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      <title>Relações étnicos raciais e educação by Simone Vergaças</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-03-19 23:02:58 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>svergacas</author>
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         <description><![CDATA[<p>Olá, sou Simone, moradora de Duque de Caxias.</p><p>Concluí o ensino médio através do Exame Nacional para Certificação  de Competências de Jovens e Adultos (ENCCEJA) no ano de 2023.</p><p>Meu interesse pela educação surgiu com o ingresso das minhas filhas na universidade pública, com muitas dúvidas e dificuldades em entender os editais e a burocracia principalmente na juntada de documentos, veio então a vontade de ajudar outros estudantes nesse processo, principalmente os estudantes oriundos de escola pública e baixa renda.</p><p>Minha filha mais nova, que cursa pedagogia, com um olhar mais atento enxergou em mim o gosto pela educação, desde então ela vem me incentivando a buscar novos caminhos nessa área.</p><p>Em 2024, fui aluna do pré vestibular social Re(existir) que funciona no prédio da Faculdade de Educação da Baixada Fluminense (FEBF), prestei o vestibular e hoje me encontro no primeiro período de pedagogia na UERJ/FEBF. </p><p>Sempre focada em ajudar outras pessoas a conquistar seu espaço na universidade, hoje faço parte da coordenação do pré vestibular social que me fez chegar até aqui.</p><p>É com muita honra e muita grata pela oportunidade que me foi dada, que espero contribuir para que mais pessoas possam realizar seus sonhos, que todos tenham a oportunidade de vivenciar a vida acadêmica, que ocupem todos os espaços das universidades sem distinção de idade, raça, classe social ou gênero.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-20 00:06:12 UTC</pubDate>
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         <title>Agradecimentos</title>
         <author>svergacas</author>
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         <description><![CDATA[<p>Quero aqui deixar registrado os meus mais sinceros agradecimentos a todos que de alguma forma contribuíram para que eu chegasse até aqui.</p><p>Ao meu esposo, grande apoiador e incentivador que sempre acreditou no meu potencial, até mesmo nos momentos em que nem eu acreditava.</p><p>As minhas filhas, por dividir comigo com muita paciência seus conhecimentos.</p><p>Ao pré vestibular Re(existir) “Coordenação e professores” por ter me dado a oportunidade de estar preparada para encarar o vestibular e conquistar a minha aprovação. </p><p><br></p><p>Gratidão!</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-20 03:36:17 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>svergacas</author>
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         <description><![CDATA[<p>O Brasil é inegavelmente um país racista, apesar da lei 10.639/2003 que obriga a todas as escolas do Brasil o ensino da história e cultura afro-brasileira na educação básica, na prática isso não acontece. Ainda vemos nos dias atuais um certo esforço pelo apagamento da história e cultura dos povos originários e africanos.</p><p>O racismo nas escolas pode se dar de diversas formas como a estigmatização do negro na sala de aula, a forma como se referem aos negros nos livros e também através do racismo velado.</p><p>A violência contida no racismo, principalmente, nas fases inicias da alfabetização pode se perpetuar pela vida inteira trazendo danos irreversíveis, gerando uma série de conflitos como agressividade, ansiedade, problemas de socialização, rejeição da própria imagem e até mesmo o abandono do ambiente escolar.</p><p>É papel fundamental da escola reconhecer o racismo como um problema social, promover debates sobre o respeito as diferenças como tamanho, cabelo e cor da pele, ouvir e acolher alunos que sofrem racismo e promover palestras com os pais com a intenção de reverberar para a sociedade os impactos negativos de como o preconceito a diversidade pode influenciar as crianças na vida adulta.</p><p><br></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-20 19:08:48 UTC</pubDate>
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         <title>Conceito de cultura</title>
         <author>svergacas</author>
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         <description><![CDATA[<p>O  conceito de cultura abordado pela autora é amplo, que se refere ao conjunto de conhecimentos, costumes, culinária, arte, crenças, objetos físicos, lendas e tradições de um grupo social ou qualquer outra capacidade adquirida pela homem.</p><p>A cultura está em constante renovação, com a chegada das novas tecnologias, estudos e ideias que trazem elementos novos para as pessoas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-20 20:31:32 UTC</pubDate>
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         <title>Questão a partir do texto</title>
         <author>svergacas</author>
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         <description><![CDATA[<p>Como a escola pode alcançar a sociedade além da sala de aula na desconstrução da estereotipização?</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-20 22:06:45 UTC</pubDate>
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         <title>Situação do cotidiano</title>
         <author>svergacas</author>
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         <description><![CDATA[<p>Quando cursei o ensino fundamental 2, presenciei uma cena na qual me vez refletir sobre a forma de como muitas vezes relacionamos a cor da pele para identificar um indivíduo.</p><p>Estava eu e uma amiga conversando sobre as meninas chatas da escola, havia próximo a nós 3 meninas em pé 1 branca e 2 pardas e 1 menina preta sentada com um livro na mão. Quando eu a questionei de qual das meninas daquele grupo ela se referia, veio a resposta, "aquela neguinha", essa resposta me fez refletir em como nos acostumamos a enxergar no outro o que está ali na nossa cara, sem levar em consideração coisas muito mais relevantes como ser a única sentada e com um livro na mão. </p><p>Erroneamente minha amiga usou a cor da pele para indicar de qual menina se referia, não sei se na intenção de diminuí-la ou se simplesmente por já ser um costume enraizado na sociedade.</p><p>Devemos nos policiar e fazer um trabalho diário na desconstrução da estereotipagem com o objetivo de enxergar no outro coisas muito mais relevantes e não simplesmente suas características físicas.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-21 02:17:43 UTC</pubDate>
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         <title>Histórico da educação de negros no Brasil</title>
         <author>svergacas</author>
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         <description><![CDATA[<p>A educação no Brasil é criada a partir de referências eurocentradas.</p><p>Durante muito tempo negros e indígenas ficaram excluídos da educação, tendo sua cultura silenciada pelo modelo cristão.</p><p>Em 1854, o Decreto n° 1.331, conhecido como reforma Couto Ferraz, tornou gratuito o acesso de negros às escolas primárias e secundárias, mas não admitiu escravos. Os negros alforriados além de ter que provar judicialmente sua condição de livre, só estudavam se houvesse tempo. O horário reservado era o noturno e dependiam da disponibilidade dos professores.</p><p>Com o Decreto Nº 7.031 de 06 de setembro de 1876, foi feito uma reforma no ensino primário e secundário. O documento estabeleceu a obrigatoriedade do ensino dos 7 aos 14 anos e excluiu a proibição de escravos frequentarem as escolas públicas e privadas.</p><p>"Alguns estudos nos revelam que a educação dos negros ficou a cargo das Confrarias Negras. Seriam eles os empenhadores de uma educação e escolarização.</p><p>Porém, o pesquisador Luiz Alberto Oliveira Gonçalves desmonta essa teoria, alertando-nos de que esta emancipação educacional através destas confrarias não aconteceu; talvez outra alienação, nutrindo de perversidade a noção de sociedade furtada das senzalas, bem como a tentativa de apagamento de qualquer resquício de ancestralidade Africana."(FERREIRA,2021,p.12)</p><p>Quem se interessou pela conversão do povo negro foi a igreja, com a intenção de colocar homens e mulheres negras na redoma cristã. O Cristianismo reforçou as políticas colonialista. </p><p>Entre os anos de 1920 e 1930, iniciasse um pequeno sistema de educação pública sendo gerido pelo Estado, onde começa então o processo de escolarização das pessoas negras.</p><p>A partir do século XX, os movimentos negros ganhavam força e reivindicavam melhores condições de vida para a população negra, combate ao racismo e a segregação racial.  </p><p>A Constituição de 1988, conhecida como a Constituição cidadã, determina que a prática do racismo no Brasil passa a ser crime inafiançável.</p><p>Em 2003 foi promulgada a Lei 10.639 que torna obrigatório o ensino de história e cultura africana e afro-brasileira nas escolas do Brasil. No entanto, essa Lei não é cumprida em todas as escolas.</p><p>Em 2008 a Lei foi alterada para 11.645 incluindo o ensino da história e cultura indígena no Brasil.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-04 18:46:04 UTC</pubDate>
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         <title>Máscaras africanas.</title>
         <author>svergacas</author>
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         <description><![CDATA[<p> As máscaras são tradições dos povos africanos há milhares de anos. Acredita-se que desde o&nbsp;Período Paleolítico, que se iniciou há cerca de 2,5 milhões de anos, as máscaras são utilizadas pelos povos da região.</p><p> As máscaras têm importantes significados religiosos e espirituais. Elas são utilizadas em rituais (geralmente por homens) e servem para estabelecer a&nbsp;conexão com os ancestrais<strong>&nbsp;</strong>e outros seres divinos.</p><p> Os rituais são acompanhados por músicas cantadas e tocadas em instrumentos tradicionais e com danças. Além das máscara, os trajes que cobrem o corpo servem para preservar a identidade da pessoa e garantir que a essência do espírito seja captada.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-24 22:38:46 UTC</pubDate>
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         <title>Máscara Dan</title>
         <author>svergacas</author>
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         <description><![CDATA[<p><br></p><p>  O povo Dan, também conhecido como Mano-Dan ou Yacouba, é um&nbsp;grupo étnico Mande que habita a região noroeste da Costa do Marfim e áreas vizinhas na Libéria.&nbsp;Com cerca de 700.000 membros, a maior concentração deste povo encontra-se na cidade de Man, na Costa do Marfim.&nbsp;</p><p><br></p><p>        <strong>Características Principais:</strong></p><ul><li><p><strong>Localização:</strong>&nbsp;A região noroeste da Costa do Marfim e áreas adjacentes na Libéria.&nbsp;</p></li><li><p><strong>Língua:</strong>&nbsp;A língua Dan pertence ao ramo sul do subgrupo Mande da família linguística Níger-Congo.&nbsp;</p></li><li><p><strong>Cultura:</strong>&nbsp;A cultura Dan é rica em tradições e práticas rituais, incluindo o uso de máscaras em cerimônias.&nbsp;</p></li><li><p><strong>Economia:</strong>&nbsp;A agricultura é uma atividade central na economia do povo Dan, com destaque para o cultivo de cacau, arroz e mandioca.&nbsp;</p><p><br></p></li></ul><p>  O Povo Dan da Costa do Marfim tem tradição de caça e agricultura e acredita que existe dois mundos:</p><p>  O mundo humano e o mundo espiritual.</p><p>  Para eles as máscaras são habitadas por forças espirituais e são usadas como proteção e comunicação com o mundo espiritual.</p><p>  São esculpidas em madeira e representa, rostos humanos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-24 22:42:41 UTC</pubDate>
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         <title>Máscara Chikunga</title>
         <author>svergacas</author>
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         <description><![CDATA[<p>  O Povo Chokwe, conhecido por muitos outros nomes (incluindo Kioko, Bajokwe, Chibokwe, Kibokwe, Ciokwe ou Badjok) é um grupo étnico da África Central e Meridional. Eles são encontrados em Angola, partes sudoeste da República do Congo (Kinshana e Lualaba) e partes nordeste da Zâmbia.</p><p>  O povo Chokwe tem muitas formas diferentes de arte e muitos exemplos existentes são mantidos em museus no exterior.</p><p>  A máscara Chikunga do povo Chokwe é um símbolo de poder e sabedoria, é considerada sagrada, usada em rituais como:</p><ul><li><p>     Rituais funerais;</p></li><li><p>     Sacrifício de antepassados;</p></li><li><p>     Durante cerimônia de investidura de um chefe;</p></li><li><p>     Representação de elementos místicos e simbólicos.  </p></li></ul><p>  Essas máscaras são feitas de tecido de casca de árvore esticada sobre uma armadura de vime, coberta com resina preta e pintada com desenhos vermelho e branco.</p><p> Suas caracterísiticas são esqueléticas, bochechas afundadas e barba de um ancião.</p><p> Somente o atual chefe de um grupo veste Chikunga.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-24 22:46:26 UTC</pubDate>
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         <title>LDB - PNE - BNCC</title>
         <author>svergacas</author>
         <link>https://padlet.com/svergacas/sr5b86yahu7pxjp/wish/3425310632</link>
         <description><![CDATA[<p><strong><mark>Primeira LDB - 1961</mark></strong></p><p>  A primeira LDB (Lei nº 4.024/1961) foi publicada em 20 de dezembro&nbsp;de&nbsp;1961 pelo presidente&nbsp;João Goulart, quase trinta anos após ser prevista pela&nbsp;Constituição 1934. </p><p>  O primeiro projeto de lei foi encaminhado pelo&nbsp;poder executivo&nbsp;ao&nbsp;legislatio&nbsp;em&nbsp;1948&nbsp;e foram necessários treze anos de debate até o texto final.</p><p><strong><mark>Segunda LDB - 1971</mark></strong></p><p>  Segunda LDB (Lei nº 5.692/1971) foi publicada em&nbsp;11 de agosto&nbsp;de&nbsp;1971, durante o regime militar&nbsp;pelo&nbsp;presidente Emílio Garrastazu Médici.</p><p>  Em 1971, o governo militar instituiu a Reforma do Ensino de 1º e 2º Graus, depois de tramitação sumária no Congresso. A Lei 5.692 mudou a organização do ensino no Brasil. Numa alteração radical,&nbsp;o 2º grau passou a ter como principal objetivo a profissionalização.</p><p><strong><mark>LDB 1996 – Atual</mark></strong></p><p>  Conhecida como Lei Darcy Ribeiro, a atual&nbsp;LDB (Lei n° 9.394/1996)&nbsp;está em vigor desde&nbsp;1996, o texto aprovado é resultado de um longo embate, que durou cerca de oito anos (1988-1996), entre duas propostas distintas. A primeira conhecida como Projeto&nbsp;Jorge Hage&nbsp;foi o resultado de uma série de debates abertos com a sociedade, organizados pelo&nbsp;Fórum Nacional em Defesa da Escola Pública, sendo apresentado na&nbsp;Câmara dos Deputados. A segunda proposta foi elaborada pelos&nbsp;senadores Darcy Ribeiro, Marco Maciel e &nbsp;Maurício Correa em articulação com o&nbsp;poder executivo&nbsp;através do&nbsp;MEC.</p><p>  Enquanto a proposta dos setores organizados da sociedade civil apresentava uma grande preocupação com mecanismos de controle social do sistema de ensino, a proposta dos senadores previa uma estrutura de poder mais centrada nas mãos do&nbsp;governo apesar de conter alguns elementos levantados pelo primeiro grupo, o texto final da LDB se aproxima mais das ideias levantadas pelo segundo grupo, que contou com forte apoio do governo&nbsp;Fernando Henrique Cardoso&nbsp;nos últimos anos da tramitação.</p><p>  Em 2017, o projeto de lei proposto pelo senador&nbsp;Wilder Morais&nbsp;deu origem à Lei 13.490/2017, que altera o texto da LDB, permitindo que pessoas físicas e empresas possam direcionar doações a pesquisas ou setores específicos da Universidades.</p><p><br></p><p><strong>Principais pontos da Lei Darcy Ribeiro:</strong></p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A lei garante o direito à educação pública, gratuita e de qualidade para todos, com especial atenção à educação básica (ensino fundamental e médio) e a inclusão de pessoas com necessidades especiais.&nbsp;</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Estabelece os princípios e critérios para o financiamento da educação, com a participação da União, dos estados e dos municípios.&nbsp;</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Estabelece princípios como a igualdade de oportunidades, o respeito à diversidade, a valorização da formação do professor, o caráter social e político da educação e a importância da pesquisa e da inovação.&nbsp;</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Define a organização do sistema educacional em níveis e modalidades, incluindo a educação infantil, o ensino fundamental, o ensino médio, a educação superior e a educação profissional.&nbsp;</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Define os direitos e deveres dos estudantes, professores, pais, gestores e da comunidade escolar, estabelecendo um quadro legal para a convivência e o desenvolvimento do sistema educacional.&nbsp;</p><p><br></p><p><strong>Impacto e Legado:</strong></p><p>  A Lei Darcy Ribeiro foi um avanço significativo para a educação brasileira, trazendo avanços importantes para a organização, a qualidade e o acesso à educação para todos.&nbsp;Ela tem sido um ponto de referência para a discussão e o desenvolvimento de políticas educacionais no país, e seu legado continua a influenciar a educação brasileira até hoje.&nbsp;</p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p><strong><mark>PNE 2001 - 2011 </mark></strong></p><p>  O PNE (Plano Nacional de Educação) é um documento que estabelece diretrizes, metas e estratégias para a política educacional no Brasil.&nbsp;Ele é um instrumento fundamental para o planejamento e gestão da educação, englobando todos os níveis e modalidades de ensino, desde a creche até a pós-graduação.</p><p>  Em&nbsp;9 de janeiro de 2001, no governo do então presidente Fernando Henrique Cardoso, foi sancionada a Lei nº 10172, responsável pela aprovação do Plano Nacional de Educação (PNE).</p><p>  O primeiro PNE foi aprovado e vigorou entre os anos de 2001 e 2011. A Lei 10.172/2001 aprovou o primeiro PNE, que teve vigência de 10 anos.&nbsp;</p><p><strong><mark>PNE – 2014</mark></strong></p><p>  O PNE atual, aprovado pela Lei nº 13.005/2014, tem vigência até 2024 e define 20 metas para a educação brasileira, que abrangem diversos aspectos, como universalização do acesso, qualidade do ensino, formação de professores e valorização do magistério.</p><p>  O PNE é um instrumento crucial para o planejamento e a gestão da educação no Brasil, garantindo que as políticas educacionais estejam alinhadas com as metas e objetivos estabelecidos.&nbsp;</p><p>  Na última década, milhões de pessoas negras, pobres, da zona rural ou das Regiões Norte e Nordeste foram excluídas do acesso, permanência e conclusão de etapas, modalidades e níveis da educação.&nbsp;</p><p>  O PNE chega a seu décimo ano em 2024 com 90% de seus dispositivos descumpridos, 13% em retrocesso e 30% com lacuna de dados.</p><p><strong><mark>Novo PNE (2025-2034)</mark></strong></p><p>A proposta do novo PNE, com 18 objetivos e 58 metas, está em tramitação no Congresso Nacional, com um novo período de validade previsto.&nbsp;</p><p><strong><mark>BNCC 2015</mark></strong></p><p>  A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) foi criada em 2015, com a primeira versão divulgada em setembro desse ano, de acordo com o Portal do MEC.&nbsp;A homologação da BNCC pelo MEC ocorreu em dezembro de 2017, segundo o Ministério da Educação.&nbsp;</p><p>Elaboração e Homologação:</p><ul><li><p><strong>2015:</strong>&nbsp;Divulgação da primeira versão da BNCC pelo MEC.&nbsp;</p></li><li><p><strong>2016:</strong>&nbsp;Lançamento da segunda versão, incorporando contribuições.&nbsp;</p></li><li><p><strong>2017:</strong>&nbsp;Homologação da BNCC pelo ministro da Educação, Mendonça Filho, em dezembro.&nbsp;</p></li><li><p><strong>2017:</strong>&nbsp;O Conselho Nacional de Educação (CNE) apresentou a Resolução CNE/CP nº 2, que institui e orienta a implantação da BNCC, também em dezembro de 2017.&nbsp;</p></li></ul><p><strong>Implementação:</strong></p><ul><li><p>A BNCC foi aprovada para a Educação Infantil e o Ensino Fundamental em 2017 e para o Ensino Médio em 2018.&nbsp;</p></li><li><p>A implementação da BNCC foi prevista para ser concluída em todas as escolas do país até 2020.&nbsp;</p></li></ul><p><strong>Importante</strong>: A BNCC foi criada para estabelecer os conhecimentos e habilidades essenciais que os alunos devem desenvolver em cada etapa da educação básica, como um guia para a elaboração dos currículos escolares.&nbsp;&nbsp;</p><p>  </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-25 17:32:05 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>svergacas</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Genealogia materna</strong></p><p><strong>Bisavô materno (falecido) </strong>- Afonso <mark>Vergaças</mark>, nasceu na Espanha.</p><p><strong>Bisavó materna (falecida)</strong>- Dolores, nasceu na Itália, seus pais resolveram ir para Espanha em busca de melhores condições de vida, chegou na Espanha por volta dos seus 15 anos, onde casou-se com meu bisavô Afonso (espanhol) e foram viver em Portugal.</p><p><strong>Avô materno (falecido)</strong> - Manuel <mark>Vergaças</mark>, nascido em Portugal, filho de Dolores (Italiana) e Afonso (Espanhol)  onde conheceu minha avó Guilhermina (Portuguesa)  casaram-se e vieram para o Brasil.</p><p><strong>Avó materna (falecida)</strong> - Guilhermina, nasceu em Portugal.</p><p><strong>Mãe</strong> - Mírian <mark>Vergaças</mark>, neta de Italiano e Espanhol, e filha de Portugueses, nasceu no Brasil onde vive até hoje.</p><p><br></p><p><strong>Genealogia paterna</strong></p><p><strong>Avô paterno (falecido) - </strong>Euclides <mark>Marques</mark>, nascido no Brasil, em Minas Gerais na cidade de Resplendor, uma cidade que abriga aldeias do povos indígenas. </p><p>Em Resplendor, Minas Gerais, a população indígena mais significativa é o povo Krenak<strong>, </strong>que vive na Terra Indígena Krenak, localizada na margem esquerda do Rio Doce. </p><p><strong>Avó paterna (falecida) </strong>- Maria Eugênia, nascida em Minas Gerais também na cidade de Resplendor, conheceu meu avó Euclides, casaram-se e vieram para a cidade do Rio de janeiro.</p><p><strong>Pai (falecido)</strong> - Francisco <mark>Marques</mark>, nascido na cidade do Rio de Janeiro. Segundo meu pai meus avós paternos tinham descendência indígena.</p><p><strong>Simone </strong><mark>Vergaças Marques</mark> - filha de brasileiros, com descendência Portuguesa, Italiana e Espanhola por parte materna.</p><p>  Por parte paterna descendência de povos indígenas, mais precisamente dos povos Krenak da cidade de Resplendor - Minas Gerais.</p><p>  Meu pai tinhas alguns costumes herdados de seus pais, um deles era não fazer uso de drogas farmacéuticas, ele utilizava chás de ervas. Quando contava da sua infância se referia a sua moradia como Biboca, que no português faz referência a habitação humilde, pequena, de difícil acesso. Biboca tem origem na língua tupi-guarani.</p><p> O sobrenome do meu pai Marques é um sobrenome de origem portuguesa, muito comum em Portugal, o que faz a gente pensar na época da colonização. </p><p>  Será talvez que a descendência do meu pai não tenha começado atravez de um português com uma indígena?</p><p>Não temos como saber, só nos restam indícios de uma possível possibilidade. </p><p><br></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-28 01:06:54 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>svergacas</author>
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         <description><![CDATA[<p>  A Educação Infantil no Brasil é definida como primeira etapa da Educação Básica, sendo dever do Estado, direito da criança e opção da família, portanto não sendo obrigatória.</p><p>  A Unicef estima que mais de 175 milhões de crianças, em todo o mundo, não estão matriculadas na educação infantil.&nbsp;Isso representa cerca de metade das crianças em idade pré-escolar.&nbsp;</p><p>  Em 2019, havia cerca de 10.133.545 crianças de 0 a 3 anos, das quais 6.528.787 (64,4%) não frequentavam a educação infantil.&nbsp;</p><p>  A frequência escolar de crianças de 0 a 3 anos passou de 36,0% para 38,7% entre 2022 e 2023, e para 4 a 5 anos de idade, de 91,5% para 92,9%.&nbsp;</p><p>  A população indígena e negra são os segmentos mais excluídos do acesso à educação na faixa etária dos zero aos seis anos.</p><p><br></p><p>  De acordo com dados do Unicef, a média nacional de 38,6% fora da escola esconde iniqüidades: entre as crianças brancas, o dado é mais favorável (36,1%); entre as crianças negras, porém, 41% não freqüentam a pré-escola. Essa disparidade demonstra a desigualdade entre brancos e negros desde o início da escolaridade. (BRASIL. Ministério da Educação. Orientações e Ações para a Educação das Relações Étnico-Raciais. Brasília: SECAD.2006. p37)</p><p><br></p><p>  O racismo estrutural pode ser um fator que contribui para a desigualdade na educação, com crianças negras enfrentando mais dificuldades para acessar a escola e terem sucesso nos estudos.&nbsp;As desigualdades sociais e econômicas podem perpetuar a pobreza e a exclusão escolar, afetando mais as comunidades negras, que historicamente enfrentam maiores desafios.&nbsp;Uma criança negra tem 70% mais risco de ser pobre do que uma criança branca, o que pode dificultar o acesso à educação e a outros direitos.&nbsp;</p><p><br></p><p><mark>DADOS DO CENSO ESCOLAR 2024</mark></p><p>  A porcentagem de crianças negras matriculadas em creches cresceu de 34,7% em 2023 para 40,2% em 2024.&nbsp;</p><p>  Aumento mais notável nas creches públicas, onde a participação de crianças negras passou de 38% para 45%.&nbsp;</p><p>  Este aumento representa uma mudança histórica na educação infantil, com uma maior representação de crianças negras, que são historicamente minoria nas escolas.</p><p>  É importante ressaltar que, apesar do aumento, a representação de crianças negras na educação infantil ainda não é suficiente, e há uma necessidade de maior investimento e políticas públicas para garantir o acesso e a permanência de todas as crianças, especialmente as mais vulneráveis.&nbsp;</p><p>  A educação infantil é dever do estado e deve ser oferecido de forma gratuita e com qualidade, sem qualquer requisito de seleção para o acesso.</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp; </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-04 20:51:46 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>svergacas</author>
         <link>https://padlet.com/svergacas/sr5b86yahu7pxjp/wish/3435729475</link>
         <description><![CDATA[<p>  A educação antirracista na educação infantil busca desconstruir preconceitos e estereótipos raciais, ensinando as crianças a reconhecer e questionar comportamentos racistas a fim de promover a empatia e o respeito pelas diferenças.&nbsp;</p><p>  A conscientização dos professores sobre o racismo e a necessidade de promover uma educação antirracista é fundamental para que eles possam desenvolver práticas pedagógicas eficazes e acolhedoras.</p><p>  No vídeo do Canal Futura, no programa Entrevista: Educação Antirracista. Waldete Tristão, Doutora em educação cita que é preciso que o gestor assuma a responsabilidade de garantir a formação continuada nos espaços educacionais dentro das unidades, e a importante de incluir a história e a cultura africana e afro-brasileira no currículo escolar, como previsto na Lei 10.639/03. Apresentar a diversidade cultural e étnica em sala de aula, valorizando as diferentes culturas e identidades.</p><p>  O professor deve estar atento às expressões de preconceito e discriminação manifestadas pelas crianças e, quando identificadas, deve intervir, buscando esclarecer e mudar a forma como as crianças veem a diversidade.&nbsp;</p><p>  É fundamental que as crianças tenham acesso a histórias e culturas diversas, principalmente as de povos negros e indígenas, para que se sintam representadas e valorizadas em seu ambiente escolar.&nbsp;</p><p>  A educação antirracista na educação infantil deve incluir atividades que promovam a discussão sobre a diversidade, a valorização de diferentes culturas, o combate a estereótipos e preconceitos, e a criação de um ambiente escolar inclusivo e seguro para todos os alunos.&nbsp;Pode ser trabalhada de forma lúdica e artística, por meio de atividades como contação de histórias, músicas, danças e artes visuais.&nbsp;Utilizando brincadeiras e jogos que promovam o respeito e a valorização da diversidade.&nbsp;</p><p>  Os professores devem criar espaços para o diálogo e a reflexão sobre as questões étnico-raciais, incentivando as crianças a expressar suas opiniões e experiências. Essas atividades são fundamentais para que eles compreendam as particularidades do racismo e possam desenvolver o respeito e a empatia.&nbsp;</p><p>  O desenvolvimento de uma Educação Antirracista desde cedo&nbsp;não só impede a reprodução de comportamentos racistas, como também valoriza a identidade de crianças negras, ajudando a construir uma autoestima positiva e uma racionalidade de dignidade e respeito.</p><p>  A inclusão de temas étnicos-raciais na educação infantil&nbsp;é uma forma de garantir uma educação que supere o racismo e as desigualdades geradas por ele, favorecendo na construção da identidade dessas crianças.</p><p>  Toda criança independente de sua cor, origem, crença ou classe social deve ser tratada respeitosamente dentro de suas etnias e caracterísiticas físicas, com atenção, segurança, proteção, alimentação, higiêne, consolo, afeto, educação e zelo.</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-04 23:28:51 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>svergacas</author>
         <link>https://padlet.com/svergacas/sr5b86yahu7pxjp/wish/3444585428</link>
         <description><![CDATA[<p>Guilhermina e Candelário</p><p><br/></p><p>  Guilhermina e&nbsp;Candelário é uma animação infantil dedicada às crianças de 4 a 8 anos. A série mostra o cotidiano cheio de descobertas e grandes aventuras de dois irmãos afrodescendentes, que levam uma vida simples, mas feliz, numa praia colombiana. A cada dia eles fazem novas descobertas e, com imaginação e fantasia, vivenciam grandes aventuras. Os irmãos sempre esperam ansiosamente a chegada do seu avô Faustino, um velho pescador, a quem contam suas aventuras. O avô desfruta das histórias narradas pelos netos e em alguns casos é cúmplice delas, compartilhando sua experiência de vida e grande sabedoria sobre o ambiente ao redor, inspirando-lhes amor e respeito por todos os habitantes do mundo marinho e costeiro.</p><p>  Em 20 episódios, a série cumpre o papel de colocar na tela da tevê personagens negros, especialmente para o público infantil, e apresenta valores de sociabilidade importantes para a infância.</p><p><br/></p><p>Produção:&nbsp;Fosfenos Media&nbsp;e&nbsp;Señal Colombia<br>Direção:&nbsp;Maritza Rincón González<br>Gênero:&nbsp;Infantil<br>Ano de produção:&nbsp;2012<br>País de origem:&nbsp;Colômbia<br>Classificação indicativa:&nbsp;Livre</p><p><br/></p><p>onde assistir:</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://tvbrasil.ebc.com.br/guilherminaecandelario">tvbrasil.ebc.com.br/guilherminaecandelario</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www.youtube.com/watch?v=eRz1AMoyz48">www.youtube.com/watch?v=eRz1AMoyz48</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-10 18:40:20 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>svergacas</author>
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         <description><![CDATA[<p>Doutora Brinquedos</p><p><br/></p><p>  A série narra uma menina de seis anos chamada Dottie "Doc" McStuffins (no Brasil e em Portugal: "Doutora") que, um dia, decide que quer se tornar uma médica como a mãe. Ela finge ser uma médica, consertando brinquedos e bonecas.</p><p>  Quando ela coloca seu estetoscópio, brinquedos, bonecas e bichos de pelúcia &nbsp;magicamente ganham vida e ela pode se comunicar com eles.</p><p>  A série recebeu críticas positivas devido ao conceito do programa e do personagem principal, em sua representação sobre os afro-americanos em uma série da Disney. Chris Nee descreve a série como "<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Cheers">Cheers</a>&nbsp;para pré-escolares".</p><p><br/></p><p>Onde assitir:</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www.youtube.com/playlist?list=PLUNTULW6QqtU_yAXtw1X8kGkL7vgzCcve">www.youtube.com/playlist?list=PLUNTULW6QqtU_yAXtw1X8kGkL7vgzCcve</a></p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?pdlt=1&amp;v=M8ubeU6G_tg" />
         <pubDate>2025-05-10 19:04:25 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>svergacas</author>
         <link>https://padlet.com/svergacas/sr5b86yahu7pxjp/wish/3449207098</link>
         <description><![CDATA[<p>  O ensino fundamental é essencial para o desenvolvimento integral da criança. Contribui para o desenvolvimento social, emocional e pessoal do aluno, preparando-o para a vida em sociedade, ensinando os alunos a conviver em grupo, a respeitar as diferenças e a trabalhar em equipe.&nbsp;</p><p>  Na fase da Educação Fundamental, crianças, adolescentes e jovens são sujeitos únicos e complexos&nbsp; na realidade do dia a dia, eles desenvolvem habilidades de pensamento lógico, aumentam sua capacidade de resolver problemas, formam relacionamentos mais complexos e começam a desenvolver sua identidade e autonomia.&nbsp;</p><p>  É fundamental incluir a história, a cultura e as contribuições da população negra na formação desses estudantes.&nbsp;</p><p>  Apesar da existência da Lei 10.639/2003, a sua implementação nas escolas ainda é falha, e o racismo continua a ser um problema sério.&nbsp;</p><p>  A falta de recusrsos financeiros é um dos fatores que contribuem para a não aplicação da Lei, impedindo a realização de atividades extracurriculares e a formação continuada dos professores.&nbsp;</p><p>  A falta de investimentos em materiais didáticos adequados e a necessidade de repensar o currículo escolar que carece de conteúdos ligados à cultura afro-brasileira (e não somente as datas comemorativas) &nbsp;não contribuem para a construção da uma identidade brasileira que compreenda e respeite as diferenças.</p><p>  Além disso, a intolerância religiosa que muita das vezes ocorre devido à&nbsp;falta de conhecimento em relação a história da cultura afro-brasileira e africana. As religiões como umbanda e candomblé são atacadas&nbsp;porque estão historicamente associadas à África e à população negra. Por isso que a gente fala nesses casos, não apenas em intolerância religiosa, mas em um racismo religioso, porque a motivação é racial, de preconceito racial.</p><p>  A cultura afro-brasileira, com suas raízes na África e integrada ao contexto brasileiro, enriqueceu a identidade nacional, permeando a música, a dança, a culinária, a religião e a linguagem.&nbsp;</p><p>  No ensino fundamental, a implementação da lei antirracista é fundamental para:</p><ul><li><p>Desconstruir estereótipos e preconceitos sobre a população negra, promovendo a tolerância e o respeito.&nbsp;</p></li><li><p>Enriquecer o conhecimento histórico dos estudantes, mostrando a importância da população negra na construção do país.&nbsp;</p></li><li><p>Promover a autoestima e o sentimento de pertencimento, especialmente entre crianças e jovens negros.&nbsp;</p></li></ul><p>“Contemplar o povo negro, neste propósito, impõe mudar a realidade escolar atual por meio de uma intervenção competente e séria. Inovações temáticas e teórico-metodológicas poderão ser implementadas no cotidiano escolar de forma coletiva, gradativa e teoricamente fundamentada.” (BRASIL. Ministério da Educação. Orientações e Ações para a Educação das Relações Étnico-Raciais. Brasília: SECAD.2006. p.67)</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-13 21:42:07 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>svergacas</author>
         <link>https://padlet.com/svergacas/sr5b86yahu7pxjp/wish/3480696133</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>bell hooks (biografia)</strong></p><ul><li><p><strong>Nascimento:</strong> 25 de setembro de 1952, Hopkinsville, Kentucky, EUA.</p></li><li><p><strong>Nome pelo qual ficou conhecida:</strong> <em>bell hooks</em> (nome escolhido em homenagem à sua bisavó Bell Blair Hooks, escrito em letras minúscula, é um posicionamento político da recusa ao ego intelectual. hooks queria que prestássemos atenção em suas obras, em suas palavras e não em sua pessoa)</p></li></ul><p><strong>&nbsp;</strong></p><p>  Vinda de uma família humilde e numerosa, bell tinha cinco irmãs e um irmão. Sua mãe era empregada doméstica e seu pai, zelador.&nbsp;</p><p>  Durante a infância estudou em escolas públicas em um momento onde a educação ainda era segregada racialmente.</p><p>  Em 1973 conclui a licenciatura em Letras na Universidade de Stanford e três anos depois realiza o mestrado pela Universidade de Wisconsin-Madison. Mais tarde, em 1981 conclui o doutorado na Universidade da Califórnia, pesquisando sobre a escritora Toni Morisson.</p><p>  Sua carreira na educação foi intensa. Iniciou em 1976 dando aulas na Universidade do Sul da Califórnia sobre estudos étnicos.</p><p>  Seguiu como professora, passando por diversas instituições norte-americanas. Ensinou estudos afro-americanos e estudos sobre as mulheres.</p><p>  Sua produção literária foi rica e expressiva, lhe rendendo grande reconhecimento. bell escreveu poemas, livros teóricos e também literatura infantil, contribuindo enormemente para um maior pensamento crítico na sociedade, para além de seu país.</p><p>  Seu primeiro livro de impacto foi&nbsp;<em>Ain't I a Woman: Black Women and Feminism</em>, traduzido como&nbsp;<strong><em>Não serei eu mulher? As mulheres negras e o feminismo</em></strong>. Nessa obra, a autora defende um movimento feminista mais inclusivo, jogando luz às questões de raça e gênero.</p><p>Importante destacar ainda sua identificação com o pensamento do intelectual brasileiro Paulo Freire, expresso sobretudo em sua obra&nbsp;<strong><em>Ensinando a transgredir: A educação como prática da liberdade</em>.</strong></p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p><strong>Ideias centrais</strong></p><ul><li><p><strong>O feminismo verdadeiro deve ser inclusivo, </strong>englobando raça, classe, gênero e sexualidade.</p></li><li><p><strong>O</strong> <strong>patriarcado oprime tanto mulheres quanto homens</strong>, e todos se beneficiariam com sua superação.</p></li><li><p><strong>A</strong> <strong>educação crítica e libertadora</strong> é essencial para a transformação social.</p></li><li><p><strong>O</strong> <strong>amor</strong> é uma força política que pode mudar o mundo — se for praticado com consciência e responsabilidade.</p></li></ul><p><br></p><p><strong>Livros importantes de bell hooks traduzidos&nbsp;</strong></p><p>·  <em>Tudo sobre o amor&nbsp;</em>(2021). São Paulo: Editora Elefante.&nbsp;</p><p>·  <em>Teoria Feminista - Da Margem ao Centro</em>&nbsp;(2020). Lisboa: Orfeu Negro.</p><p>·  <em>Ensinando pensamento crítico: sabedoria prática&nbsp;</em>(2020). São Paulo: Editora Elefante</p><p>·  <em>Anseio: raça, gênero e políticas culturais</em>&nbsp;(2019). São Paulo: Editora Elefante.&nbsp;</p><p>·  <em>Olhares Negros: raça e representação</em>&nbsp;(2019). São Paulo: Editora Elefante.&nbsp;</p><p>·  <em>Erguer a voz: pensar como feminista, pensar como negra</em>&nbsp;(2019). São Paulo: Editora Elefante</p><p>·  <em>Não serei eu mulher? - As mulheres negras e o feminismo&nbsp;</em>(2018). Lisboa: Orfeu Negro.</p><p>·  <em>Ensinando a transgredir: A educação como prática da liberdade</em>&nbsp;(2013). São Paulo: Martins Fontes</p><p><strong>  bell hooks</strong> foi uma das mais influentes intelectuais, feministas e ativistas sociais dos Estados Unidos, conhecida por seus escritos sobre <strong>feminismo, racismo, classe social, gênero, educação e amor</strong>. </p><p>  Seu trabalho tem impacto profundo nos estudos de gênero, teoria crítica e movimentos sociais ao redor do mundo.</p><p><br></p><p><strong>  bell hooks</strong> faleceu aos 69 anos no dia 15 de dezembro de 2021 em Kentucky, EUA.</p><p>Sua família não entrou em detalhes, mas sabe-se que foi em decorrência de uma longa doença.</p><p>Pelas redes sociais, a família declarou:</p><p><em>“A família está honrada com os inúmeros prêmios, honras e fama internacional que Gloria recebeu por seu trabalho como poeta, autora, feminista, professora, crítica cultural e ativista social. Temos orgulho em chamá-la de irmã, amiga, confidente e influenciadora”.</em></p><p><br></p><p><strong>         Pensamentos e frases de bell hooks</strong></p><p><em>  <mark>Ser oprimido significa a ausência de escolhas.</mark></em></p><p><em><mark>  Quando somos ensinados que a segurança está na semelhança, qualquer tipo de diferença parece uma ameaça.&nbsp;</mark></em></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=Kd-TvkHj_aA&amp;t=75s">https://www.youtube.com/watch?v=Kd-TvkHj_aA&amp;t=75s</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=cyB0jksVYcw">https://www.youtube.com/watch?v=cyB0jksVYcw</a></p><p><br></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-05 18:13:17 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>svergacas</author>
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         <description><![CDATA[<p>GRUPO 1- Teresa de Benguela</p><p>Participantes: Aline, Anny Caroline, Gabriele, Isabella Santiago, Lídia Marina e Verônica.</p><p><br></p><p><strong>QUESTÕES</strong></p><p><br></p><p><strong>1A- Quais são as bases legais que sustentam a necessidade de diretrizes para a orientação e formulação de projetos que visem à valorização da história e cultura dos afro-brasileiros e dos africanos?</strong></p><p>  A Constituição Federal de 1988, especialmente o artigo 3º, estabelece como um dos objetivos fundamentais da República a promoção do bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade ou quaisquer outras formas de discriminação.</p><p>  A principal base legal que sustenta a necessidade dessas diretrizes é a Lei nº 10.639, de 9 de janeiro de 2003, que alterou a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) e tornou obrigatório o ensino da história e cultura afro brasileira nos estabelecimentos de ensino fundamental e médio, públicos e privados.</p><p>  Posteriormente, a Lei nº 11.645, de 10 de março de 2008, ampliou esse ensino, incluindo também a história e cultura indígena.</p><p>  A Resolução CNE/CP nº 1/2004 estabelece as diretrizes curriculares nacionais, regulamentando e orientando a implementação da Lei nº 10.639/2003, que obriga a inclusão da temática “História e Cultura Afro-Brasileira”.</p><p>  Essa resolução detalha princípios, fundamentos, objetivos e propostas metodológicas para a inserção dos temáticos nas escolas.</p><p>Tratados internacionais de direitos humanos: Compromissos assumidos pelo Brasil, como a Convenção Internacional sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Racial.</p><p>  <strong>No ECA </strong></p><p>O ECA garante a educação étnico-racial. O artigo 26-A da Lei nº 10.639/2003, que trata da inclusão de História e Cultura Afro-Brasileira no currículo escolar, foi inserido por meio do ECA. Esta lei tornou obrigatório o ensino de História e Cultura Afro-Brasileira em estabelecimentos de ensino fundamental e médio, oficiais e particulares.</p><p><br></p><p><strong>1B – A quem se destinam estas diretrizes?</strong></p><p><br></p><p>  As Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana se destinam a:</p><p>Todas as instituições de ensino brasileiras da Educação Básica (Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio) e Ensino Superior.</p><p>  Todas as escolas públicas e privadas.</p><p>Também às modalidades de ensino regular, EJA, profissional e especial.</p><p>  Os sistemas de ensino, responsáveis pelas políticas públicas educacionais nos níveis federal, estadual, distrital e municipal.</p><p>  Os diretores e coordenadores pedagógicos, que devem garantir a implementação e fiscalização das diretrizes.</p><p>  Todos os professores e educadores: as diretrizes abrangem todas as áreas do conhecimento, mas com ênfase em disciplinas como, por exemplo, Artes, História, Geografia e Literatura.</p><p>  Os professores devem ser capacitados para incluir e trabalhar conteúdos relacionados às relações étnico-raciais e à História e Cultura Afro-Brasileira e Africana.</p><p>  As universidades, faculdades e institutos de formação de professores são responsáveis pela formação inicial e continuada dos docentes. Eles precisam incluir em seus currículos a preparação para lidar com a diversidade étnico-racial e ensinar conteúdos relacionados.</p><p>  A comunidade escolar e a sociedade também se destacam como atores envolvidos com uma educação antirracista.</p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=mzYVbknaXoI">https://www.youtube.com/watch?v=mzYVbknaXoI</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-12 17:41:57 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>svergacas</author>
         <link>https://padlet.com/svergacas/sr5b86yahu7pxjp/wish/3488531898</link>
         <description><![CDATA[<p>GRUPO 3 – bell hooks</p><p>Participantes: Anna Carolina F. Agostinho, Simone Vergaças, Maria Eduarda da Costa, Lucymary Martello, Marco Gabriel da Costa Rosa e Rafaella Furtado.</p><p><br/></p><p><strong>QUESTÕES</strong></p><p><br/></p><p><strong>3A – Em que consistem os programas de ações afirmativas apontados pelas diretrizes?</strong></p><p>  Tomar medidas para ressarcir os descendentes de africanos negros, danos psicológicos, materiais, sociais, políticos e educacionais sofridos pelo regime escravocrata.</p><p>  Políticas de reparação voltadas para a educação dos negros devem oferecer garantias a essa população no ingresso, permanência e sucesso na educação escolar, de valorização do patrimônio histórico-cultural afro-brasileiro, de aquisição das competências e dos conhecimentos tidos como indispensáveis para a continuidade dos estudos, de condiçoes para alcançar todos os requisitos tendo em vista a conclusão de cada um dos níveis de ensino.</p><p>  Justiça e igualdade dos direitos sociais, civís, culturais e econômicos ,bem como a valorização da diversidade daquilo que distingue os negros dos outros grupos que compõem a população brasileira. Requer mudanças nos discursos, raciocínios, lógicas, gestos, postura e modo de tratar as pessoas negras. Requer também que se conheça sua história e cultura a fim de desconstruir o mito da democracia racial na sociedade brasileira.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>3B – O que é necessário para que as políticas de Estado, institucionais e pedagógicas visando a reparações, reconhecimento e valorização da identidade, da cultura e da história dos negros brasileiros sejam efetivadas com sucesso?</strong></p><p>  Nesse sentido, ao analisar os dados que apontam as desigualdades entre brancos e negros na educação, constata-se a necessidade de políticas expecíficas que revertam o atual quadro.</p><p><br/></p><p>Os números são ilustrativos dessa situação.</p><p>Vejamos:</p><p>  Pessoas negras tem número menor de anos de estudo do que pessoas brancas (4-2 anos para negros e 6-2 anos para brancos) na faixa etátia de 14 a 15 anos, o índice de pessoas negras não alfabetizadas é 12% maior do que de pessoas brancas na mesma situação, cerca de 15% das crianças brancas entre 10 e 14 anos encontra-se no mercado de trabalho, enquanto 45% das crianças negras na mesma faixa etária vivem nessa situação.</p><p>  O Governo Federal, a partir da eleição do Presidente Luís Inácio Lula da Silva, passou a redefenir o papel do Estado como propulsor das transformações sociais, reconhecendo as disparidades entre brancos e negros em nossa sociedade e a necessidade de intervir de forma positiva, assumindo o compromisso de eliminar a desigualdade social.</p><p>• Estabelecer parcerias como do SEPPIR (Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial) com o MEC;</p><p>• A duvulgação e produção de conhecimentos, atitudes, posturas e valores que eduquem cidadãos orgulhosos de sua herança étnico-racial;</p><p>• Políticas de ações afirmativas, ou seja, conjuntos de ações políticas dirigidas a correção de desigualdades raciais e sociais.</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=i81DdPLC4wA">https://www.youtube.com/watch?v=i81DdPLC4wA</a></p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-12 17:55:52 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>svergacas</author>
         <link>https://padlet.com/svergacas/sr5b86yahu7pxjp/wish/3489557872</link>
         <description><![CDATA[<p>GRUPO 5 - Kabengele Munanga.</p><p>Participantes: Jennifer, Jonas, Ester, Maria Eduarda e Regina.</p><p><br/></p><p><strong>QUESTÕES</strong></p><p>&nbsp;</p><p>5A - Para empreender uma educação antirracissta é necessário colocar em práticas pedagógicas antirracissta e que alguns equívocos sejam desconstruídos.Que equívocos são esses apontados no documento?</p><p>● Para empreender a construção dessas pedagogias é fundamental que se desfaçam alguns equívocos. Um deles diz respeito à preocupação de professores no sentido de designar ou não seus alunos negros como negros ou como pretos, sem ofensas.</p><p>● Outro equívoco a enfrentar é a afirmação de que os negros se discriminam entre si e que são racistas também.</p><p>● Mais um equívoco a superar é a crença de que a discussão sobre a questão racial se limita ao Movimento Negro e a estudiosos do tema e não à escola.</p><p>● Outro equívoco a esclarecer é de que o racismo, o mito da democracia racial e a ideologia do branqueamento só atingem os negros.</p><p>&nbsp;</p><p>5B - Quais as contribuições que as contribuições que as pedagógicas de combate ao racismo e a discriminação que objetificam uma educação para as relações éticos raciais podem proporcionar aos sujeitos?</p><p>● Igualdade básica de pessoas humana como sujeito de direitos;</p><p>● Compreensão social da diversidade que constitui a nação e sua história;</p><p>● Desconstrução crítica que objetiva eliminar comportamentos racistas;</p><p>● Afirmação de identidade após uma historicidade negada ao apagada;</p><p>● Combate a privação e violação de direitos;</p><p>● Fortalecer e despertar a consciência negra;</p><p>● Acesso ao conhecimento básicos e fundamentais a sociedade.</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=wb3MjURXOZY">https://www.youtube.com/watch?v=wb3MjURXOZY</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-13 13:35:40 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>svergacas</author>
         <link>https://padlet.com/svergacas/sr5b86yahu7pxjp/wish/3489594066</link>
         <description><![CDATA[<p>GRUPO 6 - Luiz Gama</p><p>Participantes: Maria Heloiza, Joyce Viana, Geovana Trindade, Kamily Vitória e Jéssica Pereira.</p><p><br/></p><p><strong>QUESTÕES</strong></p><p><br/></p><p><strong>6A – De que maneira a obrigatoriedade da inclusão de história e cultura afro-brasileira e africana nos curriculos da educação básica pode repercutir na formação de professores?</strong></p><p>&nbsp; A obrigatoriedade da inclusão desses conteúdos provoca mudanças profundas na formação docente, tanto inicial quanto continuada. Os professores precisarão:</p><p>&nbsp; Ampliar seus conhecimentos históricos, culturais e sociais sobre as contribuições dos povos africanos e afro-brasileiros;</p><p>&nbsp; Desenvolver competências pedagógicas para lidar com a diversidade étnico-racial, promovendo o respeito e a valorização da identidade negra;</p><p>&nbsp; Revisar práticas e materiais didáticos para evitar estereótipos e preconceitos;</p><p>&nbsp; Ter formação específica sobre temas como racismo, etnia, identidade, ancestralidade, diversidade cultural e desigualdades sociais, para abordar esses temas com responsabilidade e criticidade;</p><p>&nbsp; Adquirir sensibilidade para identificar e enfrentar práticas racistas no ambiente escolar, criando espaços inclusivos e acolhedores para todos os estudantes.</p><p>&nbsp; Assim, a formação de professores deve ser repensada para incluir uma perspectiva antirracista, plural e comprometida com os direitos humanos e a justiça social.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>6B – Quais são as responsabilidades dos sistemas de ensino, mantenedoras, coordenação pedagógica das escolas e professores para que se efetivem essas diretrizes?</strong></p><p>&nbsp; Assim sendo, sistemas de ensino e estabelecimentos converterão as demandas dos afro-brasileiros em políticas públicas de Estado ou institucionais, ao tomarem decisões e iniciativas com vistas a reparações, reconhecimento e valorização da história e cultura dos afro-brasileiros. Medidas que sejam compartilhadas pelos sistemas de ensino, estabelecimentos, processos de formação de professores, comunidade, professores, alunos e seus pais. (P.13)</p><p>&nbsp; Todos os alunos negros e não negros,bem como seus professores,precisam sentir-se valorizados e apoiados.Dependem também,de maneira decisiva,da reeducação das relações entre brancos e negros dependem ainda,de trabalho em conjunto,de articulação entre processos educativos escolares,políticas públicas,movimentos sociais,isto que as mudanças com étnicas,culturais pedagógicas e políticas nas relações étnicos raciais não se limitam a escola.(P.13)</p><p>&nbsp; A autonomia dos estabelecimentos de ensino para compor os projetos pedagógicos permite que se valham da colaboração das comunidades a que a escola serve, do apoio do Movimento Negro, com os quais estabelecerão canais de comunicação, incluir nas vivências promovidas pela escola, inclusive em conteúdos de disciplinas, as temáticas em questão. Caberá, aos sistemas de ensino, às mantenedoras, à coordenação pedagógica dos estabelecimentos de ensino e aos professores, estabelecer conteúdos de ensino, unidades de estudos, projetos e programas, abrangendo os diferentes componentes curriculares. Caberá aos administradores dos sistemas de ensino e das mantenedoras prover as escolas, seus professores e alunos de material bibliográfico e de outros materiais didáticos, além de acompanhar os trabalhos desenvolvidos, a fim de evitar que questões tão complexas sejam abordadas de maneira resumida, incompleta, com erros. (P.17/18)</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=7koVmirZ3bA">https://www.youtube.com/watch?v=7koVmirZ3bA</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-13 14:19:21 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>svergacas</author>
         <link>https://padlet.com/svergacas/sr5b86yahu7pxjp/wish/3489629290</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>QUESTÃO C - PARA TODOS OS GRUPOS</strong></p><p><br/></p><p><strong>Quais os princípios de base filosófica e pedagógica devem servir como referência para conduzir as ações dos sistemas de ensino, dos estabelecimentos escolares e dos professores? Faça um breve resumo desses princípios</strong>.</p><p><br/></p><p>  Os princípios de base filosófica e pedagógica que devem orientar as ações dos sistemas de ensino, das escolas e dos professores no trabalho com as relações étnico-raciais são fundamentados no respeito à diversidade, na promoção da igualdade e na valorização das identidades de grupos historicamente marginalizados, como a população negra e indígena. Esses princípios são:</p><p><strong>1. Consciência Política e Histórica da Diversidade</strong></p><ul><li><p>Reconhece que o Brasil é formado por diversos povos e culturas.</p></li><li><p>Valoriza a diversidade étnico-racial como parte da identidade nacional.</p></li><li><p>Defende a igualdade de todos como sujeitos de direitos.</p></li><li><p>Estimula o respeito, o diálogo e a convivência entre diferentes grupos.</p></li></ul><p><strong>2. Fortalecimento de Identidades e Direitos</strong></p><ul><li><p>Combate estereótipos, preconceitos e a negação de identidades negras e indígenas.</p></li><li><p>Valoriza a cultura, a história e as tradições desses povos.</p></li><li><p>Busca garantir o respeito aos direitos sociais, culturais e educacionais.</p></li><li><p>Promove o reconhecimento e a autoestima dos estudantes.</p></li></ul><p><strong>3. Ações Educativas de Combate ao Racismo e à Discriminação</strong></p><ul><li><p>Relaciona os conteúdos escolares à vivência dos alunos.</p></li><li><p>Revê e corrige materiais didáticos com representações racistas ou distorcidas.</p></li><li><p>Desenvolve práticas pedagógicas que incluam a história e a cultura afro-brasileira, africana e indígena.</p></li><li><p>Atua em todos os espaços da escola, criando um ambiente de respeito e inclusão.</p></li></ul><p><strong>4. Valorização da Cultura Afro-Brasileira e Indígena</strong></p><ul><li><p>Reconhece a oralidade, a dança, a arte e a religiosidade de matriz africana como saberes legítimos.</p></li><li><p>Estimula o ensino da história e cultura desses povos conforme as Leis nº 10.639/2003 e nº 11.645/2008.</p></li><li><p>Incentiva o respeito e o conhecimento das contribuições dessas culturas para a sociedade brasileira.</p></li></ul><p><strong>5. Participação da Comunidade e Representatividade</strong></p><ul><li><p>Envolve a comunidade, movimentos sociais e instituições culturais no projeto pedagógico.</p></li><li><p>Garante que a escola dialogue com a realidade local e promova ações de inclusão e representatividade.</p></li></ul><p><strong>6. Construção de Relações Étnico-Raciais Positivas</strong></p><ul><li><p>Promove a escuta, o respeito mútuo e o diálogo entre diferentes grupos étnicos.</p></li><li><p>Enfrenta o racismo com ações coletivas, formando cidadãos conscientes e solidários.</p></li></ul><p>Esses princípios visam transformar a escola em um espaço antirracista,<strong> </strong>inclusivo e democrático, onde todas as identidades sejam respeitadas e valorizadas, contribuindo para uma sociedade mais justa e igualitária.</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=O-alvIC7QsE">https://www.youtube.com/watch?v=O-alvIC7QsE</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-13 15:05:28 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>svergacas</author>
         <link>https://padlet.com/svergacas/sr5b86yahu7pxjp/wish/3489894303</link>
         <description><![CDATA[<p>GRUPO 2 - Lélia Gonzalez</p><p>Participantes: Linda, Ana Camila, Fernanda, Letícia e Sarah.</p><p><br/></p><p><strong>QUESTÕES </strong></p><p><br/></p><p><strong>2A - Quais as finalidades das diretrizes e quais seus principais objetivos?</strong></p><p>  As finalidades das diretrizes curriculares nacionais para a educação das relações étnico-raciais e para o ensino da história e cultura afro-brasileira e africana são corrigir as injustiças históricas e eliminar a discriminação racial e promover a inclusão social e da cidadania para todos no sistema educacional brasileiro.</p><p>&nbsp; Isto é necessário porque ao longo da história o Brasil excluiu pessoas negras do acesso e permanência na escola. Com os Decretos nº 1.331 de 1854, que proibia a matrícula de escravos nas escolas públicas e limitava o acesso de adultos conforme a disponibilidade do professor.</p><p>&nbsp; A Constituição de 1988 avança nestas questões, porém ainda enfrentam dificuldades para acesso e permanência nas escolas. Por isso, o Ministério da Educação passa a enfrentar essas injustiças, criando políticas de inclusão e valoriza a rica diversidade étnica e cultural do país.</p><p>&nbsp; As diretrizes de 18 de maio de 2004 tem como objetivo principal trazer o conhecimento e ensino da história e cultura afro-brasileira para o currículo escolar, respeitando as diferenças e promovendo igualdade entre brancos e negros.</p><p>&nbsp; Desta forma, o Estado assume o compromisso de combater o racismo e promover uma educação mais justa, inclusiva e democrática.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>2B - Como o documento caracteriza as políticas de reparação,</strong> <strong>reconhecimento e valorização das ações afirmativas?</strong></p><p>&nbsp; O documento caracteriza a política de reparação como medidas para ressarcir os descendentes de africanos negros dos danos psicológicos materiais, sociais, políticos e educacionais sofridos sob o regime escravagista bem como em virtude das políticas explícitas de branqueamento da população. Visa também que tais medidas se concretizem em iniciativas de combate ao racismo e a toda discriminação.</p><p>&nbsp; Cabe ao Estado promover e incentivar políticas de reparação no que diz a Constituição Federal, sendo por meio da educação, iguais direitos para o pleno desenvolvimento de todos e de cada um, enquanto pessoa, cidadão ou profissional.</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=bOC1BrkmXjs">https://www.youtube.com/watch?v=bOC1BrkmXjs</a></p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-13 22:29:06 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>svergacas</author>
         <link>https://padlet.com/svergacas/sr5b86yahu7pxjp/wish/3489903212</link>
         <description><![CDATA[<p>GRUPO 4 - Sueli Carneiro</p><p>Participantes: Ana Lídia Rodrigues de Castro; Rafael Vitório Vianna de Araújo; Bárbara Maria Araújo do Nascimento; Caroline Fortunato Batista; Geovana Santos Firmino; Luna Sousa da Silva.</p><p><br/></p><p><strong>QUESTÕES</strong></p><p><br/></p><p><strong>4A- Quais os sentidos de raça são explorados no documento? Como os sentidos de raça são ressignificados pelo movimento negro?</strong></p><p>&nbsp; O documento destaca que entende-se raça a construção social forjada nas tensas relações entre brancos e negros, muitas vezes simuladas como harmoniosas, não possuino nada a ver com o conceito biológico de raça cunhado no século XVIII e hoje amplamente superado. O termo raça é utilizado regularmente nas relações sociais brasileiras para informar como características físicas interferem e até mesmo definem o destino e o lugar social dos sujeitos no interior da sociedade.</p><p>&nbsp; O termo “negro” foi históricamente atribuído a um imaginário negativo a todo povo que deriva de uma diferente visão de mundo, valores e princípios pré-coloniais. Foi utilizado de forma pejorativa pelos senhores a designar escravizados e o uso se deriva até hoje, porém, o movimento negro atribui um sentido político e positivo que realça ancestralidade e potencializa suas raízes.</p><p>Motes dos anos 70, 80 e 90 como: “Negro é lindo!”, “Negra, cor da raça brasileira”, “Negro que te quero negro”, “100% negro” exemplificam esse fenômeno.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>4B- Quais são os princípios direcionadores de uma reeducação para as relações étnico-raciais no Brasil orientados pelas diretrizes?</strong></p><p>&nbsp; “Para reeducar as étnico-raciais no Brasil, é necessário fazer emergir as dores e medos que têm sido gerados. É preciso entender que o sucesso de uns tem o preço da marginalização e da desigualdade impostas a outros.”</p><p>&nbsp; Os princípios propõe a compreensão da pluralidade étnico-cultural, valorizando a história africana e afro-brasileira, superando diferenças e combatendo o colonialismo e a ideologia da branquitude. Evidenciando suas consequências e injustiças direcionadas à população negra, povos indígenas e classes populares.</p><p>&nbsp; Com o desenvolvimento de um currículo que não se baseie em preconceitos, promovendo o diálogo com a comunidade para o entendimento das diferenças.</p><p>&nbsp; Destaca-se a importância de análises críticas e questionamentos para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária.</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=eCcvVmebx8g">https://www.youtube.com/watch?v=eCcvVmebx8g</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-13 22:59:39 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>svergacas</author>
         <link>https://padlet.com/svergacas/sr5b86yahu7pxjp/wish/3498271676</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>  Trabalhando o livro Amoras com minha neta Maria Alice de 3 anos.</strong></p><p><strong>  Amoras</strong> é o primeiro livro do cantor Emicida, lançado em 2018,  inspirado em uma conversa que o cantor teve com sua filha embaixo de uma amoreira. </p><p>  O livro conta com ilustrações de Aldo Fabrini e, no canal Youtube do cantor, há uma versão narrada da história com ilustrações animadas.</p><p>  Em 2020, durante a pandemia de coronavírus, uma versão digital do livro foi disponibilizada gratuitamente pela Amazon brasileira.</p><p>  O livro aborda a negritude, representatividade, preconceito e autoconfiança, além de ser um exemplo de como a paternidade presente e afetiva contribui para a construção de referências positivas que levam ao desenvolvimento saudável da criança.</p><p>  Com referências à religião e à resistência afro – a história cita Zumbi, Martin Luther King, Malcom X e entidades da mitologia yorubá – Emicida reforça a importância de nos reconhecermos e nos orgulharmos de ser quem somos – desde criança e para sempre.</p><p>"Um livro que rega as crianças com o olhar cristalino de quem sonha plantar primaveras para colher o fruto doce da humanidade”, diz o poeta Sergio Vaz no livro.</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://lunetas.com.br/emicida-lanca-livro-infantil/">https://lunetas.com.br/emicida-lanca-livro-infantil/</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-22 20:13:45 UTC</pubDate>
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