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      <title>Conclusão de itinerário formativo - Mudanças Sociais
2°A by Susan</title>
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      <description>Professora Iara</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-04-07 22:10:46 UTC</pubDate>
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         <title>A importância dos números na nossa sociedade</title>
         <author>msdinfo80</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os textos falam de como os números são importantes na nossa sociedade&nbsp;dando exemplos como: índice de Gini, renda per Capita, IDH, IDHAD, IPM e&nbsp;IDG.<br>Cada um desses índices e cálculos medidores, nos mostra a importância de&nbsp;<br>eles existirem. Se Conrado Gini não tivesse criado o índice de Gini nunca saberíamos mensurar o quanto um determinado local pode ser igualitário ou desigual social e economicamente. Provavelmente alguém poderia acabar demorando mais elaborando outras técnicas que não seriam tão eficientes quanto.<br>Se a renda per capita não existisse talvez não conseguiríamos medir o desenvolvimento econômico de um país, e sem o IDH não conseguiríamos medir os parâmetros de saúde, educação e renda para avaliar o desenvolvimento de um país; e além disso, sem o IDH não teríamos IDHAD, nem IPM e muito menos IDG, porque a base de todos eles é o IDH.<br>O ser humano é um ser político, não vivemos sem regras, sem a política, e precisamos delas para sobreviver, senão podemos acabar “perdendo a cabeça”.&nbsp;<br>Sem nossas políticas e regras que nós mesmos criamos para seguir, nossa sociedade ficaria desorganizada e injusta.<br>Nós humanos criamos os números diante da necessidade, pois precisávamos de uma forma de representar as quantidades. Os números são metafísicos e não existem fisicamente, apenas nas nossas mentes, porque os criamos, e sem eles não vivemos.<br>Eles não estão apenas em cálculos matemáticos ou índices ou qualquer coisa científica, eles estão no nosso cotidiano. Segundos, minutos, horas, dias, semanas, meses, anos, centímetros, metros, quilômetros, miligramas, gramas, quilos, mililitros, litros, todas as formas de medida são usadas por nós no nosso cotidiano.<br>É possível descrever um humano pelos números, como idade, peso e altura.<br>Os números não existem no mundo, mas nós não vivemos sem eles.<br><br>Texto feito por: Susan&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-07 22:21:46 UTC</pubDate>
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         <title>Leonardo, Lohayna e Karoline</title>
         <author>msdinfo80</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>O IDH é uma unidade de medida que baseia-se nos parâmetros da saúde, educação e renda para definir o desenvolvimento de um pais. Bem antes de entramos no parâmetro saúde, educação e renda vamos conhecer como o IDH funciona.<br>O IDH ele vai do numero zero(0) até o um (1) enquanto aqueles que se aproximam do numero 1 mais desenvolvido ele é, em contra partida aqueles que se aproximam do numero zero menos desenvolvidos são. Com esse entendimento vamos aos parâmetros que o IDH usa para definir esses números. O primeiro parâmetro é educação, basicamente o tempo médio de anos de estudo de uma população, quanto maior o tempo de uma população, maior as chances de um pais se desenvolver, quando são matriculados todos adolecentes e crianças na escola, e a taxa de repetência e evasão sofrem uma alta queda esse pais com toda certeza vai subir no índice do IDH. Um outro parâmetro é a saúde, na saúde é avaliado a expectativa de vida daquela população, ações como campanhas educativas sobre a saúde, organização do sistema de saúde tal como no fornecimento correto dos medicamentos colabora para elevar o lugar no índice. O ultimo parâmetro é a renda que mede o quanto aquela população teve de produção com base no PIB que é a soma de toda riqueza produzida naquele país, contudo essa unidade de medida também tem suas limitações. O IDH não analisa a qualidade do serviço de saúde ou da educação muito menos a distribuição de renda ou a famosa desigualdade, mas ele é um ótimo indicador para saber se um determinado pais está se desenvolvendo ou não.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-07 22:28:32 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>msdinfo80</author>
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         <description><![CDATA[<div>O índice de Gini&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-08 14:28:27 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>msdinfo80</author>
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         <description><![CDATA[<div>Déficit habitacional&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-08 14:46:12 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>msdinfo80</author>
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         <description><![CDATA[<div>Migrantes&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-08 14:49:57 UTC</pubDate>
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         <title>Everlyn</title>
         <author>msdinfo80</author>
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         <description><![CDATA[<div>Renda per capita<br><br>A renda per capita ou rendimento per capita é um indicador que ajuda a medir o grau de desenvolvimento econômico de um país ou região. A renda per capita é obtida mediante a divisão da Renda Nacional (isto é, Produto Nacional Bruto menos os gastos de depreciação do capital e os impostos diretos) pelo número de habitantes do país. Por vezes o Produto Interno Bruto (PIB) é usado.<br><br>Renda per capita tem o mesmo significado de renda pessoal, que, em macroeconomia, corresponde à renda total de todos os indivíduos na forma de salários, transferências (a saber: subsídios, aposentadorias, pensões e outros benefícios previdenciários) honorários, alugueis, juros ou lucros, antes do pagamento do imposto de renda e demais tributos pessoais. A renda pessoal equivale à Renda Nacional menos as contribuições para a previdência social, os impostos sobre os lucros das empresas (tais como o imposto de renda), os lucros retidos pelas empresas mais as transferências do governo ou do setor privado.<br><br><br><br><br><br>Cálculo<br><br>A renda é calculada para cada ano. Isto ocorre porque a apuração consolidada do PIB é realizada somente ao final do ano. Com relação as diferenças encontradas, devem-se basicamente a forma de contabilização, ou seja, preços correntes, ou série histórica normalizada. Para o Brasil, a fonte mais adequada para obter dados do PIB é o IBGE.<br><br>Embora seja um índice muito útil, por se tratar de uma média esconde várias disparidades na distribuição de renda. Por exemplo, um país pode ter uma boa renda per capita, mas um alto índice de concentração de renda e grande desigualdade social. Também é possível que um país tenha uma baixa renda per capita mas não haja muita concentração de renda, não existindo assim grande desigualdade entre ricos e pobres. Os atuais países com a mais alta renda per capita são o Luxemburgo, a Suíça, a Noruega e a Suécia. (em PPC).<br><br><br><br><br><br>A renda per capita no mundo<br><br>A renda per capita (expressão latina que significa "por cabeça" ou "por pessoa") mostra a renda média de uma população. Normalmente, os países desenvolvidos têm PIB e renda per capita maiores que os dos países subdesenvolvidos. As exceções são países com pequena população, mas que possuem alguns bilionários deixando um enorme desvio-padrão de renda e aparentando possuir elevada renda média como é o caso dos Emirados Árabes Unidos com um PIB per capita de US$ 55 028 (em 2009), o 14° maior do mundo e outros pequenos países árabes.<br><br>Entretanto, nem sempre um grande PIB corresponde a uma elevada renda per capita, pois ela não depende apenas das riquezas produzidas, mas também do tamanho da população do país. A China, por exemplo, tem um PIB PPC de mais de onze trilhões de dólares - segundo maior do mundo, segundo o FMI, em 2011. Porém, devido à sua imensa população (1,3 bilhões), a divisão dessa riqueza pelo número de habitantes resulta numa renda per capita relativamente modesta: nove mil dólares. A Noruega e a Suíça, embora possuam PIBs pequenos, têm as mais elevadas rendas per capita do mundo, em virtude de suas pequenas populações.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-08 14:57:36 UTC</pubDate>
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         <title>Leticya e Khetellen </title>
         <author>msdinfo80</author>
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         <description><![CDATA[<div>Pessoas negras não tem os mesmos direitos que as brancas. A desigualdade racial está presente até nas faculdades públicas, a universitária Luiza Ventura Lima aguarda o término deste semestre para se formar em jornalismo no Centro&nbsp;Universitário Carioca, Luiza é negra, seus pais não tem curso superior, assim como seus avós. Ela se recorda da primeira vez que entrou em sua sala e na sua turma havia uns 60 alunos e de negros só havia ela e mais Duas pessoas, podemos ver claramente a falta de inclusão e desigualdade. Em quatro anos na faculdade Luiza não teve nenhum professor negro mas se lembra de ser atendida por funcionários pretos ou pardos administrativos e da inspetorias, além dos faxineiros da faculdade. Isso é um absurdo toda essa desigualdade é cruel, devemos aprender e ensinar os nossos futuros filhos a abominar essa situação, precisamos entender que somos todos iguais sejamos brancos, negros, pardos, amarelos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-08 14:58:01 UTC</pubDate>
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         <title>Vinícius, Carlos e João </title>
         <author>msdinfo80</author>
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         <description><![CDATA[<div>Com a nova metodologia de cálculo do déficit habitacional e da inadequação de moradias no brasil, houve um aprimoramento graças a parceria do secretário nacional de habitação do ministério do desenvolvimento regional (mdr), Alfredo dos santos e a fundação joão pinheiro. uma afirmação que o alfredo dos santos nos deu foi que o programa casa verde e amarela, um programa que procura facilitar o acesso da população à uma moradia digna,vai receber mais implementos graças a nova metodologia de cálculos, pois os dados estão mais próximos da realidade e das necessidades atuais do país.<br><br>&nbsp; &nbsp; De acordo com os dados apresentados pela fundação joão pinheiro, com o ano base de 2019, o déficit habitacional do brasil está em 5,8 milhões de moradias, a principal causa desse número alto é o alto gasto de aluguel urbano, nos quatros anos considerados pelo estudo, o número de casas desocupadas por conta do valor alto do aluguel saltou de 2,814 milhões em 2016 para 3,035 milhões em 2019 .<br><br>&nbsp; &nbsp;Já a quantidade de residências que possuem algum tipo de inadequação chega a mais de 24,8 milhões. a pesquisa utilizou como dados as característica de infraestrutura urbana, como falta de abastecimento de água, de esgotamento sanitário, de energia elétrica e de coleta. também foi considerado a falta de espaço,ausência de banheiro, cobertura inadequada e piso inadequada e entre outros.<br><br>&nbsp; &nbsp;A diretora de estatística e informações da FJP, Eleonora cruz santos, afirmou que as mulheres são as protagonistas do déficit habitacional. a pesquisa aponta que o alto custo com o aluguel urbano,as mulheres eram&nbsp; 1,588 milhões 56% no déficit, e em 2019 foram pra 1,887 milhões 62%.<br>&nbsp;&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp;E também na coabitação houve um aumento da participação dos domicílios cujas pessoas de referência são mulheres: de 50% em 2016 para 56% em 2019.<br>&nbsp;&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp;As principais mudanças na metodologia de cálculo do déficit habitacional e da inadequação de moradias.:<br>&nbsp; &nbsp;&nbsp;<br>- Passaram a ser utilizados dados da Pnad Contínua em vez da Pnad Anual.<br><br>- Informações sobre domicílios improvisados, agora, são obtidos por meio do Cadastro Único (CadÚnico).<br><br>- A identificação das famílias em unidades domésticas conviventes passa a ser feita a partir de composições de membros de domicílio: unipessoal, nucleares, extensas e compostas. Para o cálculo das famílias conviventes classificadas como déficit habitacional, a nova metodologia da FJP considera os domicílios em que são identificados os núcleos secundários e que possuam mais de dois moradores por cômodo servindo permanentemente de dormitório.<br><br>- A renda da unidade domiciliar passa a ser um dos itens analisados.<br><br>- Os domicílios anteriormente classificados como “aglomerado rural com extensão urbana” passam a ser contabilizados apenas como rurais.<br><br>- A frequência dos serviços de abastecimento de água e de energia elétrica, a capacidade de armazenamento de água e o tipo de piso foram incorporadas no dimensionamento da inadequação edilícia.<br><br>- A substituição do item de adensamento de domicílios próprios por cômodos servindo como dormitórios, exceto banheiros.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-10 23:58:35 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>msdinfo80</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-04-11 15:00:38 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>msdinfo80</author>
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         <pubDate>2022-04-11 15:27:55 UTC</pubDate>
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         <author>msdinfo80</author>
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         <pubDate>2022-04-11 15:32:20 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>O Índice de Gini, criado pelo matemático italiano Conrado Gini, é um instrumento para medir o grau de concentração de renda em determinado grupo.Ele aponta a diferença entre os rendimentos dos mais pobres e dos mais ricos. Numericamente, varia de zero a um (alguns apresentam de zero a cem). O valor zero representa a situação de igualdade, ou seja, todos têm a mesma renda. O valor um (ou cem) está no extremo oposto, isto é, uma só pessoa detém toda a riqueza. Na prática, o Índice de Gini costuma comparar os 20% mais pobres com os 20% mais ricos. No Relatório de Desenvolvimento Humano 2004, elaborado pelo Pnud, o Brasil aparece com Índice de 0,591, quase no final da lista de 127 países. Apenas sete nações apresentam maior concentração de renda.<br><br>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-02 17:02:37 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>msdinfo80</author>
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         <description><![CDATA[<div>A migração corresponde aos deslocamentos de pessoas e populações na superfície terrestre. Esse movimento pode ocorrer de forma espontânea ou forçada, dentro dos limites de um mesmo território ou não, e, ainda, ter caráter sazonal ou permanente. As razões que levam as pessoas a migrarem são muito variadas, estando associadas a fatores econômicos, culturais, políticos, sociais e, até mesmo, naturais.<br><br>Observa-se, no Brasil atual, um grande fluxo de entrada de migrantes vindos de países latino-americanos e africanos, ao passo que os emigrantes vão em direção também a países vizinhos e nações desenvolvidas, como os Estados Unidos, seguindo a tendência global. Internamente, houve a intensificação da migração de retorno e crescimento das cidades médias, sobretudo próximas dos grandes centros urbanos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-02 17:04:19 UTC</pubDate>
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         <author>msdinfo80</author>
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         <description><![CDATA[<div>As migrações podem ser categorizadas em diferentes tipos de acordo com critérios diversos, como a área de partida e de chegada, as distâncias percorridas, o tempo decorrido e até mesmo as motivações que estão por trás desses movimentos. Essa qualificação nos auxilia no estudo e na elaboração de análises a respeito do fenômeno. Veja na sequência quais são os principais tipos de migração.<br><br>• Migração espontânea ou voluntária: acontece de acordo com a vontade do indivíduo.<br><br>• Migração forçada: denomina-se migração de refúgio em alguns casos. Está atrelada a fatores externos à pessoa e ocorre contra a sua vontade. Associa-se à conjuntura política, social e econômica e também a desastres naturais e climáticos.<br><br>• Migração externa ou internacional: deslocamentos entre países, chamada também de imigração.<br><br>• Migração interna: aquela que acontece dentro das fronteiras de um mesmo país.<br><br>• Migração inter-regional: fluxo que se dá entre diferentes regiões dentro de um mesmo país.<br><br>• Migração intrarregional: ocorre entre dois lugares distintos dentro de uma mesma região.<br><br>• Êxodo rural: caracteriza a ida de populações dos campos (zona rural) para as áreas urbanas.<br><br>• Êxodo urbano: trata-se do processo inverso do êxodo rural, isto é, o êxodo urbano acontece quando os moradores das cidades deixam o ambiente urbano e vão para o campo.<br><br>• Migração intraurbana: tipo de migração que acontece quando o indivíduo se desloca dentro dos limites de um mesmo município ou área urbana.<br><br>• Migração pendular ou diária: categoria de migração mais comum e presente na nossa vida cotidiana. Ocorre quando uma pessoa se desloca de um local a outro em direção ao trabalho, à faculdade, à escola ou com qualquer outro propósito e retorna para seu lugar de origem no mesmo dia.<br><br>• Transumância: tipo de migração sazonal. Trata-se do deslocamento de trabalhadores que vão atuar como mão de obra em lavouras temporárias, como a de cana-de-açúcar, ou em outras atividades sazonais, como a pesca. Ao final do período de trabalho (semanal, mensal ou anual), o indivíduo retorna para o seu local de origem.<br><br>• Migração sazonal: é um tipo de migração temporária, como a transumância, mas abrange outras motivações além do trabalho, como longos períodos de seca e outras condições ligadas às estações do ano. Depois de um determinado intervalo de tempo, o migrante retorna de onde partiu.<br><br>• Migração de retorno: pode ser descrita como uma segunda migração. Ocorre quando uma pessoa que havia se mudado para outra região, cidade ou país faz o processo inverso e retorna para a sua localidade de origem.<br><br>•Nomadismo: realizado por pessoas que não possuem uma residência fixa e estão constantemente se deslocando de um local a outro.<br><br>• Diáspora: definida como a dispersão de uma população inteira de uma área de forma forçada ou voluntária. Um exemplo é a diáspora africana, que se deu quando africanos foram retiradas à força de seus países e deslocados para outras regiões, como os subcontinentes americanos, para serem vendidos e escravizados.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-02 17:06:00 UTC</pubDate>
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         <author>msdinfo80</author>
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         <description><![CDATA[<div>Sejam elas espontâneas, sejam forçadas, nacionais ou internacionais, as migrações sempre estão associadas a uma ou mais motivações. Elencamos algumas delas a seguir.<br><br>• Econômicas: derivadas da vontade do indivíduo de melhorar as condições de vida em que se encontra, indo em busca de oportunidades de emprego com melhores salários. Pode ser suscitada igualmente por uma conjuntura de crise no lugar de origem.<br><br>• Trabalho: a pessoa se desloca para o seu local de trabalho todos os dias, como na migração pendular, ou aqueles que migram temporariamente para exercer uma atividade específica, como a transumância.<br><br>• Políticas: acontecem em contextos de crise, conflitos políticos e regimes ditatoriais, que podem gerar condições insustentáveis para pessoas ou grupos, que acabam migrando para garantir sua liberdade e segurança.<br><br>• Perseguições étnicas e religiosas: trata-se da migração de refúgio. Em função da constante ameaça em seu lugar de origem, grupos perseguidos pela etnia a que pertencem ou pela sua fé fogem para outros locais, muitas vezes sem perspectiva de retorno.<br><br>• Culturais: acontecem quando há identificação cultural com o local para onde se vai, ou ainda quando há o propósito de intercâmbio cultural com outros grupos sociais. Podem ter também cunho religioso.<br><br>• Naturais: causadas por fenômenos naturais destrutivos, como furacões, tsunamis, terremotos, erupções vulcânicas ou condições climáticas extremas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-02 17:07:26 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>msdinfo80</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-06-02 17:08:27 UTC</pubDate>
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         <title>As migrações sempre fizeram parte da história do Brasil.</title>
         <author>msdinfo80</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os fluxos migratórios se fazem presentes no território brasileiro desde o princípio de sua formação. O século XVI representou a chegada de <strong>correntes migratórias europeias no país</strong>, vindas em sua maioria de Portugal. Esse mesmo período foi marcado pela chegada de <strong>grandes contingentes de populações africanas, trazidas à força de seus países,</strong> com o intuito de serem vendidas e escravizadas para trabalhar nos <a href="https://brasilescola.uol.com.br/historiab/engenho-acucar.htm">engenhos de cana-de-açúcar</a>.<br><br></div><div>A partir de <strong>meados do século XIX</strong>, após a proibição do <a href="https://brasilescola.uol.com.br/historiab/trafico-negreiro.htm">tráfico negreiro</a>, a migração internacional para o Brasil se transformou em <strong>deslocamentos voluntários de novas correntes derivadas da </strong><a href="https://brasilescola.uol.com.br/geografia/italia-1.htm"><strong>Itália</strong></a><strong>, </strong><a href="https://brasilescola.uol.com.br/geografia/alemanha.htm"><strong>Alemanha</strong></a><strong> e </strong><a href="https://brasilescola.uol.com.br/japao/"><strong>Japão</strong></a><strong>,</strong> que chegaram no país para exercer atividades remuneradas nas fazendas de café. Em meados do século XX, o contexto de guerra mundial suscitou a nova entrada de imigrantes europeus, judeus e asiáticos.<br><br></div><div>Uma nova tendência migratória se instalou a partir das <strong>décadas finais do século XX</strong>, caracterizada pela entrada de <strong>pessoas vindas de países vizinhos e também de países africanos</strong> falantes de português. Mais recentemente, o Brasil recebeu muitos imigrantes haitianos e <a href="https://brasilescola.uol.com.br/brasil/imigracao-venezuelana-para-brasil.htm">refugiados venezuelanos</a>. No sentido contrário, as emigrações de brasileiros seguem o padrão global atual, que tem como foco os países desenvolvidos, como os <a href="https://brasilescola.uol.com.br/geografia/estados-unidos.htm">Estados Unidos</a>, e nações fronteiriças, como <a href="https://brasilescola.uol.com.br/geografia/argentina.htm">Argentina</a>, <a href="https://brasilescola.uol.com.br/geografia/peru-2.htm">Peru</a> e <a href="https://brasilescola.uol.com.br/geografia/paraguai-1.htm">Paraguai</a>.<br><br>Os deslocamentos internos possuem igual importância para o processo de composição do território nacional. Ciclos econômicos, como o do ouro, do café e da borracha, nos séculos XVIII, XIX e início do XX, desencadearam processos de migração inter-regionais voltados ao trabalho e à fixação nas respectivas áreas onde se desenvolveram.<br><br>A década de 1950 marcou os deslocamentos derivados principalmente do Nordeste em direção ao Centro-Oeste do país para a construção da nova capital, Brasília. Nos anos seguintes, observou-se a intensificação da industrialização nas regiões Sul e Sudeste, com destaque para São Paulo, o que atraiu muitas pessoas em busca de trabalho. Ademais, a expansão das fronteiras agrícolas nos anos 1970 também deu origem a fluxos migratórios do Sul com destino às regiões Centro-Oeste e uma parcela do Nordeste.<br><br>A dinâmica migratória atual do Brasil é caracterizada pelo crescimento das migrações de retorno, notadamente para a Região Nordeste, e também da saída de pessoas dos grandes centros urbanos em direção às cidades médias nos seus arredores ou região metropolitana.<br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-02 17:09:42 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>msdinfo80</author>
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         <description><![CDATA[<div>Migração é um termo bastante amplo e que faz referência a todos os tipos de deslocamentos que acontecem no espaço. Quando nos referimos aos processos de imigração e emigração, damos ênfase na direção em que esse movimento ocorre. A imigração corresponde à chegada de uma pessoa ou um grupo de pessoas em um determinado lugar. O ato de saída, por sua vez, é chamado de emigração.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-02 17:10:21 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>msdinfo80</author>
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         <description><![CDATA[<div>https://youtu.be/d04fH-2xCyM</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-02 19:07:55 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>msdinfo80</author>
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         <pubDate>2022-06-09 17:04:43 UTC</pubDate>
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         <title>Susan </title>
         <author>msdinfo80</author>
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         <pubDate>2022-09-23 19:49:14 UTC</pubDate>
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         <title>Leonardo</title>
         <author>msdinfo80</author>
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         <pubDate>2022-09-23 19:49:54 UTC</pubDate>
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