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      <title>Bacteriologia by Crizane Hackbarth</title>
      <link>https://padlet.com/crizanehackbarth1/Bookmarks</link>
      <description>Quais relações importantes podemos encontrar entre as bactérias e a agricultura? Aqui neste Padlet iremos compartilhar artigos na área. Cada aluno deverá elaborar uma resenha sobre o artigo escolhido. Deixarei um exemplo, no qual vocês podem se inspirar, mas fiquem à vontade para usarem sua própria criatividade.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-04-29 12:16:31 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2022-05-27 19:16:04 UTC</lastBuildDate>
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      <item>
         <title>Proteínas bioinseticidas produzidas por Bacillus thuringiensis</title>
         <author>crizanehackbarth1</author>
         <link>https://padlet.com/crizanehackbarth1/Bookmarks/wish/2164207068</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Escrito por Carolina Souza de Castro, estudante do 8º semestre do curso de Agronomia da Universidade Federal do Ceará e bolsista do Programa de Educação Tutorial – PET Agronomia <br></strong><a href="https://petagronomia.ufc.br/pt/resenha-pet/resenha-do-artigo-proteinas-bioinseticidas-produzidas-por-bacillus-thuringiensis/"><strong>Clique aqui</strong></a><strong> para acessar a publicação original<br></strong><br>"O artigo é uma revisão que aborda os aspectos das proteínas produzidas pela bactéria <em>Bacillus thuringiensis</em>, contém 19 páginas e é dividido em tópicos explicativos. Essa organização em tópicos permite um melhor entendimento do assunto abordado. A estrutura do texto segue com uma introdução, apontando a importância de novas tecnologias do controle de praga, bem como entrando numa breve explicação sobre a bactéria. Após a introdução, o texto é dividido em outros tópicos onde se aborda, individualmente, as proteínas e toxinas que o Bt produz, a estrutura da proteína Cry, seu modo de ação e, por fim, a utilização da bactéria no controle biológico de insetos. Apesar da escrita ser de fácil compreensão, é interessante se ter alguma base teórica em genética e bioquímica, pois facilitará no entendimento do texto."<br><br></div><div>"A introdução do texto começa com a importância da utilização de novas tecnologias para o controle de pragas, destacando o biológico. O texto apresenta a bactéria <em>Bacillus thurigiensis</em>, que é uma bactéria entomopatogênica, gram positiva, responsável por produzir proteínas que irão afetar o inseto alvo, conhecidas como proteínas Cry. Mostra também a importância dessa tecnologia no controle por ser altamente específica aos seus alvos, não apresentando atividades tóxicas para mamíferos."<br><br></div><div>"Além das proteínas produzidas, o Bt também produz várias toxinas que também possuem atividade inseticida, como por exemplo alfa exotoxina, beta exotoxina, exoenzimas e proteínas inseticidas vegetativas (VIPs). Os tópicos seguintes do artigo abordam cada uma dessas toxinas mencionadas, individualmente, além de abordar também sobre a proteína Cry, os genes que a codificam, sua estrutura e seu mecanismo de ação."<br><br></div><div>"É importante ressaltar sobre o mecanismo de ação das proteínas Cry. Para estas agirem elas precisam passar por uma série de etapas que vai desde a solubilização dessa proteína, processamento da toxina, ligação com o receptor, inserção na membrana e citólise. E este processo inicia a partir do momento em que há a ingestão do esporo com o Crystal pela larva suscetível."<br><br></div><div>"Para que a proteína seja solubilizada precisa haver um pH alcalino no intestino médio desses insetos alvos. E, diferenças na solubilização, podem contribuir para determinar as alterações no grau de toxicidade entre as proteínas. Mesmo após a solubilização, elas precisam ser processadas por enzimas (ex proteases), presentes no intestino médio do inseto, para que haja a liberação do fragmento tóxico. Esse processo de clivagem pode contribuir para determinar a especificidade. É informado também que o mecanismo de resistência desenvolvido no inseto pode está relacionado com a redução da solubilidade e proteases envolvidas. Isso devido as diferenças no intestino do inseto. Após essa ativação, as proteínas precisam ligar-se a receptores específicos presentes no intestino do inseto, sendo esse fator importante para a toxicidade e especificidade das proteínas."<br><br></div><div>"Por fim, tem-se o último tópico onde aborda a utilização de Bt no controle biológico de insetos praga. Como conclusão, mostra o quanto essa tecnologia vem se destacando e como é importante diversos estudos e procuras por diversas cepas para não contribuir com a resistência dos insetos, além de se ter um manejo adequado. É importante lembrar que não existe uma tecnologia milagrosa, e que seu funcionamento adequado se dá através do entendimento do seu funcionamento para se manejar da melhor forma possível. Portanto é importante utilizar o MIP para se obter resultados satisfatórios e duradouros na sua produção."<br><br></div><div>"Esse artigo é uma ótima leitura para quem quer entender um pouco mais sobre a tecnologia Bt, principalmente, no que se diz respeito ao seu funcionamento. Não possui uma escrita tão pesada e é bastante direto. Não deixe de dar uma conferida!"<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1682518734/38312ab0b5e44d15922594b45c35c324/126_Texto_do_Artigo_494_1_10_20130911.pdf" />
         <pubDate>2022-04-29 12:28:32 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/crizanehackbarth1/Bookmarks/wish/2164207068</guid>
      </item>
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         <title>Bactérias endofíticas como agentes de controle biológico na orizicultura</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/crizanehackbarth1/Bookmarks/wish/2192924884</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;</div><div><br></div><div><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1708664024/b962aff1f837dea9da279832f9802347/Bact_rias_endof_ticas_como_agentes_de_controle_biol_gico_na_orizicultura.pdf" />
         <pubDate>2022-05-20 12:30:20 UTC</pubDate>
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         <title>Azospirillum brasilense</title>
         <author>coservinicius</author>
         <link>https://padlet.com/crizanehackbarth1/Bookmarks/wish/2192925908</link>
         <description><![CDATA[<div>O PRESENTE ARTIGO NOS FALA:</div><div>&nbsp;</div><div>O <em>Azospirillum brasilense</em> é um gênero bacteriano Gram-negativo, microaerofílico, não fermentativo e fixador de nitrogênio da família <em>Rhodospirillaceae</em>. A bactéria Azospirillum pode promover o crescimento das plantas. tem um ou vários flagelos, são aeróbicos, mas podem ser também anaeróbios facultativos. É de vida livre o qual pode ser facultativa encontrada em diversos lugares da terra, temos hoje descrita a existência de 14 espécies de <em>Azospirillum</em> conhecidas como por exemplo a <em>Azospirillum brasilense</em>, ganhando grande destaque a partir da década de 70, devido descoberta pela EMBRAPA da fixação de nitrogênio, após divulgação popular as bactérias ficaram conhecidas até mesmo por rizóbios.</div><div>Temos grande interesse pelo uso de inoculantes que promovem crescimento e incrementam a produtividade de plantas, as bactérias podem transformar o nitrogênio inerte do ar em formas biologicamente utilizáveis diminuindo o alto custo com os fertilizantes químicos o qual o produtor teria, começando assim o uso do <em>Azospirillum</em> em associações com gramíneas e subsequentemente às leguminosas. Estimando uma alta economia podendo chegar em escala de milhões de dólares.</div><div>As bactérias promotoras de crescimento de plantas correspondem a um grupo de microrganismos benéficos às plantas devido à capacidade de colonizar a superfície das raízes, rizosfera, filosfera e tecidos internos das plantas. Tendo capacidade de fixação biológica de nitrogênio, produção de hormônios como auxinas, citocininas, giberilinas, etileno, solubilização de fosfato e por atuarem como agente de controle biológico de patógenos, atualmente muito usada na cultura da soja devido sua capacidade de fixação de nitrogênio. Embora encontre-se esse N na atmosfera de forma gasosa apesar de nenhum animal ou planta conseguir usá-lo, a bactéria devida sua enzima quebra esta tripla ligação do N<sub>2</sub>, levando à classificação como bactérias associativas, endofíticas ou simbióticas, a simbiose pode ser facilmente identificada nas leguminosas pois acontece a formação dos chamados nódulos em suas raízes, temos estudos que a fixação pode até mesmo chegar em 300kg de N por ano.</div><div>Outro benefício o qual as bactérias podem proporcionar é o crescimento radicular, maior tolerância ao estresse hídrico e salinidade do solo, melhor absorção de água, maior elasticidade da parede celular, ajuda na pigmentação foliar, potencial produtivo, maior altura da planta e benefícios econômicos como diminuir o investimento por hectare da cultura implantada. Como propriamente é a pontado no artigo podemos ver ensaios em que a produtividade foi incrementada por volta de 500kg por hectare produzido sendo de suma importância o uso da bactéria nas culturas.</div><div>Estudos e 🤬 realizados pela EMBRAPA compreendeu 11 experimentos sendo 5 no milho e 4 no trigo, utilizando métodos com açucares sobre as raízes de ambas as culturas chegando no milho na faixa de até 31% a mais de rentabilidade comparando com a não inoculada nos estados de Londrina e Ponta Grossa.</div><div>Para o trigo, os ensaios sempre foram feitos após a cultura da soja, como a soja bem inoculada pode deixar cerca de 30 kg N a cada hectare para a cultura seguinte a inoculação com a aplicação de cerca de 20 kg N por hectare permite a obtenção de rendimentos da ordem de 2600 kg/ha. No caso do milho, a inoculação com a aplicação de apenas 24 kg ha na semeadura resulta em rendimentos da ordem de 3400 kg ha, que são interessantes economicamente no caso de milho safrinha, ou para a agricultura familiar devido custo de aplicar o adubo químico para ter essa quantidade de nutriente, já como o trigo não está tendo no últimos anos um rendimento econômico interessante, porem temos que levar em conta que estes dados foram obtidos na região do paraná, como o próprio artigo mostra, por exemplo da região do cerrado os resultados obtidos com algumas diferenças de dados ou bactérias tem resultados expressivos os quais pode ser viável para aquela determinada região.</div><div>Para o uso do inoculante pronto nas culturas devemos ter alguns cuidados como distribuição uniforme no solo, temperatura do solo na aplicação/semeadura, inocular antes de semear para que fique uniforme, temperatura na caixa de semeadura ser menos de 35°C, cuidar inseticida que será aplicado antes e sementes tratadas ver inoculante que não tenha problema de serem misturados com o fungicida da semente em questão. O uso do inoculante nas culturas é de suma importância para solos mundiais, o que ajuda nos desenvolvimentos da cultura que será obtida e sobretudo no rendimento/lucro, gerando até mesmo menos poluição ao meio ambiente e menos consumo das nossas reservas energéticas de muitos nutrientes.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1708665348/061b0c041aed8920ccadac51d468b420/Inoculacao_com_azospirillum.pdf" />
         <pubDate>2022-05-20 12:31:19 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/crizanehackbarth1/Bookmarks/wish/2192925908</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>rubinicintia</author>
         <link>https://padlet.com/crizanehackbarth1/Bookmarks/wish/2192931172</link>
         <description><![CDATA[<div>O presente artigo, é uma pesquisa de revisão sobre o uso de bactérias inoculantes em gramíneas, como milho. O artigo é composto por 19 páginas, e neste formato disponível, estão misturadas no arquivo, o que pode dificultar a compreensão, isso pois, atrapalha na leitura, deixando-a mais deficiente em questão de ritmo. Na parte referente a escrita, é de linguagem gramatical simples, sem uso de linguagem acadêmica especifica e que facilita a leitura de todos os públicos, sendo estes do ramo ou não, mas com uso de muitos dados referenciados de outras pesquisas sobre o assunto, o que o deixa maçante em determinados momentos.</div><div>O texto do artigo, é dividido em três partes, introdução, uso na agricultura e o inoculante. Na primeira parte, que é a introdução, ocorre uma breve contextualização da importância e do objetivo do uso de produtos inoculantes a base de <em>Azospirillum brasilense</em> em gramíneas, podendo para o leitor, fazer um paralelo entre o uso a <em>Azospirillum </em>em gramíneas com o uso da <em>Bradyrhizobium </em>em soja, pratica comum e amplamente usada no Brasil e no mundo. Já na parte referente ao uso na agricultura, é apresentado dados referentes á pesquisas no ramo da agricultura sobre o uso das bactérias inoculadoras (<em>Azospirillum brasilense</em>) em sementes de gramíneas, apresentando dados de pesquisas que comprovam a eficiência de produção com o uso de bactérias no momento de inocular as sementes de gramíneas.</div><div>Na ultima parte, temos a discussão a cerca do uso do <em>Azospirillum</em> como inoculante propriamente dito, ou seja, é discutido como é o produto comercial a base de <em>Azospirillum brasilense</em>, como é seu estado, se é um inoculamente liquido ou solido, e ainda como se aplica na hora da inoculação de sementes. Por fim, o trabalho é concluído com o levantamento do debate sobre como os resultados deste tipo de pesquisa com uso de inoculantes em largas escalas pode-se apresentar falhas, como problemas com condições climáticas das áreas onde os experimentos são montados, bem como, a fração biológica do solo e ainda, as próprias linhagens inoculadas, sendo que, algumas podem apresentar interações mais benévolas que outras. <br>A bactéria <em>Azospirillum brasilens</em>, é uma bactéria do tipo gram-negativo, com formato de bastonete. Formam simbiose benéfica para ambos os indivíduos envolvidos com a raiz de plantas gramíneas, o que define seu uso, como já citado anteriormente neste texto, como inoculante para gramíneas.&nbsp;</div><div>Este artigo, é um estudo voltado para a área de produção vegetal de grãos, podendo tanto ser de utilizada para estudantes da área de ciências agrarias, como também, por produtores rurais, já que, o objetivo de todo o estudo é seu uso na agricultura moderna brasileira.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1708663784/9dfcaf21e951d95af973be7e6f25ce13/USO_DE_BACTERIAS_FIXADORAS_DE_NITROGENIO_COMO_INOCULANTE_PARA_APLICA__O_EM_GRAMINEAS.pdf" />
         <pubDate>2022-05-20 12:35:43 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Bactérias endofíticas como agentes de controle biológico na orizicultura</title>
         <author>gabrielmannes23</author>
         <link>https://padlet.com/crizanehackbarth1/Bookmarks/wish/2192933123</link>
         <description><![CDATA[<h1><strong>BACTÉRIAS ENDOFÍTICAS E INTERAÇÕES COM AS PLANTAS CULTIVADAS</strong></h1><div><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;As diferentes formas de interações entre as plantas e os micro-organismos, o estabelecimento da associação planta-micro-organismo no sistema radicular é fundamental para a resposta quimiostática do endófito aos exsudatos radiculares.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;No processo de colonização ocorrem múltiplas etapas, que iniciam com o deslocamento do micro-organismo .<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;No caso das bactérias endofíticas faz-se necessária uma etapa adicional na adesão e penetração nas raízes, com a formação de microcolônias intra e intercelulares.<br>&nbsp; &nbsp; Além do fornecimento de substâncias nutritivas, as plantas podem fazer uma sinalização receptora aos micro-organismos, por meio de secreções.<br>      <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-20 12:37:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>UTILIZAÇÃO DE BACTÉRIAS PROMOTORAS DE CRESCIMENTO EM MUDAS DE BANANEIRA SOB IRRIGAÇÃO SALINA</title>
         <author>henriquerigo1709</author>
         <link>https://padlet.com/crizanehackbarth1/Bookmarks/wish/2196495422</link>
         <description><![CDATA[<div>A produção de banana é de suma importância no cenário nacional e internacional, sendo a segunda fruta mais produzida no Brasil (CARVALHO et al., 2017), e segundo dados de 2019, o Brasil é o quarto maior produtor, com 6,67 milhões de toneladas. A bananicultura é implantada geralmente em regiões tropicais e subtropicais, sendo cultivada em todas as regiões do país, onde diversos fatores climáticos favorecem o bom desempenho da produção. No nordeste do Brasil, essa frutífera ocupa lugar de destaque na economia regional, com os cultivos cada vez mais interligados á irrigação.&nbsp;<br><br></div><div>Mas essa região se destaca também pela escassez hídrica, pois tem grande parte pertencente ao clima semiárido, com mais de 50% de risco de seca. O que leva a muitos produtores a achar meios alternativos de fontes de água, como a utilização de águas salinas. Essa salinidade pressente afeta o desenvolvimento da bananeira, inibindo o crescimento e gerando como consequência, a baixa produção. Com isso, é importante estudos que avaliem as limitações das plantas, como o exemplo citado, pela má qualidade da água utilizada na irrigação.<br><br></div><div>Existem diversos micro-organismos que podem melhorar a resposta vegetal à estresses e doença, e até otimizar o uso da água na produção agrícola. Desse modo, o uso de micro-organismos existentes no solo, podem ajudar no desenvolvimento das plantas, sendo o objetivo desse artigo avaliar a utilização de bactérias promotoras de crescimento em mudas de bananeira com irrigação salina.<br><br></div><div><br>O experimento foi realizado na Embrapa Agroindústria Tropical, em Fortaleza -Ceará. E foram utilizadas mudas micro propagadas de bananeira c.v. Prata Catarina. As mudas foram dispostas em bandejas com substrato comercial, e após 45 dias foram transplantadas para sacos de polietileno com substrato também. Utilizaram três tratamentos, (água – controle, adubo de liberação lenta), (bactérias - <em>Bacillus sp</em>.) e os níveis de salinidade, com quatro repetições. E para as concentrações salinas foi utilizado sais de NaCl, CaCl e MgCl.&nbsp;<br><br></div><div><br>A aplicação da água salina foi após três dias do transplantio, o manejo de irrigação se dava pelo peso das mudas. Sendo que eram irrigadas quando chegassem em 80% da capacidade máxima de armazenamento. No final do experimento, foram levantados alguns dados como a altura da planta (AP), teor de água na folha (TAF) e número de folhas (NF).<br><br></div><div><br>Os resultados obtidos mostraram que a salinidade da água na irrigação afetou de forma negativa a altura das plantas, numero de folhas e outros critérios avaliados. Sendo que os tratamentos com adubo, influenciou no teor de água na folha, pois o adubo aumenta a quantidade de sais no solo,&nbsp;  e em situações de estresse, faz com que a planta promova o ajustamento osmótico.<br><br></div><div>O tratamento com as bactérias apresentou resultados parecidos com o do adubo, sendo diferente ao tratamento com agua. Desse modo, pode- se concluir que as bactérias não tiveram grande influencia nas respostas das mudas de bananeira ao estresse hídrico.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1708665177/74e39c5c93c60febb1d34309e1430fe3/Artigo_Bacterias_em_mudas_de_bananeira.pdf" />
         <pubDate>2022-05-23 20:49:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Adubação nitrogenada associada à inoculação com Azospirillum brasilense e Herbaspirillum seropedicae na cultura do milho1</title>
         <author>eduardocividini05</author>
         <link>https://padlet.com/crizanehackbarth1/Bookmarks/wish/2196631846</link>
         <description><![CDATA[<div>Nos dias atuais a cultura do milho é muito importante para a economia brasileira. Essa cultura possui uma grande demanda de adubação nitrogenada,&nbsp; e com objetivo de reduzir custos e aumentar a produtividade desenvolveu-se este estudo, o qual realizou 🤬 utilizando a Azospirillum brasilense e Herbaspirillum seropedicae, para fazer a inoculação na cultura do milho, buscando a fixação de N.<br>O experimento foi conduzido no PR na safra de 2010/2011 em semeadura direta. Também foram realizadas análises químicas no solo para verificar as condições do mesmo. Além disso utilizou-se a inoculação antes do plantio o qual ocorreu no dia 06/10. Foram utilizados para o cultivo: superfosfato triplo, cloreto de potássio e ureia, alem da aplicação de inseticidas e herbicidas.<br>A coleta das plantas para avaliação das variaveis de interesse aconteceu nos estágios V8 e R3, sendo que foram analisados os seguintes itens: altura, diâmetro do colmo, produtividade, área folhar, matéria seca.<br>Após a realização das análises pode-se verificar um aumento no diâmetro basal do colmo, além do aumento na MS. No entanto os valores de produtividade e altura das plantas não teve mudanças significativas nos blocos que foram utilizados a inoculação, quando comparados com os blocos de cultivo sem o uso das bactérias.<br>Também se observou nesse trabalho a influência da adubação nitrogenada em cobertura, a qual teve relação direta com os índices produtivos da cultura, no entanto o ganho de produtividade se dá em doses de até 160 kg/N por ha.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-23 23:55:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>camilacarelli372</author>
         <link>https://padlet.com/crizanehackbarth1/Bookmarks/wish/2198044071</link>
         <description><![CDATA[<div>Atualmente, o Brasil é um dos maiores produtores de cana-de-açúcar (CONAB, 2016), e é utilizado na alimentação animal, fabricação de açúcar, álcool e metano. Para aumentar a produção e sustentabilidade foi desenvolvido pelo Programa Cana IAC o sistema de Mudas Pré-Brotadas (MPB), que consiste na obtenção de mudas a partir do plantio de minirrebolos. O objetivo do estudo foi avaliar os efeitos da inoculação de BPCPs, endofíticas e rizosféricas, e de FMAs em mudas de cana-de-açúcar.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Foram realizados três experimentos:&nbsp; No experimento 1, as inoculações de bactérias e de solo-inóculo de FMAs ocorreram nas duas fases e foram realizadas adubações durante a fase em tubetes. Já no experimento 2, foi realizada apenas na fase em bandejas e não foram realizadas adubações. No experimento 1, foram feitas análises de massa de matéria seca, do teor de macro e micronutrientes da parte aérea, e de colonização micorrízica, enquanto que no experimento 2 a análise não foi realizada.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; No experimento 3 a inoculação de bactérias e de solo-inóculo de FMAs ocorreu nas duas fases e o substrato utilizado já possuía adubação prévia. Foram feitas análises de massa de matéria seca, nutrição mineral e de colonização micorrízica das mudas.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Para a realização deste experimento foram realizados vários processos e análises como o preparo do inóculo bacteriano, concentração de nitrogênio, analises de massa de matéria seca e de colonização micorrízica.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; A partir de todos os processos já citados, foram obtidos tais resultado:&nbsp;</div><div><strong>Experimento 1 - </strong>As bactérias <em>Burkholderia caribensis</em> e <em>Pseudomonas sp.</em> promoveram crescimento da parte aérea das mudas. Verificou-se que a aplicação de diazotróficas endofíticas oriundas de cana-de-açúcar, favoreceu crescimento das plantas.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; A inoculação dessas bactérias promoveu maiores teores de manganês, potássio, magnésio e enxofre. Além disso, as mudas com inoculação isolada dessas bactérias apresentaram raízes com maior colonização micorrízica.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; A bactéria <em>Kosakonia oryzae</em> com inoculação micorrízica promoveu maiores teores de cálcio e enxofre na parte aérea das mudas e <em>Bacillus sp.</em> promoveu maiores teores de cobre e zinco, em comparação aos seus respectivos tratamentos sem inoculação dos fungos. Essas bactérias também promoveram o crescimento da parte aérea das mudas e maior colonização micorrízica em comparação com os demais tratamentos com fungo.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>Experimento 2 -</strong> As bactérias <em>B. caribensis</em> e <em>Pseudomonas sp</em>. sem inoculação micorrízica promoveram crescimento da parte aérea em comparação com os demais tratamentos sem fungo micorrízico. A ausência de adubação como o fósforo, pode ter influenciado na resposta das mudas à inoculação bacteriana, como o aumento da massa de matéria seca da parte aérea.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>Experimento 3:</strong> Ocorreu pouca germinação dos minirrebolos em alguns tratamentos. O isolado <em>Bacillus sp.,</em> sem inoculação micorrízica, promoveu crescimento da raiz em comparação aos demais tratamentos sem fungo. Ao inocular as bactérias <em>Bacillus subtilis</em> e <em>Bacillus licheniformis</em> em mudas de cana-de-açúcar, constou-se um aumento da massa de matéria seca das raízes das mudas.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; A bactéria <em>K. oryzae</em> co-inoculada com os fungos micorrízicos promoveu o crescimento da parte aérea e das raízes das mudas, além de promover maiores teores de cálcio, fósforo, cobre e manganês. Ocorreu efeito sinérgico da coinoculação de <em>K.</em> <em>oryzae</em> com os fungos micorrízicos para a promoção de crescimento e nutrição mineral das mudas com o substrato adubado.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-24 17:08:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Diversidade de Bactérias Diazotróficas Endofíticas de Milho em Cultivos Convencional e Agroecológico</title>
         <author>guibperazzoli</author>
         <link>https://padlet.com/crizanehackbarth1/Bookmarks/wish/2198390500</link>
         <description><![CDATA[<div>A FBN (Fixação Biológica de Nitrogênio) em plantas não-leguminosas tem sido intensamente estudada com grande interesse de aplicar na cultura do milho, várias bactérias fixadoras de N foram identificadas como: Azospirillum spp, Burkholderia spp, Herbaspirillum spp e Gluconacetobacter diazotrophicus. Onde elas colonizam a rizosfera ou toda a planta e junto com alguns fatores permitem expressar seu valor de FBN. Foi realizado então a extração do DNA genótipo dos isolados e feito então à amplificação e sequenciamento do gene 16S DNAr, que cada isolado bacteriano foi modificado com o FD1(8- AGAGTTTGATCCTGCCTCAG-28) e RD1(1525- AAGGAGGTG ATCCAGCC-1541), onde teve-se um ciclo que foi dividido em amplificação, desnaturação, anelamento e extensão onde cada ciclo teve sua temperatura e tempo de duração. Após essas mudanças foram obtidos um total de 86 isolados, onde 23 são em LGI, 37 em JNFb e 26 em JMV, concluiu-se que então após alguns resultados obtidos a cultura do milho sob cultivo agroecológico proporcionam a obtenção de maior quantidade e diversidade de isolados bacteriano endofiticos, com potencial de promover o crescimento das plantas devido à ausência de pesticidas e entradas de fertilizante químicos, onde isso vai ter aumento da diversidade microbiana associada a planta.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1713073747/2376277cf1ac1e2f56cd6c67220604da/GUILHERME_BONETTI_PERAZZOLI_artigo_sobre_Milho_Zea_mays_.pdf" />
         <pubDate>2022-05-24 23:12:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Agricultura nas mãos de microrganismos benéficos.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/crizanehackbarth1/Bookmarks/wish/2198445393</link>
         <description><![CDATA[<div>Esse artigo se trata dos microrganismos benéficos que são objeto de estudos dos pesquisadores da Embrapa e instituições parceiras, como a Universidade Federal de Goiás (UFG), que identificaram fungos e bactérias, denominados agentes biológicos promotores de crescimento, melhor eficiência às condições climáticas e indutores de resistência às principais doenças e pragas das culturas o arroz e do feijão.<br><br></div><div>Foram realizados vários 🤬 com bactérias do gênero <em>Rhizobium sp.</em> e <em>Azospirillum sp. Onde conseguiram um resultado de 31% no aumento da produtividade nas lavouras de feijão, onde novos bioprodutos deram origem na agricultura, como os inoculantes promotores de crescimento.<br></em><br></div><div>Com bons resultados a pesquisa indicam que o <em>Rhizobium </em>apresenta desempenho distinto ao de outras leguminosas, pois promove o crescimento vegetal, por meio da produção de hormônios, como o ácido indo I acético - AIA.<br><br></div><div>As bactérias benéficas a natureza é de grande importância agronômica, ambiental e econômica para os produtores.<br><br></div><div>A estimativa de crescimento anual dos produtos biológicos é de 25%, só no Brasil, superando a expectativa de 17% para o mercado global. Isto significa um incentivo para maiores investimentos no desenvolvimento de tecnologias sustentáveis, tendo nos produtos biológicos maior atenção para os próximos anos, em todo o planeta.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.embrapa.br/busca-de-noticias/-/noticia/51405622/agricultura-nas-maos-de-microrganismos-beneficos#:~:text=e%20do%20feij%C3%A3o.-,O%20Rhizobium%20tropic%20e%20o%20Azospirillum%20brasiliense%20s%C3%A3o%20dois%20exemplos,ambos%20j%C3%A1%20utilizados%20pelos%20produtores." />
         <pubDate>2022-05-25 00:16:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Isolamento e caracterização de bactérias promotoras de crescimento em morangueiro</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/crizanehackbarth1/Bookmarks/wish/2198545486</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;O artigo tem o objetivo de coletar, isolar e classificar as bactérias que aumentam o crescimento do morangueiro, foi escrito por um acadêmico do curso técnico em biotecnologia, dois professores do Instituto Federal Catarinense de Ciência e Tecnologia e um pesquisador da Epagri. O texto foi elaborado no formato ABNT, com 4 páginas.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Neste trabalho é apresentada a cultura do morangueiro, e destacada sua relevância econômica e cultural para o país, porém, a alta demanda de insumos químicos por esses vegetais torna sua produção inviável a muitos agricultores familiares. Diante dessa situação, o artigo busca classificar bactérias que promovem o crescimento radicular do morangueiro, diminuindo sua necessidade por adubação química, para tornar sua atividade produtiva mais acessível a agricultores familiares.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; As principais bactérias causadoras de crescimento no morangueiro pertencem ao gênero <strong>Azospirillum e Bacillus</strong>, elas se localizam normalmente na rizosfera das plantas, vivendo dentro, sobre ou em torno dos tecidos radiculares, esses microrganismos estimulam o crescimento dos vegetais por meio da fixação biológica de nitrogênio, biossíntese de fito-hormônios e solubilização de fosfatos. Mas no Brasil existem poucos trabalhos que visam a classificação desses organismos.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Foram analisadas 10 amostras de plantas e solo rizosférico do morangueiro em sistema de cultivo orgânico, no município de Painel no estado de Santa Catarina. Essas amostras foram enviadas ao laboratório de Biotecnologia da Epagri Estação Experimental, onde realizou-se seu isolamento segundo a metodologia de Döbereiner et al. (1995).</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Após isso caracterizou-se morfologicamente as colônias bacterianas em relação a cor, transmitância da luz e gosmosidade das placas de Petri. Com base na caracterização fenotípica foi indicado a diversidade dos isolados e a capacidade de fixação de nitrogênio pelo aparecimento de uma película específica.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ao fim do experimento obteve-se 24 isolados de bactérias com capacidade de fixação biológica de nitrogênio no meio de cultura, a maioria das bactérias encontradas nas raízes eram diazotróficas endofíticas. Em cada ambiente analisado houve boa diversidade de bactérias em cada ambiente estudado, sendo o ambiente endofítico o que mais possui essa diversidade.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Na questão da estimulação de crescimento, todos os exemplares produziram auxinas nos meios de cultura, bem como também obtiveram boas taxas de solubilização de fosfato. O exemplar que alcançou a taxa mais alta da solubilização de fosfato, também obteve capacidade de produção parecida com a do ácido indolácetico, o configurando como um microrganismo com potencial para ensaios em casa de vegetação.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1713170127/60449c9244e1bb3804d38d9bfaf703ed/ARTIGO_DE_MICROBIOLOGIA.pdf" />
         <pubDate>2022-05-25 01:30:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Uso de bactérias tolerantes a seca em mudas de cana-de-açúcar. </title>
         <author>juliaquagliotto</author>
         <link>https://padlet.com/crizanehackbarth1/Bookmarks/wish/2199762995</link>
         <description><![CDATA[<div>Escrito por Raissa Sylvestrin Stancatte, graduanda em Engenharia Ambiental e Sanitária na PUC (Campinas-SP) e bolsista da EMBRAPA.<br><br>O presente artigo tem por objetivo avaliar o vigor e a tolerância ao estresse hídrico de mudas de cana-de-açúcar inoculadas com <em>Bacillus spp.</em>, este possui 8 páginas, abordando o assunto por meio de introdução, materiais e métodos, resultados e discussões e uma breve conclusão. <br><br>O artigo incia contextualizando a atual situação ambiental, com a produtividade da cana-de-açúcar e estratégias que podem ser utilizadas para que a situação de estresse hídrico não afete o desenvolvimento e a produtividade da cana-de-açúcar. Como estratégia de redução as consequências advindas do estresse hídrico na cana-de-açúcar, estes avaliaram o vigor e a tolerância ao estresse em mudas inoculadas com a bactéria <em>Bacillus spp.<br><br></em>Para isso realizaram o experimento da seguinte forma, "O delineamento experimental foi inteiramente casualizado (DIC) em esquema fatorial 19 x 2, com três repetições; sendo 19 variedades comerciais de cana-de-açúcar x 1 tratamento com um isolado de <em>Bacillus spp</em>. (BTHE – bactéria tolerante ao estresse hídrico) e 1 testemunha com água (H₂O)". O modo de realização completa do experimento está descrito no artigo completo, que pode ser acessado acima. <br>Posterior a realização e preparação dos materiais, estes avaliaram então, o vigor das mudas inoculadas com a bactéria por meio da biomassa da raiz (g planta<sup>-1</sup>) e a tolerância ao estresse hídrico, quantificada pelo número de plantas vivas após a suspensão da irrigação (OBS: metodologia completa no artigo).&nbsp;<br><br>Como resultado dos estudos descritos no artigo "Houve diferença altamente significativa (p&lt;0,01) da biomassa de raiz da cana-de-açúcar tanto para os fatores variedade e tratamento analisados individualmente, como para a interação entre eles. Independente da variedade estudada, as plantas tratadas com BTHE apresentaram biomassa de raiz em média 7% mais pesadas que as tratadas com H₂O, indicando um possível efeito promotor de crescimento do isolado de Bacillus spp". Já em ralação ao estresse hídrico obtiveram os seguintes resultados "O desdobramento da interação entre variedades e tratamento para tolerância a seca mostrou que sete variedades são indiferentes aos tratamentos (BTHE ou H₂O), oito respondem positivamente à BTHE e quatro negativamente."<br><br>Desse modo a autora conclui que "a inoculação de bactérias responde diferentemente ao genótipo de cana-de-açúcar, mas também ao tipo de solo e ao ambiente".<br>Os estudos sobre determinado assuntos são de suma importância, já que passamos por grandes situações de seca, com a eficácia deste experimento teríamos uma melhora na produtividade/rendimento de cana-de-açúcar, além de uma menor utilização dos recursos hídricos,&nbsp; indispensáveis a vida, podendo assim a cana ser cada vez mais cultivada, gerando renda. Tal artigo é de fácil leitura e compreensão e de suma importância para o desenvolvimento agrícola. &nbsp;<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/bitstream/doc/1036433/1/2015AA066.pdf" />
         <pubDate>2022-05-25 18:06:08 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/crizanehackbarth1/Bookmarks/wish/2199762995</guid>
      </item>
      <item>
         <title>RESPOSTA DA INOCULAÇÃO COM AZOSPIRILLUM BRASILENSE NAS CULTURAS DE TRIGO E DE MILHO SAFRINHA</title>
         <author>carlessoramponf</author>
         <link>https://padlet.com/crizanehackbarth1/Bookmarks/wish/2200272124</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;     Procurando uma forma de reduzir custos e diminuir as perdas para o suprimento do nitrogênio(N) que normalmente é feita com adubação de fertilizantes, utilizou-se nesse experimento inoculantes a base de bactérias fixadoras de N do gênero Azospirillum, a de maior potencial é a Azospirillum brasilense, uma bactéria Gram-negativa, microaerofílico, endofítica, com formato de bastonete (Bacillus). Essa bactéria pode gerar o aumento da produção de hormônios vegetais, aumento nos teores de clorofila e condutância estomática e maior desenvolvimento radicular.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;     Esse experimento foi realizado na safra 2014/2015, no município de Cerro Largo no Rio Grande do Sul, foram feitos 7 tratamentos e 4 repetições, ocasionado 28 unidades experimentais. A inoculação das sementes, foi realizado no mesmo dia da semeadura para as duas culturas. Foram usados 100 ml do produto para cada 25 kg de semente de trigo e para cada 20 kg de milho. O trigo foi semeado no dia 2 de julho de 2014 com a cultivar Tbio Sintonia, e para avaliar os efeitos do inoculante foram avaliados os números de perfilhos, matéria seca, número de grãos, produtividade, peso de mil grãos e peso Hectolitros. A semeadura do milho foi realizada nos dias 12 e 13 de janeiro de 2015, com a cultivar 2B 688 PW, da Dow AgroSciences e foram analisadas: alturas das plantas, diâmetro do colmo, área foliar, índice da área foliar, produtividade, massa de mil grãos, comprimento e diâmetro de espigas.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;    A adubação de N mineral associada a inoculação das sementes com essa bactéria pode aumentar a produtividade e a matéria seca do trigo e do milho. Também foi possível observar que mesmo com a redução de N em cobertura pela metade não afeta o crescimento e rendimento de trigo e milho se for associada à inoculação das sementes.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1714404342/d4a5f27b895a61809e6fc5912fd97fc2/artigo_m.pdf" />
         <pubDate>2022-05-26 03:04:12 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/crizanehackbarth1/Bookmarks/wish/2200272124</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/crizanehackbarth1/Bookmarks/wish/2200332462</link>
         <description><![CDATA[<div>O Brasil é o terceiro colocado em questão de produtividade agrícola no mundo, e ocupa o quarto lugar na classificação como consumidor de fertilizante mundial. Estima-se que até 2025, o país terá que importar 82, 80 e 90%, respectivamente, da base de fertilizantes NPK. Para atender essa demanda. O Brasil conta também, com um cenário industrial imenso em seu território, porém, um problema de muitas industrias é o tratamento e a destinação adequada dos seus resíduos, muitos desses subprodutos indústrias tem características que podem servir como adubos e ou fertilizantes na agricultura. Observando esse cenário, foi elaborado um experimento com a borra de fosfato de uma indústria do segmento metalmecânico e utilizou-se bactérias acidófilas para a solubilização do fósforo.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1714542195/4ec65f293aed4a69c7f90c250a43204c/146.pdf" />
         <pubDate>2022-05-26 03:56:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Silagens de milho inoculadas microbiologicamente em diferentes estádios dematuridade: perdas fermentativas, composição bromatológica e digestibilidade in vitro</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/crizanehackbarth1/Bookmarks/wish/2200725307</link>
         <description><![CDATA[<div>neste artigo tem como a visão de fermentação da silagem de milho feito pelas&nbsp; bactérias ácido-láticas (BAL) homofermentativas, como Enterococcus faecium, e espécies de Pediococcus, além de BAL heterofermentativas facultativas (Lactobacillus plantarum)&nbsp; A expectativa é que esses microrganismos dominem o processo fermentativo e preservem maior quantidade de nutrientes nas silagens, devido à rápida produção de ácido láctico e, consequente queda do pH&nbsp; Dessa forma, a atuação de alguns microrganismos indesejáveis ao processo de conservação são inibidos, como as leveduras, que metabolizam os açúcares à etanol&nbsp; entre outros organismos presentes neste processo. Aonde tiveram varios estados de corte do milho levando em consideração o ponto que o grão se encontrava assim tendo os resultados e colocando em tabela para&nbsp; &nbsp; fazer comparação e ver qual deu melhor resultados e melhor fermentação com as bactérias. onde este estudo foi feito na&nbsp; Universidade José do Rosário Vellano/UNIFENAS, Alfenas - MG. &nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1708663114/9cfeff3099871e16abeef57e892fe3e2/inuculacao_da_silagem_de_milho.pdf" />
         <pubDate>2022-05-26 11:01:14 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/crizanehackbarth1/Bookmarks/wish/2200725307</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/crizanehackbarth1/Bookmarks/wish/2200818376</link>
         <description><![CDATA[<div>Este artigo fala sobre a bactéria Azospirillum brasilense,&nbsp; A Embrapa Soja e a UFPR selecionaram e avaliaram estirpes de Azospirillum com as culturas do milho (Zea mays L.) e do trigo (Triticum aestivum L.).&nbsp; Foram identifi cadas quatro estirpes para cada cultura, que aumentaram a produção de grãos do milho em 24% a 30% em relação ao controle não inoculado e, em trigo, em 13% a 18%.&nbsp; Pode-se concluir que, no caso do trigo cultivado após a soja, a inoculação com a aplicação de 20 kg N ha-1 permite a obtenção de rendimentos de grãos da ordem de 2600 kg ha-1. No caso do milho, a inoculação com a aplicação de apenas 24 kg ha-1 resulta em rendimentos da ordem de 3400 kg ha-1, que são interessantes economicamente no caso de milho safrinha,&nbsp; Com a suplementação adicional de 30 kg ha-1 no fl orescimento os rendimentos do milho sobem para 7000 kg ha-1.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1714921607/09f8d96f11ed091a6bef3da3d3116595/Inoculacao_com_azospirillum.pdf" />
         <pubDate>2022-05-26 12:49:57 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/crizanehackbarth1/Bookmarks/wish/2200818376</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/crizanehackbarth1/Bookmarks/wish/2201114812</link>
         <description><![CDATA[<div>          Este artigo traz teste realizado com a bactéria <em>Bacillus thuringiensis</em> , encontrada no solo, na água e em insetos mortos que, durante o processo de esporulação, produz um cristal proteico tóxico para insetos. Assim essa bactéria pode ser utilizada no controle biológico de pragas como a lagarta do cartucho que ataca o milho.<br>          A Bt foi cultivada em meio semi-sólido em que apresentou resultados muito eficiente para a produção de bioenceticidas tornando-se um método eficaz e barato para o controle de pragas.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1711338327/5344496c365a07a9032c390eff235310/Uso_de_Meios_Alternativos_para_Produ__o_de_bioenciticidas_.pdf" />
         <pubDate>2022-05-26 16:45:20 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/crizanehackbarth1/Bookmarks/wish/2201114812</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Avaliação de bactérias endofíticas para o controle biológico da mancha foliar de Exserohilum turcicum em milho</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/crizanehackbarth1/Bookmarks/wish/2201343152</link>
         <description><![CDATA[<div>Escrito por Humberto Franco Shiomi, Professor Adjunto da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Itamar Soares de Melo, Engenheiro Agrônomo e Marli Teixeira de Almeida Minhoni, Professora Adjunta da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP).&nbsp;<br><br>No Brasil, a mancha foliar de Exserohilum turcicum ocorre principalmente na região Sul e nas chapadas da região Centro-Oeste, onde o patógeno encontra condições ambientais favoráveis ao seu desenvolvimento, como temperaturas moderadas (18 a 27°C), períodos prolongados de orvalho e dias nublados.&nbsp;<br><br>O artigo tem como objetivo avaliar a eficácia da proteção conferida por bactérias endofíticas ao agente causal da mancha foliar de Exserohilum. Para a realização dos 🤬, foi utilizado um genótipo de milho suscetível à doença, híbrido simples. A aplicação ocorreu de duas formas: pela semente e pela parte aérea das plantas de milho em diferentes períodos, 72 e 24 horas antes e no mesmo dia da inoculação do fitopatógeno. Após 14 dias da inoculação do patógeno, avaliou-se a severidade da doença.&nbsp;<br><br>Com o estudo foi possível concluir que algumas bactérias endofíticas reduzem a severidade quando pulverizados na parte aérea de plantas de milho, já outras, quando inoculados em sementes de milho. Em algumas bactérias notou-se que reduzem a severidade da doença tanto pela microbiolização das sementes como da parte aérea de milho.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1713049046/94429f47c0d612b5d383e40dd773addf/download.pdf" />
         <pubDate>2022-05-26 20:50:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Bactérias do grupo Lactobacillus casei: caracterização, viabilidade como probióticos em alimentos e sua importância para a saúde humana</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/crizanehackbarth1/Bookmarks/wish/2201407834</link>
         <description><![CDATA[<div>Documento publicado por Flávia Carolina Alonso Buriti e Susana Marta Isay Saad no qual é feito um estudo a respeito da caracterização das bactérias do grupo Lactobacillus, viabilidade como probióticos em alimentos e sua importância para a saúde humana.</div><div>	O estudo ressalta a importância da pesquisa acerca das bactérias do grupo lactobacillus casei, Lactobacillus paracasei e Lactobacillus rhamnosus, devido às suas propriedades promotoras à saúde humana. Essas bactérias tem alto valor dentro da indústria, devido as mesmas serem utilizadas para a fabricação de diversos laticínios.</div><div>	A ação probiótica dessas bactérias promove benefícios à saúde humana, tais como, redução do risco de câncer de bexiga urinária e supressão de câncer de cólon retal, os probióticos do grupo Lactobacillus casei podem também apresentar efeito protetor contra microrganismos patogênicos e estudos in vitro têm sido utilizados para avaliar tais efeitos</div><div>	As bactérias desse grupo possuem as seguintes características: Gram-positivos, não esporulados, catalase-negativos, desprovidos de citocromos, anaeróbios, mas aerotolerantes, ácido-tolerantes, estritamente fermentativos e formato de bastonetes regulares</div><div>	</div><div><br></div><div>	</div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1715364190/77c8c76add58db5c8872454705400948/microbiologia.pdf" />
         <pubDate>2022-05-26 22:39:51 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/crizanehackbarth1/Bookmarks/wish/2201407834</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/crizanehackbarth1/Bookmarks/wish/2201478530</link>
         <description><![CDATA[<div>O artigo proporciona o conhecimento da inoculação e coinoculação com as bactérias <em>Bradyrhizobium </em>e <em>Azospirilium</em>, na cultura da soja nas safras de 2017/2018.</div><div>Nesse artigo vemos a parte de FBN (fixação biológica de nitrogênio) que é um dos pilares mais importantes para e ter um bom desenvolvimento e altas produtivas na cultura da soja, o uso destas duas bactérias na cultura da soja tem um resultado bastante benéfico para o produtor como para o meio ambiente, onde pode-se optar por deixar de lado o uso de fertilizantes nitrogenados, a bactéria <em>Bradyrhizobium </em>relaiza simbiose com a soja, assim formando nódulos radiculares, a planta faz a captura do nitrogênio atmosférico e com a ação bactéria reduz a amônia e por fim e transformada em composto nitrogenado e assim utilizado e exportado pela planta hospedeira. Salienta-se que a cultura da soja precisa de 80 kg de Nitrogênio para se produzir 1 tonelada de soja, com isso, nos estudos realizado nessa pesquisa, notou-se que com o uso da bactéria <em>Bradyrhizobium</em> o aumento de inoculação é de 8%, assim tendo já um resposta boa e incialmente viável, onde se tem um retorno com baixo custo, porém se teve bastante destaque o uso da bactéria <em>Azospirilium </em>onde ela já é usada no crescimento vegetal e no sistema radicular de plantas, comumente utilizada em culturas do trigo e milho. O uso das duas bactérias em conjunto resultou-se em um ganho de produtividade de 16%, ou seja, o dobro da inoculação somente com a primeira bactéria.</div><div>Este artigo, tem se uma ótima leitura, ótimo para quem quer entender e compreender um pouco mais o tema, tem maiores informações explicações e resultados.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-27 00:22:29 UTC</pubDate>
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         <title>Mastite Bovina: Tratamento Convencional e Ação de Compostos Extraídos de Plantas</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A mastite é uma doença que afeta muito a pecuária leiteira, acarretando problemas como diminuição da produção de leite, contaminação do produto por antimicrobianos devido ao tratamento com medicamentos e compromete o bem estar animal. Esta doença consiste na inflamação dos tetos da vaca causada em grande maioria por bactérias, que penetram os úberes e causam inflamação das mesmas, sendo também altamente contagiosa entre os animais.</div><div>Este artigo foi elaborado através de pesquisas bibliográficas com o intuito de identificar e evidenciar os estudos relacionados a este problema que afeta o gado leiteiro, sendo baseado em estudos publicados em revistas cientificas e artigos disponíveis no google acadêmico.&nbsp;</div><div>Na mastite contagiosa bactérias como <em>Staphylococcus aureus</em> e <em>Streptococcus agalactiae</em> são as mais prevalentes, pois invadem o interior das glândulas mamárias e lá permanecem, porém estas não são as únicas bactérias que desencadeiam esta doença, outras são relatadas no decorrer do texto.</div><div>O uso excessivo e constante de antibióticos tem conferido cada vez mais resistência as bactérias, como forma de buscar um tratamento alternativo e mais natural, as propriedades de plantas e suas interações com esses organismos vem sendo exploradas, as quais são brevemente citadas no trabalho, nos norteado para um aprofundamento posterior no assunto.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-27 00:55:09 UTC</pubDate>
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         <title>INFLUÊNCIA DE INOCULANTE BACTERIANO-ENZIMÁTICO SOBRE A MICROBIOTA E QUALIDADE NUTRICIONAL DE SILAGENS DE GRÃOS ÚMIDOS DE MILHO</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/crizanehackbarth1/Bookmarks/wish/2202254973</link>
         <description><![CDATA[<div>O trabalho de autoria de Jaqueline Maria da Silva foi desenvolvido no Centro de Ciências Agrárias da Universidade Federal de Alagoas e teve como objetivo avaliar a influência de inoculante bacteriano-enzimático sobre a microbiota e qualidade nutricional de silagens de grãos úmidos de milho.<br>Foram adotados 4 tratamentos: 1) sem inoculante; 2) com inoculante bacteriano (Lactobacillus casei e Streptococus faecalis); 3) com inoculante bacteriano e comple-<br>xo enzimático (α-galactosidase e β-mananase); e 4) apenas com complexo enzimático.&nbsp;<br>O material a ser ensilado foi triturado, adicionado uniformemente o inoculante&nbsp;<br>e armazenado a temperatura ambiente, sob proteção solar, durante sessenta dias.<br>Após a abertura dos silos as amostras foram coletadas e enviadas ao laboratório para&nbsp;<br>quantificação da microflora presente (fungos, bactérias, bacilos e leveduras) e de Bromatologia (matéria seca, proteína bruta, fibra em detergente neuro e&nbsp; fibra em detergente ácido) e do poder tampão e pH.<br>O estudo rendou resultados bastantes interessantes. Entre eles que presença dos fungos alterou a concentração de nutrientes nas silagens,&nbsp; principalmente em relação à concentração de carboidratos solúveis e vitaminas. Outro ponto de destaque aponta que&nbsp; a inoculação com bactérias&nbsp;homofermentativas produtoras de ácido lático pode melhorar a qualidade das silagens promovendo rápida e eficiente produção de ácido láctico e redução do pH.<br>O resultado da composição bromatológica da silagem de grão úmido de milho aditivada ou não com inoculantes bacteriano-enzimático evidenciaram a atuação desses microrganismos após o processo de ensilagem. Não foram observadas diferenças estatísticas nos valores de matéria seca,&nbsp; proteína bruta, fibra em detergente ácido e poder tampão.<br>A adição conjunta do inoculante bacteriano e&nbsp; complexo enzimático propiciou um aumento no crescimento das bactérias, do Aspergillus e Penicillium, e não promoveu aumento no crescimento do Fusarium e das leveduras.<br>Os inoculantes não afetaram a PB e a FDA, porém reduziram a FDN, provavelmente pela ação dos microrganismos sobre os substratos fermentativos presentes nessas silagens.<br>A adição dos inoculantes resultou na melhora dos padrões fermentativos com menores níveis de pH&nbsp; e poder tampão.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-27 14:23:13 UTC</pubDate>
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