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      <title>o corpo e sua história by </title>
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      <description>Deslocar-se para ver</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-07-19 00:43:27 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>brunnastefany7</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-07-19 00:55:46 UTC</pubDate>
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         <title>padrões de beleza </title>
         <author>brunnastefany7</author>
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         <description><![CDATA[<p>A história do corpo humano é a história da civilização. Cada sociedade, cada cultura age sobre o corpo determinando-o, constrói as particularidades do seu corpo, enfatizando determinados atributos em detrimento de outros, cria os seus próprios padrões. Surgem, então, os padrões de beleza, de sensualidade, de saúde, de postura, que dão referências aos indivíduos para se construírem como homens e como mulheres</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-19 00:57:24 UTC</pubDate>
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         <title>Grécia antiga </title>
         <author>brunnastefany7</author>
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         <description><![CDATA[<p>mento de glorificação e de interesse do Estado. O corpo nu é objecto de admiração, a expressão e a exibição de um corpo nu representava a sua saúde e os Gregos apreciavam a beleza de um corpo saudável e bem proporcionado. O corpo era valorizado pela sua saúde, capacidade atlética e fertilidade. Para os gregos, cada idade tinha a sua própria beleza e o estético, o físico e o intelecto faziam parte de uma busca para a perfeição, sendo que o corpo belo era tão importante quanto uma mente brilhante.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-19 01:01:54 UTC</pubDate>
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         <title>o corpo no tempo medieval</title>
         <author>brunnastefany7</author>
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         <description><![CDATA[<p>O homem medieval era extremamente contido, a presença da instituição religiosa restringia qualquer manifestação mais criativa. O cristianismo dominou durante a Idade Média, influenciando, portanto, as noções e vivências de corpo da época. A união da Igreja e Monarquia trouxe maior rigidez dos valores morais e uma nova percepção de corpo. A preocupação com o corpo era proibida, começando-se a delinear claramente a concepção de separação de corpo e alma, prevalecendo a força da segunda sobre o primeiro (Rosário, 2006)</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-19 01:10:31 UTC</pubDate>
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         <title>Renascimento</title>
         <author>brunnastefany7</author>
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         <description><![CDATA[<p>A redescoberta do corpo, nessa época, aparece principalmente nas obras de arte, como as pinturas de Da Vinci e Michelangelo, valorizando-se, deste modo, o trabalho artesão, juntamente com o pensamento científico e o estudo do corpo (Rosário, 2006). A disciplina e controle corporais eram preceitos básicos. Todas as actividades físicas eram prescritas por um sistema de regras rígidas, visando a saúde corpora</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-19 01:14:29 UTC</pubDate>
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         <title>tempo moderno </title>
         <author>brunnastefany7</author>
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         <description><![CDATA[<p>Era percebido como uma “máquina” de acumulo de capital. Deste modo, os movimentos corporais passaram a ser regidos por uma nova forma de poder: o poder disciplinar. Esta nova forma de poder instalou-se nas principais instituições sociais, como nos refere Foucault na sua obra “Microfísica do Poder” (1979/2002), com o objectivo de submeter o corpo, de exercer um controle sobre ele, actuando de forma coerciva sobre o espaço, o tempo e a articulação dos movimentos corporais. Assim, o movimento mecânico – reacções nervosas e fluxo sanguíneo – deu origem a uma compreensão secular do corpo, contestando a antiga noção de que a fonte de energia era a alma.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-19 01:19:22 UTC</pubDate>
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         <title>Dias atuais </title>
         <author>brunnastefany7</author>
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         <description><![CDATA[<p>ecer vivo e belo. A necessidade humana, nos nossos dias, de se encaixar neste padrão estético, parece desencadear uma imagem em crise, demonstrando-se através de uma série de sintomas como o aumento das próteses, a criação do cyborg (o ciber-corpo), a clonagem, as intervenções da engenharia genética, a biologia molecular ou as novas técnicas cirúrgicas ou ainda o uso de substâncias químicas. Assim, as indústrias da beleza e da saúde têm no corpo o seu maior consumidor. Vejam-se o crescente número de ginásios, salões de beleza, spas, clínicas médicas, estilistas, etc. É claro que esta crise do corpo será consequente da crise dos fundamentos da nossa cultura, associando-se também à crise do próprio sujeito. É interessante notar como os discursos que normalizam o corpo, sejam eles científico, tecnológico, publicitário, médico, estético, vão tomando conta da vida simbólica/ subjectiva do indivíduo, invadindo as dimensões expressivas e simbólicas da corporeidade, fornecendo imagens e informações que reconfiguram o próprio âmbito da vivência corporal</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-19 01:23:06 UTC</pubDate>
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