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      <title>INVISÍVEIS: A população mais vulnerável é também a menos assistida by Karla Gabriella Lopes</title>
      <link>https://padlet.com/karlagabylopes/invisiveis</link>
      <description>Um breve panorama sobre a situação precária de pessoas em vulnerabilidade social durante a pandemia mundial do novo Coronavírus</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-12-16 17:54:22 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-12-15 16:41:34 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Em todos os lugares, mas em lugar nenhum: um problema crônico.</title>
         <author>karlagabylopes</author>
         <link>https://padlet.com/karlagabylopes/invisiveis/wish/1025144297</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Não é novidade que a população em situação de rua vem crescendo ao longo dos anos em grandes cidades pelo mundo. O mercado, cada vez mais excludente, prega o mantra da meritocracia ao mesmo tempo que retira cada vez mais direitos dos trabalhadores, precariza o trabalho, culpabiliza as pessoas mais pobres pelas mazelas de seus mau-feitos econômicos, enquanto a miséria só cresce em todo o mundo.<br>No Brasil não é diferente: Segundo o IPEA tivemos um crescimento de 140% na população em situação de rua de 2012 a 2020 e mesmo assim o poder público não desenvolve políticas de prevenção e auxilio dignas e eficazes para estas pessoas. Ainda de acordo com o IPEA, e a expectativa é de que com a pandemia este número dê um salto em curtíssimo prazo.<br><br><sub> Fontes: Censo Suas; Cadastro Único; RMA; Ipea (2015); IBGE (2015) <br>Disponível em: </sub><a href="https://www.ipea.gov.br/portal/images/stories/PDFs/nota_tecnica/200612_nt_disoc_n_73.pdf"><sub>https://www.ipea.gov.br/portal/images/stories/PDFs/nota_tecnica/200612_nt_disoc_n_73.pdf</sub></a></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-16 18:17:46 UTC</pubDate>
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         <title>Recebem pouca ou nenhuma assistência. Carregam muita ou quase toda a culpa!</title>
         <author>karlagabylopes</author>
         <link>https://padlet.com/karlagabylopes/invisiveis/wish/1025242116</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Mesmo frente aos desafios de se enfrentar uma pandemia séria como a que estamos vivendo, observamos o descaso e o negacionismo de entidades governamentais. Enquanto o discurso é de propagação de informações que contradizem órgãos internacionais de saúde, as atitudes são nulas ou quase nulas diante do crescente problema. Aumentam as pessoas que, sem fonte de renda, precisam se submeter a viver nas ruas. Ódio é destilado a estas pessoas que acabam sendo culpabilizadas pela sua miséria e culpadas pelas condições precárias e insalubres que vivem nas ruas. Roubos, furtos e violências são o maior medo de moradores de regiões mais centrais e abastadas das cidades. No entanto,  segundo o ISPRJ,  (Instituto de segurança pública do Rio de Janeiro), em matéria da NEXO, apesar do aumento visível na população de rua, roubos e furtos tiveram uma queda de 52%. Esta mesma tendência é observada em SP, onde a queda foi de 65%. Muitas pessoas se valem da desculpa de que estas pessoas são infratoras para hostilizá-las ou justificar a falta de assistência a eles. Absolutamente infundados e impregnados de preconceito racial e sócio-econômico. Enquanto isso, segundo o Ministério Público, a violência doméstica subiu 50% no Rio de Janeiro, 35% destes foram casos de violência contra mulher. Ainda segundo o MP, após a decisão do STF de proibir operações nas favelas, o índice de mortes por causadas por policiais caiu 73% de maio a junho.<br>Além de revelar a triste realidade em que vivem mulheres e crianças dentro de seus próprios "lares de bem",  esses números gritam na face da sociedade que o problema nunca foi nem o morador de comunidade e nem o de rua, mas sim a escassez de políticas públicas eficientes. <br><br><sub>Matérias disponíveis em: <br><br></sub><a href="https://www.nexojornal.com.br/expresso/2020/04/14/Qual-o-impacto-da-pandemia-nos-%C3%ADndices-de-criminalidade"><sub>https://www.nexojornal.com.br/expresso/2020/04/14/Qual-o-impacto-da-pandemia-nos-%C3%ADndices-de-criminalidade</sub></a><sub><br><br></sub><a href="https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2020/07/21/pandemia-faz-cair-indice-de-crimes-mas-sobe-o-de-violencia-contra-a-mulher-aponta-relatorio-do-mprj.ghtml"><sub>https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2020/07/21/pandemia-faz-cair-indice-de-crimes-mas-sobe-o-de-violencia-contra-a-mulher-aponta-relatorio-do-mprj.ghtml</sub></a></div>]]></description>
         <pubDate>2020-12-16 18:39:49 UTC</pubDate>
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         <title>Abuso e violência: 70 mil crianças vivem em situação de rua, diz ONG</title>
         <author>karlagabylopes</author>
         <link>https://padlet.com/karlagabylopes/invisiveis/wish/1025345694</link>
         <description><![CDATA[<div>Confira abaixo matéria do R7 sobre a situação de crianças pelas ruas do país.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://noticias.r7.com/sao-paulo/abuso-e-violencia-70-mil-criancas-vivem-em-situacao-de-rua-diz-ong-20022019" />
         <pubDate>2020-12-16 19:04:05 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Os Condenados da Pandemia&quot;</title>
         <author>karlagabylopes</author>
         <link>https://padlet.com/karlagabylopes/invisiveis/wish/1025354459</link>
         <description><![CDATA[<div>Livro escrito por 144 autores e autoras, pesquisadores de diversas universidades e instituições do Brasil, trata da vulnerabilidade de 22 grupos sociais. Entre eles crianças, ciganos e andarilhos, negros, encarcerados, periféricos e pessoas em situação de rua. Vale a pena a leitura.<br><br><sub>Abaixo segue o link para download gratuito do livro.</sub></div>]]></description>
         <enclosure url="https://onedrive.live.com/?authkey=%21AK6jz0W42U-Y8dE&amp;cid=6F738C9CF42A30B0&amp;id=6F738C9CF42A30B0%2155024&amp;parId=6F738C9CF42A30B0%2117287&amp;o=OneUp" />
         <pubDate>2020-12-16 19:06:15 UTC</pubDate>
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         <title>As impossibilidades que segregam ainda mais</title>
         <author>karlagabylopes</author>
         <link>https://padlet.com/karlagabylopes/invisiveis/wish/1025417948</link>
         <description><![CDATA[<div><br>O #fiqueemcasa é uma das principais medidas de contenção da propagação do COVID-19, oriundo de países que não possuem os mesmos problemas que os nossos e nem tampouco o mesmo pensamento de senso comum, orientações como manter distanciamento social, isolar-se, manter higiene das mãos, usar álcool em gel, higienizar seus pertences, etc., podem levar a uma maior segregação de uma população já muito rejeitada. As ações voltadas para estas pessoas passam por medidas paliativas, ineficazes e de eficiência baixa uma vez que não promovem a melhoria na qualidade de vida das pessoas às quais se destinam. Majoritariamente o auxílio vem em forma de prato de comida e oferta de abrigos, sem nenhuma garantia de distanciamento social e muitas vezes tão insalubres quanto viver nas ruas. Cartilhas com orientações para lavarem as mãos não funcionam se não houver locais próprios para que eles o façam. Não basta dar a comida hoje, mas investir em moradias populares para desafogar os abrigos, garantir mais segurança ao trabalhador informal para que este possa ter garantias caso fique doente ou precise ficar recluso em casa, até  mesmo investir uma melhor infraestrutura nos abrigos  para que as pessoas queiram permanecer nestes locais.<br>Todos os materiais anteriores evidenciam que esta pandemia, no Brasil, é uma questão social. Os mais vulneráveis ao vírus (e a qualquer outra doença) são os mesmos que têm uma dieta menos adequada, são os mesmos que dependem unicamente do sistema público de saúde para serem atendidos, são os mesmos que  estão amargando as maiores quedas de renda e que são (e sempre foram) as pessoas em maior vulnerabilidade social.<br>Precisamos repensar, a partir do alto de nossas janelas e da tela de nossos computadores, o que realmente podemos fazer para tentar diminuir o abismo entre nossas seguras casas e aqueles que se mantém na rua.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-16 19:21:09 UTC</pubDate>
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         <title>Uma em cada cinco crianças em situação de rua não recebe nenhuma assistência na pandemia</title>
         <author>karlagabylopes</author>
         <link>https://padlet.com/karlagabylopes/invisiveis/wish/1027764427</link>
         <description><![CDATA[<div>Levantamento do site jornalístico Alma Preta sobre números divulgados pela prefeitura de São Paulo</div>]]></description>
         <enclosure url="https://almapreta.com/editorias/realidade/uma-em-cada-cinco-criancas-em-situacao-de-rua-nao-recebe-nenhuma-assistencia-na-pandemia" />
         <pubDate>2020-12-17 14:12:45 UTC</pubDate>
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         <title>Canais de denuncia e socorro a violência doméstica e violação dos direitos humanos e direitos da criança e adolescente: se você sofre ou viu alguém sofrer algum tipo de violação, denuncie!</title>
         <author>karlagabylopes</author>
         <link>https://padlet.com/karlagabylopes/invisiveis/wish/1027803946</link>
         <description><![CDATA[<div><br>As ligações são gratuitas e podem ser feitas de qualquer lugar do país.<br><br>DISQUE 100: Violação dos Direitos Humanos<br>DISQUE 180: Violência doméstica<br>DISQUE 190: Emergência policiais<br>DISQUE 192: Emergências médicas (SAMU)<br>DISQUE 193: Emergência bombeiros<br><br><sub>Crédito da imagem: CNJ</sub></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-17 14:22:32 UTC</pubDate>
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