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      <title>Projeto Individual de Leitura by Diogo Velez</title>
      <link>https://padlet.com/diogovelez/t4yyavkg9o3opygs</link>
      <description>Diogo Velez | 11ºF</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-12-03 20:22:12 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-03-17 12:27:03 UTC</lastBuildDate>
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      <item>
         <title>&quot;Amor é fogo que arde sem se ver&quot; - Luís de Camões</title>
         <author>diogovelez</author>
         <link>https://padlet.com/diogovelez/t4yyavkg9o3opygs/wish/2811985982</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><blockquote><p>Amor é fogo que arde sem se ver,<br>é ferida que dói, e não se sente;<br>é um contentamento descontente,<br>é dor que desatina sem doer.<br><br>É um não querer mais que bem querer;<br>é um andar solitário entre a gente;<br>é nunca contentar-se de contente;<br>é um cuidar que ganha em se perder.<br><br>É querer estar preso por vontade;<br>é servir a quem vence, o vencedor;<br>é ter com quem nos mata, lealdade.<br><br>Mas como causar pode seu favor<br>nos corações humanos amizade,<br>se tão contrário a si é o mesmo Amor</p></blockquote><p><br></p><p>Este soneto de Camões expressa a complexidade do amor. O poeta descreve o amor como um fogo que queima invisivelmente, uma ferida que dói sem ser percebida. Ele explora a dualidade do sentimento, destacando a natureza contraditória do amor, que é ao mesmo tempo contentamento e descontentamento, dor e prazer. </p><p>O poema destaca o paradoxo do amor, a sua capacidade de unir e ferir, de se perder para se encontrar, e como, mesmo sendo contraditório, o amor permanece essencial nas experiências humanas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-03 20:56:22 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>&quot;Quando Vier a Primavera&quot; - Alberto Caeiro</title>
         <author>diogovelez</author>
         <link>https://padlet.com/diogovelez/t4yyavkg9o3opygs/wish/2811989656</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><blockquote><p>Quando vier a primavera,<br>Se eu já estiver morto,<br>As flores florirão da mesma maneira<br>E as árvores não serão menos verdes que na primavera passada.<br>A realidade não precisa de mim.</p><p>Sinto uma alegria enorme<br>Ao pensar que a minha morte não tem importância nenhuma.</p><p>Se soubesse que amanhã morria<br>E a primavera era depois de amanhã,<br>Morreria contente, porque ela era depois de amanhã.<br>Se esse é o seu tempo, quando havia ela de vir senão no seu tempo?<br>Gosto que tudo seja real e que tudo esteja certo;<br>E gosto porque assim seria, mesmo que eu não gostasse.<br>Por isso, se morrer agora, morro contente,<br>Porque tudo é real e tudo está certo.</p><p>Podem rezar latim sobre o meu caixão, se quiserem.<br>Se quiserem, podem dançar e cantar à roda dele.<br>Não tenho preferências para quando já não puder ter preferências.<br>O que for, quando for, é que será o que é.</p></blockquote><p><br></p><p>Este é um poema de Alberto Caeiro, um dos heterónimos de Fernando Pessoa.</p><p>O poema expressa a perspectiva do poeta sobre a natureza e a vida. Caeiro, conhecido pela sua visão bucólica e simples, celebra a beleza natural da primavera. Ele destaca a importância de viver o momento presente, apreciando a simplicidade e a pureza da natureza. O poeta sugere que, ao contrário das preocupações e expectativas humanas, a natureza segue o seu curso natural, sem se prender ao passado ou ao futuro. </p><p>A primavera é apresentada como uma metáfora para a renovação constante da vida, e Caeiro enfatiza a necessidade de viver em harmonia com essa essência simples e atemporal da existência.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-03 21:04:53 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>&quot;Aniversário&quot; - Álvaro de Campos</title>
         <author>diogovelez</author>
         <link>https://padlet.com/diogovelez/t4yyavkg9o3opygs/wish/2811995350</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><blockquote><p>No tempo em que festejavam o dia dos meus anos,<br>Eu era feliz e ninguém estava morto.<br>Na casa antiga, até eu fazer anos era uma tradição de há séculos,<br>E a alegria de todos, e a minha, estava certa com uma religião qualquer.</p><p>No tempo em que festejavam o dia dos meus anos,<br>Eu tinha a grande saúde de não perceber coisa nenhuma,<br>De ser inteligente para entre a família,<br>E de não ter as esperanças que os outros tinham por mim.<br>Quando vim a ter esperanças, já não sabia ter esperanças.<br>Quando vim a olhar para a vida, perdera o sentido da vida.</p></blockquote><p><br></p><p>Este é um poema de Álvaro de Campos, outro dos heterónimos de Fernando Pessoa. </p><p>O poema reflete a introspecção e a angústia existencial característica de Álvaro de Campos. O eu lírico, que muitas vezes expressa desilusão e confusão emocional, aborda a passagem do tempo e a inevitabilidade do envelhecimento. O poeta descreve seu aniversário como um momento de confronto com a própria existência, questionando a razão e o propósito da vida. </p><p>Álvaro de Campos explora temas como a efemeridade do tempo, a busca de significado e a consciência da própria mortalidade. O tom do poema oscila entre a melancolia e a revolta, proporcionando uma visão complexa e emotiva da experiência humana diante do envelhecimento e do tempo que inexoravelmente avança.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-03 21:17:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;na hora de pôr a mesa, éramos cinco&quot; - José Luís Peixoto</title>
         <author>diogovelez</author>
         <link>https://padlet.com/diogovelez/t4yyavkg9o3opygs/wish/2811997859</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><blockquote><p>na hora de pôr a mesa, éramos cinco:<br>o meu pai, a minha mãe, as minhas irmãs<br>e eu. depois, a minha irmã mais velha<br>casou-se. depois, a minha irmã mais nova<br>casou-se. depois, o meu pai morreu. hoje,<br>na hora de pôr a mesa, somos cinco,<br>menos a minha irmã mais velha que está<br>na casa dela, menos a minha irmã mais<br>nova que está na casa dela, menos o meu<br>pai, menos a minha mãe viúva. cada um<br>deles é um lugar vazio nesta mesa onde<br>como sozinho. mas irão estar sempre aqui.<br>na hora de pôr a mesa, seremos sempre cinco.<br>enquanto um de nós estiver vivo, seremos<br>sempre cinco.</p></blockquote><p><br/></p><p>O poema evoca memórias de um tempo passado, especificamente de uma época em que a família se reunia para as refeições. </p><p>A ausência dos membros familiares é profundamente sentida, e o poema explora a lacuna deixada por aquele que já não está presente. O ato cotidiano de pôr a mesa torna-se uma ocasião para reflexão sobre perda, memória e a mudança inevitável que o tempo traz. O poeta aborda a saudade e o impacto das ausências nas dinâmicas familiares, sugerindo que o ato de pôr a mesa torna-se uma espécie de ritual que preserva a memória daqueles que já se foram. O poema captura a complexidade das relações familiares e como as lembranças persistem mesmo quando os entes queridos não estão fisicamente presentes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-03 21:22:45 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>&quot;Amor de Perdição&quot; - Camilo Castelo Branco</title>
         <author>diogovelez</author>
         <link>https://padlet.com/diogovelez/t4yyavkg9o3opygs/wish/2812047121</link>
         <description><![CDATA[<p>Esta é uma das obras mais conhecidas e importantes da literatura portuguesa do século XIX, escrita por Camilo Castelo Branco Publicada em 1862, a obra é um romance romântico e trágico que se desenrola em torno do amor proibido entre Simão Botelho e Teresa Albuquerque.</p><p>A história passa-se no norte de Portugal, e as famílias Botelho e Albuquerque, apesar de serem inimigas, têm suas vidas entrelaçadas pela paixão proibida de Simão e Teresa. A trama é permeada por elementos de tragédia e destino, lembrando o estilo do romantismo.</p><p>Resumidamente, a história envolve - amor proibido; tragédias e desencontros; exílio e sofrimento e um final trágico.</p><p>"Amor de Perdição" é apreciado não apenas pela trama romântica, mas também pela maestria de Camilo na linguagem e na exploração dos temas românticos e trágicos tão característicos do movimento literário da época. </p><p><br>O livro está muito bem escrito - a história é envolvente, os personagens são interessantes e aborda temas interessantes como amor e o destino. O autor escreve de maneira bonita, o que facilita a envolvência do leitor na história. É um clássico da literatura portuguesa que continua a ser apreciado pela sua capacidade de emocionar e fazer as pessoas pensarem sobre a vida.</p><p>O livro é uma leitura clássica e atemporal na literatura portuguesa.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-03 23:23:47 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>&quot;Sonetos Completos&quot; - Florbela Espanca</title>
         <author>diogovelez</author>
         <link>https://padlet.com/diogovelez/t4yyavkg9o3opygs/wish/2812058516</link>
         <description><![CDATA[<p>Florbela Espanca foi uma poetisa portuguesa do início do século XX, conhecida pela sua poesia lírica e expressiva. "Sonetos Completos" reúne diversos sonetos escritos por Florbela ao longo de sua carreira. Ainda não tive oportunidade de ler todos estes sonetos, mas dos que já li destaco o "Ser Poeta":</p><p><br></p><blockquote><p>Ser poeta é ser mais alto, é ser maior </p><p>Do que os homens! Morder como quem beija! </p><p>É ser mendigo e dar como quem seja </p><p>Rei do Reino de Aquém e de Além Dor! </p><p><br></p><p>É ter de mil desejos o esplendor </p><p>E não saber sequer que se deseja! </p><p>É ter cá dentro um astro que flameja, </p><p>É ter garras e asas de condor! </p><p><br></p><p>É ter fome, é ter sede de Infinito! </p><p>Por elmo, as manhãs de oiro e de cetim... </p><p>É condensar o mundo num só grito! </p><p><br></p><p>E é amar-te, assim, perdidamente... </p><p>É seres alma, e sangue, e vida em mim </p><p>E dizê-lo cantando a toda a gente!</p></blockquote><p><br></p><p>Os "Sonetos Completos" de Florbela Espanca refletem intensidade emocional, lirismo apaixonado e uma abordagem íntima aos temas do amor, da melancolia e da efemeridade da vida. </p><p>A poetisa explora uma variedade de emoções, desde a exaltação do amor até a dor da perda e o conflito entre o desejo e a realidade. Florbela Espanca frequentemente utilizava uma linguagem poética rica, metafórica e intensa para expressar suas emoções e experiências.</p><p>A poetisa também abordava questões sociais e de género, desafiando as normas da época em que viveu. Os seus sonetos muitas vezes revelam uma visão feminina do amor e da vida, explorando a complexidade das relações e as limitações impostas às mulheres na sociedade.</p><p><br></p><p>Em resumo, "Sonetos Completos" de Florbela Espanca oferece uma visão profunda e emocional da sua perspectiva sobre o amor, a vida e a condição humana. A sua poesia continua a ser apreciada pela sinceridade e pela habilidade de expressar sentimentos universais com uma voz distintivamente pessoal.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-03 23:48:54 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>&quot;Sorte a minha&quot; - Ganso</title>
         <author>diogovelez</author>
         <link>https://padlet.com/diogovelez/t4yyavkg9o3opygs/wish/2812089904</link>
         <description><![CDATA[<p>A banda "Ganso" é uma banda portuguesa de rock rural que começou a ganhar reconhecimento na cena musical independente em Portugal. A banda abraça várias influências, incluindo rock alternativo e indie e é composta por cinco amigos de infância: Luís Salamandro, Miguel Barreira, João Sala, Thomas Oulman e Gonçalo Bicudo.</p><p><br></p><p>As suas músicas muitas vezes apresentam letras poéticas e uma abordagem eclética à composição, tal qual como a letra desta canção. A escrita da mesma é bastante bonita e tocante e a mensagem que transmite é de fácil interpretação o que é também mais um fator de qualidade para acrescentar aos referidos anteriormente.</p><p><br></p><blockquote><p>Do campo a firmeza<br>Da cidade a energia<br>Ai resumem-se em beleza<br>E sabedoria (sabedoria)<br>Sorte a tua seres assim</p><p>Se tu soubesses como<br>Eu te admiro e te percebo<br>Tanto sol que vem de ti<br>E que eu recebo (que eu recebo)<br>Sorte a minha ter-te aqui</p><p>É difícil<br>Imaginar o mundo sem a companhia<br>Da tua voz<br>Impossível<br>Olhar p'ra ti e não pensar "vamos um dia<br>Ser avós"<br>Então e nós?<br>Então e nós?</p><p>Bora dar um giro<br>Onde quiseres, a escolha é tua<br>Seja Algarve ou Marraquexe<br>Ou nesta rua (nesta rua)<br>Sorte andarmos por aí</p><p>Por ti eu tiro a carta<br>Assim já olhas p'rá janela<br>Enquanto o sol aqui estiver<br>A vida é bela (vita bella)<br>La fortuna è così</p><p>É difícil<br>Imaginar o mundo sem a companhia<br>Da tua voz<br>Impossível<br>Olhar p'ra ti e não pensar "vamos um dia<br>Ser avós"<br>Então e nós?</p><p>Não é fácil<br>Imaginar o mundo sem a companhia<br>Da tua voz</p><p>Impossível<br>Olhar p'ra ti e não pensar "vamos um dia<br>Ser avós"<br>Então e nós?<br>Então e nós?</p></blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-04 00:33:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;Amanhã Tou Melhor&quot; - Capitão Fausto</title>
         <author>diogovelez</author>
         <link>https://padlet.com/diogovelez/t4yyavkg9o3opygs/wish/2812105944</link>
         <description><![CDATA[<p>Esta é uma banda portuguesa de rock alternativo que se formou em Lisboa em 2011. O grupo é conhecido pela sua sonoridade eclética, combinando elementos de vários estilos musicais, incluindo rock, pop e música eletrónica.</p><p><br/></p><p>A formação original da banda inclui Tomás Wallenstein, Domingos Coimbra, Francisco Ferreira, Manuel Palha e Salvador Seabra.</p><p>Capitão Fausto é elogiado não apenas pela sua originalidade musical, mas também pelas suas apresentações ao vivo energéticas. Eles conseguiram conquistar uma base de fãs leais e são frequentemente considerados uma das bandas mais importantes da cena musical contemporânea em Portugal.</p><p>A banda rapidamente ganhou destaque na cena musical portuguesa devido ao seu som inovador e à qualidade das letras, muitas vezes poéticas e introspectivas, e a letra desta música é mais um exemplo desse som inovador e letra introspectiva da banda.</p><p><br/></p><blockquote><p>Se me tiras o ar a ti, tiro-te a vida<br>Uma malha não me vai bastar<br>Tenho muita garganta pouca guita pra tinta<br>Só descrevo o que quiser cantar<br>Podes ver-me falhar até te mostro uma lista<br>A vaidade não me vai largar<br>Amanhã tou melhor tenho outras coisas em vista<br>E a vergonha atrás vou deixar<br><br>Vou mas é decidir o que vou parecer<br>(Não quer dizer que eu vá ser)<br>Não quer dizer que é o que eu vá ser<br>(Vou mas é decidir o que vou parecer)<br>Vou mas é decidir o que vou parecer<br>(Não quer dizer que eu vá ser)<br>Não quer dizer que é o que eu vá ser<br><br>Amanhã tou melhor mas ontem tive na m*rda<br>Sem emenda, pra variar<br>Já não vou entregar o peso desta encomenda<br>Com trabalho hei de compensar<br>Faço caras ao espelho todas postas à venda<br>Espero que o preço venha a aumentar<br>Já nem sei se esta letra alguma vez vai tar certa<br>São só sílabas pra te enganar<br><br>Vou mas é decidir o que vou parecer<br>(Não quer dizer que eu vá ser)<br>Não quer dizer que é o que eu vá ser<br>(Vou mas é decidir o que vou parecer)<br>Vou mas é decidir o que vou parecer<br>(Não quer dizer que eu vá ser)<br>Não quer dizer que é o que eu vá ser<br><br>Não vou tentar ser alguém, meu amor<br>Que esta essência nunca vai mudar<br>Não vou tentar ser alguém, meu amor<br>Que esta essência nunca vai mudar<br>(Vou mas é decidir o que vou parecer)<br>Vou mas é decidir o que vou parecer<br>(Não quer dizer que eu vá ser)<br>Não quer dizer que é o que eu vá ser<br>(Vou mas é decidir o que vou parecer)<br>Vou mas é decidir o que vou parecer<br>(Não quer dizer que eu vá ser)<br>Não quer dizer que é o que eu vá ser</p></blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-04 00:51:03 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>&quot;Anda Comigo ver os Aviões&quot; - Os Azeitonas</title>
         <author>diogovelez</author>
         <link>https://padlet.com/diogovelez/t4yyavkg9o3opygs/wish/2812115810</link>
         <description><![CDATA[<p>"Os Azeitonas" são uma banda portuguesa com origem no Porto, formada em 2002, constituída por: Mário Marlon Brandão, Luísa Nena Barbosa, João Salsa Salcedo e, em tempos também, Miguel Araújo. </p><p>Com um estilo que mistura pop, rock e elementos de música tradicional portuguesa, a banda é conhecida pela sua sonoridade cativante e versátil e pelas letras humorísticas e inteligentes. Muitas vezes abordam também situações do quotidiano com uma pitada de ironia. </p><p>No entanto, diria que a letra desta música é mais inclinada para o romance do que propriamente para o humor, mas ainda assim é um clássico para o povo português.</p><p><br></p><blockquote><p>Anda comigo ver os aviões levantar voo<br>A rasgar as nuvens<br>Rasgar o céu</p><p>Anda comigo ao porto de Leixões ver os navios<br>A levantar ferro<br>Rasgar o mar</p><p>Um dia eu ganho a lotaria<br>Ou faço uma magia<br>E que eu morra aqui<br>Mulher tu sabes o quanto eu te amo,<br>O quanto eu gosto de ti<br>Nem que eu morra aqui<br>Se um dia eu não te levo à América<br>Nem que eu leve a América até ti</p><p>Anda comigo ver os automóveis à avenida<br>A rasgar nas curvas<br>A queimar pneus</p><p>Um dia vamos ver os foguetões levantar voo<br>A rasgar as nuvens<br>A rasgar o céu</p><p>Um dia eu ganho o totobola<br>Ou pego na pistola<br>E que eu morra aqui<br>Mulher tu sabes o quanto eu te amo</p><p>O quanto eu gosto de ti<br>E que eu morra aqui<br>Se um dia eu não te levo à lua<br>Nem que eu roube a lua,<br>Só p'ra ti</p><p>Um dia eu vou jogar à bola<br>Ou vendo esta viola<br>Nem que eu morra aqui<br>Mulher tu sabes o quanto eu te amo</p><p>O quanto eu gosto de ti<br>E que eu morra aqui<br>Se um dia eu não te levo à América<br>Nem que eu leve a América até ti</p></blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-04 01:01:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;Mensagem&quot; - Fernando Pessoa </title>
         <author>diogovelez</author>
         <link>https://padlet.com/diogovelez/t4yyavkg9o3opygs/wish/2812136235</link>
         <description><![CDATA[<p>É uma obra poética que reflete a visão de Fernando Pessoa sobre a identidade nacional de Portugal. O livro é composto por poemas que exploram a história, os mitos e a espiritualidade do país, destacando a sua importância no cenário mundial.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-04 01:21:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;Aparição&quot; - Vergílio Ferreira</title>
         <author>diogovelez</author>
         <link>https://padlet.com/diogovelez/t4yyavkg9o3opygs/wish/2812147885</link>
         <description><![CDATA[<p>O livro retrata a vida de um professor de filosofia, Gaspar, que atravessa um momento de crise existencial. Desiludido com a vida e com a sociedade em que vive, questiona a própria razão de ser da existência humana.</p><p>Com uma escrita caracterizada pela introspeção e pela reflexão sobre a condição humana, Virgilio Ferreira explora nesta obra densa e filosófica, temas como como a existência, a morte, a liberdade e a natureza humana, resultando num romance profundo e emocionalmente muito impactante.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-04 01:31:30 UTC</pubDate>
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