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      <title>Opúsculo Humanitário - Brasil x Mundo em relação a educação feminina by Sophia Lima</title>
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      <description>Autores: André, Murilo, Leonardo, Sophia Lima e Vitor 2°A</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-04-12 21:51:14 UTC</pubDate>
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         <title>Dionísia Pinto Lisboa (Nísia Floresta) </title>
         <author>sophialimatomazo</author>
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         <description><![CDATA[<p><br></p><p>Dionísia Pinto Lisboa nasceu em Rio Grande Do Norte, no sitio "Floresta" em 12 de outubro de 1810 - século 19.  "Nísia Floresta Brasileira Augusta” foi o pseudônimo adotado pela escritora romancista, educadora e poetisa norte-rio-grandense. Dela, diz-se ter sido a mais notável mulher de letras brasileiras no século XIX e uma mulher a frente de seu tempo, sem sombra dúvidas. </p><p><br></p><p>A Sr.Lisboa participou de movimentos republicanos, abolicionistas, indigenistas, incentivava o aleitamento materno (discutido brevemente em sua obra "Opúsculo humanitário") e foi uma das primeiras vozes femininas, no Brasil, a lutar pela autonomia social, econômica e política da mulher e precursora do feminismo, pois abordava temas sobre a importância da educação para as mulheres e como isso iria ocasionar o progresso dos organismos sociais. Outro ponto importante a ser considerado sobre sua vida é que ela instalou e dirigiu um colégio no Rio Grande do Sul, no Rio de Janeiro, fundou e dirigiu o Colégio “Augusto”, em 1838, onde ensinava quase todas as disciplinas, e dirigiu e ensinou no Colégio Brasil. </p><p><br></p><p>Nísia Floresta, nos primeiros momentos de sua vida, viveu do magistério e para o magistério, fundando e administrando colégios no norte ao sul do país. Dionísia viajou pela Europa e morou por um período na França, onde foi possível a sua presença em círculos acadêmicos e convivência com importantes nomes da História Ocidental como Auguste Comte (Pai do Positivismo Científico, fundador da Sociologia), Almeida Garret e Alexandre Herculano. Logo após variadas experiências, um intelecto admirável, inspirado por ideias positivistas, ela produziu obras sobre ética, críticas social, comentários de viagens, afinal viajava demasiadamente, e poesias e outras obras relevantes para a sociedade daquela época. </p><p><br></p><p>Ademais, houve sua colaboração com severos com jornais no Brasil como:  “Jornal do Brasil”, “Correio Mercantil”, “Diário do Rio de Janeiro”, “Brasil Ilustrado” e outros entre outros. Também auxiliou revistas européias, majoritariamente na França e na Itália. </p><p><br></p><p><br></p><p><strong>As suas notáveis obras literárias incluem os seguintes títulos:</strong> </p><ul><li><p>Direitos da Mulher e Injustiça dos Homens (Recife, 1832, e Porto Alegre, 1834);</p></li><li><p>Conselhos à Minha Filha (Rio de Janeiro, 1842 e 1845; Florença, 1847, e Paris, 1858); </p></li><li><p>Fany, ou O Modelo das Donzelas, Discurso às Educadoras;</p></li><li><p>Daciz, ou A Jovem Completa (os três em 1847, no Rio de Janeiro);</p></li><li><p>A Lágrima de um Caeté (Rio de Janeiro, 1849);</p></li><li><p>Dedicação de Uma Amiga (Niterói, 1850); </p></li><li><p>Opúsculo Humanitário (Rio de Janeiro, 1853);</p></li><li><p>Itinerário de Uma Viagem à Alemanha (Paris); </p></li><li><p>Scintille d'un'Anima Brasiliana (Florença, 1859);</p></li><li><p>Trois ans em Italie, suivis d'un voyage em Grêce, vol. I (Paris, 1861) e vol. II (Paris);</p></li></ul><p>Fragments d'un ouvrage inédit (Paris, 1878);</p><p><br></p><p>Depois de sua morte, Nísia passou 60 anos esquecida, até que, em 1954, o Estado do Rio Grande do Norte tomou a decisão de repatriar seus restos mortais para a cidade onde nasceu, chamada inicialmente Papari foi alterada, em honra de sua ilustre filha, para Nísia Floresta.</p><p><strong><em>B. A*.</em></strong></p><blockquote><p>*<em><sub>Abreviação de “Brasileira Augusta”, um dos pseudônimos da autora</sub></em></p></blockquote><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-12 21:51:29 UTC</pubDate>
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         <title>Educação feminina na França</title>
         <author>httpsdre</author>
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         <description><![CDATA[<p>A história da educação da mulher na França remonta a séculos de luta e reivindicação por direitos iguais. Desde o final do século XIV até a Revolução Francesa, mulheres como Christine de Pizan, Marie de Gournay, Poulain de la Barre, Condorcet, Olympe de Gouges e Mary Wollstonecraft foram figuras-chave nessa trajetória.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-13 17:19:48 UTC</pubDate>
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         <title>Educação da Educação Feminina Na França</title>
         <author>httpsdre</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Idade Média:</strong> Durante a Idade Média, a educação formal das mulheres na França era limitada e muitas vezes reservada para as elites, como as filhas da nobreza. As mulheres geralmente recebiam educação em casa, focada em habilidades consideradas apropriadas para seu papel como esposas e mães, como habilidades domésticas e religiosas.</p><p><br></p><p><strong>Renascimento e Iluminismo:</strong> Durante o Renascimento e o Iluminismo, houve um aumento do interesse na educação feminina entre as classes privilegiadas. As mulheres começaram a ter acesso a mais oportunidades educacionais, especialmente nas áreas de literatura, música e artes. No entanto, a educação ainda era fortemente influenciada por ideias patriarcais e limitada em comparação com a dos homens.</p><p><br></p><p><strong>Revolução Francesa: </strong>Durante a Revolução Francesa, o marquês de Condorcet e Olympe de Gouges foram defensores dos direitos das mulheres, incluindo o direito à educação. Condorcet enfatizou a educação como um meio de alcançar a igualdade de direitos, enquanto Gouges estendeu esses direitos também aos negros.</p><p>Mary Wollstonecraft, na Inglaterra, publicou a obra "Vindication of the Rights of Woman" em 1792, em resposta à exclusão das mulheres da Constituição Francesa de 1791. Ela defendeu a educação igualitária para homens e mulheres, destacando a importância da coeducação.</p><p><br></p><p><strong>Século XIX:</strong> Durante o século XIX, houve avanços graduais na educação feminina na França. Instituições educacionais exclusivamente femininas, como escolas para moças, começaram a surgir. No entanto, o acesso à educação ainda era limitado para a maioria das mulheres, especialmente aquelas de classes sociais mais baixas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-13 17:23:38 UTC</pubDate>
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         <title>Lei Falloux</title>
         <author>httpsdre</author>
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         <description><![CDATA[<p>Em 1850, a Lei Falloux foi promulgada na França, estabelecendo uma rede de escolas secundárias femininas. Isso representou um avanço significativo na educação feminina, oferecendo oportunidades educacionais para meninas de diversas origens sociais.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-13 17:31:44 UTC</pubDate>
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         <title>Avanço a luta pela Educação Feminina</title>
         <author>httpsdre</author>
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         <description><![CDATA[<p>Durante o século XX, houve um impulso contínuo em direção à igualdade de gênero na educação. A educação tornou-se obrigatória para meninas e meninos até a idade de 16 anos. Além disso, as mulheres ganharam acesso crescente ao ensino superior e a uma variedade de disciplinas acadêmicas e profissionais.</p><p>Os movimentos feministas ao longo do século XX desempenharam um papel crucial na promoção da igualdade de gênero na educação e na sociedade em geral. As feministas francesas lutaram por mudanças nas políticas educacionais, bem como por uma revisão das normas de gênero que limitavam as oportunidades das mulheres.</p><p><br><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-13 17:36:33 UTC</pubDate>
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         <title>Atualidade</title>
         <author>httpsdre</author>
         <link>https://padlet.com/sophialimatomazo/svrk6f487646vj6h/wish/2953443320</link>
         <description><![CDATA[<p>Com base em informações disponíveis até a minha última atualização em janeiro de 2022.</p><p><br></p><p>De acordo com dados do Instituto Nacional de Estatística e Estudos Econômicos da França (INSEE) e do Ministério da Educação Nacional, Juventude e Esportes, as mulheres representam uma parcela significativa da população estudantil na França em todos os níveis de ensino, desde a educação básica até o ensino superior. </p><p><br></p><p><strong>Educação Básica:</strong> As taxas de matrícula de meninas e meninos na educação básica são geralmente semelhantes e próximas à universalidade. As escolas primárias e secundárias na França têm uma política de acesso igualitário para ambos os sexos.</p><p><br></p><p><strong>Ensino Médio:</strong> As meninas frequentam escolas secundárias (collèges) e escolas de ensino médio (lycées) em números comparáveis aos dos meninos. O ensino médio na França é obrigatório para ambos os sexos até os 16 anos de idade.</p><p><br></p><p><strong>Ensino Superior:</strong> As mulheres representam uma parcela significativa dos estudantes no ensino superior francês. Elas estão presentes em uma ampla gama de disciplinas acadêmicas e profissionais, desde ciências humanas e sociais até ciências exatas e engenharia. No entanto, é importante observar que persistem disparidades de gênero em certas áreas, como engenharia e ciências exatas.</p><p><br></p><p>Segundo a OECD, na França <strong>72%</strong> <strong>dos adultos entre 25 e 64 anos possuem o equivalente ao diploma de ensino médio</strong>, próximo à média da OCDE de 75%. Essa taxa inclui um pouco mais homens do que mulheres, pois <strong>73% dos homens concluíram o ensino médio comparado a 71% das mulheres</strong>.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-13 17:44:43 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Opúsculo Humanitário: Mulheres Francesas</title>
         <author>httpsdre</author>
         <link>https://padlet.com/sophialimatomazo/svrk6f487646vj6h/wish/2953445233</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>p.33</strong></p><p><em>"Como a Inglaterra, a França apresenta grande número de mulheres moralistas, poetas e escritoras em todos os gêneros, procedentes das diversas classes da sociedade: nobre, burguesa, operária, todas têm fornecido autoras mais ou menos distintas pelos seus trabalhos, na grande obra da civilização."</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-13 17:52:25 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Educação feminina nos EUA</title>
         <author>vitorsilva1106</author>
         <link>https://padlet.com/sophialimatomazo/svrk6f487646vj6h/wish/2953813372</link>
         <description><![CDATA[<p>A história da educação feminina nos Estados Unidos é uma jornada de luta e progresso. Desde os primeiros dias da colonização, as mulheres enfrentaram barreiras para acessar a educação, mas ao longo do século XIX, um movimento pela educação das mulheres ganhou força. Escolas secundárias e academias foram abertas, oferecendo às mulheres acesso ao ensino formal. A busca por igualdade educacional estava ligada ao movimento sufragista do século XX, resultando em um aumento significativo no acesso das mulheres ao ensino superior. Apesar dos obstáculos, as conquistas na educação das mulheres contribuíram para uma sociedade mais inclusiva e igualitária.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-14 14:19:08 UTC</pubDate>
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         <title>Caminho da Educação Femina</title>
         <author>vitorsilva1106</author>
         <link>https://padlet.com/sophialimatomazo/svrk6f487646vj6h/wish/2953816904</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Idade Média: </strong>durante as Guerras da Independência, as mulheres desempenharam papéis cruciais, mas após o conflito, eram pressionadas a voltar ao lar, carecendo de cidadania. Essa contradição entre os valores proclamados e a prática revela uma injustiça arraigada na sociedade da época.</p><p><br/></p><p><strong>Pré Revolução Americana: </strong>antes da Revolução Americana, a educação das jovens não era regulamentada e era determinada por fatores como classe social, gênero, raça e local de origem. A escrita era valorizada principalmente para homens em negócios ou questões legais, enquanto as meninas eram educadas principalmente para papéis domésticos. A escrita era considerada menos importante para elas, já que a esfera pública e o trabalho estavam mais associados aos homens.</p><p><br/></p><p><strong>Pós Revolução Americana</strong>: após a Revolução Americana, mudanças sociais, econômicas e políticas impulsionaram a necessidade de uma nova organização nacional, com ênfase na educação. A demanda por habilidades como leitura, escrita e matemática aumentou com o surgimento de novas profissões, promovendo a necessidade de um sistema educacional. Apesar da limitação da igualdade de gênero, instituições como a Troy Female Seminary, Hartford Female Seminary e Mount Holyoke Female Seminary ofereceram oportunidades educacionais para mulheres, embora o acesso à universidade permanecesse restrito aos homens.</p><p><br/></p><p><strong>Contradições: </strong>a busca pela igualdade entre homens e mulheres enfrentava resistência de defensores das esferas separadas por gênero, que consideravam os diferentes papéis como essenciais para o funcionamento adequado da sociedade e do governo. Segundo essa visão tradicional, a busca das mulheres por igualdade era vista como contraditória aos seus próprios interesses na educação e na cidadania. No entanto, o ideal de igualdade era favorável às mulheres, representando um conceito político poderoso durante a Revolução Americana.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-14 14:24:43 UTC</pubDate>
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         <title>Mary Robinson</title>
         <author>vitorsilva1106</author>
         <link>https://padlet.com/sophialimatomazo/svrk6f487646vj6h/wish/2953831301</link>
         <description><![CDATA[<p>Os editores de jornais e revistas promoveram o debate sobre a educação feminina, publicando ensaios e relatos de formaturas em academias femininas. Isso revelou os desafios de conciliar igualdade intelectual com percepções de gênero, destacando a falta de consenso sobre a cidadania plena das mulheres.</p><p><br/></p><p>Mary Robinson, escrevendo sob o pseudônimo de Anne Randall, questionou a capacidade intelectual das mulheres, argumentando que elas compartilhavam a qualidade humana do pensamento racional, fundamentada nos princípios do Iluminismo. Sua indagação "a mulher não é um ser humano?" buscava apoio para a educação feminina, afirmando que a razão e a capacidade de raciocínio distinguem os humanos dos animais, não os homens das mulheres. Portanto, as mulheres também poderiam se beneficiar do desenvolvimento intelectual por meio do acesso às artes e às ciências.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-14 14:51:04 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O avanço da educação (séc XIX)</title>
         <author>vitorsilva1106</author>
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         <description><![CDATA[<p>Durante o século XIX nos Estados Unidos, houve avanços significativos na educação feminina. O movimento pela educação das mulheres ganhou força, resultando na abertura de escolas secundárias e academias que ofereciam acesso ao ensino formal para mulheres. Essas iniciativas proporcionaram às mulheres oportunidades educacionais antes restritas aos homens, contribuindo para uma maior igualdade de acesso ao conhecimento e promovendo uma sociedade mais inclusiva.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-14 15:05:20 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Atualmente</title>
         <author>vitorsilva1106</author>
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         <description><![CDATA[<p>Atualmente nos Estados Unidos, a educação feminina continua a ser uma área de foco e avanço. As mulheres representam uma parcela significativa da população estudantil em todos os níveis de ensino, desde a educação infantil até o ensino superior e além. No entanto, ainda possuem alguns desafios a serem vencidos.</p><ul><li><p><strong>Acesso e Participação:</strong> as mulheres têm acesso igualitário à educação em comparação com os homens e frequentam a escola em números semelhantes, muitas vezes superando os homens em participação e realizações acadêmicas.</p><p><br/></p></li><li><p><strong>Conquistas Acadêmicas:</strong> as mulheres continuam a obter diplomas universitários em taxas mais altas do que os homens e estão mais presentes em áreas anteriormente dominadas por homens, como ciência, tecnologia, engenharia e matemática (STEM), direito e medicina.</p><p><br/></p></li><li><p><strong>Liderança Educacional:</strong> mulheres estão ascendendo a papéis de liderança em instituições educacionais, como reitoras, diretoras de escolas e professoras líderes, influenciando políticas e práticas educacionais.</p><p><br/></p></li><li><p><strong>Envolvimento em Questões Educacionais:</strong> as mulheres estão ativamente engajadas em questões educacionais, defendendo políticas para promover a igualdade de gênero na educação, combater o assédio sexual nas escolas e garantir acesso igualitário a oportunidades educacionais para todas as crianças.</p><p><br/></p></li><li><p><strong>Desafios Persistem:</strong> apesar do progresso, desafios persistem na educação feminina nos EUA, como disparidades salariais e a necessidade de garantir um ambiente educacional seguro e inclusivo para todas as estudantes.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-14 15:09:50 UTC</pubDate>
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         <title>Citações de Opúsculo Humanitário</title>
         <author>vitorsilva1106</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Citações de Nísia Floresta em relação as mulheres americanas. Página 38.</strong></p><p><br></p><blockquote><p><em>“Na América, diz F. Cooper, a mulher parece ocupar o seu verdadeiro lugar na ordem social, mesmo nas condições inferiores é ela tratada com as atenções e respeitos devidos aos seres, que cremos depositários dos princípios mais puros de nossa natureza. Nos limites sagrados de sua esfera, ela está ao abrigo da corrupção que nasce de um comércio demasiadamente frequente com o mundo. É sempre a amiga de seu marido, algumas vezes seu conselheiro.” Outro escritor diz ainda:</em></p></blockquote><p><br></p><blockquote><p><em>“Em nenhuma parte a mulher é mais completamente a companheira do homem; em nenhuma parte é ela mais livre de dispor do seu coração e de sua mão; mas em parte alguma também ela tem um sentimento mais profundo de seus deveres, da santidade de sua missão providencial, quando transpõe o limiar da casa conjugal.”</em></p></blockquote><p><br></p><blockquote><p><em>&nbsp;"No momento em que escrevemos estas linhas, um precioso livro de uma americana do Norte vem oferecer-nos uma amostra da educação e do desenvolvimento da inteligência de suas mulheres. Mrs. Stowe é o verdadeiro tipo da Americana e o mais perfeito modelo que se pode apresentar a todas as mulheres. Educação religiosa e moral, espírito eminentemente cultivado, amor do trabalho, de que deu exuberantes provas desde sua primeira juventude, dirigindo com zelo e perseverança o ensino da mocidade, prática das virtudes domésticas no estado de esposa e de mãe, solidez de uma razão esclarecida, coragem heroica, de que deu exemplo publicando (em face dos terríveis abusos de uma lei, que nodoa sua nação, e que sua nação tolera ainda) um livro, em que a censura acremente dessa imperdoável falta; tudo isto se reúne nesta admirável mulher, que acaba de conquistar a aprovação dos filósofos, a estima dos corações bem formados, e um nome imortal na posteridade.”</em></p></blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-14 15:28:52 UTC</pubDate>
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         <title>Documentários</title>
         <author>sophialimatomazo</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-04-14 16:29:02 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>sophialimatomazo</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-04-14 16:30:48 UTC</pubDate>
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         <title>Estatística atual</title>
         <author>vitorsilva1106</author>
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         <description><![CDATA[<p>Nos EUA, as mulheres ultrapassaram os homens em diplomas universitários em 2014, apesar de serem maioria entre os estudantes desde os anos 1970. Em 2014, 32% das mulheres tinham diploma universitário, comparado a 31,9% dos homens, segundo o Censo dos EUA. A população feminina excede a masculina em 0,5%, refletindo o maior número de mulheres diplomadas, equivalente a um excedente de 8 milhões de mulheres em relação aos homens.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-14 17:09:14 UTC</pubDate>
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         <title>Educação feminina no Brasil </title>
         <author>pkafonso8896</author>
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         <description><![CDATA[<p>A educação feminina no Brasil inicia-se com um triste sentimento afinal, de 1500 a 1827 a educação brasileira era permitida somente&nbsp;a&nbsp;homens. Somente em 15 de outubro&nbsp; de 1827 foi decretada uma lei que formalizava a profissão de mestra às mulheres e o inicio de criação de escolas destinadas as meninas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-14 18:18:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Educação no brasil: </title>
         <author>pkafonso8896</author>
         <link>https://padlet.com/sophialimatomazo/svrk6f487646vj6h/wish/2953934574</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Período Colonial: </strong></p><p>As escolas do período colonial foram constituídas, inicialmente, pela ordem dos padres jesuítas. Localizadas nas vilas e cidades, eram voltadas para o público masculino, visando à formação de uma elite colonial culta e religiosa. Tanto as mulheres brancas, ricas ou não, como as negras escravas e as indígenas não tinham acesso à leitura&nbsp;e&nbsp;à&nbsp;escrita.</p><p><br/></p><p>Devido a necessidade de formar uma sociedade baseada nos princípios cristãos, o padre jesuíta Manoel da Nóbrega tentou, em vão, criar um projeto de educação feminina na colônia21, pois acreditava que “poderia vir a colaborar de forma eficiente na obra da catequese e conversão do gentio e na formação de famílias autênticas cristãs” (RODRIGUES, 1962, p. 18). </p><p><br/></p><p>Contudo, Nóbrega não obteve êxito em sua pretensão, pois, seria “humilhação demais para a mulher e para a educação metropolitanas que a não possuíam; além disso, era pretender elevar demais a mulher brasileira, a mulher da Colônia, para onde enviavam degredados e prostitutas” (TOBIAS, 1986, p. 72). Assim, mesmo sem uma educação escolarizada, a mulher colonial brasileira não deixou de ser educada. Manteve-se dentro de seus lares um modelo educacional, conforme comenta Leda Maria: </p><p><br/></p><p>“Primeiros os trabalhos de agulha, de meia, de bordar, de marcar, a branco, a matriz, a ouro, a prata, com cabelo, com miçanga, com froque, com vidrinhos, com sêda (sic) e depois ... uns elementozinhos de leitura e escrita e às vezes algumas contas. Terminara o polimento” (RODRIGUES, 1962, p. 12). </p><p><br/></p><p>Este modelo educacional, manteve a mulher brasileira reduzida “ao papel de dona de casa e de “senhora” do “senhor” da casa-grande ou do engenho” (TOBIAS, 1986, p. 75), deixando para as mucamas e as mães negras a educação dos filhos. Logo, a “grande maioria das fidalgas e a totalidade das mulheres de outras classes sociais continuavam analfabetas” (RODRIGUES, 1962, p. 33), fato que começa a mudar a partir do início do século XIX, com a presença da corte portuguesa no Brasil e depois com a Proclamação da Independência.</p><p><br/></p><p><strong>Primeiro Reinado:</strong></p><p>A Constituição de 1824, a primeira do Brasil, propunha o ensino primário gratuito extensivo a “todos” os cidadãos, embora sem considerar como tal as populações negra e indígena. </p><p><br/></p><p>Em complemento a Constituição, é assinada em 15 de outubro de 1827, a primeira lei de educação no Brasil, que em seu artigo primeiro, determina a criação de escolas de primeiras letras em todas as cidades e vilas mais populosas do Brasil e, ainda, determina a criação de escolas de meninas nas vilas e cidades e, dispõem, também, sobre a remuneração dos professores, inclusive, para as professoras que deveria ser igual ao dos homens e os métodos para a contratação dos mesmos. Em seu artigo 15º, a Lei fala sobre o método de Lancaster ou de ensino mútuo que deveria ser a solução simples para a falta de professores nas províncias brasileiras. </p><p><br/></p><p>Contudo, esse método não se aplicou as meninas, pois, ao contrário das escolas masculinas, as turmas não eram tão numerosas. Essa Lei, de 1827, foi a única que, em mais de um século, se promulgou sobre o assunto para todo o país e teve resultados pouco expressivo, fracassando por causas, econômicas, técnicas e políticas. Neste contexto, “o governo mostrou-se incapaz de organizar a educação popular no país; poucas, as escolas que se criaram, sobretudo as de meninas, que, em todo território, em 1832, não passavam de 20 (AZEVEDO,&nbsp;1963, p.&nbsp;564).</p><p><br/></p><p><strong>Segundo Reinado:</strong></p><p>Foi a partir do segundo reinado que o número de escolas destinadas às mulheres aumentou consideravelmente e, que, “segundo o testemunho de Lino Coutinho, não ultrapassavam de 20 em todo o Império em 1832 e já atingiam, em 1852, a 49 e, em 1873, a 174 só na Província de São Paulo” (AZEVEDO, 1963, p. 587).</p><p><br/></p><p>Em 12 de agosto de 1834, foi assinado o Ato Adicional. Essa legislação descentralizou o ensino no Brasil, criando uma dualidade de sistema onde às províncias se encarregavam do ensino primário, enquanto o ensino superior ficava a cargo do governo federal. Neste contexto, o Governo Federal incapaz de organizar a educação no país, responsabilizou as províncias pelo ensino primário e secundário e assumiu o ensino superior. Fernando de Azevedo, explica que “foi o extraordinário desenvolvimento do ensino secundário particular em quase todas (sic) as províncias, e sobretudo (sic) nas capitais ” (AZEVEDO, 1963, p. 568). Portanto, podemos perceber que ao retirarem o poder sobre educação das mãos do Imperador e passando para os presidentes das Províncias, formaram uma educação, ainda, mais elitista e aristocrática, dando acesso, apenas, a nobreza, aos proprietários de terras e um pequeno grupo da camada burocrática. </p><p><br/></p><p>A lei nº 34, de 16 de março de 1846, da província de São Paulo, regulamentava o programa curricular dessas escolas. Seu artigo primeiro versava sobre as matérias de leitura, escrita, aritmética até proporções, noções de geografia prática, gramática e religião, para os meninos. Já para as meninas, o artigo segundo, dessa lei, apresentava as mesmas matérias com algumas alterações, pois, substituía a geometria por prendas domésticas e, ainda, reduzia a aritmética às quatro operações sobre inteiros. Contudo, podemos observar que o aumento do número de escolas não possibilitou que a mulher brasileira atingisse o ensino superior, pois, apenas uma pequena parte “no período tratado, recebe uma instrução secundária não muito profunda” (RIBEIRO, 1986, p. 67).</p><p><br/></p><p>Neste contexto, podemos observar que o segundo reinado foi um marco na criação de escolas para meninas, mas que não atingiu a sociedade brasileira como um todo, e que apenas poucas mulheres puderam ter acesso às escolas no período, mantendo o analfabetismo, principalmente feminino, como um marco negativo que manteve toda a sociedade brasileira atrasada por muitos anos.</p><p><br/></p><p><strong>Brasil República:</strong></p><p><em>A Federação Brasileira pelo Progresso Feminino (FBPF), </em>Fundada em 19 de agosto de 1922, no Rio de Janeiro, a Federação Brasileira pelo Progresso Feminino é uma referência do movimento feminista brasileiro da primeira metade do século XX, que tinha por objetivo principal promover a educação das mulheres, elevando seu nível de instrução, mas não só isso. Fundada no esteio da primeira Conferência Pan-americana de Mulheres, que ocorrera nos Estados Unidos nesse mesmo ano, a Federação também lutava pelo direito ao voto e almejava ainda fomentar discussões no âmbito profissional, fosse orientando as mulheres na escolha de sua profissão, fosse lutando pelos direitos já garantidos pela constituição ou auxiliando suas iniciativas e obtendo garantias legais para o seu trabalho.</p><p><br/></p><p>Com a República, os argumentos a favor da educação da mulher estavam&nbsp; vinculados&nbsp; à&nbsp; modernização&nbsp; da sociedade e ao discurso higienista, no qual competia a ela cuidar da higiene dos filhos e da casa. Nesse sentido, Matos (1985, p. 116), em A educação nacional,&nbsp; defende&nbsp; que&nbsp; a&nbsp; educação &nbsp;da&nbsp; sociedade&nbsp; deveria&nbsp; começar&nbsp; pela &nbsp;educação&nbsp; daquela&nbsp; que&nbsp; seria&nbsp; mãe&nbsp; e &nbsp;primeira educadora do indivíduo.</p><p> </p><p>Era necessário então que a mulher fosse introduzida nos conhecimentos e conceitos científicos da psicologia, da&nbsp; economia&nbsp; doméstica&nbsp; e&nbsp; da&nbsp; puericultura.&nbsp; Nessa&nbsp; perspectiva,&nbsp; Matos &nbsp;(1985, p. 21) assinala a multiplicação de Escolas Normais por todo o país, embora destacando o insucesso das reformas&nbsp; na&nbsp; instrução&nbsp; pública&nbsp; promovidas&nbsp; pelo&nbsp; Ministério&nbsp; de &nbsp;Ensino &nbsp;Público (que durou apenas até 1892) e também pelos estados.</p><p><br/></p><p>Como&nbsp; consequência&nbsp; da&nbsp; falta&nbsp; de &nbsp;real interesse pela instrução pública, ocorreu o fechamento de muitas Escolas Normais (e também de ensino primário) em vários estados, tão logo se instalou a crise financeira (Matos, 1985, p. 21-22). Além disso, o autor critica o apoio dado pelo governo à iniciativa&nbsp; particular,&nbsp; na&nbsp; criação&nbsp; de &nbsp;Escolas&nbsp; Normais&nbsp; livres,&nbsp; que&nbsp; para &nbsp;Matos não tinham credibilidade.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-14 18:27:31 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Opúsculo humanitário: mulheres brasileiras </title>
         <author>sophialimatomazo</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Como a Autora Nísia Foresta se refere as mulheres Francesas no Livro <em>Opúsculo Humanitário:</em></strong></p><p><br/></p><p>p.81</p><p><em>"A menina alemã, inglesa, e mesmo a francesa é um pequeno tesouro de graças naturais; respirando a mais pura inocência, exprimindo com mais ou menos espírito, porém sempre naturalmente, a ingenuidade da sua alma, refletida em sua fisionomia infantil, como os primeiros raios do sol da primavera de seu país natal se refletem nos feiticeiros lagos de seus aromáticos jardins.</em><strong><em> E o que é da menina brasileira? </em></strong><em>A fé que a não podemos encontrar nessas pequenas criaturas apertadas nas barbatanas de um espartilho, penteadas e vestidas à guisa de mulher, afetando-lhe os meneios e o tom, destituídas muita vez de toda a simpleza e candura que constituem o maior atrativo da infância."</em></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-14 18:40:01 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>sophialimatomazo</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-04-14 18:49:01 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Opúsculo humanitário: mulheres brasileiras </title>
         <author>sophialimatomazo</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Como a Autora Nísia Foresta se refere aos dados relacionados a educação feminina no Livro <em>Opúsculo Humanitário:</em></strong></p><p><br></p><p>p.65 - <strong>Contexto: 2°Reinado </strong></p><p><em>"Pelo Quadro demonstrativo do estado da instrução primária e secundária das províncias do Império e do município da Corte, no ano de 1852, vê-se que a estatística dos alunos, que frequentaram todas as aulas públicas, monta a </em><strong><em>55.500</em></strong><em>, número tão limitado para a nossa população; e que neste número apenas </em><strong><em>8.443</em></strong><em> alunas se compreendem!"</em></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-14 19:01:17 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>sophialimatomazo</author>
         <link>https://padlet.com/sophialimatomazo/svrk6f487646vj6h/wish/2953951994</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-04-14 19:07:21 UTC</pubDate>
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         <title>Opúsculo humanitário: prefácio </title>
         <author>sophialimatomazo</author>
         <link>https://padlet.com/sophialimatomazo/svrk6f487646vj6h/wish/2953954837</link>
         <description><![CDATA[<p>p.9</p><p><br></p><blockquote><p>"O Opúsculo, de Dionísia Pinto Lisboa, ou Nísia Floresta Brasileira Augusta, contém a defesa apaixonada da educação para as mulheres. Trata-se de um livro inaugural e pragmático, descortinando um cenário instigante: a realidade brasileira de 1853, na qual o País contava com uma população de aproximadamente nove milhões de habitantes, entre os quais somente 55.500 estavam matriculados nas escolas, sendo de apenas 8.443 a quantidade de mulheres. <mark>No Censo realizado em 1872, apurou-se que 23,4% dos homens eram alfabetizados, enquanto somente 13,4% das mulheres sabiam ler e escrever, sendo elas, praticamente, a metade da população (48%).</mark>"</p></blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-14 19:13:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Levantamento do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) do ano 2000.</title>
         <author>sophialimatomazo</author>
         <link>https://padlet.com/sophialimatomazo/svrk6f487646vj6h/wish/2953956792</link>
         <description><![CDATA[<blockquote><p><em>“A década de 90 marca a virada das mulheres brasileiras, que ultrapassaram os homens em nível de escolarização. A proporção de pessoas analfabetas já é significativamente menor entre as mulheres do que entre os homens em todos os grupos com até 39 anos de idade. As mulheres também superaram os homens em número médio de anos de estudos e, nas salas de aula, reinam absolutas: 85% dos 1,6 milhão de professores da educação básica em todo o país são do sexo feminino”</em>. </p></blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-14 19:18:21 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>sophialimatomazo</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-04-14 19:19:12 UTC</pubDate>
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         <title>Atualidades</title>
         <author>pkafonso8896</author>
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         <description><![CDATA[<p>Após muitas lutas pelos direitos das mulheres, elas finalmente tiveram acesso decente a educação podendo atingir níveis de escolaridade páreos aos dos homens, sendo maior número entre os docentes tanto do ensino fundamental quanto do ensino médio.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-14 19:33:09 UTC</pubDate>
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         <title>Opúsculo humanitário: mulheres brasileiras </title>
         <author>sophialimatomazo</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Como a Autora Nísia Floresta se refere aos dados relacionados a educação feminina no Livro <em>Opúsculo Humanitário:</em></strong></p><p><br></p><blockquote><p>Nas seguintes citações a serem lidas, Nísia demonstra as discrepância da quantidade de escolas e quantas meninas estão inseridas tanto em escolas públicas quanto privadas. </p></blockquote><p><br></p><p>p.65/66 </p><p><em>"Bastará refletir nesta desproporção, para julgar-se do atraso em que se acha a instrução do sexo, tão mal aquinhoado na partilha do ensino pago pelo governo. Nenhuma proporção há, como vamos ver, entre as escolas primárias de um e de outro sexo. </em><strong><em>Na província de Minas</em></strong><em>, onde a instrução se acha mais geralmente difundida, entre </em><strong><em>209 escolas de primeiras letras, só 24 pertencem ao sexo feminino!</em></strong><em> Considerando-se essa tão desproporcional diferença, o sexo parece permanecer ali debaixo da influência do anátema, que fulminara sobre ele um dos mais notáveis presidentes daquela província. </em></p><p><br></p><p><em>Tratando das cadeiras públicas de ensino primário, dizia ele que: deve-se ensinar às meninas tudo quanto convém que saiba uma mulher, que tem de ser criada de si e de seu marido. Esse severo administrador abstraiu, por sem </em></p><p><em>dúvida do século em que falava, ou confundiu um povo livre, o digno povo mineiro, </em><strong><em><mark>com a malfadada população de escravos, que infelizmente o Brasil contém em seu seio!</mark></em></strong></p><p><em>Na ilustrada </em><strong><em>Bahia</em></strong><em>, de </em><strong><em>184 escolas primárias, 26, somente, são de meninas.</em></strong><em> Menos egoísta para com o sexo a sua rival na glória,</em><strong><em> o heroico Pernambuco</em></strong><em>, fiel a suas tradições, lhe sobressai em equidade, pois que de </em><strong><em>82 escolas, 16 pertencem ao sexo feminino.</em></strong></p><p><br></p><p><em>A província do Rio de Janeiro, com </em><strong><em>116 escolas, dá ao sexo 36.</em></strong><em> No município da Corte, a sede do governo imperial, onde devia-se mais facilitar a instrução do povo, acham-se apenas criadas nove aulas de meninas! As demais províncias apresentam proporcionalmente a mesma </em></p><p><em>escassez de recursos para o cultivo da inteligência da mulher, e algumas há cujo estado de instrução pública não chegou ainda ao conhecimento do governo geral."</em></p><p><br></p><blockquote><p><strong><em><sub>Obs: quando a autora utiliza o termo "sexo" ela se refere ao sexo feminino. </sub></em></strong></p></blockquote><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-14 19:33:39 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>pkafonso8896</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-04-14 19:47:47 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>pkafonso8896</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-04-14 19:49:12 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>pkafonso8896</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-04-14 19:50:02 UTC</pubDate>
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         <title>Educação Feminina na Alemanha</title>
         <author>pkafonso8896</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Idade Média:</strong> No período da Idade Média, a escolaridade feminina na Alemanha era limitada e muitas vezes reservada para as elites, em especial, as filhas da nobreza. As mulheres geralmente recebiam educação em casa, focada em habilidades consideradas apropriadas para seu papel como esposas e mães, como habilidades domésticas e religiosas.</p><p><br></p><p><strong>Terceiro Reich:</strong> Para Hitler a matéria que apresentava maior importância era educação física, para ele a educação deveria visar o aperfeiçoamento físico do indivíduo:</p><p><br></p><p>Tendo isso em vista, o Estado deve dirigir a educação do povo, não no sentido puramente intelectual, mas visando sobretudo à formação de corpos sadios. Em segundo plano, é que vem a educação intelectual. Aqui, ainda, a formação do caráter deve ser a primeira preocupação, especialmente a formação do poder de vontade e de decisão e o hábito de assumir com prazer todas as responsabilidades (HITLER, 2001, p. 309).</p><p><br></p><p>Devido às isso, as aulas de Educação Física passaram a representar uma das matérias mais importantes. A principal intenção do Estado deveria ser a formação de jovens saudáveis fisicamente, com um caráter fortalecido (conforme os padrões nazistas) e que com isso pudessem dar ao mundo novos seres tão qualificados quanto eles através da procriação.</p><p><br></p><p>As meninas também recebiam instrução corporal para tornarem-se aptas a sua tarefa de mães da nova geração. Destaca Bleuel (1972, p. 177): “Para a futura mãe da nação faz-se mister, imprescindível desde já, instituir um sadio sistema de educação corporal para a mocinha. O excessivo acúmulo de conhecimentos teóricos deve ser evitado em benefício do pleno conhecimento físico da adolescente”.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-14 19:57:37 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Opúsculo humanitário: educação feminina no brasil - conclusão </title>
         <author>sophialimatomazo</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Como a Autora Nísia Foresta se refere a educação feminina no Livro <em>Opúsculo Humanitário:</em></strong></p><p><br></p><p>p.86</p><p><em>"É partindo desta experiência, que tiramos a conclusão de que, n</em><strong><em>o Brasil não se poderá educar bem a mocidade enquanto o sistema de nossa educação, quer doméstica, quer pública, não for radicalmente reformado.</em></strong><em> Debalde tentarão os diretores e mestres que pertencem à exceção da regra enunciada, fazer de seus alunos </em><strong><em>indivíduos bem morigerados, conspícuos e modestos, se os pais não forem os primeiros em inspirar-lhes estes princípios</em></strong><em>. Debalde esperarão os pais que tal fizerem, </em><strong><em>os devidos progressos destes princípios</em></strong><em>, se o</em><strong><em>s mestres não possuírem as qualidades indispensáveis para preenchermos encargos do magistério. </em></strong><em>Será, portanto, da comunhão das boas práticas de uns e de outros, que somente poderão sair homens e mulheres capazes de firmar o renome da nação brasileira, a qual, tão grandemente elevada pela natureza, tão pequeno espaço tem ainda conquistado no vasto e fértil campo da </em><strong><em>civilização moderna."</em></strong></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-14 20:09:27 UTC</pubDate>
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         <title>Introdução - Opúsculo Humanitário: mulheres alemãs</title>
         <author>pkafonso8896</author>
         <link>https://padlet.com/sophialimatomazo/svrk6f487646vj6h/wish/2953982147</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>p. 25</strong></p><p>“A Alemanha, esse país clássico das ideias e da reflexão, é também o país por excelência nos respeitos tributados à mulher. A moralidade sentimental, cujo nome e ideia só existem na Alemanha, constituindo a sensibilidade um dever, não podia deixar de produzir ali os mais salutares efeitos no sexo, que possui incontestavelmente maior soma dessa faculdade.”</p><p>Os Alemães, mais entusiásticos que fanáticos, mais pensadores que galantes, concederam à mulher privilégios reais, baseados na educação sólida desse povo por demais profundo e morigerado, para compreender toda a importância da mãe de famílias, da matrona esclarecida edificando os filhos e o sexo com exemplos de uma sã moral, derramando em torno deles as luzes de um espírito reto e superior, os efeitos de um coração bem formado&nbsp;e&nbsp;generoso.&nbsp;"</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-14 20:16:19 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Atualidades</title>
         <author>pkafonso8896</author>
         <link>https://padlet.com/sophialimatomazo/svrk6f487646vj6h/wish/2953985324</link>
         <description><![CDATA[<p>Como empresárias, chefes, cientistas e especialistas, as mulheres desempenham um papel importante na <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.deutschland.de/pt-br/topic/economia/igualdade-de-direitos-das-mulheres-no-trabalho-e-uma-meta-central-na-economia">economia</a> alemã. De acordo com dados do Departamento Federal de Estatística, a Alemanha tem a terceira maior taxa de ocupação feminina em comparação com outros países da UE. Em 2019, 76,6&nbsp;% das mulheres de 20 a 64 anos de idade tinham trabalho remunerado. A taxa de ocupação dos homens é de cerca de 84&nbsp;%.</p><p><br></p><p>Há um desequilíbrio de salários entre homens e mulheres. Em 2020, a chamada diferença salarial de gênero era de 18&nbsp;%. Se diferenças estruturais como o trabalho em tempo parcial forem excluídas, ainda há uma diferença de 6&nbsp;% a menos de remuneração para mulheres com qualificações e empregos comparáveis.</p><p><br></p><p>A lei de participação equitativa de mulheres e homens em cargos de chefia está em vigor nos setores privado e público desde 2015. Entre outras coisas, ela estipula que 30% dos cargos nos conselhos administrativos das empresas cotadas na Bolsa de Valores sejam ocupados por mulheres. No outono setentrional de 2020, a coalizão governamental acertou uma cota: assim, nas diretorias com mais de três membros de empresas cotadas na Bolsa de Valores e com cogestão paritária, um membro deve ser uma mulher no futuro. Em seu acordo de coalizão de 2018, o governo alemão também estabeleceu o objetivo de participação igualitária de mulheres e homens em cargos de direção no setor público até 2025. Recentemente, caiu outra vez a cota de mulheres no Parlamento Federal: atualmente está em 31,2%. Entretanto, até 1983, havia menos de 10% de mulheres deputadas.</p><p><br></p><p>As mulheres na Alemanha são muito bem <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.deutschland.de/pt-br/topic/conhecimento/educacao-e-aprendizagem">instruídas</a>: Mais da metade dos graduados do ensino médio, cerca de 50&nbsp;% dos graduados universitários e cerca de 45&nbsp;% dos doutorandos são do sexo feminino. De acordo com o Ministério Federal de Economia e Energia, no entanto, são principalmente homens que trabalham em posições de liderança: 88,4&nbsp;% das cátedras C4 são ocupadas por homens. Nas 160 empresas do índice DAX, o número de membros femininos da diretoria aumentou em 2022 de 20 para 94 executivos de topo no prazo de um ano.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-14 20:23:08 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Marie Juchacz</title>
         <author>pkafonso8896</author>
         <link>https://padlet.com/sophialimatomazo/svrk6f487646vj6h/wish/2953987041</link>
         <description><![CDATA[<p>Socialdemocrata, feminista e fundadora da organização social Arbeiterwohlfahrt, Marie Juchacz (1879 – 1956) fez parte, em 1918, das defensoras do direito de voto das mulheres. Em 1919, ela se candidatou para a Assembleia Nacional, conquistando com outras mulheres 37 dos 423 mandatos no primeiro Parlamento da <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.deutschland.de/pt-br/topic/politica/a-republica-de-weimar">República de Weimar</a>. Foi a primeira mulher a abrir uma sessão do Parlamento, com as palavras: “O que este governo fez, isso foi uma obviedade; ele concedeu às mulheres o que lhes era negado injustamente até então”.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-14 20:27:21 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Friederike Nadig</title>
         <author>pkafonso8896</author>
         <link>https://padlet.com/sophialimatomazo/svrk6f487646vj6h/wish/2953987390</link>
         <description><![CDATA[<p>Friederike Nadig (1897 – 1970) fez parte das “mães da <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.deutschland.de/pt-br/topic/politica/lei-fundamental-da-alemanha-os-fatos-mais-importantes">Lei Fundamental</a>”. Ela se engajou voluntariamente na organização social Arbeiterwohlfahrt e ingressou no SPD com 20 anos de idade. Após a Segunda Guerra Mundial, ela foi convocada em 1948 para o Conselho Parlamentar, que elaborou o projeto da Lei Fundamental. Dele faziam parte outras três mulheres. Nadig está entre as mais engajadas defensoras da igualdade de direitos, que ela logrou inserir no Artigo 3 da Lei Fundamental.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-14 20:28:14 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Opúsculo Humanitário: mulheres alemãs</title>
         <author>pkafonso8896</author>
         <link>https://padlet.com/sophialimatomazo/svrk6f487646vj6h/wish/2953989428</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>p. 26</strong></p><p><br/></p><p><em>“A Alemanha é um exemplo que comprova esta asserção. </em><strong><em>A mulher germânica teve sempre grandes vantagens sobre as mulheres antigas e modernas. </em></strong><em>Chateaubriand, em uma das suas obras, faz o seu elogio, e o célebre autor do Gênio do cristianismo não pode ser um juiz suspeito. E</em><strong><em>m nenhuma outra nação, o sentimento maternal, essa centelha divina, apresentou exemplos mais tocantes do que na Germânia;</em></strong><em> assim também a ternura filial, caracterizada, entre outros, no barão Cronegk, poeta que, pela suavidade de seus versos, foi intitulado o Young alemão. </em><strong><em>Deveu ele a melhor parte de sua educação a sua mãe, mulher verdadeiramente germânica, a cuja perda sucumbiu</em></strong><em>, na idade de 26 anos, depois de ter consagrado à sua memória os Cantos das solidões, seu último poema. É ainda na </em><strong><em>Alemanha que se encontra o verdadeiro tipo do espírito de família, e do respeito tributado à velhice tão rigorosamente exercido pelos Espartanos</em></strong><em>, tão menoscabado nas gerações presentes&nbsp;do&nbsp;Sul.”</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-14 20:33:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Opúsculo Humanitário: mulheres alemãs</title>
         <author>pkafonso8896</author>
         <link>https://padlet.com/sophialimatomazo/svrk6f487646vj6h/wish/2953989756</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>p. 27</strong></p><p><br/></p><p><em>“A diferença entre o respeito pela avó, e a veneração pela mulher, nas raças teutônicas, e nas raças greco-latinas, sobressai ainda hoje nos povos que delas descendem. </em></p><p><br/></p><p><em>Estes princípios foram de tal sorte infiltrados no coração e no espírito da mocidade que, apesar da degeneração dessas raças, e do filosofismo que contaminou o século XVIII, ainda constitui atualmente a superioridade da educação do homem do Norte sobre a educação do homem do Sul. </em><strong><em>As mulheres deviam naturalmente participar dessa salutar influência, e serem, portanto, o que na realidade são; melhores esposas, melhores mães, pensadoras mais profundas, mulheres mais completamente educadas, do que o são em geral as mulheres do Sul.</em></strong><em> Na pátria dos Leibnitz, Kant, Klopstock, Goethe, e Humboldt, essa terra que, pelo alto grau a que os seus nacionais têm levado o estudo e a meditação, é justamente denominada </em><strong><em>a pátria do pensamento</em></strong><em>; a parte da humanidade, que nutre em seu seio, e guia depois os primeiros passos da outra, foi e é ainda considerada como devidamente o merece. </em><strong><em>Também é a Alemanha a terra por excelência de um povo viril, franco, honesto e&nbsp;virtuoso.</em></strong><em>”</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-14 20:34:28 UTC</pubDate>
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         <title>Ala Gartner</title>
         <author>pkafonso8896</author>
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         <description><![CDATA[<p>Foto de Ala Gartner, tirada antes da Guerra. Ela posteriormente foi aprisionada no campo de Auschwitz onde participou do movimento de resistência contra os nazistas, sendo morta por enforcamento por haver obtido a pólvora utilizada pelos prisioneiros para destruir o crematório número 4 naquele campo. Berlim, Alemanha, década de 1930.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-14 20:39:15 UTC</pubDate>
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         <title>Mulheres na 1ª Guerra Mundial</title>
         <author>pkafonso8896</author>
         <link>https://padlet.com/sophialimatomazo/svrk6f487646vj6h/wish/2953993954</link>
         <description><![CDATA[<p>"Muitos acreditavam que os quatro anos de guerra liberaram as mulheres dos velhos moldes e estereótipos e lançaram as bases para salários mais altos, melhores empregos e melhores condições de trabalho", escreveu a jornalista e autora Lettie Gavin em seu livro 'American Women in World War I: They Also Served'</p><p><br/></p><p>Estima-se que 60 milhões de soldados tenham lutado na 1ª Guerra Mundial na Europa e, com os homens indo para o front de batalha, muitas posições foram abertas nas indústrias essenciais para o continente. Novas vagas também precisaram ser preenchidas em fábricas de armamentos e munições, que multiplicaram sua produção.</p><p><br/></p><p>Com isso, centenas de milhares de mulheres foram empregadas na indústria bélica. Mais ainda passaram a trabalhar como motoristas, enfermeiras, operárias em fazendas e fábricas, secretárias em escritórios e até no serviço público.</p><p><br/></p><p>O número de funcionárias do sexo feminino em fábricas de munição no Reino Unido, por exemplo, chegou a quase 1 milhão em 1918, segundo o Museu Imperial da Guerra. O total de mulheres empregadas no serviço ferroviário britânico também saltou, de 9.000 para 50.000, durante o conflito.</p><p><br/></p><p>Nas fábricas de armamentos da França, a mão de obra feminina chegou a representar um quarto do total no início de 1918.</p><p><br/></p><p>As indústrias reconvertidas para a defesa também solicitaram o trabalho feminino nos Estados Unidos, onde mulheres de todas as classes sociais passaram a integrar a mão de obra nacional.</p><p><br/></p><p>Algumas mulheres, europeias e americanas, estiveram também no front de batalha. Elas atuaram como enfermeiras, motoristas de caminhões e ambulâncias, além de mecânicas e cozinheiras.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-14 20:44:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Mulheres na 2ª Guerra Mundial</title>
         <author>pkafonso8896</author>
         <link>https://padlet.com/sophialimatomazo/svrk6f487646vj6h/wish/2953995053</link>
         <description><![CDATA[<p>"Havia escombros por toda parte, além de armas e munições deixadas para trás pelos soldados", segundo Helga Cent-Velden - uma das milhares de mulheres que se encarregaram de limpar, recolher os escombros e ajudar na reconstrução de uma Alemanha destruída e dividida após a guerra.</p><p><br/></p><p>Seu trabalho consistia em ajudar a remover das principais cidades do país 500 milhões de metros cúbicos de escombros, segundo as estimativas da época. O volume era suficiente para construir 150 pirâmides de Gizé.</p><p><br/></p><p>Estas mulheres ficaram conhecidas como as "mulheres dos escombros" ("Trümmerfrauen", em alemão). Elas se tornaram um dos símbolos da reconstrução da Alemanha após os estragos da guerra. Existem monumentos dedicados às mulheres dos escombros em muitas cidades alemãs, em agradecimento pelo seu trabalho.</p><p><br/></p><p>"Estas mulheres são o símbolo do renascimento. Elas saíram às ruas da Alemanha para que fosse novamente possível viver no seu país. Isso as torna uma espécie de mito", declarou a historiadora Jane Freeland, da Universidade Queen Mary de Londres, à BBC News Mundo, o serviço em espanhol da BBC.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-14 20:47:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Opúsculo Humanitário: a importância da educação materna para as jovens brasileiras </title>
         <author>pkafonso8896</author>
         <link>https://padlet.com/sophialimatomazo/svrk6f487646vj6h/wish/2953998255</link>
         <description><![CDATA[<p>p.72</p><p><br></p><p><em>"Uma</em><strong><em> mãe bem-educada e suficientemente instruída</em></strong><em> para dirigir a educação de sua filha obterá sempre maiores vantagens, aplicando-se com terna solicitude a inspirar-lhe como emulação o sentimento da própria dignidade, </em><strong><em>que qualquer diretora não conseguiria obter de suas educandas.</em></strong><em> Para provar esta asserção bastaria a experiência </em><strong><em>de duas meninas de idênticos recursos </em>intelectuais,</strong> <em>submetidas uma aos cuidados de sua mãe, mulher de bons costumes e nas condições que acima apontamos, dando-se a possibilidade de conservá-la sempre sob suas vistas; outra sob a direção de uma preceptora (supomos também com iguais habilitações), de comum com grande número de companheiras, imitando ou sobressaindo a todas na aplicação dos estudos.</em></p><p><br></p><p><em> </em><strong><em>Aos 18 anos estas duas jovens poderão ser perfeitamente instruídas, mas não igualmente educadas e possuindo o mesmo grau de simpleza.</em></strong><em> A primeira será a esquisita delicada flor da estufa, desabrochando as suas lindas pétalas de uma corola não tocada por impuros insetos, esparzindo o precioso aroma da inocência e da candura; a segunda, a flor dos jardins, </em><strong><em>exposta ao contato de malignos insetos e às variações da atmosfera que lhe tiram por vezes o aroma, quando ela conserva ainda o brilhantismo&nbsp;de&nbsp;suas&nbsp;cores"</em></strong></p><p><br></p><blockquote><p><sub>Aqui a autora faz uma comparação sobre a educação materna e como ela pode influenciar o intelecto de suas filhas brasileiras, assim ela apresenta a relevância de uma boa instrução materna advinda do lar. </sub></p></blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-14 20:56:13 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Opúsculo humanitário: escolas régias </title>
         <author>pkafonso8896</author>
         <link>https://padlet.com/sophialimatomazo/svrk6f487646vj6h/wish/2954000082</link>
         <description><![CDATA[<p><em>p. 58 </em></p><p><br></p><p><em>"Aqueles, que se contentam de caminhar vagarosamente quando as locomotivas transpõem o espaço com incrível velocidade, poderão dizer-nos que, há muitos anos, possui o Brasil estabelecimentos pagos pelo governo para </em><strong><em>instrução primária das meninas.</em></strong><em> Sabe-se a época em que esses informes estabelecimentos começaram de aparecer entre nós </em><strong><em>sob o nome de escolas régias</em></strong><em>. Eram porém sumamente raros; </em><strong><em>e quanto às habilitações intelectuais das professoras que os dirigiam, podem ser aquilatadas pelas que apresentam as de hoje no simples interrogatório, a que se chama entre nós exame público pelo qual passam as pretendentes às cadeiras de ensino primário em nossa&nbsp;terra."</em></strong></p><p><br></p><blockquote><p><strong>Nísia critica o processos de exames públicos e faz uma critica indireta as professoras destas escolas régias. Régia significa: palácio; a residência utilizada pelo rei; a residência real.</strong></p></blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-14 21:01:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Opúsculo Humanitário: os pensamentos familiares em relação a educação brasileira </title>
         <author>pkafonso8896</author>
         <link>https://padlet.com/sophialimatomazo/svrk6f487646vj6h/wish/2954001118</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>p. 70</strong></p><p><em>"O geral dos pais avalia quase sempre a excelência do estabelecimento, onde manda educar suas filhas, </em><strong><em>pelo grande número de alunas que contém</em></strong><em>. Ouvimos por vezes dizer-se: o colégio em que está minha filha é excelente, tem muitas meninas: </em><strong><em>sem importar saber se essa afluência é devida às condições materiais do estabelecimento e ao atrativo sempre poderoso de ostensivas promessas, ou ao mérito real da pessoa que o dirige.</em></strong><em>"</em></p><p><br></p><blockquote><p><em>Nesta citação podemos ver que os pais não avaliavam de forma crítica os recursos que a escola tem a oferecer ao intelecto de suas filhas, eles apenas avaliavam quantas meninas estudavam naquela escola. </em></p></blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-14 21:04:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Opúsculo Humanitário: como era as diretorias de acordo com Dionísia</title>
         <author>pkafonso8896</author>
         <link>https://padlet.com/sophialimatomazo/svrk6f487646vj6h/wish/2954001640</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>p. 71</strong></p><p><br></p><p><em>"</em><strong><em>Poucas diretoras sabem inspirar a emulação a suas alunas, </em></strong><em>conduzindo-as com esclarecida prudência pelo declive perigoso das raias da inveja, de sorte a garanti-las de resvalarem em seus funestos do mínios; porém, mais poucas são, ainda, as discípulas capazes de com penetrar-se da utilidade de uma, e das tristes consequências da outra, sujeitas como elas se acham às duas tão opostas atmosferas em que respiram a família e&nbsp;o&nbsp;colégio."</em></p><p><br></p><blockquote><p><em>Aqui podemos ver o repúdio da autora em relação a incapacitação das diretoras em ensinarem e inspirarem suas alunas </em></p></blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-14 21:05:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Opúsculo Humanitário: castigos nas escolas brasileiras</title>
         <author>pkafonso8896</author>
         <link>https://padlet.com/sophialimatomazo/svrk6f487646vj6h/wish/2954002388</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>p. 48-49</strong></p><p><em>"</em><strong><em>As escolas de ensino primário tinham antes o aspecto de casas penitenciárias do que de casas de educação.</em></strong><em> O </em><strong><em>método da palmatória e da vara era geralmente adotado como o melhor incentivo para o desenvolvimento da inteligência! </em></strong><em>Não era raro ver-se nessas escolas</em><strong><em> o bárbaro </em></strong><em>uso de estender o menino, que não havia bem cumprido os seus deveres escolares, em um banco, e aplicarem-lhe o vergonhoso castigo do açoite! </em></p><p><br></p><p><em>Se as meninas, que em muitos desses repugnantes estabelecimentos eram admitidas de comum com o outro sexo,</em><strong><em> ficavam isentas dessa sorte de barbaria</em></strong><em>, não deixavam entretanto de presenciá-la por vezes, e de receber uma impressão desfavorável, que muito concorria para enervar-lhes a delicadeza e modéstia, que de outra sorte dirigidas, tanto realce dão às qualidades naturais da mulher. </em></p><p><br></p><p><strong><em>A palmatória era o castigo menos afrontoso</em></strong><em> reservado às meninas por mulheres, em grande parte, grosseiras, que faziam uso de palavras indecorosas, lançando-as ao rosto das discípulas, onde ousavam imprimir alguma vez a mão, sem nenhum respeito para com a decência nem o menor acatamento ao importante magistério, que sem compreender&nbsp;exerciam."</em></p><p><br></p><blockquote><p><em> Dionísia critica fortemente os castigos físicos em ambientes escolares que tinham como finalidade aumentar a rapidez do desenvolvimento da inteligência, o que é criticado pela autora uma vez que violência não é o caminho para a evolução e motivação da cognição de jovens. </em></p></blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-14 21:08:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Opúsculo Humanitário: como era a educação brasileira para Dionísia</title>
         <author>pkafonso8896</author>
         <link>https://padlet.com/sophialimatomazo/svrk6f487646vj6h/wish/2954003814</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>p. 58</strong></p><p><em>"Aqueles, que se contentam de caminhar vagarosamente quando as locomotivas transpõem o espaço com incrível velocidade, poderão dizer-nos que, há muitos anos, possui o Brasil estabelecimentos pagos pelo governo para </em><strong><em>instrução primária</em></strong><em> das meninas. Sabe-se a época em que esses informes estabelecimentos começaram de aparecer entre </em><strong><em>nós sob o nome de escolas régias</em></strong><em>. Eram porém sumamente raros; e </em><strong><em>quanto às habilitações intelectuais das professoras que os dirigiam, podem ser aquilatadas pelas que apresentam as de hoje no simples interrogatório, a que se chama entre nós exame público pelo qual passam as pretendentes às cadeiras de ensino primário em nossa&nbsp;terra."</em></strong></p><p><br></p><blockquote><p><em>Nísia apresenta as escolas régias e suas respectivas professoras e demonstra um certo desconforto em relação aos exames públicos. Régia significa: </em>Palácio; a residência utilizada pelo rei; a residência real.</p><p><br></p></blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-14 21:11:50 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Surgimento da educação feminina no Reino Unido</title>
         <author>murilogamescanal123</author>
         <link>https://padlet.com/sophialimatomazo/svrk6f487646vj6h/wish/2954009158</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante o século XIX ouve um grande movimento sobre a educação das mulheres na inglaterra, começando assim o surgimento de escolas para meninas que concentravam em ensinar habilidades domésticas, como costura e culinária. No entanto, com o tempo, elas começaram a incluir assuntos mais acadêmicos em seus currículos.</p><p><br></p><p>Além disso, varias universidades começaram a aceitar mulheres sendo a Universidade de Londres a primeira universidade do Reino Unido a aceitar mulheres em 1878.</p><p><br></p><p>Porem mesmo com estes avanços muitas famílias de classe baixa não conseguiam pagar por este nível de educação.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-14 21:26:20 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Diferenças entre as escolas públicas e privadas dos EUA</title>
         <author>vitorsilva1106</author>
         <link>https://padlet.com/sophialimatomazo/svrk6f487646vj6h/wish/2954067201</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p><strong>Tamanho das turmas: </strong>Nas escolas públicas urbanas dos EUA, as turmas têm em média entre 25 e 30 alunos, enquanto nas escolas privadas essa média é de cerca de 10 a 15 alunos. Turmas menores nas escolas particulares proporcionam um ambiente propício para disciplinas eletivas, atenção personalizada e discussões mais aprofundadas. Isso permite que os professores atribuam tarefas mais complexas aos alunos, devido à menor carga de correção.</p><p><br></p></li><li><p><strong>Formação dos professores: </strong>professores de escolas públicas devem possuir certificação, enquanto os das escolas privadas frequentemente não precisam. No entanto, muitos professores privados são especialistas em suas áreas ou possuem mestrado/doutorado, algo menos comum nas públicas. Nas privadas, os contratos dos professores geralmente são renováveis anualmente, ao contrário das públicas, onde são de longo prazo, sendo difícil removê-los.</p><p><br></p></li><li><p><strong>Preparação para a faculdade: </strong>O assunto é amplo e não há consenso geral. Enquanto algumas escolas públicas nos EUA oferecem excelente preparação para a faculdade, outras não enfatizam tanto esse aspecto. Já nas escolas privadas, há maior consistência nesse sentido, embora também haja variação no desempenho entre elas.</p></li></ul><p><br></p><ul><li><p><strong>Perfil dos alunos: </strong>high schools privadas têm processos seletivos rigorosos para selecionar alunos altamente motivados e com histórico acadêmico exemplar, incluindo aplicação, avaliação acadêmica e entrevistas. No entanto, a diversidade muitas vezes é limitada, apesar dos avanços recentes. Já as escolas públicas nos Estados Unidos são conhecidas por sua diversidade cultural, racial e econômica, promovendo um ambiente mais inclusivo e pluralista.</p><p><br></p></li><li><p><strong>Atividades acadêmicas: </strong>Escolas privadas têm liberdade para oferecer programas exclusivos devido à falta de vínculo com leis nacionais ou estaduais sobre currículo. Muitas oferecem programas avançados em Ciências e Artes. Além disso, o ambiente imersivo das escolas privadas frequentemente resulta em alunos passando mais tempo em aulas devido a programas extracurriculares e horários prolongados.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-14 23:43:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Matrículas no Ensino pré-primário</title>
         <author>vitorsilva1106</author>
         <link>https://padlet.com/sophialimatomazo/svrk6f487646vj6h/wish/2954071600</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-04-14 23:49:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Matrículas no ensino primário</title>
         <author>vitorsilva1106</author>
         <link>https://padlet.com/sophialimatomazo/svrk6f487646vj6h/wish/2954073119</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-04-14 23:51:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Matrículas no ensino secundário </title>
         <author>vitorsilva1106</author>
         <link>https://padlet.com/sophialimatomazo/svrk6f487646vj6h/wish/2954074094</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-04-14 23:53:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Matrículas no ensino superior </title>
         <author>vitorsilva1106</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-04-14 23:54:12 UTC</pubDate>
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         <title>Mary Wollstonecraf</title>
         <author>murilogamescanal123</author>
         <link>https://padlet.com/sophialimatomazo/svrk6f487646vj6h/wish/2954353478</link>
         <description><![CDATA[<p>Mary Wollstonecraft foi uma filósofa e escritora inglesa do século XVIII, . Sendo mais conhecida por sua obra “A Vindication of the Rights of Woman” (A Reivindicação dos Direitos da Mulher), publicada em 1792. </p><p><br></p><p>Obra essa aonde ela argumenta que as mulheres deveriam ter acesso à educação e aos mesmos direitos políticos que os homens.</p><p><br></p><p>Além disso podemos ver uma citação sobre ela em Opúsculo Humanitário na pagina 81.</p><p><br></p><blockquote><p>Mary Wollstonecraft (1759-1797) terá sido, sem dúvida, uma das figuras mais importantes do pensamento feminista no século XVIII. O seu livro A Vindication of the Righis of Wóman (1792), obra seminal na história do igualitarismo feminino, foi traduzido para o português pela própria Nísia Floresta, sob o título Direitos das mulheres e injustiças dos homens.</p></blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-15 03:22:19 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Como esta hoje</title>
         <author>murilogamescanal123</author>
         <link>https://padlet.com/sophialimatomazo/svrk6f487646vj6h/wish/2954437464</link>
         <description><![CDATA[<p>Atualmente a educação é obrigatória para todos, independentemente do gênero, para aqueles que tenham entre 5 e 16 anos, sendo que as escolas públicas, que compõem a grande maioria do sistema educacional. Além disso as mulheres representam a maioria da população estudantil nas universidades.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-15 04:38:22 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Opúsculo Humanitário: França</title>
         <author>httpsdre</author>
         <link>https://padlet.com/sophialimatomazo/svrk6f487646vj6h/wish/2954976255</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>p. 31</strong></p><p><em>"A França, essa fagueira região dos belos espíritos, onde todas as fisionomias sorriem ao estrangeiro e a afabilidade da mais acessível civilização o acolhe e o consola das saudades da pátria, esse viveiro moderno de grandes notabilidades, em todas as ciências e artes, não tem chegado ao apogeu da glória de ser o centro luminoso donde se desprendem as brilhantes centelhas que vão esclarecendo os demais povos na marcha progressiva das idéias, </em><strong><em>senão porque a mulher é ali admitida de comum com os homens a cultivar a sua inteligência</em></strong><em>"</em></p><p><br/></p><p>A autora sugere que a França alcançou um alto nível de glória e destaque internacional não apenas por causa de suas realizações intelectuais, mas também porque as mulheres são admitidas de maneira igualitária aos homens para cultivar sua inteligência. Isso implica que a inclusão das mulheres no processo intelectual e cultural é um fator crucial para o sucesso e a influência da sociedade francesa no mundo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-15 12:08:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Opúsculo Humanitário: Joana D`Arc</title>
         <author>httpsdre</author>
         <link>https://padlet.com/sophialimatomazo/svrk6f487646vj6h/wish/2954994126</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>p. 32</strong></p><p><br/></p><p><em>"A mulher francesa reina de fato pelo espírito, e muita vez mais plenamente que as soberanas de direito sobre os outros povos. Depois que Descartes abriu à filosofia uma nova era, e os homens do progresso, afrontando doutrinas retrógradas, caminham avante na grande obra do aperfeiçoamento da sociedade moderna, a mulher francesa não se limitou somente aos exemplos da coragem, que deu a Joanna d’Arc a glória de libertar a pátria do poder dos Ingleses, e segurou o punhal na mão de Carlota Corday para expurgar dela o sanguinário Marat. Outras virtudes, outros triunfos mais dignos da mulher, obtêm e distinguem as Francesas de nossos dias. As afetuosas páginas, inspiradas pelo amor maternal da sensível Sévigné, fizeram brotar em mais de um coração feminino sazonados frutos com que muitas de suas conterrâneas alimentaram o espírito da mocidade de seu sexo."</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-15 12:22:55 UTC</pubDate>
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         <title>Opúsculo humanitário reino unido</title>
         <author>murilogamescanal123</author>
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         <description><![CDATA[<p>Neste trecho Nísia Floresta fala sobre sua experiência na Grã-Bretanha e como se da a liberdade das mulheres naquele pais:</p><p><br></p><p><strong>P 74</strong></p><blockquote><p>A Grã-Bretanha, marchando à frente de todas as nações pela sua força material, marcha igualmente em primeira ordem na civilização européia. Devendo todas as vantagens de que goza tanto ao grandioso comércio como à estima pelas ciências e letras, ela não tem negligenciado a educação da mulher e o cultivo de sua inteligência. </p><p><br></p><p>O povo inglês, entre o qual existe menos influência das castas privilegiadas, mais espírito de ordem, mais atividade e mais convicção de seus próprios direitos, não podia deixar de facultar à mulher a liberdade e os meios de segui-lo nos progressos da civilização moderna.</p></blockquote><p><br></p><p><strong>P75</strong></p><blockquote><p>Demais, mulheres que têm de participar da sorte de um povo que reúne as duas maiores potências - a força e o querer - ao mais acrisolado critério, quando se trata de empregar os seus recursos para sustentar a própria dignidade ou para consolidar os seus interesses, assim materiais como morais, mereciam receber a educação que as distingue, e cujos felizes resultados convergem todos para o engrandecimento de sua nação. </p><p>A mulher inglesa, educada nos severos princípios de uma sã e esclarecida moral, dá provas, desde sua mais tenra mocidade, de uma discrição e modesta altivez, que as mulheres das outras nações lhe não podem disputar. Gravando-se-lhe no espírito, quase logo ao sair do berço, a consciência de sua própria dignidade, ela compreende muito cedo a nobreza do sexo a que pertence e a importância do cumprimento de seus deveres.</p></blockquote><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-16 02:16:18 UTC</pubDate>
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         <title>Harriet Beecher Stowe</title>
         <author>vitorsilva1106</author>
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         <description><![CDATA[<p>Stowe escreveu 30 livros abrangendo romances, memórias de viagens e coleções de artigos e cartas. Sua influência não se restringiu apenas à sua escrita, mas também às suas posições e debates públicos sobre questões sociais da época. Seu romance mais famoso, "A Cabana do Pai Tomás", teve um impacto significativo nos Estados Unidos e na Grã-Bretanha, alcançando uma grande audiência como romance e peça teatral. A obra estimulou movimentos antiescravistas no norte dos Estados Unidos, mas também gerou indignação no sul. Abraham Lincoln atribuiu a Stowe o mérito de ter provocado a Guerra Civil com seu livro.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-16 23:00:07 UTC</pubDate>
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