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      <title>A SEGUNDA FASE DO MODERNISMO BRASILEIRO - 3ª SÉRIE C by SOLANGE MARIA CANUTO DE LIMA PINHEIRO</title>
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      <description>Principais autores e suas contribuições para a Literatura brasileira.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-05-21 18:42:51 UTC</pubDate>
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         <title>Carlos Drummond de Andrade</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>                                            BIOGRAFIA                                          Carlos Drummond de Andrade (1902–1987) foi um dos maiores poetas brasileiros do século XX. "No meio do caminho tinha uma pedra / tinha uma pedra no meio do caminho" é um trecho de um de seus poemas mais conhecidos.</p><p>Drummond foi também cronista e contista, mas foi na poesia que mais se destacou. Foi o poeta que melhor representou o espírito da <em>Segunda Geração Modernista</em>&nbsp;com uma poesia de questionamento em torno da existência humana. Carlos Drummond de Andrade nasceu em Itabira de Mato Dentro, interior de Minas Gerais, no dia 31 de outubro de 1902. Era filho dos proprietários rurais, Carlos de Paula Andrade e Julieta Augusta Drummond de Andrade. Iniciou seus estudos em sua cidade natal. Em 1916&nbsp;ingressou em um colégio interno em Belo Horizonte. Doente, regressou para Itabira, onde passou a ter aulas particulares.                                                                                                                     PRINCIPAIS OBRAS                  </p><ul><li><p>Tempo vida poesia (1986)</p></li><li><p>Moça deitada na grama (1987)</p></li><li><p>O avesso das coisas (1988)</p></li><li><p>Poesia errante (1988)</p></li><li><p>Autorretrato e outras crônicas (1989)</p></li><li><p>O amor natural (1992)</p></li><li><p>Farewell (1996)                                                                                   </p></li><li><p>SUAS  CONTRIBUIÇÕES  LITERÁRIAS                                <strong>Escreveu contos, crônicas, livros infantis e textos jornalísticos, mas foi por sua grande obra poética que Drummond destacou-se</strong>. Autor de lirismo único e inconfundível, colheu sua poesia de suas inquietações diante de um mundo caduco, recusando todas as respostas prontas e mergulhando em reflexões de tom existencial.                                                                                                    </p><p><br/></p></li><li><p>SINOPSE DE UMA OBRA                                                             Em Alguma Poesia, os temas giram em torno do autor como indivíduo e suas vivências e sentimentos sobre várias esferas de sua vida cotidiana, como amizades, família, juventude, infância, amores, etc. Em sua primeira obra, o autor reúne poemas que já tinham sido publicados em revistas, como o caso de “No meio do caminho”, entre outras, marcando o seu início com um certo reconhecimento no universo literário.</p><p><br/></p></li><li><p>EQUIPE: JONATAS NOGUEIRA DA SILVA,FRANCISCA LETICIA DA SILVA E ANTONIA LUDMILA MACIEL.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-22 13:31:26 UTC</pubDate>
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         <title>Murilo mendes  </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>BIOGRAFIA </p><p>Murilo Mendes (1901-1975) foi um poeta brasileiro. Fez parte do Segundo Tempo Modernista. Recebeu o Prêmio Graça Aranha com seu primeiro livro "Poemas". Participou do Movimento Antropofágico, que buscava uma vinculação com as origens do Brasil.</p><p>Murilo Monteiro Mendes nasceu em Juiz de Fora, em Minas Gerais, no dia 13 de maio de 1901. Iniciou seus estudos na sua terra natal. Entre 1912 e 1915&nbsp;estudou poesia e literatura. Em 1917 foi para Niterói e ingressou no Colégio Interno Santa Rosa, porém&nbsp;fugiu do colégio e se recusou a&nbsp;voltar.</p><p><br/></p><p><strong><em>   PRINCIPAIS OBRAS </em></strong></p><ul><li><p><strong><em>Bumba-meu-poeta </em>(1931)</strong></p></li><li><p><strong><em>História do Brasil</em> (1932)</strong></p></li><li><p><strong><em>O sinal de Deus</em> (1936)</strong></p></li><li><p><strong><em>A poesia em pânico</em> (1937)</strong></p></li><li><p><strong><em>O visionário</em> (1941)</strong></p></li><li><p><strong><em>As metamorfoses</em> (1944)</strong></p></li><li><p><strong><em>Mundo enigma</em> (1945)</strong></p></li><li><p><strong><em>O discípulo de Emaús</em> (1945)</strong></p></li></ul><p><br/></p><p><strong>     Suas contribuições literárias</strong></p><ul><li><p><strong><em>Poesia liberdade</em> (1947)</strong></p></li><li><p><strong><em>Janela do caos</em> (1949)</strong></p></li><li><p><strong><em>Contemplação de Ouro Preto</em> (1954)</strong></p></li><li><p><strong><em>Poesias</em> (1959)</strong></p></li><li><p><strong><em>Siciliana</em> (1959)</strong></p></li><li><p><strong><em>Tempo espanhol</em> (1959)</strong></p></li><li><p><strong><em>A idade do serrote</em> (1968)</strong></p></li><li><p><strong><em>Convergência</em> (1970)</strong></p></li><li><p><strong><em>Poliedro</em> (1972)</strong></p></li></ul><p><br/></p><p><strong>SINOPSIA DE UMA OBRA (ROMANCE)</strong></p><p>"É marcante, na obra de Murilo Mendes, a influência do catolicismo. Como se pode observar no poema “A destruição”, extraído do livro A poesia em pânico. Nesse poema, o eu lírico afirma que realizou o mal e não teve ânimo para fazer o bem. Declara a superioridade do amor, direcionado tanto ao culpado quanto ao inocente. Ainda, faz uma interlocução com Maria Madalena, considerada adúltera por alguns e prostituta por outros, segundo cada interpretação bíblica."</p><p><br/></p><p> <strong>VIDEOS </strong></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/wx0WouWkoMY"><strong>https://youtu.be/wx0WouWkoMY</strong></a></p><p><br/></p><p><strong>AUTORES </strong></p><p><strong>Rafael nogueira de melo </strong></p><p><strong>matheus silva </strong></p><p><strong>Gefferson kauan barreto da silva </strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-22 13:38:24 UTC</pubDate>
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         <title>Graciliano Ramos</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/solangepinheiro/srhgrhnrbaiw6xld/wish/3003393498</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Biografia:</strong></p><p>Graciliano Ramos (1892-1953) foi um dos maiores romancistas brasileiros. Foi considerado o mais importante ficcionista da Segunda Fase do Modernismo, ou Modernismo dos anos 30. Seus romances atingiram a maioridade literária da Geração Regionalista. Embora tratem de problemas sociais do Nordeste brasileiro, apresentam uma visão crítica das relações humanas, que as tornam de interesse universal.</p><p><br/></p><p><strong>Principais Obras:</strong></p><ul><li><p> Caetés (1933)</p></li><li><p>Vidas Secas (1938)</p></li><li><p>São  Bernardo (1934)</p></li><li><p>Angústia (1936)</p></li><li><p>A Terra dos Meninos Pelados (1939)</p></li><li><p>Brandão Entre o Mar e o Amor (1942)</p></li><li><p>Histórias de Alexandre (1944)</p></li><li><p>Infância (1945)</p></li></ul><p><br/></p><p><strong>Contribuições Literárias:</strong></p><p>publicou livros voltados para o público infantil, além de contos, crônicas e obras memorialistas. A mais conhecida destas é Memórias do Cárcere (1953), publicada postumamente, que registra o período de quase um ano em que esteve preso pelo governo Getúlio Vargas, entre 1936 e 1937.</p><p><br/></p><p><strong>Sinopse (Vidas Secas)</strong></p><p>Nele, Graciliano retrata a vida de uma família de retirantes com sua cachorra e papagaio. Nesse romance, o escritor traça a figura do sertanejo, explorando temas como a miséria e a seca do nordeste.</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=JlqbVfhydz0"><br><strong>Documentário sobre Graciliano Ramos</strong></a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=JlqbVfhydz0"><strong>YouTube</strong></a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com"><strong>https://www.youtube.com</strong></a><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=JlqbVfhydz0"><strong> › watch</strong></a></p><p><br/></p><p><strong>Equipe:</strong></p><p>Karyanne Pinheiro Ferreira</p><p>Xayane da Silva </p><p>Cibelle Medeiros</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-22 13:39:28 UTC</pubDate>
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         <title>Cecília Meireles</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/solangepinheiro/srhgrhnrbaiw6xld/wish/3003399248</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Biografia:</strong></p><p>Cecília Meireles (1901-1964) foi uma poetisa, professora, jornalista e pintora brasileira. Foi a primeira voz feminina de grande expressão na literatura brasileira, com mais de 50 obras publicadas. Com 18 anos estreou&nbsp;na literatura com o livro "Espectros".</p><p>Participou do grupo literário da Revista Festa, grupo católico, conservador. Dessa vinculação herdou a tendência espiritualista que percorre seus trabalhos com frequência. Embora mais conhecida como poetisa, deixou contribuições no domínio do conto, da crônica, da literatura infantil e do folclore.</p><p>Cecília Benevides de Carvalho Meireles&nbsp;nasceu no Rio de Janeiro no dia 7 de novembro de 1901. Perdeu o pai poucos meses antes de seu nascimento, e a mãe, logo depois de completar 3 anos. Foi criada por sua avó materna, a portuguesa Jacinta Garcia Benevides.</p><p><br/></p><p><strong>Principais Obras:</strong></p><ul><li><p>Espectros (1919)</p></li><li><p>Criança, meu amor (1923)</p></li><li><p>Nunca <strong>mais</strong> (1923)</p></li><li><p>Poema dos poemas (1923)</p></li><li><p>Baladas para el-rei (1925)</p></li><li><p>O espírito vitorioso (1929)</p></li><li><p>Saudação à menina de Portugal (1930)</p></li><li><p>Batuque, samba e macumba (1933)</p></li></ul><p><br/></p><p><strong>Contribuições Literárias:</strong></p><p>Escreveu poemas e livros para crianças e livros didáticos adotados em escolas, sua atuação de educadora e escritora envolvida com questões da infância foi importante no desenvolvimento da literatura infantil brasileira e nas discussões acerca educação da criança.</p><p><br/></p><p><strong>Sinopse de uma obra:</strong></p><p><strong>Ou isto ou aquilo</strong></p><p>O tema do livro é que a vida é feita de escolhas e estas muitas vezes são difíceis de resolver, o cotidiano marcado pela dúvida e pela dificuldade de decisão é poetizado. A poesia em Ou isto ou aquilo usa recursos de aliteração, assonância, paranomásia, alternâncias vocálicas e outras figuras fônicas.</p><p><br/></p><p><strong>Link do Video:</strong></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/KqTonGAz5wo?si=rHoCRxJGO2zy9UjT">https://youtu.be/KqTonGAz5wo?si=rHoCRxJGO2zy9UjT</a></p><p><br/></p><p><strong>Autores:</strong></p><p>Antônio Iale Pinheiro de Oliveira</p><p>Eric Vinicius Pinheiro Silva</p><p>Gérvila Souza de Oliveira</p><p>Maria Carla Drielly Lima de Oliveira</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-22 13:43:49 UTC</pubDate>
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         <title>Jorge de Lima </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/solangepinheiro/srhgrhnrbaiw6xld/wish/3003399483</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Jorge de Lima foi um escritor alagoano do modernismo brasileiro. Seus poemas apresentam traços do surrealismo, influência católica e elementos da cultura afro-brasileira.</strong></p><p><br></p><p>Nasceu em 23 de abril de 1893, em União dos Palmares, Alagoas. Mais tarde, foi estudar em Maceió. Em seguida, ingressou na faculdade de Medicina, no estado da Bahia. Além disso, foi deputado estadual em Alagoas, vereador e professor universitário no Rio de Janeiro, e também exerceu a medicina.</p><p>O autor, que faleceu em 15 de novembro de 1953, no Rio de Janeiro, fez parte da segunda fase do <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.portugues.com.br/literatura/modernismo-brasileiro.html"><strong>modernismo brasileiro</strong></a>.</p><p><br></p><p><strong>Obras de Jorge de Lima</strong></p><ul><li><p><em>XIV alexandrinos</em> (1914) — poesia</p></li><li><p><em>Poemas</em> (1927) — poesia</p></li><li><p><em>Salomão e as mulheres</em> (1927) — romance</p></li><li><p><em>Novos poemas </em>(1929) — poesia</p></li><li><p><em>Poemas escolhidos </em>(1932) — poesia</p></li><li><p><em>O anjo</em> (1934) — romance</p></li></ul><p><br></p><p><strong><em>Contribuições</em></strong> </p><p><br></p><blockquote><p><strong>Jorge de Lima</strong>, conhecido como “príncipe dos poetas alagoanos”, <strong>foi</strong> um escritor modernista. Além disso, ele trabalhou como artista plástico, professor e médico. Pertencente à segunda fase do modernismo no Brasil, também chamada de “fase de consolidação”, <strong>Jorge de Lima</strong> teve grande destaque na poesia de 30.</p></blockquote><p><br></p><p><strong><em>Quichimbi sereia negra </em></strong></p><p><br></p><p>No poema “Quichimbi sereia negra”, do livro <em>Poemas negros</em>, o <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.portugues.com.br/literatura/eu-lirico.html"><strong>eu lírico</strong></a> descreve Quichimbi, uma “sereia negra”. Assim, <strong>evidencia e valoriza a cultura afro-brasileira</strong>. Além disso, o poema utiliza versos brancos, isto é, metrificados (redondilhas maiores) e com ausência de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.portugues.com.br/literatura/rimas-pobres-ricas-raras.html"><strong>rimas</strong></a>:</p><p><br></p><p>Quichimbi sereia negra<br>bonita como os amores<br>que tem partes de chigonga<br>não tem cabelos no corpo,<br>é lisa que nem muçum,<br>é ligeira que nem buru<br>não tem matungo e é donzela,<br>ao mesmo tempo pariu<br>jurará sem urucaia.<br>Quichimbi vive nas ondas<br>coberta de espuma branca,<br>dormindo com o boto azul,<br>conservando a virgindade<br>tão difícil de sofrer.</p><p><br></p><p><strong><em>link de video para estudos:</em></strong></p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=-kWbI6uYvDk">https://www.youtube.com/watch?v=-kWbI6uYvDk</a></p><p><br></p><p><strong><em>equipe:</em></strong></p><p><strong><em>Luiz Gustavo </em></strong></p><p><strong><em>Camila do Nascimento </em></strong></p><p><strong><em>Iuri Bezerra </em></strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-22 13:44:02 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Vinicius de Moraes</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/solangepinheiro/srhgrhnrbaiw6xld/wish/3003400812</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Biografia</strong> </p><p>Vinicius de Moraes (1913-1980) foi um poeta e um dos maiores compositores da música popular brasileira, além de ter sido um dos fundadores da Bossa Nova - um movimento musical surgido nos anos 50. Foi também dramaturgo e diplomata.</p><p>Entre os seus maiores sucessos está "Garota de Ipanema" que teve a letra escrita por Vinicius e a canção composta por Tom Jobim, em 1962. </p><p>Marcus Vinicius Melo Morais, conhecido como Vinicius de Moraes, nasceu no Rio de Janeiro, no dia 19 de outubro de 1913. Filho do funcionário público e poeta Clodoaldo Pereira da Silva e da pianista Lídia Cruz, desde cedo já mostrava interesse por poesia.</p><p>Ingressou no colégio jesuíta Santo Inácio onde fez os estudos secundários. Entrou para o coral da igreja, quando  desenvolveu suas habilidades com a música. Em 1928 começou a fazer as primeiras composições musicais. </p><p><br></p><p><strong>Principais Obras</strong></p><p>O caminho para a distância (1933)</p><p>Forma e exegese (1935)</p><p>Ariana, a mulher (1936)</p><p>Novos poemas (1938)</p><p>Cinco elegias (1943)</p><p>Poemas, sonetos e baladas (1946)</p><p>Pátria minha (1949)</p><p>Antologia poética (1954)</p><p>Livro de sonetos (1957)</p><p>Novos poemas II (1959)</p><p>O mergulhador (1968)</p><p>A arca de Noé (1970)</p><p>Poemas esparsos (2008)</p><p><br></p><p><strong>Suas Contribuições Literárias</strong></p><p>Herdeiro direto do projeto modernista, o autor misturou a forma clássica do soneto às notas do samba, adaptou personagens do teatro grego à realidade brasileira do século XX e participou diretamente do movimento da bossa nova, sempre preocupado com a consolidação de uma arte e de uma tradição artística brasileiras.</p><p><br></p><p><strong>Sinopse</strong></p><p>Caminho Para a Distância </p><p>Ao reunir cartas, letras, poemas e crônicas, o livro mostra as múltiplas facetas do amor de Vinicius de Moraes. Com organização do poeta Eucanaã Ferraz, Todo amor reúne mais de cem fragmentos - entre cartas, crônicas, poemas e letras de canção - que formam um painel admirável e apaixonante.</p><p><br></p><p><strong>'Onde Anda Você'</strong> - Vinicius de Moraes</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/Gb5sbORA62w?si=2K_ER7ohiIfQeo0c">https://youtu.be/Gb5sbORA62w?si=2K_ER7ohiIfQeo0c</a></p><p><br></p><p><br></p><p>Equipe: Ana Beatriz Pinheiro Costa, Catarina Lopes de Oliveira, Clegiane Silva de Oliveira</p><p> </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-22 13:45:02 UTC</pubDate>
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         <title>JORGE AMADO</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Jorge Amado (1912-2001) foi um escritor brasileiro, um dos maiores representantes da ficção regionalista que marcou o Segundo Tempo Modernista. Sua obra é baseada na exposição e análise realista dos cenários rurais e urbanos da Bahia.</p><p>Traduzido para mais de trinta idiomas e detentor de inúmeros e importantes prêmios, o escritor teve vários de seus trabalhos adaptados para a televisão e o cinema, entre eles,&nbsp;"Dona Flor e Seus&nbsp;Dois Maridos" e "Gabriela Cravo e Canela".</p><p><br/></p><p><strong>                PRINCIPAIS OBRAS</strong></p><ul><li><p>O País do Carnaval, 1931</p></li><li><p>Cacau, 1933</p></li><li><p>Suor, 1934</p></li><li><p>Jubiabá, 1935</p></li><li><p>Mar Morto, 1936</p></li><li><p>Capitães de Areia, 1937</p></li><li><p>A Estrela do Mar, poesia, 1938</p></li><li><p>Terras do Sem-Fim, 1943</p></li><li><p>O Amor do Soldado, 1944</p></li><li><p>São Jorge dos Ilhéus, 1944</p></li><li><p>Bahia de Todos os Santos, 1944</p></li><li><p>Seara Vermelha, 1945</p></li><li><p>O Mundo da Paz, 1951</p></li><li><p>Os Subterrâneos da Liberdade, 1954</p></li><li><p>Gabriela Cravo e Canela, 1958</p></li><li><p>Os Velhos Marinheiros, 1961</p></li><li><p>Os Pastores da Noite, 1964</p></li><li><p>Dona Flor e Seus Dois Maridos, 1966</p></li><li><p>Tenda dos Milagres, 1969</p></li><li><p>Teresa Batista Cansada de Guerra, 1972</p></li><li><p>Tieta do Agreste, 1977</p></li><li><p>Farda Fardão Camisola de Dormir, 1979</p></li><li><p>O Menino Grapiúna, 1981</p></li><li><p>Tocaia Grande, 1984</p></li><li><p>O Sumiço da Santa: Uma História de Feitiçaria, 1988</p></li><li><p>Navegação de Cabotagem, 1992</p></li><li><p>A Descoberta da América pelos Turcos, 1994</p></li><li><p>O Milagre dos Pássaros, 1997</p></li></ul><p><br/></p><p>     <strong>SUAS CONTRIBUIÇÕES LITERARIAS</strong></p><p>Nascido em 10 de agosto de 1912, em Itabuna, Brasil, as obras de <strong>Jorge Amado</strong> deixaram uma marca indelével na <strong>literatura brasileira</strong>. Com seu estilo único de contar histórias, personagens vívidos e profundidade emocional, as obras de <strong>Jorge Amado</strong> continuam a cativar os leitores até hoje.</p><p><br/></p><p>          <strong> SINOPSE DE UMA OBRA</strong></p><p><em>O país do Carnaval</em> é o primeiro romance de Jorge Amado, escrito quando ele tinha apenas dezoito anos. O livro foi publicado pela editora Schmidt em 1931, mesmo ano em que o autor ingressou na faculdade de direito no Rio de Janeiro. Antes de <em>O país do Carnaval</em>, Jorge Amado publicara os poemas de <em>A luva</em> e a novela <em>Lenita</em>, mas por opção do próprio escritor esses trabalhos não foram incluídos na relação de suas obras completas.</p><p><br/></p><p><strong>EQUIPE: </strong></p><p>Ana Júlia Lima da Silva</p><p>Lorhanny Ferreira Lima</p><p>Roberta Jamile Aquino do Nascimento</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-22 13:48:54 UTC</pubDate>
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         <title>Rachel de Queiroz</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>BIOGRAFIA </strong></p><p>Rachel de Queiroz (1910-2003) foi uma escritora brasileira. A primeira mulher a entrar para a Academia Brasileira de Letras e a primeira mulher a receber o Prêmio Camões. Foi também jornalista, tradutora e teatróloga. Seu primeiro romance, "O Quinze", ganhou o prêmio da Fundação Graça Aranha. O romance "Memorial de Maria Moura" foi transformado em minissérie para televisão.</p><p><strong><em>Infância e Adolescência</em></strong></p><p>Rachel de Queiroz nasceu em Fortaleza, Ceará, no dia 17 de novembro de 1910. Filha de Daniel de Queiroz Lima e Clotilde Franklin de Queiroz, é parente, pelo lado materno, da família de José de Alencar. Com 45 dias de nascida, a família mudou-se para a Fazenda Junco, em Quixadá, uma propriedade da família.</p><p>Em 1913, Raquel voltou para Fortaleza, onde seu pai foi nomeado promotor. Em 1917&nbsp;a família foi morar no Rio de Janeiro procurando fugir de uma grave seca, que desde 1915 atingia a região Nordeste. Em 1919 retornam para Fortaleza e, em 1921, Rachel de Queiroz ingressa&nbsp;no Colégio Imaculada Conceição, diplomando-se professora&nbsp;em 1925, com apenas 15 anos. &nbsp;</p><p>Em 1927&nbsp;com o pseudônimo de Rita de Queluz, Raquel escreve uma carta para o jornal “O Ceará”, promotor do evento, ironizando o concurso de Rainha dos Estudantes.</p><p>Com o sucesso da carta que enviou, Rachel foi convidada para colaborar com o jornal,&nbsp;passou a organizar a página literária&nbsp;e publicou o folhetim “História de um Nome”. Nessa época, passou a lecionar História&nbsp;como professora substituta no colégio Imaculada Conceição.</p><p><br></p><p><strong>OBRAS</strong></p><p>Rachel de Queiroz tem uma vasta produção literária, que envolve romances, peças de teatro, livros infantojuvenis e crônicas. Suas principais publicações são:</p><ul><li><p><em>O quinze</em> (1930)</p></li><li><p><em>João Miguel</em> (1932)</p></li><li><p><em>Caminho de Pedras</em> (1937)</p></li><li><p><em>As três Marias</em> (1939)</p></li><li><p><em>A donzela e a moura torta</em> (1948)</p></li><li><p><em>Lampião</em> (1953)</p></li><li><p><em>A beata Maria do Egito</em> (1957)</p></li><li><p><em>100 crônicas escolhidas</em> (1958)</p></li><li><p><em>O brasileiro perplexo</em> (1964)</p></li><li><p><em>O caçador de tatu</em> (1967)</p></li><li><p><em>O menino mágico</em> (1967)</p></li><li><p><em>Dora, Doralina</em> (1975)</p></li><li><p><em>As menininhas e outras crônicas</em> (1976)</p></li><li><p><em>O jogador de sinuca e mais historinhas</em> (1980)</p></li><li><p><em>O galo de ouro</em> (1985)</p></li><li><p><em>Cafute e pena-de-prata</em> (1986)</p></li><li><p><em>Memorial de Maria Moura</em> (1992)</p></li><li><p><em>As terras ásperas</em> (1993)</p></li><li><p><em>Teatro</em> (1995)</p></li><li><p><em>Falso mar, falso mundo</em> (2002)</p><p><br></p></li></ul><p><strong>SUAS CONTRIBUIÇÕES LITERÁRIAS </strong></p><p>Rachel de Queiroz escreveu durante mais de meio século, e suas obras, a depender da época, apresentam algumas características que podem ser ressaltadas. No começo da carreira de escritora, principalmente no seu romance inaugural, <em>O Quinze</em>, nota-se uma forte <strong>tendência</strong> <strong>modernista</strong> <strong>regionalista</strong>, ou seja, a autora denuncia, em seu romance, a seca, a miséria e a sujeição dos mais pobres diante da ganância dos ricos.</p><p>A obra, inclusive, traz traços autobiográficos, já que a autora também se retirou com sua família do Ceará para o Rio de Janeiro, durante a forte seca que assolou o Nordeste brasileiro no ano de 1915.</p><p>Além do regionalismo, a autora também escreveu obras com forte <strong>teor</strong> <strong>político</strong>-<strong>partidário</strong>, caso do romance <em>Caminho de Pedras</em>, e, em outros casos, produziu livros com uma perspectiva mais <strong>intimista</strong> e <strong>psicológica</strong>, como em <em>As três marias.</em></p><p><br></p><p><strong>SINOPSE DA OBRA </strong></p><ul><li><p><strong><em>O quinze</em>, de Rachel de Queiroz</strong></p></li></ul><p>"O quinze" é um romance da escritora cearense Rachel de Queiroz. Ele conta a história de um casal de retirantes durante a seca de 1915, uma das piores da história nordestina. O quinze é um dos livros mais famosos de Rachel de Queiroz e conta a história de Chico Bento e Cordulina, um casal de retirantes que foge da seca de 1915, no sertão nordestino. Assim, o narrador mostra a realidade miserável em que vivem esses personagens. Mas também relata a história de amor entre os primos Conceição e Vicente, separados em função da seca.</p><p>Pertencente à segunda fase do modernismo brasileiro, a obra possui caráter regionalista e determinista, além de realismo social. É dividida em 26 capítulos, apresenta narrador onisciente e está inserida no contexto da República Velha, em que vigorou a política do café com leite e o coronelismo.</p><p><br></p><p><strong>VIDEO </strong></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=zzCoEwnI-Ek">https://www.youtube.com/watch?v=zzCoEwnI-Ek</a></p><p><br></p><p><strong>INTEGRANTES </strong></p><p>MARIA GABRIELA SANTOS FREIRES </p><p>MARIA EDUARDA DA SILVA BRAZ </p><p>TAINARA RODRIGUES MAIA </p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-22 13:50:13 UTC</pubDate>
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         <title>José Lins do Rêgo Cavalcanti</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/solangepinheiro/srhgrhnrbaiw6xld/wish/3003415894</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>BIOGRAFIA</p><p><br/></p><p>José Lins do Rego nasceu em 03 de junho de 1901, em Pilar, no estado da Paraíba, no engenho Corredor. No mesmo ano, perdeu a mãe, a qual, antes de falecer, pediu que a criança não fosse criada com o seu pai. Assim, os avós ficaram responsáveis pela educação do menino, enquanto o pai, João do Rego Cavalcanti, morava em outra fazenda.</p><p>A tia Maria era quem cuidava do menino no engenho Corredor. Quando ela morreu, o escritor foi estudar, em regime de internato, no Instituto Nacional do Carmo, na cidade de Itabaiana. Em seguida, estudou no colégio diocesano Pio X, em João Pessoa, e no Instituto Carneiro Leão e no Ginásio Pernambucano, em Recife. Em 1920, começou o curso de Direito nessa cidade, enquanto escrevia para alguns periódicos.</p><p>Quatro anos depois, casou-se com Filomena Massa. No ano seguinte, tornou-se promotor em Manhuaçu, no estado de Minas Gerais, mas logo abandonou o cargo, e se mudou para Maceió. Ali, começou a trabalhar como fiscal de bancos, em 1926, e escreveu o romance Menino de engenho, publicado em 1932. Três anos depois, em 1935, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde trabalhou como fiscal do imposto de consumo.</p><p>Em 1953, pretendia visitar uma de suas filhas, que morava nos Estados Unidos, porém, devido ao macartismo, seu visto foi negado, pois as autoridades do país o consideravam simpatizante do comunismo. Dois anos depois, ingressou na Academia Brasileira de Letras. Morreu em 12 de setembro de 1957, no Rio de Janeiro.</p><p><br/></p></li><li><p>PRINCIPAIS OBRAS</p><p><br/></p></li><li><p><em>Menino de engenho</em> (1932)</p></li><li><p><em>Doidinho</em> (1933)</p></li><li><p><em>Banguê</em> (1934)</p></li><li><p><em>O moleque Ricardo</em> (1935)</p></li><li><p><em>Usina</em> (1936)</p></li><li><p><em>Histórias da velha Totônia</em> (1936)</p></li><li><p><em>Pureza</em> (1937)</p></li><li><p><em>Pedra bonita</em> (1938)</p></li><li><p><em>Riacho doce</em> (1939)</p></li><li><p><em>Água-mãe</em> (1941)</p></li><li><p><em>Gordos e magros</em> (1942)</p></li><li><p><em>Fogo morto</em> (1943)</p></li><li><p><em>Poesia e vida</em> (1945)</p></li><li><p><em>Eurídice</em> (1947)</p></li><li><p><em>Bota de sete léguas</em> (1951)</p></li><li><p><em>Homens, seres e coisas</em> (1952)</p></li><li><p><em>Cangaceiros</em> (1953)</p></li><li><p><em>A casa e o homem</em> (1954)</p></li><li><p><em>Roteiro de Israel</em> (1955)</p></li><li><p><em>Meus verdes anos</em> (1956)</p></li><li><p><em>Gregos e troianos</em> (1957)</p></li><li><p><em>Presença do Nordeste na literatura brasileira</em> (1957)</p></li><li><p><em>O vulcão e a fonte</em> (1958)</p></li></ul><p><br/></p><ul><li><p>CONTRIBUIÇÕES LITERÁRIAS</p></li></ul><p><br/></p><p>José Lins do Rego é reconhecido por suas significativas contribuições para a literatura brasileira, em especial por sua representação autêntica e sensível da vida no nordeste do Brasil. Suas principais contribuições literárias incluem:</p><p>1. <em>Realismo Regionalista:</em> Lins do Rego foi um dos precursores do realismo regionalista na literatura brasileira, destacando-se por retratar com detalhes a vida e as tradições do nordeste, especialmente a realidade dos engenhos de cana-de-açúcar.</p><p>2. <em>Ciclo da Cana-de-Açúcar:</em> Sua série de romances "Ciclo da Cana-de-Açúcar" oferece uma visão profunda das relações sociais, econômicas e familiares que permeiam a vida nos engenhos, contribuindo para uma compreensão mais ampla da cultura nordestina.</p><p>3. <em>Retrato da Infância e Adolescência:</em> Lins do Rego também se destacou ao retratar de forma sensível e cativante a infância e adolescência em suas obras, criando personagens e situações que ressoam com o leitor.</p><p>4. <em>Análise Social e Econômica:</em> Através de suas narrativas, o autor oferece uma análise perspicaz das dinâmicas sociais e econômicas que moldam a vida no nordeste brasileiro, abordando questões como poder, exploração e transformação.</p><p>Através de sua escrita envolvente e perspicaz, José Lins do Rego deixou um legado duradouro na literatura brasileira, enriquecendo-a com suas representações autênticas e humanas da região nordeste e suas complexidades.</p><p><br/></p><ul><li><p>Fogo Morto</p></li></ul><p><br/></p><p>Publicado em 1943, "Fogo Morto", <strong>é uma contundente visão do processo de mudanças sociais e econômicas do Nordeste brasileiro</strong>. O título refere-se à transformação do Engenho Santa Fé, localizado na zona da mata da Paraíba, de núcleo de poder econômico a pólo de miséria, com o apagar definitivo de suas fornalhas.</p><p><br/></p><ul><li><p>Autores</p></li></ul><p>Ana Luiza Pires Nogueira</p><p>Erica Michele Lima Pinheiro </p><p>Francisco Lindembergues Ferreira Júnior</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-22 13:55:43 UTC</pubDate>
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