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      <title>Lucas by </title>
      <link>https://padlet.com/1796016/history</link>
      <description>Feito com um frenesi criativo</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-04-14 23:04:46 UTC</pubDate>
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         <title>Mosteiro Paço de Sousa</title>
         <author>1796016</author>
         <link>https://padlet.com/1796016/history/wish/521061927</link>
         <description><![CDATA[<div><br>O Mosteiro Paço de Sousa, é um monumento nacional, localizado no Concelho de Penafiel. A sua origem data ao séc. X, sofrendo obras de manutenção, vindo a ser completamente recuperado em meados do séc. XIII. <br><br>O Mosteiro Paço de Sousa, foi doado pelo Conde D. Henrique, a uma das mais importantes famílias da região do Entre-Douro e Minho, os Riba Douro, da qual provém Egas Moniz, que foi aio de D. Afonso Henriques.<br><br>As suas características singulares, tanto a nível arquitectónico como escultural, fazem deste mosteiro beneditino, um dos mais prestigiados e  apelativo monumento da arquitectura românica Portuguesa. <br><br>As características mais predominantes da arquitectura românica são as colunas prismáticas nos portais, bases bolbiformes, padrões decorativos "vegetalistas" talhados a bisel, e longos frisos no interior e exterior das igrejas.<br>Paço de Sousa foi um edifico-padrão, onde as tradições locais, e as influências do românico de Coimbra e do Porto se misturaram, padronizando o tipo de românico nacionalizado das Bacias do Sousa e Baixo Tâmega.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-21 18:11:23 UTC</pubDate>
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         <title>Pequena biografia de Egas Moniz</title>
         <author>1796016</author>
         <link>https://padlet.com/1796016/history/wish/521120684</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Egas Moniz (1080-1146), vem de uma das mais poderosas famílias da nobreza do Entre-Douro e Minho, sendo filho de Mónio Ermiges de Riba Douro e de D. Ordana.<br><br>Em 1127 terá conseguido que o exército de Leão, levantasse o cerco que tinha sobre Guimarães, sob promessa de vassalagem por parte de D. Afonso Henriques a Afonso VII, Rei de Leão. Este é um dos seus principais feitos/conquistas.<br><br>Egas Moniz também teve destaque, pela sua agitação politica e guerreira que determinou a queda da Rainha D. Teresa, mãe do seu pupilo D. Afonso Henriques, o que fez com que fosse possível a subida deste ao trono (D. Afonso Henriques), e que a independência do Condado Portucalense fosse lograda.<br><br>Foi Tenens (pessoa que cumpre temporariamente os deveres de outro) de S. Martinho de Lamego, de Neiva, de Sanfins e de Parada. Também exerceu o importante cargo de Mordomo-Mor da Cúria.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-21 18:34:22 UTC</pubDate>
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         <title>Breve biografia da Ordem de São Bento</title>
         <author>1796016</author>
         <link>https://padlet.com/1796016/history/wish/521158349</link>
         <description><![CDATA[<div><br>A ordem de São Bento, é a mais antiga ordem religiosa Católica de clausura monástica, que se baseia na observação dos preceitos destinados a regular a convivência social. <br><br>Uma ordem religiosa é uma "instituto" religioso de vida Consagrada, composta por membros que vivem de acordo com os votos que fazem, sendo estes votos conforme o carisma do seu fundador.<br><br>Esta ordem, foi fundada por São Bento de Núrsia, em Itália, no ano de 529, no convento italiano do Monte Cassino, e preceituava a oração, a pobreza, a castidade, a obediência e o trabalho, assim como a obrigação de hospedar peregrinos e viajantes nos seus mosteiros, dar assistência aos pobres e promover o ensino.<br><br>Trajavam o Hábito religioso preto, pelo que ficaram conhecidos como os "monges negros", também usavam camisa de lã e escapulário. <br><br>Estes monges Beneditinos, terão entrado por volta do séc. XI na Península Ibérica, ainda Portugal não era um Reino Independente, mas desempenharam uma papel importante no povoamento do território na altura da Reconquista. Localizados sobretudo na região norte de Entre-Douro e Minho, os mosteiros funcionavam como escolas da sociedade, tinham o dever de ensinar técnicas agrícolas, e outros ofícios,  e garantir a prática espiritual dos preceitos Cristãos.<br><br> A contribuição dos monges para a expansão cultural e para o aumento da riqueza pública foi reconhecida em toda a Europa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-21 18:50:16 UTC</pubDate>
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         <title>D. Afonso Henriques</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/1796016/history/wish/561344990</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>D. Afonso Henriques</strong>, o Conquistador, o Fundador, recebeu este cognome por causa das numerosas conquistas que fez aos Mouros e porque foi graças a ele que o Condado Portucalense ganhou independência e surgiu o Reino de Portugal, reinou entre 1139 e 1185;<br><br></div><div>D. Afonso Henriques, nasceu em Guimarães, em  1109. Era filho do conde D. Henrique e de D. Teresa. Casou com D. Mafalda de Sabóia.<br><br></div><div>Faleceu em 6 de Dezembro de 1185. Jaz no mosteiro de Santa Cruz, em Coimbra, que ele mandou edificar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-09 11:59:16 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>D. Sancho I</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/1796016/history/wish/561346663</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>D. Sancho I</strong>, o Povoador, recebeu este cognome porque durante o seu reinado, porque teve a preocupação de reorganizar o território, criando condições para o povoamento das várias partes do Reino, reinou entre 1185 e 1211;<br><br></div><div>D. Sancho I, nasceu em Coimbra, em 1154. Filho de D. Afonso Henriques e de D. Mafalda de Sabóia, sucedeu a seu pai. Casou com D. Dulce de Aragão, filha do conde de Barcelona. Herdeiro das virtudes militares de seu pai, continuou a luta contra os mouros e a política de expansão do Reino. Também se preocupou em tornar mais firme o seu poder enquanto Rei, e lutou contra o forte poder do clero.<br><br></div><div>Foi o primeiro Rei a intitular-se de Rei de Portugal e do Algarve.<br><br></div><div> Faleceu em 1211, em Santarém. Jaz no mosteiro de Santa Cruz de Coimbra.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-09 12:01:16 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>D. Afonso II</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/1796016/history/wish/561347833</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>D. Afonso II</strong>, o Gafo ou o Gordo, recebeu este cognome porque sofria de lepra e assim chamavam a quem tinha esta doença, e também porque era muito gordo, reinou entre 1211 e 1223;<br><br></div><div>D. Afonso II, nasceu em Coimbra, em 1185. Filho de D. Sancho I e de D. Dulce de Aragão, foi o sucessor de seu pai. Casou com D. Urraca, filha de Afonso VIII de Castela. <br><br></div><div>A principal preocupação de D. Afonso II foi a administração do reino. Prosseguiu, também, o alargamento do território, conquistando Àlcacer do Sal.<br><br></div><div>É D. Afonso II que cria pela primeira vez a política de centralização. É ele o primeiro a fazer a lei (publicou as Leis Gerais), o primeiro registo de livros oficiais, nomeação do primeiro meirinho-mor, do Tribunal supremo do Rei e a cúria régia - cortes.<br><br></div><div>Em 1211 nas cortes de Coimbra implementa a 1ª Lei Geral que diz, que quando alguma lei não corresponder à lei da Santa Fé, não é válida. Impõe a lei de que ninguém pode diminuir o poder do Rei de Portugal e inicia as inquirições gerais.<br><br>Por se aperceber que a Igreja começa a ter mais poder que o próprio Rei, este começa a diminuir os privilégios desta, sendo que em 1211 uma das leis referentes ao clero, era que estes não podiam comprar mais terras, é chamada a Lei da Desarmortização, e por esse motivo, foi excomungado pelo Papa Honório III.</div><div><br></div><div>D. Afonso II faleceu em Santarém, em 1223. Jaz no Mosteiro de Alcobaça.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-09 12:02:38 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>D. Sancho II</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/1796016/history/wish/561348570</link>
         <description><![CDATA[<div> <br><br></div><div><strong>D. Sancho II</strong>, o Capelo, recebeu este cognome porque em criança usava o hábito de frade franciscano, reinou entre 1123 e 1248;<br><br></div><div>D. Sancho II, nasceu em Coimbra, em 1209. Filho de D. Afonso II e de D. Urraca de Castela, sucedeu a seu pai. Casou com D. Mécia Lopes de Haro, de Leão. Mostrou-se rijo na arte da guerra, como seu bisavô D. Afonso Henriques, mas foi um fraco administrador. Destituído de rei pelo Papa, em 1245, D. Sancho II exila-se em Castela. <br><br></div><div>Morreu em Toledo, em 1248, onde foi sepultado.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-09 12:03:36 UTC</pubDate>
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         <title>D. Afonso III</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/1796016/history/wish/561349532</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>D. Afonso III</strong>, o Bolonhês, recebeu este cognome porque casou com a Condessa de Bolonha, reinou entre 1248 e 1279;<br><br></div><div>D. Afonso III, nasceu em Coimbra, em 1210.  Era irmão de D. Sancho II, a quem sucedeu. Casou com D. Matilde, condessa de Bolonha, e mais tarde casou com D. Beatriz de Guilhen. Assumiu a Regência do Reino em 1245. Depois da morte de seu irmão, D. Sancho II, em 1248, foi proclamado rei. Protegeu a agricultura e desenvolveu o comércio e a indústria. Criou concelhos e concedeu muitos forais.<br><br> Foi com D. Afonso III em 1249 que termina a reconquista cristã aos mouros com a posse do Algarve. Assumiu-se como aquele que garante a paz e a justiça em todo o reino.<br><br></div><div>Contribuiu para o fim da monarquia feudal.<br><br></div><div>Foi o Rei mais importante a nível jurídico, reorganizou o sistema judicial do Reino Português, foi o primeiro Rei a levar os procuradores dos concelhos em 1254 às cortes de Leiria, para ouvir a opinião do povo (antes só a nobreza e clero tinham direito de ir às cortes).<br><br></div><div>Também foi com D. Afonso III que se iniciam os documentos em Português.<br><br></div><div>Edita mais de duzentas Leis Gerais.<br><br></div><div>Com D. Afonso III há de facto uma afirmação da lei como poder de centralização régia.<br><br></div><div>D. Afonso III faleceu em 1279. Jaz no Mosteiro de  Alcobaça.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-09 12:04:50 UTC</pubDate>
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         <title>D. Dinis</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/1796016/history/wish/561350393</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>D. Dinis</strong>, o Lavrador, recebeu este cognome porque destacou muito a actividade agrícola, fazendo com que esta fosse ensinada, promoveu a agricultura e fundou várias comunidades rurais, procurando que não só os camponeses e as comunidades religiosas, mas também todo o País se interessasse por esta atividade. Reinou entre 1279 e 1325;<br><br></div><div>D. Dinis, nasceu em Lisboa, em 1261. Era filho de D. Afonso III, a quem sucedeu, e de D. Beatriz de Guilhen. Casou com D. Isabel de Aragão (rainha Santa Isabel).<br><br></div><div>Com D. Dinis os documentos passam a ser obrigatórios em Português.<br><br></div><div>Promulgou as Leis da Desamortização, que visava impedir que os eclesiásticos comprassem mais bens e interditou que herdassem bens de clérigos e ordens religiosas. <br><br></div><div>Continuou através das Inquirições a reforçar a autoridade régia, face aos grupos privilegiados.<br><br></div><div>Em 1290 criou os Estudos Gerais de Lisboa, na Universidade de Lisboa, (logo transferida para Coimbra).<br><br></div><div>Começam a surgir os ouvidores de suplicação, ouvidores da corte.<br><br></div><div>Criou uma organização militar no Reino que disponibilizava permanentemente um exército nacional, a Coroa passou a ter ao seu serviço um exército com um número fixo de efectivos.<br><br></div><div>Organizou a contabilidade pública do Reino e reorganizou a fiscalidade.<br><br></div><div>Em 1319 cria a Ordem de Cristo, com sede em Tomar e transfere para ela todos os bens dos Templários. Os bens transferidos para a Ordem de Cristo foram, mais tarde, o suporte para os descobrimentos portugueses.<br><br></div><div> Faleceu em Santarém em 1325. Foi sepultado no Convento de Odivelas, que mandara edificar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-09 12:05:55 UTC</pubDate>
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         <title>D. Afonso IV</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/1796016/history/wish/561351272</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>D. Afonso IV</strong>, o Bravo, recebeu este cognome pela sua valentia, reinou entre 1325 e 1357;<br><br></div><div>D. Afonso IV, nasceu em Lisboa, em 1291. Era filho de D. Dinis, a quem sucedeu, e de D. Isabel de Aragão. Casou com D. Beatriz de Castela. <br><br></div><div>D. Afonso IV institui a lei para definir os juízes de fora (todos os concelhos passam a ter um juiz de fora) aqueles que não eram da própria localidade, para não haver a tentação a favorecimento ou a vinganças pessoais.<br><br></div><div>Destacou-se com a publicação do “Chamamento Geral” em 1325 (onde foram convocados todos aqueles que possuíam bens para fiscalização e confirmação de privilégios), e ainda pela “Pragmática” em 1340, destinada a clarificar o lugar de cada um na hierarquia social.<br><br></div><div>Em 1349 implementa as primeiras leis laborais, conhecidas em Portugal.<br><br></div><div>Proibiu a vindicta, ou seja a possibilidade de os nobres fazerem justiça pelas próprias mãos.<br><br></div><div> Faleceu em 1357. Jaz na capela-mor da Sé de Lisboa, por ele reconstruída.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-09 12:07:04 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>D, Pedro I</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/1796016/history/wish/561352111</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>D. Pedro I</strong>, o Justiceiro, recebeu este cognome porque aplicou uma justiça rigorosa e severa, igual para todos, reinou entre 1357 e 1367;<br><br></div><div>D. Pedro I, nasceu em Coimbra, em 1320. Era filho de D. Afonso IV, a quem sucedeu, e de D. Beatriz. Casou com D. Constança, de Castela.<br><br></div><div>Impôs o Beneplácito Régio, uma medida que visava ao impedimento da publicação de um documento, sem a autorização real.<br><br></div><div>Em 1361, determina que os litígios entre estudantes e outras pessoas do reino, fossem julgados exclusivamente pelo direito que se ensinava e não pelas Sete Partidas (constituem uma exposição jurídica, inspirada no Direito Comum, e foi editada em 1263 em Espanha, pelo Rei Afonso X, o Sábio), já que o direito Português se estava a consolidar e não queriam fontes estrangeiras.<br><br></div><div> Faleceu em Estremoz, em 1367, os restos mortais de D. Pedro I e de D. Inês de Castro encontram-se no Mosteiro de Alcobaça.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-09 12:08:06 UTC</pubDate>
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         <title>D. Fernando I</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/1796016/history/wish/561353148</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>D. Fernando I</strong>, o Formoso, recebeu este cognome pela sua beleza e distinta figura, reinou entre 1367 e 1383.<br><br></div><div>D. Fernando I, nasceu em Coimbra, em 1345. Era filho de D. Pedro I, a quem sucedeu, e de D. Constança. Casou com D. Leonor de Teles, contra a vontade do povo. <br><br></div><div>D. Fernando mandou instalar na Torre do Tombo, o Arquivo Nacional Português, onde estão guardados todos os documentos importantes que são a história e a memória de Portugal.<br><br></div><div>Publicou a lei das Sesmarias (lei da Terra) uma lei autêntica de reforma agrária onde existe a obrigação de lavrar/cultivar as terras.<br><br></div><div>Cria o licenciamento de vagabundos, ociosos, mendigos, só era permitida a mendicidade a quem não tivesse condições físicas/psicológicas para trabalhar.<br><br></div><div>Em 1380, criou ainda a Companhia das Naus, que funcionava como companhia de seguros, o que evitava a ruína dos homens no mar.<br><br></div><div>Morreu em 1383, jaz no Convento do Carmo em Lisboa. <br><br>Deixou uma única filha, D. Beatriz, casada com D. João I, rei de Castela, o que complicou a continuidade da dinastia.<br><br> Em 1383, com a morte de D. Fernando, o reino entra em anarquia total, já que D. Leonor de Teles assumiu a regência, prevista nas cláusulas do contrato nupcial por falta de herdeiro masculino, e com a ameaça da possibilidade de anexarem o Reino de Portugal ao Reino de Castela.<br><br> Foi na Batalha de Aljubarrota e consequente vitória comandada por mestre de Avis contra D. João I, Rei de Castela, a 14 de Agosto de 1385, que ficou assegurada de uma vez por todas a independência do Reino de Portugal. <br><br>Após a eleição do mestre de Avis, proclamado Rei com o título de D. João I, nas Cortes de Coimbra em 1385, considera-se iniciada uma nova dinastia, pela quebra na sucessão legítima, ainda que o novo soberano descendesse directamente do rei D. Pedro I. <br><br>Terminou, assim, a primeira dinastia, conhecida por “Afonsina”.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-09 12:09:19 UTC</pubDate>
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         <title>A Cúria e a Corte</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A Cúria Régia foi uma assembleia que assessorou o rei e que vigorou na monarquia portuguesa, até meados do século XIII. Era uma instituição que intervinha no governo do reino, na formação de legislação e na administração de justiça.<br><br></div><div>A Cúria Régia auxiliava o rei a deliberar sobre os assuntos que este propunha, e os membros dela confirmavam depois, com as suas assinaturas, a resolução real. Intervinha em todos os assuntos que dependiam directamente do monarca. De uma maneira geral, todas as questões de carácter militar, administrativo e judicial eram tratadas pela Cúria. <br><br></div><div>Além de ser o mais alto órgão administrativo e judicial do reino, a Cúria Régia era também o órgão político supremo, constituindo juntamente com o rei, que a presidia, o centro da vida política do país. Por lhe competir solucionar todos os problemas que mais afectavam a vida da nação, os quais, pela sua complexidade e importância, só poderiam ser resolvidos com a colaboração das figuras mais poderosas de todo o território nacional, como eram, os juízes do concelho, os bispos, os abades e priores dos conventos, e os tenentes dos distritos em que se dividia o país, estes eram convocados para comparecer nas sessões da Cúria. As autoridades do local onde as sessões se realizavam também participavam nestas assembleias. <br><br></div><div>Essas assembleias alargadas da Cúria Régia deram origem, no século XIII, às Cortes, isto é, reuniões onde os participantes também podiam colocar questões ao rei, ao contrário do que acontecia anteriormente, em que só os assuntos propostos pelo monarca eram discutidos.<br> Tem apenas um carácter consultivo, pois o rei é que toma as decisões finais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-09 12:17:04 UTC</pubDate>
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