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      <title>Projeto Mulheres Negras by </title>
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      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-03-10 09:57:57 UTC</pubDate>
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         <title>Michelle Obama</title>
         <author>joaoxavoso0</author>
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         <description><![CDATA[<p>Michelle Obama é uma figura inspiradora e multifacetada. Além de ser a ex-primeira-dama dos Estados Unidos, ela tem uma trajetória notável como defensora da educação, saúde, e empoderamento feminino. Algo incrível sobre ela é sua capacidade de usar sua plataforma para abordar questões importantes, como a promoção de hábitos saudáveis com a campanha <em>Let's Move!</em> para combater a obesidade infantil e sua iniciativa <em>Reach Higher</em>, que incentiva jovens a buscar a educação superior.</p><p>Além disso, Michelle Obama tem sido uma defensora incansável dos direitos das mulheres e da igualdade racial, compartilhando suas experiências pessoais de superação em sua autobiografia <em>Becoming</em> (Minha História). No livro, ela abre seu coração sobre as dificuldades que enfrentou ao longo de sua vida, oferecendo uma perspectiva poderosa sobre perseverança, identidade e autoestima.</p><p>Outro fato impressionante é que Michelle Obama foi uma das poucas mulheres na história a ser reconhecida como uma das personalidades mais influentes do mundo, sempre mantendo sua autenticidade e sensibilidade, sem abrir mão de suas convicções. Sua habilidade de se conectar com as pessoas, especialmente com as mais jovens, é realmente única!</p><p><br></p><p>João Sobral</p><p>João Xavier</p><p>Matheus Angelim</p><p>Jose Carlos Moraes</p><p>Luiz Henrique</p><p>Sidney Vicente</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-10 10:43:14 UTC</pubDate>
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         <title>Katemari Diogo da Rosa</title>
         <author>ygonamoura296</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Katemari Diogo da Rosa</strong> (<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Porto_Alegre">Porto Alegre</a>, 16 de outubro de 1978) é uma <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/F%C3%ADsico">física</a> brasileira, professora da <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Universidade_Federal_da_Bahia">Universidade Federal da Bahia</a> (UFBA) e indicada ao Prêmio “<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pr%C3%AAmio_Sim_%C3%A0_Igualdade_Racial">Sim à Igualdade Racial</a>”, na categoria “Intelectualidade negra”, no ano de 2020.</p><p>Carreira</p><p>Katemari é professora adjunta na UFBA e coordena vários projetos, como o:&nbsp; “Contando nossa história: Negras e Negros nas Ciências, Tecnologias e Engenharias no Brasil” que visa mapear cientistas negras e negros no país. Ela foi coordenadora de área do PIBID física que: “tem o objetivo de contribuir para a formação de estudantes de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Licenciatura">licenciatura</a> em <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/F%C3%ADsica">física</a> da UFBA” (2018-2022) e atua na gestão acadêmica como Coordenadora de Programas e Projetos na Pró-Reitoria de Extensão da UFBA. Além disso, faz parte da <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Sociedade_Brasileira_de_F%C3%ADsica">Sociedade Brasileira de Física</a> e é sócia da <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/American_Physical_Society"><em>American Physical Society</em></a>.</p><p>Prêmios</p><ul><li><p>2020 - Prêmio “<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pr%C3%AAmio_Sim_%C3%A0_Igualdade_Racial">Sim à Igualdade Racial</a>”, na categoria “Intelectualidade negra”, voltada para premiar grandes pensadores, escritores, doutores e notórios estudiosos negros e indígenas sobre a temática racial.</p></li></ul><p><br></p><p><br></p><p>Maria Júlia de Melo Mendonça, Luísa Carvalho, Luiza Grisi, Maria Clara Silveira</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-10 10:43:30 UTC</pubDate>
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         <title>Tereza de Benguela</title>
         <author>nandaslindas</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Tereza de Benguela</strong> foi uma líder quilombola que viveu em lugar incerto, mas sabe-se que o Quilombo do Piolho, no qual liderou, estava às margens do Rio Guaporé, localizado na cidade de Vila Bela de Santíssima Trindade, atual estado do Mato Grosso. Não conhecemos o fim de Tereza, alguns historiadores afirmam que ela morreu nos combates em 1770, outros, que ela escapou do ataque e viveu mais alguns anos.</p><p>Em 2014, foi criado o Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra. Tereza é atualmente um símbolo da liderança da mulher negra feminina e da resistência dos povos escravizados no Brasil, além de uma referência de luta para todas as mulheres negras do Brasil contra a discriminação.</p><p><br></p><p>maria fernanda araujo</p><p>julia lima victor</p><p>luiza akemi oki</p><p>leticia kanuelle</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-10 10:43:31 UTC</pubDate>
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         <title>Rosa Parks</title>
         <author>rosaprogramacao</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Rosa</strong> <strong>Parks</strong> foi uma mulher negra norte-americana que ficou marcada por recusar-se a obedecer a uma lei segregacionista que existia no transporte coletivo de Montgomery, no Alabama, Estados Unidos. O ato dela, em 1955, resultou na sua prisão e, em represália, a população afro-americana da cidade se mobilizou para boicotar os ônibus.</p><p>A ação de Rosa Parks foi o estopim para o início dos movimentos que lutaram pelos direitos civis dos negros norte-americanos. Ela foi <strong>um dos grandes ícones desse ativismo antirracista</strong> e defendeu causas relacionadas ao longo de toda a sua vida. Sua atuação lhe rendeu muitas homenagens em vida e após a sua morte.</p><p><br></p><p>Lunna Tallita </p><p>Maria Luiza</p><p>Lis Xavier</p><p>Júlia Amorim</p><p>Mariana Soares</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-10 10:44:37 UTC</pubDate>
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         <title>Tereza de Benguela</title>
         <author>valennx1000</author>
         <link>https://padlet.com/kawangnp/t1vkd5shg77t129r/wish/3358665713</link>
         <description><![CDATA[<p>Tereza de Benguela foi uma das líderes quilombolas brasileiras mais importantes devido à sua coragem e luta contra a escravidão durante o período colonial. Ela nasceu por volta de 1731 no estado de Mato Grosso e, mais tarde, se tornou um símbolo da resistência negra no Brasil.</p><p>Tereza era a chefe do Quilombo do Piolho, que é um dos maiores quilombos da região, que atualmente é o estado de Mato Grosso. Sob sua liderança, este lugar permaneceu independente por vários anos, apesar das ferozes tentativas das forças coloniais de destruir os restantes “pólios de resistência negra”, levando-a a demonstrar habilidades incríveis em diplomacia, gestão e firmeza.</p><p>Além de seu valor militar, Tereza de Benguela também era renomada por ser uma estrategista política. Ela, sozinha, garantiu que o quilombo estivesse bem defendido e que a comunidade, que dependia da agricultura e da caça, fosse adequadamente sustentada, enquanto também criava redes com outros grupos de resistência. Sua liderança não apenas simbolizava a luta pela liberdade, mas também a luta para preservar a cultura e os valores das pessoas trazidas por africanos escravizados.</p><p>Infelizmente, Tereza de Benguela foi capturada pelas forças coloniais em 1770, e sua morte marcou um golpe significativo para o movimento de resistência.</p><p>No entanto, continua a rejeitar a detecção devido à sua influência preparando a sociedade para movimentos sociais sobre a história africana no Brasil, que foi negligenciada.</p><p>Até hoje, Tereza de Benguela é reverenciada como uma das mulheres negras mais proeminentes da história do Brasil devido à sua imensa força, coragem e espírito de luta pela liberdade. Seu nome se tornou indiscutivelmente um dos símbolos na memória coletiva do povo negro e é continuamente trazido à tona em movimentos políticos, culturais, educacionais e de justiça social.</p><p><br></p><p>Maria Fernanda Fontes</p><p>Valentina Teixeira</p><p>Leticia Vivas</p><p>Pedro Lucas</p><p>Marcelo Prado</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-10 11:14:42 UTC</pubDate>
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         <title>Rebeca Andrade </title>
         <author>mariaandrea9</author>
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         <description><![CDATA[<p>Rebeca Andrade é uma das maiores atletas brasileiras, destacando-se na ginástica artística com conquistas históricas, como a medalha de ouro no Campeonato Mundial de 2021. Como mulher negra, ela exerce uma grande influência social, desafiando estereótipos e inspirando jovens negras a acreditarem no potencial de superação. Sua presença no esporte, antes dominado por mulheres brancas, simboliza resistência e empoderamento. Rebeca se tornou uma referência não apenas no esporte, mas também na luta por representatividade e igualdade, mostrando que o talento não tem cor e quebrando barreiras para futuras gerações.</p><p><br></p><p>Natália Paulinelli </p><p>Maria Andréa </p><p>Maria Clara </p><p>Maitê Vieira </p><p>Marina Albuquerque </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-10 11:16:26 UTC</pubDate>
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         <title>Daiane dos Santos</title>
         <author>franpereira123</author>
         <link>https://padlet.com/kawangnp/t1vkd5shg77t129r/wish/3358681428</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Daiane Garcia dos Santos</strong> (<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Porto_Alegre">Porto Alegre</a>, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/10_de_fevereiro">10 de fevereiro</a> de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1983">1983</a>) é uma ex-<a rel="noopener noreferrer nofollow" class="mw-redirect" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ginasta">ginasta</a> <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil">brasileira</a> que competiu em provas de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Gin%C3%A1stica_art%C3%ADstica">ginástica artística</a>. Conquistou nove medalhas de ouro em etapas de copas do mundo de ginástica artística.</p><p>Daiane foi a primeira ginasta brasileira, entre homens e mulheres, a conquistar uma medalha de ouro em uma edição do <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Campeonato_Mundial_de_Gin%C3%A1stica_Art%C3%ADstica">Campeonato Mundial</a>. Daiane dos Santos fez parte da primeira seleção brasileira completa a disputar uma edição olímpica, nos <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Gin%C3%A1stica_nos_Jogos_Ol%C3%ADmpicos_de_Ver%C3%A3o_de_2004">Jogos de Atenas</a>, repetindo a presença nas edições seguintes, nas <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Gin%C3%A1stica_nos_Jogos_Ol%C3%ADmpicos_de_Ver%C3%A3o_de_2008">Olimpíadas de Pequim</a> e <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Jogos_Ol%C3%ADmpicos_de_Ver%C3%A3o_de_2012">Olimpíadas de Londres</a>.</p><p>Daiane possui ainda dois movimentos nomeados após ser a primeira ginasta no mundo a realizá-los: o <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Duplo_twist_carpado">duplo twist carpado</a>, ou <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Duplo_twist_carpado">Dos Santos I</a>, e a evolução deste primeiro: o <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Duplo_twist_esticado">duplo twist esticado</a>, ou <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Duplo_twist_esticado">Dos Santos II</a>.</p><p>Em 2007, submeteu-se a um exame de ancestralidade genética para descobrir seus ascendentes. Assim como resposta, Daiane apresentou as proporções equilibradas entre os três principais grupos que deram origem à população brasileira. A ex-atleta gaúcha tem 39,7% de ancestralidade <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81frica">africana</a>, 40,8% <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Europa">europeia</a> e 19,6% <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Povos_amer%C3%ADndios">ameríndia</a>.<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Daiane_dos_Santos#cite_note-12"><sup>[12]</sup></a> Santos é descendente de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Angola">angolanos</a>, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_portuguesa_no_Brasil">portugueses</a>, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_italiana_no_Brasil">italianos</a> e <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Povos_ind%C3%ADgenas_do_Brasil">indígenas</a>.</p><p><br/></p><p>Nina Moura</p><p>Luciana Leite</p><p>Vívian Mendes</p><p>Maria Helena Rollemberg</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-10 11:27:06 UTC</pubDate>
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         <title>Miraildes Maciel Mota</title>
         <author>massimovozza</author>
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         <description><![CDATA[<p> Miraildes Maciel Mota, mais conhecida como Formiga, foi a única jogadora de futebol do mundo a participar de sete edições da copa do mundo, representando também o Brasil em sete Olimpíadas, sendo muito importante para o jogo ao contribuir para a representatividade da mulher negra em ambientes predominantemente masculinos.</p><p> Miraildes Mota, nascida em <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Salvador">Salvador</a>, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Bahia">Bahia</a>, desde cedo demonstrou sua paixão pelo <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Futebol">futebol</a>, improvisando bolas com a cabeça das bonecas que possuía. Mesmo enfrentando preconceito, inclusive em casa, onde seu irmão não queria que jogasse com os meninos e a agredia caso o contrariasse, ela persistiu. Sua mãe, Celeste, foi um apoio crucial, fornecendo o dinheiro para que pudesse frequentar a escolinha de futebol, garantindo assim sua jornada na busca por um lugar no esporte.</p><p> Mesmo com toda essa dificuldade, ela conseguiu superar essas barreiras e fez uma carreira incrível.</p><p><br></p><p>Rafael Castro Maia da Cunha</p><p>Massimo Cesare Vozza</p><p>Miguel Teixeira Melo</p><p>Ricardo Soares Primo</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-10 11:29:38 UTC</pubDate>
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         <title>Lélia Gonzalez</title>
         <author>matheusbarretoo2012</author>
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         <description><![CDATA[<p>Lélia Gonzalez foi uma intelectual, autora, ativista, professora, filósofa e antropóloga brasileira. É uma referência nos estudos e debates de gênero, raça e classe no Brasil, América Latina e pelo mundo, sendo considerada uma das principais autoras do feminismo negro no país.</p><p><br/></p><p>Matheus Barreto de Oliveira</p><p>Miguel Matos conceição</p><p>Rafael Feitosa de Oliveira</p><p>Pedro Américo Robert da Fonseca</p><p>Pedro Henrique Cunha Oliveira</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-10 12:26:28 UTC</pubDate>
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         <title>Mary Jackson</title>
         <author>mamatilu1</author>
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         <description><![CDATA[<p>Mariana Guimarães </p><p>Maria Luiza Santos</p><p>Maria Antônia de Andrade </p><p>Maria Fernanda Santana</p><p>Ticiane Fonseca </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-10 12:33:31 UTC</pubDate>
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         <title>Rafaela silva</title>
         <author>theoepeu99</author>
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         <description><![CDATA[<p><br></p><p>Em agosto de 2013 tornou-se a primeira brasileira a se sagrar campeã mundial de Judô.Três anos depois, em agosto de 2016, conquistou a <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Medalha_de_ouro">medalha de ouro</a> da categoria até 57&nbsp;kg nas <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Jogos_Ol%C3%ADmpicos_de_Ver%C3%A3o_de_2016">Olimpíadas Rio 2016</a>, após derrotar a judoca da <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Mong%C3%B3lia">Mongólia</a>, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Dorjs%C3%BCrengiin_Sumiyaa">Dorjsürengiin Sumiyaa</a>, então líder do ranking mundial em 28 de outubro de 2023, ela conquistou o ouro, em final contra a argentina Brisa Candela, nos Jogos Pan-Americanos de Santiago. Com isso, se tornou a primeira atleta da história do judô brasileiro, entre homens e mulheres, a ser campeã olímpica, mundial e pan-americana.</p><p>Atleta que faz parte do programa esportivo das <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="mw-redirect" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/For%C3%A7as_Armadas_Brasileiras">Forças Armadas Brasileiras</a>, tem a <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Hierarquia_militar_do_Brasil">patente</a> de terceiro sargento na <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Marinha_do_Brasil">Marinha do Brasil</a> e integra a equipe do Centro de Educação Física Almirante Nunes (<a rel="noopener noreferrer nofollow" class="new" href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=CEFAN&amp;action=edit&amp;redlink=1">CEFAN</a>), parte do Departamento Militar Esportivo.</p><p><br></p><p>Theo Gusmão Barroso Sande</p><p>Pedro Henrique Teixeira Barbosa </p><p>Matteo Sobral Vila Nova Monteiro</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-10 12:33:50 UTC</pubDate>
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         <title>Maria Beatriz Nascimento</title>
         <author>martitifepahme</author>
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         <description><![CDATA[<p>Maria beatriz nascimento foi uma brasileira <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="mw-redirect" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Historiadora">historiadora</a>, <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="mw-redirect" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Professora">professora</a>, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Roteirista">roteirista</a>, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Poeta">poeta</a> e ativista pelos <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Direitos_humanos">direitos humanos</a> de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Negros">negros</a> e <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Mulher">mulheres</a>.</p><p>Nascida em <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Sergipe">Sergipe</a>, migrou com a família para a cidade do Rio de Janeiro, onde formou-se em História pela <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Universidade_Federal_do_Rio_de_Janeiro">Universidade Federal do Rio de Janeiro</a>, (UFRJ) especializou-se na <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Universidade_Federal_Fluminense">Universidade Federal Fluminense</a> (UFF) e fez parte do corpo discente do curso de mestrado em Comunicação Social da UFRJ.</p><p>Maria Beatriz nasceu em <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Aracaju">Aracaju</a>, em 1942. Seus pais eram a dona de casa Rubina Pereira do Nascimento e o pedreiro Francisco Xavier do Nascimento, que tiveram dez filhos, sendo a segunda filha mais nova. Com apenas 7 anos, migrou com a família para a cidade do <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_de_Janeiro_(estado)">Rio de Janeiro</a>, no final de 1949, em uma viagem de barco, partindo de Salvador, instalando em <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Cordovil">Cordovil</a>, Zona da Leopoldina. Entre 1968 e 1971, cursa <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria">História</a> na <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Universidade_Federal_do_Rio_de_Janeiro">Universidade Federal do Rio de Janeiro</a> (UFRJ). Fez estágio em pesquisa no <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Arquivo_Nacional">Arquivo Nacional</a>, sob orientação do historiador <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Hon%C3%B3rio_Rodrigues">José Honório Rodrigues</a> e ingressa na rede estadual de ensino do Rio de Janeiro, lecionando história na escola estadual Roma, em <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Copacabana">Copacabana</a>.</p><p><br></p><p><br></p><p>Martina Leite Moraes da Cunha </p><p>Maria Fernanda Camello Vasconcelos </p><p>Valentina Monte Alegre Vieira Barreto </p><p>Paulo arthur Alves Pinheiro Doria </p><p>Maria Silva Barreto </p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3513079091/0c227db9079f6120f4247b6f1f5be6cc/Maria_Beatriz_Nascimento.jpg" />
         <pubDate>2025-03-10 12:34:08 UTC</pubDate>
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         <title>Epsy Campbell Barr</title>
         <author>laraleticiamaster</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Epsy Campbell Barr</strong> (<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/San_Jos%C3%A9_(Costa_Rica)">San José (Costa Rica)</a>, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/4_de_julho">4 de julho</a> de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1963">1963</a>) é uma <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Economista">economista</a> e <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pol%C3%ADtico">política</a> <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Costa_Rica">costa-riquenha</a>. Em <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/2018">2018</a>, tornou-se a primeira mulher e <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="mw-redirect" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Afrodescendente">afrodescendente</a> a assumir a <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="mw-redirect" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pol%C3%ADtica_da_Costa_Rica">Vice-presidência de seu país</a>, sendo também o primeiro afrodescendente eleito vice-presidente de um país da <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Am%C3%A9rica_Latina">América Latina</a>. Campbell é filiado ao <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="new" href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Partido_A%C3%A7%C3%A3o_Cidad%C3%A3&amp;action=edit&amp;redlink=1">Partido Ação Cidadã</a> (PAC), de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Centro-esquerda">centro-esquerda</a>, liderado pelo atual <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_presidentes_da_Costa_Rica">Presidente</a> <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Carlos_Alvarado_Quesada">Carlos Alvarado Quesada</a>, seu parceiro de chapa nas últimas eleições presidenciais.</p><p>Anteriormente, Campbell já exerceu cargos de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Assembleia_Legislativa_da_Costa_Rica">Deputada nacional</a> entre <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/2002">2002</a> e <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/2006">2006</a>. Também foi duas vezes pré-candidata à presidência da Costa Rica. Campbell construiu sua carreira dentro de espaços como a Rede de Mulheres Afro-latino-americanas e Afro-caribenhas (1997-2001), a Aliança de Povos Afrodescendentes da América Latina e do Caribe (ARAAC) e o Parlamento Negro das Américas. Além disso, foi coordenadora do Fórum de Mulheres para a Integração Centro-americana (1996-2001) e é fundadora do Centro de Mulheres Afro-costa-riquenhas.</p><p><br></p><p>Maria julia costa araujo </p><p>Lara cardoso </p><p>Leticia cardoso</p><p>Maria beatriz silveira </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-10 13:15:14 UTC</pubDate>
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         <title>Simone Biles</title>
         <author>mellmatos2012</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Simone Biles Owens</strong> (nascida <em>Simone Arianne Biles</em>; <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Columbus_(Ohio)">Columbus</a>, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/14_de_mar%C3%A7o">14 de março</a> de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1997">1997</a>),<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Simone_Biles#cite_note-1"><sup>[1]</sup></a> é uma <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Gin%C3%A1stica">ginasta profissional</a> <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Povo_dos_Estados_Unidos">americana</a>. É especialista na <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Gin%C3%A1stica_art%C3%ADstica">ginástica artística</a>, vencedora de trinta medalhas em <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Campeonato_Mundial_de_Gin%C3%A1stica_Art%C3%ADstica">campeonatos mundiais</a>, sendo vinte e três delas de ouro. É a ginasta mais condecorada na história do seu país em mundiais.<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Simone_Biles#cite_note-Biles1-2"><sup>[2]</sup></a></p><p>Biles obteve seis títulos mundiais no individual geral (<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Campeonato_Mundial_de_Gin%C3%A1stica_Art%C3%ADstica_de_2013">2013</a>, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Campeonato_Mundial_de_Gin%C3%A1stica_Art%C3%ADstica_de_2014">2014</a>, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Campeonato_Mundial_de_Gin%C3%A1stica_Art%C3%ADstica_de_2015">2015</a>, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Campeonato_Mundial_de_Gin%C3%A1stica_Art%C3%ADstica_de_2018">2018</a>, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Campeonato_Mundial_de_Gin%C3%A1stica_Art%C3%ADstica_de_2019">2019</a> e <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Campeonato_Mundial_de_Gin%C3%A1stica_Art%C3%ADstica_de_2023">2023</a>), sendo a primeira ginasta na história a atingir tal feito.<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Simone_Biles#cite_note-3"><sup>[3]</sup></a> Além disso possui outros seis títulos mundiais no solo (2013, 2014, 2015, 2018, 2019 e 2023), na trave de equilíbrio em 2014, 2015, 2019 e 2023, no salto sobre a mesa em 2018 e 2019 e foi membro da equipe americana vencedora em 2014, 2015, 2018, 2019 e 2023, sendo a maior medalhista feminina nesse campeonato.<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Simone_Biles#cite_note-Biles1-2"><sup>[2]</sup></a><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Simone_Biles#cite_note-4"><sup>[4]</sup></a> Tornou-se a primeira ginasta em seu gênero a ganhar três Campeonatos Mundiais consecutivos no individual geral,<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Simone_Biles#cite_note-5"><sup>[5]</sup></a> tendo sido ainda a primeira afro-americana a obter um título nessa prova.<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Simone_Biles#cite_note-6"><sup>[6]</sup></a> A nível nacional também possui cinco títulos no <em>all-around</em> (2013, 2014, 2015, 2016 e 2018).<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Simone_Biles#cite_note-7"><sup>[7]  </sup></a><strong>Simone é um símbolo para a comunidade negra, para o empoderamento feminino</strong>, uma das poucas atletas de um esporte predominante branco e elitista. Certamente, enfrentou problemas relacionados ao racismo ao longo de sua carreira, justamente por ser exceção e transgredir.</p><p><br></p><p>Maria Costa </p><p>Maria Julia Gallotti </p><p>Mell Matos </p><p>Maria Eduarda Lima </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-10 13:15:47 UTC</pubDate>
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         <title>Conceição Evaristo</title>
         <author>ninamamamimihlalateteh</author>
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         <description><![CDATA[<p>Marina Dantas</p><p>Marcela Dantas</p><p>Mirela Menezes</p><p>Larissa Prudente</p><p>Maitê Nabuco </p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3513273674/0a5eaa2d4e1643f75dac85886ee02339/conceicao_evaristo.png" />
         <pubDate>2025-03-10 13:16:27 UTC</pubDate>
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         <title>Jaqueline Goes de Jesus</title>
         <author>otaviomaster</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Jaqueline Goes de Jesus</strong> (<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Salvador">Salvador</a>, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/19_de_outubro">19 de outubro</a> de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1989">1989</a>) é uma <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Biom%C3%A9dico">biomédica</a>, doutora em patologia humana e <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="mw-redirect" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pesquisadora">pesquisadora</a> <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Brasileiros">brasileira</a>. Distinguiu-se por ser a biomédica que coordenou a equipe responsável pelo sequenciamento do genoma do vírus <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="mw-redirect" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/SARS-CoV-2">SARS-CoV-2</a> apenas 48 horas após a confirmação do primeiro caso de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/COVID-19">COVID-19</a> no <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil">Brasil</a>.<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Jaqueline_Goes_de_Jesus#cite_note-:0-1"><sup>[1]</sup></a><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Jaqueline_Goes_de_Jesus#cite_note-:1-2"><sup>[2]</sup></a><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Jaqueline_Goes_de_Jesus#cite_note-:2-3"><sup>[3]</sup></a><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Jaqueline_Goes_de_Jesus#cite_note-:3-4"><sup>[4]</sup></a><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Jaqueline_Goes_de_Jesus#cite_note-:4-5"><sup>[5]</sup></a> Também fez parte da equipe liderada por pesquisadores ingleses que sequenciou o genoma do vírus <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/V%C3%ADrus_da_zica">Zika</a>.</p><p><br></p><p>Otavio</p><p>Lucas</p><p>Marcio</p><p>Matheus</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-10 13:19:14 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Doroty Height</title>
         <author>matheusfelipemaster</author>
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         <description><![CDATA[<p>Dorothy Height foi uma influente ativista afro-americana dos direitos civis e dos direitos das mulheres. Nascida em Richmond, Virgínia, ela se mudou para Rankin, Pensilvânia, durante a infância, onde frequentou escolas integradas racialmente. Ela obteve seu bacharelado em educação e mestrado em psicologia educacional pela Universidade de Nova York.</p><p><br></p><p><br></p><p>Ao longo de sua carreira, Dorothy Height concentrou-se em melhorar as condições e oportunidades para mulheres afro-americanas. Ela atuou como assistente social em Harlem, Nova York, e trabalhou na YWCA de Harlem, onde defendeu melhores condições de trabalho para mulheres negras. Em 1957, tornou-se presidente do Conselho Nacional de Mulheres Negras (NCNW), cargo que ocupou por quatro décadas.</p><p><br></p><p><br></p><p>Além de seu trabalho com o NCNW, Height foi uma das poucas mulheres presentes na plataforma durante a Marcha sobre Washington em 1963, onde Martin Luther King Jr. proferiu seu famoso discurso "Eu Tenho um Sonho".</p><p><br></p><p> Ela também fundou o Black Family Reunion em 1986, visando celebrar e fortalecer os laços familiares na comunidade afro-americana. </p><p><br></p><p><br></p><p>Dorothy Height recebeu diversas honrarias por suas contribuições, incluindo a Medalha Presidencial da Liberdade em 1994 e a Medalha de Ouro do Congresso em 2004.</p><p><br></p><p> Ela faleceu em 20 de abril de 2010, aos 98 anos, deixando um legado duradouro na luta pelos direitos civis e das mulheres.</p><p><br></p><p>Pedro Meneses </p><p>Salomão Batalha</p><p>Rafael Brandão</p><p>Matheus Galindo </p><p>Matheus Felipe </p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-11 14:21:44 UTC</pubDate>
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         <title>María Elena Moyano</title>
         <author>sofiapmaster</author>
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         <description><![CDATA[<p>Seus dotes de líder manifestaram-se em todas suas atividades, mas, principalmente, na fundação do clube de mães Micaela Bastidas, que tinha a finalidade de defender às mães da manipulação da OFASA e outros organismos governamentais. Tendo em conta seu dom de trabalhar com pessoas e sua capacidade de trabalho, as mulheres de Villa El Salvador, em 1983, nomearam-na como sua delegada ante uma convenção, onde ia se formar a Federação de Mulheres. María Elena conta que foi com seu filho David no braços.eus dotes de líder manifestaram-se em todas suas atividades, mas, principalmente, na fundação do clube de mães Micaela Bastidas, que tinha a finalidade de defender às mães da manipulação da OFASA e outros organismos governamentais. Tendo em conta seu dom de trabalhar com pessoas e sua capacidade de trabalho, as mulheres de Villa El Salvador, em 1983, nomearam-na como sua delegada ante uma convenção, onde ia se formar a Federação de Mulheres. María Elena conta que foi com seu filho David no braços.Um dia antes de sua morte, o <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Sendero_Luminoso">Sendero Luminoso</a> convocou um ataque armado em todo o distrito. María Elena, junto com várias mulheres, foi às ruas de Villa El Salvador para desafiar o ataque e as ameaças do grupo terrorista de assassinar qualquer pessoa fora de suas casas. A parada armada convocada pelo <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Sendero_Luminoso">Sendero Luminoso</a> foi um fracasso e os senderistas buscavam represálias.</p><p><br></p><p>Júlia Vittória </p><p>Liz Smith</p><p>Letícia Lira</p><p>Rebeca Cardoso</p><p>Sofia Plech</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-11 14:22:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Argelia Laya</title>
         <author>marialuisamaster</author>
         <link>https://padlet.com/kawangnp/t1vkd5shg77t129r/wish/3360980174</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Professora, ativista, guerrilheira e política, é considerada uma das feministas mais importantes da história do país. Nos anos 1950, como líder do sindicato de professores, lutou pelos direitos das mulheres e contra toda forma de discriminação. Aos 21 anos, engravidou ao sofrer um estupro e só pôde continuar trabalhando após escrever uma carta de protesto ao ministro da educação (na época, mães solteiras não podiam dar aulas).</strong></p><p><strong>Depois disso, Argelia orientou seu ativismo para a defesa dos direitos reprodutivos das mulheres e se tornou a primeira venezuelana a falar sobre temas como descriminalização do aborto e igualdade de gênero nas escolas, nas empresas e na política. Em 1971, foi co-fundadora do partido Movimento pelo Socialismo (MAS), pelo qual se elegeu parlamentar e, duas décadas depois, tornou-se a primeira mulher e primeira negra a liderar um grande partido político na Venezuela.</strong></p><p><br></p><p><strong>Maria Luísa Fontan</strong></p><p><strong>Maria Laura Diniz</strong></p><p><strong>Marina Sobral</strong></p><p><strong>Samantha Goes</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-11 14:23:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Marielle Franco</title>
         <author>laviniamaster</author>
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         <description><![CDATA[<p>Marielle Francisco da Silva, conhecida como Marielle Franco, foi uma socióloga, ativista e política, nasceu em  27 de julho de 1979, <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="fl" href="https://www.google.com/search?sa=X&amp;sca_esv=e2d298d5261aaee8&amp;biw=1920&amp;bih=945&amp;sxsrf=AHTn8zpKDKblqeqd8JXDiqzMbpAFr15AqA:1741702555872&amp;q=rio+de+janeiro&amp;si=APYL9bu1Sl4M4TWndGcDs6ZL5WJXWNYEL_kgEEwAe0iMZIocdT9oGhzWhPyKgBAZTjk4NRYtqE-J8vY-NKdZVojPP8mnUoK2mleUdfwIaQLR0GevRNo-cGz__lE9M-lU0l8XVEfHPNPCIx2GYcljJmj8Zh1X2QycT_-XVGMJCul6lmhgjYpRm0qhZNeUVH44v5l9D08lrcSq_09BAeua-Hm_GQi71uNDgw%3D%3D&amp;ved=2ahUKEwj3qZbRm4KMAxWOqZUCHdhQDMoQmxMoAHoECCEQAg">Rio de Janeiro, Rio de Janeiro </a>. Era filiada ao Partido Socialismo e Liberdade, e elegeu-se vereadora do Rio de Janeiro para a Legislatura 2017-2020, durante a eleição municipal de 2016, com a quinta maior votação. Defendia o feminismo, os direitos humanos, e criticava a intervenção federal no Rio de Janeiro e a Polícia Militar, tendo denunciado vários casos de abuso de autoridade por parte de policiais contra moradores de comunidades carentes.</p><p>A principal motivação do assassinato da vereadora Marielle Franco <strong>envolveu a disputa em torno da regularização de territórios no Rio de Janeiro</strong>. </p><p><br></p><p>Mariana Silveira</p><p>Maria Lavínnia </p><p>Letícia Fonseca</p><p>Maria Luíza Lima</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-11 14:23:56 UTC</pubDate>
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         <title>Dandara Dos Palmares</title>
         <author>laraleticiamaster</author>
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         <description><![CDATA[<p>Dandara dos Palmares foi uma das figuras mais icônicas e valentes da história do Brasil, especialmente na luta contra a escravidão e pela liberdade do povo negro. Nascida por volta de 1600, no Quilombo dos Palmares, ela é reconhecida como uma das principais guerreiras e líderes desse quilombo, que foi o maior e mais importante refúgio de escravizados fugitivos durante o período colonial.</p><p>O Quilombo dos Palmares, localizado na região que hoje é o estado de Alagoas, foi uma resistência contra o sistema escravagista imposto pelos colonizadores portugueses. Dandara se destacou não apenas pela sua coragem, mas também pela sua habilidade de combate e liderança estratégica. Ela participou ativamente de batalhas contra os soldados portugueses e se tornou uma das figuras centrais da resistência. Sua luta era em nome da liberdade e da dignidade de seu povo, defendendo o quilombo com bravura.</p><p>Embora os relatos históricos sobre sua vida sejam limitados e muitas vezes misturados com mitos, Dandara é frequentemente descrita como uma mulher de grande força e determinação. Ela é lembrada, especialmente, pela sua coragem de enfrentar a opressão de um sistema cruel e desumano. Segundo algumas versões históricas, ela teria se casado com Zumbi dos Palmares, o líder mais famoso do quilombo, e juntos se tornaram símbolos da resistência negra.</p><p>No entanto, a resistência de Dandara não teve um final feliz. Quando os portugueses, com a ajuda de traidores, conseguiram derrotar o Quilombo dos Palmares em 1694, Dandara, assim como muitos outros, foi capturada. Acredita-se que ela tenha cometido suicídio para evitar ser capturada e levada para a escravidão, um ato que simboliza a luta e o sacrifício de todos os negros que resistiram ao regime colonial.</p><p>Dandara dos Palmares é, até hoje, uma inspiração para as lutas pela liberdade, igualdade e justiça. Seu nome e sua história foram resgatados como um símbolo de resistência negra, e sua memória continua a inspirar movimentos sociais que lutam pelos direitos dos afro-brasileiros e contra a discriminação racial.</p><p><br></p><p>Daniel Fabrício</p><p>Daniele Correia</p><p>Flávia Santana</p><p>Isabela Cunha </p><p>Melissa Melo</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-31 10:40:44 UTC</pubDate>
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         <title>Maria Beatriz Nascimento</title>
         <author>ceciliamaster2025</author>
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         <description><![CDATA[<p>Maria Beatriz Nascimento foi uma <strong><mark>historiadora, professora e ativista do movimento negro que se dedicou ao estudo da formação de quilombos e da resistência cultural negra</mark></strong>.&nbsp;</p><p>Contribuições</p><ul><li><p>Escreveu vários artigos sobre quilombos, racismo e resistência cultural negra&nbsp;</p></li><li><p>Participou ativamente da retomada dos movimentos sociais negros nos anos 1970 e 1980&nbsp;</p></li><li><p>Escreveu e narrou o documentário “Ôrí”, que explora a trajetória dos movimentos negros no Brasil&nbsp;</p></li><li><p>Contribuiu para a crítica à falsa teoria da democracia racial no país&nbsp;</p></li><li><p>Colocou o Brasil diante do espelho, propondo mudar a imagem da população negra&nbsp;</p></li></ul><p>Publicações&nbsp;</p><ul><li><p>Outra educação é possível: feminismo, antirracismo e inclusão em sala de aula (Mazza Edições)</p></li><li><p>Sobrevivendo ao racismo: memórias, cartas e o cotidiano da discriminação no Brasil (Papirus 7 Mares)</p></li></ul><p>Reconhecimento&nbsp;</p><ul><li><p>Incluída no Livro de Heróis e Heroínas da Pátria</p></li><li><p>Considerada uma "Heroína da Pátria" pela Câmara dos Deputados</p></li></ul><p><br></p><p><br></p><p>Ana Maria França Figueiredo</p><p>Anita Andrade Amaral</p><p>Cecília Menezes Santos</p><p>Giovanna Soares Menezes Cespedes Passos</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-31 10:41:50 UTC</pubDate>
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         <title>Mae Jemison</title>
         <author>robbyreidelas</author>
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         <description><![CDATA[<p>Mae Jemison é uma médica, engenheira, astronauta e empresária norte-americana, conhecida por ser a primeira mulher negra a viajar para o espaço. Nascida em 17 de outubro de 1956, em Decatur, Alabama, ela se destacou desde jovem por seu interesse em ciência e tecnologia. Após se formar em Engenharia Química pela Universidade de Stanford em 1977, Mae obteve seu diploma em Medicina pela Universidade Cornell em 1981.</p><p>Antes de se tornar astronauta, ela trabalhou como médica, com experiência em cuidados médicos em países como Cuba e no Liberia, onde esteve atuando em missões humanitárias. Em 1987, foi selecionada pela NASA como astronauta e, em 12 de setembro de 1992, tornou-se a primeira mulher negra a viajar ao espaço, a bordo do ônibus espacial Endeavour, durante a missão STS-47. Nesse voo, Mae Jemison foi especialista de missão e realizou vários experimentos científicos.</p><p>Após sua histórica viagem, Jemison deixou a NASA em 1993 e fundou sua própria empresa, a Jemison Group, dedicada ao desenvolvimento de tecnologias e soluções para melhorar a qualidade de vida. Ela também se envolveu com o campo da educação, promovendo iniciativas que incentivam a participação de jovens, especialmente meninas e minorias, em áreas como ciência, tecnologia, engenharia e matemática (STEM).</p><p>Além de sua carreira em ciência e tecnologia, Mae Jemison escreveu livros e palestrou sobre temas como inovação, diversidade e a importância de expandir os horizontes científicos. Sua trajetória não apenas quebrou barreiras, mas também inspirou muitas pessoas ao redor do mundo a perseguirem seus sonhos e contribuírem para o avanço da ciência e da exploração espacial.</p><p><br></p><p>Benjamin</p><p>Adriano</p><p>Gustavo Pedroza</p><p>Ilmar</p><p>Gustavo Souza</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-31 10:43:03 UTC</pubDate>
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         <title>Mae Jeminson</title>
         <author>laraleticiamaster</author>
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         <description><![CDATA[<p>Mae Jemison nasceu  em 1956 em 17 de outubro, no Alabama. Desde de criança sonhava em ser astronauta mesmo vivendo numa época complicada seguiu seu sonho se formando em medicina participando voluntariamente de uma campanha de vacinação. Após isso participa de uma competição entre dezenas de candidatos para ir para a lua para realizar pesquisas cientificas.</p><p>Caçula de três irmãos, Jemison não veio de uma família de cientistas ou algo parecido. Seu pai era faz-tudo em uma organização sem fins lucrativos e a mãe, professora primária.</p><p>Depois de se formar em Medicina, em 1981, Jemison foi voluntária em um campo de refugiados cambojanos na Tailândia e fez parte da equipe médica das Forças de Paz em Serra Leoa e na Libéria. Além do trabalho de campo, Jemison escreveu manuais de autocuidados, participou de pesquisas para criar a vacina contra a hepatite B e desenvolveu diretrizes para o trabalho voluntário na área de saúde dos Estados Unidos.</p><p>Parceria entre EUA e Japão, a missão incluiu 44 experimentos científicos japoneses e norte-americanos. A função principal de Jemison era investigar células ósseas durante o voo. Entre os experimentos que a astronauta supervisionou, um teve como objetivo observar como girinos se desenvolvem em ambientes sem gravidade.</p><p>Em março de 1993, a astronauta saiu da agência espacial. Na época, ela afirmou estar interessada em estudar mais a fundo como a tecnologia espacial pode interagir com o dia a dia das pessoas comuns. Dois anos depois da missão, ela <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://jemisonfoundation.org/about/"><strong>lançou</strong></a> um programa internacional de ciência para crianças chamado “The Earth We Share” (A Terra Que Compartilhamos). Atualmente, Jemison também&nbsp; lidera a organização “<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://100yss.org/"><strong>100 Year Starship</strong></a>”, que tem como objetivo enviar humanos para além do Sistema Solar nos próximos 100 anos.</p><p><br>Bernardo Rezende </p><p>isabella Dantas</p><p>Helena Oliveira</p><p>Alice Barreto</p><p>Cecilia Leal</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-31 10:46:37 UTC</pubDate>
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         <title>Cynthia Erivo</title>
         <author>laraleticiamaster</author>
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         <description><![CDATA[<p>Cynthia Erivo é uma talentosa atriz, cantora e compositora britânica, conhecida por sua impressionante habilidade vocal e versatilidade nas artes cênicas. Ela ganhou destaque internacional ao interpretar a heroína Harriet Tubman no filme <em>Harriet</em> (2019), performance que lhe rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz. Além disso, Erivo conquistou o Tony Award de Melhor Atriz em Musical por sua performance em <em>The Color Purple</em> (2016), mostrando seu talento no teatro. Sua carreira inclui uma série de prêmios e nomeações, como o Grammy e o Emmy, destacando sua excelência tanto no palco quanto nas telas. Cynthia também tem se aventurado como produtora e compositora, sendo uma figura importante na promoção da diversidade e inclusão na indústria do entretenimento. Ela continua a inspirar com sua arte e seu ativismo.</p><p><br></p><p>Larissa Almeida </p><p>Isadora Nogueira</p><p>Maria Helena Rollemberg</p><p>Maria Luiza Dantas</p><p>Laura Santos</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-31 11:11:06 UTC</pubDate>
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         <title>Daiane dos Santos</title>
         <author>laraleticiamaster</author>
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         <description><![CDATA[<p>Daiane Garcia dos Santos é uma ex-ginasta brasileira que competiu em provas de ginástica artística. Conquistou nove medalhas de ouro em etapas de copas do mundo de ginástica artística. Daiane foi a primeira ginasta brasileira a conquistar uma medalha em um Campeonato Mundial, ao ganhar o ouro no solo em 2003, em Anaheim, nos Estados Unidos. Ela é famosa por ter criado um movimento de solo que leva seu nome, o "Dai", que é uma combinação de uma pirueta com uma rotação.</p><p>Reconhecimento Internacional: Além de suas conquistas em competições, Daiane é reconhecida internacionalmente por sua técnica e estilo, sendo uma referência para jovens ginastas.</p><p>Ao longo de sua carreira, Daiane enfrentou diversas lesões, mas sempre demonstrou resiliência e determinação para voltar às competições.</p><p> Ela é uma fonte de inspiração para muitas meninas no Brasil e no mundo, mostrando que com dedicação e esforço é possível alcançar grandes sonhos.<br>Esses são apenas alguns dos muitos aspectos que tornam Daiane dos Santos uma figura notável no esporte!</p><p><br></p><p>Alberto</p><p>Izadora Lima</p><p>Carlos </p><p>Gustavo</p><p>Lara</p><p>Luciana</p><p>Nina</p><p>Vívian</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-31 11:24:42 UTC</pubDate>
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         <title>Robyn Rihanna Fenty</title>
         <author>laraleticiamaster</author>
         <link>https://padlet.com/kawangnp/t1vkd5shg77t129r/wish/3389209117</link>
         <description><![CDATA[<p>Rihanna, nascida Robyn Rihanna Fenty em 20 de fevereiro de 1988, em Saint Michael, Barbados, é uma cantora, atriz, empresária e estilista mundialmente famosa. Ela cresceu em uma família com dificuldades financeiras e, desde jovem, demonstrou interesse pela música, influenciada por artistas como Mariah Carey e Whitney Houston.</p><p>Em 2005, Rihanna foi descoberta pelo produtor musical Evan Rogers, que a levou para os Estados Unidos, onde assinou com a Def Jam Recordings, liderada por Jay-Z. Seu primeiro álbum, <em>Music of the Sun</em>, foi lançado em 2005, mas foi com o segundo, <em>A Girl Like Me</em> (2006), que ela ganhou fama mundial, especialmente com o sucesso do single "Umbrella". Esse foi o começo de sua ascensão no mundo da música.</p><p>Rihanna continuou a lançar uma série de álbuns de grande sucesso, como <em>Good Girl Gone Bad</em> (2007), <em>Rated R</em> (2009), <em>Loud</em> (2010), e <em>Anti</em> (2016), conquistando vários prêmios, incluindo Grammys. Seus hits como "We Found Love", "Diamonds" e "Work" são apenas alguns exemplos de sua habilidade em criar músicas que atravessam gerações.</p><p>Além de sua carreira musical, Rihanna também se destacou como empresária, lançando a marca de cosméticos Fenty Beauty em 2017, que se tornou um sucesso global por sua inclusão de uma ampla gama de tons de pele. Em 2018, ela também lançou a linha de moda Fenty sob o grupo LVMH, tornando-se a primeira mulher negra a criar uma marca dentro do conglomerado.</p><p>Rihanna também é conhecida por seu ativismo, especialmente em questões relacionadas aos direitos humanos, educação e saúde, além de sua fundação, a Clara Lionel Foundation, que apoia várias causas humanitárias.</p><p>Com um legado multifacetado, Rihanna é considerada uma das artistas mais influentes e bem-sucedidas da indústria do entretenimento.</p><p><br></p><p>Ana Beatriz Franco Maranhão </p><p>Isabella Silvany de Lima</p><p>Luiza de Oliveira Silva Vasconcelos</p><p>Helena Rollemberg Ribeiro</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-31 12:11:36 UTC</pubDate>
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         <title>Mae Jemison</title>
         <author>nandaslindas</author>
         <link>https://padlet.com/kawangnp/t1vkd5shg77t129r/wish/3389213598</link>
         <description><![CDATA[<p>Mae Jemison é uma médica, engenheira e astronauta norte-americana, conhecida por ser a primeira mulher negra a viajar no espaço. Nascida em 17 de outubro de 1956, em Decatur, Alabama, Mae sempre teve uma paixão por ciência e tecnologia, e desde jovem se destacou por sua curiosidade e inteligência.</p><p>Jemison graduou-se em Medicina pela Universidade de Cornell e iniciou sua carreira como médica, mas também se interessou por engenharia e pela exploração espacial. Em 1987, ela foi selecionada para o programa de astronautas da NASA, realizando sua formação rigorosa para ser parte da equipe de astronautas.</p><p>Em 12 de setembro de 1992, Mae Jemison fez história ao embarcar no espaço na missão STS-47 do ônibus espacial Endeavour. Durante essa missão de oito dias, ela realizou diversos experimentos científicos em microgravidade. Sua jornada foi um marco não só para as mulheres, mas também para a comunidade negra, sendo um exemplo de superação e luta contra as barreiras raciais e de gênero.</p><p>Além de seu trabalho na NASA, Jemison também é uma defensora da educação científica, especialmente para meninas e minorias, e fundou a "The Jemison Group", uma empresa de consultoria que trabalha com tecnologias emergentes. Ela também é autora de livros e palestrante, inspirando gerações a seguir seus sonhos na ciência e na exploração espacial.</p><p>A importância de Mae Jemison vai além de sua missão no espaço. Ela quebra estereótipos, abre portas para mulheres e negros na ciência e se tornou uma referência de perseverança, inovação e liderança. </p><p><br></p><p>Leonardo Santana</p><p>Lucca Carneiro</p><p>Júlio Flávio</p><p>Arthur Santa Rita </p><p>João Pedro</p><p>Francisco Luiz</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-31 12:15:28 UTC</pubDate>
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         <title>Carolina Maria de Jesus</title>
         <author>laraleticiamaster</author>
         <link>https://padlet.com/kawangnp/t1vkd5shg77t129r/wish/3389217452</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Maria Carolina de Jesus - Resumo da Vida e Legado</strong></p><p>Maria Carolina de Jesus nasceu em 14 de março de 1914, na cidade de Sacramento, no estado de Minas Gerais. Ela foi uma escritora, diarista e ativista social brasileira, reconhecida principalmente por seu livro "Quarto de Despejo", publicado em 1960. Maria Carolina cresceu em condições de extrema pobreza e enfrentou as dificuldades da vida na periferia de São Paulo, onde passou a maior parte de sua vida. Sua história de superação e sua visão de mundo, muitas vezes amarga, foram reveladas por meio de sua escrita.</p><p>A obra "Quarto de Despejo" surgiu de anotações feitas por Carolina, que escrevia sobre sua vida cotidiana, suas lutas e os desafios que enfrentava como mulher negra e pobre em uma sociedade desigual. O livro, que retratava a realidade de uma favela em São Paulo, ganhou enorme notoriedade e foi traduzido para vários idiomas. Com a publicação, Carolina de Jesus se tornou uma das primeiras escritoras brasileiras a abordar, de maneira tão visceral, as questões da pobreza, da desigualdade racial e das condições de vida nas favelas.</p><p>Além de sua carreira literária, Maria Carolina de Jesus trabalhou como diarista e catadora de papel, atividades que garantiam sua sobrevivência e a de seus filhos. Embora tenha alcançado reconhecimento por sua escrita, ela sempre manteve um vínculo com a classe trabalhadora e com a realidade de muitas mulheres que, como ela, viviam à margem da sociedade. Sua obra foi uma forma de denunciar essa exclusão social e dar voz aos que não tinham espaço na literatura brasileira convencional.</p><p>Durante sua vida, Carolina de Jesus teve uma relação complexa com a fama e o reconhecimento. Embora tenha sido amplamente celebrada em seu auge, a autora sofreu com as dificuldades financeiras e a falta de apoio institucional. Após o sucesso de "Quarto de Despejo", ela tentou publicar outros livros, mas enfrentou muitos obstáculos. A sua relação com a mídia também foi tensa, com a escritora muitas vezes expressando seu desconforto com a forma como era retratada na imprensa.</p><p>Maria Carolina de Jesus faleceu em 13 de fevereiro de 1977, sem ver plenamente o impacto duradouro de sua obra. No entanto, seu legado literário e sua luta por justiça social continuam vivos. Carolina de Jesus é considerada uma das maiores escritoras brasileiras do século XX, e sua obra segue sendo fundamental para a compreensão da realidade social e racial do Brasil. Ela permanece, até hoje, uma figura de resistência e de luta pela igualdade.</p><p><br></p><p>Alunos envolvidos no projeto:</p><p><br></p><p>José Milton Machado Neto</p><p>Davi Cardoso de Alcântara Braz</p><p>Eduardo Pereira César Santos</p><p>Lucas Lisboa </p><p>Arthur de Carvalho Siqueira Lopes Barbosa</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-31 12:18:31 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Carolina Maria De Jesus</title>
         <author>laraleticiamaster</author>
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         <description><![CDATA[<p>Carolina Maria de Jesus (1914-1977) foi uma escritora&nbsp;brasileira, considerada uma das primeiras e mais destacadas escritoras negras do País. Carolina Maria de Jesus nasceu em Sacramento, no interior de Minas Gerais, no dia 14 de março de 1914. Neta de escravos e filha de uma lavadeira analfabeta, Carolina cresceu em uma família com mais sete irmãos. Em 1924, em busca de oportunidades, sua família mudou-se para Lageado, onde trabalhavam&nbsp;como lavradores&nbsp;em uma fazenda. Em 1927, retornaram para Sacramento. Em 1930, acompanhando&nbsp;a família, Carolina foi&nbsp;morar em Franca, São Paulo, onde&nbsp;trabalhou&nbsp;como lavradora e&nbsp;empregada doméstica.</p><p>Com 23 anos, Carolina perdeu&nbsp;sua mãe.&nbsp;Resolveu ir&nbsp;para a capital, onde empregou-se como faxineira na Santa Casa de Franca.</p><p>Morando na&nbsp;favela, durante a noite trabalhava como catadora de papel. Lia&nbsp;tudo que recolhia&nbsp;e guardava as revistas que encontrava.&nbsp;Estava sempre escrevendo o seu dia a dia.</p><p>Em 1941, sonhando em ser escritora, foi&nbsp;até a redação do jornal Folha da Manhã com um poema que escreveu em louvor a <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.ebiografia.com/getulio_vargas/">Getúlio Vargas</a>. No dia 24 de fevereiro, o seu poema e a sua foto foram&nbsp;publicados no jornal.</p><p>Carolina continuou levando regularmente os seus poemas para a redação do jornal. Por esse motivo, acabou sendo apelidada&nbsp;de “A Poetisa Negra”.&nbsp;Era cada vez mais admirada pelos leitores da Academia Paulista de Letras e&nbsp;da Academia de Letras da Faculdade de Direito de São Paulo.</p><p>Em 1948,&nbsp;mudou-se para a favela do Canindé. Nos anos seguintes, Carolina foi mãe de três filhos&nbsp;todos de relacionamentos diferentes. Além disso, escreveu seu maior sucesso: Quarto de despejo: diário de uma favelada que contava sua trajetória nas favelas. Com o sucesso das vendas, Carolina deixou&nbsp;a favela, e pouco depois, comprou&nbsp;uma casa no Alto de Santana.</p><p><br></p><p>Em 1961, a autora viajou&nbsp;para a Argentina onde foi&nbsp;agraciada com a “Orden Caballero Del Tornillo”.</p><p>Nos anos seguintes, Carolina publicou:</p><ul><li><p>“Casa de Alvenaria: Diário de uma Ex-favelada” (1961)&nbsp;</p></li><li><p>“Pedaços da Fome” (1963)&nbsp;</p></li><li><p>“Provérbios” (1965)</p><p>Apesar de ter um livro transformado em <em>best seller</em>&nbsp;Carolina não se beneficiou com o sucesso e não demorou muito para voltar à condição de catadora de papel.</p><p>Em 1969, mudou-se com os filhos para um sítio no bairro de Parelheiros, em São Paulo, época em que foi&nbsp;praticamente esquecida pelo mercado editorial.</p><p>Carolina Maria de Jesus faleceu em São Paulo, no dia 13 de fevereiro de 1977, deixando um legado que jamais será esquecido.</p><p><br></p><p>Maria Alice Machado</p><p>Maria Alice Mendes</p><p>Cristal Leite</p><p>Carolina Mutti</p><p>Julia Tavares</p><p><br></p><p><br></p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-31 12:29:01 UTC</pubDate>
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         <title>Dandara dos Palmares</title>
         <author>laraleticiamaster</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Dandara dos Palmares (c. 1600 - 1694)</strong></p><p>Dandara dos Palmares foi uma guerreira e líder do Quilombo dos Palmares, um dos maiores e mais importantes quilombos da história do Brasil. Ela lutou contra as forças coloniais e pela liberdade dos negros escravizados. Dandara é considerada um símbolo de resistência à escravidão e de luta pela liberdade, e sua figura é muito respeitada como heroína da história afro-brasileira. Dandara foi esposa de Zumbi dos Palmares, um dos maiores líderes do quilombo, e, segundo algumas fontes, participou ativamente das batalhas, liderando seu povo com coragem e determinação.</p><p>Ela também é lembrada por sua habilidade de estrategista e pelo forte espírito de liderança, sendo uma das principais figuras femininas na luta pela liberdade. Dandara não só ajudou a fortalecer o Quilombo dos Palmares, como também demonstrou um exemplo de resistência das mulheres negras durante um período de extrema opressão. Sua morte é envolta em mistério, mas é amplamente acreditado que ela se suicidou para evitar ser capturada pelos colonizadores. Até hoje, Dandara é um ícone de luta e resistência contra a escravidão e o racismo no Brasil.</p><p><br></p><p><br></p><p>Alicia Prudente Andrade</p><p>Alice Mendonça Cerqueira Ferreira</p><p>Cecilia Pereira Alencar de Oliveira</p><p>Hadassa Melo Santana</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-31 13:00:57 UTC</pubDate>
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         <title>Marie Maynard Daly</title>
         <author>laraleticiamaster</author>
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         <description><![CDATA[<p>Marie Maynard Daly foi uma importante bioquímica norte-americana, reconhecida por suas contribuições pioneiras para a compreensão da fisiologia humana, especialmente nas áreas de metabolismo, doenças cardiovasculares e bioquímica do colesterol. Nascida em 16 de abril de 1921, em Queens, Nova York, Daly se destacou não apenas por suas descobertas científicas, mas também por ser a primeira mulher negra a obter um doutorado em química nos Estados Unidos.</p><p>Daly graduou-se em 1942 pela Universidade da Cidade de Nova York (CCNY), e logo em seguida, em 1947, completou seu doutorado em bioquímica na Universidade de Columbia. Durante sua carreira, ela realizou pesquisas significativas que ajudaram a esclarecer o papel do colesterol e dos lipídios nas doenças cardíacas. Em um momento crucial da sua trajetória, Daly trabalhou com o renomado cientista Christopher K. Anfinsen, e contribuiu para o desenvolvimento da compreensão das enzimas digestivas e da pressão arterial.</p><p>Além de suas descobertas científicas, Marie Daly também se destacou como uma defensora da inclusão de mulheres e minorias no campo da ciência. Ao longo de sua carreira, ela lecionou e orientou novos cientistas, inspirando diversas gerações a seguir a pesquisa científica. Em 1966, ela foi nomeada professora associada no Albert Einstein College of Medicine, onde permaneceu até sua aposentadoria.</p><p>Ela também teve um papel fundamental em pesquisas que mostraram a conexão entre a dieta e a saúde, ajudando a abrir caminho para práticas modernas de prevenção de doenças cardiovasculares. Daly foi uma das pioneiras em demonstrar a importância da nutrição no metabolismo e na saúde das artérias.</p><p>Marie Daly faleceu em 28 de outubro de 2003, mas deixou um legado duradouro na ciência e na medicina. Ela não apenas avançou no entendimento da bioquímica e da saúde humana, mas também foi um símbolo de resistência e superação, quebrando barreiras em uma época em que o campo da ciência era predominantemente masculino e branco.</p><p><br></p><p>Ana Clara, Ana Tereza, Ana Helena, Catarina.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-31 13:01:51 UTC</pubDate>
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         <title>Angela Davis </title>
         <author>robbyreidelas</author>
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         <description><![CDATA[<p>Aqui estão alguns pontos importantes sobre Angela Davis:</p><p><br></p><p>Ela foi  uma das figuras mais emblemáticas do movimento pelos direitos civis nos Estados Unidos e uma intelectual de destaque. Nascida em 1944, em Birmingham, Alabama, ela se tornou conhecida mundialmente por sua luta contra o racismo, o sexismo e a opressão política, além de sua atuação em prol da liberdade e da justiça social.</p><p><br></p><p>Ativismo pelos direitos civis: Angela foi uma figura central no movimento pelos direitos civis e, mais tarde, se envolveu no movimento feminista, no movimento LGBTQIA+ e em diversas lutas contra a repressão governamental e a violência policial. Ela teve uma participação ativa nas Panteras Negras, um grupo de ativistas que combatia a brutalidade policial contra a população negra nos Estados Unidos.</p><p><br></p><p>Envolvimento com o Partido Comunista: Angela Davis se envolveu com o Partido Comunista dos EUA, e suas ideias socialistas e marxistas a tornaram uma figura de destaque no cenário político de sua época. Ela defendia a luta pela igualdade e pela liberdade para todos os povos oprimidos, não só nos EUA, mas globalmente.</p><p><br></p><p>Acusações e prisão: Em 1970, Angela Davis foi acusada de envolvimento no sequestro e assassinato de um juiz nos EUA, relacionado ao caso de um prisioneiro negro. Ela foi presa, mas sempre manteve sua inocência. Sua prisão gerou uma grande mobilização internacional, e ela foi libertada em 1972, após uma batalha judicial e um forte apoio popular.</p><p><br></p><p>Escritora e acadêmica: Davis também se tornou uma das maiores intelectuais feministas e negras do mundo. Seus livros, como Mulher, Raça e Classe e A Liberdade é uma Luta Constante, abordam questões de racismo, feminismo, opressão e a interseção de classe, raça e gênero. Ela continua sendo uma referência no pensamento radical e no ativismo.</p><p><br></p><p>Luta contra o sistema prisional: Angela Davis é uma defensora da abolição das prisões, um tema que ela tem explorado em seus escritos e discursos. Ela critica o sistema carcerário, dizendo que ele não oferece soluções para a violência e a criminalidade, mas, em vez disso, perpetua a opressão, especialmente contra as comunidades negras e pobres.</p><p><br></p><p>Angela Davis é uma mulher extraordinária, cujo legado vai além do ativismo, impactando diretamente no campo acadêmico, na política e na luta pela justiça social. Ela continua a ser uma voz influente para as questões de liberdade, igualdade e direitos humanos.</p><p><br></p><p>GUSTAVO COELHo</p><p>DAVI GUILHERME</p><p>JOSE TADEU</p><p>JOSE AUGUSTO</p><p>BENICIO DAL VESCO</p><p>GUILHERME TORRES</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-31 13:03:24 UTC</pubDate>
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         <title>Maria Firmina dos Reis</title>
         <author>laraleticiamaster</author>
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         <description><![CDATA[<p>Maria Firmina dos Reis (1825-1917) foi uma escritora, professora, musicista e ativista brasileira, pioneira da literatura nacional e uma das primeiras romancistas do Brasil. Nascida em São Luís, Maranhão, em 11 de outubro de 1825, Firmina dos Reis teve uma vida marcada por uma trajetória de luta pela educação, pelos direitos das mulheres e pela igualdade racial. Sua importância histórica é amplamente reconhecida na atualidade, especialmente por sua obra literária inovadora e por sua contribuição para a literatura brasileira no século XIX.</p><p><strong>Infância e Formação</strong></p><p>Firmina dos Reis era filha de uma mulher negra livre e de um homem português, o que a colocava em uma posição social complexa. Ela foi educada em casa, devido à falta de acesso de mulheres à educação formal na época. Contudo, demonstrou grande talento para as artes, especialmente para a música, sendo muito envolvida com a música clássica. Sua educação também a capacitou a se tornar professora, uma das primeiras mulheres a atuar nessa profissão no Brasil.</p><p><strong>Carreira Literária</strong></p><p>Maria Firmina dos Reis é mais conhecida por seu romance <strong>"Úrsula"</strong>, publicado em 1859, que foi pioneiro no Brasil ao tratar da escravidão de uma forma profunda e humanista, com foco na psicologia dos personagens. A obra é considerada a primeira de uma mulher escritora no Brasil e o primeiro romance abolicionista do país. Em "Úrsula", ela coloca em discussão temas como a liberdade, os direitos humanos e a opressão, abordando especialmente a condição do negro escravizado e a situação das mulheres.</p><p>A obra não era apenas uma crítica à escravidão, mas também uma reflexão sobre o papel das mulheres e a luta pela autonomia pessoal e social. "Úrsula" é uma narrativa rica, que vai além das questões sociais de sua época e se aprofunda na construção de personagens complexos, algo que a destaca na literatura brasileira do século XIX.</p><p><strong>Atuação como Educadora e Mulher de Inovação</strong></p><p>Além de escritora, Firmina dos Reis teve uma atuação importante na educação. Ela fundou e dirigiu uma escola para meninas no Maranhão, promovendo o ensino para as mulheres e defendendo o acesso à educação como um direito para todos, independentemente de classe social ou gênero. Seu trabalho educacional foi pioneiro em um momento em que o Brasil ainda não tinha muitas mulheres envolvidas na educação e quando a escravidão ainda predominava no país.</p><p><strong>Luta pela Igualdade</strong></p><p>A obra e as ações de Firmina dos Reis também se alinham com suas crenças em igualdade e justiça. Em um contexto social e político no qual a maioria das mulheres e a população negra eram marginalizadas, ela se tornou uma defensora das causas femininas e abolicionistas. Mesmo sendo mulher e negra em um Brasil dominado por um sistema patriarcal e escravocrata, Firmina não se conformou com as limitações impostas pela sociedade.</p><p><strong>Legado e Reconhecimento Póstumo</strong></p><p>Apesar de seu talento e contribuição literária, Maria Firmina dos Reis foi em grande parte esquecida durante grande parte do século XX, mas desde a segunda metade do século, sua obra e sua importância começaram a ser mais reconhecidas. Ela é, hoje, considerada uma das figuras fundamentais da literatura brasileira do século XIX, especialmente no que se refere à escrita de mulheres e à literatura abolicionista.</p><p>Seu trabalho foi redescoberto por estudiosos da literatura brasileira, e hoje, é lembrada como uma escritora inovadora que tratou de temas essenciais, como a opressão, a luta pela liberdade e a autonomia feminina, ainda muito relevantes em tempos modernos.</p><p>Maria Firmina dos Reis faleceu em 1917, mas seu legado perdura, e ela é reconhecida, hoje, como uma das precursoras da literatura brasileira e uma das mais importantes escritoras negras da história do Brasil.</p><p><strong>Principais Obras</strong></p><ul><li><p><strong>"Úrsula"</strong> (1859): Romance abolicionista, considerado o primeiro romance escrito por uma mulher no Brasil e um dos primeiros a abordar criticamente a escravidão e a luta pela liberdade no Brasil.</p></li><li><p><strong>Poemas</strong>: Maria Firmina dos Reis também escreveu poesias que exploram temas como a liberdade, o amor e a natureza, mas foi principalmente sua prosa que a destacou.</p></li></ul><p><strong>Conclusão</strong></p><p>Maria Firmina dos Reis foi uma mulher à frente de seu tempo, que desafiou as normas sociais e se destacou tanto na literatura quanto na educação. Seu trabalho não só antecipa o movimento abolicionista e feminista, mas também oferece uma visão profundamente humana e sensível dos temas sociais mais urgentes de sua época, colocando-a como uma figura fundamental para a literatura brasileira e para a luta por justiça e igualdade.</p><p><br></p><p>Carlo Ademar</p><p>Carlos Guilherme</p><p>Fernando Feitosa</p><p>João Daltro</p><p>Kenji Yoshida</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-31 13:06:48 UTC</pubDate>
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         <title>DONA IVONE LARA</title>
         <author>laraleticiamaster</author>
         <link>https://padlet.com/kawangnp/t1vkd5shg77t129r/wish/3391106932</link>
         <description><![CDATA[<p>Dona Ivone Lara, conhecida como a "rainha do samba", é uma das figuras mais importantes da música brasileira, especialmente no samba carioca. Nascida em 13 de abril de 1922, no Rio de Janeiro, Dona Ivone Lara foi uma das pioneiras a romper barreiras em um cenário musical dominado por homens, sendo uma das primeiras mulheres a se destacar como compositora e intérprete no samba.</p><p>Filha de uma família de classe média, Dona Ivone Lara começou a se interessar por música ainda muito jovem, influenciada pela mãe, que era cantora amadora, e pelo ambiente musical do Rio de Janeiro. No entanto, foi apenas na década de 1940 que ela se lançou no mundo do samba, inicialmente compondo para blocos e escolas de samba. Sua primeira composição de destaque foi <em>"Se Você Jurar"</em> (1947), mas seu reconhecimento realmente se solidificou na década de 1960.</p><p>A sua música era repleta de poesia, de uma melancolia delicada, mas também de uma força resiliente que marcava tanto as canções como a própria personalidade de Dona Ivone Lara. Entre seus maiores sucessos estão "Alguém me Avisou", "Sonho Meu" (com Délcio Carvalho), "Acreditar" e "Sorriso Aberto". Estas canções, com letras que falam de amor, da dor e da luta, tocaram profundamente o coração do público, tanto no Brasil quanto no exterior.</p><p>Dona Ivone Lara foi uma das fundadoras da Escola de Samba Império Serrano e também uma das principais figuras do samba de roda. Ela enfrentou dificuldades em um meio onde as mulheres eram frequentemente marginalizadas, mas com sua habilidade, persistência e talento, conseguiu construir uma carreira sólida e respeitada, tornando-se uma das artistas mais reverenciadas da música popular brasileira.</p><p>Além de sua contribuição como compositora, Dona Ivone Lara também fez história como intérprete. Sua voz, de timbre marcante e interpretação única, encantou gerações de fãs, e ela se tornou um ícone do samba e da cultura brasileira. Sua obra, profunda e autêntica, permanece viva até hoje, inspirando novos artistas e perpetuando o legado do samba.</p><p>Dona Ivone Lara faleceu em 2018, aos 95 anos, mas sua contribuição à música brasileira, especialmente ao samba, segue sendo celebrada. Ela não apenas abriu portas para outras mulheres no gênero, mas também deixou um legado musical incomparável que continua a ser admirado por todos os amantes da boa música.</p><p><br></p><p>DAVI RANGEL </p><p>JOSÉ ANTÔNIO</p><p>FELIPE RIBEIRO</p><p>FELIPE GENTIL</p><p>ISRAEL MOURA</p><p>FERNANDO MAYNARD</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-01 14:04:11 UTC</pubDate>
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         <title>María Remedios del Valle</title>
         <author>laraleticiamaster</author>
         <link>https://padlet.com/kawangnp/t1vkd5shg77t129r/wish/3391107123</link>
         <description><![CDATA[<p>Maria Remedios del Valle nasceu em Buenos Aires, provavelmente em 1766, e, embora as informações sobre sua vida antes da guerra de independência sejam limitadas, sabe-se que ela foi uma mulher corajosa e engajada no movimento revolucionário. Durante as lutas pela independência da Argentina, ela se juntou aos exércitos patriotas, inicialmente como mulher voluntária e, com o tempo, desempenhou papéis de destaque em diversos combates.</p><p>Ela se destacou não só por sua coragem, mas também pela sua habilidade em enfrentar adversidades no campo de batalha. Durante as campanhas, Maria Remedios del Valle cuidava dos soldados feridos, mas não hesitou em pegar em armas quando necessário. A sua bravura nas batalhas, como na <em>Batalha de Tucumán</em> e na <em>Batalha de Salta</em>, lhe garantiu reconhecimento e respeito entre os soldados patriotas.</p><p>Com o tempo, Maria Remedios del Valle se tornou uma figura emblemática e foi até mesmo promovida a tenente-coronel. No entanto, sua contribuição foi, por muito tempo, negligenciada pela história oficial da Argentina. Somente anos após sua morte, em 1847, seu papel de heroína foi amplamente reconhecido, e ela passou a ser lembrada como "La Madre de la Patria", em virtude do seu amor e dedicação à causa da independência argentina.</p><p>Apesar das dificuldades e da falta de recursos, ela persistiu na luta pela liberdade de seu país. A importância de Maria Remedios del Valle não se resume ao seu heroísmo em combate, mas também à sua determinação em lutar contra a opressão e ao seu papel inspirador para as gerações futuras.</p><p>Em reconhecimento aos seus feitos, hoje Maria Remedios del Valle é reverenciada na Argentina como um símbolo de resistência, coragem e patriotismo. Ela deixou um legado importante para as mulheres na história do país, sendo uma das pioneiras na luta pela igualdade e pela valorização da mulher no contexto das grandes transformações sociais e políticas.</p><p>Legado</p><p>Maria Remedios del Valle representa não só uma figura heroica da independência, mas também um exemplo de força feminina em um período em que a participação das mulheres nas guerras e nas lutas sociais era frequentemente invisibilizada. Seu nome segue sendo lembrado em diversos espaços públicos e escolas da Argentina, e sua memória é celebrada por sua contribuição significativa à história do país.</p><p><br></p><p>Beatriz Barbosa Lenik</p><p>Ana Cecilia Porto</p><p>Ana Beatriz Mazza Reis</p><p>Alice Pascoal Alves da Costa</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-01 14:04:19 UTC</pubDate>
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         <title>Adriana Barbosa</title>
         <author>laraleticiamaster</author>
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         <description><![CDATA[<p>Adriana Barbosa é uma referência no campo do empreendedorismo e ativismo negro no Brasil. Nascida e criada em um contexto de desafios, ela se tornou uma das principais defensoras da inclusão e do fortalecimento do empreendedorismo negro no país. Com uma visão clara de que a diversidade é uma força transformadora, Adriana tem dedicado sua carreira a criar espaços e oportunidades para empreendedores negros, acreditando que a representatividade no mercado de trabalho e nos negócios é essencial para uma sociedade mais justa.</p><p>Ela é fundadora da <em>PretaHub</em>, uma plataforma e hub de inovação que apoia e conecta empreendedores negros, ajudando a fomentar o crescimento de negócios e iniciativas no Brasil. A <em>PretaHub</em> oferece uma rede de apoio, capacitação, consultoria e visibilidade, visando impulsionar negócios liderados por pessoas negras e fortalecer a economia criativa do país. Além disso, Adriana é uma das idealizadoras da <em>Feira Preta</em>, um evento de grande importância para a visibilidade e fortalecimento de marcas, produtos e empreendedores negros. A feira reúne milhares de pessoas e é uma plataforma vital para empresas negras encontrarem seu público e crescerem em um mercado muitas vezes pouco acessível.</p><p>Adriana também tem se destacado como palestrante e mentora, compartilhando sua jornada e seus conhecimentos com outros empreendedores, especialmente os mais jovens, que buscam fazer a diferença em seus respectivos campos. Com uma fala firme e inspiradora, ela se tornou uma importante voz nas discussões sobre diversidade, inclusão e igualdade no mundo dos negócios. Ela também tem se envolvido ativamente em iniciativas que visam melhorar o acesso de pessoas negras a recursos e oportunidades no mercado de trabalho, sempre com o objetivo de promover uma sociedade mais equitativa.</p><p>Ao longo dos anos, Adriana Barbosa se consolidou como uma líder comunitária, defensora da cultura negra e uma empreendedora de sucesso que, por meio de suas ações, desafia as estruturas e desigualdades históricas, mostrando que é possível, sim, prosperar e ter sucesso em um sistema que muitas vezes exclui. Seu trabalho tem sido fundamental para abrir portas e criar novos horizontes para pessoas negras no Brasil, inspirando gerações a acreditar no próprio potencial e lutar por um futuro mais igualitário e próspero.</p><p><br></p><p>Ana Letícia Passos Machado</p><p>Bernardo de Santana Tavares</p><p>Daniel Moisinho Calazans da Costa</p><p>Arthur Pinheiro dos Santos</p><p>Fabrício Andrade de Freitas</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-01 14:06:42 UTC</pubDate>
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         <title>Katemari Rosa </title>
         <author>laraleticiamaster</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-04-01 14:11:05 UTC</pubDate>
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