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      <title>Painel Interativo by Késsia Silva de Almeida</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-12-15 17:34:33 UTC</pubDate>
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         <title>Invisíveis no Catar, mulheres fazem história na transmissão da Copa do Mundo
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         <author>201917020011</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp;Temos agora mais uma conquista feminina, <mark>pela primeira vez, na televisão aberta terá mulheres narrando e comentando uma Copa do Mundo masculina.</mark> Catar que está sediando a Copa do mundo é um país islâmico que possui regras rigidas, algumas delas consideradas machistas, como a restrição de roupas que mostram demais o corpo. Além disso, a homessexualidade, demonstrações de afeto em público e consumo de bebidas alcoólicas também são proibidas. Nesse mesmo ano da Copa, uma mulher que fez uma denuncia de estupro, foi sentenciada a 100 chibatadas e 7 anos de prisão. No Catar, as vítimas de violência sexual são processadas por adultério, o homem do caso foi inocentado e liberado. Por isso a presença de mulheres em espaços predominantemente masculino é de grande importância, essas mulheres estão brigando para que no futuro mais mulheres possam assumir espaços que têm por direito.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-15 17:38:53 UTC</pubDate>
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         <title>MULHERES NO CATAR: COMO TEM SIDO A COBERTURA DELAS NO 1º MUNDIAL EM PAÍS ÁRABE</title>
         <author>201917020011</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; Primeira mulher a cobrir a seleção brasileira masculina em uma Copa do Mundo pelo Grupo Bandeirantes de Comunicação, Alinne Fanelli tem a missão de detalhar o máximo possível as informações do dia a dia da equipe brasileira para quem está do outro lado do rádio. Segundo ela: “Hoje em dia, com a questão das lives que pedem muita imagem, o grande desafio é lembrar sempre que há um ouvinte”.<br>&nbsp; Gláucia Santiago, Karine Alves e Débora Gares entram ao longo da programação da ESPN/Star+ e Globo/SporTV, respectivamente, com notícias do time de Tite diretamente do Catar. Quem está por lá trabalhando com TV tem presenciado a “síndrome da câmera ligada”. “Falaram para termos cuidados de filmar as pessoas aqui, mas várias vezes as pessoas pedem para falar, uma menina de aproximadamente 15 anos pediu para falar com a nossa equipe, estava com a vestimenta tradicional, e a gente explicou que não podia”, conta Gláucia.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://dibradoras.com.br/2022/11/28/mulheres-no-catar-como-tem-sido-a-cobertura-delas-no-1o-mundial-em-pais-arabe/" />
         <pubDate>2022-12-15 17:44:48 UTC</pubDate>
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         <title>Copa do Mundo terá mulheres na arbitragem pela primeira vez</title>
         <author>201917020011</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; Outro progresso,&nbsp; é o ingresso de mulheres no corpo de arbitragem pela primeira vez na história das copas do mundo.&nbsp; Três árbitras e três assistentes do sexo feminino irão apitar jogos, que ocorrerá entre 21 de novembro e 18 de dezembro deste ano, no Catar. Entre as bandeirinhas, há uma brasileira: Neuza Back, de 37 anos. O anúncio foi feito pela Fifa.<br>&nbsp; O presidente do Comitê de Arbitragem da Fifa, o italiano Pierluigi Collina, disse que o critério utilizado para as escolhas foi a qualidade dos árbitros, que, segundo ele, representam o mais alto nível de arbitragem no mundo.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-15 17:51:44 UTC</pubDate>
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         <title>MULHERES NO GRAMADO, PELA PRIMEIRA VEZ EM COPA DO MUNDO</title>
         <author>201917020036</author>
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         <description><![CDATA[<div>A primeira versão da copa do mundo de futebol feminino, foi realizada em julho de 1970, na Itália. Sem a chancela da Fifa, a competição recebeu o nome de seu patrocinador: Martini Rosso Cup. Com a participação de 7 países, I<strong>nglaterra, Dinamarca, Alemanha, México, Itália, Áustria e Suíça</strong>, a Copa do Mundo de futebol feminino de 1970 foi vencida pela Dinamarca. Um ano depois, um novo mundial feminino foi disputado. O torneio, realizado no México, contou com 6 participantes: México, Argentina, Inglaterra, Dinamarca, França e Itália. Novamente, a seleção dinamarquesa foi campeã. Somente em 1988, a Fifa encabeçou um movimento para a criação da própria Copa do Mundo de futebol feminino. &nbsp; Em um evento realizado na China, com o objetivo de analisar a viabilidade de um mundial entre mulheres, 12 países manifestaram interesse em participar.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Após o evento teste, a FIFA decidiu realizar de forma oficial a primeira copa do mundo de futebol feminino da história. Com 12 seleções, o evento foi realizado na China em 1991. Dividido em três grupos com 4 equipes cada e classificaram as melhores equipes de cada grupo. Nossa seleção brasileira infelizmente ficou na primeira fase, enquanto os Estados Unidos foi o primeiro a conquistar a primeira copa do mundo feminina da história, derrotando por 2×1 a seleção da Noruega diante de um público de 63 mil espectadores, no Tianhe Stadium em Guangzhou. Além do título, a artilheira e a melhor jogadora da competição também foram americanas. Michelle Akers marcou 10 gols no torneio e a melhor jogadora do Mundial foi Carin Jennings. A Noruega foi vice-campeã e a Suécia ficou em terceiro lugar. E esse acontecimento foi um marco na vida dessas mulheres e nas gerações futuras, pois sabiam que chegaram onde disseram que jamais chegariam.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/WlCAS8CeO9g" />
         <pubDate>2022-12-15 18:45:19 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Apesar dos avanços conquistados pelas mulheres cataris nos últimos anos, especialmente na educação, como aponta o relatório, percebem-se ainda costumes que as restringem. Mas, no contexto do maior evento de futebol do mundo, como a cultura do país influencia a relação dessas mulheres com o esporte?</div>]]></description>
         <enclosure url="https://midianinja.org/news/como-a-copa-do-mundo-tem-influenciado-a-relacao-das-mulheres-cataris-com-o-futebol/" />
         <pubDate>2022-12-29 01:47:28 UTC</pubDate>
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         <title>Mulheres na Copa do Mundo 2022: 9 profissionais que farão sua estreia

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         <author>201917020011</author>
         <link>https://padlet.com/201917020011/sx9kgmnir446t85s/wish/2430104872</link>
         <description><![CDATA[<div>Mesmo que seja uma competição masculina, as mulheres estarão em peso na produção e equipe da Copa do Mundo no Catar. Já passou da hora de que mulheres tomem lugar de protagonismo no futebol. Então nessa Copa a <mark>FIFA escalou seis mulheres para estarem na arbitragem.</mark> Salima Mukansanga, Yoshimi Yamashita e Stephanie Frappart como árbitras, e Neuza Back, Karen Díaz Medina e Kathryn Nesbit, como auxiliares.&nbsp;<mark>Está será a primeira Copa do Mundo com mulheres na arbitragem.</mark></div>]]></description>
         <enclosure url="https://glamour.globo.com/lifestyle/esporte/noticia/2022/11/mulheres-na-copa-9-profissionais-que-farao-sua-estreia-em-2022.ghtml" />
         <pubDate>2022-12-29 02:07:39 UTC</pubDate>
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         <title>Preconceito: &quot; Mulher macho&quot;</title>
         <author>201917020036</author>
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         <description><![CDATA[<div>Em pleno o&nbsp; século 21, a mulher em campo é motivo de comentários abusivos.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.efdeportes.com/efd180/preconceito-no-futebol-feminino.htm" />
         <pubDate>2022-12-29 14:14:08 UTC</pubDate>
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