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      <title>Mapa mental Educação de Jovens e Adultos by Regina Mafra Agostinho</title>
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      <description>ACADEMICAS: ANGELITA 👩🏽LOUISE 👩🏽 MARCELA👱🏽‍♀️ REGINA👩🏽 </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-04-15 00:17:26 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2026-03-16 20:45:53 UTC</lastBuildDate>
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         <title>REGINA </title>
         <author>reginaagostinho</author>
         <link>https://padlet.com/reginaagostinho/swn6ce06kfo0hloe/wish/2555061598</link>
         <description><![CDATA[<div>Nosso estudo se inscreve no âmbito das funções atribuídas à Educação de Jovens e Adultos (EJA), pelo Conselho Nacional de Educação/Câmara de Educação Básica (BRASIL, 2000), através do Parecer CEB nº 11/2000, de 10 de maio de 2000. Segundo esse Parecer, três funções são atribuídas à EJA: função qualificadora, função equalizadora e função&nbsp;<br>reparadora.&nbsp;<br><br><br>A função qualificadora, na nossa percepção, é a que confere uma maior amplitude à EJA, dada a sua perspectiva de educação permanente, da qual todos nós deveríamos usufruir, já que a vida é um aprendizado constante.&nbsp;<br><br>Não concordamos com esse caminho apontado por Jamil Cury e Norberto Bobbio para se buscar a equidade; um erro não se corrige com outro. Tal como Paulo Freire, pensamos que as crianças, jovens e adultos das classes privilegiadas não devem ser discriminados para que se igualem aos excluídos.&nbsp;<br><br>A função reparadora da EJA significa o reconhecimento do poder<br>público de uma “[...] dívida inscrita em nossa história social [...]” (BRASIL,<br>2000, p. 4), em virtude da negação a milhões de brasileiros e brasileiras,<br>sobretudo, de um (dos seus) direito público subjetivo1 − o acesso ao ensino<br>fundamental obrigatório e gratuito (art. 5o da LDB no 9.394/96).<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-15 00:25:57 UTC</pubDate>
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         <title>LOUISE</title>
         <author>reginaagostinho</author>
         <link>https://padlet.com/reginaagostinho/swn6ce06kfo0hloe/wish/2555061693</link>
         <description><![CDATA[<div>Reparadora: para todos é garantido um bem social e simbolicamente importante. A valorização do percurso escolar.<br>Significa o reconhecimento do poder público de uma " [...] dívida inscrita em nossa história social [...] (BRASIL,2000,p.4), em virtude da negação a milhões de brasileiros e brasileiras</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-15 00:26:15 UTC</pubDate>
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         <title>ANGELITA</title>
         <author>reginaagostinho</author>
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         <description><![CDATA[<div>Introdução:&nbsp;<br>10 de maio de 2000, a função qualificadora, na nossa percepção, é a que confere uma maior amplitude à EJA, dada a sua perspectiva de educação permanente, da qual todos nós deveríamos usufruir, já que a vida é um aprendizado constante.<br><br>Metodologia:</div><div>Igualmente, Bogdan e Biklen o entendimento de várias dimensões de uma situação particular, sem perder de vista a sua vinculação ao real.</div><div>Assim sendo, buscamos apreender a realidade particular/real de uma das classes do nível I/EJA de uma escola pública e, mais especificamente, a perspectiva de uma professora acerca de aspectos concernentes à efetivação da função reparadora da EJA – no trabalho cotidiano com seus alunos – naquela escola/classe estudada; para isto, trabalhamos com dois procedimentos de recolha de dados: a observação participante e a entrevista semi estruturada.</div><div>A vida da Escola Emília Ramos é muita rica em realizações, participadas por toda a comunidade escolar, inclusive aquela externa à Escola, o que facilitou, de algum modo, a nossa inserção ali, à medida que observámos. Assim fazendo, aos poucos e naturalmente, o nosso estar naquele contexto «foi virando estar com eles» – como dizia Paulo Freire.</div><div>Como já foi dito, além da observação participante, também trabalhamos com a entrevista semi diretiva, por considerá-la a técnica adequada para a apreensão das significações da Professora, em face da temática em estudo. Contudo, Thiollent adverte os pesquisadores quanto à necessidade de terem sempre uma problemática nas situações de entrevista. Mesmo no caso das situações de entrevista não-diretiva, diz ainda o autor, não se deve trabalhar na base da intuição ou do bom senso, do tato ou da típica ingenuidade das entrevistas comuns. Assim, utilizando um roteiro prévio, realizamos com a professora da turma escolhida uma entrevista audio gravada, sendo, posterior-mente, transcrita e analisada.<br><br>Resultados:</div><div>A Educação de Jovens e Adultos teve início na Escola Estudada, no ano de 1989, um ano depois da sua instalação oficial. O EJA na Escola aconteceu em virtude da necessidade observada na maioria da população daquela comunidade, cujos jovens e adultos se encontravam entre os milhões de analfabetos brasileiros .</div><div>Na Organização do Trabalho Pedagógico, o que mais nos chamou a atenção foi a relação professor/aluno, sempre pautada na confiança e no respeito mútuos. Quanto à Metodologia utilizada, a Professora realiza exposições dialogadas, trabalhos individuais e grupais, ensejando, além da mediação professor/aluno, a mediação aluno/aluno.</div><div>Com relação à alfabetização, especificamente, a prática pedagógica tem como aporte teórico principal a psicogênese da língua escrita, construída por Ferreiro e colaboradores.<br><br>Discussão:</div><div>Inspirada nas sugestões de Paiva e Brandão , discutiremos os dados da nossa investigação, tomando como referência as concepções defendidas por Freire Quanto à avaliação: não é possível praticar sem avaliar a prática.</div><div>A prática revela acertos, erros e/ou imprecisões. O trabalho de avaliar a prática jamais deixa de acompanhá-la.</div><div>Com esse entendimento – nem sempre dito, mas testemunhado pela prática – quando necessário, a Escola para todas as atividades e, coletivamente, procura solu-ção para os obstáculos ao sucesso escolar dos alunos e à sua inserção social, pelo menos, naquele contexto. Como vimos, o Trabalho Pedagógico daquela Escola parte sempre de Projetos.</div><div>No planejamento, os dados da avaliação são fundamentais para que se decida sobre a necessidade de redirecionar ou não o que foi anteriormente definido. Os alunos da Escola Emília Ramos são respeitados ou, no mínimo, ali se procura respeitar o «estar sendo» dos alunos, na esperança de que, um dia, eles possam «ser mais» nesse processo de conquista da sua cidadania.</div><div>Cada processo de aprendizagem e de desenvolvimento de um aluno é singular, embora apresente pontos comuns a outros. Todos têm essa prática naquela Escola? – Não! A luta dos que compreendem melhor essas questões tem se desenvolvido no sentido de que todo o coletivo docente e não-docente da Escola se engaje nesse Projeto de superação de uma prática segregada, em busca de relações mais democráticas, dentro e fora da Escola.</div><div>na escola e fora dela.<br><br>Considerações finais:</div><div>Através desses compromissos, expressos em documentos oficiais da UNESCO, os países signatários como o Brasil asseguram o cumprimento de uma política educacional que garanta a todos o acesso/à e a permanência bem sucedida/na educação básica de boa qualidade.</div><div>No Brasil, há inúmeros Projetos, Programas e Experiências da EJA, voltados para a escolarização. Muitos desses Projetos e Programas – alguns, até oficiais – desenvolvem um trabalho que, em nome do respeito àquele segmento da população atendida por EJA, o desrespeita mais ainda, pois as experiências vivenciadas, muitas vezes, se constituem no «golpe de misericórdia» para afastar definitivamente da escola – aqueles jovens e adultos. Cumpre, porém, salientar que há também no país, outros Projetos e experiências da EJA – como aquela aqui relatada – que desenvolvem ações educativas efetivas, mediadas por professores competentes e comprometidos, política e pedagogicamente, com as camadas populares.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-15 00:26:31 UTC</pubDate>
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         <title>Marcela</title>
         <author>reginaagostinho</author>
         <link>https://padlet.com/reginaagostinho/swn6ce06kfo0hloe/wish/2555068006</link>
         <description><![CDATA[<div>A nossa legislação educacional atual considera a faixa etária de 6-14 anos, como “a idade própria” para o atendimento ao aluno do ensino fundamental regular e, de 15 anos em diante, a faixa etária da clientela que poderá ser atendida pelos cursos da EJA, uma vez que são vedadas a matrícula e a participação em cursos dessa modalidade de ensino – a crianças e adolescentes na faixa etária de 6-14 anos, conforme o parágrafo único do art. 7º da Resolução CNE/CEB nº 1, de 5 de julho de 2000. (BRASIL, 2000a).&nbsp;<br><br><br><br>É interessante destacar, porém, que grande parte dos estudos e, até mesmo, alguns documentos oficiais referentes à EJA estão impregnados da dimensão de escolarização da EJA – sempre reduzida ao ensino fundamental, com destaque para a alfabetização, raramente incluindo o ensino médio – e, geralmente, ignorando a vertente “formação continuada” (com relação a esse último aspecto, podemos citar como exemplo o supracitado art. 37 da LDB 9.394/96).&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-15 00:44:17 UTC</pubDate>
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