<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Turma 32 TE: Página de colaboração - Conhecimentos by </title>
      <link>https://padlet.com/hubacademy/su9tjxgr4tvt8sf9</link>
      <description>Vamos revisar tudo o que vocês viram até aqui? Descreva a técnica e os cuidados das seguintes situações: sonda vesical feminina e masculina, sondas de alimentação e drenos. Resuma as alterações e/ou danos que podem causar ao paciente relacionado ao uso desses dispositivos. Descreva resumidamente também os cuidados relacionados aos bundles de prevenção de sepse, PAV e infecção do trato urinário.  DATA DE ENTREGA: 04/12/2024 - 8h da manhã. As respostas devem ser postadas por todos da sala, de forma COLABORATIVA.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-11-28 00:45:27 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-12-10 18:18:26 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url></url>
      </image>
      <item>
         <title>Bundles de prevenção de sepse</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/hubacademy/su9tjxgr4tvt8sf9/wish/3237448730</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-11-28 01:21:43 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/hubacademy/su9tjxgr4tvt8sf9/wish/3237448730</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Sonda vesícal feminina </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/hubacademy/su9tjxgr4tvt8sf9/wish/3238843169</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-11-28 22:35:30 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/hubacademy/su9tjxgr4tvt8sf9/wish/3238843169</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Bundles do Trato Urinário Associada a Cateter Vesical de Demora (ITU-AC)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/hubacademy/su9tjxgr4tvt8sf9/wish/3240985320</link>
         <description><![CDATA[<p><strong><mark>Um bundles de ITU é um conjunto de medidas e estratégias para prevenir a infecção do trato urinário</mark></strong></p><p><br></p><p>1<strong>. Evitar inserção de sonda vesical de demora:</strong></p><p><br></p><ul><li><p>Inserir sonda vesical no paciente apenas nas indicações apropriadas;</p></li><li><p> Realizar protocolos de sondagem, incluindo as situações peri-operatórias; </p></li><li><p>Implantar protocolos escritos de uso, inserção com técnica asséptica e manutenção do cateter; </p></li><li><p>A inserção do cateter urinário deve ser realizada apenas por profissionais capacitados e treinados</p></li></ul><p><br></p><p><strong>2. Remoção oportuna do cateter vesical:  </strong> </p><p><br></p><ul><li><p>Revisar, diariamente, a necessidade da manutenção do cateter;</p></li><li><p>Disponibilizar lembretes-padrão para a remoção do cateter no prontuário escrito ou eletrônico; </p></li><li><p>Implantar visita diária com médico e enfermeiro revisando a necessidade da manutenção do cateter.</p></li></ul><p><br></p><p><strong>3. Sempre utilizar técnica asséptica para inserção do cateter urinário:</strong></p><p><br></p><ul><li><p>Utilizar material estéril e técnica asséptica&nbsp;</p></li><li><p>Higienizar as mãos antes e depois da inserção do cateter&nbsp;</p></li><li><p>Utilizar luvas e campo&nbsp;</p></li><li><p>Limpar o meato uretral com solução antisséptica&nbsp;</p></li><li><p>Utilizar gel lubrificante estéril de uso único&nbsp;</p></li><li><p>Utilizar cateter de menor calibre possível&nbsp;</p></li><li><p>Utilizar sistema de drenagem fechado com válvula anti-refluxo&nbsp;</p></li><li><p>Inserir o cateter apenas por profissionais capacitados e treinados&nbsp;</p></li></ul><p><br></p><p><strong>4. Manutenção do cateter urinário:   </strong> </p><p> </p><ul><li><p>Manter o sistema de drenagem fechado e estéril. </p></li><li><p>Trocar todo o sistema quando ocorrer desconexão, quebra da técnica asséptica ou vazamento. </p></li><li><p>Manter o fluxo de urina desobstruído.</p></li><li><p>Esvaziar a bolsa coletora regularmente. </p></li><li><p>Manter a bolsa coletora abaixo da bexiga e acima do piso.</p></li><li><p>Avaliar diariamente a necessidade do cateter.</p></li><li><p>Fixação adequada do CVD. </p></li><li><p>Orientação a pacientes, famílias e cuidadores sobre os cuidados com o cateter.</p><p> </p></li></ul><p><br></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3124354010/b0a2b86bc4a970662e43e5d8716342d3/Doc2.docx" />
         <pubDate>2024-12-01 00:09:05 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/hubacademy/su9tjxgr4tvt8sf9/wish/3240985320</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Sondas de alimentação</title>
         <author>rogerioafonsoabc</author>
         <link>https://padlet.com/hubacademy/su9tjxgr4tvt8sf9/wish/3240991204</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Tipos de Sondas de Alimentação</strong></p><p>Uma sonda de alimentação se conecta ao estômago ou intestino delgado. A localização dependerá da capacidade do paciente de tolerar a fórmula e digerir nutrientes. Se possível, a sonda é colocada no estômago para uma&nbsp;digestão mais normal.</p><p>Há 5 tipos de sondas de alimentação:</p><p>1.&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Sonda nasogástrica (sonda NG)</strong>. Uma sonda NG é inserida dentro do estômago através do nariz. A sonda passa pela garganta, pelo esôfago e para dentro do estômago.</p><p>2.&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Sonda nasojejunal (sonda NJ)</strong>. Uma sonda NJ é semelhante a uma sonda NG, mas a sonda continua através do estômago para dentro do intestino delgado.</p><p>3.&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Sonda de gastrostomia (sonda G)</strong>. Uma sonda G é inserida através de um pequeno corte na pele. A sonda passa através da parede abdominal e diretamente para o estômago.</p><p>4.&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Sonda de gastrostomia-jejunostomia (sonda GJ)</strong>. Uma sonda GJ é inserida no estômago como uma sonda G, mas a sonda passa pelo estômago até o intestino delgado.</p><p>5.&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Sonda de jejunostomia (sonda J)</strong>. Uma sonda J usa uma pequena incisão para colocar a sonda de alimentação através da parede abdominal diretamente no intestino delgado.</p><p><br></p><p><strong>Efeitos colaterais da alimentação por sonda</strong></p><p>Os efeitos colaterais mais comuns da alimentação por sonda são náusea, vômito, cólicas estomacais, diarreia, constipação e distensão abdominal.</p><p>Outros possíveis efeitos colaterais podem incluir:</p><ul><li><p>Infecção ou irritação onde a sonda está localizada</p></li><li><p>Sonda se movendo para fora da posição ou ficando desalojado</p></li><li><p>Fórmula entrando nos pulmões.</p></li></ul><p>A maioria dos efeitos colaterais pode ser evitada seguindo as instruções de cuidado e alimentação.</p><p><br></p><p>Técnica e os Cuidados</p><p>A técnica e os cuidados com sondas de alimentação incluem:</p><ul><li><p><strong>Posição do paciente</strong></p><p>O paciente deve estar sentado ou com a cabeceira da cama elevada durante e por cerca de 30 minutos após a alimentação. Esta posição reduz o risco de aspiração e ajuda a mover os alimentos pelo trato digestivo.&nbsp;</p></li><li><p><strong>Higienização</strong></p><p>A sonda deve ser limpa antes e após cada uso com 30 ml de água filtrada. A parte externa do tubo deve ser limpa com gaze, água e álcool 70% pelo menos uma vez por dia.&nbsp;</p></li><li><p><strong>Fixação</strong></p><p>A fixação da sonda deve ser trocada pelo menos uma vez por dia e deve ser alternada para não lesar a pele.&nbsp;</p></li><li><p><strong>Balanço</strong></p><p>O balão da sonda deve ser enchido com água estéril ou destilada e o volume deve ser verificado semanalmente.&nbsp;</p></li><li><p><strong>Dieta</strong></p><p>A dieta deve ser administrada em temperatura ambiente e não de forma rápida. É importante observar o aspecto da dieta antes de infundi-la.&nbsp;</p></li><li><p><strong>Medicamentos</strong></p><p>Os medicamentos devem ser em forma líquida e administrados separadamente.&nbsp;</p></li><li><p><strong>Curativos</strong></p><p>A área ao redor do tubo deve ser limpa diariamente com água e sabão de pH neutro e seca bem para evitar infecções.&nbsp;</p></li></ul><p>Alguns efeitos colaterais da alimentação por sonda são: náusea, vômito, diarreia, constipação, distensão abdominal, infecção ou irritação na região da sonda.&nbsp;</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-12-01 00:36:08 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/hubacademy/su9tjxgr4tvt8sf9/wish/3240991204</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Drenos Cirúrgicos.</title>
         <author>gustavopereiramedina</author>
         <link>https://padlet.com/hubacademy/su9tjxgr4tvt8sf9/wish/3241293136</link>
         <description><![CDATA[<var>
Os&nbsp;drenos cirúrgicos&nbsp;são dispositivos cuja finalidade é retirar a presença de ar ou secreções de espaços cavitários, sejam eles 
anatômicos (tórax e abdômen, por exemplo) ou leito de feridas. Eles permitem a saída de sangue e líquidos serosos decorrentes de procedimentos cirúrgicos, entre outros tipos de efluentes (secreções do trato digestivo, exsudato purulento).</var><p>A importância da utilização dos drenos cirúrgicos se dá por eles retirarem o acúmulo de líquidos do sítio cirúrgico que poderia servir como meio de cultura para micro-organismos, reduzindo, assim, a possibilidade de formação de um potencial foco infeccioso. Além disso, o acúmulo de líquido pode acarretar aumento de pressão local, comprometendo o fluxo sanguíneo e linfático; comprimindo áreas adjacentes e causar irritação e necrose tecidual (no caso de efluentes como bile, pus, suco pancreático e urina).</p><p>Os drenos cirúrgicos podem ser classificados segundo sua estrutura básica (laminares, tubulares); sua composição, como borracha (látex), polietileno ou silicone, de acordo com seus diferentes mecanismos de drenagem, sendo elas passiva (capilaridade – drenos laminares), (gravidade – drenos tubulares); e ativa: sucção ou vácuo (drenos tubulares); além das suas maneiras de uso.</p><p>Sobre os tipos de materiais, a vantagem do látex sobre o polietileno está na maior maleabilidade e maciez, o que diminui a chance de lesão de estruturas adjacentes. Em contrapartida, devido à irregularidade de sua superfície, estão são mais propensos à colonização bacteriana e infecção peri-dreno. O polietileno é confeccionado de material plástico mais rígido e possui várias fenestrações permitindo a saída de líquidos por meio de gravitação e sucção. Já o silicone é um material radiopaco, menos rígido do que o polietileno e menos sujeito à contaminação bacteriana do que o látex.</p><p>Os tipos de drenos cirúrgicos mais utilizados são:</p><ul><li><p><strong>Drenos de Penrose</strong>: é um sistema de drenagem aberto, com composição à base de borracha tipo látex, utilizado em procedimentos cirúrgicos com potencial para o acúmulo de líquidos, infectados ou não;</p></li><li><p><strong>Drenos de Sucção</strong>&nbsp;(HEMOVAC®/PORTOVAC®/JACKSON-PRATT/BLAKE): sistema fechado de drenagem por sucção contínua e suave, fabricado em polietileno ou silicone. É composto de um reservatório com mecanismo de abertura para remoção do ar e do conteúdo drenado, um tubo longo com múltiplos orifícios na extremidade distal que fica inserida na cavidade cirúrgica. A remoção do ar do interior do reservatório cria uma condição de vácuo, promovendo uma aspiração ativa do acúmulo de secreções;</p></li><li><p><strong>Dreno de tórax</strong>&nbsp;(selo d’água): os sistemas coletores de drenagem pleural ou mediastinal são empregados em cirurgias torácicas ou cardíacas, destinando-se à retirada de conteúdo líquido e/ou gasoso da cavidade torácica. São constituídos de um dreno tubular em polietileno, geralmente com mais de um orifício na extremidade distal que fica inserida na cavidade, um tubo extensor que conecta o dreno ao frasco coletor e o frasco em polietileno rígido com um suporte na sua base;</p></li><li><p><strong>Dreno de Kerr</strong>: introduzido na região das vias biliares extra-hepáticas, utilizados para drenagem externa, descompressão ou, ainda, após anastomose biliar como prótese modeladora, devendo ser fixado através de pontos na parede duodenal lateral ao dreno, tanto quanto na pele, impedindo sua remoção espontânea ou acidental.</p></li></ul><p>Outros tipos de drenos/cateteres: cateter de malecot e cateter de pezzer (gastrostomia), dreno de pigtail (nefrostomia e drenagens em geral), cateter duplo J, dreno de Abramsom, cateter de nelaton etc. Em linhas gerais, a diferença conceitual entre cateter e drenos é que o primeiro, permite a administração e retirada de líquidos, diferentemente dos drenos que são utilizados apenas para remoção dos líquidos/ar.</p><p>bolsas e frascos coletores graças à restrição de movimentos associados à insegurança, medo de sentir dor, de deslocar o dreno ou, ainda, o desconforto causado ao paciente na sua mobilização.</p><p>A respeito da retirada e tracionamento de dreno, ordenha e troca de selo d’água, diversos pareceres tanto do Conselho Federal de Enfermagem quanto dos Conselhos Regionais de Enfermagem de diversos estados atribuem legalidade de tais procedimentos, enfatizando a necessidade prévia de prescrição médica, bem como o enfermeiro possuir habilidade técnico-científica para execução dessas intervenções.</p><p>Diante disso, a equipe de enfermagem tem papel fundamental no cuidado seguro ao paciente que utiliza drenos cirúrgicos pelo fato ter como atribuição a manipulação direta e avaliação desse dispositivo, sendo imprescindível o conhecimento legal, técnico e clínico, baseado em evidências para uma a assistência de qualidade e com menor risco de complicações possíveis.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=mJjYIHJSSQM" />
         <pubDate>2024-12-01 13:03:32 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/hubacademy/su9tjxgr4tvt8sf9/wish/3241293136</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Sonda vesical masculina</title>
         <author>ermionedosreisribeirosilva</author>
         <link>https://padlet.com/hubacademy/su9tjxgr4tvt8sf9/wish/3241615624</link>
         <description><![CDATA[<p>A sonda vesical, também conhecida como cateter, é um tubo flexível que é inserido na uretra para drenar a urina , o paciente não fizer espontaneamente existem alguns tipos de sondas como:</p><p><strong>Sonda de alívio (Nelson)</strong></p><p> é utilizada para aliviar a retenção urinária aguda, quando há uma obstrução temporária da bexiga ou quando a urina precisa ser drenada rapidamente. Ela é geralmente usada em situações emergenciais </p><p><strong>Sonda de demora (Foley)</strong></p><p>É a sonda mais comum para drenagem urinária. Ela é inserida na uretra até a bexiga, onde um balão na extremidade da sonda é inflado para mantê-la no lugar. Essa sonda pode ser sendo adequada para drenagem urinária em pacientes com problemas de retenção urinária crônica ou após cirurgias urológicas.</p><p><strong>Sonda de Nelaton</strong></p><p>Essa sonda é de uso temporário, sendo para após uma cirurgia ou devido a uma obstrução momentânea. Ela não tem balão e é removida após a drenagem da urina rápida</p><p><br></p><p><strong><mark>Tamanho </mark></strong></p><p> Calibre da sonda deve ser individualizado para cada situação. De maneira geral, o uso de sonda de 16-18 Fr para homens é adequado, ela geralmente maior pelo fato trato urinário do homem com a diferença de 16cm . Idealmente, a bolsa coletora deve ser conectada à sonda vesical de demora antes do início do procedimento.</p><p><br></p><p><strong><mark>Cuidados e complicações</mark></strong></p><p><strong>Infecção urinária</strong>: O uso prolongado de sondas vesicais pode aumentar o risco de infecção urinária. Por isso, é fundamental fazer a manutenção adequada e realizar a troca da sonda conforme recomendado.</p><p><strong>Obstrução da sonda</strong>: A sonda pode ficar obstruída por coágulos de sangue ou secreções, exigindo monitoramento constante.</p><p><strong>Desconforto e dor:</strong> O uso de uma sonda pode causar desconforto, dor ou irritação, especialmente se for de longa duração.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-12-01 20:31:17 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/hubacademy/su9tjxgr4tvt8sf9/wish/3241615624</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Prevenção da Sepse</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/hubacademy/su9tjxgr4tvt8sf9/wish/3243416755</link>
         <description><![CDATA[<p>O que é Sepse? </p><p><br/></p><p>É uma condição séria que pode afetar qualquer pessoa, idade ou saúde. </p><p>É uma resposta extrema do organismo a uma infecção,  tipo: pneumonia,  infecção urinária ou infecção da pele, se espalha pelo corpo e afeta múltiplos órgãos,  essa condição pode levar a danos dos órgãos vitais, até a morte. </p><p>Reconhecer os sintomas é  fundamental para um tratamento rápido e eficaz. Alguns sinais de alerta incluem febre alta, calafrios, frequência cardíaca acelerada, dificuldade respiratória,  confusão mental e diminuição urinária. </p><p><br/></p><p>Tratamento requer cuidados intensivos e antibióticos  intravenoso.</p><p><br/></p><p>Prevenção da sepse: prevenir infecções que podem ocasionar uma resposta inflamatória sistêmica,  medidas simples, como: lavagem das mãos,  vacinação,  higiene adequada de cateteres e feridas  e tratamento adequado de infecções  existentes,  ajudam a prevenir a disseminação das infecções e consequentemente a Sepse.</p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-12-02 20:35:23 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/hubacademy/su9tjxgr4tvt8sf9/wish/3243416755</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Dreno de sucção:</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/hubacademy/su9tjxgr4tvt8sf9/wish/3244641476</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Oque é: </strong></p><p>Dreno de sucção (Porto-Vac)  é um dispositivo redondo sanfonado  de indicação médica para drenar fluidos cerosos e sanguinolentos de espaços cavitarios  em pós cirurgicos  pelo sistema a vácuo através da pressão negativa. Sistema fechado </p><p><br></p><p><strong>Indicação</strong>:</p><p>Cirurgias com acumulos de fluidos com grandes quantidade e de drenagem prolongada de grandes cirurgias. </p><p><br></p><p><strong>O dispositivo é composto por:</strong></p><p>1 bomba (bolsa)  sanfonada com tampa</p><p>1 extensao intermediária  com conectores de 2 ou 3 vias. </p><p>1 clampe </p><p>1 cateter (dreno) com agulha de aço na ponta </p><p>1 escala de medidas que fica localizada na parte de baixo do dreno.</p><p><br></p><p><strong>Cuidados de enfermagem:</strong></p><p>°Devemos sempre manusear o dreno após a lavagem correta das mãos</p><p>°Trocar  curativos CPM </p><p>°Realizar limpeza ao redor da inserção</p><p>° Proteger local do PIC no banho</p><p>°Realizar a mensuração do fluido eliminado com dispositivo clampeado.</p><p><br></p><p>Para o bom funcionamento é necessário que o dispositivo estaja todo sanfonado precionado para ser feita a drenagem pela sucção a vácuo.</p><p><br></p><p><strong>Bundle de prevenção</strong>:</p><p>° Lavagem das mãos antes e após manuseio</p><p>° Realizar higiênização com solução fisiológica ao redor da inserção</p><p>° Ocluir com gase esteril e micropore  </p><p>° Avaliar o bom funcionamento do dispositivo e se está precionado a sanfona.</p><p>° Manter frasco coletor abaixo do local da inserção e acima do chão.</p><p>° Cuidados para não Tracionar o tubo ao manusear</p><p>° Usar roupas largas e frouxas</p><p>° Fechar o clampe do tudo para realizar a eliminação e mensuração.</p><p><br></p><p><strong>Danos que o  dispositivo pode causar ao paciente: </strong></p><p>Infecções, hemorragias e ate perfuração de órgãos. Mas são raros os casos</p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3125000332/e282e318a94709070551998c6307b1e3/Screenshot_20241203_175913_WhatsApp.jpg" />
         <pubDate>2024-12-03 13:41:12 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/hubacademy/su9tjxgr4tvt8sf9/wish/3244641476</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Complicações que podem ocorrer na drenagem de torácica?</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/hubacademy/su9tjxgr4tvt8sf9/wish/3244841070</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>As principais complicações deste procedimento incluem:</strong></p><ul><li><p><strong>Hemorragia </strong></p></li><li><p><strong>Infecções </strong></p></li><li><p><strong>Edema pulmonar </strong></p></li><li><p><strong>Obstrução do dreno, que pode levar ao tamponamento cardíaco, pneumotórax hipertensivo </strong></p></li></ul><p><strong>Dispneia, hematoma ou sétima subcutâneo.</strong></p><p><br/></p><p><strong><sub>Posição correta </sub></strong></p><p><br/></p><p><strong><sub>Para evitar o retorno do conteúdo e ocasione outras possíveis complicações, nunca manuseie o paciente com dreno desclampeado(quanto à mudanças de decúbito). Ao término do manuseio , sempre desclampear e deixar abaixo do nível da caixa torácica cerca de 60 a 90 cm.</sub></strong></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3123297166/862ad6c97a5abce088aec0a365679c30/IMG_8772.jpeg" />
         <pubDate>2024-12-03 15:32:40 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/hubacademy/su9tjxgr4tvt8sf9/wish/3244841070</guid>
      </item>
      <item>
         <title>PAV = Pneumonia Associada a Ventilação.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/hubacademy/su9tjxgr4tvt8sf9/wish/3244932606</link>
         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.gov.br/ebserh/pt-br/hospitais-universitarios/regiao-nordeste/ch-ufc/acesso-a-informacao/protocolos-e-pops/hospital-universitario-walter-cantidio/protocolos/fisioterapia/pro-fis-001-protocolo-de-prevencao-de-pneumonia-associada-a-ventilacao-pav">https://www.gov.br/ebserh/pt-br/hospitais-universitarios/regiao-nordeste/ch-ufc/acesso-a-informacao/protocolos-e-pops/hospital-universitario-walter-cantidio/protocolos/fisioterapia/pro-fis-001-protocolo-de-prevencao-de-pneumonia-associada-a-ventilacao-pav</a></p><p><br></p><p><br></p><p>1 - A PAV é causada principalmente pela micro aspiração de bactérias que colonizam as vias respiratórias superiores e a orofaringe dos pacientes. Os principais fatores de risco para a PAV são: </p><p>Entubação endotraqueal;</p><p>Idade; </p><p>Comorbidades, como diabetes, insuficiência cardíaca, doenças pulmonares obstrutivas crônicas, neoplasias, traumas e pós-operatório de cirurgias.</p><p>2 - Os sintomas da PAV incluem: Febre, Aumento da contagem de leucócitos, Piora da oxigenação, Aumento das secreções traqueais, Aumento da frequência respiratória e/ou cardíaca.</p><p>3 - (PAV) pode ser prevenida com a adoção de medidas como:</p><p>Higienização das mãos: Lavar as mãos com água e sabão ou friccionar com álcool 70% </p><p>Elevação da cabeceira: Manter o paciente em decúbito elevado, a 30-45 graus </p><p>Monitorização da pressão do cuff: Verificar a pressão do cuff do tubo endotraqueal a cada 8 horas e mantê-la entre 25 e 30 cmH2O </p><p>Aspiração de secreções: Aspirar rotineiramente as secreções sub glóticas </p><p>Higiene oral: Realizar a higiene oral do paciente com antissépticos </p><p>Adequação da sedação: Adequar diariamente o nível de sedação e realizar teste de respiração espontânea.</p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://mahospitalar.com.br/pav-como-obter-sucesso-na-reducao-em-utis/">https://mahospitalar.com.br/pav-como-obter-sucesso-na-reducao-em-utis/</a></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/p5Kv9EHmAb8?si=84qpvpI9Q4XfcB8o" />
         <pubDate>2024-12-03 16:28:21 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/hubacademy/su9tjxgr4tvt8sf9/wish/3244932606</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Bundle de 1h de sepse:</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/hubacademy/su9tjxgr4tvt8sf9/wish/3245248524</link>
         <description><![CDATA[<p>Em abril de 2018, autores da&nbsp;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www.survivingsepsis.org/Bundles/Pages/default.aspx">Campanha de Sobrevivência à Sepse</a>&nbsp;(CSS), iniciativa da European Society of Intensive Medicine e da Society Critical Care Medicine, publicaram na Intensive Care Medicine, uma nova atualização dos pacotes de tratamento da sepse. </p><p>Nessa publicação, os pacotes de 3 e 6 horas foram extintos, criando-se o pacote novo de 1 hora.</p><p><br></p><p>Ponto positivo: O novo pacote é a velocidade. Mesmo em países com recursos limitados, que podem ter dificuldades em obter aderência ao novo pacote, a mensagem a ser passada é clara: sepse é uma urgência e devemos atendê-la como tal.</p><p>As medidas devem ser iniciadas rapidamente, assim que se reconhece o paciente como possivelmente séptico.</p><p>O novo pacote atende as diretrizes já delineadas, visto que já se recomendava claramente o alvo de uma hora para a administração de antimicrobianos.</p><p>Pontos negativos: A extinção do pacote de seis horas traz como potencial efeito danoso a perda de seguimento do paciente.</p><p>Uma das críticas prévias aos pacotes era exatamente o foco excessivo nas horas iniciais, com perda da linha de cuidado e do seguimento do paciente. Ao focar apenas na hora inicial de atendimento o risco de perda de seguimento pode se acentuar. A reavaliação do lactato permanece como um item a ser incluído no seguimento, em 2 a 4 horas após a coleta inicial. Entretanto, pode haver risco de desvalorização desse item ao se desvincular de um pacote.</p><p>&nbsp;</p><p>Tendo em vista esses pontos, o ILAS, em seu programa de melhoria de qualidade, optou por adotar o novo pacote de 1 hora, com ressalvas.</p><p><br></p><p>&nbsp;1. Administração de antimicrobianos - não houve mudanças pois já utilizávamos uma hora.</p><p>&nbsp;2. Coleta de hemoculturas - na prática não houve mudanças, pois, a mesma deve ser feita antes da administração de antimicrobianos. Entretanto, passaremos a adotar o limite rígido de uma hora ao invés de 3 horas.</p><p>3. Coleta de lactato – embora a aderência fosse formalmente dada para exames colhidos em até 3 horas, a recomendação já era para coleta na primeira hora. Entretanto, passaremos a adotar o limite rígido de uma hora.</p><p>4. Administração de fluidos nas situações pertinentes – adotaremos o início da hipotensão ou o momento da coleta do exame que identificar a hiperlactatemia como tempo zero para início da reposição volêmica.</p><p>5. Uso de vasopressor - entendemos não ser factível a definição da necessidade de início em uma hora, pois a indicação irá depender da resposta de cada paciente a reposição volêmica inicial.</p><p>6. Coleta de segundo lactato - entendemos ser fundamental a manutenção do indicador, que passa a ter como tempo limite 4 horas, como sugerido pelo novo pacote.</p><p>7. Reavaliação do status volêmico e de perfusão dos pacientes em choque - entendemos como fundamental a manutenção do indicador como forma de manter a atenção da equipe no paciente. Assim, o mesmo será mantido, com limite de 6 horas para ser completado.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://ilas.org.br/novo-bundle-de-1-hora-pros-e-contras-na-visao-doinstituto-latino-americano-de-sepse/" />
         <pubDate>2024-12-03 20:03:34 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/hubacademy/su9tjxgr4tvt8sf9/wish/3245248524</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Bundles de prevenção de PAV</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/hubacademy/su9tjxgr4tvt8sf9/wish/3245347353</link>
         <description><![CDATA[<p>•Higienizar as mãos é a principal medida preventiva que comprovadamente reduz o risco de transmissão de microorganismos para pacientes e profissionais. </p><p>•Avaliar diariamente a possibilidade de desmame da sedação e aplicação de  </p><p>protocolos de desmame. Caso não haja contra indicação, interromper a sedação uma vez ao dia. Dar preferência a analgésicos para evitar a dor e consequente agitação, sempre </p><p>que possível.  </p><p>•Manter pacientes com cabeceira da cama elevada entre 30° e 45°, salvo contra- </p><p>indicações. Baixar a cabeceira somente quando necessário, como nos momentos de  </p><p>mobilizar o paciente para mudança de decúbito, higiene corporal e fisioterapia, sendo  </p><p>logo em seguida posicionada novamente e certificar-se de que o cuff está insuflado nas  </p><p>pressões adequadas, antes de baixar a cabeceira. </p><p>•Monitorar os parâmetros ventilatórios diariamente (com avaliação de prontidão  </p><p>para extubação, visando reduzir o tempo de Ventilação Mecânica). Assim que possível, </p><p>passar a modos assistidos ou espontâneo com o objetivo de adiantar a retirada da  </p><p>ventilação mecânica. </p><p>•Evitar a extubação acidental e reintubação.  </p><p>•Realizar terapia de higiene brônquica e aspiração de secreções, através de tubos  </p><p>e cânulas, de acordo com a necessidade de cada paciente. Utilizar luvas de procedimento ao manipular secreções. Usar sondas esterilizadas e de uso único. A aspiração da cavidade oral deve ser realizada após a aspiração da cânula traqueal. Evitar instilação de soro fisiológico ou qualquer outra solução.  </p><p>•Trocar o sistema fechado de aspiração a cada 72 horas ou quando houver sujidade ou mau funcionamento. </p><p>•Manter a pressão do balonete do tubo endotraqueal entre 25 e 30 cm H2O, utilizando cuffômetro. Certificar-se de que a cabeceira do leito esteja elevada a 30-45° no momento da verificação do cuff. Aspirar a cavidade oral antes da verificação da pressão do cuff, para evitar que secreções migrem para o trato respiratório inferior no  </p><p>momento da verificação.  </p><p>•Avaliar diariamente as condições dos circuitos do ventilador e umidificadores.  </p><p>Evitar a permanência de água condensada no circuito. Trocá-los quando apresentarem  </p><p>sujeira visível e mau funcionamento, e em caso de mudança de paciente. Não substituir os umidificadores rotineiramente numa frequência inferior a 48 horas. </p><p>•Realizar higiene oral com antisséptico (clorexidina oral 0,12%) no mínimo 3 vezes ao dia. Verificar a pressão do cuff antes da realização da higiene oral.</p><p><br></p><p><br></p><p><strong><mark>FONTE:</mark></strong></p><p><br></p><p>https://www.gov.br/ebserh/pt-br/hospitais-universitarios/regiao-nordeste/ch-ufc/acesso-a-informacao/protocolos-e-pops/hospital-universitario-walter-cantidio/protocolos/fisioterapia/pro-fis-001-protocolo-de-prevencao-de-pneumonia-associada-a-ventilacao-pav</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=fYW-0C9Rc4I" />
         <pubDate>2024-12-03 21:44:20 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/hubacademy/su9tjxgr4tvt8sf9/wish/3245347353</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Dreno de pigtail</title>
         <author>nluiza068</author>
         <link>https://padlet.com/hubacademy/su9tjxgr4tvt8sf9/wish/3245396924</link>
         <description><![CDATA[<p>É utilizado para drenar líquidos, como pus ou sangue, ou ar da cavidade pleural. Devido ao seu calibre, é mais indicado para a drenagem de ar em casos de pneumotórax, pois, na presença de líquidos espessos, há risco de obstrução. Sua inserção é realizada por médicos cirurgiões ou profissionais de outras especialidades médicas devidamente treinados.</p><p><br></p><p>Os cuidados com um dreno pigtail incluem:</p><p>*Antissepsia: Realizar antissepsia com álcool 70% na área do dreno e do periósteo;</p><p>*Fixação: Verificar se o dreno está fixo e se há vazamentos </p><p>*Permeabilidade: Verificar a permeabilidade do sistema de drenagem; </p><p>*Oclusão: Ocluir o periósteo com gaze estéril e fita microporosa;</p><p>*Reservatório: Manter o reservatório sanfonado abaixo do local de inserção do dreno;</p><p>*Roupas: Usar roupas mais largas para acomodar o dreno;</p><p>*Evitar puxar: Não puxar o dreno ao levantar ou mudar de posição;</p><p>*Curativo: Trocar o curativo a cada 24 horas ou conforme necessário;</p><p>*Higiene: Manter as mãos higienizadas antes, durante e depois de manipular o dreno;</p><p>*Repouso: Manter repouso enquanto o dreno estiver no corpo;</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-12-03 22:54:39 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/hubacademy/su9tjxgr4tvt8sf9/wish/3245396924</guid>
      </item>
      <item>
         <title>HIGIENE ORAL: bundle de prevenção a PAV</title>
         <author>nathaliacostacg</author>
         <link>https://padlet.com/hubacademy/su9tjxgr4tvt8sf9/wish/3245430437</link>
         <description><![CDATA[<p>A higiene bucal é essencial na prevenção de infecções relacionadas à assistência à saúde (IRAS), especialmente em pacientes de alto risco, como os internados em terapia intensiva e dependentes de cuidados bucais. De acordo com a OMS, as IRAS, adquiridas durante tratamentos médicos, são os eventos adversos mais comuns nos cuidados de saúde, representando um grande problema para a segurança dos pacientes, com impacto na mortalidade e nos custos do sistema de saúde. Pacientes em Unidades de Terapia Intensiva são particularmente vulneráveis a infecções secundárias, que podem agravar seu estado clínico, prolongar a internação e aumentar as taxas de mortalidade hospitalar.</p><p><br></p><p><strong><mark>ATIVIDADES ESSENCIAIS </mark></strong></p><p><strong><mark>RECOMENDAÇÕES BÁSICAS</mark></strong> </p><p><br></p><p>•Verificar as restrições do paciente  </p><p>•Organizar o material necessário </p><p>•Lavar as mãos; </p><p>•Adotar todas as medidas de precaução padrão e outras recomendadas à categoria de  </p><p>isolamento;</p><p><br></p><p><strong><mark>PROCEDIMENTO</mark></strong> </p><p><br></p><p>•Adotar as precauções padronizadas e executar a escovação para o paciente; </p><p>•Lateralizar a cabeça do paciente (para pacientes neurológicos com lesão cervical fazer  </p><p>a higiene sem mobilizar a cabeça); </p><p>•Verificar o cuff da cânula endotraqueal ou de traqueostomia e fazer aspiração da  </p><p>secreção acima do balonete (cuff). </p><p>•Aproximar a cuba rim da boca do paciente; </p><p>•Higienizar os dentes preferencialmente com escova dental descartável (cabeça  </p><p>pequena, cerdas macias e de pontas arredondadas), que deve ser umedecida em  </p><p>solução de clorexidina a 0,12%, sem álcool, que permite limpeza e desorganização do  </p><p>biofilme dental. </p><p>Na impossibilidade de executar a higiene oral com escovas de uso único, utiliza-se espátula de madeira coberta na ponta com gaze, que deve ser embebida em solução  </p><p>antisséptica. Outra opção são os dispositivos para higiene oral descartáveis (hastes  </p><p>plásticas com esponja na ponta). </p><p>•Fazer movimentos a partir da margem gengival em direção às superfícies dentárias  </p><p>vestibulares e em seguida realizar esse movimento nas faces linguais ou palatinas de  </p><p>todos os dentes;  </p><p>•Realizar a limpeza da superfície de mastigação dos dentes com movimentos no  </p><p>sentido posterior anterior unidirecional;  </p><p>•Higienizar por último a parte superior da língua, palato e cavidade interna da bochecha (utilizar gaze embebida em soro fisiológico ou solução de Gluconato de Clorexidina a 0,12%, sem álcool); </p><p>•Usar aspiração (podem ser adaptadas pontas descartáveis de sugador odontológico) </p><p>•Não deixar líquidos residuais na cavidade oral. Verificar novamente o cuff da cânula  </p><p>endotraqueal ou de traqueostomia e fazer aspiração da secreção acima do balonete (cuff).</p><p><br></p><p><strong><mark>BENEFÍCIOS POTENCIAIS</mark></strong> </p><p><br></p><p>•Padronizar os procedimentos de higienização bucal Nas Unidades de Terapia  </p><p>Intensiva da rede FHEMIG. </p><p>•Realizar higiene oral proporcionando bem estar ao paciente. </p><p>•Manter a cavidade bucal limpa. </p><p>•Controlar o biofilme dental evitando a formação de placas bacterianas. </p><p>•Reduzir a colonização da orofaringe. </p><p>•Evitar a contaminação da traqueia.  </p><p>•Prevenir e controlar infecções. </p><p>•Remover a saburra lingual e reduzir a halitose. </p><p>•Contribuir no controle da cárie e da doença periodontal. </p><p>•Manter a hidratação dos tecidos orais. </p><p>•Reduzir a Pneumonia associada à ventilação mecânica (PAV)</p><p><br></p><p><strong><mark>RISCOS POTENCIAIS </mark></strong></p><p><br></p><p>•Posição da cabeça do paciente inadequada e falta de sucção durante o procedimento </p><p>de higiene oral pode favorecer aspiração de resíduos; </p><p>•Quantidade excessiva de colutórios ou pasta dental que podem ser aspirados pelo  </p><p>paciente; </p><p>•O Profissional que executa o procedimento sem treinamento ou conhecimento técnico </p><p>pode utilizar manobras incorretas que levam à ocorrência de eventos adversos. </p><p>•A falta de higienização da cavidade oral pode contribuir para o início de patologias  </p><p>orais ou para a evolução de infecções bucais pré-existentes.</p><p><br></p><p><strong><mark>FONTE:</mark></strong></p><p><br></p><p>https://www.google.com/url?sa=t&amp;source=web&amp;rct=j&amp;opi=89978449&amp;url=https://www.fhemig.mg.gov.br/files/1394/Protocolos-Clinicos/14432/PC-63---Higiene-bucal-de-pacientes-em-UTI-(2019).pdf&amp;ved=2ahUKEwjNkZbN4IyKAxVMrpUCHRlHOPwQFnoECCoQAQ&amp;usg=AOvVaw0gtalDLvVYFK_arBgNNbba</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=Vo2-VkIX2WM" />
         <pubDate>2024-12-03 23:43:03 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/hubacademy/su9tjxgr4tvt8sf9/wish/3245430437</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Cuidados de enfermagem em dreno de penrose</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/hubacademy/su9tjxgr4tvt8sf9/wish/3245541848</link>
         <description><![CDATA[<p>Os cuidados de enfermagem com um dreno de Penrose incluem:</p><ul><li><p>Lavar as mãos antes e depois de manipular o dreno</p></li><li><p>Retirar o curativo sujo</p></li><li><p>Limpar o dreno e a pele ao redor com gaze e soro fisiológico</p></li><li><p>Secar com gaze</p></li><li><p>Colocar uma gaze entre o dreno e a pele e outra sobre o dreno</p></li><li><p>Fixar com micropore</p></li><li><p>Trocar o curativo sempre que estiver sujo</p></li><li><p>Proteger o local do orifício do dreno durante o banho</p></li><li><p>Evitar tocar diretamente no dreno&nbsp;</p><p><br/></p></li><li><p>https://youtu.be/E5LUX9BwHbY?si=R_vEfEL65jznIr2E</p></li></ul>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-12-04 01:11:04 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/hubacademy/su9tjxgr4tvt8sf9/wish/3245541848</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Cuidados de enfermagem do dreno de kerr</title>
         <author>adrianacarlos980</author>
         <link>https://padlet.com/hubacademy/su9tjxgr4tvt8sf9/wish/3245551427</link>
         <description><![CDATA[<p>Alguns cuidados de enfermagem com o dreno de Kehr são:</p><ul><li><p>Realizar antissepsia com álcool 70% na área tubular e periósteo do dreno&nbsp;</p><ul><li><p><br></p></li></ul></li><li><p>Verificar a fixação do dreno e a presença de vazamentos&nbsp;</p><ul><li><p><br></p></li></ul></li><li><p>Observar a permeabilidade do sistema de drenagem&nbsp;</p><ul><li><p><br></p></li></ul></li><li><p>Ocluir o periósteo com gaze estéril e fita microporosa&nbsp;</p><ul><li><p><br></p></li></ul></li><li><p>Manter o sistema coletor abaixo do nível da cabeceira&nbsp;</p><ul><li><p><br></p></li></ul></li><li><p>Evitar quebrar o tubinho ou fazer movimentos bruscos&nbsp;</p><ul><li><p><br></p></li></ul></li><li><p>Manter-se calmo e repousar&nbsp;</p><ul><li><p><br></p></li></ul></li><li><p>Registrar a cor e a quantidade de líquido eliminada&nbsp;</p><ul><li><p><br></p></li></ul></li><li><p>Não trocar o curativo, o dreno ou o depósito em casa&nbsp;</p><ul><li><p><br></p></li></ul></li><li><p>Ir ao posto de saúde ou ligar para o médico ou enfermeiro se o curativo estiver molhado ou o recipiente do dreno estiver cheio&nbsp;</p><ul><li><p><br></p></li></ul></li></ul><p>O dreno de Kehr é inserido nas vias biliares extra-hepáticas para facilitar a drenagem de bile. É frequentemente utilizado após procedimentos cirúrgicos na área hepática.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-12-04 01:16:29 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/hubacademy/su9tjxgr4tvt8sf9/wish/3245551427</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Sonda vesical masculina </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/hubacademy/su9tjxgr4tvt8sf9/wish/3246280434</link>
         <description><![CDATA[<p><strong><em>Introdução</em></strong><em>:</em></p><p><br/></p><p>No dicionário, cateterismo é definido como a inserção de um cateter, tubo ou sonda nas cavidades corporais, com finalidade diagnóstica ou terapêutica. Há várias possibilidades de cateterismo e, neste Super Material, será abordado o cateterismo vesical (sondagem vesical).</p><p>Na década de 1930, foi idealizado por&nbsp;<strong>Frederic Foley</strong>&nbsp;o cateter com balão inflável, permitindo a confecção de uma variedade de tipos de diferentes materiais e calibres, aumentando as possibilidades de escolha para melhor atender as necessidades do paciente.</p><p><br/></p><p><strong><em>Anatomia</em></strong><em>:</em></p><p><br/></p><p><em>A anatomia do trato urinário é estéril, com exceção da porção distal da uretra que, por sua proximidade com o meio externo, pode sofrer invasão bacteriana. As diferenças anatômicas, masculina e feminina, tornam-se relevantes quanto ao procedimento e ocorrência de complicações. A uretra masculina tem um comprimento médio de 18 a 20 cm.</em></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong><em>Indicações para fazer a sondagem vesical:</em></strong></p><p>O&nbsp;<strong>simples</strong>,&nbsp;<strong>de alívio</strong>&nbsp;ou&nbsp;<strong>intermitente</strong>&nbsp;é realizado com a sonda uretral (<strong>cateter ou sonda de Nélaton</strong>) e tem como principais indicações:</p><p>&nbsp;</p><p>• Alívio para retenção urinária aguda;</p><p>&nbsp;</p><p>• Determinação do resíduo urinário;</p><p>&nbsp;</p><p>• Obtenção de uma amostra de urina para exame laboratorial;</p><p>&nbsp;</p><p>• Instilação intravesical de medicamentos;</p><p>&nbsp;</p><p>• Exploração da uretra.</p><p>        </p><p>Fonte:</p><blockquote><ul><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://sanarmed.com/sondagem-vesical/"><sub>http://www.bramedica.pt/pt/product/sonda-vesical-ch-18-feminina-18cm</sub></a></p></li></ul><ul><li><p><sub>https://pt.made-in-china.com/co_forlongmedical/product_Foley-Balloon-Catheter-2-Way-Catheter-and-3-Way-Catheter_eeinoresg.html</sub></p></li></ul></blockquote><p><br/></p><p><strong><em>Materiais</em></strong> <strong><em>necessários</em></strong>:</p><p><br/></p><ol><li><p>Sonda de Folley e coletor de urina de sistema coletor fechado. Dica pra vida: se o paciente já usa sonda vesical de demora ou se já usou alguma vez, sempre perguntar se lembra o tamanho. Isso poderá poupar esforço desnecessário, em caso de pacientes que apresentam sondagem difícil.</p></li><li><p>Campo estéril</p></li><li><p>Luvas estéreis</p></li><li><p>Clorexidina degermante</p></li><li><p>Clorexidina aquosa</p></li><li><p>Xilocaína gel</p></li><li><p>Gazes&nbsp;</p></li><li><p>Seringa</p></li><li><p>Água destilada</p></li></ol><p><br/></p><p><strong><em>Passo a passo da sonda vesical masculina:</em></strong></p><p><br/></p><ol><li><p>Explicar o procedimento ao paciente ou acompanhantes, se for o caso;</p></li><li><p>Posicioná-lo em decúbito dorsal;</p></li><li><p>Calçar luvas de procedimento;</p></li><li><p>Higienizar o pênis com clorexidina degermante e a glande com clorexidina aquosa;</p></li><li><p>Retirar as luvas, proceder a lavagem das mãos e calçar as luvas estéreis;</p></li><li><p>Posicionar os campos estéreis de modo a deixar o pênis exposto;</p></li><li><p>Aspirar água destilada em uma seringa e xilocaína gel em outra;</p></li><li><p>Testar o cuff da sonda instilando água destilada;</p></li><li><p>Com a sua mão não dominante, posicione o pênis perpendicularmente ao corpo;</p></li><li><p>Com a mão dominante, introduza a sonda até retornar urina pelo ósteo da sonda, sendo seguro introduzir mais uma porção para evitar lesão de canal uretral;</p></li><li><p>Insufle o balonete com água destilada (não se pode usar soro fisiológico, visto que ele pode cristalizar no interior do balão e dificultar a retirada da sonda);</p></li><li><p>Tracione a sonda para verificar se está fixa a bexiga;</p></li><li><p>Conecte a sonda ao sistema coletor (esse passo pode ser realizado antes de iniciar o procedimento, a fim de evitar com que suje o paciente com urina);</p></li><li><p>Posicione o pênis sobre sobre a região supra púbica e fixe a sonda (cuidado para não deixá-la tracionada);</p></li><li><p>Pendure a bolsa coletora em suporte localizado abaixo do leito.</p></li><li><p>Identifique o saco coletor com a data em que foi colocado!</p></li></ol><blockquote><p> <sub>Figura saco coletor: </sub><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.polymedicure.com/urine-collection-bags/"><em>https://www.polymedicure.com/urine-collection-bags/</em></a></p></blockquote><p><br/></p><blockquote><p><sub>Fonte: </sub><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.medway.com.br/conteudos/sonda-vesical-de-demora-saiba-tudo-sobre-o-procedimento/"><sub>https://www.medway.com.br/conteudos/sonda-vesical-de-demora-saiba-tudo-sobre-o-procedimento/</sub></a></p><p><br/></p></blockquote>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3127537920/8b06fb8aeec78b45304411915fdc4ca0/images.jpeg" />
         <pubDate>2024-12-04 11:13:30 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/hubacademy/su9tjxgr4tvt8sf9/wish/3246280434</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Cuidados de Enfermagem na troca do selo d´água do dreno de tórax</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/hubacademy/su9tjxgr4tvt8sf9/wish/3246336453</link>
         <description><![CDATA[<ol><li><p>Preparar o paciente e a família sobre o procedimento a ser realizado;</p></li><li><p><strong>Higienizar as mãos;</strong></p></li><li><p>Organizar o material adequado para o procedimento;</p></li><li><p><strong>Abrir o recipiente de solução salina ou de água;</strong></p></li><li><p>Abrir o sistema de drenagem e deixá-lo em pé;</p></li><li><p><strong>Encher os frascos ou câmara em nível apropriado, até que o final da haste esteja 2 cm abaixo do nível do líquido ou até a linha de marcação a ser atingida;</strong></p></li><li><p>Se a aspiração for utilizada, despejar o líquido dentro do orifício de controle de aspiração até a quantidade designada ser alcançada usualmente 20 cm de nível de pressão de água;</p></li><li><p><strong>Calçar as luvas e conectar o sistema de drenagem ao dreno de tórax e à fonte de aspiração se esta for indicada;</strong></p></li><li><p>Conectar o dreno ao tubo de entrada de coleta de drenagem do frasco ou câmara;</p></li><li><p><strong>Manter as pontas dos conectores estéreis;</strong></p></li><li><p>Marcar o nível original de líquido com adesivo na parte externa da unidade de drenagem;</p></li><li><p><strong>Marcar a data e o horário no nível de drenagem.</strong></p></li></ol>]]></description>
         <enclosure url="https://atualizacursos.com.br/blog/cuidados-de-enfermagem-com-dreno-de-torax/" />
         <pubDate>2024-12-04 12:01:36 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/hubacademy/su9tjxgr4tvt8sf9/wish/3246336453</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Traqueostomia </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/hubacademy/su9tjxgr4tvt8sf9/wish/3254522631</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-12-10 18:09:30 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/hubacademy/su9tjxgr4tvt8sf9/wish/3254522631</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
