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      <title>Doença de Chagas G5 - Enfermagem E1 2021.1 by Claudia Maria Antunes Uchoa Souto Maior</title>
      <link>https://padlet.com/claudiauchoa/t22ob3l5u9vyjjak</link>
      <description>Criado com estilo</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-07-12 21:12:51 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>xlucasplayer</author>
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         <description><![CDATA[<div>Doença de Chagas</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-26 13:50:54 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>xlucasplayer</author>
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         <description><![CDATA[<div>Na fase aguda da doença de chagas, o paciente pode apresentar poucos ou nenhum sintoma da doença. Uma vez que esses sintomas sejam ignorados e a doença siga sem tratamento, ela pode evoluir para a fase crônica, afetando o coração e o sistema gastrointestinal.<br>De modo geral, os sintomas da doença de chagas incluem:<br>– Febre;<br>– Mal-estar;<br>– Inchaço localizado no local da picada do Barbeiro;<br>– Inchaço em nos olhos;<br>– Dor no corpo;<br>– Dor de cabeça;<br>– Cansaço e prostração;<br>– Náusea e vômitos;<br>– Diarreia;<br>– Inflamação e dor nos gânglios;<br>– Nódulos espalhados pelo corpo;<br>– Vermelhidão pelo corpo;<br>– Aumento do fígado e do baço e<br>– Algumas complicações da doença de chagas incluem problemas digestivos, meningite, problemas no coração, como a cardite chagásica, e a constipação crônica.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-26 13:53:21 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>xlucasplayer</author>
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         <description><![CDATA[<div>Em 2020, foram confirmados 146 casos de DCA no Brasil, com uma letalidade de 2% (3/146), sendo que todos<br>os óbitos ocorreram no estado do Pará. A região Norte apresentou a maior taxa de incidência da doença. A maioria dos casos era do sexo masculino<br>e cerca de 6% das mulheres estavam gestantes.<br>A respeito da raça/cor, 85% dos casos declararam-<br>-se como pertencentes a cor parda. A<br>maior proporção de indivíduos doentes por DCA foi adultos jovens do sexo masculino. A forma de transmissão mais frequente registrada foi a oral, seguida da ignorada, sem identificação da provável fonte de infecção. Ocorreu a redução de 47% na notificação de casos suspeitos de fase aguda e 63% de casos confirmados por DCA em 2020 em relação<br>a 2019.<br><br>No período de março a agosto de 2020, foram registrados 125.691 óbitos por COVID-19, dos quais 0,2% (n=207) faziam menção à doença de Chagas enquanto comorbidade contribuiu para a morte – parte II da DO<br>– com maior proporção nas regiões Sudeste e Nordeste. A maioria destes óbitos era do sexo feminino (52,66%) e da raça/cor parda (42,03%), e a média de idade foi de 74 anos (DP±11,36), com 53% na faixa etária acima de 75 anos.<br><br>No período de março a agosto de 2020, foram registrados 125.691 óbitos por COVID-19, dos quais 0,2% (n=207) faziam menção à doença de Chagas enquanto comorbidade contribuiu para a morte – parte II da DO<br>– com maior proporção nas regiões Sudeste e Nordeste. A maioria destes óbitos era do sexo feminino (52,66%) e da raça/cor parda (42,03%), e a média de idade foi de 74 anos (DP±11,36), com 53% na faixa etária acima de 75 anos.<br><br>Fonte:&nbsp;<a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/media/pdf/2021/abril/14/boletim_especial_chagas_14abr21_b.pdf">https://www.gov.br/saude/pt-br/media/pdf/2021/abril/14/boletim_especial_chagas_14abr21_b.pdf</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-26 13:54:21 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>xlucasplayer</author>
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         <description><![CDATA[<div>Uma das formas de prevenção da doença de Chagas é evitar que o inseto “barbeiro” forme colônias dentro&nbsp; das residências. Em áreas onde os insetos possam entrar nas casas voando pelas aberturas ou frestas, pode-se usar mosquiteiros ou telas metálicas. Recomenda-se usar medidas de proteção individual (repelentes, roupas de mangas longas, etc) durante a realização de atividades noturnas (caçadas, pesca ou pernoite) em áreas de mata. Outra medida preventiva é consumir alimentos de origem vegetal preferentemente pasteurizados.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-26 13:54:42 UTC</pubDate>
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         <author>xlucasplayer</author>
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         <description><![CDATA[<div>Transmissão vetorial, transfusional, a transplacentária (congênita) e, mais recentemente, a transmissão pela via oral, pela ingestão de alimentos contaminados pelo T. cruzi.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-26 13:55:58 UTC</pubDate>
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         <author>xlucasplayer</author>
         <link>https://padlet.com/claudiauchoa/t22ob3l5u9vyjjak/wish/1661113414</link>
         <description><![CDATA[<div>O diagnóstico da doença de Chagas se dá em sua grande maioria por exames de sangue, sendo que o diagnóstico do agente causador poderá ser identificado por meio de métodos laboratoriais de visualização do parasito direto ou indiretamente, e por presença de anticorpos no soro.<br><br>Também podem ser utilizados para a identificação testes específicos como Imunofluorescência Indireta (IFI), Hemaglu­tina­ção Indireta (HAI) e enzimas (ELISA). Testes moleculares utilizando reação em cadeia da polimerase (PCR) acoplado à hibridização com sondas moleculares, e o “western blot” (WB) têm apresentado resultados promissores e podem ser utilizados como teste confirmatório em qualquer fase da doença.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-26 13:56:46 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>xlucasplayer</author>
         <link>https://padlet.com/claudiauchoa/t22ob3l5u9vyjjak/wish/1661114041</link>
         <description><![CDATA[<div>Hospedeiro definitivo (vertebrados):<br>Amastigota&nbsp;<br>-Intracelular<br>-Reprodutivo<br>Hospedeiro definitivo (vertebrados):<br>Tripomastigota<br>-Extracelular<br>-Móvel<br>-Forma infectante para vertebrados<br>Hospedeiro intermediário (invertebrados):<br>Epimastigota<br>-Extracelular (tubo digestivo do vetor)<br>-Reprodutiva<br>-Móvel</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-26 13:57:34 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>xlucasplayer</author>
         <link>https://padlet.com/claudiauchoa/t22ob3l5u9vyjjak/wish/1661119863</link>
         <description><![CDATA[<div>Trypanosoma cruzi é um parasita que apresenta em seu ciclo de vida formas evolutivas distintas, sendo elas as formas: amastigota, epimastigota e tripomastigota, essa que apresenta distinção entre duas etapas, sendo ela dividida em tripomastigotas metacíclicos (T.M.) e tripomastigotas sanguíneos, que são experimentalmente também conhecidos como tripomastigotas de cultura celular (T.C.T).<br>&nbsp;Chama-se de metacíclicos os parasitas tripomastigotas recentes no organismo, ou seja, os primários, provindos diretamente da infecção inicial, tradicionalmente relacionadas ao repasto sanguíneo do inseto vetor. TM normalmente apresenta alto grau de virulência, porém esse fator é relativo ao se considerar a diferenciação das cepas.&nbsp;<br>&nbsp;Considera-se como tripomastigotas sanguíneos, os tripomastigotas liberados na corrente sanguínea posteriormente a replicação interna do parasito na célula hospedeiras, ou seja, os parasitas secundários, que já passaram pelos processos internos do curso interno da infecção do T. cruzi. Estes podem também, comumente apresentarem a nomenclatura de tripomastigotas de cultura de tecidos (TCT), nome dado, já que em experimentação in vitro, tais parasitas são provenientes de cultura de tecidos e células.<br>&nbsp;Aponta-se como amastigotas, os parasitas que apresentam estrutura circular, com redução quase que por completo do flagelo e restruturação interna quase completa, contidos geralmente no interior das células. Devido a essa localização onde estes são comumente encontrados, essa fase é considerada como a fase intracelular de Trypanosoma cruzi, porém estudos apontam que esse padrão não é obrigatório, já sendo descritas formas amastigotas extracelulares.<br>&nbsp;A forma epimastigota é encontrada no trato digestivo dos vetores, possui potencial replicativo e é caracterizada como não infectante ao humano.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-26 14:04:31 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>leonardo_olimpio</author>
         <link>https://padlet.com/claudiauchoa/t22ob3l5u9vyjjak/wish/1661320550</link>
         <description><![CDATA[<div>O reconhecimento da presença de diferentes fases ao longo do desenvolvimento da doença de Chaga é fundamental para análise do tipo técnica diagnóstica aplicada.&nbsp;<br><br>Na fase aguda quando há uma significativa parasitemia,&nbsp; exames diretos são os recomendados, com destaque ao período inicial do surgimento de sintomas:<br>- A fresco&nbsp;<br>- Esfregaço/distensão delgada&nbsp;<br>- Gota Espessa/distensão&nbsp;<br><br>Apesar da baixa sensibilidade, são técnicas economicamente viáveis diante das diferenças regionais e socioeconômicas de incidência da doença. A última técnica em destaque é amplamente utilizada na região da Amazonia Legal, por causa da endemia de malária, caso comumente diagnosticado pela técnica da gota espessa.&nbsp;<br><br>Dentro do período de 30 dias da sintomatologia, recomenda-se métodos com maior sensibilidade: diante da queda da parasitemia:<br><br>- Métodos de concentração como o teste de Strout&nbsp;<br>- Microhematócrito, investigação sobre as concentrações de eritrócitos. &nbsp;<br>- Quantitative Buffy Coat (QBC) baseado na centrifugação e estratificação da amostra sanguínea. &nbsp;<br><br>Na fase crônica da doença, com a baixa parasitemia em evidência, aplica-se exames parasitológicos indiretos:&nbsp;<br><br>- Xenodiagnóstico, a investigação do desenvolvimento de parasitas nas fezes e intestino dos insetos (triatomíneos) alimentados com o sangue do individuo.&nbsp;<br><br>- Hemocultura, desenvolvimento do trypanossoma cruzi em meios de cultivo adequado como os meios bifásicos com base de àgar sangue e em meios líquidos como o liver infusion tryotose (LIT)<br><br>Esses meios de cultivo podem ser utilizados nos diagnósticos envolvendo anticorpos/sorológicos, necessitando de um comparativo entre exames realizados com intervalos mínimos de 21 dias entre as coletas, já que na primeira amostra pode ocorrer um resultado negativo, na segunda, um positivo.&nbsp;<br><br>- Imunofluorescência indireta, utilizando antígenos da forma epimastigotas cultivados em meio LIT. &nbsp;<br>-&nbsp; Hemaglutinação, baseada na reação de antígeno-anticorpo utilizando o soro do paciente investigado.&nbsp;<br>- ELISA, uso da espectrofotometria.<br>-&nbsp; Western Blot, utilizando também eletroforese e seguindo parte do procedimento operacional padrão do ELISA.<br><br>Destaca-se entre as técnicas de Biologia Molecular o PCR, investigação por meio da amplificação das sequência de DNA, no entanto, o custo laboratorial desse tipo de diagnóstico desfavorece a sua aplicação na rede pública de saúde, embora apresente significativa sensibilidade</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-26 18:40:49 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>maitetorresjunger</author>
         <link>https://padlet.com/claudiauchoa/t22ob3l5u9vyjjak/wish/1661392921</link>
         <description><![CDATA[<div>O ciclo biológico do <em>Trypanosoma cruzi</em> é do tipo heteroxeno, ou seja, é um ciclo biológico do parasito que precisa e ocorre, obrigatoriamente, em mais de um hospedeiro para ser concluído.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-26 21:15:14 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>maitetorresjunger</author>
         <link>https://padlet.com/claudiauchoa/t22ob3l5u9vyjjak/wish/1661393386</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Trypanosoma cruzi</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-26 21:16:10 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>louisesouza4</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-07-27 14:14:37 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>maitetorresjunger</author>
         <link>https://padlet.com/claudiauchoa/t22ob3l5u9vyjjak/wish/1666930569</link>
         <description><![CDATA[<div>Fase aguda, podendo ser sintomática ou assintomática; sintomas de porta de entrada como sinal de romaña&nbsp; e chagoma de inoculação.<br>Fase crônica, podendo também ser sintomática ou assintomática;&nbsp; a manifestação sintomática pode ser de forma cardíaca, digestiva ou mista.<br>Forma cardíaca: arritmias, trombos, cardiomegalia, insuficiência cardíaca congestiva.<br>Forma digestiva: megacólon e megaesôfago<br>Forma mista: forma cardíaca + forma digestiva</div>]]></description>
         <pubDate>2021-08-02 16:53:36 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>maitetorresjunger</author>
         <link>https://padlet.com/claudiauchoa/t22ob3l5u9vyjjak/wish/1666931696</link>
         <description><![CDATA[<div>Forma infectante: tripomastigota metacíclico</div>]]></description>
         <pubDate>2021-08-02 16:55:05 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>maitetorresjunger</author>
         <link>https://padlet.com/claudiauchoa/t22ob3l5u9vyjjak/wish/1666936291</link>
         <description><![CDATA[<div>Amastigota: intracelular e reprodutiva; forma presente no hospedeiro definitivo<br>Tripomastigota: extracelular e móvel; forma presente no hospedeiro definitivo<br>Epimastigota: extracelular (tubo digestivo do vetor), reprodutiva e móvel; forma presente no hospedeiro intermediário</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-02 17:00:48 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>leticia_luz1</author>
         <link>https://padlet.com/claudiauchoa/t22ob3l5u9vyjjak/wish/1667219381</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Mais informações sobre a Fase Aguda : </strong><br>Essa fase é caracterizada&nbsp; por miocardite difusa, com vários graus de severidade, às vezes só identificada por eletrocardiograma ou ecocardiograma. Pode ocorrer pericardite, derrame pericárdico, tamponamento cardíaco, cardiomegalia, insuficiência cardíaca congestiva, derrame pleural. <br>- Em casos de transmissão vetorial, podem ocorrer sinais de porta de entrada: sinal de Romana (edema bipalpebral unilateral) ou chagoma de inoculação (lesão a furúnculo que não supura).<br>-&nbsp; A meningoencefalite, que é rara, tende a ser letal, e ocorre geralmente em casos de reativação (imunodeprimidos) ou em lactentes. Alterações laboratoriais incluem anemia, leucocitose, linfocitose, elevação de enzimas hepáticas, alteração nos marcadores de atividade inflamatória (velocidade de hemossedimentação, proteína C-reativa, etc.). <br>- Relatos em surtos de transmissão por via oral demonstraram a ocorrência de icterícia, lesões em mucosa gástrica, alterações nas provas de coagulação e plaquetopenia.<br><br><strong>Mais informações sobre a Fase Crônica : </strong><br>Há também a forma congênita : ocorre em crianças nascidas de mães com exame positivo para <em>T. cruzi</em>. Pode passar despercebida em mais de 60% dos casos; em sintomáticos, pode ocorrer prematuridade, baixo peso, hepatoesplenomegalia e febre; há relatos de icterícia, equimoses e convulsões devidas à hipoglicemia. Meningoencefalite costuma ser letal.<br><br><strong>Mais sobre a forma cardíaca : <br></strong><br>- é a <strong>&nbsp;</strong>importante causa de limitação do chagásico crônico e a principal causa de morte. <br>- Alterações eletrocardiográficas mais comuns: bloqueio completo do ramo direito (BCRD), hemibloqueio anterior esquerdo (HBAE), bloqueio atrioventricular (BAV) de 1o, 2o e 3o graus, extrassístoles ventriculares, sobrecarga de cavidades cardíacas, alterações da repolarização ventricular.<br>- As principais manifestações são palpitações, edemas, dor precordial, dispneia, dispneia paroxística noturna, tosse, tonturas, desmaios, desdobramento ou hipofonese de segunda bulha, sopro sistólico.<br><br><strong>Mais sobre a forma Digestiva :</strong><br><br>-<strong>&nbsp; A</strong>lterações ao longo do trato digestivo, ocasionadas por lesões dos plexos nervosos (destruição neuronal simpática), com consequentes alterações da motilidade e morfologia, sendo o megaesôfago e o megacólon as formas mais comuns.<br><br>- Manifestações que sugerem megaesôfago: disfagia (sintoma mais frequente), regurgitação, epigastralgia, dor retroesternal a passagem do alimento, odinofagia (dor a deglutição), soluços, ptialismo (excesso de salivação), hipertrofia de parótidas; em casos mais graves pode ocorrer esofagite, fístulas esofágicas, alterações pulmonares decorrentes de refluxo gastroesofágico.&nbsp;<br><br>-&nbsp; No megacólon, geralmente ocorre constipação intestinal de instalação insidiosa, meteorismo, distensão abdominal; volvos e torções de intestino e fecalomas podem complicar o quadro. Exames radiológicos contrastados são importantes no diagnostico da forma digestiva.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-03 00:48:55 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>xlucasplayer</author>
         <link>https://padlet.com/claudiauchoa/t22ob3l5u9vyjjak/wish/1667420025</link>
         <description><![CDATA[<div>Uma análise ecológica de base populacional utilizando dados obtidos no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), do Ministério da Saúde, foi realizada com o objetivo de identificar um perfil epidemiológico da transmissão da doença de Chagas aguda, no Brasil. No Brasil, apenas os casos agudos são obrigatoriamente notificados ao Sinan. O estudo analisou as características epidemiológicas e tendências espaço-temporais das notificações, incluindo todos os casos de doença de Chagas aguda notificados entre 2001 e 2018 (5.184 casos).<br>Os autores da pesquisa afirmaram que a distribuição espaço-temporal da doença nesse período foi heterogênea no país. Também relataram que a taxa de incidência anual foi de 0,16 por 100 mil habitantes e identificaram um rápido aumento de notificações antes de 2005, uma queda estável de 2005 a 2009, seguida por aumento após 2009. As frequências mais altas de infecção foram observadas em crianças, adolescentes e idosos na região Norte, em todo período observado, e nas mulheres e em indivíduos de 20 a 64 anos no Nordeste, entre 2001 e 2009.<br><br>A transmissão vetorial foi a principal via relatada até 2005, enquanto a transmissão oral aumentou significativamente no Norte durante os outros períodos. O estudo também apontou que o estado do Pará é responsável por 81% dos casos decorrentes de transmissão oral na região Norte, com maiores proporções de casos ocorrendo após a safra de açaí e bacaba, com o consumo de alimentos derivados dessas frutas contaminadas pelas fezes do inseto.<br><br>Com esses resultados, os autores concluíram que, embora tenha diminuído a ocorrência da doença de Chagas em todo Brasil, a enfermidade continua sendo uma ameaça à saúde pública, evidenciada pela ocorrência de casos agudos em mais de 50% das microrregiões brasileiras. Também ressaltaram a necessidade de ações entomológicas e a adoção de medidas higiênico-sanitárias para reduzir a transmissão oral. Notificar casos crônicos no Brasil, inclusive em bancos de sangue, deve ser uma medida a ser fortemente considerada, de acordo com os cientistas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-03 04:14:29 UTC</pubDate>
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