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      <title>Desumanização da População Negra: Genocídio como princípio tácito do Capitalismo by Ysllanne Lucas</title>
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      <description>Matéria: Infâncias, Juventudes e Desigualdades Raciais</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-01-26 22:52:20 UTC</pubDate>
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         <title>Desumanização da população negra: genocídio como princípio tácito do capitalismo</title>
         <author>dayaraamisllene</author>
         <link>https://padlet.com/ysllannelucas/Bookmarks/wish/2148985716</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Desde o período colonial o genocídio antinegro marca presença na vida dessa população, o que é considerado era de avanço, de descoberta e glória, foi para eles um período de exploração, morte, e condições precárias de sobrevivência-estando presente até hoje. Com esse padrão, a população negra traz cicatrizes da escravidão, como também de resistência, já que esse período foi marcado também pela resistência e oposição dela contra métodos de tortura e opressão.&nbsp;<br><br></div><div>Carregando essa herança, de povo escravizado e vítima do mecanismo da ‘’diáspora negra’’ os indivíduos, se reconhecendo como tal, fazem como faziam seus ancestrais, lutam, se mobilizam, resistem a um sistema que preconiza direitos e negligencia políticas públicas, além de criminalizar e penalizar a condição de negritude, sendo isso refletido no mercado de trabalho, onde ficam a mercê da informalidade e condições precarizadas, na saúde, que fere o princípio da universalidade, explanando a desigualdade cotidianamente, na educação, que mostra dados de analfabetismo crescente, nos maiores índice de homicídio, com o fortalecimento do estado penal.<br><br></div><div>Esses e outros tantos fatores que atingem e influenciam significamente a população negra são reflexos de uma burguesia que só enxerga o negro na condição de servo, de escravo, o que ‘’deve ser escondido’, o que justifica o fortalecimento do estado penal, que oprime e penaliza, desencadeando uma série de problemas sócio-econômico-culturais para esses indivíduos.<br><br></div><div>&nbsp;No que tange as políticas públicas, essas se fazem políticas compensatórias que cada vez mais são sucateadas e preconizadas, havendo pequenos avanços na era Lula, mas que sofrem retrocessos constantes e massivos, não tendo resultados significativos quanto a violência sofrida. Outro fator que contribui para esse cenário é a influência midiática que alimenta o racismo estrutural e impõe limites culturais a essa parte da população que se vê refém da política estatal repressiva, tendo que lidar também com a Repressão social carregada de preconceitos e que impõe N's, limitações para esses indivíduos.&nbsp;<br><br><br>-Dayara Souza</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-19 17:30:00 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ysllannelucas/Bookmarks/wish/2150285500</link>
         <description><![CDATA[<div>O texto expõe para reflexão,&nbsp; o extermínio implícito da população negra como base no processo de constituição do sistema capitalista e nesse constata-se que o racismo tem raízes históricas com a Diáspora negra, ou seja, com a imigração forçada dos africanos para escravidão. Sendo assim, o racismo, o preconceito e a discriminação racial são relações sociais antagônicas e antológicas do ser social. A partir daí é preciso construir as relações sociais com base no respeito e no reconhecimento das diferenças e pluralismo&nbsp; e que não dependa de leis e procedimentos formais. Portanto é indispensável pensar no preconceito de raça, uma vez que este torna-se fonte de violência exacerbada e desvaloriza a vida da população negra como ser humano. E de acordo com a autora, o professor e pesquisador ( PAIXAO,2003) o aumento das&nbsp; demandas dos negros no Brasil&nbsp; se dá pelas muitas denúncias e as proposições para seu controle, realizadas pelos movimentos negros. Além de pesquisas e estudos relacionados as desigualdades, sociais. E é a partir daí que o preconceito racial torna-se cada vez mais conhecido e disseminado na sociedade para ser enfrentado.&nbsp;<br><br><br>Juciana salustiano&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-20 13:08:31 UTC</pubDate>
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         <title>Desumanização da população negra: genocídio como princípio tácito do capitalismo.</title>
         <author>vitoriaoliveira16</author>
         <link>https://padlet.com/ysllannelucas/Bookmarks/wish/2153600202</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;É possível afirma que a desumanização atinge corpos, etnia e gênero, ou seja, a população negra, funcionando também como base estruturante do racismo.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Com isso, no começo do texto essa frase foi a que mais me impactou, a qual diz "Durante minha trajetória de vida, tenho experimentado a sensação de está começando sempre do zero" . Diante disso o racismo no Brasil é uma consequência&nbsp; histórica, em que marginaliza e inviabiliza vidas negras desde da diáspora negra. Sendo que as oportunidades são quase zeradas, quando aparece são oportunidades de subempregos ou baixa remuneração comparada a pessoa branca.&nbsp; Ou seja, o capitalismo&nbsp; ele está ligado ao racismo já que a discriminação sistemática, processual e histórica cria uma estratificação social que se reverte em inúmeras desvantagens políticas e econômicas , vivenciadas na forma de pobreza, salários mais baixos, menor acesso aos sistemas de saúde e educação, maiores chances de encarceramento e morte para pessoas negras.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Nesse contexto é sempre um sentimento de que sempre estamos começando do zero, mesmo com movimentos negros e ancestrais terem conquistados alguns direitos, estamos em uma frequente "sensação" de retrocesso. Pois tudo nos leva a uma crescente estatística de mortes de jovens, crianças e adultos negros . Um plano que outrora tinha no tempo colonial está vivo que é o extermínio da população negra (o embranquecimento do Brasil).&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Ademais, o racismo, tal como a moderna construção das relações de gênero, é um meio da divisão social e da desorganização das classes dominadas, seja no interior como no exterior das fronteiras estatais. Diante dos mecanismos de opressão e de dominação funda-se o povo enquanto nação. Os limites estatais são sempre permeáveis e a unidade ‘étnica’ deve continuar basicamente indefinida e instável, o racismo adquire sua contínua eficácia e dinâmica na sociedade capitalista.<br><br>DICA&nbsp; DE VIDEO</div><h1>"RACISMO ESTRUTURAL - DJAMILA RIBEIRO E SILVIO ALMEIDA" :</h1><div><br>Link= ttps://www.youtube.com/watch?v=ZADKtsNnx74<br><br>-Vitoria Barbosa Moura de Oliveira</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-22 13:35:50 UTC</pubDate>
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         <title>Desumanização da População Negra: Genocídio como princípio tácito do Capitalismo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ysllannelucas/Bookmarks/wish/2154800292</link>
         <description><![CDATA[<div>O texto nos propõe a refletir sobre as fortes expressões de desumanização estrutural na realidade brasileira. Reconhecemos, a partir de uma abordagem crítica, inscrita no materialismo histórico dialético, a interseccionalidade na abordagem teórico-prática entre raça, classe e gênero, numa perspectiva crítica ao teórico de que o racismo é meramente um subproduto das desigualdades de classe. Sob essa perspectiva vemos a realidade de violência vivida por negros no Brasil.<br><br></div><div>Na sequência foi elucidado como o racismo é estrutural e de extrema violência racial&nbsp; e tem repercussões até os tempos atuais, No modo de produção capitalista, as relações de poder e as necessidades especificas das relações de produção no Brasil, são estruturadas pelo racismo, que enquanto ideologia justificadora de explorações, estruturou o capitalismo periférico brasileiro, o Estado, suas politicas e instituições, criando sujeitos racistas e dando condições para a manutenção e continuidade do sistema de exploração da mão-de-obra da classe trabalhadora e dos privilégios do grupo identificado socialmente como branco. A população negra vem sofrendo inúmeras violências no capitalismo periférico do Brasil. Tais violências são características do genocídio da população negra orquestrado como uma política do Estado burguês brasileiro.<br><br></div><div>Foi gestado como uma ideologia racista de dominação, uma ideologia que desumaniza e inferioriza as populações não brancas, além de criminalizar as culturas e demonizar as religiões de tais populações. A fecundação desta ideologia se deu para legitimar através de falsas teorias científicas e religiosas, a dominação e exploração do branco sobre o negro.<br>Ao longo da história a população negra foi excluida de lugares privilegiados no qual o racismo e o sexismo atuaram definindo para homens e mulheres lugares quase intransponíveis.&nbsp;<br><br></div><div>E através de estudos estatisticos têm sido constatado que há uma grande discrepância de acessos e oportunidade entre a população branca e negra. onde há ausência de negros em profissões de prestigio, política, em algumas expressões artitisticas e até mesmo na mídia.&nbsp;<br><br></div><div>Durante o texto a autora reforça que para quebrar o tabu de informações com as mesmas perspectivas ela afirma que deve se ter as informações históricas sob outro angulo para se ver o brasil,visando se ter uma visão que ressignifica o conceito de territorio/favela como espaço de continuidade de uma experiência histórica que sobrepõe a escravidão à marginalização social, à segregação e a resistência dos negros no brasil.<br><br></div><div>Que com a atualização de conhecimentos através da contribuição do movimento negro brasileiro ao mito da democracia racial se obteria um olhar mais reflexivo sobre o rascimo estruturado na sociedade e os fundamentos raciais dos quadros de desigualdades sociais que atraves desse movimento se teria contribuições da realidade vivenciada pela população negra.&nbsp;<br><br></div><div>A qualidade da inserção dos negros no mercado de trabalho brasileiro é substancialmente inferior á da população branca. com isso, a população negra é colocada em ocupações de ramos e setores de menor prestígio social, sendo sujeitados a mais intensidade, a empregos instáveis e precários. &nbsp;<br><br></div><div>O mercado de trabalho teve um deterioração que inferiu na qualidade dos serviços de modo mais forte sobre os afrodescendentes pois aumentou as modalidades de empregos autônomos, informais e serviços domésticos.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Entende-se que a desigualdade sociorracial é de ordem política, desde ao longo da história os sucessivos modelos de desenvolvimento sugeridos pelos governos não contemplaram os negros e nem reduziu as disparidades sociorraciais. por esse motivo a sociedade civil luta pela real democratização racial para que de fato se tenha um rompimento das barreiras que impede os negros de ter acesso aos bens e serviços,ocupações previlegiadas e tenha sobretudo respeito e uma vida digna.&nbsp; &nbsp;<br><br>Cássia Hosana Sapucaia Gomes&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-23 17:56:45 UTC</pubDate>
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         <title>Desumanização da população negra: genocídio como princípio tácito do capitalismo.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ysllannelucas/Bookmarks/wish/2154824412</link>
         <description><![CDATA[<div>O texto sobre “Desumanização da população negra: genocídio como princípio tácito do capitalismo” abordar questões importantes que envolvem mercado de trabalho, saúde e homicídio da população negra no Brasil. Visto que o racismo no Brasil sempre esteve presente muito antes do agravamento da violência e genocídio da população negra em nosso país, essa violência se tornou mais presente com a chegada do atual governo federal que reprime e exclui a minoria da população brasileira, quando falamos sobre minorias estamos falando na verdade sobre maioria da população brasileira que é composta por 56,1% dos brasileiros que se declaram negros. &nbsp;<br>Segundo o texto O sistema capitalista é extremamente cruel contra a população negra que se encontra no mercado de trabalho ou em busca de uma oportunidade de emprego, ele é celetista e excludente com todos aqueles que não estão enquadrados no sistema padrão posta pelo sistema capitalista. Os empregos destinados para a população negra do Brasil sempre são cargos menos favorecidos, o texto também ressaltar que a desigualdade racial é vista como ordem política pois é pelo Estado que vem modelos econômicos e por ele que vai incluir ou excluir grupos raciais e garantirá ou não democraticamente direitos sociais. Além da falta de oportunidade de trabalho para a população negra ainda temos que lidar com a grande taxa de analfabetismo e a má condição de vida da mulher negra em nosso país. São muitos problemas em torno da discussão sobre os problema enfrentados sobre a população negra do Brasil e o texto não faz refletir sobre diversas questões pautadas para que elas sejam debatidas e gritadas em meio aos problemas que nossa população enfrenta.&nbsp;<br>- Luana Rodrigues. </div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-23 18:51:36 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>&quot;Desumanização da População Negra: Genocídio como princípio tácito do Capitalismo”</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ysllannelucas/Bookmarks/wish/2154933449</link>
         <description><![CDATA[<div>O artigo “Desumanização da População Negra: Genocídio como princípio tácito do Capitalismo” da autora Magali da Silva Almeida nos traz uma reflexão acerca das expressões da questão social na conjuntura atual.&nbsp;</div><div>Vivemos uma realidade no Brasil em que o racismo está imbricado nas raízes, desde a colonização e que se perpassa até os dias atuais. Mesmo com tantas lutas e avanços no que se refere essa temática, ainda é uma problemática que afeta milhares de pessoas atualmente.</div><div>Contudo, a autora explicita diversas formas nas quais o racismo ainda permanece, sejam desvantagens políticas e econômicas, como também a violência racial, a desvalorização da pessoa negra no mercado de trabalho, a falta de acesso à saúde, à educação, à moradia digna, à emprego, a maiores possibilidades de morte e de adentrar ao mundo do crime, dentre várias outras situações.</div><div>Dessa forma, a autora faz essa reflexão a respeito dessa ideologia que desumaniza e criminaliza a população negra, e o quanto essa ideologia está ligada ao nosso modo de produção atual, pois o fortalecimento dessa política que desumaniza pessoas provoca diversos problemas sociais, econômicos e culturais para essa população.<br><br>Para complementar, tenho como sugestão o vídeo:&nbsp; https://www.youtube.com/watch?v=ufbZkexu7E0<br><br>- Thamires Galvão.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-24 00:05:02 UTC</pubDate>
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         <title>Desumanização da população negra: genocídio como princípio tácito do capitalismo.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ysllannelucas/Bookmarks/wish/2157127359</link>
         <description><![CDATA[<div>Em seu artigo "Desumanização da população negra: genocídio como princípio tácito do capitalismo" a autora Magali da Silva, trás uma reflexão a respeito da violência contra a população negra no Brasil, de como essa problemática possui raízes históricas e de como a mesma afeta de maneira drástica a vida e o futuro dessa população, visto que tais ações de violência e genocídio são cada vez mais cotidianas e por mais absurdo que pareça são mascaradas e naturalizadas pela grande parcela da população capitalista.<br>A autora trás em seu texto referências teóricas riquíssimas acerca da problemática apresentada, onde fica evidente o grande abismo que existe entre a população negra e a população branca, que de forma explícita é privilegiada por questões raciais. É assustador a forma que depois de tantos anos de luta, exista ainda tantas vidas sendo afetadas e até tiradas por questões raciais.<br>A autora trás também em seu texto um fato que nós bem entendemos e estudamos, que é o fato de o sistema capitalista ser totalmente hostil com a população negra impossibilitando-a inúmeras vezes de conseguir sequer as necessidades básicas de um ser humano: trabalho, alimentação adequada, saúde, lazer, sendo nítido dessa forma, que os próprios direitos humanos são negados a essa parcela da população.&nbsp; A lógica conservadora no mundo atual exige que questões como essa sejam silenciadas e/ou naturalizadas, logo a autora trás a reflexão de que enquanto a sociedade brasileira e o próprio Estado não romperem com os preconceitos, o Brasil estará longe&nbsp; para experimentar&nbsp; uma democracia verdadeira<br><br>-Fernanda Santos &nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-25 18:25:42 UTC</pubDate>
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         <title>Desumanização da população negra: genocídio como princípio tático do capitalismo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ysllannelucas/Bookmarks/wish/2157356217</link>
         <description><![CDATA[<div>No texto, Desumanização da população negra: genocídio como princípio tácito do capitalismo de Magali da Silva Almeida, ela vai citar Clóvis Moura, ele fala acerca da colonização europeia&nbsp; século XV,&nbsp; o qual vai descrever como um processo violento,&nbsp; complicador étnico,&nbsp; mutilador e estrangulador cultural. Isso porque esse projeto colonizador,&nbsp; não se restringia apenas as conquistas de novas terras e rotas comerciais marítimas,&nbsp; mas envolvia o tráfico humano que no caso aqui é o tráfico de negros africanos,&nbsp; para o trabalho escravo. Onde eles eram sequestrados no seu país de origem e dispersados para outros países em um processo brutal de desumanização,&nbsp; onde deixaram de ser gente para ser "mercadoria" ou seja, passaria a pertencer a alguém que por meio violento os obrigaria ao trabalho forçado.<br>De acordo com a divisão racial do trabalho,&nbsp; os negros escravizados,&nbsp; lidavam com trabalhos considerados inferiores. Apesar da violência aos negros,&nbsp; a diáspora nos mostra a marca da resistência de um povo que lutou quanto pode,&nbsp; no Brasil isso se deu pelas fugas, assassinatos, levantes e os quilombos a exemplo, do quilombo dos Palmares e da Serra da barriga.&nbsp;<br>&nbsp;O Brasil foi o último país&nbsp; do mundo à abolir a escravidão,&nbsp; que durou 300 anos,&nbsp; em 1831 e 1850,&nbsp; houve tentativas de abolição dos escravos porém sem sucesso,&nbsp; pois os comerciantes de escravos trabalhavam na clandestinidade,&nbsp; deslocavam os pontos de tráfico para não serem pegos e assim continuavam com seu negócio lucrativo. Somente em 1888 a escravidão foi abolida,&nbsp; porém,&nbsp; não houve nenhuma política reparatória,&nbsp; por isso que até os dias atuais as experiências antigas fazem parte mesmo que de forma sucinta do cotidiano da negritude, o trabalho livre do modo de produção atual é somente uma nova roupagem.&nbsp; Vale salientar que somente em 2001 houve uma conferência na África do Sul que considerou o escravismo como crime contra a humanidade.<br>O tráfico negreiro,&nbsp; foi a maior comercialização de negros da história,&nbsp; sendo o Brasil o país que mais recebeu negros,&nbsp; se tornando o país com maior população negra depois da África.&nbsp;<br>&nbsp;cabe ressaltar também, que independente do lugar, a escravidão se utilizou da brutalidade da tortura física e psicológica para se manter, por isso não existe escravidão mais ao menos severa, pois se trata da expressão do racismo.<br>A autora também cita Jacob, &nbsp; que descreve as condições de trabalho dos escravos como terrivelmente cruel,&nbsp; trabalho forçado, escassez de comida, de assistência médica, muitos castigos, torturas e mortes. Mesmo com a república não houve qualquer reparação,&nbsp; melhorias como resposta do Estado quantos as necessidades da população negra,&nbsp; pelo contrário,&nbsp; foram deixados à própria sorte. No Brasil após anos de denúncia ao racismo,&nbsp; o movimento negro conseguiu fechar com alguns setores progressistas,&nbsp; mesmo não sendo suficiente frente ao projeto hegemônico atual,&nbsp; no Estado neoliberal especificamente no período Lula e Dilma,&nbsp; houve algumas conquistas no ensino superior e em algumas ações afirmativas importantes,&nbsp; por meio da luta do movimento negro pelo acesso a bens e serviços. Essas medidas compensatórias,&nbsp; são necessárias,&nbsp; no entanto,&nbsp; são insuficientes,&nbsp; pois de acordo com indicadores sociais,&nbsp; na saúde, na educação, no mercado de trabalho entre outras áreas, &nbsp; a população negra sempre estar em situação inferior às pessoas brancas&nbsp; e no fator violência,&nbsp; negros e negras comumente sofrem todo tipo de violência, sem políticas eficazes que possam tratar a dependência química e outras necessidades, e ainda tem o genocídio da negritude,&nbsp; tanto pelo tráfico, quanto por ações brutais de policiais.<br>&nbsp;	Sobre o conceito de diáspora, a autora cita Almeida,&nbsp; que em resumo vai dizer que diáspora foi a palavra empregada para descrever o exílio do povo judeu,&nbsp; e que no contexto da diáspora Negra descreve a experiência&nbsp; dos negros africanos de serem traficadas e dispersos de seu lugar de origem, se nesse sentido se torna um termo negativo,&nbsp; nos dias atuais,&nbsp; estudos descrevem politicamente a diáspora negra,&nbsp; levando em consideração novas refrações da questão social e&nbsp; amplia seu sentido de acordo com as experiências vividas pelos negros,&nbsp; como a resistência,&nbsp; o racismo,&nbsp; a migração&nbsp; e&nbsp; a situação dos refugiados de guerra,&nbsp; ou seja,&nbsp; ultrapassa as fronteiras das Nações Estados.<br>&nbsp;	De acordo com Vargas a diáspora negra, é marcada pelo genocídio antinegro, e justamente suas características principais são o genocídio e o terror racial, tendo em vista que para o negro sobreviver é um desafio, imagina ter qualidade de vida, viver em sua plenitude os direitos sociais? isso não é prioridade do Estado, a prioridade é o controle. Vargas ainda propõe um conceito de diáspora, onde deve-se levar em conta os fenômenos transnacionais e todos os aspectos comuns a população negra, como a mortalidade prematura, o encarceramento em massa, o preconceito institucional, as doenças preveníveis entre outras, segundo seu raciocínio, &nbsp; essas questões devem ser aliadas a outras demandas da sociedade inerentes ao capitalismo, na luta por direitos sociais até emancipação humana.<br><br><br>Maria Raquel de Araújo Soledade </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-25 21:09:13 UTC</pubDate>
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         <title>Desumanização da população negra: Genocídio como princípio tácito do Capitalismo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ysllannelucas/Bookmarks/wish/2157357752</link>
         <description><![CDATA[<div>O referido texto aborda questões essenciais que facilitam a compreensão de todos acerca do processo que acompanha o Brasil desde a invasão dos portugueses durante o processo violento de colonização até os dias atuais, o racismo sempre esteve presente, com o passar do tempo foram criados mais mecanismos para inviabilizar e naturalizar este crime que marca a vida dos corpos pretos desde a fundação desse país até os dias atuais, onde a parcela que é favorecida nessa equação não reconhece que ainda vivenciamos situações análogas às que teoricamente teriam sido superadas e combatidas. No entanto, como bem foi colocado no texto há uma legalidade nas ações que foram projetadas para controlar, encarcerar e principalmente exterminar a população negra, o projeto de eugenia existe e persiste até os dias atuais.Mesmo com tantas lutas que foram travadas para que hoje possamos debater esse tema e denunciar a estrutura que foi projetada intencionalmente para perpetuar a desigualdade racial que foi produzida durante o período da escravidão, infelizmente o racismo é uma herança mundial que é legitimada no modo de produção capitalista, o sistema penal brasileiro é um dos instrumentos hegemônicos mais violentos, acompanhado de outros mais "pacíficos" como a mídia que se encarrega a demonizar, depreciar, diminuir e principalmente marginalizar corpos negros, sua cultura, sua religião e costumes. Ser negro no Brasil é um exercício de resistência, estão a todo momento nos matando, de uma forma ou de outra. É preciso estar atento e combatente, não nos resta outra alternativa.<br>- Karolayne Araujo</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-25 21:10:51 UTC</pubDate>
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         <title>Desumanização da População Negra: Genocídio como princípio tácito do Capitalismo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ysllannelucas/Bookmarks/wish/2157405827</link>
         <description><![CDATA[<div>Em seu artigo "Desumanização da população Negra: Genocídio como princípio tácito do capitalismo" a autora Magali Almeida traz reflexões muito importantes sobre o genocídio da população negra. Trouxe também a análise de indicadores sociorraciais para explicar a desigualdade racial na Diáspora Negra, o que nos mostra que a vivência da população negra é marcada por muitos e contraditórios processos antinegros.&nbsp;<br>A autora nos mostra ao longo de seu artigo que a desumanização sofrida pela população negra ao longo da história serviu como base para a construção de estereótipos que marcam as vidas de homens e mulheres.&nbsp;<br>O artigo é muito importante pois ele mostra, com indicadores, a realidade de quem sofre com isso todos os dias, desconstruindo a fala daqueles que dizem que racismo não existe. No mercado de trabalho, a partir de estudos, concluiu-se que a qualidade da inserção dos negros no mercado de trabalho brasileiro é inferior à da população branca. A autora mostra também que dos 15,3 milhões de analfabetos brasileiros, mais da metade são negros. Os dados mostram também que até nos transplantes de órgãos, as pessoas brancas tem prioridade. E por fim, a autora mostra que nos índices de homicídio, enquanto o da população branca diminuem, para a população negra aumentam.<br>Por isso, é indiscutível que sim, a população negra é desprivilegiada em vários âmbitos e que é preciso que a luta continue para que esses índices sejam cada vez menores.<br><br>Izabelle Nobre&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-25 22:07:06 UTC</pubDate>
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         <title>Genocídio na diáspora negra</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O texto "Desumanização da população negra: genocídio como princípio tácito do capitalismo" da autora Magali da Silva Almeida traz apontamentos acerca de como se&nbsp; desenvolve uma política genocida no Brasil, onde são vitimadas a população negra e empobrecida.<br><br>A autora perpassa os diversos âmbitos da sociedade, a exemplo do mercado de trabalho, saúde e desenvolvimento social, e aponta os principais fatos que concretizam o genocídio que se dá de forma sutil em solo brasileiro. E que, apesar de ser o país da diáspora negra com o maior contingente&nbsp; de pessoas pretas/não brancas as políticas destinadas a essa população são falhas e quase inexistentes.<br><br>Há ainda que ressaltar os índices de violência a que esta população esta sujeita. A repressão policial e a violência letal atinge quase que inteiramente esta população, o Estado junto a política de segurança pública tem a missão de lhes dar um único destino, promovendo o encarceramento em massa e aumentando os índices de homicídios.<br><br>- Leônia Letícia Nascimento Batista&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-25 23:30:52 UTC</pubDate>
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         <title>Desumanização da população negra: genocídio como princípio tácito do capitalismo.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ysllannelucas/Bookmarks/wish/2157558552</link>
         <description><![CDATA[<div>No texto “desumanização da população negra: genocídio como principio tácito do capitalismo”, a autora Magali da Silva Almeida trás muitas reflexões sobre o genocídio da população negra, dessa violência racial institucionalizada como já coloca o titulo do texto, e de que forma essa violência acontece, e quais as expressões na sociedade dessa violência.</div><div>A autora vai fazer menção a essa luta histórica, de milhões de trabalhadoras e trabalhadores negros brasileiros pelo reconhecimento de suas necessidades humanas.</div><div>Uma fala muito forte que a autora coloca é que cotidianamente existe uma necessidade de essa população negra resistir a uma morte&nbsp; anunciada pela discriminação racial., isso porque, conforme menciona ela, essa&nbsp; violência é estrutural, é institucionalizada, visto que o Brasil carrega ainda em seu modo de operar as raízes do imperialismo que escravizou os negros e que ate hoje perpetua essa fala de opressão e subjugação da população negra.</div><div>Onde todos os dias nós vemos na mídia, especialmente nos jornais sensacionalistas, a naturalização dessa violência racial, a mídia age como um importante dispositivo dessa hegemonia preconceituosa e genocida que as caras limpas inferiorizam a pessoa negra.</div><div>Ai a autora ainda coloca que historicamente se construiu e se perpetua esse racismo “à brasileira”, que trás essa ideia de que ninguém é racista no Brasil porque todo mundo é pardo, é mestiço, para se contrapor as ideias da identidade negra e dos movimentos negros.</div><div>A autora expõe de forma clara e objetiva importantes pontos que nos colocam a pensar e a questionar muitas coisas como por exemplo o porque que existe essa disparidade nos indicadores da pobreza? porque que majoritariamente a população negra esta na base da pirâmide social da pobreza. &nbsp;</div><div>De acordo com a autora isso se da porque é o modo de operar desse sistema capitalista que viabiliza o crescimento de uma classe em detrimento da outra, sem considerar qualquer direito a humanização que de fato todos precisam, ou seja para o negro resta o desafio de ter que resistir a cada dia em suas lutas por sobrevivência e respeito nessa sociedade capitalista.<br><br>Karoline Albuquerque</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-26 00:49:51 UTC</pubDate>
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         <title>Desumanização da população negra: genocídio como princípio tácito do capitalismo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ysllannelucas/Bookmarks/wish/2158600210</link>
         <description><![CDATA[<div>O texto “Desumanização da população negra: genocídio como princípio tácito do capitalismo”, de Magali da Silva Almeida trata acerca do genocídio da população negra. O Brasil é fortemente marcado pela tradição colonial em que predomina o racismo. Além disso, a mídia como um dos vários dispositivos do poder hegemônico, naturaliza a violência racial contra a população negra através de programas sensacionalistas que os inferiorizam. Por meio de indicadores sociais, a autora mostra a diferença entre brancos e negros quanto ao acesso e oportunidades em diferentes áreas. No que se refere ao mercado de trabalho, a autora aponta que a inserção dos negros no mercado de trabalho brasileiro é inferior à dos brancos; ela também destaca a alta taxa de analfabetismo entre os negros. Nos dados sobre os transplantes, destaca-se que a população branca é maioria. Já em relação ao homicídio, a população negra é a principal vítima, cujos índices só aumentam, assim sendo, o homicídio do jovem negro é mais uma expressão da violência racial.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;Elaine Pinheiro de Barros<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-26 14:13:02 UTC</pubDate>
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         <title>Desumanização da população negra: genocídio como princípio tácito do capitalismo.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ysllannelucas/Bookmarks/wish/2159500374</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div><br>O texto faz um relato sobre as questões que a população negra enfrenta no país, apesar do brasil insistir em afirmar que&nbsp; não existe racismo, mas isso não é o que afirma as pessoas afro descendente. o texto traz em seu título a diáspora negra, ou seja, retrata a imigração forçada de africanos, durante o tráfico transatlântico de escravizados. O racismo no Brasil tem sido um grande problema desde a era colonial, e a desumanidade que os negros são tratados ainda hoje, apesar de alguns avanços alcançados como politicas afirmativa no quesito educação, a desigualdade racial se configura como qualquer situação injustificada em que haja diferenciação de acesso e de oportunidades as causas do racismo podem ser associadas, principalmente, à longa escravização de povos de origem africana e a tardia abolição da escravidão, que foi feita de maneira irresponsável, pois não se preocupou em inserir os escravizados na educação e no mercado de trabalho. Ao longo da história, os sucessivos modelos de desenvolvimento sugeridos pelos governos não conseguiram reduzir as disparidades sociorraciais, a autora no texto ainda pontua o racismo enquanto elemento estrutural e estruturante da sociedade e do Estado burguês brasileiro, segundo o texto o sistema capitalista e extremamente cruel e segregador com a população negra, pois os impactos do racismo em uma instituição são ainda mais perceptíveis quando olhamos para seus espaços de alta liderança, como os conselhos de administração por exemplo é nesse lugar que se nota a ausência de negros. os problemas são vastos que ainda sobrecai para a população negra no país, e essas questões necessitam serem debatidas e medidas efetivas serem usadas no combate ao racismo.&nbsp; &nbsp;<br>-PRISCILLA SANTOS.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-27 01:18:47 UTC</pubDate>
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         <title>Desumanização da população negra: genocídio como princípio tácito do capitalismo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ysllannelucas/Bookmarks/wish/2170619993</link>
         <description><![CDATA[<div>O artigo tras reflexoes acerca da desumanização da população negra e sua experiencia na Diáspora Negra como expressão da violencia racial instaurada até os dias atuais, diante da longa luta histórica de milhares de individuos negros, que mesmo com tantas lutas e avanços na sociedade, ainda enfrentam a naturalização da violencia racial, inferiorização de sua imagem e papel exercido seja no trabalho, na educação, entre vários outros ambientes e contextos sociais, e consequentemente, tendo que lidar com a impunidade , invisibilidade, o silencio, diante de tais atos sofridos tornando o processo de luta ainda maior.<br>O Brasil, tendo escravizado indios e negros compõe-se de diferentes gruposétnico- raciais, obtendo assim grande diversidade cultural, também adquiriu grande taxa de desigualdade, exploração e preconceito. Hoje, a representatividade tornou-se um ponto muito importante principalmente para nós negros,visto que dificilmente viamos um negro ocupandoum local de&nbsp; tamanho destaque ou visibilidade, o qual encontrava-se em sua maioria servindo<br>aos brancos, ou “pessoas importantes”, e mesmo com algumas conquistas, essas situações ainda repetem-se por isso ainda encontramos indagações como: “onde estão os negros/as?” E eles estão por todos os lados, em todos os lugares, mas infelizmente não nos mais importantes ou de destaque social.<br>Em um País como o nosso com relação Histórica de desigualdade e dominação, com tamanha taxa de genocidio da população negra, em que o trabalho informal- faxineira, babás, empregadas domésticas e cuidadoras ainda hoje é ocupada por mulheres negras ou em que as mulheres são associadas a tais profissões vemos que temos muito em que avançar ainda. E, sendo o Serviço Social símbolo de luta em busca de aos indivíduos acesso aos seus direitos, luta por equidade perante a sociedade. Sinônimo de resistência e força diante de toda opressão e desafios enfrentados antigamente e ainda nos dias atuais.<br><br>- Jacielle Soares dos Santos Roseno</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-04 21:36:58 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Desumanização da população negra: genocídio como princípio tácito do capitalismo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ysllannelucas/Bookmarks/wish/2176438969</link>
         <description><![CDATA[<div>Desde o início da colonização do nosso pais no século XV, o massacre contra a população negra era de forma intensa. Com os passar dos anos e com a abolição os requisitos dessa desumanidade se perpetua até hoje, não de forma física mais, mais na falta de direitos básico, como saúde, segurança educação.<br><br></div><div>O genocídio da população negra sempre foi tema e um assunto atemporal, esse termo surgiu com o polonês Raphael Lemkin que migrou da colônia para os Estados Unidos e em 1944 começou a escrever suas obras. Ele destacava não só a morte de um povo mais sim falta de segurança e os seus direitos dignos.&nbsp;<br><br></div><div>O autor usa sua referência de genocídio como ficou definido na Convenção sobre a Prevenção e a Repressão do Crime de Genocídio onde esclarece que seria toda forma de extermínio de um grupo desde assassinato até qualquer forma de impedimento de nascimento, atentado a integridade física ou mental entre outras. Um dos pontos levantado são as políticas econômicas e sociais que são formuladas por pessoas brancas assim não vivendo e sentido a realidade da população negra.<br><br></div><div>São esclarecidas no texto três pontos que tende a diminuir os índices para esse genocídio e preconceito da população negra num processo historico, o primeiro é seria um plano social e político, existe vários exemplos que mostra isso, um deles dado pelo autor é que em 1990 apenas 2% da população negra se encontrava fazendo um curso superior sendo que 47% da população se declarava preto ou pardo.<br><br></div><div>No segundo ponto seria a defesa da população negra numa construção social, a auto aceitação como negro é uma arma muito potente para diminuir o preconceito é a descriminação contra a supremacia branca.<br><br></div><div>O terceiro ponto seria um aprofundamento em estudos e pesquisa sobre o alcance de políticas econômicas. Desta forma combate e diminuir os índice de morte da população negas em todas as esferas.&nbsp;<br><br>Sales da Silva Vasconcelos</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-09 20:53:32 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ysllannelucas/Bookmarks/wish/2194669290</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Desumanização da População Negra: Genocídio Como Princípio tácito do Capitalismo</strong><br> A população negra no Brasil representa mais da metade dos habitantes. Teoricamente os índices deveriam ser divididos em partes iguais, porém, na prática não é isso que ocorre.<br> O presente texto traz reflexões sobre os problemas que a população negra enfrenta no que tange a violência racial institucionalizada, com indicadores sociais no que diz respeito ao acesso de direitos entre a população branca e negra<br> No mercado de trabalho observa-se que o índice de negros é relativamente menor do que pessoas brancas, além de ocuparem cargos inferiores. Na educação não é diferente, sabemos que o índice de analfabetismo na população negra é bem maior que na população branca, e, que poucas pessoas negras conseguem terminar a faculdade.&nbsp;<br> Temos um sistema de saúde que garante acesso integral, universal e igualitário à população brasileira, independente de sexo, raça, cor..., porém estudos comprovam a diferença significativa no acesso entre o branco e a população negra, afirmando essa desigualdade.<br> No que diz respeito a violência, o número de mortes por homicídio afeta em grande proporção o jovem negro, configurando assim a ação genocida dessa população.<br> Essas questões tem raízes da escravidão. O tráfico de negros era um investimento rentável, e garantia à aristocracia o acúmulo de fortunas. Sendo assim o racismo guarda em sua memória marcos desse passado.<br><br>Marluce Neri de Oliveira</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-22 17:36:16 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Desumanização da população negra: genocídio como princípio tácito do capitalismo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ysllannelucas/Bookmarks/wish/2195055426</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>O texto aborda as consequências da diáspora negra, que perduram até os dias atuais. Desde o período da escravidão os negros vêm sofrendo diversas violências com o aval do estado. Após a abolição da escravatura não foram criadas políticas públicas para a inserção dessa população dentro da sociedade.&nbsp;<br><br>A população preta continuou sofrendo violência e racismo, sem direito a inserção no mercado de trabalho, ou seja, tiveram que se sujeitar a funções precarizadas. No que diz respeito a moradia, sem quais quer&nbsp; políticas de habitação, essa população acabou se agrupando e dando origem as favelas, que hoje sofrem com a violência policial.&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>Através de dados de pesquisas relacionadas ao acesso a saúde pública, nível de escolaridade, acesso ao mercado de trabalho, taxa de homicídios, dentre outros, é mostrado que após todos esses anos a população preta encontra-se ocupando os piores lugares da sociedade comparado aos brancos.&nbsp;<br><br>Adson Lucas Grigório Farias <br><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-23 02:21:29 UTC</pubDate>
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         <title>Desumanização da população negra: genocídio como princípio tácito do capitalismo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ysllannelucas/Bookmarks/wish/2195972110</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;O texto: Desumanização<br>da população negra:<br>genocídio como princípio<br>tácito do capitalismo<br>&nbsp;da autora Magali da Silva Almeida&nbsp; faz reflexões a cerca da população negra no Brasil, evidenciando desde o inicio da colonização, ou seja da origem até atualidade da população negra em nossa sociedade.<br>Sua abordagem perpassa a diáspora negra, os períodos de escravidão vividos pela população negra, assim como também a origem e inserção da politicas públicas para essa população preta.<br>Evidencia fatos de violências e racismos sofridos por esta população que em sí é maioria, e que para ter acesso a direitos deve-se afirmar negros para ter garantias de direitos a programas e políticas sociais.<br>As reflexões trazidas pela autora sobre a desumanização da população negra e sua experiência na Diáspora Negra como expressão da violência racial institucionalizada no Brasil, fazem parte de um amplo processo de dominação e opressão capitalista na consolidação dos Estados-nação e do colonialismo.<br>Não há como não se entristecer diante da&nbsp; violência do racismo e do sexismo a que historicamente é submetida a população negra em geral e, em especial, as mulheres negras. Este fato demonstra como o mito da democracia racial brasileira encobre os efeitos do racismo, criando a<br>possibilidade da reprodução das desigualdades entre os grupos raciais no<br>Brasil.<br><br>Enquanto forem perpetuadas e reproduzidas questões tais como: desigualdade e racismo, será legitimado ações de violência e consequente normatizando o genocídio da população negra que mesmo sendo a maioria, sua voz vem sendo pouco ouvida, mesmo diante de um cenário de "avanços" com políticas públicas, como relação a necessidade real desta população.<br><br>Maria Crislane dos Santos Silva</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-23 14:23:44 UTC</pubDate>
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         <title>Desumanização da população negra: genocídio como princípio tácito do capitalismo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ysllannelucas/Bookmarks/wish/2196341176</link>
         <description><![CDATA[<div>O artigo faz uma reflexão sobre a Diáspora Negra,&nbsp; os negros até hoje vivem as marcas da escravidão, das consequências de séculos de&nbsp; desumanização. Após a abolição da escravidão em 1888, foram colocados para viver uma vida "Livre" em meio a uma sociedade que não estava aberta a essas pessoas, uma sociedade racista, que de fato não se libertou desse pensamento medíocre que tratava os negros como objetos.&nbsp;<br>Não foi criada políticas públicas para essa população, hoje em pleno século XXI os negros vivem em seu cotidiano a falta de empregos, são eles que vivem o maior número de violência de todos os tipos, que entre os presos que são a maioria, que mortos por ser negro, mesmo tendo dinheiro para comprar o que quiser são obrigados a entrar nas lojas com receio porque são alvos de perseguição.&nbsp;<br>Se passou mais de um século da abolição, mas infelizmente nossas crianças negras ainda sofrem por uma sociedade racista e desumana.<br><br>Luiza Joaquina <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-23 18:24:42 UTC</pubDate>
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         <title>Desumanização da população negra: genocídio como princípio tácito do capitalismo</title>
         <author>mickhaillopes</author>
         <link>https://padlet.com/ysllannelucas/Bookmarks/wish/2196392404</link>
         <description><![CDATA[<div>Com base em Almeida, o texto “<strong><em>Desumanização da população negra: genocídio como princípio tácito do capitalismo’’ </em></strong>explana informações a respeito da forma como a politica no brasil mata a população negra e empobrecida, frente um contexto de desmonte da seguridade e num cenário onde não existem politicas reparadoras especificas para a população Preta no Brasil.<br><br></div><div>Com o processo de ‘libertação’ da mão de obra que foi escravizada o Brasil não promove a inserção dos individuo que foram brutalmente retirados de seu continente de origem e escravizados por gerações, a ausência da promoção de politicas reparadoras é vista hoje na realidade do genocídio de nossa juventude negra, o reflexo do racismo institucionalizado é diretamente refletido na quantidade de mortes violentas em nosso país, por vários fatores, por exemplo: Racismo estrutural e institucionalizado, a culpabilizando o individuo por sua condição social, o Estado se voltando a demanda das classes dominantes e deixando de promover politicas de reparação que são necessárias ao enfrentamento dessas mazelas sociais deixadas pelo período escravista no País e pôr fim a desresponsabilização do Estado jogando para a sociedade civil o peso de promover políticas de integração e reparação social.&nbsp; &nbsp;<br><br></div><div>Como resultado observamos que levantamentos de dados com relação à acesso a saúde, educação, ingresso no mercado de trabalho, renda, qualidade de vida, etc... a população negra tem os piores indicies e acessos a esses direitos e em contrapartida a população brasileira em sua maioria é Preta e um dos poucos indicies que superam pessoas brancas é um indicador negativo, sendo o de pessoas que são assassinadas pela polícia, uma vez que as políticas de ‘segurança’ não atendem as especificidades e nem melhoram os indicies de violência, apenas exterminam nossa juventude e precariza ainda mais a forma como essa parcela da população é tratada dentro da nossa sociedade.&nbsp;<br><br>Mickhail Lopes<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-23 19:06:17 UTC</pubDate>
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         <title>Desumanização da População Negra: Genocídio como princípio tácito do Capitalismo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ysllannelucas/Bookmarks/wish/2196560919</link>
         <description><![CDATA[<div>A cumplicidade do capitalismo com a desumanização de pessoas negras e indígenas escancara o que Ruth Gilmore<br>memora: "o capitalismo requer desigualdade, e o racismo o&nbsp;<br>consagra". Mais de 500 anos de sofreguidão regido intencionalmente<br>ao povo negro y indígena, impõe historicamente obstáculos&nbsp;<br>impostos pelo racismo que muito nos conecta ao letramento racial, pelo simples fato das questões raciais causarem dor em todas as camadas de nossas realidades. O racismo estruturante, mesmo passado mais de um século do processo politico, social e econômico de escravização, consegue ainda manter seu espirito e controle escravagista que é fomentado para nossa<br>desumanização. Falo 'nossa' porque escrevo a partir do meu lugar<br>de fala e re-existência, enquanto uma mulher negra, periferizada. O artigo nos faz o chamamento de perceber que reconhecer o racismo como determinante<br>para o modo de produção e existência capitalista exige de nós uma postura ética e primordial na luta antirracista. A autora aponta um panorama de como a comunidade negra é desumanizada em todos os campos da vida e em como o racismo institucional faz parte<br>de um estruturado processo de dominação e controles eurocêntricos disparados<br>em todos os indicadores de violências e desigualdades sociais, politicas, geográficas e espirituais no projeto de invisibilidade e genocídio. Historicamente a população negra luta pela efetiva plenitude de bem-viver e existir longe as violências raciais demarcadas em dados que são<br>nossos corpos, nossas subjetividades e que poderiam ser nossas vitórias. A ideologia dominante, através de todos os seus mecanismos de colonização alimenta e reproduz a lógica de inferioridade<br>para o "negro" brasileiro onde o racismo se sistêmico se apresenta pela cor da pele, quanto mais escura - mais fadado a perseguição se é. Como descrevo em uma canção autoral que se chama 'Preta Sim': Olha são mais de 500 anos de enganação, a Lei Aurea não nos libertou, por favor não nos iluda que o povo preto é vencedor'. As injustiças seguem e precisamos interseccionar as opressões sofridas pela comunidade negra da diáspora para que haja esperança, bem-viver e efetivação da reparação históricas que é nossa, por direito e ação!<br><br>Mariana Alves Alexandre</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-23 22:14:50 UTC</pubDate>
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         <title>Desumanização da população negra: genocídio como princípio tácito do capitalismo </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ysllannelucas/Bookmarks/wish/2196777920</link>
         <description><![CDATA[<div>Para a autora o racismo aparta multidões de africanos e seus descendentes do acesso aos direitos humanos, seja na África ou em qualquer parte do mundo.&nbsp;<br>E no Brasil não é diferente.&nbsp; O país que tem sua base estrutural composta por grande percentual de negros e&nbsp; mesmo depois da abolição da escravatura nunca se preocupou em criar meios de integrá-los&nbsp; a sociedade de forma igualitária, gerou desigualdades. Eles receberam a "liberdade"&nbsp; mas não tinham para onde ir, nem sequer o mínimo necessário para sua sobrevivência. Ficaram a margem da sociedade como muitos de seus descendentes ainda estão na contemporaneidade.&nbsp;<br>Para a autora, a população negra se encontra nos elevados percentuais de pobreza e indigência, o que dificulta ainda mais o acesso a&nbsp; oportunidades. A sua ausência em profissões de prestígio&nbsp; é&nbsp; notória e isso&nbsp; decorre de um processo historicamente excludente que relega os direitos aos negros. Nesse sentido, sua inserção no campo de trabalho se dar em pé de desigualdade em relação aos brancos.<br>Isso tem a ver com a&nbsp; questão racial que tem caráter político, pois expressa relações de poder e dominação,&nbsp; opera nas desigualdades sociais onde há o predomínio de uma classe sobre a outra, gerando profundas contradições que se materializam nas diversas expressões de violência contra a população negra. Entre elas a autora elenca os altos índices de violência policial, a segregação espacial, o desemprego, o genocídio da&nbsp; juventude negra pelo tráfico de drogas, etc.&nbsp;<br>No Brasil onde teoricamente não existe racismo, visto que esta é uma prática velada,&nbsp; a população negra sente na pele seus efeitos. A dita democracia racial brasileira permitiu que se reproduzissem as desigualdades raciais contra os grupos raciais, relegando-os aos empregos mais precários, a informalidade e servicos domésticos.<br>Mediante essa realidade, os movimentos negros se articularam e alcançaram alguns progressos no combate ao racismo como reparações históricas, mas contudo,&nbsp; não serviram para impedir a violência contra a população negra.<br>Dessa forma, &nbsp; é&nbsp; imprescindível que o governo crie políticas públicas inclusivas para essa classe tão marginalizada, para que de fato ocorra a garantia do acesso aos direitos sociais a população negra. É&nbsp; preciso também,&nbsp; romper com os estereótipos e os preconceitos que permeiam a sociedade e estão cristalizados no seio da sociedade capitalista, com a criação de políticas públicas redistributivas.<br><br>Maria Luciana da Silva Santos&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-24 01:49:00 UTC</pubDate>
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         <title>Desumanização da População Negra</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ysllannelucas/Bookmarks/wish/2196884191</link>
         <description><![CDATA[<div>O artigo apresenta reflexões sobre a desumanização da população negra, assim como sua experiência na Diáspora Negra como expressão da violência racial institucionalizada no Brasil. As estatísticas apresentadas mostram que existe uma grande diferença no que refere-se ao acesso e oportunidades entre a população negra e a população branca, pois há ausência de negros em profissões de prestígio, na política, na mídia etc. Os estudos dos indicadores também mostras carência com relação ao analfabetismo da população negra.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-24 02:53:13 UTC</pubDate>
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         <title>Desumanização da população negra</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ysllannelucas/Bookmarks/wish/2206936001</link>
         <description><![CDATA[<div>A autora nos leva a uma reflexão sobre o genocídio da população negra fazendo uma contextualização histórica até a atualidade sobre essa realidade injusta diante da população negra. O contexto histórico desse genocídio tem início com a colonização do Brasil, onde ao serem trazidos na condição de escravos, os negros eram tratados como animais, sendo aniquilado qualquer tipo de características humanas e culturais. A diáspora negra, imposta pelos europeus foi o início da desumanização da população negra, que se&nbsp; perpetuou ao longo da história. Mesmo após abolição em 1888, os negros se tornaram escravos do racismo, da falta de oportunidades e da marginalização.&nbsp;<br>O fato é que: a abolição, não aboliu. As sequelas disso, estão refletidas na contemporaneidade diante da violência empregada ao negro e isso é extremamente repulsivo e no Brasil ser negro e pobre é sentença de morte.&nbsp;<br>O Estado atua de forma totalmente repressora, deixando claro que ele defende os interesses da classe burguesa branca e isso fica claro em suas ações através da atuação da polícia em morros e favelas. A população negra é vítima de um racismo estrutural que não dispõem das mesmas oportunidades, que ocupam subempregos, que são vítimas da violência polícia da exclusão social e econômica.&nbsp;O pior reflexo do racismo, são os altos índices de violência que demonstram que o rascismo é fruto de uma sociedade elitista, que encaram esses números, apenas como números desconfigurando o caráter humano da população negra. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-01 03:32:23 UTC</pubDate>
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