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      <title>10 B) 31 10 2023 - Dom Camilo - O Nascimento da tragédia p 21 a 30 by Vera Braga</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-10-31 16:31:49 UTC</pubDate>
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         <title>VB 1) O Nascimento da Tragédia, p. 29. Anotações da aula 10 A). 31 10 2023. Dom Camilo </title>
         <author>vabraga</author>
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         <pubDate>2023-10-31 16:34:34 UTC</pubDate>
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         <title>VB 2) O Nascimento da Tragédia, p. 29. Anotações da aula 10 A).</title>
         <author>vabraga</author>
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         <pubDate>2023-10-31 16:36:32 UTC</pubDate>
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         <title>VB 3) O Nascimento da Tragédia, p. 30. Anotações da aula 10 B).</title>
         <author>vabraga</author>
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         <pubDate>2023-10-31 16:36:55 UTC</pubDate>
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         <title>VB 4) O Nascimento da Tragédia, p. 29. Anotações da aula 10 B).</title>
         <author>vabraga</author>
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         <pubDate>2023-10-31 16:37:15 UTC</pubDate>
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         <title>10ª. aula B) - O Nascimento da Tragédia, p. 29.                                        Anotações da aula 10 B. Estudo págs. 21 a 30 (31/10/2023) - Dom Camilo</title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/ss6wjk59fzp8a7om/wish/2771130978</link>
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         <pubDate>2023-10-31 18:49:27 UTC</pubDate>
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         <title>Faculdade São Bento – Aluna: Vera Regina de Almeida Braga. Disciplina: Nietzsche: Dom Camilo - Obra: O Nascimento da Tragédia, de Nietzsche - Resumir o n. 3. Coleção Obras de Nietzsche. Coordenação de Paulo Cesar de Souza. Tradução e notas de Paulo Cesar de Souza. Companhia de Bolso.  2ª. reimpressão. 2022. EDITORA SCHWARZ. S.A.  </title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/ss6wjk59fzp8a7om/wish/2811678362</link>
         <description><![CDATA[<p>Faculdade São Bento – Aluna: Vera Regina de Almeida Braga</p><p>Disciplina: Nietzsche: Dom Camilo - Obra: O Nascimento da Tragédia, de Nietzsche - Resumir o n. 3.</p><p>Coleção Obras de Nietzsche. Coordenação de Paulo Cesar de Souza. Tradução e notas de Paulo Cesar de Souza. Companhia de Bolso.&nbsp; 2ª. reimpressão. 2022. EDITORA SCHWARZ. S.A. &nbsp;</p><p>Em resumo, Nietzsche está afirmando que para entender a cultura apolínea, é necessário analisar cuidadosamente cada componente que a compõe, começando pelos deuses olímpicos e suas façanhas representadas em baixos-relevos.</p><p>Apesar de Apolo não ocupar a posição de líder, ele é considerado o pai dessa comunidade de seres olímpicos e representa a necessidade gigantesca que originou essa comunidade.</p><p>Na visão popular, o mundo dos deuses olímpicos era visto como uma forma de escapar dos horrores e medos da existência. Os gregos sentiam um medo profundo dos poderes da natureza e da influência impiedosa da Moira, e para enfrentar esses temores, eles colocavam a radiante criação onírica dos seres olímpicos à frente. Eles superavam ou escondiam esses medos através do mundo artístico e intermediário dos deuses olímpicos, que permitia que eles se distanciassem dos horrores do mundo real.</p><p>Nietzsche afirma que a harmonia entre o ser humano e a natureza, chamada de "ingênua", não é um estado simples que surge de forma inevitável em todas as culturas. Essa ideia era aceita em uma época que se via Emílio de Rousseau como um artista e acreditava-se que Homero era um Emílio educado no coração da natureza.</p><p>Na arte, a cultura apolínea exige derrubar obstáculos e triunfar sobre profundas visões de mundo. No entanto, é raro alcançar o estado ingênuo, no qual se pode apreciar plenamente a beleza da aparência. Homero é um exemplo sublime desse estado, tal como o artista dos sonhos o é para a capacidade onírica das pessoas e da natureza em geral.</p><p>A “ingenuidade” homérica é a ilusão apolínea utilizada pela natureza para alcançar seus objetivos. É uma miragem que encobre o verdadeiro objetivo, e nós somos enganados por ela, por essa miragem.</p><p>No antigo mundo grego, a "vontade" buscava se contemplar através da arte e do talento artístico. Para se glorificar, as criaturas da "vontade" tinham que sentir-se merecedoras de glória e ver-se em um plano mais elevado, sem que esse mundo perfeito de contemplação agisse como um imperativo ou uma repreensão. Nessa esfera da beleza, elas viam suas próprias imagens refletidas nas divindades olímpicas. A "vontade" grega lutou contra o talento para o sofrimento e a sabedoria do sofrimento, relacionados com o talento artístico, e como um monumento à sua vitória temos Homero, o artista ingênuo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-03 11:28:00 UTC</pubDate>
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         <author>vabraga</author>
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         <description><![CDATA[<p>Faculdade São Bento – Aluna: Vera Regina de Almeida Braga</p><p>Disciplina: Nietzsche: Dom Camilo - Obra: O Nascimento da Tragédia, de Nietzsche - Resumir o n. 3.</p><p>Coleção Obras de Nietzsche. Coordenação de Paulo Cesar de Souza. Tradução e notas de Paulo Cesar de Souza. Companhia de Bolso.&nbsp; 2ª. reimpressão. 2022. EDITORA SCHWARZ. S.A.&nbsp;</p><p>Em resumo, Nietzsche está afirmando que para entender a cultura apolínea, é necessário analisar cuidadosamente cada componente que a compõe, começando pelos deuses olímpicos e suas façanhas representadas em baixos-relevos.</p><p>Apesar de Apolo não ocupar a posição de líder, ele é considerado o pai dessa comunidade de seres olímpicos e representa a necessidade gigantesca que originou essa comunidade.</p><p>Na visão popular, o mundo dos deuses olímpicos era visto como uma forma de escapar dos horrores e medos da existência. Os gregos sentiam um medo profundo dos poderes da natureza e da influência impiedosa da Moira, e para enfrentar esses temores, eles colocavam a radiante criação onírica dos seres olímpicos à frente. Eles superavam ou escondiam esses medos através do mundo artístico e intermediário dos deuses olímpicos, que permitia que eles se distanciassem dos horrores do mundo real.</p><p>Nietzsche afirma que a harmonia entre o ser humano e a natureza, chamada de "ingênua", não é um estado simples que surge de forma inevitável em todas as culturas. Essa ideia era aceita em uma época que se via Emílio de Rousseau como um artista e acreditava-se que Homero era um Emílio educado no coração da natureza.</p><p>Na arte, a cultura apolínea exige derrubar obstáculos e triunfar sobre profundas visões de mundo. No entanto, é raro alcançar o estado ingênuo, no qual se pode apreciar plenamente a beleza da aparência. Homero é um exemplo sublime desse estado, tal como o artista dos sonhos o é para a capacidade onírica das pessoas e da natureza em geral.</p><p>A “ingenuidade” homérica é a ilusão apolínea utilizada pela natureza para alcançar seus objetivos. É uma miragem que encobre o verdadeiro objetivo, e nós somos enganados por ela, por essa miragem.</p><p>No antigo mundo grego, a "vontade" buscava se contemplar através da arte e do talento artístico. Para se glorificar, as criaturas da "vontade" tinham que sentir-se merecedoras de glória e ver-se em um plano mais elevado, sem que esse mundo perfeito de contemplação agisse como um imperativo ou uma repreensão. Nessa esfera da beleza, elas viam suas próprias imagens refletidas nas divindades olímpicas. A "vontade" grega lutou contra o talento para o sofrimento e a sabedoria do sofrimento, relacionados com o talento artístico, e como um monumento à sua vitória temos Homero, o artista ingênuo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-03 11:46:15 UTC</pubDate>
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