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      <title>Padlet Espécies da Caatinga ameaçadas de extinção by </title>
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      <description>Pesquise imagem e informações sobre uma espécie ameaçada de extinção.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-04-11 19:56:07 UTC</pubDate>
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         <title>Aroeira em Extinção </title>
         <author>0720170413</author>
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         <description><![CDATA[<p>Como conseqüência da degradação ambiental e da falta de preservação, muito já se perdeu em biodiversidade da Caatinga. Dentre elas a aroeira do sertão (Myracrodruon urundeuva), essas plantas desempenham importante papel na ecologia da Caatinga, pois são as principais árvores na composição das paisagens vegetais do sertão nordestino. Elas estão associadas à fauna local, onde suas folhas, flores e frutos servem de alimento para répteis, aves, mamíferos e insetos, principalmente abelhas. Suas flores, produzidas principalmente na estação seca, quando as fontes alimentares são escassas, abastecem os ninhos de abelhas nativas e exóticas. Além de fonte alimentar, estas árvores funcionam como abrigo para uma diversidade de animais e suporte para os ninhos de muitas aves e abelhas.</p><p>                         Enrique Moreira - 4A</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-12 15:07:12 UTC</pubDate>
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         <title>Onça Parda</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>As crescentes alterações ambientais provocadas pelo homem, assim como o desmatamento e a caça às presas silvestres e às próprias onças</strong> são as principais causas da diminuição da população de onças no Brasil.</p><p><br></p><p>Estima-se que vivam apenas 250 onças-pintadas e <strong>2.500</strong> onças-pardas em toda a Caatinga, a maior parte na região do Boqueirão da Onça, no norte da Bahia, o maior contínuo preservado de vegetação do semiárido.<strong>Onça</strong>-<strong>pintada</strong> (amarela ou preta) e <strong>onça</strong>-<strong>parda</strong> são espécies diferentes. </p><p><br></p><p><strong>Onça</strong>-<strong>pintada</strong> (amarela ou preta) e <strong>onça</strong>-<strong>parda</strong> são espécies diferentes. A <strong>onça</strong>- <strong>parda</strong> (nome científico: Puma concolor), também conhecida como suçuarana, leão baio, puma ou <strong>onça</strong>-vermelha, é menor e tem aparência menos robusta. Além disso, a <strong>onça</strong>-<strong>parda</strong> não ruge (esturra) como a <strong>onça</strong>-<strong>pintada</strong>.</p><p><br></p><p><strong>A Reserva Natural Serra das Almas (RNSA), em Crateús, registrou fotograficamente, desde 2015, quase 80 aparições de onças-pardas</strong> (Puma concolor). Considerada o segundo maior felino do Brasil, a espécie é amplamente encontrada na Caatinga.</p><p><br></p><p>Nome científico: ​Hydrochoerus hydrochaeris. Onde podemos encontrá-lo:​ Em diversas regiões da América do Sul e Central, em margens de rios e lagos. O que come:​ Capins, ervas e determinadas plantas aquáticas. Curiosidade: ​É o maior roedor do mundo e​ ​consegue ficar debaixo d'água por <strong>mais de 5 minutos</strong>.</p><p><br></p><p>A onça precisa de cerca de 10 km quadrados para viver e sua presença indica a saúde de um ecossistema. <strong>Em uma única noite, o animal é capaz de caminhar mais de 40 quilômetros em busca de alimento</strong>.</p><p><br></p><p>Os Pantherinae, como o leão, leopardo, tigre e onça-pintada, podem <strong>rugir ou esturrar</strong>. Já os Felinae, como gatos-domésticos, gatos-do-mato, jaguatiricas e a onça-parda, ronronam ou miam. Mas isso não significa que os sons emitidos pela parda sejam sempre serenos como o registrado no Chile.</p><p><br></p><p>Segundo a ONG Pró-Carnívoros, a <strong>onça-pintada</strong> (Panthera onca) é também o maior felino do continente americano. A mordida é tão poderosa que nem a couraça dos jacarés aguenta, e o réptil vira presa do felino.</p><p><br></p><p>No Zôo, cada animal recebe em torno de três <strong>quilos de carne</strong> com osso por <strong>dia</strong>, o que garante a sua saúde. A Extinção A espécie encontra-se ameaçada de extinção principalmente pela caça e devido a alteração e destruição do seu habitat.</p><p><br></p><p>As onças-pintadas, como todos os felinos, são animais noturnos. Ou seja, elas caçam <strong>durante</strong> à <strong>noite</strong>. Portanto, dormem <strong>durante</strong> o dia perto dos rios ou nas árvores. Vale citar que são ótimas nadadoras e <strong>durante</strong> muito tempo ficam na água.</p><p><br></p><p>Sophia Abry Jordão Villela 4A</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-12 17:15:34 UTC</pubDate>
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         <title>Espécies ameaçadas de extinção na Caatinga</title>
         <author>0720200167</author>
         <link>https://padlet.com/karlasantos18/stzlzlgoqt31n9la/wish/2952904871</link>
         <description><![CDATA[<p>O <strong>tatu-bola</strong>, também conhecido como tatu-apara, bola, bolinha, tranquinha ou tatu-bola-do-nordeste, é a <strong>menor e menos conhecida espécie de tatu do Brasil</strong>. De todas as espécies de tatu do país, é a <strong>única endêmica</strong> (que ocorre só nesse local).</p><p>Possui <strong>distribuição geográfica muito restrita</strong>, ocorrendo somente na <strong>Caatinga e no Cerrado</strong>. A espécie já foi registrada em 12 estados brasileiros diferentes - Bahia, Ceará, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Piauí, Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais, Tocantins, Paraíba e Rio Grande do Norte.</p><p>Esse animal, de aproximadamente <strong>50 cm e 1,2 kg,</strong> apresenta como uma das principais características a <strong>capacidade de se fechar na forma de uma bola ao se sentir ameaçado</strong>, o que protege as partes moles de seu corpo contra o ataque de predadores. Essa capacidade foi o que deu origem ao seu nome popular. Distingue-se também pela <strong>presença de cinco unhas nas patas anteriores</strong>, principal diferença entre <em>Tolypeutes tricinctus </em>e a outra espécie do mesmo gênero, a <em>T. matacus.</em></p><p><br/></p><p><strong><sub>Kauê Hamid Azevedo Monteiro - 4ºA</sub></strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-12 17:40:39 UTC</pubDate>
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         <title>Extinção gato do mato</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>O gato-do-mato é mais uma espécie que tem sua existência ameaçada. Classificado como “em perigo” na Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e como “vulnerável” pela União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN), o felino é mais uma vítima da perda de habitat e da caça.</p><p>Encontrado em todo o território nacional, o gato-do-mato tem visto sua área de ocupação ser bastante reduzida, principalmente no Cerrado, Caatinga e Mata Atlântica. A transformação do habitat natural da espécie em plantações e pastagens faz com que as populações remanescentes estejam bastante fragmentadas.&nbsp;</p><p>Ainda que esse pequeno felino possa ser encontrado em áreas agrícolas, ele precisa dos cada vez mais raros remanescentes de vegetação natural para sobreviver.&nbsp;</p><p>Além disso, sua bonita pelagem em tons castanhos com pequenas rosetas é um atrativo para o comércio de peles, o que torna o gato-do-mato vítima de caçadores.</p><p>A espécie é a menor entre os felinos do Brasil, com um tamanho parecido com o dos gatos domésticos. Tem um comprimento de cabeça e corpo de cerca de 50 centímetros, uma longa cauda com mais da metade dessa medida e pesa em média 2,5 quilos.</p><p>Apesar de, por padrão, ser um animal mais noturno, o gato-do-mato apresenta também um alto grau de atividade diurna. Há evidências de que ele altera esses padrões para evitar encontros com jaguatiricas (<em>Leopardus pardalis</em>), que é um predador potencial. Já quando assume o papel de predador, esse pequeno carnívoro se alimenta roedores, aves e répteis.</p><p>Como todo bom felino, tem hábitos solitários. Seu período de gestação é de cerca de 75 dias e os nascimentos se dão em qualquer época do ano. A média é de um filhote, mas pode chegar a quatro por gestação.</p><p><br/></p><p>Laura Mendes</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-12 20:04:29 UTC</pubDate>
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         <title>Arara-azul-de-lear</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/karlasantos18/stzlzlgoqt31n9la/wish/2953356887</link>
         <description><![CDATA[<p>É também conhecida como arara ou arara-azul-menor. Criticamente ameaçada, é uma das aves mais raras do mundo.</p><p>O tráfico de animais silvestres e a destruição do habitat são os principais fatores de ameaça à espécie.</p><p><br/></p><p>Sua população é de cerca de 2273 indivíduos, número estimado no censo de 2022.</p><p><br/></p><p>Vive numa região extremamente restrita do sertão baiano, nos desfiladeiros da Reserva Ecológica Raso da Catarina, próximo à cidade de Paulo Afonso, no norte do sertão baiano. Ocorre também na Reserva Biológica de Canudos, no mesmo estado (BA).</p><p><br/></p><p>A espécie vem se recuperando nos últimos anos, graças às ações do seu programa de conservação.</p><p><br/></p><p><strong><sub>Mariana Menezes Gifoni - 4ºA</sub></strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-13 13:54:35 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Devido ao clima semiárido, a Caatinga apresenta baixa densidade de indivíduos vertebrados. Apesar disso, o bioma é rico em biodiversidade. De acordo com o Ministério do Meio Ambiente, esse bioma abriga 178 espécies de mamíferos, 591 de aves, 177 de répteis, 79 espécies de anfíbios, 241 de peixes e 221 abelhas.</p><p>Cutia: roedor presente na fauna do bioma Caatinga.</p><p><strong>Curiosidades da Caatinga<br></strong><br>- Durante o período de seca, o gado da região alimenta-se do mandacaru, rico em água.</p><p><br>- Algumas espécies de bromélias, como o caroá, são aproveitadas para a fabricação de bolsas, cintos, cordas e redes, pois são ricas em fibras vegetais.</p><p><br/></p><p>Alexandre Tomás Melo de Aquino 4 ano A</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-13 16:45:08 UTC</pubDate>
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         <title> Soldadinho-do-araripe (Antilophia bokermanni)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/karlasantos18/stzlzlgoqt31n9la/wish/2953460218</link>
         <description><![CDATA[<p>O soldadinho-do-araripe é uma ave típica da Caatinga e encontra-se criticamente em perigo de extinção desde 2003, quando foi incluído na lista vermelha brasileira de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://animais.Com">animais.Com</a> cerca de 15 cm de comprimento, o soldadinho-do-araripe se destaca pelas cores, onde o dorço e o peito são brancos, a ponta das asas na cor preta e a cabeça na cor vermelha.Sua alimentação é baseada em frutos e vive em áreas de encosta, com nascentes e curso d'água.</p><p><br/></p><p>Letícia Nunes Torres </p><p>4º ano A </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-13 18:48:43 UTC</pubDate>
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         <title>Extinção do periquito da caatinga </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/karlasantos18/stzlzlgoqt31n9la/wish/2953523569</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Periquito-da-Caatinga <em>(Eupsittula cactorum)</em></strong></p><p>O periquito-da-Caatinga, também conhecido como <strong>periquito-do-sertão</strong> tem esse nome pela semelhança com um periquito e pela sua ocorrência nas Caatingas brasileiras em bandos de 6 a 8 indivíduos. Se alimentam de milho e frutas e atualmente estão perigosamente ameaçados pelo comércio ilegal e à destruição de seu habitat, restando apenas cerca de 1.200 indivíduos. A ave é muito semelhante em tamanho e coloração à arara-azul-pequena, mas seu dorso possui um tom mais azulado.</p><p><br/></p><p>Esta espécie é sociável, (mas menos que <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.bing.com/ck/a?!&amp;&amp;p=96c1e6870944c6f3JmltdHM9MTcxMjk2NjQwMCZpZ3VpZD0wYTU5ODFlNy1hZTAzLTZhN2MtMDcyNC05MzgwYWY5NTZiODEmaW5zaWQ9NTAxMQ&amp;ptn=3&amp;ver=2&amp;hsh=3&amp;fclid=0a5981e7-ae03-6a7c-0724-9380af956b81&amp;u=a1L3NlYXJjaD9xPVBzaXR0YWNpZm9ybWVzJTIwd2lraXBlZGlhJmZvcm09V0lLSVJF&amp;ntb=1">loris</a> ou <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.bing.com/ck/a?!&amp;&amp;p=ca3dda3db626cb04JmltdHM9MTcxMjk2NjQwMCZpZ3VpZD0wYTU5ODFlNy1hZTAzLTZhN2MtMDcyNC05MzgwYWY5NTZiODEmaW5zaWQ9NTAxMg&amp;ptn=3&amp;ver=2&amp;hsh=3&amp;fclid=0a5981e7-ae03-6a7c-0724-9380af956b81&amp;u=a1L3NlYXJjaD9xPVBzaXR0YWNpZGFlJTIwd2lraXBlZGlhJmZvcm09V0lLSVJF&amp;ntb=1">papagaios</a>) inteligente e muito ativa, e também consegue emitir algumas palavras. E tem vários hábitos de um Psitacídea, como o de levantar suas penas e ficar balançando a cabeça pra cima e pra baixo quando com raiva.<br></p><p>Os periquitos-da-caatinga São aves <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.bing.com/ck/a?!&amp;&amp;p=2f7dbc6fda8faf36JmltdHM9MTcxMjk2NjQwMCZpZ3VpZD0wYTU5ODFlNy1hZTAzLTZhN2MtMDcyNC05MzgwYWY5NTZiODEmaW5zaWQ9NTA0Mw&amp;ptn=3&amp;ver=2&amp;hsh=3&amp;fclid=0a5981e7-ae03-6a7c-0724-9380af956b81&amp;u=a1L3NlYXJjaD9xPU1vbm9nYW1pYSUyMHdpa2lwZWRpYSZmb3JtPVdJS0lSRQ&amp;ntb=1">monogâmicas</a>, ou seja, tem um parceiro ou parceira durante a vida inteira. Costumam criar cavidades e fazer seus <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.bing.com/ck/a?!&amp;&amp;p=22cf9dde799bc21fJmltdHM9MTcxMjk2NjQwMCZpZ3VpZD0wYTU5ODFlNy1hZTAzLTZhN2MtMDcyNC05MzgwYWY5NTZiODEmaW5zaWQ9NTA0NA&amp;ptn=3&amp;ver=2&amp;hsh=3&amp;fclid=0a5981e7-ae03-6a7c-0724-9380af956b81&amp;u=a1L3NlYXJjaD9xPU5pbmhvJTIwd2lraXBlZGlhJmZvcm09V0lLSVJF&amp;ntb=1">ninhos</a> em <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.bing.com/ck/a?!&amp;&amp;p=87dc0d3da11ace49JmltdHM9MTcxMjk2NjQwMCZpZ3VpZD0wYTU5ODFlNy1hZTAzLTZhN2MtMDcyNC05MzgwYWY5NTZiODEmaW5zaWQ9NTA0NQ&amp;ptn=3&amp;ver=2&amp;hsh=3&amp;fclid=0a5981e7-ae03-6a7c-0724-9380af956b81&amp;u=a1L3NlYXJjaD9xPUN1cGluemVpcm8lMjB3aWtpcGVkaWEmZm9ybT1XSUtJUkU&amp;ntb=1">cupinzeiros</a> ativos, sendo que os <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.bing.com/ck/a?!&amp;&amp;p=6d914d435d4bdef7JmltdHM9MTcxMjk2NjQwMCZpZ3VpZD0wYTU5ODFlNy1hZTAzLTZhN2MtMDcyNC05MzgwYWY5NTZiODEmaW5zaWQ9NTA0Ng&amp;ptn=3&amp;ver=2&amp;hsh=3&amp;fclid=0a5981e7-ae03-6a7c-0724-9380af956b81&amp;u=a1L3NlYXJjaD9xPUlzb3B0ZXJhJTIwd2lraXBlZGlhJmZvcm09V0lLSVJF&amp;ntb=1">insetos</a> não atrapalham o casal e nem a prole.</p><p><br/></p><p>Melissa Pontes</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-13 23:20:15 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/karlasantos18/stzlzlgoqt31n9la/wish/2953762249</link>
         <description><![CDATA[<p>O Macaco-prego-galego <strong>é uma espécie em perigo, que habita fragmentos da Mata Atlântica e Caatinga dos estados do Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Alagoas</strong>. “Todos que fazem parte da unidade de conservação e que lutam para proteger a área estão muito felizes.  Por que prego galego está em extinção                          </p><p> Infelizmenter este primata sofre ameaças com o desmatamento, a construção de rodovias, incêndios, caça e apanha. Além disto, a distância cada vez maior entre as áreas de mata tornam muito difíceis as viagens desses animais quando eles precisam ir de uma população para outra. Tudo isso o torna Em Perigo de <strong>extinção</strong>.                     </p><p>João Victor </p>]]></description>
         <enclosure url="https://images.unsplash.com/photo-1540573133985-87b6da6d54a9?crop=entropy&amp;cs=srgb&amp;fm=jpg&amp;ixid=M3w3ODI2fDB8MXxzZWFyY2h8MXx8diVDMyVBRGRlbyUyMG1hY2FjbyUyMHByZWdvJTIwZ2FsZWdvfHB0fDF8fHx8MTcxMzA5OTU1NXww&amp;ixlib=rb-4.0.3&amp;q=85" />
         <pubDate>2024-04-14 12:48:03 UTC</pubDate>
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         <title>Animais em extinção na caatinga ( guigó da caatinga) </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Extremamente ágil e silencioso, o guigó-da-caatinga (Callicebus barabarabrownae) <strong>é um dos primatas brasileiros mais ameaçados de extinção</strong>. Desaparecido por quase 70 anos, chegou a ser considerado extinto e hoje é classificado como criticamente em perigo. Calcula-se que haja apenas 250 indivíduos em liberdade.</p><p>Laura Guimarães Pereira Emerson Nogueira 4º ano A</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-14 14:05:56 UTC</pubDate>
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         <title>Zebelê</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>O Zebelê é uma espécie de pássaro muito comum na caatinga e é conhecido cientificamente como Turdus amaurochalinus. Ele possui uma coloração marrom-acinzentada com o peito mais claro e uma marcação escura no peito e garganta. É encontrado principalmente em áreas semiáridas, como a caatinga, onde se alimenta principalmente de frutas, insetos e sementes. Apesar de ser comum, também enfrenta ameaças como a destruição do habitat devido à expansão agrícola e pecuária, bem como a captura para o comércio ilegal de aves. </p><p><br/></p><p>Letícia Maria Gomes 4ºA.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-15 21:16:21 UTC</pubDate>
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         <title>Mico Leão dourado</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Mascote de diversas campanhas de preservação ambiental, o mico-leão-dourado melhorou seu status de conservação nos últimos anos mas ainda corre risco de extinção. A espécie é classificação com risco alto na última lista de animais ameaçados. O maior perigo para esse animal que quase foi extinto nos anos 1970 é o desmatamento de seu bioma natural, a Mata Atlântica. A febre amarela também coloca em risco algumas populações.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-18 21:16:09 UTC</pubDate>
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         <title>Mico Leão dourado </title>
         <author>celinaelianodiogenes14</author>
         <link>https://padlet.com/karlasantos18/stzlzlgoqt31n9la/wish/2960888760</link>
         <description><![CDATA[<p>Mascote de diversas campanhas de preservação ambiental, o mico-leão-dourado melhorou seu status de conservação nos últimos anos mas ainda corre risco de extinção. A espécie é classificação com risco alto na última lista de animais ameaçados. O maior perigo para esse animal que quase foi extinto nos anos 1970 é o desmatamento de seu bioma natural, a Mata Atlântica. A febre amarela também coloca em risco algumas populações.</p><p><br/></p><p>Celina 4 A</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-18 21:26:28 UTC</pubDate>
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         <title>Ararinha-azul (Cyanopsitta spixii)</title>
         <author>0720240438</author>
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         <description><![CDATA[<p>A ararinha-azul é uma ave nativa da Caatinga e considerada como uma das mais ameaçadas de extinção em todo mundo.</p><p>Segundo dados do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, até o ano de 2012 havia registros de apenas 79 espécies, sendo que estes vivem em cativeiro em programas de conservação da espécie.</p><p>É uma ave de tamanho médio, com aproximadamente 55 cm de comprimento, possui cauda longa e estreita.</p><p>A cor azul apresenta diferentes tons, sendo mais claro no dorso e mais escuro nas asas e cauda, além de ter partes acinzentadas, como no pescoço e parte frontal próxima ao bico.</p><p><br/></p><p>ISIS ATHAYDE ROCHA 4º ANO A</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-20 17:32:50 UTC</pubDate>
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         <title>Onça pintada (Panthera onca)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A <strong>onça-pintada</strong> (<em>Panthera onca</em>) é um <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://mundoeducacao.uol.com.br/biologia/classe-mammalia.htm">mamífero</a> pertencente ao gênero <em>Panthera</em>, o mesmo gênero ao qual pertence o <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://mundoeducacao.uol.com.br/biologia/leao.htm">leão</a>. É considerado o maior felino das Américas e, no Brasil, pode ser observado em praticamente todos os biomas. As onças-pintadas são animais carnívoros e se caracterizam por serem caçadores oportunistas.</p><p>A <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://mundoeducacao.uol.com.br/biologia/especie-biologica.htm">espécie</a> apresenta como padrão de pelagem mais conhecido a coloração amarelada com rosetas pretas. Há também indivíduos com pelos enegrecidos, uma condição conhecida como melanismo. Apresentam hábito solitário, com machos e fêmeas encontrando-se apenas durante a época reprodutiva. As onças-pintadas, predominantemente,<strong> apresentam hábito crepuscular-noturno</strong>.</p><p>Atualmente, a onça-pintada está classificada na Lista Vermelha da União Internacional Para Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN) como<strong> </strong>quase ameaçada de extinção.</p><p>Rian Benevides 4A</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-20 20:07:22 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/karlasantos18/stzlzlgoqt31n9la/wish/2963424262</link>
         <description><![CDATA[<p>De habitos noturnos,esses animais vivem geralmente solitarios,alimentando-se de invertebrados,pequenos vertebrados, ovos, fungos, frutos, raizes etuberculos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-21 16:15:56 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/karlasantos18/stzlzlgoqt31n9la/wish/3176583379</link>
         <description><![CDATA[<p>O zabelê (<em>Crypturellus zabele</em>) é uma ave <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="wikilink1" href="https://www.wikiaves.com.br/wiki/tinamiformes">Tinamiforme</a>, endêmica do Brasil que habita a Mata Atlântica e a Caatinga do Nordeste, onde pode ser encontrado até 700m de altitude. É conhecido também como jaó-zabelê, zebelê e zambelê.</p><p><strong>Características</strong></p><p>É uma espécie que foi recentemente separada de seu congênere <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="wikilink1" href="https://www.wikiaves.com.br/wiki/jao-do-sul">jaó-do-sul</a>, que é muito parecido com o zabelê. Porém, o zabelê é mais claro no pescoço, sobrancelha muito bem definida, garganta mais pálida, o peito com um tom castanho mais escuro e possui pernas amarelas ao invés de esverdeados.</p><p>Arthur Sá 4° A</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-18 18:40:09 UTC</pubDate>
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