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      <title>Visita Estudo GeoA - 10ºano by </title>
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      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-04-30 14:23:48 UTC</pubDate>
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         <title>Centro Ciência Viva do Alviela - Carsoscópio, Louriceira, Portugal</title>
         <author>julianabernal2</author>
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         <description><![CDATA[<p>Como funciona uma nascente cársica comum, como a nascente do rio Alviela (a mais importante nascente cársica do país).</p><p>Experimente transportar nuvens até à região montanhosa do Maciço Calcário Estremenho, provocando uma verdadeira tempestade. Consegue imaginar o que acontece?</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-30 14:36:23 UTC</pubDate>
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         <title>Geologia - Maciço Calcário Estremenho - Serras de Aire e Candeeiros</title>
         <author>alexandra_paula</author>
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         <description><![CDATA[<p>MODELADO CÁRSICO – PAISAGEM SEDIMENTAR</p><p><strong>Modelado Cársico</strong></p><p>Em Portugal, a zona onde o modelado cársico é mais expressivo é na região da Serra de Aire e Candeeiros, perto de Leiria-Fátima.</p><p>O tipo de paisagem a que em geologia se chama “modelado cársico” refere-se a uma região onde a rocha predominante (pelo menos no caso do nosso país) é o calcário. Nestas regiões, a água da chuva reage com o calcário, dissolve-o e acaba por esculpir formações que podem ser de grande beleza, como as grutas, por exemplo. Vejamos como.</p><p>O calcário, como já estudaste aquando da formação das rochas sedimentares, é uma rocha constituída por calcite, um mineral que é muito suscetível a reagir quimicamente com os ácidos. Em dias de chuva, a água pode combinar-se com o dióxido de carbono da atmosfera e forma-se ácido carbónico, que acaba por tornar a água da chuva ligeiramente ácida.</p><p>A água à medida que vai caindo vai dissolvendo a rocha e abre fendas. Quanto mais as fendas se desenvolvem, mais fundo a água vai chegando e mais dissolve. Com o tempo, podem formar-se grutas subterrâneas e grandes poços por onde podem desaparecer rios inteiros (como é o caso do Alviela por exemplo)!</p><p>Estas regiões têm aspecto de ser semi-áridas, sem grande vegetação ou água visível à superfície. Contudo, estas zonas até são muito ricas em água, só que esta circula em profundidade, normalmente através das estruturas que a água foi esculpindo através da rocha. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-01 10:23:05 UTC</pubDate>
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         <title>Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros</title>
         <author>alexandra_paula</author>
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         <description><![CDATA[<p>O <strong>Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros</strong>,<strong> </strong>com 38.392,91 ha, abrange parte significativa do <strong>Maciço Calcário Estremenho</strong> (MCE), que corresponde a uma zona de cotas superiores a 200 m que se destaca das áreas circundantes com altitudes que variam entre 100 e 200 m. Esta zona elevada desenvolve-se entre os concelhos de Leiria, Rio Maior, Torres Novas e Tomar, aproximadamente a 30 km do litoral.&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-01 10:28:46 UTC</pubDate>
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         <title>1. Miradouro da Fórnea de Alcaria, Alcaria</title>
         <author>alexandra_paula</author>
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         <description><![CDATA[<p>A Fórnea, como o próprio nome indica, é um recuo pronunciado em forma de anfiteatro, de uma zona baixa para dentro de um planalto calcário. À parte a explicação científica, os habitantes locais chamam-lhe, até aos dias de hoje, de Fôrnea devido à sua forma que se assemelha a um forno. A designação de Fórnea advém da explicação científica da formação natural desta depressão.</p><p>As erosões provocadas pelas chuvas e pelas águas nascentes criaram um cenário natural impressionante. Assim, a sua forma assemelha-se a um enorme abatimento da crosta terrestre começando em Chão das Pias – Serro Ventoso - e descendo até Alcaria.</p><p>Inserindo-se no Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros, para além da beleza inerente à sua forma, a Fórnea, é ainda, enriquecida pela natureza que a envolve.</p><p>A vegetação baixa e a marca calcária que a caracteriza no topo, em Chão das Pias, forma um espetáculo natural quando vemos a continuidade que se segue, entre a vegetação, as escarpas e as cascatas de água, que rebentam da Cova da Velha em alturas de maior precipitação alimentando o Ribeiro da Fórnea, em direção a Alcaria.</p><p>Desafio 1 - Publica uma foto do local tirada por ti e dá um título .</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-01 11:34:18 UTC</pubDate>
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         <title>Centro Ciência Viva do Alviela - Carsoscópio, Louriceira</title>
         <author>alexandra_paula</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-05-01 12:01:44 UTC</pubDate>
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         <title>Praia fluvial dos Olhos de Água do Alviela, Alcanena</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Os Olhos d'Água do Alviela representam a mais importante nascente cársica do país, tendo abastecido Lisboa desde 1880 até bem próximo da atualidade, através da grande obra arquitetónica “Aqueduto das Águas Livres” (aqueduto com 120 km de extensão).</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-01 16:49:10 UTC</pubDate>
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         <title>Sumidouro da Ribeira dos Amiais, Rua do Alviela, Amiais de Baixo</title>
         <author>alexandra_paula</author>
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         <pubDate>2024-05-01 17:25:20 UTC</pubDate>
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         <title>Sumidouro da Ribeira dos Amiais, Rua do Alviela, Amiais de Baixo</title>
         <author>alexandra_paula</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-05-01 17:28:04 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>alexandra_paula</author>
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         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://natural.pt/protected-areas/parque-natural-serras-aire-candeeiros/pathways/pr1-acn-olhos-agua-alviela?locale=pt">PR1 ACN Olhos d'Água do Alviela - </a><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://Natural.pt">Natural.pt</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-01 17:45:36 UTC</pubDate>
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         <title>Rio Alviela</title>
         <author>alexandra_paula</author>
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         <pubDate>2024-05-01 17:58:50 UTC</pubDate>
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         <title>Aqueduto do Alviela, Louriceira</title>
         <author>alexandra_paula</author>
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         <description><![CDATA[<p>Em 1880, era inaugurado o Aqueduto do Alviela com o objetivo de reforçar o abastecimento de água à capital. O sistema Alviela foi reconhecido como um dos melhores exemplos de engenharia hidráulica nacional.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-01 18:07:50 UTC</pubDate>
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         <title>Aqueduto do Alviela, Louriceira</title>
         <author>alexandra_paula</author>
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         <pubDate>2024-05-01 18:32:55 UTC</pubDate>
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         <title>Aqueduto do Alviela, Louriceira</title>
         <author>alexandra_paula</author>
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         <description><![CDATA[<p>A partir das suas nascentes, designadas por “Olhos d´Água” próximas de Alcanena, até chegar a Lisboa, o novo sistema de fornecimento de água, permitiu que a cidade recebesse diariamente mais de 30 mil metros cúbicos do precioso líquido, o que para a época foi determinante para o desenvolvimento urbano da capital, quer a nível da rede de distribuição, através da construção de canalizações em ferro fundido, quer em termos de abastecimento domiciliário, alterando deste modo os hábitos de consumo dos lisboetas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-01 18:37:34 UTC</pubDate>
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         <title>Escola Secundária de Francisco Rodrigues Lobo, Rua Doutor Afonso Lopes Vieira, Leiria</title>
         <author>julianabernal2</author>
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         <description><![CDATA[<p>Visita de Estudo GeoA - 10ºano</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-02 23:07:12 UTC</pubDate>
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         <title>Onde vamos? </title>
         <author>julianabernal2</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Como chegar</strong></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www.google.com/maps/place/39.503400,-8.800430/@39.503400,-8.800430,15z">39° 30' 12" N / 8° 48' 1" W</a></p><p><br></p><p><strong>Acesso a partir de:<br></strong>- Leiria, seguir em direção a Porto de Mós pela A19/IC2, e após a saída para a Batalha entrar no IC9 em direção a Ourém, e sair na direção de Porto de Mós pela N243;<br>- Rio Maior, siga a Rua Principal em direção às Salinas de Fonte da Bica;<br>- Santarém - A1 na direção do Porto, sair no Nó 7 para Alcanena - N243. Em Alcanena, seguir as indicações para “Olhos d´Água do Alviela /Nascente do Alviela/ Centro Ciência Viva do Alviela /Carsoscópio” ou então seguir para norte pela N362, entrando assim no parque natural.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-02 23:17:00 UTC</pubDate>
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         <title>Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros</title>
         <author>julianabernal2</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-05-02 23:42:53 UTC</pubDate>
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         <title>2. Miradouro da Fórnea de Alcaria, Alcaria</title>
         <author>julianabernal2</author>
         <link>https://padlet.com/julianabernal2/su8qu5x9x6oz7c39/wish/2979170590</link>
         <description><![CDATA[<p>A Fórnea, como o próprio nome indica, é um recuo pronunciado em forma de anfiteatro, de uma zona baixa para dentro de um planalto calcário. À parte a explicação científica, os habitantes locais chamam-lhe, até aos dias de hoje, de Fôrnea devido à sua forma que se assemelha a um forno. A designação de Fórnea advém da explicação científica da formação natural desta depressão.</p><p>As erosões provocadas pelas chuvas e pelas águas nascentes criaram um cenário natural impressionante. Assim, a sua forma assemelha-se a um enorme abatimento da crosta terrestre começando em Chão das Pias – Serro Ventoso - e descendo até Alcaria.</p><p>Inserindo-se no Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros, para além da beleza inerente à sua forma, a Fórnea, é ainda, enriquecida pela natureza que a envolve.</p><p>A vegetação baixa e a marca calcária que a caracteriza no topo, em Chão das Pias, forma um espetáculo natural quando vemos a continuidade que se segue, entre a vegetação, as escarpas e as cascatas de água, que rebentam da Cova da Velha em alturas de maior precipitação alimentando o Ribeiro da Fórnea, em direção a Alcaria.</p><p>Formação da Fórnea</p><p>A Fórnea é um anfiteatro natural com cerca de 1km de diâmetro, escavado nos calcários margosos, margas e calcários do Jurássico inferior e médio, sendo, por isso, um lugar rico em fósseis.</p><p>Localizando-se no Polje de Alvados, a Fórnea é uma extensa depressão com o fundo aplanado envolto por vertentes íngremes e por ribeiras temporárias afluentes do Rio Lena, o Rio Cabrão e o Ribeiro da Fórnea, que se juntam para formar o Rio Alcaide.</p><p>Estas nascentes temporárias, que são consideradas responsáveis pela formação da Fórnea, através do processo de erosão regressiva, provocaram o recuo das cabeceiras das linhas de água. Foi este processo que permitiu que, hoje em dia, a encosta da Fórnea contenha o relevo tão acentuado que a caracteriza.</p><p>Sensivelmente a meio da encosta, é possível visitar uma das nascentes mais elevadas, onde a água nasce da gruta da Cova da Velha.</p><p>A gruta da Cova da Velha, visitável na sua parte inicial, tem uma galeria com cerca de 500 metros de extensão, e que se estende ao longo da falha onde se encontram lagos e sifões.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-03 07:54:13 UTC</pubDate>
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