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      <title>Espécies Endêmicas by juheavy@hotmail.com</title>
      <link>https://padlet.com/juheavy/sut3j7rlbx259s5</link>
      <description>Pesquisar espécies diferentes e anotar as principais caracteristicas.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-06-10 14:35:31 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2023-09-03 22:24:22 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Espécies Endêmicas </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>&nbsp;Uma espécie endêmica é aquela espécie animal ou vegetal que ocorre somente em uma determinada área ou região geográfica. O endemismo é causado por quaisquer barreiras físicas, climáticas e biológicas que delimitam com eficácia a distribuição de uma espécie ou provoquem a sua separação do grupo original.<br><br>&nbsp;A anta-brasileira ou simplesmente anta, também conhecida por <em>tapir</em>, é um mamífero perissodáctilo da família dos tapirídeos e gênero Tapirus. Ocorre desde o sul da Venezuela até o norte da Argentina, em áreas abertas ou florestas próximas a cursos d'água, com abundância de palmeiras. <br><br> <strong>Dados do animal:</strong><br><br> Nome científico: <em>Tapirus terrestris</em><br> Comprimento: 2 m (Adulto) <br> Peso: 150 – 320 kg (Adulto)<br> Nível Trófico: Onívoro <br> Período de Gestação: 13 meses <br> Estado de Conservação: Vulnerável (Decrescentes)<br><br> <strong>Onde é localizada?<br></strong><br>&nbsp;Maior mamífero terrestre da América do Sul, a anta vive em diversos biomas brasileiros: <em>Cerrado, Mata Atlântica, Amazônia e Pantanal.</em><br><br> <strong>Características:<br><br></strong>&nbsp;A anta é um mamífero de grande porte, cujo corpo mede de <em>1,70</em> a <em>2,00 m</em> e pode pesar até <em>300 kg</em>. É o maior mamífero brasileiro. Sua coloração é marrom escura e o focinho tem uma pequena tromba móvel. Nas patas anteriores possui quatro dedos e nas patas posteriores três dedos.<br><br> <strong>Quando surgiu?<br><br>&nbsp;</strong>O registro fóssil mostra que o gênero Tapirus surgiu na América do Sul entre <em>2,5</em> a <em>1,5 milhão</em> de anos atrás, na Argentina. Os mais antigos fósseis da anta datam do Pleistoceno e foram encontrados na região do rio Juruá, no Acre, Jacupiranga e Jaupaci.<br><br> <strong>Distribuição geográfica:<br><br>&nbsp;</strong>Tem uma ampla distribuição pelo Brasil, ocorrendo na Amazônia, Pantanal, Cerrado e Mata Atlântica. Habitat: <strong>Florestas tropicais de planícies e montanhosas, matas ciliares, pântanos, veredas, lagos e córregos.<br><br>&nbsp;Características de adaptação:<br><br></strong>&nbsp;Para se proteger, podem mergulhar na água e permanecer submersas por alguns minutos. Sua pele, por ser mais espessa, serve de proteção contra vegetações densas ou espinhosas. Durante o período de reprodução, os machos atraem as fêmeas com vocalização estridentes.<br><br>&nbsp;<strong>Importância da conservação da espécie:<br><br>&nbsp;</strong>A anta contribui com a regulação da diversidade de plantas e o queixada com a produtividade, biomassa e densidade de plântulas no sub-bosque. No processo de regulação espacial, a palmeira Euterpe edulis, conhecida como palmito-juçara, desempenha papel essencial, atraindo os animais com sua enorme quantidade de frutos.<br><br>(<em>Jennifer/e Weyda. 9° ano B)</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-22 11:37:22 UTC</pubDate>
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         <title>ESPÉCIES ENDÊMICAS:</title>
         <author>nicolybiancadesampaiomacedo</author>
         <link>https://padlet.com/juheavy/sut3j7rlbx259s5/wish/2669383125</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Uma espécie endêmica é aquela e pécie animal ou vegetal que ocorre somente em determinada área ou região geográfica.</div><div>&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp;<strong>ANAMBÉ-DE-RABO-BRANCO.<br></strong><br></div><div>Características</div><div>Mede de 19 a 20 cm de comprimento. Tem um bico achatado com um base ampla distinto para aves do gênero, apresentando pequena curvatura na ponta. O macho é preto púrpura brilhante, além da cauda e a maior parte das asas, que são brancas.<br>A fêmea é cinza na parte superior e mais pálida e manchada na parte inferior, com as asas pretas. Cauda é cinza.<br>Bico, tarsos e pés pretos e a íris clara na cor amarela para ambos os sexos.<br><br><strong>Classificação científica:</strong><br>Reino:	 Animalia<br>Filo:	 Chordata<br>Classe:	 Aves<br>Ordem:	 Passeriformes<br>Subordem:	 Tyranni<br>Infraordem:	 Tyrannides<br> Wetmore &amp; Miller, 1926<br>Parvordem:	 Tyrannida<br>Família:	 Cotingidae<br> Bonaparte, 1849<br>Subfamília:	 Cotinginae<br> Bonaparte, 1849<br>Espécie:	 X. lamellipennis<br>Nome Científico<br>Xipholena lamellipennis<br>(Lafresnaye, 1839)<br>Nome em Inglês<br>White-tailed Cotinga</div><div><br><strong>Subespécies</strong><br>Monotípica, não possui subespécies.<br><br><strong>Alimentação </strong><br>Alimenta-se de frutas.<br><br><strong>Reprodução</strong><br>Põe 1 ovo branco-azulado com pintas violeta-acinzentadas.<br><br><strong>Hábitos </strong><br>Espécie rara, habita a copa e as bordas de florestas úmidas. Pouco se sabe sobre seu comportamento, porém acredita-se que seja semelhante ao do anambé-pompadora. Suas populações têm diminuído no leste do Pará e Maranhão, em conseqüência do desmatamento.<br><br><strong>Distribuição geográfica.<br></strong><br>Encontrado exclusivamente no Brasil, ao sul do Rio Amazonas, do Rio Tapajós para leste até o Maranhão.<br><br>Fonte:Wiki Aves<br><br><br>Nicoly Bianca de Sampaio Macedo 9° ano B.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-23 00:42:58 UTC</pubDate>
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         <title>Bugio-marrom-do-norte</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/juheavy/sut3j7rlbx259s5/wish/2669922865</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp;<strong>Bugio-marrom-do-norte</strong> (<em>Alouatta guariba guariba</em>) também genericamente referido como <strong>guariba</strong>, é uma <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Subesp%C3%A9cie">subespécie</a> do <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Bugio-ruivo">bugio-ruivo</a> que ocorre ao norte do <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Rio_Jequitinhonha">rio Jequitinhonha</a>, nos estados de <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Minas_Gerais">Minas Gerais</a> e <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Bahia">Bahia</a>. Esta subespécie é listada como <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Esp%C3%A9cie_em_perigo_cr%C3%ADtico">em perigo crítico de <br>extinção</a> pela <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Uni%C3%A3o_Internacional_para_a_Conserva%C3%A7%C3%A3o_da_Natureza">União Internacional para a Conservação da Natureza</a> (UICN), pois sua <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Distribui%C3%A7%C3%A3o_geogr%C3%A1fica">distribuição geográfica</a> é extremamente restrita e sua população é inferior a 250 indivíduos. Por isso é um dos <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Os_25_primatas_mais_amea%C3%A7ados_do_mundo">25 primatas mais ameaçados do mundo</a>.<br><br>Diego&nbsp;Kauã 9B</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-23 10:19:05 UTC</pubDate>
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         <title>Espécies Endêmicas: Borboletinha- Baiana</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/juheavy/sut3j7rlbx259s5/wish/2670641170</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; Borboletinha-baiana (nome científico: Phylloscartes beckeri) é uma espécie de ave da família dos tiranídeos. É uma espécie endêmica do Brasil, encontrada apenas nos estados da Bahia e Minas Gerais.<br><br></div><ul><li><strong><mark>Características </mark></strong></li></ul><div>&nbsp; Papa-moscas pequeno com uma cauda longa que geralmente fica empinada. Possui as costas verde-oliva, garganta branca e ventre amarelado.<br><br></div><ul><li><strong><mark>Hábitos </mark></strong></li></ul><div>&nbsp; Vive em florestas em altitudes entre 750 e 1200 metros. Ocupa o estrato superior das florestas e segue bandos mistos.<br><br></div><ul><li><strong><mark>Classificação científica&nbsp;</mark></strong></li></ul><div><br></div><div><strong>&nbsp;Reino: </strong>Animalia<br><strong>Filo: </strong>Chordata<br><strong>Classe: </strong>Aves<br><strong>Ordem: </strong>Passeriformes<br><strong>Família: </strong>Furnariidae<br><strong>Gênero: </strong>Phylloscartes<br><strong>Espécie: </strong>P. beckeri<br><br></div><ul><li><strong><mark>Alimentação</mark></strong></li></ul><div>&nbsp; Têm como base de sua alimentação pequenos invertebrados e insetos.<br><br></div><div><strong>Estado de conservação:&nbsp;</strong>ameaçado<br><br></div><ul><li><strong><mark>Qual a importância dessas aves para a natureza?</mark></strong></li></ul><div>&nbsp; As aves são de extrema importância para o meio ambiente, elas desenvolvem importante papel na natureza como, polinização de plantas, dispersão de sementes, controle de pragas, entre outros.<br><br>Leticia Gabriele Santos da Silva 9°C</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-23 23:55:57 UTC</pubDate>
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         <title>       ESPECIES ENDÊMICAS: Urso polar</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/juheavy/sut3j7rlbx259s5/wish/2671695906</link>
         <description><![CDATA[<div><br><br><strong>O QUE SÃO ESPÉCIES ENDÊMICAS?</strong><br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Espécies endêmicas são animais ou vegetais que são encontrados em determinada região geográfica e não conseguem se desenvolver fora daquele ambiente<br> <br> <strong>URSO POLAR</strong><br><br> <strong>Características do animal:<br><br>&nbsp; &nbsp;</strong>As principais características do urso polar são: o focinho comprido, orelhas pequenas e arredondadas, membros robustos, patas grandes com garras afiadas, pelo branco e carnívoro.<br><br>&nbsp;<strong>Dados do animal:<br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Nome científico</strong>: Ursus Maritimus<br>&nbsp; &nbsp;<strong>Comprimento</strong>: Macho: 2,4m - 3m&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Fêmea: 1,8m - 2,4m<br>&nbsp; &nbsp; <strong>Altura</strong>: Macho: 1,3m&nbsp; Fêmea: 1,8m - 2,4m<br>&nbsp; &nbsp; <strong>Peso: </strong>Macho: 450 kg Fêmea: 150 - 250 kg<br>&nbsp; &nbsp; <strong>Conservação: </strong>Vulnerável (decrescente)<br>&nbsp; &nbsp; <strong>Período de gestação: </strong>195 - 265 dias<br>&nbsp; &nbsp; <strong>Velocidade: 40 km/h</strong><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<br> <strong>Classificação científica:<br>&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; Domínio: </strong>Eucariotas <br>&nbsp; &nbsp; <strong>Reino: </strong>Animalia<br>&nbsp; &nbsp; <strong>Filo: </strong>Cordados<strong><br>&nbsp; &nbsp; Classe: </strong>Mamíferos, Sarcopterygii<br>&nbsp; &nbsp; <strong>Ordem: </strong>Carnívora<br>&nbsp; &nbsp; <strong>Família: </strong>Ursidae<br>&nbsp; &nbsp; <strong>Gênero: </strong>Ursus<br>&nbsp; &nbsp; <strong>Espécie: </strong>Ursus Maritimus<br><br>&nbsp;<strong>Localização :<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;</strong>O urso polar é encontrado no círculo polar&nbsp; Ártico e áreas continentais adjacentes. Sua área de distribuição inclui o território de cinco países: Canadá, os EUA (Alaska), Groenlândia, Rússia e Noruega.<br><br>&nbsp;<strong>Alimentação:<br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; </strong>A alimentação do urso polar é feita basicamente por animais que vivem em águas geladas e frias. As presas mais frequentes na dieta do urso polar são as focas, mas também se alimentam de salmão, aves, golfinhos e filhotes de leões marinhos.<br><br><strong>Reprodução:<br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;</strong>Os ursos polares são animais poligâmicos, porém no período de gestação da fêmea o macho permanece junto. O período de reprodução acontece entre os meses de março e junho. A implantação do óvulo fecundado é retardada até o outono, por volta do mês de agosto<br><br><br><br><br>(<strong>Alunos: </strong>Guilherme Souza 9°B e Gabriel Henrique 9°B)</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-24 14:47:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Espécies Endêmicas </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/juheavy/sut3j7rlbx259s5/wish/2672231048</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>FOSSA<br></em></strong><br>Seu nome científico é Cryptoprocta ferox e é um mamífero carnívoro endêmico da ilha de Madagascar. Embora tenha muitas semelhanças com os felinos, ele pertence à família Eupleridae.<br>É o predador dominante da ilha porque não há outros mamíferos carnívoros nela. Além disso, é o principal caçador – depois do homem – dos lêmures.<br>O grande tamanho das fossas atuais – até duas vezes maiores que um gato doméstico – é devido ao que é conhecido como gigantismo insular. Esse fenômeno é uma resposta evolutiva das espécies isoladas que não têm predadores ou concorrentes naturais à sua volta.<br><br>*<strong><em>Características físicas da Fossa* </em></strong><br><br>Os machos são um pouco maiores que as fêmeas, pois atingem cerca de 80 centímetros de comprimento (elas chegam a 70 centímetros).<br>O rabo pode medir quase um metro, enquanto o peso dos exemplares do sexo masculino é de cerca de 10 quilos, e para as fêmeas é de 7 quilos.<br>Em ambos os sexos, o pelo é curto, avermelhado, fulvo ou castanho. A cabeça é pequena em comparação com o resto do corpo alongado e musculoso, característica que compartilha com os mangustos.<br>Além disso, enfatizamos suas grandes orelhas redondas, sua trufa escura e seus olhos salientes de cor marrom, que lhe permitem ver melhor à noite. A fossa também tem longos bigodes em todo o rosto.<br>Uma das características físicas mais peculiares da fossa é sua genitália externa: os machos têm um pênis que se estende entre as patas dianteiras.<br>No caso das mulheres, elas mostram uma “masculinização transitória” até os dois anos de idade, pois têm um clitóris aumentado, o que pode ser confundido com um pseudopênis.<br>As pernas são providas de garras retráteis – assim como nos felinos – e suas pernas “nuas” permitem que elas se segurem em pedras ou galhos. Ela anda de um jeito plantígrado e pode pular de árvore em árvore para pegar suas presas.<br><br>*<strong>Comportamento e reprodução da fossa*</strong><br><br>A fossa tem, principalmente, hábitos noturnos. Ela prefere se esconder em florestas secas com árvores espaçadas umas das outras e bastante vegetação arbustiva ao redor.<br>Ela pode caçar os lêmures saltando sobre eles, enquanto capturam os pássaros pela asa. Às vezes se alimentam de anfíbios, insetos, répteis e pequenos mamíferos.<br>É um animal solitário e muito territorial que marca o território com secreções produzidas por suas glândulas odoríferas. Isso é comum a ambos os sexos, e são as fêmeas que decidem qual “pretendente” pode se aproximar para reproduzir.<br>Além disso, mesmo durante o acasalamento, a fêmea pode recusar seu amante.<br><br>*<strong><em>Estado de conservação da Fossa*</em></strong><br><br>Devido ao seu comportamento e físico, a fossa é considerada um animal ‘diabólico’ na ilha de Madagascar. Muitas lendas circulam em torno deste mamífero, principalmente a que afirma que ele sai à noite para sequestrar bebês.<br>Por esta razão, várias pessoas locais não hesitam por um segundo quando a caçam ou matam, mesmo sendo uma espécie protegida pelo governo local.<br>A caça e destruição do habitat são as duas razões principais para redução da população das fossas. Dessa forma, estima-se que haja menos de 2.500 espécimes em liberdade.<br>A fama que as fossas alcançaram não coincide com o seu verdadeiro comportamento. Elas são bastante dóceis e alguns optam por tê-las como animais de estimação.Além disso, elas se tornam bastante afetuosas com seus donos depois de um tempo. Em cativeiro, podem viver até 20 anos.<br><br>Realizado por:<br><br><strong><em>Mariana C.<br>Mariana&nbsp;L.      9°B</em></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-25 00:13:54 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Espécie endêmica </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/juheavy/sut3j7rlbx259s5/wish/2672256496</link>
         <description><![CDATA[<div>•<strong>O que é espécie endêmica?</strong><br> As espécies endêmicas são aquelas cuja distribuição se restringe a uma área determinada, que pode ser uma cordilheira, um lago ou uma ilha, entre outros. Tanto os aspectos ecológicos do lugar quanto as características biológicas do ser vivo influenciam em tal condição.<br><br>𝑴𝒂𝒓𝒎𝒐𝒕𝒂 𝒅𝒆 𝑽𝒂𝒏𝒄𝒐𝒖𝒗𝒆𝒓<br>Nome científico:𝑀𝑎𝑟𝑚𝑜𝑡𝑎 𝑣𝑎𝑛𝑐𝑜𝑢𝑣𝑒𝑟𝑒𝑛𝑠𝑖𝑠<br>•Classificação científica<br>Reino:Animalia<br>Filo:Chordata<br>Classe:Mammalia<br>Ordem:Rodentia<br>Família:Sciuridae<br>Gênero:Marmota<br>Espécie:Marmota vancouverensis<br><br>•𝑶𝒏𝒅𝒆 𝒉𝒂𝒃𝒊𝒕𝒂𝒎?<br> A marmota da Ilha de Vancouver é típica das marmotas alpinas em sua forma e fisiologia geral. No entanto, esta espécie pode ser facilmente distinguida de outras marmotas por sua rica pele marrom chocolate e manchas brancas contrastantes. Nenhuma outra espécie de marmota ocorre naturalmente na Ilha de Vancouver. As marmotas adoram regiões montanhosas, como as Montanhas Rochosas, os Alpes, o Himalaia, desde que também haja grama ao redor. Eles nunca estão longe de terras aráveis, prados, campos e florestas. Groundhogs são encontrados em muitos lugares do mundo. América do Norte, Ásia e Europa. As marmotas gostam de cavar, criar diferentes túneis e tocas embaixo da terra, cada uma com uma entrada principal e um túnel de fuga. Às vezes, essas tocas são usadas como por outros animais, como raposas e gambás. As tocas também são construídas para hibernação e podem ter até 7 metros de profundidade.<br><br>•<strong>Características (adaptação, histórica e geográfica)</strong><br> Na definição tradicional de hibernação, as maiores marmotas são consideradas os maiores "hibernadores verdadeiros" (uma vez que "hibernadores" maiores, como os ursos, não têm as mesmas características fisiológicas que os animais hibernantes obrigatórios, como diversos roedores, morcegos e insetívoros).São animais extremamente sociais e utilizam vocalizações ruidosas como meio de comunicação, especialmente quando sentem uma ameaça. Normalmente vivem em pequenas colônias ou famílias. A marmota é uma das presas preferidas das grandes aves de rapina, e por isso todos os componentes do grupo revezam-se em uma vigilância constante. Levantando a parte anterior do seu corpo, ganham altura e podem se prevenir de qualquer imprevisto. A marmota da Ilha de Vancouver, como seu nome sugere, é geograficamente restrita à Ilha de Vancouver e, aparentemente, evoluiu rapidamente desde o recuo da glaciação da Cordilheira cerca de 10.000 anos antes do presente. Marmota vancouverensis é diferente de outras espécies de marmota em termos de morfologia, genética, comportamento, e ecologia.<br> <mark><br></mark><strong>Estado de conservação: </strong>em extinção <br>•Devido ao seu status de extinção, as marmotas da Ilha de Vancouver se tornaram um símbolo de conservação na Colúmbia Britânica.<br><br>•<strong>alimentação</strong><br> Como todas as marmotas, as marmotas da Ilha de Vancouver vivem em tocas e são herbívoros obrigatórios. Foi documentado que as marmotas da Ilha de Vancouver comem mais de 30 espécies de plantas alimentícias, geralmente mudando de gramíneas no início da primavera para plantas como tremoços no final do verão.<br><br>•<strong>Importância da conservação </strong><br> As marmotas desempenham um papel importante nos ecossistemas em que vivem. Sua atividade de escavação ajuda a aerar o solo e a promover o crescimento de plantas. Além disso, as tocas das marmotas são utilizadas por outros animais, como aves e pequenos mamíferos, como abrigo e proteção contra predadores. Esses animais também são presas para predadores como lobos, raposas e aves de rapina, contribuindo para a cadeia alimentar.<br><br><em>Pesquisa feita por:</em><br>Verônica Reche 9°C e Ingrid Caroline 9°C<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-25 00:31:39 UTC</pubDate>
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         <title>Garça-Real</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><em>nome científico<br></em></strong><br><em>Pilherodius pileatus</em><br>(Boddaert, 1783)<br><br><strong><em>Aonde vive<br></em></strong><br>Habita rios e lagos com margens florestadas, além de áreas pantanosas.<br><br><strong><em>Características<br></em></strong><br>Mede 51 a 59 cm, 444-632 g. Sexos semelhantes. Coroa preta, com várias (4 ou 5) longas plumas brancas, medindo 20 a 23 cm, que se estendem a partir da parte traseira da coroa. Dorso e asas brancas com tons de cinza, pescoço, peito e face inferior das asas creme ou amareladas, barriga branca. As partes nuas são descritas de várias maneiras, possivelmente devido às mudanças que ocorrem durante a época de reprodução. Região perioftálmica e base do bico vivamente azuis, com a parte mediana avermelhada e a ponta amarelada. Íris amarelada a marrom-esverdeada e pernas e pés cinza-azulados. Imaturo semelhante ao adulto, mas mais pálido na parte superior e com plumas nucais mais curtas e a coroa pode ser listrada de cinza.<br><br><strong><em>Aonde surgiu?<br></em></strong><br>A garça-real (Pilherodius pileatus) é uma garça de hábitos solitários encontrada do Panamá ao Paraguai, Bolívia e em grande parte do Brasil.<br><br><strong><em>Distribuição Geográfica<br></em></strong><br>R (Comitê Brasileiro de Registros Ornitológicos). Quase todas as regiões brasileiras, exceto Rio Grande do Sul. Encontrada também desde o Panamá à Colômbia, Bolívia e Paraguai.<br><br><strong><em>Importância no ecossistema<br></em></strong><br>A Garça-real desempenha um papel importante no ecossistema aquático. Ela ajuda a controlar a população de peixes e outros animais aquáticos, mantendo o equilíbrio natural da cadeia alimentar.<br><br><strong>Pesquisa por: </strong>Vitória Calixto Silva 9°C<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-25 08:40:45 UTC</pubDate>
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         <title>Espécies endêmicas:</title>
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         <description><![CDATA[<div>A arara-vermelha é uma ave <a href="https://www.wikiaves.com.br/wiki/psittaciformes">psittaciforme</a> da família <a href="https://www.wikiaves.com.br/wiki/psittacidae">Psittacidae</a>.<br><br></div><div>É conhecida também como arara-verde e arara-vermelha-grande.&nbsp;<br><br></div><div>Não é considerada como sendo <a href="https://www.wikiaves.com.br/wiki/dicionario_wiki_aves#a">ameaçada</a> embora tenha desaparecido de lugares onde antes era comum. Foi localmente <a href="https://www.wikiaves.com.br/wiki/lista_vermelha_iucn">extinta</a> de lugares que ocorria antigamente, como no Espírito Santo, boa parte da Bahia e possivelmente o norte do Rio de Janeiro.<br>&nbsp; Nome Científico</div><div><br>Seu nome científico <a href="https://www.wikiaves.com.br/wiki/nome_cientifico?&amp;#psittacidae"><strong>significa</strong></a><strong>:</strong> do (tupi) <em>ara</em> = nome indígena tupi para designar várias espécies de papagaios; e do (grego) <em>khlöros</em> = amarelo, verde; e <em>pteros, pteron</em> = asa;&nbsp; <em>chloropterus</em> = asa amarela ou asa verde. ⇒ <strong>Papagaio com asa verde</strong>.<br><br>Características :</div><div>Mede cerca de 90cm. de comprimento e pesa 1,5kg. De coloração vermelha parecida com a <a href="https://www.wikiaves.com.br/wiki/araracanga">araracanga</a>, da qual se diferencia pelo vermelho mais escuro, face decorada por linhas delgadas de penas vermelhas, e especialmente, pelo verde na parte média das <a href="https://www.wikiaves.com.br/wiki/dicionario_wiki_aves#a">asas</a>que continua até a parte de trás, asas com extremos azuis, <a href="https://www.wikiaves.com.br/wiki/dicionario_wiki_aves#r">rabadilha</a> e ponta do rabo azul.<br><br>Hábitos</div><div>Costuma andar em <a href="https://www.wikiaves.com.br/wiki/dicionario_wiki_aves#b">bando</a> ou em pares. Habita a copa de florestas altas, florestas de galeria, campos com árvores isoladas, buritizais e coqueirais, até 1400 m. Hábitos semelhantes ao de outras araras.<br><br>Milena&nbsp;9B</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-25 09:31:36 UTC</pubDate>
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         <title>Animais Endêmicos</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>🦅~Gavião-Real~👑<br><br>O gavião-real, também chamado cutucurim, gavião-de-penacho, harpia, uiraçu, uiracuir, uiruuetê, uraçu, águia-imperial-brasileira, águia-imperial ou uiraçu-verdadeiro, é uma ave acipitriforme da família dos acipitrídeos.<br><br>🦅–Harpia<br><br>A Harpia é uma ave accipitriforme da família Accipitridae.<br><br>Embora não seja a maior das aves predadoras do planeta, é tida como a mais forte. Possui bico potente e suas garras são maiores que as do urso pardo americano, suas pernas têm a grossura de um punho de um homem adulto.<br>Tem um crescimento populacional muito lento. Este fato, associado à destruição de grandes áreas florestais e à caça indiscriminada, torna a espécie ameaçada de extinção em nosso País.<br><br><br>👑–Características<br><br>É uma águia enorme, sendo considerada a mais forte do planeta. É a maior ave de rapina brasileira. Mede entre 90 e 105 centímetros de comprimento e apresenta uma envergadura de mais de 200 centímetros. Os sexos são semelhantes, mas a fêmea é bem maior. Seu peso varia entre 4 e 4,8 quilogramas para o indivíduo do sexo masculino e entre 7,6 e 9 quilogramas para indivíduos do sexo feminino.<br><br>Comprimento: 99 cm <br>Nome científico: <em>Harpia</em> <em>harpyja</em><br>Peso: 6 – 9 kg (Fêmea), 4 – 5 kg (Macho)<br>Classificação superior: Harpia<br>Classe: Aves<br>Espécie: <em>H. harpyja</em><br>Família: Accipitridae<br>Onde vive: América do Norte e do Sul<br><br><br>🦅–Alimentação<br><br>Alimenta-se de animais grandes, como a preguiça-real, mutuns, coatás, macacos-prego e guaribas, filhotes de veados, araras-azuis, seriemas, tatus, cachorros-do-mato, iguanas e cobras. É rápido e forte em suas investidas, sendo capaz de arrancar preguiças agarradas a galhos de árvores. Há relato da captura de um macho de guariba que pesava em torno de 6,5 kg.<br><br>👑–Nome científico<br><br>Seu nome científico significa: do (latim) <em>harpë</em> = ave de rapina, provavelmente uma ave mítica, <em>harpuiai</em> <em>harpias</em> que era metade abutre e metade mulher. ⇒ <em>Harpias</em> - ave de rapina. Este nome na concepção original Vultur harpyja (Linaeus, 1758) é o segundo nome criado na nomenclatura aviária.<br><br>🦅–Qual a importância da conservação dessa espécie?<br><br>O consumo das presas pelo gavião-real, revela a importância desta espécie para as florestas. Como um predador de topo de cadeia, ele controla o número de indivíduos das espécies de presas que consome. Sendo esse um processo natural, permite a manutenção do ecossistema.<br><br>Micaelly Correa 9°B</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-25 11:37:00 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>&nbsp; &nbsp;O urso panda, também conhecido como panda-gigante, é o nome popular da espécie Ailuropoda melanoleuca. Esses animais habitam as florestas de algumas regiões da China.</div><div><br></div><div>&nbsp; •&nbsp; Características&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp;&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp;É um animal de grande porte que pesa entre 75 kg e 160 kg e mede entre 1,20 m e 1,50 m. Assim como outros ursos, apresenta pelos longos, no entanto, sua coloração é bem característica em preto e branco, sendo que a coloração preta é observada ao redor dos olhos, nas orelhas, no focinho, nas pernas e nos braços.</div><div><br></div><div>&nbsp; •&nbsp; Hábitos&nbsp;</div><div><br></div><div>&nbsp; &nbsp;Os pandas normalmente vivem sozinhos na natureza, encontrando-se apenas nos períodos reprodutivos. A estação reprodutiva desses animais, no entanto, é muito curta. As fêmeas entram no cio apenas na primavera, mesmo periodo em que os machos tornam-se interessados na cópula.</div><div><br></div><div>&nbsp; • Classificação científica&nbsp;</div><div><br></div><div>Reino: Animalia</div><div>Filo: Chordata</div><div>Classe: Mammalia</div><div>Ordem: Carnivora</div><div>Família: Ursidae</div><div>Subfamília: Ailurinae</div><div>Gênero: Ailuropoda</div><div>Espécie: Ailuropoda melanoleuca</div><div><br></div><div>&nbsp; • Alimentação&nbsp;</div><div><br></div><div>&nbsp; &nbsp;O panda alimenta-se de 30 espécies de bambu e também ingere alimentos de origem animal, como insetos, ovos e pequenos roedores. No entanto, a quantidade ingerida desse tipo de alimento é muito pequena e corresponde a 1% de sua alimentação.</div><div><br></div><div>&nbsp; • Importância da conservação da espécie&nbsp;</div><div><br></div><div>&nbsp; Os pandas desempenham um papel extremamente importante. Quase todos os habitats do panda são partilhados por outras espécies endêmicas da China. Isso significa que investir na sua proteção, pode também contribuir para a manutenção das populações de outras espécies.</div><div><br></div><div>Camile Carine Rosa e Rafaelly Bueno 9ºC</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-25 20:44:52 UTC</pubDate>
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         <title>Pavãozinho do Pará</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>- Nome Popular: Pavãozinho do Pará<br>- Nome Científico: Eurypyga helias<br><br>(Hábitat)<br>- Encontrado principalmente na região amazônica do Brasil, especialmente no estado do Pará.<br>- Habitats incluem áreas alagadas, pântanos e florestas tropicais.<br><br>(Características)<br>- Aparência distinta: Plumas iridescentes e padrões marcantes.<br>- Pernas longas e dedos largos para caminhar sobre vegetação flutuante.<br>- Tamanho médio: Cerca de 50 cm de comprimento.<br><br>(Contexto Histórico e Geológico)<br>- Integrado na cultura e folclore indígena da região amazônica.<br>- Representa uma conexão entre a vida selvagem e as histórias locais.<br>- Envolvimento em lendas e mitos regionais.<br><br>(Características de Adaptação)<br>- Adaptado a ambientes aquáticos e úmidos.<br>- Pernas e dedos especializados para caminhar em vegetação flutuante.<br>- Alimentação composta por insetos aquáticos, pequenos peixes e moluscos.<br><br>(Importância para a Conservação)<br>- Indicador de saúde dos ecossistemas aquáticos e florestais da Amazônia.<br>- Sua presença reflete a biodiversidade da área.<br>- A degradação dos habitats ameaça sua sobrevivência, destacando a necessidade de conservar as áreas úmidas e florestas tropicais.<br><br>(Contexto Geológico)<br>- A região amazônica possui uma rica diversidade de ecossistemas.<br>- Resultado de milhões de anos de evolução e adaptação às condições variáveis do ambiente.<br><br>(Conclusão)<br>O pavãozinho do Pará, cientificamente conhecido como Eurypyga helias, é uma espécie fascinante endêmica da região amazônica. Suas características únicas, adaptadas aos ambientes úmidos, sua conexão com a história e cultura locais, e seu papel como indicador de saúde dos ecossistemas tornam-no um elemento crucial na conservação da biodiversidade amazônica. A proteção desses habitats é essencial para garantir a sobrevivência desta espécie e de muitas outras formas de vida na região.<br><br>Nathan Weslley 9⁰C<br>Camilly Luchesi 9⁰C</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-29 16:33:40 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>mamba-negra (Dendroaspis polylepis) é uma espécie de cobra grande e extremamente venenosa pertencente à família Elapidae. É nativa de partes da África Subsariana. Descrita pela primeira vez formalmente por Albert Günther em 1864, é a segunda cobra venenosa mais longa depois da cobra-real; espécimes adultos geralmente excedem 2 m e normalmente crescem até 3 m, mas já foram encontrados indivíduos de 4,3 a 4,5 m.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Reino: animalia<br><br>Filo:&nbsp; chordata<br><br>Classe:&nbsp; reptilia<br><br>Ordem:&nbsp; squamata<br><br>Família:&nbsp; elapidae<br><br>Gênero: dendroaspis<br><br>Espécie: D. Polylepis<br><br>&nbsp;género, vive a maior parte do tempo no solo, mas pode escalar árvores com facilidade. A espécie é tanto terrestre (vida no solo) quanto&nbsp;arbórea&nbsp;(vida na árvore); habita savanas, bosques, encostas rochosas e, em algumas regiões, florestas densas. É diurna e é conhecida por atacar&nbsp;pássaros&nbsp;e pequenos&nbsp;mamíferos. Em superfícies adequadas, pode se mover a velocidades de até 16 km/h por distâncias curtas. As mambas-negras adultas têm poucos predadores naturais. É encontrada na&nbsp;África do Sul,&nbsp;Quênia,&nbsp;Tanzânia,&nbsp;Zâmbia,&nbsp;Zimbábue,&nbsp;Moçambique,&nbsp;Botswana,&nbsp;Angola&nbsp;e&nbsp;Namíbia<br><br>A mamba-negra não tem este nome devido à cor do seu corpo, já que tem uma cor acinzentada (variável), mas ao interior preto da sua boca, que ela exibe em sinal de ameaça. É capaz de atacar a distâncias consideráveis e pode realizar uma série de mordidas em rápida sucessão. Seu veneno é composto principalmente de&nbsp;neurotoxinas, que frequentemente induzem sintomas em dez minutos e é potencialmente fatal, a menos que o soro antiofídico seja administrado. Sem o tratamento é mortal em 100% dos casos. Apesar de sua reputação como uma espécie altamente agressiva, a mamba-negra ataca humanos apenas se for ameaçada ou encurralada. É classificada como Pouco Preocupante na Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas da&nbsp;IUCN.<br><br>Cauã Silva Reis 9° ano C</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-29 16:38:04 UTC</pubDate>
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         <title>Animais endêmicos </title>
         <author>juheavy</author>
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         <description><![CDATA[<div>O&nbsp;mico-leão-preto é um macaco do novo mundo,da família cedidas e subfamília callitrichanae. É </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-29 16:40:51 UTC</pubDate>
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         <title>Animais que voam </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/juheavy/sut3j7rlbx259s5/wish/2678049603</link>
         <description><![CDATA[<div>Características da ave Beija-Flor</div><div>A ave<strong> Beija-Flor </strong>pertence à família dos Trochilidae. Também chamado por colibri, pica-flor, cuitelo, chupa-flor, chupa-mel, binga, guanambi, guinumbi, guainumbi e guanumbi, ele é famoso por se alimentar do néctar das flores.<br><br></div><div>No que diz respeito às características físicas, ele se destaca por seu corpo pequeno e delicado, além do bico fino e alongado. Isso sem falar em suas asas, que batem com tanta velocidade que, olhando de longe, parece que ele está parado no ar.<br><br></div><div>Outro ponto que torna ele uma espécie única é a coloração de suas penas. O brilho cintilante é uma iridescência, ou seja, um fenômeno da natureza que só é encontrado nele, nas cores do arco-íris, bolhas de sabão e nas madrepérolas.<br><br>Curiosidades sobre a ave</div><div>Você sabia que o Beija-Flor é uma espécie migratória? É isso mesmo! Devido à escassez de alimento em determinadas épocas do ano, é bastante comum ver grupos viajarem mais de 3 mil quilômetros em busca de alimento.<br><br></div><div>Com certeza você já teve a sensação de ter visto o Beija-Flor parado no ar enquanto se alimenta do néctar das flores. Esse fenômeno se explica por ele bater as asas até 80 vezes por minutos, o que é impossível perceber a olho nu ou com uma câmera fotográfica comum.<br><br><a href="http://antigo.inma.gov.br/onde-vivem-os-beija-flores/#">Onde vivem os beija-flores&nbsp;</a></div><div><mark>Os beija-flores vivem nas matas, capoeiras, cerrados, campos naturais e outros tipos de vegetação. Mas há várias espécies que se adaptaram à presença humana, habitando jardins de quintais e praças públicas das cidades.</mark> As vezes eles passam despercebidos, mas se você for um bom observador poderá repará-los em sua cidade. Muitas espécies só vivem em […]<br><br>Milena 9B</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-30 10:27:56 UTC</pubDate>
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         <title>ANIMAIS QUE VOAM:</title>
         <author>nicolybiancadesampaiomacedo</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>MARITACA:<br></strong>Os termos baetá, baetaca, baiatá, baitá, baitaca, curica, guaracininga, guaracinunga, humaitá, maetá, maetaca, maitá, mai-tá, maitaca, maritaca, cocota, puxicaraim, Loiro, suia e xia[1] são designações comuns para diversas espécies de aves psitaciformes da família dos Psittacidaes do gênero Pionus. São neotropicais, de corpo atarracado e cauda curta, semelhantes aos papagaios. Têm, em média, uma expectativa de vida de trinta anos. Medem de 27 a 29 centímetros e podem pesar de 230 a 250 gramas.<br><br><strong>CLASSIFICAÇÃO CIENTÍFICA:<br>REINO:</strong><em> ANIMALIA<br></em><strong><em>FILO:</em></strong><em>CHORDATA<br></em><strong>CLASSE:</strong>AVES<br><strong>ORDEM:</strong><em>Psittaciformes<br></em><strong><em>GÊNERO:</em></strong><em>PIONUS<br></em><strong><em>FAMÍLIA:</em></strong><em>Psittacidae<br>Maritaca, na verdade, não é, necessariamente, a designação de uma espécie específica de ave, e sim, um termo popular que se refere, de um modo geral, às várias espécies de aves pertencentes à família dos psitacídeos. Essa família é o grupo do qual temos as aves mais inteligentes do reino animal, possuindo o cérebro mais desenvolvido, e que são justamente as que conseguem imitar todos os tipos de sons, incluindo falas humanas.Interessante notar que é a variedade de aves que abarcam esse termo maritaca em nosso país, englobando uma grande quantidade de espécie. Uma delas é o periquitão-maracanã, cujas características físicas incluem uma cabeça em forma oval, uma coloração verde na maior parte do corpo, e algumas penas vermelhas no pescoço. Atingem cerca de 32 cm de comprimento,reside em florestas úmidas, semi-úmidas, pântanos, florestas de galeria e palmares de Buriti nas Planícies.<br><br>NICOLY BIANCA DE SAMPAIO MACEDO<br>ANA VITÓRIA FLORENTINO SOUZA 9° ano B<br></em><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-30 10:36:22 UTC</pubDate>
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         <title>Animais que voam </title>
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         <description><![CDATA[<div><br>Um dos animais mais belos do mundo, sem dúvida, é a borboleta. De múltiplas cores, formas e tamanhos, trata-se de um inseto que, além de visualmente bonito, possui uma grande importância no que diz respeito à polinização das plantas. Dentre as inúmeras espécies e subespécies existentes, hoje iremos falar um pouco sobre a borboleta azul de palos verdes, expondo aqui suas características, habitat e outras informações interessantes.<br><br>De nome científico Glaucopsyche lygdamus palosverdesensis, essa é uma das muitas subespécies de borboletas espalhadas ao redor do mundo que se encontram ameaçadas de extinção. Por ser nativa especificamente da Península de Palos Verdes, localizada no Condado de Los Angeles (Califórnia, EUA), trata-se de uma das borboletas mais raras do mundo.<br><br>📍<em>Características da Espécie</em><br><br>Esse tipo de borboleta foi descrita pela primeira vez em 1977, um pouco antes, por sinal, de ser listada na Lei de Espécies Ameaçadas lá nos EUA em 1980. Em 1983, mais ou menos, acreditava-se que a subespécie estava praticamente extinta, com apenas cerca de 6 indivíduos tendo sido fotografados em março daquele mesmo ano. O que se supunha é que essa borboleta tenha desaparecido devido ao desaparecimento de seu habitat natural, especialmente em decorrência de incêndios.<br><br>Contudo, alguns anos depois, em 1994, foram descobertos novos indivíduos dessa subespécie, compartilhando, inclusive, as mesmas características físicas daquelas que julgavam totalmente extintas. E, falando em termos físicos, esse inseto possui entre 25 e 30 mm de envergadura das asas, com o macho possuindo uma asa dorsal de coloração azul prateada, e com uma linha bem delineada em seu peito. A asa dorsal da fêmea, por sua vez, tem uma cor cinza-acastanhado.<br><br>O que machos e fêmeas desse tipo de borboleta têm em comum são as asas ventrais, que são acinzentadas, com manchas escuras envoltas em círculos brancos.<br><br>📍<em>Fases da Vida de uma Borboleta Azul de Palos Verdes</em><br><br>A colocação de ovos se dá uma única vez por fêmea em épocas reprodutivas, existindo cerca de 4 estágios larvais pelos quais esse animal passa. Depois de uns 7 ou 10&nbsp; dias de ovos colocados, as pequenas lagartas da subespécie emergem, arrastando-se para a base da planta onde esses mesmos ovos foram depositados.<br><br>Depois eram se transformam em pupas, e ficam num estágio de dormência, chamada de diapausa, o que dura mais alguns dias. É aí que as pupas, tendo terminado sua metamorfose, emergem como borboletas adultas. E, lembrando ainda de que tanto o período de voo, quanto o reprodutivo acontecem juntos, ao mesmo tempo. Geralmente, esse período vai do fina de janeiro ao início de maio.<br><br>Durante essa nova fase de sua vida, é muito difícil ver um indivíduo dessa subespécie ficar muito longe de sua área de alimentação. Contudo, pesquisas recentes têm mostrado que machos da borboleta azul de palos verdes percorrem distâncias maiores que as fêmeas, e ainda ficam mais tempo em pleno voo, o que pode ocasionar de um deles se distanciar mais de seu lugar de origem.<br><br>📍<em>Alguns Hábitos Desse Inseto</em><br><br>Essa borboleta possui hábitos essencialmente diurnos. Além disso, não existem relações monogâmicos entre os indivíduos, sendo, portanto, uma população denominada de panmítica, ou seja em que todos são parceiros em potencial.<br><br>Outra característica muito peculiar no comportamento dessa borboleta é que ela não possui hábitos migratórios, mesmo tendo a possibilidade de voar para lugares distantes, como acontece com outras espécies. É igualmente interessante que esse inseto escolha a dedo as plantas que vai colocar seus ovos, e geralmente a escolhida é a erva-cidreira.<br><br>No geral, a vida útil de um espécime adulto é de apenas 5 dias, Em se tratando de relacionamento com outros tipos de borboletas, as larvas da azul de palos verdes pode competir com larvas de outras espécies licenóides pela mesma planta onde irão se desenvolver.<br><br>📍<em>Glaucopsyche Lygdamus: Espécie de Onde Surgiu a Azul de Palos Verdes</em><br><br>A espécie que deu origem à borboleta da qual estamos falando aqui é nativa da América do Norte, e uma de suas principais características é ter uma coloração azul prateada bem típica nas asas. Grande parte dos exemplares desse inseto é encontrada nos Estados Unidos e no Canadá, estando presentes também em algumas ilhas altas do Ártico.<br><br>Existem atualmente 16 subespécies dessa borboleta, sendo que uma delas é a azul de palos verdes. Fora isso, existem algumas outras espécies que guardam semelhanças (especialmente, físicas) com esta aqui, como é o caso da azul de cauda oriental ou a azul de Boisduval.<br><strong><br></strong><strong><em>Mariana L.<br>Mariana&nbsp;C.    9°B</em></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-30 10:44:26 UTC</pubDate>
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         <title>tubarão-baleia (nome científico: Rhincodon typus) é uma espécie de tubarão filtrador da ordem dos orectolobiformes e a maior espécie de peixe existente conhecida. O maior indivíduo confirmado tinha um comprimento de 18,8 metros (61,7 pés).[7] O tubarão-baleia detém muitos recordes de tamanho no reino animal, sendo de longe o maior vertebrado não mamífero vivo. </title>
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         <description><![CDATA[<div><br>O tubarão-baleia é encontrado em águas abertas dos oceanos tropicais e raramente é encontrado em águas abaixo de 21&nbsp;°C (70&nbsp;°F).[1]&nbsp;Estudos analisando as bandas de crescimento vertebral e as taxas de crescimento de tubarões que nadam livremente estimaram a expectativa de vida do tubarão-baleia em 80-130 anos.[8][9][10]&nbsp;Os tubarões-baleia têm bocas muito grandes e são filtradores, que é um modo de alimentação que ocorre em apenas dois outros tubarões, o&nbsp;tubarão-boca-grande&nbsp;e o&nbsp;tubarão-peregrino. Alimentam-se quase exclusivamente de&nbsp;plâncton&nbsp;e pequenos peixes e não representam uma ameaça para os seres humanos.<br>Cauã Silva Reis 9°C</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-31 11:47:31 UTC</pubDate>
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