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      <title>Padlet sobre Diabetes. by Ccarolay Trailer&#39;s 2</title>
      <link>https://padlet.com/ccarolaytrailers/symq5l806utrhqas</link>
      <description>Trabalho de genética humana.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-10-10 18:59:44 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2026-01-25 03:11:55 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Diabetes no Brasil e no mundo.</title>
         <author>ccarolaytrailers</author>
         <link>https://padlet.com/ccarolaytrailers/symq5l806utrhqas/wish/818847019</link>
         <description><![CDATA[<div>A cada ano, o número de pessoas detectadas com diabetes cresce em número alarmantes. Isso sem contar aqueles que não sabem que estão com a doença. E grande parte desse problema está exatamente na rotina desses grupos.<br><br><strong><em><mark>*Diabetes ao redor do Planeta*</mark></em></strong></div><div><br></div><div>A Organização Mundial de Saúde (OMS) afirma que em torno de 422 milhões de adultos estão com diabetes no mundo. Se fizermos uma rápida matemática, baseada nos números ditos pelas instituições nacionais e internacionais, cerca de 90% dos diabéticos têm o tipo 2 da doença. Portanto, é bem provável que mais de 370 milhões de pessoas têm o diabetes tipo 2 no mundo.<br><br><em><mark>*Diabete no Brasil*</mark></em></div><div><br></div><div>Aqui, temos dois números. O primeiro vem da Pesquisa Nacional de Saúde, realizada pelo Ministério da Saúde em parceria com o IBGE. De acordo com os dados do estudo, 9 milhões de brasileiros estão com diabetes. Isso corresponde a mais de 6% da população.2</div><div><br></div><div>Já os dados da Sociedade Brasileira de Diabetes, indicam mais de 12 milhões de brasileiros.3</div><div><br></div><div>Em âmbito nacional, a doença também representa um problema de saúde de grande magnitude. Em 2013, o Brasil ocupou a quarta posição entre os países com maior número de pessoas diabéticas, contando com 11,9 milhões de casos entre indivíduos adultos (20 - 79 anos). Além disso, entre 1996 e 2007, observou-se um incremento de 2,0% na mortalidade por esse agravo.</div><div><br></div><div><em><mark>*Porcentagem da síndrome Por sexo*</mark></em></div><div><br></div><div>No comparativo entre homens e mulheres, elas totalizam 7% (5,4 milhões de mulheres com diabetes). Já eles, 5,4%, o que corresponde a 3,6 milhões.2</div><div><br></div><div><em><mark>*Síndrome por idade*</mark></em></div><div><br></div><div>Na mesma Pesquisa Nacional de Saúde, o diabetes foi dividido por faixa etária: 0,6% entre 18 a 29 anos; 5% de 30 a 59 anos; 14,5% entre 60 e 64 anos e 19,9% entre 65 e 74 anos. Para aqueles com 75 anos ou mais de idade, o percentual foi de 19,6%.2</div><div><br></div><div><em><mark>*Epidemiologia da diabetes*</mark></em></div><div><br></div><div>O diabetes mellitus (DM) destaca-se, atualmente, como uma importante causa de morbidade e mortalidade. Acredita-se, ainda, que aproximadamente 50,0% dos diabéticos desconhecem que têm a doença2. Quanto à mortalidade, estima-se que 5,1 milhões de pessoas com idade entre 20 e 79 anos morreram em decorrência do diabetes em 2013</div><div><br></div><div>Resultados indicam elevada prevalência de DM e vários dos seus fatores associados (identificados como evitáveis) apontam a necessidade de mudanças comportamentais como estratégia para prevenção e controle do diabetes e suas complicações.</div><div><br></div><div><em><mark>*Futuro da diabetes*</mark></em></div><div><br></div><div>Em 2040, a estimativa é que 642 milhões de pessoas ao redor do Planeta estejam com diabetes. Portanto, a previsão é que mais de 570 milhões serão detectadas com o tipo 2 da doença.</div><div><br></div><div>A diabetes é conhecida como Diabetes Mellitus</div><div><br></div><div>Existem vários tipos de diabetes como a do tipo 1 , tipo 2 , Diabetes gestacional , diabetes tipo LADA e MODY.</div><div><br></div><div>Diabetes tipo 1 (DM1)* é geralmente diagnosticada em crianças e jovens adultos.Nele o corpo realiza um ataque contra as próprias células beta do pâncreas, que deixam de produzir insulina e chamamos isso de ataque auto-imune. Cerca de 5% das pessoas com diabetes têm diabetes tipo 1.</div><div><br></div><div>Com a ajuda da terapia com insulina e outros tratamentos é possível levar uma vida saudável</div><div><br></div><div>*Diabetes tipo 2 (DM2)* é a forma mais comum de diabetes.</div><div>Normalmente uma pessoa pode levar anos para ser diagnosticada com diabetes tipo 2, pois se manifesta de maneira silenciosa. No tipo 2 há resistência aos efeitos da insulina ou não produz insulina suficiente para manter a glicemia regulada.</div><div><br></div><div><em><mark>*Diabetes gestacional.</mark></em>*</div><div><br></div><div>Como o corpo da mulher aumenta, pode ser que o pâncreas não consiga produzir insulina suficiente para a mãe e o bebê neste período. Há o aumento dos níveis de glicose no sangue durante a gravidez pela primeira vez na vida da mulher. Após o parto, as taxas de glicemia tendem a voltar aos parâmetros de pessoas sem diabetes. Mas é importante manter uma rotina de cuidados e acompanhamento médico, uma vez que há maior risco de diagnóstico de diabetes tipo 2.</div><div><br></div><div><em><mark>*Diabetes tipo LADA*</mark></em>:</div><div>Muitas vezes chamado de Diabetes 1 e ½ (um e meio), pois acaba sendo um surgimento tardio do diabetes tipo 1. Diagnosticado, normalmente, em pessoas acima de 35 anos de idade.</div><div><br></div><div><em><mark>*Diabetes Tipo MODY*:</mark></em></div><div>Acontece quando a produção ou a ação da insulina ficam prejudicadas pela mutação de um ou uma série de genes. Pode ser transmitido de pais para filhos. Dependendo do gene, chama-se o MODY de um determinado nome. Por exemplo o MODY 3 (gene envolvido HNF1α) é o tipo mais comum. O diagnóstico é feito normalmente antes dos 25 anos de idade, ter um dos pais com diabetes, ter diabetes na família há pelo menos duas gerações e não precisar necessariamente de insulina.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-10 19:06:44 UTC</pubDate>
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         <title>Exames para diagnósticos da diabetes.</title>
         <author>ccarolaytrailers</author>
         <link>https://padlet.com/ccarolaytrailers/symq5l806utrhqas/wish/818853550</link>
         <description><![CDATA[<div>Através do resultado desses exames o médico consegue identificar a pré-diabetes e a diabetes e, assim, indicar o melhor tratamento para a pessoa de modo a evitar complicações relacionadas com a doença.</div><div><br></div><div>1- Exame de glicose em jejum</div><div><br></div><div>Esse exame é o mais solicitado pelo médico e a análise é feita a partir da coleta de uma amostra de sangue em jejum de pelo menos 8 horas ou de acordo com a recomendação do médico. No caso do valor ser acima do valor de referência, o médico pode solicitar a realização de outros exames, principalmente o exame da hemoglobina glicada, que indica a quantidade média de glicose nos três meses anteriores à realização do exame. Dessa forma, o médico pode avaliar se a pessoa tem risco ou possui a doença.</div><div><br></div><div>2- Teste de Tolerância à Glicose (TOTG)</div><div><br></div><div>O teste de tolerância à glicose, também conhecido como exame da curva glicêmica, é feito com o objetivo de avaliar o funcionamento do organismo frente às várias concentrações de glicose. Para isso, são realizadas três medições da glicose no sangue: a primeira é realizada em jejum, a segunda 1 hora após a ingestão da bebida açucarada, o dextrosol ou garapa, e a terceira 2 horas após a primeira medição.</div><div><br></div><div>3- O teste de glicemia capilar é o teste da picada no dedo, que é feito através da máquina de medição rápida de glicose, que pode ser encontrada em farmácias e dá o resultado na hora. Não é preciso fazer jejum para este teste e pode ser feito em qualquer momento do dia. Esse teste é mais utilizado pelas pessoas que já possuem o diagnóstico de pré-diabetes ou diabetes com o objetivo de controlar os níveis de glicose ao longo do dia.</div><div><br></div><div>4-</div><div>Teste da hemoglobina glicada</div><div><br>O teste da hemoglobina glicada ou hemoglobina glicosilada é feito a partir da coleta de uma amostra de sangue em jejum e fornece informações sobre a quantidade de glicose circulante no sangue nos últimos 3 meses antes da realização do exame. Isso porque a glicose circulante no sangue se liga à hemoglobina e permanece ligada até que o tempo de vida da hemácia termine, que é de 120 dias.</div><div>É aconselhado que todas as pessoas que apresentem sintomas de diabetes façam os exames para confirmar a doença, assim como mulheres grávidas, para prevenir complicações ligadas ao excesso de açúcar no sangue durante a gestação. Além disso, pessoas que estão perdendo muito peso sem motivo aparente, especialmente crianças e adolescentes, também precisam fazer testes de glicemia para diagnosticar a possibilidade de diabetes tipo 1.</div><div><br></div><div>Link:</div><div><a href="https://www.tuasaude.com/exames-que-confirmam-a-diabetes/#:~:text=A%20confirma%C3%A7%C3%A3o%20da%20diabetes%20%C3%A9,o%20exame%20da%20hemoglobina%20glicada">https://www.tuasaude.com/exames-que-confirmam-a-diabetes/#:~:text=A%20confirma%C3%A7%C3%A3o%20da%20diabetes%20%C3%A9,o%20exame%20da%20hemoglobina%20glicada</a>.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-10 19:16:04 UTC</pubDate>
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         <title>Cariótipo/ Genes/Cromossomos responsáveis pela diabetes.</title>
         <author>ccarolaytrailers</author>
         <link>https://padlet.com/ccarolaytrailers/symq5l806utrhqas/wish/818858848</link>
         <description><![CDATA[<div>A DIABETES MELITO E O HLA<br><br>Dois tipos de estudos têm sido utilizados para abordar a associação entre os marcadores de histocompatibilidade com as doenças como a Diabetes Melito (DM): estudos populacionais e os familiares. Nos estudos populacionais, as frequências dos antígenos ou dos alelos HLA, observadas em um grupo de pacientes não aparentados são comparadas com aquelas observadas em indivíduos de controle sadios. A ocorrência de associação é avaliada pela comparação das frequências dos marcadores de histocompatibilidade em pacientes e controle.<br><br>A Diabetes Melito (DM) tem sido considerada uma doença com herança poligênica complexa. Cerca de 20 genes podem estar associados com susceptibilidade à doença, mas apenas 13 apresentam evidências estatisticamente significantes de associação. A maior contribuição vem da região onde estão localizados os genes do HLA, situado no cromossomo 6p21, Já que contribui em cerca de 40% na susceptibilidade à doença (genes IDDM1).<br><br>Os loci DR e DQ são responsáveis por 40% a 50% do risco genético de desenvolver DM1. Como a região HLA exibe grande grau de desequilíbrio de ligação (ou seja, alelos DR e DQ não são associados randomicamente entre si), as associações do HLA com a doença são mais bem definidas pelos haplótipos do que pelos alelos. Assim, o maior risco é conferido pelos haplótipos de predisposição HLA-DQA1*05:01-DQB1*02:01 (chamado DQ2), geralmente herdado com DRB1*03:01 (DR3) e o haplótipo HLA-DQA1*-DQB1*03:02 (DQ8), herdado com DRB1*04:01 ou DRB1*04:05 (DR4).<br><br>Por outro lado, alguns haplótipos estão associados à proteção, particularmente HLA-DRB1*15:01/DQA1*01:02-DQB1*06:02 (DR2-DQ6), sendo o alelo DQB1*06:02 o principal responsável pela proteção do organismo à DM1.<br><br>No entanto, os fatores genéticos conhecidos, até o momento, podem ser responsáveis por no máximo 65% a 70% dos casos de DM1. A incidência da doença está aumentando, por isso outros fatores e sua relação com nosso organismo estão sendo estudados por especialistas. Principalmente, a influência hormonal, a influência de microrganismos presentes em nosso corpo e os fatores ambientais, como a exposição prolongada a produtos químicos, são alguns dos exemplos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-10 19:23:44 UTC</pubDate>
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         <title>Características do portador da diabetes.</title>
         <author>ccarolaytrailers</author>
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         <description><![CDATA[<div>Uma pessoa com diabetes não deve tomar medicamentos sem consultar o médico, porque eles podem elevar a glicose no sangue.</div><div><br></div><div>Um probleminha nos pés, que pode até parecer bobo, pode virar uma séria complicação se você tem diabetes. Uma das causas mais comuns é o dano aos nervos, também chamado de neuropatia, e a má circulação.</div><div><br></div><div>Uma alteração comum é a pele dos pés, que pode ficar muito seca e favorecer o apare-cimento de feridas (rachaduras). Isso acontece porque os nervos que controlam a produção de óleo e umidade estão danificados. Calos não-tratados podem transformar-se em úlceras (feridas abertas).</div><div><br></div><div><br></div><div>Muitas pessoas com diabetes têm a doença arterial periférica, que reduz o fluxo de sangue para os pés. Além disso, pode haver redução de sensibilidade devido aos danos que a falta de controle da glicose causa aos nervos. Essas duas condições fazem com que seja mais fácil sofrer com úlceras e infecções, que podem levar à amputação.</div><div><br></div><div>O tabagismo tem sério impacto nos pequenos vasos sanguíneos que compõem o sistema circulatório, causando ainda mais diminuição do fluxo de sangue para os pés. Com isso, as feridas cicatrizam mais lentamente.</div><div><br></div><div>Quem tem diabetes está mais sujeito à cegueira. A boa notícia é que, fazendo exames regularmente e entendendo como funcionam os olhos, fica mais fácil manter as complicações sob controle.</div><div><br></div><div>Pessoas com diabetes têm 40% mais chance de desenvolver glaucoma, que é a pressão elevada nos olhos. Pessoas com diabetes têm 60% mais chance de desenvolver a catarata, que acontece quando a lente clara do olho, o cristalino, fica opaca, bloqueando a luz.</div><div><br></div><div>Quem tem diabetes tem mais chance de ter pele seca, coceira e infecções por fungos e/ou bactérias, uma vez que a hiperglicemia favorece a desidratação – a glicose em excesso rouba água do corpo.</div><div><br></div><div>Site:</div><div><a href="https://www.diabetes.org.br/publico/complicacoes/complicacoes-do-diabetes">https://www.diabetes.org.br/publico/complicacoes/complicacoes-do-diabetes</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-10 19:25:53 UTC</pubDate>
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         <title>Problemas de saúde associados a diabetes.</title>
         <author>ccarolaytrailers</author>
         <link>https://padlet.com/ccarolaytrailers/symq5l806utrhqas/wish/818861698</link>
         <description><![CDATA[<div>O controle inadequado do diabetes pode causar complicações em diferentes partes do corpo. Isso ocorre porque, a longo prazo, o açúcar elevado no sangue (hiperglicemia) pode danificar os nervos e os vasos sanguíneos que alcança todos os órgãos.</div><div><br></div><div>1- Problemas no coração</div><div><br></div><div>As pessoas são mais propensas a sofrer de doenças cardíacas, aumento da pressão arterial ou derrame, porque o diabetes não controlado também pode promover o desenvolvimento de vários processos inflamatórios no corpo, aumentando assim o risco de doenças cardíacas. Além disso, existe um risco maior de doença vascular periférica, em que as artérias das pernas e pés são bloqueadas ou obstruídas, o que leva ao estreitamento e endurecimento das artérias.</div><div><br></div><div>2- Doença Renal</div><div><br></div><div>O rim é um filtro que consiste em milhões de vasos sanguíneos (capilares) que podem remover os resíduos do sangue. O diabetes pode causar danos aos rins e afetar sua capacidade de filtragem. O problema é que o alto teor de açúcar pode fazer com que os rins filtrem uma grande quantidade de sangue, sobrecarreguem nossos órgãos e causem a perda de moléculas de proteína na urina.</div><div><br></div><div>3- Diabetes Gestacional</div><div><br></div><div>As complicações do diabetes gestacional aparecem durante a gravidez e podem ser:</div><div>-Hipoglicemia neonatal ou outras doenças porque o bebê não recebe mais glicose da mãe após o parto.</div><div>-Desenvolvimento de diabetes no futuro.</div><div>-O crescimento excessivo do feto pode causar problemas no nascimento.</div><div>-Aumento do risco de aborto espontâneo ou o bebê morrer logo após a cirurgia.</div><div><br></div><div>4- Problemas nos olhos.</div><div>Muito açúcar no sangue também pode causar alterações na visão, aumentando os riscos de:</div><div><br></div><div>Retinopatia diabética: os vasos sanguíneos do olho da retina são danificados, o que pode levar à cegueira permanente.</div><div>Glaucoma: dano ao nervo óptico, que pode causar perda de visão.</div><div>Edema macular: ocorre a deposição e o acúmulo de líquido e proteína na mácula do olho, que é a área central da retina, que se torna espessa e incha.</div><div>Catarata: que forma opacidade no cristalino e embaça a visão.</div><div><br></div><div>5- Pele e calos.</div><div><br></div><div>Os diabéticos são mais propensos a secar a pele, coceira e infecções fúngicas e / ou bacterianas, porque a hiperglicemia promove a desidratação - o excesso de glicose absorve água do corpo.</div><div>Uma alteração comum é a pele dos pés, que pode ficar muito seca e contribuir para o aparecimento de feridas (fissuras). Isso ocorre porque os nervos que controlam a produção de óleo e água estão danificados</div><div><br></div><div>6- Membros inferiores</div><div><br></div><div>As complicações podem causar formigamento, dor (que pode ser na forma de queimação ou formigamento), fraqueza e perda de sensibilidade nos pés, dificultando a sensação de calor, frio ou até mesmo lesões</div><div>O pé diabético é uma das complicações mais comuns do diabetes. É caracterizada por feridas na pele e nenhuma sensação nos pés, o que acontece devido a danos vasculares e nervosos, em casos muito graves, devido à má circulação sanguínea, pode ser necessário amputar o membro afetado.</div><div><br></div><div>7- Infecções</div><div><br></div><div>Pacientes com diabetes são mais propensos a infecções, pois sempre há uma grande quantidade de açúcar circulando no sangue, o que favorece a reprodução de microrganismos e o desenvolvimento de infecções. Além disso, uma grande quantidade de açúcar em circulação interfere diretamente na imunidade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-10 19:27:38 UTC</pubDate>
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         <title>Terapias possíveis e atividade do psicólogo nas terapias.</title>
         <author>ccarolaytrailers</author>
         <link>https://padlet.com/ccarolaytrailers/symq5l806utrhqas/wish/818863098</link>
         <description><![CDATA[<div>Terapia de insulina tradicional inclui uma a três doses fixas de insulina por dia. A ideia é ingerir a mesma quantidade de alimentos todos os dias, além de exercícios regulares todos os dias, seguir uma dieta balanceada e tentar manter os horários das refeições. Os médicos podem alterar a dose de insulina com base nos resultados do tratamento, mudanças nas horas de trabalho, perda ou ganho de peso, doença e viagens em vários fusos horários.</div><div>-Terapia combinada, você pode controlar o diabetes tipo 2 com comprimidos e insulina. A insulina é geralmente administrada à noite para limitar a produção de glicose pelo fígado. A função da pílula é verificar o açúcar no sangue durante o dia.</div><div>-Terapia com insulina flexível, além de medir o açúcar no sangue com mais frequência a cada dia, os pacientes costumam usar insulina três ou mais vezes ao dia. A dosagem de insulina dependerá dos resultados do automonitoramento, plano de dieta e intensidade do exercício físico.</div><div><br></div><div> </div><div>TERAPIA COGNITIVO COMPORTAMENTAL PARA TRATAMENTO DIABETES</div><div><br></div><div>O diabetes mellitus (DM) é uma doença crônica cujos resultados em curto, médio e longo prazos dependem do autogerenciamento da doença. Quando a condição física está relacionada a sintomas depressivos, ansiedade e esgotamento do DM, o prognóstico pode ser pior. Como resultado, algumas pessoas pensam que pacientes com DM com problemas emocionais precisam de psicoterapia para ajudar no autocuidado dos sintomas do DM e reduzir ou aliviar os sintomas psicopatológicos. Outra finalidade é trabalhar com os pacientes para criar novas estratégias de mudança de comportamento para fornecer melhor controle de açúcar no sangue e saúde mental.</div><div><br></div><div>O plano alimentar com carboidratos é uma estratégia nutricional que deve estar atrelada à medicação do paciente com DM. Para traçar o plano, um nutricionista ajuda os pacientes a encontrar o número de calorias necessárias para se manterem saudáveis e a determinar a quantidade de carboidratos que deve ser consumida diariamente e a cada refeição (SBD, 2016). O principal objetivo do plano é encontrar um equilíbrio entre o açúcar no sangue, a quantidade de carboidratos consumidos e a quantidade de insulina necessária. SBD (2015) acrescentou que a contagem de carboidratos torna os pacientes com DM que tomam análogos imediatamente após as refeições tão eficazes quanto tomar NPH. Para verificar o açúcar no sangue, os pacientes podem usar um medidor de glicose no sangue (aparelho portátil) para diferentes medidas diárias, em média 3 vezes ao dia.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-10 19:29:16 UTC</pubDate>
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         <title>Curiosidades</title>
         <author>ccarolaytrailers</author>
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         <description><![CDATA[<div>1. Excesso de açúcar na alimentação não causa diabetes:</div><div><br></div><div>Talvez esse seja o erro mais frequente quando se trata do diabetes. Ao contrário do que muitos pensam, o excesso de glicose no sangue não vem apenas da ingestão exagerada do açúcar.</div><div>O que acontece é que, muitas vezes, o diabetes tipo 2 é desenvolvido em consequência de vários fatores, dentre eles o aumento de peso – que, por sua vez, pode ser desencadeado pelo consumo excessivo de açúcar, além de carboidratos e alimentos muito calóricos. Gordura em excesso também se transforma em glicose no sangue, sabia? Só que o processo leva mais tempo, pois a digestão da gordura e mais lenta. Além disso, outros fatores como histórico familiar e sedentarismo entram na lista de causadores do diabetes.</div><div><br></div><div>2. Diferença entre os tipos de diabetes<br>O diabetes tipo 1 é uma doença autoimune que afeta o funcionamento do pâncreas, impedindo que o órgão produza insulina suficiente. Esse tipo é desenvolvido tanto na infância quanto na vida adulta-jovem e o tratamento é feito com insulina.</div><div>O diabetes tipo 2 acontece decorrente a uma combinação de fatores, como estilo de vida sedentário, má alimentação e outras possíveis razões, como a hereditariedade. Nesse caso, o organismo não consegue usar a insulina da forma correta ou não produz hormônio suficiente para controlar os níveis de glicemia. Além disso, o contrário do primeiro tipo, o diabetes tipo 2 pode ser prevenido com uma alimentação saudável e exercícios.</div><div>3. Pré-diabéticos<br>O pré-diabetes é o estado em que o nível de glicemia está alto, mas não o suficiente para ser classificado como diabetes. Se não houver mudanças na alimentação e emagrecimento, esse quadro pode se agravar e, por consequência, tornar-se diabetes.</div><div>4. Quem precisa de insulina<br>A insulina é indispensável para os pacientes de diabetes tipo 1, já que o corpo não cumpre a função de produzir essa substância. Pessoas com diabetes tipo 2 geralmente utilizam insulina em fases de descontroles, como estresse e infecções, ou em casos muito avançados em que os outros remédios não conseguem controlar os níveis de açúcar com medicamentos orais.</div><div>5. Alimentação<br>Quem tem diabetes deve seguir uma dieta com pequenas doses de açúcares e carboidratos, combinados adequadamente com gorduras boas, proteínas e muita fibra. Caso o paciente esteja acima do peso, é necessário evitar comidas com alto índice de calorias e gorduras.</div><div>6. Como os antidiabéticos orais funcionam?<br>O chamados remédios antidiabéticos orais podem agir de várias formas, como para diminuir a absorção de glicose pelo organismo, melhorar sensibilidade à insulina e/ou estimular a produção dela pelo pâncreas.</div><div>7. Falência no pâncreas: como saber?<br>Em casos muito avançados do diabetes, o pâncreas pode ser prejudicado. Isso pode ser percebido por meio de sintomas como perda de peso, hiperglicemia e níveis de glicemia que não baixam mesmo com o uso intensivo de medicamento. Além disso, tem uma exame que mede a secreção do peptídeo e mostra a quantidade de insulina que o pâncreas produz. Esse exame deve, sempre que possível, ser solicitado pelo médico endocrinologista.</div><div>8. Não são só os humanos<br>Você sabia que gatos e cachorros também podem desenvolver o diabetes tipo 1 e tipo 2? Pois é! Os sintomas são parecidos com os dos humanos: perda de peso, aumento no apetite, ingestão de água e maior frequência urinária.</div><div>9. Por que pessoas acima do peso têm uma probabilidade maior de desenvolver o diabetes?<br>Maus hábitos alimentares, sedentarismo e estresse são elementos de relação entre a obesidade e o diabetes tipo 2. Além desses fatores em comum, pessoas acima do peso têm mais chances de desenvolverem diabetes, pois a acumulação de gordura dificulta a função da insulina de transformar glicose em energia.</div><div>10. Formigas na urina</div><div>Parece história inventada, mas há casos em que pessoas foram diagnosticadas com diabetes após encontrarem formigas no vaso sanitário. Isso pode acontecer porque, quando o nível de glicose está muito alto, o corpo busca eliminar a glicose do sangue de outras formas, uma delas é por meio da urina.</div><div><br></div><div>Link do site:</div><div><a href="https://clubedodiabetes.com/2018/08/10-fatos-que-voce-provavelmente-nao-sabia-sobre-o-diabetes/">https://clubedodiabetes.com/2018/08/10-fatos-que-voce-provavelmente-nao-sabia-sobre-o-diabetes/</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-10 19:31:37 UTC</pubDate>
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         <title>Alguns links de vídeos interessantes sobre o assunto.</title>
         <author>ccarolaytrailers</author>
         <link>https://padlet.com/ccarolaytrailers/symq5l806utrhqas/wish/818866086</link>
         <description><![CDATA[<div>https://www.youtube.com/watch?v=1irZ8A_WxD0<br><br>https://www.youtube.com/watch?v=tor0YYbwD1Q<br><br>https://www.youtube.com/watch?v=Bm7i2KInpjU<br><br>https://www.youtube.com/watch?v=a0-5q4vspvY</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-10 19:33:43 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>PARTICIPANTES DO TRABALHO</title>
         <author>ccarolaytrailers</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><mark>ALICE DORZEE.<br><br>PEDRO HENRIQUE.<br><br>CAROLINE SOUZA DOS SANTOS.<br><br>CARLOS DANILO.</mark></strong><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-10 19:38:06 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>ccarolaytrailers</author>
         <link>https://padlet.com/ccarolaytrailers/symq5l806utrhqas/wish/818870857</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-10-10 19:41:35 UTC</pubDate>
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         <title>Associações Nacionais/ ONGs para apoio ao portador da diabetes.</title>
         <author>ccarolaytrailers</author>
         <link>https://padlet.com/ccarolaytrailers/symq5l806utrhqas/wish/818872679</link>
         <description><![CDATA[<div><br><br>Algumas ONGs:<br><br>https://adj.org.br/fique-ligado/associados/<br><br>https://tnsul.com/2020/geral/criciuma-ong-presta-auxilio-portadores-de-diabetes/<br><br>https://www.tiabeth.com/index.php/2014/09/25/ong-pro-criancas-e-jovens-diabeticos-ong-pro-diabeticos/<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-10 19:44:20 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>ccarolaytrailers</author>
         <link>https://padlet.com/ccarolaytrailers/symq5l806utrhqas/wish/818884438</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-10-10 20:02:14 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>ccarolaytrailers</author>
         <link>https://padlet.com/ccarolaytrailers/symq5l806utrhqas/wish/818884950</link>
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         <pubDate>2020-10-10 20:03:07 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>ccarolaytrailers</author>
         <link>https://padlet.com/ccarolaytrailers/symq5l806utrhqas/wish/818885461</link>
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         <pubDate>2020-10-10 20:03:53 UTC</pubDate>
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