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      <title>Portfólio - Oficina de Expressão Escrita de
Português by Manuel Duarte</title>
      <link>https://padlet.com/manucduarte76/t4ekvsk47tlsi5c9</link>
      <description> Unidade Curricular onde são desenvolvidos trabalhos de análise textual, quer à planificação, produção, avaliação e reescrita de textos por parte dos alunos. Estes trabalhos de leitura e de escrita tanto poderão ser realizados individualmente como em pequenos grupos, valorizando-se as possibilidades abertas pelas práticas de escrita colaborativa.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-01-24 22:10:10 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-01-26 03:35:48 UTC</lastBuildDate>
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      <item>
         <title>Introdução</title>
         <author>manucduarte76</author>
         <link>https://padlet.com/manucduarte76/t4ekvsk47tlsi5c9/wish/2861539905</link>
         <description><![CDATA[<p>A presente unidade curricular tem como objetivos:</p><p>1. Aprofundar os conhecimentos de língua portuguesa de forma a possibilitar uma atuação eficaz em variadas situações de uso. </p><p>2. Reconhecer as características definidoras dos diferentes modelos textuais. </p><p>3. Produzir, numa linguagem correta e adequada à intenção comunicativa, diferentes tipos de texto. </p><p>4. Utilizar corretamente a língua portuguesa, na sua vertente escrita, sendo sensível às potencialidades estilísticas que esta apresenta.</p><p>Deste modo, a produção de texto é objeto de estudo, nomeadamente, os conceitos de frase e de texto/discurso; a distinção entre contexto e cotexto; os mecanismos de coesão e coerência textual; a multiplicidade e a funcionalidade dos géneros discursivos. </p><p>Além disso, as sequências textuais (narrativa, descritiva, argumentativa e explicativa) serão alvo de estudo e respetiva analise e distinção, com destaque para a dicotomia de texto literário <em>vs</em> o texto não literário, assim como a distinção de tipologias textuais no domínio da escrita. </p><p>Por fim, relativamente à produção escrita  são apresentadas as diversas etapas do processo redacional: planificação, textualização e revisão (tratamento de problemas de: pontuação, acentuação gráfica, ortografia e construção frásica).</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-25 11:57:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aula nº1</title>
         <author>manucduarte76</author>
         <link>https://padlet.com/manucduarte76/t4ekvsk47tlsi5c9/wish/2861561753</link>
         <description><![CDATA[<p>A primeira aula desta unidade Curricular destinou-se à produção escrita. Primeiramente, a docente dividiu a turma por grupos e em seguida cada grupo deu "asas à imaginação" e iniciou a produção de um texto. Ao longo do exercício os textos foram sendo trocados entre os grupos, para que estes, após uma leitura previa, fossem continuados e terminados.</p><p>Seguidamente, procedemos à leitura e análise dos textos anteriormente elaborados, onde a criatividade e diversidade de pensamento foram o principal objeto de estudo.</p><p>Tal atividade permitiu-nos tomar a consciência das nossas habilidades de produção escrita.  </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-25 12:18:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aula nº 2  - Frase e Texto/Discurso </title>
         <author>manucduarte76</author>
         <link>https://padlet.com/manucduarte76/t4ekvsk47tlsi5c9/wish/2861577542</link>
         <description><![CDATA[<p>Começamos pela definição e explicação de alguns termos e temas relacionados com a matéria, tais como: a diferença entre língua, linguagem e fala; origem da palavra verbo; contexto; elementos necessários para que haja comunicação; entre outros. Com especial ênfase no contexto, pelo seu papel e relação que este tem com o ato da escrita, que é o principal foco da unidade curricular.<br>Vimos também como o contexto influencia um enunciado (ou uma combinação de enunciados) e que o faz a várias dimensões. </p><p>Assim, para que haja um enunciado é necessário que existam participantes (emissor e recetor de uma mensagem), que têm os seus papéis sociais, as suas próprias intenções, comportamentos, relações entre eles (por exemplo, hierárquicas) e que se apresentem numa situação específica no tempo e no espaço. É, portanto, importante que se tenha em consideração todos esses fatores contextuais pois, é a partir desses que se gera o contexto nuclear, ou seja, o contexto em que o enunciado foi produzido. </p><p>Através da oralidade ou da escrita, o contexto nuclear passará a estabelecer relação com um contexto mais vasto, com o fim de atingir objetivos estabelecidos pelo emissor. Trata-se, então, da interação (uma das dimensões). </p><p>O recetor do texto torna-se também decisor ou colaborador quanto à aceitação do mesmo, abrindo alas para a dimensão da participação. </p><p>Por sua vez, o emissor afirma-se através do enunciado, alcançando o direito à possibilidade da apreensão deste por um recetor, sendo assim, o emissor poderá solicitar do recetor a participação deste em algo (cartazes, boletins ou folhas informativas,..). </p><p> Por fim, a última dimensão, a intervenção, a participação do recetor pretendida pelo emissor e o resultado final originado, mostra que o emissor tem a possibilidade de modificar os estados das coisas que o cercam.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-25 12:34:15 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Frase; Texto e Discurso</title>
         <author>manucduarte76</author>
         <link>https://padlet.com/manucduarte76/t4ekvsk47tlsi5c9/wish/2862287009</link>
         <description><![CDATA[<p>A <strong>frase</strong> é uma sequência de palavras que transmite uma ideia completa quando é bem construída. </p><p>Esta, predominantemente é formada por um sujeito, predicado e/ou complementos. </p><p>As frases podem ser usadas para expressar uma ideia, comunicar informações e estabelecer diálogos. </p><p><br></p><p>Deste modo, o<strong> texto</strong> é um conjunto de frases que, articuladas devidamente constituem um tema/assunto. Este pode ser apresentado através da escrita ou da oralidade. Tem por objetivo a transmissão de uma ideia ao público alvo. Estes podem ser encontrados em diversos formatos.</p><p><br></p><p>Assim, o <strong>discurso</strong> é um tipo de texto, tanto oral como escrito, que poderá apresentar uma argumentação/exposição e/ou narrativa. Este, pode ser utilizado em diferentes ocasiões, dependendo da intencionalidade do interlocutor e até mesmo do recetor, estando, sempre, dependente do contexto em que este está a ser usado, como por exemplo debates, palestras,<em> podcast's</em> ou até mesmo em campanhas eleitorais. </p><p>Por isso, o discurso terá de ser coeso e coerente, seguindo uma estrutura lógica, recorrendo devidamente, ao uso de recursos linguísticos e retóricos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-25 23:01:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Linguística</title>
         <author>manucduarte76</author>
         <link>https://padlet.com/manucduarte76/t4ekvsk47tlsi5c9/wish/2862344558</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Fonética</strong></p><p>Dedica-se ao estudo das propriedades físicas (acústicas e articulatórias) dos sons da fala, desde a forma como são produzidos pelo aparelho fonador à forma como são percebidos e processados pelo ouvido humano.<br>Tradicionalmente, a fonética divide-se em três grandes áreas de estudo:</p><p><br/></p><ul><li><p><strong>Fonética articulatória</strong>: dedica-se ao estudo da anatomia e da fisiologia da produção da fala, ou seja, descreve e observa a forma como os sons da fala são articulados pelo <em>aparelho fonador</em>.</p></li></ul><p><br/></p><ul><li><p><strong>Fonética Acústica</strong>: área da fonética que se dedica às propriedades acústicas dos sons da fala, analisando o tipo de ondas sonoras que a compõem, a sua produção e propagação, os filtros que a modificam e os ressoadores que a amplificam. </p><p><br/></p></li><li><p><strong>Fonética Percetiva</strong>: área da fonética que se dedica ao estudo dos processos de audição da fala humana e de processamento das suas características pelo cérebro humano. Estuda também a anatomia e fisiologia do ouvido humano, a forma como são recebidas as ondas sonoras e como estas são conduzidas pelos neurónios ao cérebro, onde são finalmente processadas e reconhecidas.</p></li></ul><p><br/></p><p><strong>Fonologia </strong></p><p>Esta, também, estuda os sons porém, concentra-se mais na discrição e distinção dos sons como unidades distintas (fonemas) e a sua função no sistema linguístico. A título de exemplo, o ritmo, as assimilações, as dissimilações e as metáteses. Deste modo, a fonologia é importante para compreender a estrutura e como funcionam os sons das diferentes línguas, ajudando, <em>à postriori,</em> no estudo gramatical e da devida pronúncia das palavras.</p><p><br/></p><p><strong>Morfologia</strong></p><p>A morfologia dedica-se ao estudo da estrutura e da formação das palavras, como a derivação e composição (prefixação/sufixação). </p><p>Esta área analisa as classes das palavras, tais como, os substantivos(nomes e pronomes), os verbos,os determinantes, adjetivos e advérbios.</p><p><br/></p><p><strong>Semântica</strong> </p><p>A disciplina da linguística que se ocupa do estudo do significado das palavras e expressões linguísticas, bem como das relações de sentido que estas estabelecem entre si. </p><p>Esta analisa também, o significado literal e contextual das palavras, tendo em contas as palavras sinónimas/antónimas, hiperónimos e hipónimos. </p><p><br/></p><p><strong>Sintaxe </strong></p><p>Este <em>ramo</em> gramatical estuda as relações e funções das categorias gramaticais em determinados contextos. </p><p>Analisa, assim, a relação entre elementos da frase (sujeito, predicado e respetivos complemento) simples ou complexa (coordenadas e/ou subordinadas), deste modo, são estabelecidas as regras para a estruturação, como também a ordem das palavras e a concordância entre elementos. </p><p>A sintaxe é importante para a compreensão e comunicação.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-26 00:37:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aula nº3 - Contexto e co-texto</title>
         <author>manucduarte76</author>
         <link>https://padlet.com/manucduarte76/t4ekvsk47tlsi5c9/wish/2862372681</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Retórica</strong></p><p>É a primeira disciplina a ocupar-se da análise da produção dos textos – e, correlativamente, proporcionando elementos relevantes para a sua interpretação –, estudando a sua génese, a sua organização ou construção, os seus condicionalismos de ordem pragmática e a sua intencionalidade comunicativa.</p><p><br/></p><p>O texto é, portanto, um produto verbal, tem "um todo de sentido", emerge numa situação de enunciação única, contém em si atos de fala que o locutor usa para atingir uma certa finalidade. É uma sequência autónoma de enunciados , aberto à exterioridade porque o leitor vai interpretá-lo subjetivamente, é situacional, tem propriedades configuradoras (a coesão, a coerência, a progressão temática, a metatextualidade, a relação tipológica, a intertextualidade e a polifonia), a sua análise e produção constituem a realização plena das virtualidades das línguas e numa perspetiva semiótica, existem vários tipos de textos como os pictóricos, os musicais, entre outros. <br>A diferença entre o <strong>contexto</strong> e o <strong>co-texto</strong> é que, o primeiro, é o conjunto de todos os fatores exteriores à escrita que influenciam a construção e reconstrução do significado do enunciado e o segundo é o contexto verbal, é o que se refere a todos os elementos que precedem ou seguem uma frase ou termo, determinando o seu significado ou a sua interpretação adequada.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-26 01:09:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Coesão e coerência textuais</title>
         <author>manucduarte76</author>
         <link>https://padlet.com/manucduarte76/t4ekvsk47tlsi5c9/wish/2862395125</link>
         <description><![CDATA[<p>A palavra texto deriva do latim <em>textu</em> (tecido). Assim, podemos considerar um texto um entrelaçamento, ou seja, um conjunto ordenado de enunciados, devidamente articulados de acordo com critérios de coesão e de coerência textuais. </p><p>Por isso, só há coesão textual quando os vários elementos linguísticos se encontram ligados entre si.</p><p><br/></p><p><strong>Coesão lexical - </strong>Mecanismos:</p><ul><li><p><mark>Reiteração lexical:</mark> repetição de palavras ou de unidades lexicais, necessárias ao estabelecimento de uma rede de sentido, que confere unidade ao texto.</p><p><br/></p></li><li><p><mark>Substituição lexical:</mark> substituição de palavras ou de expressões por outras unidades lexicais, que com elas mantêm relações semânticas de natureza.</p></li></ul><p><br/></p><p><strong>Coesão referencial</strong> - Uso anafórico dos pronomes que assegura a coesão textual:</p><p><br/></p><p><mark>Pronominalização:</mark> é uma forma de substituição de um nome por um pronome (pessoal, possessivo, demonstrativo):</p><ol><li><p>A anáfora gramatical: é a substituição de um nome por um pronome, que surge depois dele e para ele remete.</p></li><li><p>A catáfora: é o recurso a um pronome que ocorre antes do nome para o qual remete.</p></li></ol><p><br/></p><p><strong>Coesão frásica</strong></p><p><br/></p><p>A coesão frásica é um dos processos linguísticos mais importantes para garantir a coesão textual e consiste na interligação dos elementos dentro da frase, considerada como um todo.</p><p><br/></p><p>Os mecanismos:</p><p> </p><ul><li><p>Concordância entre o sujeito e o verbo do predicado.</p></li><li><p>Concordância, em género e número, entre o núcleo nominal (nome ou pronome) e os respetivos determinantes, quantificadores e adjetivos.</p></li><li><p>Adequação dos conectores que ligam as diversas orações de uma frase complexa.</p></li><li><p>Adequação da preposição exigida pelo verbo (regência verbal), ligando-o ao complemento por ela introduzido.</p></li></ul><p><br/></p><p><strong>Coesão interfrásica:</strong></p><p><br/></p><p>Tal como as anteriores, é um processo linguístico importantíssimo para garantir a coesão textual e consiste na interligação das partes do texto, que deve constituir um todo articulado e lógico.</p><p><br/></p><p>Os mecanismos:</p><p><br/></p><ul><li><p>Coordenação entre frases. </p></li><li><p>Subordinação entre frases. </p></li><li><p>Articulação feita por outros marcadores discursivos e conectores, como os advérbios conectivos.</p></li></ul><p><br/></p><p><strong>Coesão temporal</strong></p><p>A coesão temporal é um processo linguístico fundamental para garantir a coesão do texto e advém da sequencialização das informações, segundo uma lógica de tempo.</p><p><br/></p><p>Os dispositivos:</p><ul><li><p>Expressões com valor temporal: advérbios ou locuções adverbiais, conjunções, preposições. </p></li><li><p>Expressões indicadoras de sequencialização temporal.</p></li><li><p>Ordenação correlativa dos tempos verbais.</p></li></ul><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-26 01:36:49 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/manucduarte76/t4ekvsk47tlsi5c9/wish/2862395125</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Aula nº 6 - Géneros discursivos</title>
         <author>manucduarte76</author>
         <link>https://padlet.com/manucduarte76/t4ekvsk47tlsi5c9/wish/2862407903</link>
         <description><![CDATA[<p>Segundo Jean-Michel Adam, o texto (escrito) pode ser apreendido pelo recetor ao seu próprio ritmo, permitindo a construção e reconstrução do significado do texto para uma melhor compreensão do sentido da mensagem passada pelo emissor. </p><p>Por sua vez, o discurso (oral) é apreendido na situação de enunciação naquele espaço e tempo específicos, permitindo apenas uma análise ao seu todo e não internamente.<br>Assim, considera-se que o texto é um objeto pluridimensional:</p><p><br></p><ul><li><p>Dimensão linguística: temas, estrutura interna (carta <em>vs</em> notícia) e aspetos formais específicos (o uso do <em>imperativo</em> nas receitas).</p></li><li><p>Dimensão extralinguística: locutores com determinados papéis e os seu(s) objetivo(s).</p><p><br></p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-26 01:50:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tipos de Géneros Discursivos</title>
         <author>manucduarte76</author>
         <link>https://padlet.com/manucduarte76/t4ekvsk47tlsi5c9/wish/2862418729</link>
         <description><![CDATA[<p>Os géneros discursivos são as diferentes formas que um texto pode apresentar, visando responder a diferentes intenções comunicativas (contar, descrever, argumentar, informar).</p><p><br>Diferentes tipos de texto apresentam <mark>diferentes características: </mark></p><ul><li><p>estrutura</p></li><li><p> construções frásicas</p></li><li><p>linguagem</p></li><li><p>vocabulário</p></li><li><p>tempos verbais</p></li><li><p>relações lógicas</p></li><li><p>modo de interação com o leitor</p></li></ul><p><br/></p><p>Tipologia Textual:</p><p>As tipologias textuais são as diferentes formas que um texto pode apresentar, visando responder a diferentes intenções comunicativas (contar, descrever, argumentar, informar)</p><p>Podemos distinguir os seguintes <mark>tipos textuais</mark>:</p><ul><li><p> Narrativo;</p></li><li><p>Descritivo;</p></li><li><p>Argumentativo;</p></li><li><p>Expositivo;</p></li><li><p>Instrucional.</p></li></ul><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-26 02:02:06 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/manucduarte76/t4ekvsk47tlsi5c9/wish/2862418729</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Sequência textual</title>
         <author>manucduarte76</author>
         <link>https://padlet.com/manucduarte76/t4ekvsk47tlsi5c9/wish/2862438726</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>Uma sequência textual é o conjunto de elementos que possibilita um texto ter <mark>características específicas</mark>. </p><p><br></p><p>A saber:</p><p><br></p><ul><li><p>Sequência Narrativa: utilizada para contar histórias, descrever ou mostrar uma sucessão de acontecimentos e relatar episódios (reais/fictícios). </p></li><li><p>Sequência Descritiva: descrição detalhada de paisagem, espaços, indivíduos, objetos, cenários, edifícios.</p></li><li><p>Sequência Dialogal: recurso ao discurso direto, normalmente usado para a realização de entrevista/diálogo.</p></li><li><p>Sequência Argumentativa: exposição de opinião, crítica recorrendo ao poder de argumentação.</p></li><li><p>Sequência Explicativa: apresentação de informações, fatos e/ou conceitos de uma forma explícita.</p></li></ul><p><br>A classificação destas <mark>sequências textuais</mark> estão agrupadas segundo os seguintes critérios:</p><ul><li><p>Temas ou conteúdos abordados (receitas culinárias, biografias, horário, guia turístico);</p></li><li><p>Seleção e organização dos conteúdos (notícia, dicionário,carta);</p></li><li><p>Atividade socioprofissional do locutor do texto (texto jornalístico, texto religioso,  texto político);</p></li></ul><p><br></p><p>Eis os <mark>princípios metodológicos</mark> usados para a classificação de textos:</p><ul><li><p>Homogeneidade </p></li><li><p>Exaustividade </p></li><li><p>Não-ambiguidade </p></li><li><p>Monotipia </p></li></ul><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-26 02:24:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Hiperónimos, Hipónimos, Holónimos e Merónimos</title>
         <author>manucduarte76</author>
         <link>https://padlet.com/manucduarte76/t4ekvsk47tlsi5c9/wish/2862496927</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Relação de hiperónimos e hipónimos:</strong> </p><p><br></p><p>A <strong>hiperonímia</strong> e a <strong>hiponímia</strong> são relações de hierarquia que se estabelecem entre palavras que apresentam um valor genérico (hiperónimos) e outras que apresentam um valor mais específico (hipónimos). </p><p>O <strong>hiperónimo</strong> é, assim, a palavra que refere o conceito (a ideia geral) que inclui todas as entidades que partilham as suas propriedades semânticas; o <strong>hipónimo</strong> é palavra que individualiza os elementos abrangidos por esses dado conceito. </p><p><br></p><ul><li><p>Por exemplo:</p></li></ul><p>ferramenta » martelo, alicate, chave de fendas</p><p><br></p><p>Martelo, alicate e chave de fendas são hipónimos de ferramenta. </p><p>Ferramenta é o seu <strong>hiperónimo</strong>.</p><p><br></p><p>inseto » mosca »varejeira</p><p>Inseto é o <strong>hiperónimo</strong> de mosca e mosca é o <strong>hipónimo</strong> de inseto.</p><p><br>Por sua vez, mosca é o <strong>hiperónimo</strong> de varejeira e varejeira é o <strong>hipónimo</strong> de mosca.</p><p><br></p><p><br></p><p><strong>Relação entre holonímos e merónimos:</strong></p><p><br></p><p>A <strong>holonímia</strong> e a <strong>meronímia</strong> são relações de inclusão que se estabelecem entre uma palavra que apresenta o significado de um todo e outras que apresentam o significado de uma parte desse todo; o <strong>holónimo</strong> é, assim, a palavra que designa a unidade. O <strong>merónimo</strong>, por sua vez, é a palavra que designa a parte ou partes dessa mesma unidade. </p><p><br></p><ul><li><p>Por exemplo:</p></li></ul><p>&nbsp;Os pedais, o selim e o volante são partes constituintes de uma bicicleta. </p><p><br></p><p>Dizemos que são os <strong>merónimos</strong> de bicicleta e bicicleta é o seu <strong>holónimo</strong>.</p><p>&nbsp;</p><p>A cabeça, o tronco e os membros são partes constituintes do corpo humano. </p><p><br></p><p>Dizemos que são os <strong>merónimos</strong> de corpo humano e o corpo humano é o seu <strong>holónimo</strong>.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-26 03:26:49 UTC</pubDate>
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         <title>Bibliografia </title>
         <author>manucduarte76</author>
         <link>https://padlet.com/manucduarte76/t4ekvsk47tlsi5c9/wish/2862501177</link>
         <description><![CDATA[<p> </p><p>1. Carapinha, C. &amp; Lopes, A. C. M. (2013). Texto, Coesão e Coerência. Almedina. </p><p>2. Lopes, I. &amp; Peixinho, A. (2011). Acordo Ortográfico. O que mudou no Português Europeu. Imprensa da Universidade.</p><p>3. Nascimento, Z. &amp; Pinto, J. M. C. (2001). A Dinâmica da Escrita. Como escrever com êxito. Plátano Editora. </p><p>4. Raposo, E. et al. (2013; 2020). Gramática do Português. Fundação Calouste Gulbenkian. </p><p>5. Silva, P. N. (2012). Tipologias Textuais: Como classificar textos e sequências. Almedina</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-26 03:32:01 UTC</pubDate>
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      </item>
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