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      <title>Identifique um texto narrativo, argumentativo, descritivo e informativo e publique aqui uma parte .    Leia e analise uma parte. Explique os motivos por que escolheu esse texto. Apresente oralmente as suas conclusões aos colegas usando algum método criativo/exposição oral. (centre-se na identificação do texto, nos motivos da escolha, na exemplificação e na conclusão (siga as regras da exposição oral). by Emilia Rodrigues</title>
      <link>https://padlet.com/emiliararaujo/t1vrzbdq1stohkxt</link>
      <description>Publique sua resposta ao tópico de discussão clicando no botão de adição abaixo.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-03-27 09:17:12 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>emiliararaujo</author>
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         <description><![CDATA[<p>Escrevam aqui</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-27 09:21:26 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>emiliararaujo</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-03-27 09:23:05 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>choiicatarina</author>
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         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://docs.google.com/document/d/10Cj38Vc_dfPLKufYUTLHVrxaxdjEmZS5YNNe6Hs29cY/edit?usp=sharing">https://docs.google.com/document/d/10Cj38Vc_dfPLKufYUTLHVrxaxdjEmZS5YNNe6Hs29cY/edit?usp=sharing</a></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-27 12:00:22 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/emiliararaujo/t1vrzbdq1stohkxt/wish/3384972029</link>
         <description><![CDATA[<p>Texto narrativo: </p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://periodicos.ufpa.br/index.php/moara/article/view/17444/11678">https://periodicos.ufpa.br/index.php/moara/article/view/17444/11678</a> , consultado a 27/03/2025</p><p><br/></p><p>Texto descritivo: </p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.jstor.org/stable/41011530">https://www.jstor.org/stable/41011530</a>, consultado a 27/03/2025 </p><p><br/></p><p>Texto informativo: </p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://eurocid.mne.gov.pt/artigos/imigracao-e-emigracao-em-portugal">https://eurocid.mne.gov.pt/artigos/imigracao-e-emigracao-em-portugal</a>, consultado a 27/03/2025</p><p><br/></p><p>Texto argumentativo: </p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.scielo.br/j/soc/a/VVbNqQf4tHhz6VkxZbWrBQR/">https://www.scielo.br/j/soc/a/VVbNqQf4tHhz6VkxZbWrBQR/</a>, consultado a 27/03/2025</p><p><br/></p><p>Grupo: Margarida, Eva e Marta </p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://periodicos.ufpa.br/index.php/moara/article/view/17444/11678" />
         <pubDate>2025-03-27 12:06:51 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>adrysacorreia</author>
         <link>https://padlet.com/emiliararaujo/t1vrzbdq1stohkxt/wish/3384977019</link>
         <description><![CDATA[<p>CAPÍTULO 4 </p><p>“EU VIM PARA PORTUGAL…”  </p><p>NARRATIVAS DE SUBJETIVIDADE MIGRATÓRIA </p><p>Carlos Nolasco1 </p><p>1. O indivíduo no contexto das migrações </p><p>Contabilizados aos milhões, compilados em séries estatísticas, catalogados  </p><p>em tipologias e interpretados por leituras teóricas que os transcendem, os  </p><p>migrantes convertem-se em entidades abstratas ignorados na sua individualidade. A generalidade dos discursos sobre migrantes reproduzem uma  </p><p>imagem uniformizada de um coletivo de indivíduos, em que a história particular de cada um não é tida em consideração. Sandro Mezzadra (2010: 16  </p><p>e ss.), numa breve revisão de como as migrações são representadas, assinala  </p><p>os vícios de alguns desses discursos: a argumentação comum, numa perspetiva paternalista e multicultural, identifica os migrantes como sujeitos  </p><p>frágeis, fugidos da fome e miséria, culturalmente diferentes e carentes de  </p><p>assistência, ou então, numa perspetiva ostracista, tende a relacioná-los com  </p><p>a clandestinidade, ilegalidade, criminalidade, atribuindo-lhes a responsabilidade pelo desemprego ou exaustão dos sistemas de segurança social;  </p><p>no discurso da comunicação social é recorrente a utilização de metáforas  </p><p>para falar das dinâmicas migratórias, como por exemplo “vagas de migração”, “fluxos migratórios” “abertura e fecho de comportas”, como se de uma  </p><p>força ou inevitabilidade se tratasse em virtude das diferenças entre espaços  </p><p>geográficos; por sua vez, os discursos académicos concebem os migrantes  </p><p>como sujeitos passivos, submetidos às dinâmicas resultantes de fatores de  </p><p>repulsa e atração, grandemente determinadas pelos desequilíbrios da divisão internacional do trabalho, bem como das lógicas do capitalismo. A estes  </p><p>1 </p><p> Investigador de pós-doutoramento da FCT no Centro de Estudos Sociais (CES) da Universidade de Coimbra, integrando o Núcleo de Estudos sobre Humanidades, Migrações e  </p><p>Estudos para a Paz (NHUMEP). É membro do Grupo de História e Desporto. É doutorado  </p><p>em Sociologia pela Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra. Foi docente em  </p><p>diversas instituições de ensino superior, lecionado disciplinas no campo das Ciências Sociais,  </p><p>tendo ocupado cargos de direção e também em órgãos científicos e pedagógicos. Participou  </p><p>em diversos projetos de investigação no CES. Tem como áreas de interesse as Migrações, o  </p><p>Desporto e a Sociologia V</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-27 12:10:52 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/emiliararaujo/t1vrzbdq1stohkxt/wish/3384979330</link>
         <description><![CDATA[<p>Texto Descritivo </p><p><br/></p><p><em>"Era algo inédito para nós e para eles, como seria de esperar, sobretudo no acolhimento da primeira família. Para começar, há vários anos que não viviam num país sem guerra, ou no caso das crianças, nem sequer se recordavam do que era não existir guerra. Tinham pavor de aviões, tiveram de aprender a ver os aviões como um meio de transporte de pessoas e mercadorias, deixar de ver os aviões como uma ameaça, que ao passar podem largar bombas. Poder andar na rua e dar um passeio, ver polícias ou militares fardados sem se assustarem, porque não eram uma ameaça. Os medos instalam-se rápido, mas para deixarem de existir, esse processo pode demorar bastante tempo. Quando os medos diminuíram, foi muito bom observar que conseguiam fazer amigos, criar laços com outras pessoas, conviver com famílias portuguesas sem receio.</em></p><p><em>Para quem está habituado a viver em guerra, sempre a pensar como sobreviver, não será fácil de repente mudar e viver de outra forma. Embora se possa pensar que mudar para melhor é fácil, essa mudança pode não ser efetivamente assim tão fácil. As memórias más condicionam constantemente o modo de agir, só com o tempo é que se conseguem alterar as reações, e mesmo após vários anos afastados da guerra, uma notícia, um telefonema, pode rapidamente acionar novamente o modo de agir em tempo de guerra e de grande dificuldade.</em></p><p><em>Aprender a confiar é uma conquista, deixar ser acarinhado por outras pessoas, ter regras e horários. É preciso aprender tudo de novo ou pela primeira vez. É necessário conviver com a distância da família, irmãos, avós, pais. Conseguir criar laços com famílias portuguesas é uma ajuda, não pode substituir a família que ficou para trás, mas enriquece. As diferenças culturais podem parecer obstáculos, mas por vezes são o que aproxima, a partilha de costumes, tradições e, sobretudo, a gastronomia são um motivo de convívio e facilitador de integração, pelo menos foi esta a minha experiência pessoal e do que observei na interação das famílias de refugiados com famílias portuguesas.</em></p><p><em>Nem tudo foi bom, surgiram diversos problemas ao longo do processo, muitos desses problemas surgiram da discrepância entre as leis aprovadas e a prática efetiva no terreno. Refiro-me aos serviços onde tinha de me dirigir com as famílias, que a maioria das vezes eram um teste à minha paciência, provocando atrasos e deslocações desnecessárias. Aprendi a lidar melhor com a minha frustração!</em></p><p><em>Neste momento as famílias estão integradas na sociedade portuguesa, ainda constroem a sua autonomia, umas mais autónomas que outras, devido às suas caraterísticas. São acompanhadas pelo SolSal Lisboa - Serviço de Atenção à Família, da Fundação Salesianos, como todas as famílias portuguesas e migrantes, dentro das suas necessidades, sempre com o objetivo de conquistarem a sua autonomia."</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-27 12:12:36 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/emiliararaujo/t1vrzbdq1stohkxt/wish/3384986292</link>
         <description><![CDATA[<p>Texto informativo:</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.europarl.europa.eu/topics/pt/article/20200624STO81906/explorar-as-causas-da-migracao-porque-e-que-as-pessoas-migram">https://www.europarl.europa.eu/topics/pt/article/20200624STO81906/explorar-as-causas-da-migracao-porque-e-que-as-pessoas-migram</a></p><p><br/></p><p>Texto argumentativo:</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://eurocid.mne.gov.pt/breve-historia-da-migracao-na-ue">https://eurocid.mne.gov.pt/breve-historia-da-migracao-na-ue</a></p><p><br/></p><p>Texto descritivo:</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://mundoeducacao.uol.com.br/sociologia/crise-dos-refugiados.htm">https://mundoeducacao.uol.com.br/sociologia/crise-dos-refugiados.htm</a></p><p><br/></p><p>Texto narrativo:</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://ensina.rtp.pt/dossie/portugal-migrantes-e-refugiados/">https://ensina.rtp.pt/dossie/portugal-migrantes-e-refugiados/</a></p><p><br/></p><p><br/></p><p>Grupo:</p><p>Marco Moretto </p><p>Jorge Mora </p><p>Simão Cunha</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-27 12:18:28 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/emiliararaujo/t1vrzbdq1stohkxt/wish/3384987959</link>
         <description><![CDATA[<p>Texto descritivo: </p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/41845/1/AM_2011_diagnostico_trofa.pdf">https://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/41845/1/AM_2011_diagnostico_trofa.pdf</a></p><p><br/></p><p>Texto informativo e argumentativo:</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.scielo.br/j/soc/a/VVbNqQf4tHhz6VkxZbWrBQR/">SciELO Brasil - Sociologia das migrações: entre a compreensão do passado e os desafios do presente Sociologia das migrações: entre a compreensão do passado e os desafios do presente</a></p><p><br/></p><p>Texto narrativo:</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://estudogeral.uc.pt/bitstream/10316/92452/1/Eu%20vim%20para%20Portugal.pdf">Eu vim para Portugal.pdf</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-27 12:19:48 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/emiliararaujo/t1vrzbdq1stohkxt/wish/3384995165</link>
         <description><![CDATA[<p>Texto narrativo</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://narrativasmag.escs.ipl.pt/issues/issue-1/memorial-em-terra-lusa-estorias-do-imigrante-em-portugal/">Nem sempre uma casa portuguesa, com certeza: estórias do imigrante em Portugal – Narrativas</a></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p>Grupo: Bárbara, Tatiana, Inês, Sofia e Vasco</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-27 12:25:34 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/emiliararaujo/t1vrzbdq1stohkxt/wish/3384997456</link>
         <description><![CDATA[<p>Grupo: Ana Rita, Filipa, Gabriela, Lara</p><p><br></p><p>	</p><p>→ Descritivo:</p><p>- Centra-se na descrição e no detalhe;</p><p>- Emprega adjetivação e contexto natural;</p><p>- Fornece toda a informação de forma a permitir que quem lê ou escuta possa reproduzir uma imagem mental aproximada sobre o acontecimento, a pessoa, a situação, etc.</p><p>	▪ "A Jugoslávia era constituída por sete repúblicas (Sérvia, Croácia, Eslovénia, Bósnia-Herzegovina, Macedónia e Montenegro), duas províncias autónomas (Vojvodina e Kosovo), seis grupos nacionalistas (sérvios, croatas, eslovenos, macedónios, montenegrinos e muçulmanos), várias minorias étnicas (húngaros, checos, albaneses, búlgaros, entre outros), três línguas oficiais (servo-croata, macedónio e esloveno), dois alfabetos oficiais (latino e cirílico)."</p><p>	▪ "A Comissão Mundial Sobre as Migrações Internacionais, dando conta da complexidade dos atuais movimentos migratórios, assinala a enorme diversidade de formas, nomeadamente: temporárias; permanentes; legais; irregulares; espontâneas; forçadas; trabalhadores indiferenciados; especialistas altamente qualificados; reagrupamento familiar; mobilidade estudantil; migrantes em trânsito; migrantes retornados, entre outros."</p><p><br></p><p><br></p><p>• Narrativo: </p><p>- Pode conjugar outros estilos; </p><p>- Centra-se na organização de uma estória (a narrativa e na escrita dando conta da sequência dos acontecimentos ou das reflexões que ocorrem no tempo); </p><p>- Os verbos e as formas verbais em geral são absolutamente importantes neste estilo; </p><p>- Sobressai a figura do/a narrador/a.  </p><p>• Narra a transformação do trabalho: "Weber interpretava estas circunstâncias como decorrentes da penetração do capitalismo nas áreas rurais e a consequente proletarização dos trabalhadores. A utilização de trabalhadores polacos pelos proprietários fundiários alemães revelava-se mais rentável pelos baixos salários pagos..."</p><p>• Narrativa histórica de fronteiras e migrações: "As novas fronteiras, resultantes dos processos de independência das repúblicas, suscitaram uma pluralidade de situações envolvendo migrações dentro, para dentro e para fora dos novos Estados, deslocações voluntárias e involuntárias, e situações em que não foram as pessoas que migraram mas sim as fronteiras e as suas nacionalidades."</p><p>"Por exemplo, os 25 milhões de russos que viviam fora do espaço da República russa, e que até aí eram cidadãos soviéticos, confrontaram-se de repente com todas estas circunstâncias. Para dar resposta à complexidade da situação, estabeleceram-se novas categorias de migrantes, tais como "povos anteriormente deportados" (comunidades que foram deslocadas à força durante o regime estalinista), "migrantes ecológicos" (populações obrigadas a deslocarem-se em virtude de desastres ambientais), e "reinstalação involuntária de pessoas" (aqueles que foram obrigados a mudar-se para o país da sua cidadania em consequência de circunstâncias que punham em causa as suas vidas)." São apresentadas categorias de migrantes com histórias específicas e contextualizadas - como "povos anteriormente deportados" ou "migrantes ecológicos" - que demonstra trajetórias pessoais e coletivas numa dimensão narrativa.</p><p><br></p><p>→ Informativo:</p><p>- Texto centrado sobre a necessidade de passar uma mensagem de forma objetiva;</p><p>- Procura dar detalhes sobre onde, quem, como e quando (ocorrências, dados);</p><p>- Apresenta algum distanciamento, face ao assunto a tratar;</p><p>- Recorre a fontes secundárias.</p><p>Este texto explora as características da redação informativa e aborda as definições relacionadas à migração segundo as Nações Unidas. Na primeira parte, destacam-se as particularidades de um texto informativo, como a objetividade na comunicação, detalhamento dos eventos (quem, onde, como e quando), distanciamento do autor em relação ao tema, e o uso de fontes secundárias. Na segunda parte, apresenta-se a definição da migração, considerando que envolve uma mudança de residência habitual para outro país, e diferencia entre migrações temporárias e permanentes com base na duração da estadia no destino.</p><p>	▪ "A definição das Nações Unidas, ao dizer que um migrante é todo aquele que ao ir para outro país muda a sua residência habitual, afirma que a migração é uma mudança de espaços político-administrativos com alguma duração, por implicar uma alteração de residência, e permitindo assim uma distinção entre migrações e outras formas de mobilidade que não têm implícita essa mudança de residência."</p><p>	▪ "Quanto ao tempo implicado na migração, se o migrante se encontra numa situação transitória, permanecendo pouco tempo no local de destino, estaremos perante uma migração temporária, por oposição às migrações em que o migrante, no destino, estabelece residência de forma definitiva, sendo que neste caso estamos perante migrações permanentes."</p><p><br></p><p>	→ Argumentativo:</p><p>- É um tipo de texto que se centra no fornecimento de argumentos que explicam um determinado resultado ou situação;</p><p>- Neste texto é muito importante a consciência e a fundamentação desse argumento (porquê?);</p><p>- Por vezes, no mesmo texto podem ser apresentados argumentos diferentes e opostos, desde que o objetivo seja de facto clarificar quem lê/escuta acerca das diversas visões para o mesmo problema/assunto;</p><p>- Este texto exige fundamentação teórica, pois é a partir dela que nascem os bons argumentos.</p><p>	▪ "(…)Tomam partido, embora não o façam explicitamente, através de um conjunto de argumentos lógicos, objetivamente arrumados e assumidos pelo locutor(…)".</p><p>"Tratando-se de um fenómeno simultaneamente espacial e temporal, todas as definições do que são migrações são arbitrárias, na medida em que não há consenso relativamente à amplitude geográfica a percorrer, nem à duração da permanência no destino, nem tão pouco às consequências sociais implicadas no movimento para que o mesmo possa ser considerado como migratório."</p><p><br></p><p>Fontes: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://ces.uc.pt/publicacoes/oficina/ficheiros/14615_Oficina_434.pdf">14615_Oficina_434.pdf</a> ; <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://repositorio-aberto.up.pt/bitstream/10216/131201/3/434396.1.pdf">https://repositorio-aberto.up.pt/bitstream/10216/131201/3/434396.1.pdf</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-27 12:27:18 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/emiliararaujo/t1vrzbdq1stohkxt/wish/3384997725</link>
         <description><![CDATA[<p>Texto informativo </p><p><br/></p><p>https://youth.europa.eu/get-involved/your-rights-and-inclusion/situation-migrants-and-refugees-europe_pt#:~:text=As%20migra%C3%A7%C3%B5es%20fazem%20parte%20da%20hist%C3%B3ria%20da%20humanidade.,%C3%A0%20guerra%2C%20%C3%A0s%20cat%C3%A1strofes%20naturais%20ou%20%C3%A0%20pobreza</p>]]></description>
         <enclosure url="https://youth.europa.eu/get-involved/your-rights-and-inclusion/situation-migrants-and-refugees-europe_pt#:~:text=As%20migra%C3%A7%C3%B5es%20fazem%20parte%20da%20hist%C3%B3ria%20da%20humanidade.,%C3%A0%20guerra%2C%20%C3%A0s%20cat%C3%A1strofes%20naturais%20ou%20%C3%A0%20pobreza" />
         <pubDate>2025-03-27 12:27:32 UTC</pubDate>
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