogastro dorsal deslocam o baço para o lado esquerdo da cavidade abdominal. A rotação do mesogastro dorsal também estabelece uma conexão mesentérica denominada ligamento esplenorrenal entre o baço e o rim esquerdo. A porção do mesentério dorsal entre o baço e o estômago é chamada de ligamento gastroesplênico ( que é parte do omento maior).</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-23 15:05:05 UTC</pubDate>
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         <title>Baço Acessório/Polisplenia </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/monitoriaembrio2024/t534dxbdj6a5kv8h/wish/3188043742</link>
         <description><![CDATA[<p>Uma ou várias massas esplênicas podem se desenvolver em uma dobra peritoneal, normalmente próximas ao hilo do baço ou adjacentes à cauda do pâncreas, ou no interior do ligamento glastroesplênico. Estes baços acessórios geralmente estão isolados, mas podem estar ligados ao baço por faixas finas. O baço acessório ocorre em cerca de 10% das pessoas com 1 cm de diâmetro. A presença de baços acessórios normalmente não causa problemas de saúde e é vista como uma variação anatômica sem consequências clínicas importantes. No entanto, em algumas situações específicas, pode haver complicações. Durante uma esplenectomia, por exemplo, se o baço principal for removido e os baços acessórios não forem retirados, eles podem continuar a funcionar, gerando células sanguíneas anormais ou perpetuando a doença original. Em casos de distúrbios hematológicos, esses baços adicionais podem continuar a remover células sanguíneas, resultando na persistência dos sintomas. Em raras circunstâncias, um baço acessório pode torcer, infeccionar ou necrosar, provocando dor abdominal e exigindo intervenção médica. Além disso, esses baços podem ser confundidos com massas patológicas em exames de imagem, levando a diagnósticos errôneos. Embora o tratamento muitas vezes não seja necessário, é fundamental considerar a presença de baços acessórios em certos procedimentos médicos e situações que possam impactar a saúde do paciente.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>MOORE, K. L.; PERSAUD, T. V. N.; TORCHIA, M. G. <strong>Embriologia Básica de Moore</strong>. 9. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016.1</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-25 20:43:43 UTC</pubDate>
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         <title>Anomalias na rotação do instestino médio </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/monitoriaembrio2024/t534dxbdj6a5kv8h/wish/3189344957</link>
         <description><![CDATA[<p>As anomalias congênitas do intestino médio, como as más rotações e não rotações, ocorrem quando o processo de rotação e fixação do intestino durante o desenvolvimento embrionário não é concluído de forma adequada, prejudicando o posicionamento correto dos órgãos do sistema digestivo no abdômen.&nbsp;</p><p><strong>Má rotação e Não Rotação do Intestino Médio</strong></p><p>Não-Rotação do intestino médio, nessa anomalia o intestino médio não gira especificamente ao retornar para o abdômen. A rotação de 270 graus, que é o padrão, não ocorre, e o ceco (a parte inicial do intestino grosso) fica fixado logo abaixo do estômago (piloro) em vez de em seu local habitual. Provoca a desorganização no posicionamento dos órgãos no qual&nbsp; o intestino delgado no lado direito do abdômen e o intestino grosso fica do lado esquerdo.</p><p>A má rotação é quando a rotação é parcial ou incompleta, causando um posicionamento anormal dos intestinos. Provoca a falta de fixação adequada dos intestinos na parede abdominal&nbsp; sendo o sustentados por um pedúnculo fino, onde estão localizadas as artérias e a veia mesentérica superior.</p><p>A má fixação dos intestinos deixa-os mais vulneráveis ​​a torções, determinadas como vôlvulos.O vólvulo é a torção dos intestinos em torno de si mesmos ou do pedúnculo onde estão conectados, o que pode levar a comprimir a artéria mesentérica superior. Essa seção é capaz de&nbsp; interromper o fluxo sanguíneo para parte do intestino, levando a isquemia, infarto e&nbsp; gangrena. Nos bebês com essa condição é comum a presença vômito bilioso, que pode ser um sintoma de obstrução intestinal.<strong>&nbsp;</strong></p><p>Para realizar o diagnóstico é possível com exames contrastados, que permitem a visualização do posicionamento anormal dos intestinos e presença de interferência.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-27 21:44:04 UTC</pubDate>
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         <title>O papel do mesentério ventral no sistema gastrointestinal.</title>
         <author>felipepimentel5</author>
         <link>https://padlet.com/monitoriaembrio2024/t534dxbdj6a5kv8h/wish/3197652413</link>
         <description><![CDATA[<p>O mesentério ventral desempenha um papel essencialno desenvolvimento do sistema gastrointestinal, pois funciona como uma estrutura de apoio que organiza e sustenta os órgãos abdominais durante o desenvolvimento embrionário. À medida que o fígado se expande, o mesentério ventral passa por uma série de transformações para criar membranas que conectam o fígado, o estômago e o duodeno aos seus devidos lugares. Uma dessas membranas é o ligamento falciforme, uma estrutura que fixa o fígado à parede ventral do corpo e serve de passagem para a veia umbilical, garantindo a nutrição adequada para o desenvolvimento hepático. Outra membrana importante é o omento menor, uma camada fina que liga o fígado ao estômago e ao duodeno. O omento menor se divide em partes especializadas, como o ligamento hepatoduodenal, que envolve a veia porta, a artéria hepática e os ductos biliares, essenciais para a circulação e transporte de bile, além do ligamento hepatogástrico, que conecta o fígado diretamente ao estômago, facilitando a interação entre esses dois órgãos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-01 12:34:20 UTC</pubDate>
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         <title>Papel do mesentério ventral no sistema gastrointesinal</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/monitoriaembrio2024/t534dxbdj6a5kv8h/wish/3197653198</link>
         <description><![CDATA[<p>As estruturas originadas do mesentério ventral são fundamentais para a formação de um "mapa" de comunicação e suporte para os órgãos do sistema digestivo. Elas não apenas ajudam a manter o posicionamento correto dos órgãos, mas também criam caminhos para a circulação sanguínea e para o fluxo de bile, elementos críticos para o funcionamento eficiente do sistema digestivo. À medida que o desenvolvimento avança, o estômago realiza uma rotação para a esquerda, o que causa uma mudança na posição do omento menor, que se desloca de uma orientação sagital (de frente para trás) para uma orientação coronal (de um lado para o outro). Essa rotação resulta em uma divisão da cavidade peritoneal, criando uma conexão mais estreita entre suas diferentes partes por meio de um pequeno canal chamado forame epiploico de Winslow. Esse canal, posicionado logo atrás do omento menor, permite a comunicação entre as partes anterior e posterior da cavidade abdominal, mantendo o equilíbrio e a coordenação entre os órgãos. O mesentério ventral, portanto, vai além de uma estrutura de suporte; ele facilita a organização funcional do sistema gastrointestinal, garantindo que cada órgão se encaixe em seu papel específico, bem posicionado e conectado, para o desenvolvimento harmonioso e o funcionamento adequado do corpo.</p><p><br></p><p>SCHOENWOLF, G. C. et al. Larsen’s human embryology. 5. ed. Filadélfia, PA, USA: Elsevier - Health Sciences Division, 2016.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-01 12:35:23 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Desenvolvimento do intestino posterior </title>
         <author>azriansilva1</author>
         <link>https://padlet.com/monitoriaembrio2024/t534dxbdj6a5kv8h/wish/3197654587</link>
         <description><![CDATA[<p>O intestino posterior se origina da porção caudal do tubo digestivo embrionário e, ao longo do desenvolvimento, vai dar origem ao cólon distal, reto e parte do canal anal. Esse processo envolve um crescimento e rotações ordenadas, além da formação do septo urorretal, que separa as vias urinárias e retais. O fornecimento sanguíneo para o intestino posterior é fornecido principalmente pela artéria mesentérica inferior, que também garante a nutrição adequada para o desenvolvimento e função futura dessa região (SCHOENWOLF, 2016).</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Referência: SCHOENWOLF, G. C, BLEYL, S. B. BRAUER, P. R. FRANCIS-WEST, P. H. Larsen Embriologia Humana 5a ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-01 12:37:05 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Desenvolvimento da parede abdominal anterior</title>
         <author>azriansilva1</author>
         <link>https://padlet.com/monitoriaembrio2024/t534dxbdj6a5kv8h/wish/3197670006</link>
         <description><![CDATA[<p>A parede abdominal anterior é formada principalmente a partir de tecidos mesodérmicos laterais que se dobram ventralmente e se fundem na linha média, criando a cavidade abdominal. O fechamento da parede abdominal anterior é crucial, pois permite que as vísceras permaneçam dentro do corpo. O fechamento inadequado resulta em malformações, que podem expor órgãos internos (SCHOENWOLF, 2016).</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p> Referência: SCHOENWOLF, G. C, BLEYL, S. B. BRAUER, P. R. FRANCIS-WEST, P. H. Larsen Embriologia Humana 5a ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-01 12:51:53 UTC</pubDate>
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         <title>Onfalocele</title>
         <author>azriansilva1</author>
         <link>https://padlet.com/monitoriaembrio2024/t534dxbdj6a5kv8h/wish/3197675697</link>
         <description><![CDATA[<p>Ocorre quando o fechamento da parede abdominal falha, e as alças intestinais (ou outros órgãos) ficam cobertas apenas por uma fina membrana e permanecem fora do corpo. Essa condição está relacionada a problemas de dobramento e fusão da parede abdominal e pode levar a dificuldades digestivas e infecções (MOORE, 2016).</p><p><br/></p><p>Referência: MOORE, Keith L.; PERSAUD, TVN; TORCHIA, Mark G. Embriologia Clínica. 10. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-01 12:56:52 UTC</pubDate>
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         <title>Gastrosquise</title>
         <author>azriansilva1</author>
         <link>https://padlet.com/monitoriaembrio2024/t534dxbdj6a5kv8h/wish/3197679310</link>
         <description><![CDATA[<p>A gastrosquise é uma malformação congênita em que há uma abertura na parede abdominal, geralmente ao lado do umbigo, por onde o intestino e, às vezes, outros órgãos abdominais saem, ficando expostos ao líquido amniótico sem uma membrana protetora. Essa exposição pode danificar os órgãos e causar inflamação. O tratamento envolve cirurgia logo após o nascimento para reposicionar os órgãos e fechar a abertura abdominal. (MOORE, 2016)</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Referência: MOORE, Keith L.; PERSAUD, TVN; TORCHIA, Mark G. Embriologia Clínica. 10. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-01 13:00:28 UTC</pubDate>
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         <title>Dobramento embrionário</title>
         <author>azriansilva1</author>
         <link>https://padlet.com/monitoriaembrio2024/t534dxbdj6a5kv8h/wish/3197702609</link>
         <description><![CDATA[<p>O <strong>dobramento do corpo do embrião</strong> é um processo essencial na embriogênese que ocorre entre a terceira e quarta semana de desenvolvimento. Esse dobramento é fundamental para transformar o embrião, inicialmente plano, em uma estrutura cilíndrica tridimensional. O processo divide-se em dobramento craniocaudal (nas regiões da cabeça e cauda) e dobramento lateral (nas bordas laterais do embrião). Esse movimento forma a estrutura tubular do embrião, criando uma camada de ectoderma na superfície, que se tornará a pele, enquanto a endoderma interna terá origem no tubo gastrointestinal. O dobramento e o posicionamento do tubo intestinal garantem que o TGI se proteja com as relações anatômicas corretas, garantindo que cada segmento receba o suprimento de sangue e nervos adequados, essencial para a digestão e ingestão de nutrientes. Além disso, o dobramento adequado permite a mobilidade do intestino na cavidade abdominal, essencial para os movimentos peristálticos e a manutenção da homeostase intestinal no indivíduo após o nascimento.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-01 13:22:18 UTC</pubDate>
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         <title>Mesentério Dorsal</title>
         <author>azriansilva1</author>
         <link>https://padlet.com/monitoriaembrio2024/t534dxbdj6a5kv8h/wish/3197707597</link>
         <description><![CDATA[<p>O mesentério dorsal desempenha um papel crucial na organização e suporte do tubo digestivo durante o desenvolvimento embrionário, sendo responsável por suspender o intestino primitivo na cavidade abdominal. Esse processo começa por volta da quarta semana de gestação, quando o intestino primitivo abdominal – que se estende desde a porção abdominal do esôfago até o início do reto em desenvolvimento – permanece suspenso pela parede dorsal do embrião através de uma ampla conexão de mesoderma. À medida que o desenvolvimento avança, essa conexão mesodérmica se estreita progressivamente, formando o mesentério dorsal propriamente dito, uma estrutura delgada de camada dupla que serve para suspender o intestino dentro da cavidade celômica, que eventualmente se transforma na cavidade peritoneal.</p><p>A função do mesentério dorsal vai além da simples suspensão; ele permite o desenvolvimento e a passagem de vasos sanguíneos, nervos e linfáticos que nutrem o tubo intestinal em desenvolvimento. Essas conexões vasculares e nervosas são essenciais para o crescimento e manutenção das funções digestivas, garantindo que o tubo digestivo receba o suprimento necessário de sangue e inervação adequada. Além disso, o mesentério dorsal é fundamental para estabelecer a posição final dos órgãos que ficam na cavidade abdominal, como o estômago e partes do intestino delgado.</p><p>À medida que o embrião se dobra e forma as cavidades corporais, o mesentério dorsal assegura que esses órgãos se mantenham em uma posição adequada, evitando a deslocação e permitindo que se relacionem corretamente com outras estruturas da cavidade abdominal. Algumas partes do intestino, inicialmente ligadas ao mesentério dorsal, posteriormente se fixam na parede posterior do corpo, formando estruturas retroperitoneais. Essa transformação ocorre, por exemplo, com o cólon ascendente e descendente e partes do duodeno, que se fixam na parede posterior da cavidade abdominal, diferenciando-se dos órgãos intraperitoneais.</p><p>Outro aspecto importante do desenvolvimento do mesentério dorsal é o processo de rotação, que contribui para a disposição final assimétrica dos órgãos abdominais. Esse movimento rotacional, regulado por fatores moleculares como o gene Pitx2, move o mesentério dorsal e o tubo digestivo, posicionando o estômago e o intestino de forma assimétrica na cavidade abdominal. Esse processo de rotação é essencial para o desenvolvimento do padrão de alças intestinais, permitindo que cada porção do tubo digestivo ocupe seu local anatômico correto. Essa orientação adequada facilita a integração do sistema gastrointestinal com outros sistemas do corpo, como o sistema vascular e o sistema linfático, que fornecem suporte contínuo ao TGI.</p><p>Portanto, o mesentério dorsal não só é responsável pela suspensão e posicionamento dos órgãos do sistema gastrointestinal na cavidade abdominal, mas também por fornecer uma estrutura de suporte vascular e nervoso. Esse sistema de sustentação e posicionamento garante que o trato gastrointestinal se desenvolva de forma adequada e funcione corretamente, desde o período embrionário até a vida adulta.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-01 13:26:30 UTC</pubDate>
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         <title>Gastrosquise </title>
         <author>azriansilva1</author>
         <link>https://padlet.com/monitoriaembrio2024/t534dxbdj6a5kv8h/wish/3197716916</link>
         <description><![CDATA[<p>A gastrosquise é uma malformação congênita da parede abdominal que ocorre devido a uma falha no dobramento lateral do embrião, geralmente caracterizada pela exteriorização do intestino e, em alguns casos, de outros órgãos abdominais. Essa abertura ocorre na parede abdominal, normalmente à direita do umbigo, e permite que os órgãos herniem para fora da cavidade abdominal, ficando expostos ao líquido amniótico sem nenhuma cobertura protetora, como uma membrana.</p><p>Durante o desenvolvimento embrionário, entre a terceira e quarta semanas de gestação, ocorre o dobramento craniocaudal e lateral, que transforma o embrião de um disco plano em uma estrutura tubular tridimensional. Esse dobramento é essencial para a formação da parede corporal, pois permite que as bordas do embrião se fundam na linha média ventral, fechando a cavidade abdominal. O fechamento adequado da parede abdominal é vital para a proteção e contenção dos órgãos internos dentro do corpo.</p><p>Na gastrosquise, o processo de dobramento e fusão das bordas laterais da parede abdominal falha em se completar. Isso pode ocorrer devido a fatores como enfraquecimento estrutural dos tecidos, problemas na vascularização (particularmente pela obliteração precoce da veia umbilical direita) ou isquemia das pregas laterais, impedindo que elas se fundam adequadamente. Com essa fusão incompleta, forma-se uma abertura na parede abdominal que permite que os órgãos abdominais se projetem para fora.</p><p>A ausência de uma membrana protetora, como ocorre na gastrosquise, é uma característica marcante que a diferencia de outras malformações, como a onfalocele. Essa exposição direta dos órgãos ao líquido amniótico pode causar danos ao intestino, levando a inflamações e espessamento da parede intestinal. Esse contato direto, sem a proteção de uma membrana, aumenta o risco de complicações, como infecções e inflamações, devido ao ambiente externo.</p><p>A exposição do intestino e outros órgãos abdominais ao líquido amniótico pode ter várias consequências. O contato direto frequentemente causa irritação e inflamação nos tecidos intestinais, o que leva ao espessamento das paredes intestinais e pode comprometer a absorção e o transporte de nutrientes. Essas alterações podem resultar em problemas digestivos a longo prazo, dependendo da extensão dos danos. Além disso, as alças intestinais expostas são mais propensas a desenvolver aderências, o que pode causar obstrução intestinal, uma complicação comum em recém-nascidos com gastrosquise.</p><p>Bebês que nascem com gastrosquise geralmente necessitam de intervenção cirúrgica imediata para reposicionar os órgãos e fechar a abertura abdominal. O objetivo da cirurgia é restaurar a integridade da parede abdominal e proteger os órgãos expostos. No entanto, mesmo após a correção cirúrgica, alguns bebês podem apresentar complicações intestinais, incluindo dificuldades de absorção e digestão, e exigem acompanhamento contínuo.</p><p>A causa exata da gastrosquise ainda não é completamente compreendida, mas acredita-se que esteja associada a múltiplos fatores genéticos e ambientais. A pesquisa sugere que mães jovens e aquelas que tiveram exposição a certos fatores, como uso de tabaco e substâncias tóxicas, têm um risco ligeiramente maior de ter bebês com gastrosquise. Além disso, a insuficiência do fluxo sanguíneo para as pregas laterais durante o desenvolvimento embrionário, levando a isquemia, é um fator apontado na origem dessa malformação.</p><p>Em resumo, a gastrosquise resulta de uma falha no dobramento e fechamento lateral do embrião, impedindo que as bordas da parede abdominal se unam corretamente. Essa condição expõe os órgãos abdominais ao ambiente externo, o que pode resultar em danos e complicações adicionais para o sistema gastrointestinal. A intervenção cirúrgica precoce é geralmente necessária para corrigir a condição, mas o sucesso a longo prazo depende do grau de comprometimento intestinal e de possíveis complicações adicionais que possam surgir devido ao contato prolongado com o líquido amniótico.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-01 13:35:41 UTC</pubDate>
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         <title>Onfaloce</title>
         <author>azriansilva1</author>
         <link>https://padlet.com/monitoriaembrio2024/t534dxbdj6a5kv8h/wish/3197726049</link>
         <description><![CDATA[<p>A onfalocele é uma malformação congênita associada a problemas no dobramento e fechamento da parede abdominal do embrião, que resulta na herniação de vísceras, como o intestino e, em casos mais graves, o fígado e outros órgãos abdominais, através do anel umbilical. Diferentemente da gastrosquise, na onfalocele, os órgãos herniados permanecem cobertos por uma membrana fina, formada pelo amnio e pelo peritônio, que reveste e protege as vísceras.</p><p>Entre a sexta e a décima semana de gestação, ocorre um processo normal conhecido como herniação fisiológica do intestino médio. Durante esse período, o intestino médio, que está em rápido crescimento, projeta-se para fora da cavidade abdominal, entrando temporariamente no cordão umbilical. Esse processo ocorre porque a cavidade abdominal em desenvolvimento ainda não possui espaço suficiente para acomodar o intestino em expansão. A partir da décima semana, com o crescimento adicional da cavidade abdominal, o intestino médio deve retornar para a cavidade abdominal, assumindo sua posição definitiva.</p><p>Na onfalocele, no entanto, esse retorno do intestino médio à cavidade abdominal não acontece de maneira adequada, e o intestino permanece herniado para dentro do cordão umbilical. Uma das explicações para essa falha é que o dobramento lateral do embrião e a subsequente fusão na linha média não ocorrem de maneira completa, o que impede que a cavidade abdominal se feche de forma apropriada. Esse problema no dobramento lateral, essencial para a formação de uma parede abdominal íntegra, é o que resulta na onfalocele. Assim, o intestino e, em casos mais graves, outras vísceras, acabam permanecendo no cordão umbilical, cobertos apenas pela membrana amniótica e pelo peritônio.</p><p>Embora a membrana que cobre os órgãos herniados ofereça uma proteção contra o contato direto com o líquido amniótico, a onfalocele ainda traz riscos consideráveis para a saúde do recém-nascido. Essa condição está frequentemente associada a outras anomalias congênitas e síndromes genéticas, como defeitos cardíacos e anormalidades cromossômicas. Além disso, a própria presença dos órgãos abdominais no cordão umbilical pode comprometer o crescimento e o funcionamento normal dos órgãos, dependendo do tamanho da hérnia e do conteúdo envolvido.</p><p>O tratamento da onfalocele geralmente envolve uma intervenção cirúrgica para reposicionar as vísceras dentro da cavidade abdominal e fechar o defeito na parede abdominal. Em casos de grandes onfaloceles, o espaço disponível na cavidade abdominal pode ser insuficiente para acomodar todos os órgãos herniados de forma imediata, o que exige uma abordagem cirúrgica em etapas. Esse processo gradual ajuda a evitar complicações que poderiam surgir da pressão elevada dentro da cavidade abdominal, que poderia prejudicar a respiração e a circulação do recém-nascido.</p><p>O dobramento embrionário, especialmente o dobramento lateral, desempenha um papel essencial na formação da cavidade abdominal e na contenção das vísceras dentro do corpo. Esse processo de dobramento permite que as bordas laterais do embrião se aproximem e se fundam na linha média ventral, estabelecendo a estrutura da parede abdominal. Quando essa fusão não ocorre corretamente, como acontece na onfalocele, há uma falha na formação da parede abdominal e, consequentemente, os órgãos internos não são adequadamente contidos dentro da cavidade corporal.</p><p>Assim, o dobramento adequado do embrião é fundamental para a integridade da cavidade abdominal e para o posicionamento correto das vísceras. Qualquer falha nesse processo resulta em malformações como a onfalocele, onde a ausência de fusão completa deixa espaço para que os órgãos herniem para fora da cavidade abdominal. Dessa forma, o dobramento embrionário e o fechamento da parede abdominal são etapas críticas para a formação e funcionalidade dos sistemas internos, garantindo proteção e estabilidade aos órgãos do sistema gastrointestinal e outras estruturas adjacentes após o nascimento.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-01 13:43:55 UTC</pubDate>
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