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      <title>Meu padlet para Literatura by </title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-10-03 09:39:25 UTC</pubDate>
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         <title>Portefólio - Introdução </title>
         <author>aleonorserrano</author>
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         <description><![CDATA[<p>Olá, sou a Leonor Serrano, tenho 16 anos e sou estudante de humanidades na escola Dom Manuel I. Faço este portefólio no âmbito da disciplina de Literatura Portuguesa. Gosto de, provavelmente, todo o tipo de arte, mas os meus favoritos são definitivamente a arte de escrever e desenhar. </p><p>Este ano irei apresentar um livro que se intitula “O Rapaz que prendeu o vento” de William Kamkwuaba e Bryan Mealer, que fala sobre a vida de William. O autor William, atualmente, estuda na <em>African Leadership Academy, </em>em Joanesburgo, enquanto o Bryan Mealer é jornalista e autor do livro<em> “All Things Must Fight To Live : Stories of War and Deliverance in Congo” </em>que resulta da sua experiência como correspondente da Guerra na República Democrática do Congo. Depois incluirei a ficha de Leitura que poderás consultar. </p><p>Irei apresentando os trabalhos que vamos realizando nas aulas. Até breve!</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-03 09:58:41 UTC</pubDate>
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         <title>Poema de introdução </title>
         <author>aleonorserrano</author>
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         <description><![CDATA[<p>Sinto-me aflito</p><p>Tão aflito que sorrio. </p><p>É uma tristeza tão profunda,</p><p>Que só notam quando os afunda. </p><p>Não minto que sou feliz</p><p>Como alguém tão contente se torna deprimente</p><p>Finjo não ouvir, mas não sou ignorante </p><p>Eu não sou frágil, mas sei partir</p><p>Todas as palavras que me dizem, ficam. </p><p>-Leonor Serrano, 10F</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-03 10:19:00 UTC</pubDate>
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         <title>Poesia Trovadoresca - Contextualização</title>
         <author>aleonorserrano</author>
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         <description><![CDATA[<p><mark>Idade Média</mark> </p><ul><li><p>Período dos trovadores <strong>hagiógrafos</strong></p></li><li><p>Período dos cronistas e poetas palacianos</p></li></ul><p><sub>        (Hagiógrafo - Aquele que estuda os santos)</sub></p><p><br></p><p><mark>Os três cancioneiros</mark> onde se encontra reunida a escrita trovadoresca: </p><ul><li><p>Cancioneiros da Ajuda (Palácio Nacional da Ajuda)</p></li><li><p>Cancioneiros da Biblioteca Nacional </p></li><li><p>Cancioneiros da Vaticana (biblioteca do Vaticano)</p></li><li><p>(Há, ainda o cancioneiro das cantigas de Santa Maria, que contém poesia de índole religiosa)</p></li></ul><p><br></p><p>A idade Média foi um longo período de dez séculos, de <mark>476</mark>, queda do Império do Oriente e conquista de Roma, a <mark>1453</mark>, queda do Império Romano do Ocidente, até <mark>1492</mark> que foi a descoberta da América.</p><p><br></p><p>A poesia trovadoresca foi cultivada no norte peninsular a partir do século XII por trovadores e jorgrais. </p><p><br></p><p>No século XIX valorizava-se mais a época de <mark>afirmação de pátrias</mark>, <mark>línguas, literaturas</mark>, <mark>culturas</mark> e “identidades” pelos Românticos.</p><p><br></p><p>As primeiras consequências da queda do império Romano foi a queda da unidade política linguística e cultural dos povos europeus. Esta queda fez surgir um longo período de guerras entre <mark>Senhores, entre Reinos e entre povos. </mark></p><p><br></p><p>A Idade Média Assistiu à substituição do latim pelas diferentes <mark>línguas nacionais e aparecimento de literaturas nacionais</mark>, (o catalão, o francês, o provençal, o italiano e o romeno ou de origem não latina).</p><p><br></p><p>Cada Estado foi lentamente construindo base nos códigos romanos e visigótico. Na política e administrativa de cada Estado, multiplicou os <mark>Regimes feudais</mark> e municipais até à unificação política no interior de cada estado. </p><p><br></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-10 09:22:13 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>A cultura e artístico da Idade Média </title>
         <author>aleonorserrano</author>
         <link>https://padlet.com/aleonorserrano/t1jsbs52w0rcspf3/wish/3162813100</link>
         <description><![CDATA[<p><mark>Na </mark><em><mark>filosofia</mark></em><mark>:</mark> a filosofia medieval era a <em>Patrística </em>ou filosofia dos Padres e Doutores da igreja. </p><p><mark>Na </mark><em><mark>arquitetura</mark></em><mark>:</mark> da Idade Média ficaram-nos castelos e fortes militares (para defesa nas guerras) e catedrais verticalmente erguidas para Deus. </p><p><mark>Na </mark><em><mark>pintura</mark></em><mark>:</mark> o que se representava em frescos, ícones, vitrais, iluminuras ou mosaicos eram <mark>cenas relacionadas com as Escrituras e a vida de santos</mark>, a par de cenas alegóricas. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-10 09:58:53 UTC</pubDate>
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         <title>A Vida Quotidiana </title>
         <author>aleonorserrano</author>
         <link>https://padlet.com/aleonorserrano/t1jsbs52w0rcspf3/wish/3162832981</link>
         <description><![CDATA[<p>Aceitação do sofrimento, do trabalho duro e mal <em>remunerado, </em>da doença, das privações, como instrumentos de <mark>purificação e salvação da almas</mark>; reforço de uma <mark>moral restritiva dos impulsos</mark>, no domínio, sobretudo, da sexualidade; repressão a membros simpatizantes de doutrinas e práticas heterodoxas (heresias, feitiçarias); valorização da morte em combate pela fé;</p><p><mark>Obsessão pela morte;</mark></p><p>Desleixo relativamente à higiene e à saúde.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-10 10:15:12 UTC</pubDate>
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         <title>Arquitetura - Estilo Gótico</title>
         <author>aleonorserrano</author>
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         <description><![CDATA[<p>O gótico em Portugal foi um movimento artístico que se centrou no desenvolvimento da arquitectura focada sobretudo nas construções religiosas. Apareceu no final do século XII e prolongou-se através do estilo Manuelino (gótico tardio) até ao século XV.</p><p>O <strong>gótico</strong> é copiado e reinterpretado ao longo de mais de três séculos mas consegue manter características que o distingue dos demais: uma construção que <strong>se</strong> prolonga em altura, espaços amplos, mais fendas para passar luz, aberturas tapadas com vitrais, arcos botantes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-10 10:17:23 UTC</pubDate>
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         <title>Vitrais </title>
         <author>aleonorserrano</author>
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         <description><![CDATA[<p>O vitral são vidros coloridos como material ou obras criadas a partir dele. Ao longo de sua história milenar, o termo foi aplicado quase exclusivamente às janelas de igrejas e outros edifícios religiosos significativo. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-11 11:12:23 UTC</pubDate>
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         <title>Os conceitos de genealogia</title>
         <author>aleonorserrano</author>
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         <description><![CDATA[<p>Livro de genealogia - A função dos <strong>livros</strong> de linhagens era prática, servindo para regular casamentos e assegurando os direitos hereditários dos membros de uma família nobre e dos seus descendentes, além de conservar a memória dos antigos feitos dos fidalgos. </p><p><br></p><p>Livro de linhagem -  Os livros de linhagens eram registos genealógicos escritos, em regra, para demonstrar o parentesco com antepassados ilustres, sobretudo os que datam dos séculos XIII e XIV. Simultaneamente, serviam para justificar direitos. Sempre feitos para nobres. </p><p><br></p><p>Brasão - conjunto de figuras, peças, ornatos etc. que compõem o escudo de famílias nobres, soberanos, cidades, corporações, Estados etc.</p><p><br></p><p>Genealogia - É uma obra escrita, exposição cronológica da filiação de uma pessoa ou da origem e evolução de uma família e das relações de parentesco dos seus membros. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-25 11:28:11 UTC</pubDate>
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         <title>Os livros de linhagens na Idade Média Portuguesa</title>
         <author>aleonorserrano</author>
         <link>https://padlet.com/aleonorserrano/t1jsbs52w0rcspf3/wish/3192453623</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>— D. Pedro, conde de Barcelos —</strong></p><p><br></p><p>Conde de Barcelos, nascido em 1285 e falecido em 1354, era filho bastardo de D. Dinis. Era dono de um rico património em terras, doado pelo monarca seu pai. A certa altura, porém, exilou-se em Castela, por ter desagradado ao rei o seu envolvimento nos conflitos civis de então. De regresso a <strong>Portugal</strong>, culturalmente enriquecido, afastou-se da corte e remeteu-se ao estudo e ao labor literário.</p><p>Escreveu numerosas cantigas e um <strong><em>Livro de Linhagens</em></strong>. Com toda a probabilidade, organizou ainda um cancioneiro da lírica galaico-portuguesa e compilou a <em>Crónica Geral de Espanha de 1344</em></p><p><br></p><p>— Resumo da página 62/63 —</p><p>Os livros de Linhagens na Idade Média Portuguesa tinha como relevância conhecer os antepassados, os graus de parentesco e assim evitar casamentos incestuosos; </p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-29 12:45:16 UTC</pubDate>
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         <title>Prólogo</title>
         <author>aleonorserrano</author>
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         <description><![CDATA[<p>É um pequeno discurso que antecede uma obra escrita; prefácio; preâmbulo.  </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-31 10:34:09 UTC</pubDate>
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         <title>Adão e Eva</title>
         <author>aleonorserrano</author>
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         <description><![CDATA[<p>Na Bíblia, Eva é a esposa de Adão e a primeira mulher, criada por Deus porque Adão precisava de uma companheira.</p><p>Segundo uma das histórias contidas no Livro do Génesis, foi criada a partir de uma costela do próprio Adão.</p><p>Foi tentada pela serpente e comeu o fruto proibido, símbolo do conhecimento do Bem e do Mal. Depois de o dar a comer a Adão, foram ambos expulsos do Paraíso.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-31 10:35:55 UTC</pubDate>
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         <title>Moisés</title>
         <author>aleonorserrano</author>
         <link>https://padlet.com/aleonorserrano/t1jsbs52w0rcspf3/wish/3196033220</link>
         <description><![CDATA[<p>É talvez a grande personalidade da <strong>História judaica</strong>, tal como ela vem contada no <strong>Antigo Testamento</strong>. Moisés foi incumbido por <strong>Deus</strong> de conduzir o povo israelita até à Terra Prometida, libertando-o do cativeiro no <strong>Egito</strong>.<br>A viagem durou cerca de 40 anos, tendo Moisés morrido na etapa final, deixando a tarefa de liderar a <strong>Josué</strong>. Foi Moisés quem transmitiu ao seu povo os dez mandamentos da lei de <strong>Deus</strong> (Decálogo). A tradição judaico-cristã atribui-lhe a autoria do <strong><em>Pentateuco</em></strong>.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-31 10:36:50 UTC</pubDate>
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         <title>Dom Afonso Henriques e Conde Dom Henrique </title>
         <author>aleonorserrano</author>
         <link>https://padlet.com/aleonorserrano/t1jsbs52w0rcspf3/wish/3202443328</link>
         <description><![CDATA[<p>Pertencia à família ducal da Borgonha, sendo filho de Henrique, herdeiro do duque Roberto&nbsp;I com Sibila da Borgonha, e irmão dos também duques Odo&nbsp;I e Hugo&nbsp;I. Sendo um filho mais novo, D. Henrique tinha poucas possibilidades de alcançar fortuna e títulos por herança, tendo por isso aderido à Reconquista da Península Ibérica. Ajudou o rei Afonso&nbsp;VI de Leão a conquistar o Reino da Galiza, recebendo como recompensa pelos seus serviços casamento com a filha ilegítima do monarca, Teresa de Leão. Alguns anos mais tarde, em 1096, D.&nbsp;Henrique recebeu de Afonso&nbsp;VI o Condado Portucalense, que lhe assim passava a prestar vassalagem directa. O rei de Leão pretendeu assim limitar o poder do conde Raimundo de Borgonha, casado com Urraca de Leão.</p><p>Henrique morreu a 22 de Maio de 1112, tendo sido sepultado na Sé de Braga. Seu filho D.&nbsp;Afonso Henriques sucedeu ao pai e tornou-se o segundo conde de Portugal em 1112. No entanto, o jovem Afonso Henriques rebelou-se contra a sua mãe em 1128, que pretendia manter-se no governo do condado. Afonso passou a intitular-se "Rei dos portugueses" em 1140, independente de Leão, recebendo o reconhecimento oficial de Leão em 1143 através do tratado de Zamora e do Papado em 1179 através da Bula <em>Manifestis probatum</em>.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-05 12:31:43 UTC</pubDate>
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         <title>Batalhas</title>
         <author>aleonorserrano</author>
         <link>https://padlet.com/aleonorserrano/t1jsbs52w0rcspf3/wish/3206238802</link>
         <description><![CDATA[<p>Batalha de São Mamede - 24 de junho de 1128</p><p>Batalha de Ourique - 25 de julho de 1139</p><p>Batalha de Valdevez - 1140</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-07 10:49:37 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Os Livros de Linhagens, género híbrido</title>
         <author>aleonorserrano</author>
         <link>https://padlet.com/aleonorserrano/t1jsbs52w0rcspf3/wish/3206239806</link>
         <description><![CDATA[<p>Os livros de linhagens em Portugal diferentemente das genealogias dos demais países europeus do ocidente medieval, as genealogias ou “livros de linhagens” de Portugal nesse período, da Península Ibérica, tinham a clara peculiaridade de alternarem a modalidade genealógica. </p><ul><li><p>O papel crucial na reconstrução social da memória familiar;</p></li><li><p>Alternância entre uma modalidade genealógica (listagem de nomes) e uma modalidade narrativa;</p></li><li><p>Género híbrido que misturava a crónica com a genealogia </p></li></ul><p><br></p><p>Discurso narrativo: </p><ul><li><p>Comentários menores sobre o valor ou contravalor de um nobre</p></li><li><p>Acontecimentos históricos ou construções literárias de caráter lendário, mas também anedotas depreciativas ou laudatórias/religiosas </p></li><li><p> Exempla - São narrativas de teor didático-moralístico cuja função é impor um certo padrão comportamental ou moral</p></li></ul><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-07 10:50:28 UTC</pubDate>
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         <title>Iluminuras</title>
         <author>aleonorserrano</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Iluminura</strong> é a arte ou ato de ornar um texto, página, letra capitular com desenhos, arabescos, miniaturas, grafismos diversos, um tipo de pintura decorativa aplicada, principalmente, às letras capitulares dos códices de pergaminho medievais. O termo aplica-se igualmente ao conjunto de elementos decorativos e representações imagéticas executadas nos manuscritos, chamados, então manuscritos iluminados produzidos principalmente nos conventos e abadiasda Idade Média. A sua elaboração era um ofício refinado e bastante importante no contexto da arte do Medievo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-07 11:12:37 UTC</pubDate>
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         <title>Brasões - Vila Nova de Gaia</title>
         <author>aleonorserrano</author>
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         <description><![CDATA[<p>No brasão de Vila Nova de Gaia destaca-se o mar e a produção vinícola (com representação dos cachos de uvas).</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-07 11:17:54 UTC</pubDate>
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         <title>Lenda do Rei Ramiro</title>
         <author>aleonorserrano</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Lenda do Rei Ramiro</strong></p><p>No século X, o rei Ramiro II de Leão apaixonou-se por uma bela moura, irmã de Alboazer Alboçadam, rei mouro que possuía as terras que iam de Gaia até Santarém.<br><br>Influenciado pela sua paixão, e para poder pedir a moura em casamento, Ramiro decidiu estabelecer a paz com Alboazer, que o recebeu no seu palácio de Gaia. Apesar de já ser casado, Ramiro pensou que seria fácil obter a anulação do casamento que o unia a D. Aldora.<br><br>Alboazer recusou terminantemente. Nunca daria a irmã em casamento a um cristão e, de todas as formas, esta já estava prometida ao rei de Marroco. O rei Ramiro, vexado, fingiu aceitar a recusa, mas pediu ao astrólogo Amã que estudasse a melhor altura para raptar a princesa. Na data propícia, levou-a consigo.<br><br>Dando por falta da irmã, Alboazer ainda chegou a tempo de encontrar os cristãos a embarcar no cais de Gaia. Gerou-se uma luta, favorável ao rei cristão, que levou a princesa moura para Leão e a batizou, dando-lhe o nome de Artiga.<br><br>Alboazer, para se vingar, raptou a legítima esposa do rei Ramiro, D. Aldora, juntamente com todo o seu séquito. Quando o rei Ramiro soube do rapto ficou louco de raiva. Então, juntamente com o seu filho D. Ordonho e alguns vassalos, zarpou de barco para Gaia.<br><br>Aí chegado, Ramiro disfarçou-se de pedinte e dirigiu-se a uma fonte onde encontrou uma das aias de D. Aldora. Pediu-lhe um pouco de água, aproveitando para dissimuladamente deitar no recipiente meio camafeu, do qual a rainha possuía a outra metade.<br><br>Reconhecendo a joia, D. Aldora mandou buscar o rei disfarçado de pedinte e, por vingança da sua infidelidade, entregou-o a Alboazer. Sentindo-se perdido, o rei Ramiro pediu a Alboazer uma morte pública, esperando ganhar tempo para poder avisar o seu filho através do toque do seu corno de caça.<br><br>Ao ouvir o sinal combinado, D. Ordonho acorreu com os seus homens ao castelo e juntos mataram Alboazer e o seu povo, para além de destruírem a cidade. Então, levando D. Aldora e as suas aias para o seu barco, o rei Ramiro atou uma mó de pedra ao pescoço da rainha e atirou-a ao mar num local que ficou a ser conhecido por Foz de Âncora.<br><br>O rei Ramiro voltou para Leão e aí casou com a princesa Artiga, de quem teve uma vasta e nobre <strong>descendência.</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-08 12:20:11 UTC</pubDate>
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         <title>Brasão de Beja</title>
         <author>aleonorserrano</author>
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         <description><![CDATA[<p>O Touro é o símbolo da Cidade e Concelho de Beja, sendo um elemento presente nas várias épocas históricas de ocupação dos diversos povos, com esculturas conhecidas dos períodos do ferro, romano, medieval, manuelino, bem como da actualidade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-12 12:20:05 UTC</pubDate>
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         <title>Contextualização dos livro de linhagens </title>
         <author>aleonorserrano</author>
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         <description><![CDATA[<p>Características temáticas, estéticas e formais</p><p><mark>Textos genealógicos </mark> </p><ul><li><p>Sequências de nomes e de relacionamentos entre nomes que constituem uma rede familiar</p></li><li><p>Se as famílias são da nobreza, a designação destas obras é nobiliário. </p></li></ul><p><mark>Objetivos</mark></p><ul><li><p>Saber quem era de “bom linhage”</p></li><li><p>Perpetuar a memória e a história familiares, conhecendo os antepassados </p></li><li><p>Conhecer os graus de parentesco e assim evitar casamentos incestuosos</p></li><li><p>Saber quem eram os fundadores dos mosteiros e os benefícios que daí resultavam.</p></li></ul><p><mark>Discurso</mark></p><ul><li><p>Genealógico - descrição das relações de parentesco </p></li><li><p>Narrativo - comentários sobre o valor ou contravalor de um nobre; relatos de acontecimentos históricos ou de lendas; anedotas; </p></li><li><p>Exempla - pequenas histórias de tom didático-moralista que servem de padrão de comportamento. </p></li></ul><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-12 12:28:12 UTC</pubDate>
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         <title>Biografia de Fernão Lopes</title>
         <author>aleonorserrano</author>
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         <description><![CDATA[<p>Fernão Lopes (1380-1460) foi escrivão e cronista-mor do Reino de Portugal. Por mais de 20 anos&nbsp;registrou a memória do povo e do reino, desde a primeira dinastia (Borgonha) até o reinado de D. João I (Avis). Foi considerado o maior cronista histórico de Portugal</p><p>Fernão Lopes nasceu em Lisboa, Portugal, por volta de 1380. De origem humilde, nada se sabe sobre sua formação intelectual, mas é conhecido o seu percurso profissional.</p><p>O primeiro registro que se tem a seu respeito data de 1418, quando era um dos secretários da família real e da Corte, e foi nomeado guarda-mor da Torre do Tombo, o arquivo Régio, em Lisboa, importante cargo de confiança.</p><p>Entre 1419 e 1433 foi secretário de D. João I, filho bastardo de D. Pedro I, o primeiro rei da segunda dinastia real - a Dinastia de Avis, que reinou de 1383 a 1433.</p><p>Nessa época, a Península Ibérica assumiu outras perspectivas, tanto no plano cultural, como no histórico: expulsou os mouros de seu território e libertou-se da influência castelhana. Iniciou assim uma luta para firmar sua independência.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-26 10:13:05 UTC</pubDate>
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         <title>Resumo da Crónica de D. Pedro de Fernão Lopes</title>
         <author>aleonorserrano</author>
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         <description><![CDATA[<p>Crónica do reinado de D. Pedro, escrita por Fernão Lopes, constitui a primeira das três grandes crónicas do primeiro cronista régio. Composta entre 1440 e 1450, foi impressa pela primeira vez em Lisboa, em 1735, por José Pereira Baião.</p><p>A crónica inicia-se com o retrato do rei, descrevendo os seus gostos particulares, como a caça, e centrando-se no seu zelo, por vezes, excessivo, na execução da justiça. A narração detém-se com mais demora no relato da vingança e glorificação de Inês de Castro, lembrando o cronista que o rei, ao punir os algozes que jurara perdoar diante de seu pai, perdeu muito da boa fama de que gozava junto do povo.</p><p>Já nesta crónica, o povo surge como personagem coletiva que, na transmissão de histórias que ilustram o comportamento do rei, julga a ação governativa do soberano. Ao mesmo tempo, uma outra linha de leitura prepara o triunfo posterior de D. João I, como, por exemplo, no sonho em que D. Pedro auspicia que o seu filho D. João realizaria grandes feitos. Os materiais que esta crónica aproveitou atestam a escassez de fontes de que o autor dispunha relativamente ao reinado de D. Pedro e, por consequência, a habilidade do historiador na organização de fragmentos documentais diversos, que vão desde as histórias semilendárias que se avolumaram em torno da conceção de justiça do soberano, até aos livros de chancelaria régia, atas, cartas, e até alguns períodos de Pero López de Ayala na <em>Crónica del Rey Don Pedro</em>.</p><p>—<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.infopedia.pt/artigos/%24cronica-de-el-rei-d.-pedro">Infopédia</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-26 10:19:47 UTC</pubDate>
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         <title>Poema sobre Inês de Castro</title>
         <author>aleonorserrano</author>
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         <description><![CDATA[<p>Antes do fim do mundo, despertar, <br>Sem D. Pedro sentir, <br>E dizer às donzelas que o luar <br>E o aceno do amado que há-de vir... <br><br>E mostrar-lhes que o amor contrariado <br>Triunfa até da própria sepultura: <br>O amante, mais terno e apaixonado, <br>Ergue a noiva caída à sua altura. <br><br>E pedir-lhes, depois fidelidade humana <br>Ao mito do poeta, à linda Inês... <br>À eterna Julieta castelhana <br>Do Romeu português.</p><p>&nbsp;</p><p>Miguel Torga</p><p><br></p><p><br><br>Retirado de: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://ines-de-castro.webnode.com.pt/poemas%20-%20in%C3%AAs%20de%20castro/">https://ines-de-castro.webnode.com.pt/poemas%20-%20in%C3%AAs%20de%20castro/</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-26 10:23:06 UTC</pubDate>
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         <title>“A Castro”</title>
         <author>aleonorserrano</author>
         <link>https://padlet.com/aleonorserrano/t1jsbs52w0rcspf3/wish/3234729575</link>
         <description><![CDATA[<p>Sendo um dos expoentes máximos do  Humanismo em Portugal e um dos grandes promotores do Classicismo, em confronto com a tradição literária, António Ferreira legou-nos, entre outros grandes valores literários, a tragédia <em>A Castro</em>, forma abreviada do título da <em>Tragédia mui sentida e elegante de Dona Inês de Castro</em>, editada por Manuel de Lira, em 1587. Esta obra, que foi representada em Coimbra, inaugura a tragédia clássica em Portugal.<br><br>Demonstrando conhecimentos sobre os autores clássicos, António Ferreira teve como fontes mais importantes <em>Joannes Princeps</em>, do português Diogo Teive, <em>Jephtes e Baptistes</em> do humanista holandês Jorge Buchanan e as tragédias de Séneca.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-26 10:27:43 UTC</pubDate>
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         <title>Poema de Nuno Júdice sobre Inês de Castro</title>
         <author>aleonorserrano</author>
         <link>https://padlet.com/aleonorserrano/t1jsbs52w0rcspf3/wish/3234736351</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-11-26 10:33:41 UTC</pubDate>
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         <title>Excerto de Inês de castro</title>
         <author>aleonorserrano</author>
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         <description><![CDATA[<p>Canto III</p><p>estrofe 135</p><p>“As filhas do Mondego a morte escura</p><p>Logo tempo chorando memoraram,</p><p>E, por memória eterna, em fonte pura </p><p>As lágrimas choradas transformaram. </p><p>O nome lhe puseram, que inda dura,</p><p>Dos amores de Inês, que ali passaram. </p><p>Vede que fresca fonte rega as flores, </p><p>Que lágrimas são a água e o nome Amores!”</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-12 10:24:25 UTC</pubDate>
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         <title>Estilo Românico </title>
         <author>aleonorserrano</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Arquitetura</strong> românica é um <strong>estilo </strong>arquitetônico que surgiu na Europa por volta do século X e durou até a segunda metade do século XII. Suas principais características são as paredes robustas, os arcos arredondados e as janelas pequenas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-12 10:26:42 UTC</pubDate>
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