<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Psicologia da Educação by sofia dias</title>
      <link>https://padlet.com/cunhasofiadias/sqt6uc9ltqcpgplq</link>
      <description>Portefólio Reflexivo</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-02-13 19:11:16 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2026-04-07 15:03:05 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url>https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3398312767/3b23d0424ddb9d369abbee2c37d645bf/dia_mundial_da_saude_mental_maos_com_cerebro_humano_e_engrenagens_24640_67512.webp</url>
      </image>
      <item>
         <title>Sou a Ana Lemos!</title>
         <author>analemos2001</author>
         <link>https://padlet.com/cunhasofiadias/sqt6uc9ltqcpgplq/wish/3327915202</link>
         <description><![CDATA[<p>Sempre fui movida pela curiosidade e pelo desejo de compreender o comportamento humano, o que me levou a seguir o caminho da Psicologia, onde estou agora no 2.º ano da licenciatura.</p><p>Adoro explorar novas realidades, seja através das viagens ou da constante aprendizagem através da literatura. Estudei num colégio só de meninas, uma experiência que moldou a minha maneira de ser e a forma como vejo o mundo. O apoio que recebi de psicólogos teve um impacto profundo na minha vida, e sonho com o dia em que poderei ajudar os outros da mesma forma, garantindo que todos possam usufruir dos benefícios e do apoio que tanto me marcaram.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3404027503/cb02befd9a7c3b41a30a252c4f455943/IMG_4401.jpeg" />
         <pubDate>2025-02-13 19:30:31 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/cunhasofiadias/sqt6uc9ltqcpgplq/wish/3327915202</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Sou a Diana!</title>
         <author>dianasalesmoreira81</author>
         <link>https://padlet.com/cunhasofiadias/sqt6uc9ltqcpgplq/wish/3327946506</link>
         <description><![CDATA[<p>Desde pequena, sempre fui movida pela curiosidade e pelo desejo de compreender o mundo à minha volta. Sou uma pessoa sonhadora, que prefere a calma e o silêncio, e que normalmente observa mais do que fala. Foi essa curiosidade que me levou à psicologia. O comportamento humano sempre me fascinou e, desde cedo, senti uma forte vontade de ajudar os outros e fazer a diferença na vida das pessoas. Encontrei na psicologia a forma perfeita de unir esse interesse com a possibilidade de contribuir para o bem-estar dos outros. Um dia espero trabalhar com crianças e comportamento alimentar, ajudando-as a desenvolver, desde cedo, uma relação saudável com a comida e o próprio corpo.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3404066334/1e925685a864d48af70c889ec1bb9271/Foto_2025_02_13_194116.jpg" />
         <pubDate>2025-02-13 19:56:54 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/cunhasofiadias/sqt6uc9ltqcpgplq/wish/3327946506</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Ana Dias 21526522; Ana Lemos 21504023; Beatriz Resende 21555322; Diana Sales 21530722</title>
         <author>cunhasofiadias</author>
         <link>https://padlet.com/cunhasofiadias/sqt6uc9ltqcpgplq/wish/3329817171</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3398312767/878381818530195f933202973794d7ec/images_removebg_preview.png" />
         <pubDate>2025-02-15 17:23:28 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/cunhasofiadias/sqt6uc9ltqcpgplq/wish/3329817171</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Sou a Ana Dias!</title>
         <author>cunhasofiadias</author>
         <link>https://padlet.com/cunhasofiadias/sqt6uc9ltqcpgplq/wish/3329850589</link>
         <description><![CDATA[<p>Sempre fui uma pessoa alegre, sorridente e brincalhona, que vê a vida com entusiasmo e determinação. Esforço-me diariamente para crescer, aprender e persistir nos meus objetivos, uma vez que acredito que cada desafio é uma oportunidade de evolução. O meu maior sonho é seguir Psicologia Clínica e da Saúde e trabalhar num hospital, onde poderei dedicar-me ao bem-estar das pessoas e fazer a diferença nas suas vidas. A mente humana sempre me fascinou, e é por isso que tenho um interesse especial pela ciência, especialmente pela Neuropsicologia. Quero compreender melhor o funcionamento do cérebro e contribuir para que cada pessoa tenha uma vida mais equilibrada e saudável. Com dedicação e paixão, estou a construir o caminho para transformar este sonho em realidade!   </p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3398312767/f097baab4287219683dfb129a57798e4/IMG_3570.jpg" />
         <pubDate>2025-02-15 18:49:24 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/cunhasofiadias/sqt6uc9ltqcpgplq/wish/3329850589</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Sou a Bia!</title>
         <author>beatriz1resende</author>
         <link>https://padlet.com/cunhasofiadias/sqt6uc9ltqcpgplq/wish/3331279944</link>
         <description><![CDATA[<p>Sou uma eterna apaixonada por música, é algo que desde sempre esteve presente na minha vida. Adoro exercício físico, e experimentar diferentes modalidades, o que leva ao mais importante: poder COMER MAIS! Sou bastante brincalhona e gosto de conhecer novas pessoas, mas também valorizo muito o meu tempo sozinha. Recentemente, descobri uma paixão em viajar e explorar novas culturas, realidades e lugares, o que tem desafiado a minha tendência em permanecer na minha zona de conforto. Sobre a psicologia, tenho adorado o curso, mas ainda não sei que direção quero seguir.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3416628848/cbb093372df3576d4db94ced1c5bfd95/Imagem_016.jpg" />
         <pubDate>2025-02-17 11:59:37 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/cunhasofiadias/sqt6uc9ltqcpgplq/wish/3331279944</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Sabias que...</title>
         <author>cunhasofiadias</author>
         <link>https://padlet.com/cunhasofiadias/sqt6uc9ltqcpgplq/wish/3334448772</link>
         <description><![CDATA[<p>Os alunos persistem diante de tarefas desafiantes e processam informação mais profundamente quando adotam objetivos de mestria ao invés de objetivos de desempenho. Os objetivos de mestria focam-se na aprendizagem e no desenvolvimento de novas competências, levando os alunos a quererem melhorar continuamente e a adquirir novos conhecimentos. Já os objetivos de desempenho estão relacionados com a necessidade de demonstrar capacidade ou evitar parecer incapaz, o que pode levar alguns alunos a evitar desafios por medo do fracasso. Em contexto de sala de aula, os objetivos de mestria são geralmente mais eficazes para a aprendizagem.</p><p>Os professores podem incentivar esse tipo de objetivo ao valorizar o esforço individual e o progresso pessoal em vez de comparar os alunos entre si, fornecer feedback privado e específico evitando elogios vagos como "perfeito" ou "brilhante", encorajar os alunos a verem erros como oportunidades de aprendizagem em vez de sinais de fracasso, adaptar o ritmo do ensino às necessidades individuais permitindo que os alunos tenham mais tempo para dominar conteúdos e promover a cooperação em pequenos grupos, incentivando a aprendizagem mútua. Embora os objetivos de desempenho possam ser úteis em contextos competitivos, como feiras de ciência ou desafios em equipa, a aprendizagem em sala de aula beneficia mais de um ambiente voltado para a mestria e para o progresso contínuo. (American Psychological Association, 2015)</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3398312767/c5b7cbdb6e4fff6f5782f9aa4329af56/image.png" />
         <pubDate>2025-02-19 14:58:53 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/cunhasofiadias/sqt6uc9ltqcpgplq/wish/3334448772</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Sabias que...</title>
         <author>cunhasofiadias</author>
         <link>https://padlet.com/cunhasofiadias/sqt6uc9ltqcpgplq/wish/3334471444</link>
         <description><![CDATA[<p>As expectativas dos professores sobre os seus alunos afetam as oportunidades de aprendizagem dos alunos, a sua motivação e os seus resultados de aprendizagem. As expectativas dos professores sobre seus alunos influenciam diretamente a motivação, as oportunidades de aprendizagem e os resultados académicos. Essas expectativas geralmente baseiam-se no desempenho passado, mas podem ser imprecisas e até reforçar desigualdades. Quando um professor espera menos de um aluno do que aquilo que ele realmente pode alcançar, essa crença pode levar o aluno a corresponder a essa expectativa, num fenómeno conhecido como <strong>profecia auto-realizável</strong>. Isto ocorre com mais frequência em alunos de grupos estigmatizados e em momentos de transição escolar.</p><p>Para evitar esse efeito negativo, os professores devem comunicar expectativas elevadas e justas a todos os alunos, avaliando constantemente se as suas perceções são baseadas em dados confiáveis e não em estereótipos. Também é importante refletirem sobre a sua própria prática para garantirem que estão a oferecer oportunidades iguais a todos, seja na distribuição da atenção, na participação em sala ou na qualidade do feedback. (American Psychological Association, 2015)</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3398312767/18aab78c0b03868e1d8166e2d30b1101/image.png" />
         <pubDate>2025-02-19 15:13:36 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/cunhasofiadias/sqt6uc9ltqcpgplq/wish/3334471444</guid>
      </item>
      <item>
         <title>&quot;Jovem estudante de Erasmus de 18 anos morre após ser atropelado em Braga&quot;</title>
         <author>dianasalesmoreira81</author>
         <link>https://padlet.com/cunhasofiadias/sqt6uc9ltqcpgplq/wish/3404636219</link>
         <description><![CDATA[<p>Um jovem de 18 anos, estudante do programa Erasmus e de nacionalidade búlgara, faleceu na noite de quinta-feira após ter sido atropelado por um veículo ligeiro na Avenida Imaculada Conceição, em Braga. O acidente ocorreu fora da passadeira, por volta das 21h, quando, segundo o jornal <em>O Minho</em>, o jovem terá surgido repentinamente por entre arbustos, não dando tempo de reação à condutora do automóvel. </p><p>Perante situações trágicas como esta, o psicólogo educacional pode desempenhar um papel essencial no apoio à comunidade escolar e não só. A sua intervenção pode passar por garantir acompanhamento psicológico a colegas e professores, promovendo sessões de escuta e de partilha, tanto em grupo como individualmente, com o objetivo de ajudar na gestão do luto e do impacto emocional. Para além disso, pode dinamizar iniciativas de carácter preventivo e educativo, incentivando a reflexão sobre comportamentos de risco, segurança rodoviária e o desenvolvimento de valores como a empatia e a solidariedade. A articulação com os serviços da escola ou universidade é igualmente fundamental, assegurando que existem mecanismos de apoio emocional eficazes, em colaboração com gabinetes de apoio ao aluno e equipas de orientação. Por fim, é importante que o psicólogo possa também colaborar com serviços externos, como profissionais de saúde mental e estruturas da comunidade, para garantir uma resposta integrada e ajustada às necessidades de todos os envolvidos.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3404066334/f3cd91d7ed93bb4cff43a6b8604ea3eb/carro.png" />
         <pubDate>2025-04-10 14:34:14 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/cunhasofiadias/sqt6uc9ltqcpgplq/wish/3404636219</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Psicologia da Educação </title>
         <author>cunhasofiadias</author>
         <link>https://padlet.com/cunhasofiadias/sqt6uc9ltqcpgplq/wish/3405082478</link>
         <description><![CDATA[<p>A <strong>Psicologia da Educação</strong> é uma disciplina que investiga os processos de ensino e de aprendizagem, com o objetivo de otimizar o desenvolvimento integral dos indivíduos em diversos contextos educativos. Esta área não se restringe apenas ao ambiente escolar, atuando também em espaços comunitários, instituições de reabilitação e famílias, abrangendo diferentes faixas etárias, desde crianças até adultos e idosos. ​</p><p>De acordo com o documento "Perfil das/dos Psicólogas/os da Educação" da Ordem dos Psicólogos Portugueses (OPP, 2017), a intervenção dos psicólogos da educação é crucial para promover o bem-estar psicológico, o sucesso escolar e a aprendizagem ao longo da vida. Além disso, contribui para a realização pessoal e profissional, estabelecendo ambientes institucionais positivos e seguros. A atuação destes profissionais é fundamental na prevenção de fenómenos como a violência e comportamentos de risco, bem como na luta contra diversas formas de discriminação e de exclusão social. ​</p><p>A prática dos psicólogos da educação organiza-se em diferentes níveis de intervenção:​</p><ol><li><p><strong>Prevenção Universal</strong>: Dirigida a toda a população, com o objetivo de potenciar o desenvolvimento ótimo em várias dimensões, prevenindo a ocorrência de problemas.​</p></li><li><p><strong>Prevenção Seletiva</strong>: Focada em subgrupos identificados como de risco acrescido, visando reverter trajetórias negativas através de intervenções de intensidade moderada.</p></li><li><p><strong>Prevenção Indicada</strong>: Destinada a indivíduos que já manifestam problemas graves, requerendo intervenções intensivas e personalizadas. ​</p></li></ol><p>Além disso, a intervenção pode ser direta, como a avaliação e o apoio psicológico, ou indireta, incluindo a consultoria e a formação de outros profissionais. Esta abordagem permite aos psicólogos da educação atuar de forma eficaz na promoção de ambientes educativos saudáveis e inclusivos. ​</p><p>Em suma, a Psicologia da Educação desempenha um papel essencial na construção de contextos educativos que favorecem o desenvolvimento pleno e o bem-estar de todos os envolvidos no processo educativo.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3398312767/550c5463bf0d01c1ec1e9600d0509354/image.png" />
         <pubDate>2025-04-10 21:05:45 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/cunhasofiadias/sqt6uc9ltqcpgplq/wish/3405082478</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Psicologia Escolar</title>
         <author>cunhasofiadias</author>
         <link>https://padlet.com/cunhasofiadias/sqt6uc9ltqcpgplq/wish/3405084853</link>
         <description><![CDATA[<p>A <strong>Psicologia Escolar</strong> é uma área aplicada da Psicologia que atua diretamente nas escolas, focando-se na promoção do sucesso educativo, na prevenção de dificuldades de aprendizagem e no apoio ao bem-estar dos alunos. Inicialmente centrada em avaliações e diagnósticos, evoluiu para uma abordagem mais <strong>preventiva, sistémica e ecológica</strong>, que considera o aluno no contexto das suas relações familiares, escolares e sociais​.</p><p>Atualmente, o psicólogo escolar trabalha tanto com os alunos como com professores, famílias e outros profissionais, priorizando ações de <strong>apoio psicológico, de desenvolvimento das relações na escola e na orientação vocacional</strong>, como indicado pela Direção-Geral da Educação (DGE, 2024)​.</p><p>Essa mudança reflete uma visão mais integrada da educação, onde a intervenção não se limita ao aluno, mas abrange todo o contexto educativo para promover a inclusão,  a saúde mental e a aprendizagem de qualidade.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3398312767/623a42f446f4c6859ef41be68095b86e/image.png" />
         <pubDate>2025-04-10 21:09:57 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/cunhasofiadias/sqt6uc9ltqcpgplq/wish/3405084853</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>cunhasofiadias</author>
         <link>https://padlet.com/cunhasofiadias/sqt6uc9ltqcpgplq/wish/3405091900</link>
         <description><![CDATA[<p>O psicólogo da educação, de acordo com a Ordem dos Psicólogos Portugueses (OPP, 2017), é um profissional que atua na promoção do desenvolvimento pessoal, social e educativo ao longo da vida. Trabalha em diferentes contextos – escolas, instituições educativas, comunidades – com crianças, jovens, adultos e idosos, com foco na aprendizagem, bem-estar e inclusão.</p><p>Este profissional intervém de forma <strong>preventiva, promocional e remediativa</strong>, avaliando e acompanhando questões emocionais, comportamentais e de desenvolvimento que afetam o percurso educativo. “O psicólogo da educação é um agente promotor de mudanças” (OPP, 2017, p. 6), atuando não só com os alunos, mas também com professores, técnicos e famílias.</p><p>Tem ainda um papel essencial na <strong>promoção do sucesso escolar</strong>, na prevenção do abandono e na criação de ambientes educativos saudáveis, colaborando com a comunidade educativa. A sua prática assenta em <strong>conhecimentos científicos, princípios éticos e competências técnicas</strong>, contribuindo para sistemas educativos mais inclusivos, eficazes e humanizados.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3398312767/255d5bba61af62c137567151a0c8bf30/image.png" />
         <pubDate>2025-04-10 21:20:48 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/cunhasofiadias/sqt6uc9ltqcpgplq/wish/3405091900</guid>
      </item>
      <item>
         <title>&quot;Aluna de 14 anos em estado crítico após paragem cardiorrespiratória na escola&quot;</title>
         <author>cunhasofiadias</author>
         <link>https://padlet.com/cunhasofiadias/sqt6uc9ltqcpgplq/wish/3405096803</link>
         <description><![CDATA[<p>Uma adolescente de 14 anos sofreu uma paragem cardiorrespiratória durante uma aula no Colégio da Bafureira, em Cascais.</p><p>Assim, a Psicologia da Educação, face a este acontecimento, pode contribuir tanto para o <strong>suporte emocional</strong> como para a <strong>implementação de medidas preventivas</strong> que garantam maior segurança e o bem-estar aos alunos. Deste modo, a Psicologia da Educação pode analisar este evento sob diversas perspetivas. Em primeiro lugar, <strong>o impacto psicológico nos alunos e professores que presenciaram a situação pode ser significativo, podendo gerar ansiedade, medo e, em alguns casos, sintomas de stress pós-traumático, portanto é essencial que a escola ofereça apoio emocional e psicológico aos envolvidos, por meio de intervenções de crise e acompanhamento especializado</strong>. Além disso, o caso destaca a importância da formação em primeiros socorros para os profissionais da educação, o que reforça a necessidade de incluir formações em suporte básico de vida no ambiente escolar, tanto para professores como para alunos. <strong>Do ponto de vista socioemocional, é fundamental que a escola promova um espaço seguro para que os estudantes possam expressar as suas emoções e lidar com o ocorrido, evitando traumas de longo prazo</strong>.</p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3398312767/0014c1a4b27430f38c8b37b718d9254d/image.png" />
         <pubDate>2025-04-10 21:28:35 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/cunhasofiadias/sqt6uc9ltqcpgplq/wish/3405096803</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Projeto “Ser Escola”</title>
         <author>analemos2001</author>
         <link>https://padlet.com/cunhasofiadias/sqt6uc9ltqcpgplq/wish/3406062275</link>
         <description><![CDATA[<p>O projeto Ser Escola, implementado no Agrupamento de Escolas Abel Salazar, propõe uma abordagem pedagógica inovadora e humanista, em resposta a um contexto marcado por baixos níveis socioeconómicos e comportamentos de indisciplina. Assente num modelo de intervenção multinível (MTSS), articula medidas universais, suplementares e intensivas, promovendo uma resposta educativa ajustada, preventiva e inclusiva.</p><p>Mais do que corrigir comportamentos, este projeto aposta na promoção explícita daquilo que se espera e não apenas do que se deve evitar, cultivando uma cultura transversal de comportamentos positivos. Esta cultura envolve toda a comunidade educativa, incluindo alunos, professores e assistentes operacionais. A definição clara de comportamentos desejáveis, a modelagem por parte dos adultos e estratégias como as assembleias de turma e as tutorias contribuem para um ambiente estruturado, seguro e respeitador.</p><p>Os dados apresentados indicam uma redução das ocorrências disciplinares e demonstram a eficácia de uma abordagem centrada na prevenção e nas relações humanas. O projeto Ser Escola evidencia, assim, como a intencionalidade pedagógica e o compromisso coletivo podem transformar o quotidiano escolar e promover o desenvolvimento integral dos alunos.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://elvis.padletcdn.com/1/fetch/e_in/hive-data-prod-cdn.thehive.ai/image_generation%2F44162%2Fdc6788b0-16c0-11f0-aec3-af12bdb4282f%2Fimage0_1024_1024.png?Expires=1759919803&amp;Policy=eyJTdGF0ZW1lbnQiOlt7IlJlc291cmNlIjoiaHR0cHM6Ly9oaXZlLWRhdGEtcHJvZC1jZG4udGhlaGl2ZS5haS9pbWFnZV9nZW5lcmF0aW9uJTJGNDQxNjIlMkZkYzY3ODhiMC0xNmMwLTExZjAtYWVjMy1hZjEyYmRiNDI4MmYlMkZpbWFnZTBfMTAyNF8xMDI0LnBuZyIsIkNvbmRpdGlvbiI6eyJEYXRlTGVzc1RoYW4iOnsiQVdTOkVwb2NoVGltZSI6MTc1OTkxOTgwM319fV19&amp;Signature=AxDkC4FTJmzAR7iHgI0BbkqkLVTBQkQODyF6thIn9qfdh0UgVPxhM0ryjfdGhes-mfL98gH2kZPI77rre8NyVQ~99zfBEGBEowGTvRqBT52HYkdLG4UorpROhP0ZdGSlvFPGFyWiQiq46YDRURovep8y5tlEKNcE9Tn-guYdd~EkPefOiZhKxiKmgFNVwh-7APZIBBhd0dNc1VEPLi-B2W0poaE3O38IOIeFMLxHvgiKQS4WNNYBiLYoXJSJ8pBXo2GOZ6zah~hBbO~~GSRendWfRsR7Df~QW6lsGnIXkx3~an8Oh4uGi~EOntMA8tS1OtByvYb6S2zQee0ux3CbQg__&amp;Key-Pair-Id=APKAIWMTNWCLWHZZ525A" />
         <pubDate>2025-04-11 10:37:04 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/cunhasofiadias/sqt6uc9ltqcpgplq/wish/3406062275</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>beatriz1resende</author>
         <link>https://padlet.com/cunhasofiadias/sqt6uc9ltqcpgplq/wish/3407594685</link>
         <description><![CDATA[<p>O Referencial para a Intervenção dos Psicólogos em Contexto Escolar (DGE, 2024) é um documento que orienta a prática dos psicólogos nas escolas, definindo as competências e condições necessárias para o exercício profissional, o que inclui formação contínua, ética e acesso a recursos adequados. Assenta na ideia central de garantir que todos os alunos, independentemente das suas características ou contextos, tenham acesso a um percurso educativo justo, inclusivo e promotor de bem-estar.</p><p>Este referencial sublinha o papel essencial dos psicólogos nas escolas, não só no apoio à aprendizagem, mas também no desenvolvimento pessoal dos alunos e na prevenção de dificuldades emocionais e comportamentais. Os psicólogos têm como objetivo criar condições para que os alunos se sintam seguros, valorizados e capazes de atingir o seu potencial, sempre com base numa atuação ética, colaborativa e baseada no conhecimento científico.</p><p>A intervenção dos psicólogos é organizada segundo um modelo multinível. No primeiro nível, a intervenção universal dirige-se a todos os alunos e centra-se na promoção do bem-estar e na prevenção de problemas. O segundo nível, intervenção seletiva, é dirigido a grupos mais vulneráveis ou em risco, com ações mais direcionadas. Por fim, a intervenção indicada ou intensiva destina-se a alunos que enfrentam dificuldades persistentes, exigindo um acompanhamento mais individualizado.</p><p>Além disso, o referencial define três grandes áreas de atuação: o apoio e aconselhamento psicológico, o desenvolvimento das relações dentro da comunidade educativa e o desenvolvimento vocacional dos alunos. Em todas estas áreas, o psicólogo colabora com professores, famílias e outros profissionais, ajudando a construir respostas educativas mais eficazes e humanas.</p><p>Reafirma ainda princípios fundamentais como o respeito pelos direitos das crianças, a equidade, a valorização da diversidade, a autonomia profissional e a necessidade de práticas fundamentadas na ciência. </p><p>É, assim, uma ferramenta essencial para garantir que a presença dos psicólogos nas escolas contribua de forma concreta para o sucesso, a inclusão e a saúde de todos os alunos.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3416628848/577a9cb86998d5d21ef536084d3b1485/Captura_de_ecr__2025_04_13_115203.png" />
         <pubDate>2025-04-13 10:49:42 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/cunhasofiadias/sqt6uc9ltqcpgplq/wish/3407594685</guid>
      </item>
      <item>
         <title> Reportagem “Cérebros Fora de Série”</title>
         <author>beatriz1resende</author>
         <link>https://padlet.com/cunhasofiadias/sqt6uc9ltqcpgplq/wish/3407619645</link>
         <description><![CDATA[<p>A recente reportagem da SIC Notícias, intitulada <em>"Cérebros Fora de Série"</em>, aborda os desafios enfrentados por crianças e jovens sobredotados no sistema educativo português. </p><p>Apesar de terem habilidades cognitivas excepcionais, muitos desses alunos sentem-se incompreendidos e desmotivados dentro da escola. O sistema de ensino, projetado para a maioria, nem sempre consegue acomodar e aproveitar o potencial dessas mentes extraordinárias, o que pode levar a sentimentos de frustração e até ao insucesso escolar.</p><p>A lei prevê estes casos, e permite que alunos sobredotados tenham um Plano Educativo Individual (PEI), que possibilita personalização do ensino, adaptando-o às capacidades e necessidades de cada aluno, sendo ainda autorizada a aceleração de ano, no ensino básico. No entanto, essa medida torna-se mais difícil de aplicar no ensino secundário, onde as regras são mais rígidas e há menos flexibilidade para adaptar o percurso escolar ao seu ritmo.</p><p>A reportagem conta com um neurocientista e uma psicóloga, que explicam que o cérebro de uma criança sobredotada não é apenas mais rápido, mas funciona de forma diferente. Estas crianças tendem a ser mais sensíveis, tanto no lado emocional como no sensorial, e demonstram uma curiosidade intensa desde muito cedo.</p><p>A Psicologia da Educação alerta que, mesmo com muito potencial, crianças sobredotadas podem sofrer com ansiedade, baixa autoestima ou desmotivação, principalmente quando não têm o acompanhamento adequado. Muitas vezes, são mal compreendidas e até diagnosticadas com défice de atenção ou problemas de comportamento, quando na verdade estão apenas aborrecidas ou pouco desafiadas pelo que aprendem na escola. Por isso, professores e psicólogos têm um papel essencial em ajudar estes alunos a desenvolverem o seu talento, mas também a cuidarem do seu bem-estar emocional.</p><p>Estes casos mostram como é essencial repensar o ensino tradicional, já que cada aluno aprende ao seu próprio ritmo e de forma única, surgindo a necessidade da escola oferecer percursos mais flexíveis, que respeitem as idiossincrasias e o potencial de cada um.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3416628848/1221182209d207fdcda3ef41bf22b47b/ChatGPT_Image_13_04_2025__12_24_29.png" />
         <pubDate>2025-04-13 11:42:41 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/cunhasofiadias/sqt6uc9ltqcpgplq/wish/3407619645</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>dianasalesmoreira81</author>
         <link>https://padlet.com/cunhasofiadias/sqt6uc9ltqcpgplq/wish/3410989248</link>
         <description><![CDATA[<p>Este programa representa uma iniciativa bastante relevante e inovadora no campo da Psicologia, ao criar uma ligação sólida e contínua entre a formação académica e a prática científica. A sua estrutura bem definida permite que os estudantes desenvolvam, de forma progressiva, competências fundamentais ao longo do seu percurso académico e também numa perspectiva profissional.</p><p>O facto de cada aluno ser integrado num projeto de investigação em curso, com a orientação de um investigador sénior, é sem dúvida uma mais-valia. Esta dinâmica proporciona um ambiente de aprendizagem rico e estimulante, onde temos a oportunidade de adquirir não só conhecimentos técnicos na área da investigação, mas também competências transversais, como o pensamento crítico, a autonomia e a comunicação científica.</p><p>Outro aspeto muito positivo é a liberdade que nos é dada para explorar temas que nos interessam dentro dos projetos. Isso acaba por nos envolver mais, despertando a curiosidade e a motivação para participarmos ativamente no processo científico.</p><p>Um exemplo muito concreto da aplicação deste programa é o projeto dedicado à atratividade alimentar na primeira infância, cujo principal objetivo é perceber de que forma os hábitos alimentares dos pais influenciam as escolhas dos filhos. Pretende-se, por exemplo, compreender se decisões como restringir o consumo de doces ou salgados, ou obrigar a criança a comer tudo o que tem no prato, mesmo quando diz que já não tem fome, têm impacto no comportamento alimentar das mesmas.</p><p>Tive a oportunidade de colaborar neste projeto, participando na recolha de dados com crianças em idade pré-escolar. As crianças responderam a um questionário adaptado à sua faixa etária, no qual foram mostradas imagens de diferentes alimentos. O objetivo era avaliar o reconhecimento dos alimentos pelas crianças, saber se os consideravam apetitosos e se tinham vontade de consumi-los.</p><p>Esta experiência foi extremamente enriquecedora, uma vez que me proporcionou um contato direto com o processo de investigação e me permitiu conhecer mais de perto a realidade do trabalho com crianças. Sem dúvida, foi uma excelente oportunidade para aplicar, na prática, os conhecimentos adquiridos durante a licenciatura, ao mesmo tempo em que desenvolvi competências essenciais, como a comunicação, a observação e a adaptação a contextos reais de investigação.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3404066334/9ec34011711910b1490912e43e219466/cipd.jpeg" />
         <pubDate>2025-04-15 15:29:40 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/cunhasofiadias/sqt6uc9ltqcpgplq/wish/3410989248</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Governo recomenda proibição de telemóveis nas escolas para alunos até aos 12 anos</title>
         <author>analemos2001</author>
         <link>https://padlet.com/cunhasofiadias/sqt6uc9ltqcpgplq/wish/3412247777</link>
         <description><![CDATA[<p>Foi recentemente noticiado que o Governo recomendou a proibição do uso de telemóveis nas escolas por parte dos alunos até aos 12 anos, no âmbito do plano “Aprender Mais Agora” (Jornal de Negócios). Esta medida procura melhorar o ambiente escolar, reduzir distrações e promover o foco na aprendizagem.</p><p>Na nossa perspetiva, esta proposta está diretamente relacionada com temas centrais da Psicologia da Educação, nomeadamente o impacto dos estímulos externos na atenção, autorregulação e desempenho académico dos alunos. Limitar o uso de dispositivos móveis pode favorecer interações sociais mais saudáveis e criar um contexto mais propício à aprendizagem, sobretudo nas idades em que as funções executivas ainda estão em desenvolvimento.</p><p>Para além disso, esta medida pode contribuir para a promoção do bem-estar emocional dos alunos, ao reduzir a sobrecarga de estímulos e facilitar uma maior ligação ao contexto educativo presencial. Parece-nos, por isso, uma medida relevante, que se enquadra numa perspetiva preventiva e promotora de competências fundamentais no percurso escolar.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://elvis.padletcdn.com/1/fetch/e_in/hive-data-prod-cdn.thehive.ai/image_generation%2F44162%2Fb916c000-1aa4-11f0-a7f1-459fdd126ddd%2Fimage0_1024_1024.png?Expires=1760347522&amp;Policy=eyJTdGF0ZW1lbnQiOlt7IlJlc291cmNlIjoiaHR0cHM6Ly9oaXZlLWRhdGEtcHJvZC1jZG4udGhlaGl2ZS5haS9pbWFnZV9nZW5lcmF0aW9uJTJGNDQxNjIlMkZiOTE2YzAwMC0xYWE0LTExZjAtYTdmMS00NTlmZGQxMjZkZGQlMkZpbWFnZTBfMTAyNF8xMDI0LnBuZyIsIkNvbmRpdGlvbiI6eyJEYXRlTGVzc1RoYW4iOnsiQVdTOkVwb2NoVGltZSI6MTc2MDM0NzUyMn19fV19&amp;Signature=W~8873xkmdgdydcxaIek-i265JvPx4n73tCgXIfGhxbPHpjYPLbhq-hUgjkeOuZpUGllPctT1NeW9fuhwck-9k-cDryxd~5e~IKzpTY0e6yCzAHDiX1YMpcnYijq43xcwyvXHq7hcxvVuOlW3t8phoW1MSaEsWjAGww1qxyMJq2TizoVhTN8Z3UGI9zB5nvujFucghM6BGKKW9FqCASTnQNqWhQ~oHuYtm12eF~8n2hwxP1GoAvbeKwxW9m5iJKecUJDbNYGUcegNRZvSFKObZimhuYhylbfWIPRft1kQAFTQTyhyLoiCiP8CuZ4d2-7JVSXaEgsfKs8QIJQGS-fNQ__&amp;Key-Pair-Id=APKAIWMTNWCLWHZZ525A" />
         <pubDate>2025-04-16 09:25:58 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/cunhasofiadias/sqt6uc9ltqcpgplq/wish/3412247777</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>dianasalesmoreira81</author>
         <link>https://padlet.com/cunhasofiadias/sqt6uc9ltqcpgplq/wish/3412340530</link>
         <description><![CDATA[<p>Na aula tivemos a oportunidade de ouvir o testemunho da psicóloga Ana Laúndes, que partilhou o seu percurso académico e profissional, bem como algumas das principais reflexões e desafios que tem enfrentado ao longo da sua carreira.</p><p>Ana Laúndes, está atualmente a realizar o seu doutoramento em Saúde e Bem-Estar na Universidade Lusíada, instituição onde também concluiu a licenciatura e o mestrado. O seu percurso profissional começou com a intervenção em contexto pré-escolar e primeiro ciclo, mas ao longo do tempo passou também a acompanhar estudantes do 2.º e 3.º ciclos, bem como do ensino secundário.</p><p>No início da sua experiência na área clínica, trabalhou maioritariamente com crianças no Instituto de Genética Médica, onde realizava avaliações e atendimentos a crianças e jovens com síndromes genéticos e doenças metabólicas. Esta experiência permitiu-lhe desenvolver competências específicas no acompanhamento psicológico de casos com necessidades clínicas complexas.</p><p>Durante o estágio, referiu que não sentiu grandes dificuldades na articulação com outros profissionais, como nutricionistas ou professores, uma vez que sempre adotou uma postura disponível, mas assertiva. No entanto, partilhou que, por vezes, surgiam situações delicadas em que as famílias a procuravam para apresentar queixas ou mediar conflitos com professores e médicos, o que exigia uma gestão emocional e profissional mais exigente.</p><p>Atualmente, Ana Laúndes trabalha num colégio, onde desde sempre demonstrou proatividade ao criar o serviço de psicologia da instituição desde o zero. Começou por fazer um levantamento de necessidades com professores, diretores e funcionários, incluindo observações no recreio, e desenvolveu projetos para apoiar os alunos, sobretudo em fases de transição entre ciclos escolares. Um dos projetos envolveu uma parceria com o agrupamento de escolas &nbsp;ao qual o colégio pertence, permitindo a realização de atividades conjuntas.</p><p>No que diz respeito à intervenção com crianças mais novas, referiu que não sentiu grandes dificuldades, mas sim um desafio constante. A sua intervenção baseava-se muito nas observações feitas no dia a dia, e preparava-se cuidadosamente para cada situação, criando materiais específicos e organizando-se para rentabilizar ao máximo o tempo disponível.</p><p>Sublinhou também a importância da capacidade de improviso no contexto escolar, onde muitas vezes os recursos são limitados. Neste sentido, destacou a criatividade e a flexibilidade como competências fundamentais para o trabalho do psicólogo escolar.</p><p>Abordou a influência do contexto socioeconómico no rendimento e bem-estar dos alunos. Referiu que, segundo os estudos e a sua experiência, crianças provenientes de contextos socioeconómicos mais baixos tendem a apresentar menores resultados escolares. Considera que as escolas públicas, em muitos casos, têm vindo a implementar com mais eficácia projetos de inclusão e apoio do que algumas instituições privadas.</p><p>A aula com Ana Laúndes foi uma oportunidade valiosa para conhecer de forma próxima a realidade do trabalho de um psicólogo em contexto educativo e clínico, refletindo sobre os desafios, exigências e recompensas desta profissão.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3404066334/76c6c5315d939cacc31c9193dce6864a/escola_removebg_preview.png" />
         <pubDate>2025-04-16 11:17:45 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/cunhasofiadias/sqt6uc9ltqcpgplq/wish/3412340530</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Steed, E. A., &amp; Shapland, D. (2019). Adapting social emotional multi-tiered systems of supports for kindergarten classrooms. Early Childhood Education Journal</title>
         <author>cunhasofiadias</author>
         <link>https://padlet.com/cunhasofiadias/sqt6uc9ltqcpgplq/wish/3412650954</link>
         <description><![CDATA[<p>O artigo “Adapting Social Emotional Multi-Tiered Systems of Supports for Kindergarten Classrooms”, de Elizabeth A. Steed e Dorothy Shapland (2019), apresenta uma importante discussão sobre a necessidade de adaptar os Sistemas de Apoio Multinível Socioemocionais (MTSS) para o contexto da educação infantil, especialmente para as turmas do jardim de infância. As autoras destacam que as crianças dessa faixa etária possuem necessidades emocionais e comportamentais distintas, as quais não são contempladas de maneira eficaz pelas estratégias aplicadas nos anos iniciais do ensino fundamental.</p><p>Um dos principais méritos do artigo está na proposta de um olhar diferenciado sobre os suportes universais, direcionados e intensivos, considerando que “as práticas típicas de MTSS podem não ser apropriadas para crianças pequenas sem modificações” (Steed &amp; Shapland, 2019). As autoras argumentam que, na fase da educação infantil, as crianças ainda estão a desenvolver habilidades fundamentais como a autorregulação emocional, a linguagem afetiva e a interação social. Dessa forma, os sistemas de apoio precisam de ser adaptados para responder adequadamente a essas necessidades do desenvolvimento.</p><p>Além disso, o estudo destaca-se por oferecer sugestões práticas e concretas para a atuação doa educadores. Com base em evidências da literatura, as autoras sugerem intervenções como o ensino explícito de habilidades socioemocionais, estratégias de reforço positivo e ambientes estruturados que favoreçam a aprendizagem emocional (Steed &amp; Shaplan, 2019). Estas recomendações são fundamentadas numa sólida base teórica, que reforça a importância de considerar o desenvolvimento infantil nas práticas pedagógicas.</p><p>Entretanto, uma limitação do artigo é o seu caráter conceptual. Embora bem fundamentadas, as propostas ainda não foram testadas empiricamente, o que reduz a possibilidade de avaliar a sua eficácia prática. As próprias autoras reconhecem que “mais pesquisas são necessárias para examinar como as adaptações propostas funcionam em diferentes contextos escolares” (Steed &amp; Shaplan, 2019). Outra questão é que o estudo foi desenvolvido com base no contexto educacional norte-americano, o que pode dificultar a sua aplicação direta noutros países, como Portugal, onde a estrutura educacional e os recursos disponíveis são diferentes.</p><p>Apesar destas limitações, o artigo contribui significativamente para o debate sobre a importância do apoio socioemocional na infância. Destaca que intervenções adequadas desde os primeiros anos escolares podem promover não apenas o bem-estar emocional, mas também o sucesso académico e social das crianças. Assim, a proposta das autoras serve como ponto de partida para a construção de práticas mais sensíveis, inclusivas e eficazes no ambiente escolar.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3398312767/feef1df1fc14078ba6bea15bf537c67a/image.png" />
         <pubDate>2025-04-16 15:47:55 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/cunhasofiadias/sqt6uc9ltqcpgplq/wish/3412650954</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A Framework for Building Safe and Effective 
School Environments:
 Positive Behavioral Interventions and Supports 
(PBIS)</title>
         <author>dianasalesmoreira81</author>
         <link>https://padlet.com/cunhasofiadias/sqt6uc9ltqcpgplq/wish/3424847301</link>
         <description><![CDATA[<p>O artigo de Horner e Monzalve Macaya (2018) apresenta uma proposta sólida para a promoção de ambientes escolares seguros e eficazes através do modelo PBIS (<em>Positive Behavioral Interventions and Supports</em>). Este modelo assenta numa abordagem multinível de apoio comportamental, estruturada em três níveis de intervenção: universal, secundário e intensivo (Horner &amp; Monzalve Macaya, 2018, p. 665). Esta organização permite uma resposta diferenciada às necessidades dos alunos, destacando-se pela ênfase na prevenção e na promoção de comportamentos positivos, em oposição a modelos tradicionalmente punitivos (Horner &amp; Monzalve Macaya, 2018, p. 664).</p><p>Um dos principais pontos fortes do artigo é a sua sólida base empírica, com dados provenientes de milhares de escolas nos Estados Unidos. Esta evidência reforça a credibilidade do PBIS como uma abordagem eficaz, especialmente pela forma como incentiva o uso de dados na tomada de decisões escolares (Horner &amp; Monzalve Macaya, 2018, p. 672). A clareza metodológica e a sistematização do modelo tornam-no acessível para profissionais da educação interessados em melhorar o clima escolar.</p><p>Contudo, uma análise crítica revela algumas limitações importantes. Embora os autores reconheçam a necessidade de adaptar o PBIS a diferentes contextos culturais, a discussão sobre esse tema é superficial (Horner &amp; Monzalve Macaya, 2018, pp. 674–675). A aplicabilidade do modelo em países com realidades educativas distintas, como os da América Latina ou da Europa, não é devidamente explorada. Faltam orientações práticas para que essas adaptações possam ocorrer de forma eficaz e sensível às especificidades culturais e sociais de cada comunidade educativa.</p><p>Além disso, a implementação do PBIS exige uma transformação significativa na cultura escolar, bem como um forte investimento em formação contínua e liderança comprometida (Horner &amp; Monzalve Macaya, 2018, p. 676). O artigo, embora mencione esses aspetos, não aprofunda os desafios práticos associados à adoção do modelo, sobretudo em escolas com poucos recursos ou com resistência a mudanças estruturais. Esta omissão pode levar à subvalorização das dificuldades reais enfrentadas no terreno.</p><p>Outro ponto crítico é a ausência de uma perspetiva mais participativa. O modelo apresentado é maioritariamente orientado pelas equipas escolares, sem dar grande destaque à voz dos alunos ou das famílias. Embora o envolvimento familiar seja mencionado como desejável, não há uma exploração profunda de estratégias para integrar eficazmente esses atores no processo (Horner &amp; Monzalve Macaya, 2018, p. 668). A inclusão destes agentes poderia enriquecer o modelo, tornando-o mais democrático e alinhado com os princípios da educação participativa.</p><p>Em síntese, o artigo de Horner e Monzalve Macaya (2018) oferece uma estrutura sólida e promissora para a construção de ambientes escolares positivos. No entanto, a sua aplicação eficaz em contextos internacionais dependerá da capacidade de adaptação cultural, do reforço do envolvimento comunitário e da superação de barreiras institucionais. Para ser verdadeiramente transformador, o PBIS deve ser entendido não apenas como uma ferramenta técnica, mas como uma proposta que exige mudanças profundas nas práticas e nas mentalidades escolares.</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3404066334/15228c7430136eb321473fdcd9231eed/Captura_de_ecr__2025_04_25_113229.png" />
         <pubDate>2025-04-25 10:32:02 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/cunhasofiadias/sqt6uc9ltqcpgplq/wish/3424847301</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Implementing multi-tiered systems of support in rural schools: a practice perspective for improving mental health care for underserved youths</title>
         <author>analemos2001</author>
         <link>https://padlet.com/cunhasofiadias/sqt6uc9ltqcpgplq/wish/3431407360</link>
         <description><![CDATA[<p>O artigo de Kearney, Fensken e Dupont (2025) propõe a aplicação de Sistemas de Apoio Multinível (MTSS) em escolas rurais, com o intuito de melhorar o acesso dos alunos aos cuidados de saúde mental. O modelo, composto por três níveis de intervenção (universal, seletivo e intensivo) permite uma resposta ajustada à diversidade de necessidades, valorizando a escola como espaço central de prevenção e apoio. Esta abordagem destaca-se por integrar práticas educativas e de promoção do bem-estar de forma articulada e sistematizada.</p><p>Um dos pontos fortes do artigo é o reconhecimento das dificuldades associadas aos contextos rurais, como a escassez de recursos especializados, o isolamento geográfico e os limites orçamentais. A proposta apresenta soluções viáveis e sustentadas em estruturas escolares já existentes, o que reforça a sua exequibilidade. Ao focar-se em medidas preventivas e ajustadas à realidade local, o modelo contribui para uma resposta mais equitativa, inclusiva e sustentável.</p><p>A utilização de dados simples, como a assiduidade, como sinal de alerta precoce para dificuldades emocionais é apresentada como uma estratégia eficaz, de fácil aplicação e com potencial para melhorar a resposta das escolas às necessidades dos alunos. No entanto, a proposta é ainda maioritariamente teórica e carece de validação empírica em diferentes sistemas educativos. Esta limitação levanta questões quanto à sua aplicabilidade em contextos distintos do norte-americano.</p><p>Apesar de reconhecerem a importância do envolvimento das famílias e da comunidade, os autores não aprofundam estratégias práticas que permitam operacionalizar essa participação. Esta ausência pode comprometer a dimensão colaborativa da proposta. Em síntese, trata-se de um contributo relevante que oferece uma visão estruturada e adaptável para a promoção da saúde mental em meio escolar, mas que exigirá ajustamentos, validação prática e apoio institucional para se concretizar com eficácia.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3404027503/d4d105f9eabc9c6a44a9eb3165ceea97/IMG_3170.jpg" />
         <pubDate>2025-04-30 09:12:25 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/cunhasofiadias/sqt6uc9ltqcpgplq/wish/3431407360</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>cunhasofiadias</author>
         <link>https://padlet.com/cunhasofiadias/sqt6uc9ltqcpgplq/wish/3432863144</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><ul><li><p>American Psychological Association. (2015). <em>Os 20 princípios mais importantes da psicologia para o ensino e a aprendizagem de crianças e jovens.</em></p></li><li><p>Breia, G., Henriques, I. M., Ribeiro, J. P., Tavares, L., Mendes, S., &amp; Barrento, T. (2024). <em>Referencial para a Intervenção dos Psicólogos em Contexto Escolar.</em></p></li><li><p>Collaborative for Academic, Social, and Emotional Learning. (2021, June 23). <em>SEL 101: What are the core competencies and key settings? </em>[Vídeo]. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/ouXhi_CfBVg">https://youtu.be/ouXhi_CfBVg</a></p></li><li><p>Horner, R. H., &amp; Macaya, M. M. (2018). A framework for building safe and effective school environments: Positive behavioral interventions and supports (PBIS). <em>Pedagogická orientace, 28</em>(4), 663–685.</p></li><li><p>Kearney, C. A., Fensken, M., &amp; Dupont, R. (2025, April). Implementing multi-tiered systems of support in rural schools: A practice perspective for improving mental health care for underserved youths. In <em>Frontiers in Education</em> (Vol. 10, p. 1553528). Frontiers Media SA.</p></li><li><p><em>Ordem dos Psicólogos Portugueses.</em> (2017). Perfil das/os psicólogas/os da educação. Ordem dos Psicólogos Portugueses. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.ordemdospsicologos.pt/ficheiros/documentos/perfil_psicologos_educaa_aao.pdf">https://www.ordemdospsicologos.pt/ficheiros/documentos/perfil_psicologos_educaa_aao.pdf</a></p></li><li><p>Rasinski, T., Rikli, A., &amp; Johnston, S. (2009). Reading fluency: More than automaticity? More than a concern for the primary grades?. <em>Literacy Research and Instruction</em>, <em>48</em>(4), 350-361.</p></li><li><p>Steed, E. A., &amp; Shapland, D. (2020). Adapting social emotional multi-tiered systems of supports for kindergarten classrooms. <em>Early Childhood Education Journal, 48</em>(2), 135–146.</p><p><br/></p></li></ul>]]></description>
         <pubDate>2025-05-01 10:50:35 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/cunhasofiadias/sqt6uc9ltqcpgplq/wish/3432863144</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>cunhasofiadias</author>
         <link>https://padlet.com/cunhasofiadias/sqt6uc9ltqcpgplq/wish/3432868742</link>
         <description><![CDATA[<p>Em 2020, Edgar Nogueira Lima, doutorando na Universidade Estadual do Ceará, coordenou a implementação do Serviço de Psicologia Escolar (SPE) na rede municipal de educação de Fortaleza. A sua principal missão foi oferecer apoio psicológico aos alunos e professores, enfrentando o desafio de uma alta exigência e a escassez de profissionais disponíveis.</p><p>Para contornar essa realidade, o SPE desenvolveu estratégias inovadoras, como o mapeamento psicoeducacional. A equipa do serviço conversou diretamente com os diretores das escolas para identificar as necessidades emocionais e pedagógicas de cada instituição, permitindo a criação de intervenções mais direcionadas e eficazes, adaptadas à realidade de cada escola.</p><p>Além disso, o SPE adotou uma abordagem integrada, trabalhando de forma colaborativa com várias instituições locais. Essa articulação ajudou a estabelecer uma rede de apoio robusta para a comunidade escolar, contribuindo para a saúde mental de alunos, professores e famílias, e promovendo um ambiente de aprendizagem mais saudável e acolhedor.</p><p>Este trabalho destaca o papel crucial da psicologia escolar no apoio ao bem-estar de todos os envolvidos no processo educativo, especialmente em contextos com recursos limitados.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3398312767/724185815d8b97fd725377529d43bbdc/image.png" />
         <pubDate>2025-05-01 10:59:51 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/cunhasofiadias/sqt6uc9ltqcpgplq/wish/3432868742</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>cunhasofiadias</author>
         <link>https://padlet.com/cunhasofiadias/sqt6uc9ltqcpgplq/wish/3433142470</link>
         <description><![CDATA[<p>A experiência partilhada por Catarina Pinho oferece uma perspetiva rica e concreta sobre os desafios e as oportunidades da intervenção psicológica em contexto escolar, particularmente no domínio da psicologia da educação. A sua motivação para seguir esta área, despertada durante a licenciatura através da unidade curricular de Psicologia da Educação, demonstra a importância do contacto direto e aplicado com os contextos educativos na formação de futuros profissionais. Ao longo do seu percurso, destaca-se o envolvimento ativo em atividades complementares e a perseverança na procura de emprego após o mestrado, um reflexo claro das dificuldades que muitos jovens enfrentam ao transitar para o mercado de trabalho.</p><p>A escolha pela psicologia da educação surge, no seu caso, associada a um desejo de trabalhar numa lógica mais preventiva e promocional, ao contrário da abordagem mais clínica ou remediativa. Este posicionamento permite-lhe alcançar um maior número de pessoas, através de intervenções que visam melhorar o bem-estar, fomentar competências e criar condições mais inclusivas e seguras para todos os alunos, especialmente os que enfrentam maiores obstáculos à integração, como é o caso dos alunos migrantes.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3398312767/471a4afc9e8684e5168132a3f0f665f4/image.png" />
         <pubDate>2025-05-01 15:52:10 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/cunhasofiadias/sqt6uc9ltqcpgplq/wish/3433142470</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>cunhasofiadias</author>
         <link>https://padlet.com/cunhasofiadias/sqt6uc9ltqcpgplq/wish/3433145408</link>
         <description><![CDATA[<p>O <strong>Projeto VIVA</strong> (Valongo Integra, Valoriza e Acolhe), no qual Catarina está envolvida, reflete precisamente esta visão ampla e sistémica do papel do psicólogo educativo. Este projeto surge da necessidade concreta das escolas em responder eficazmente aos desafios colocados pela crescente diversidade cultural e linguística no concelho de Valongo. A sua missão centra-se na facilitação da integração de crianças, jovens e famílias migrantes no meio escolar, promovendo um acolhimento mais estruturado, sensível e equitativo.</p><p>As ações dinamizadas no âmbito do projeto, como a formação da comunidade educativa, a aquisição de livros bilingues, a criação de materiais inclusivos, e a realização de eventos culturais, são estratégias bem fundamentadas e ajustadas à realidade. Destacam-se ainda iniciativas de grande impacto, como o <strong>programa de mentoria</strong>, que coloca os próprios alunos a colaborar ativamente na integração dos colegas migrantes. Este programa revela-se particularmente interessante pela sua natureza horizontal e colaborativa, fomentando competências de empatia, liderança e responsabilidade entre os mentores, ao mesmo tempo que oferece aos mentorandos uma rede de apoio informal e mais próxima.</p><p>O processo de implementação da mentoria seguiu etapas bem definidas: desde a divulgação em escolas e turmas, à formação dos futuros mentores (em sessões regulares e práticas), passando pela fase de emparelhamento e pelo acompanhamento contínuo através de reuniões com a psicóloga. Este modelo revela uma forte componente organizacional, mas também um cuidado com a qualidade das relações interpessoais estabelecidas no processo, que são cruciais para o sucesso de qualquer intervenção em contexto educativo.</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3398312767/94ea04f5d4df5e3370cf6316bf070662/image.png" />
         <pubDate>2025-05-01 15:55:12 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/cunhasofiadias/sqt6uc9ltqcpgplq/wish/3433145408</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Reading Fluency: More Than Automaticity? More Than a Concern for the Primary Grades?</title>
         <author>beatriz1resende</author>
         <link>https://padlet.com/cunhasofiadias/sqt6uc9ltqcpgplq/wish/3436820012</link>
         <description><![CDATA[<p>O artigo de Timothy Rasinski (2006) propõe uma visão ampliada da fluência de leitura, defendendo que esta não se resume à rapidez ou precisão na decodificação (automaticidade). Segundo o autor, uma leitura fluente deve envolver expressividade, prosódia e compreensão, indo ao encontro de princípios fundamentais da Psicologia da Educação, ao integrar dimensões cognitivas, linguísticas e emocionais do processo de leitura.</p><p>Rasinski afirma que “fluency is not simply a matter of speed or automaticity; it is also a matter of expression and comprehension” (2006, p. 704), criticando a prática tradicional de avaliar fluência apenas por métricas quantitativas. Afirma que, a leitura expressiva, ao permitir uma ligação emocional com o texto, contribui para a construção de leitores mais motivados e reflexivos.</p><p>A articulação entre leitura e escrita é outro ponto chave: enquanto a leitura fornece modelos linguísticos e estruturas textuais, a escrita exige um esforço ainda maior de planeamento, organização de ideias e domínio do código linguístico. Nesse contexto, a fluência na leitura pode servir como base para uma escrita mais eficaz, facilitando a produção textual e o desenvolvimento de competências metacognitivas. Assim, torna-se essencial uma instrução explícita, sistemática e prolongada que integre ambos os processos, algo que a Psicologia da Educação defende como pilar fundamental da aprendizagem significativa.</p><p>Dentro das estratégias sugeridas para promover uma fluência expressiva temos a leitura coral, a leitura repetida e a leitura performativa, práticas que não só favorecem a fluência, como também a motivação dos alunos e o seu envolvimento.</p><p>Contudo, Rasinski reconhece a necessidade de mais investigações empíricas e alerta para a limitação do seu estudo ao contexto educativo norte-americano.</p><p>Apesar disso, o artigo oferece uma importante contribuição ao sublinhar que ler bem é mais do que decifrar palavras: é compreender, sentir e expressar, e que, para isso, os alunos precisam de tempo, prática e apoio pedagógico estruturado, propondo uma visão mais humanizada da leitura. Ainda, reforça a importância de integrar a leitura e a escrita em práticas pedagógicas intencionais, baseadas numa instrução explícita e adaptada às necessidades reais dos alunos, contribuindo assim para a formação de leitores e escritores mais competentes, confiantes e críticos.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3416628848/4313850efdf2b9d950bdcff9d0af98f6/Captura_de_ecr__2025_05_05_184134.png" />
         <pubDate>2025-05-05 17:41:59 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/cunhasofiadias/sqt6uc9ltqcpgplq/wish/3436820012</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>cunhasofiadias</author>
         <link>https://padlet.com/cunhasofiadias/sqt6uc9ltqcpgplq/wish/3441868461</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>A visita ao Conservatório de Dança do Vale do Sousa, em Paredes, no âmbito da disciplina de Psicologia da Educação, revelou-se uma experiência profundamente enriquecedora e transformadora. Permitiu-nos compreender de forma concreta o papel do psicólogo da educação num contexto artístico, caracterizado por exigências emocionais elevadas e dinâmicas muito particulares. A atuação da psicóloga educacional, a Doutora Jéssica, destacou-se não apenas pela competência técnica, mas principalmente por uma abordagem humanizada, preventiva e integradora.</p><p><br></p></li></ul>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3398312767/ebea8198eacd2e18eed8b5e9c1cd5494/image.png" />
         <pubDate>2025-05-08 13:21:44 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/cunhasofiadias/sqt6uc9ltqcpgplq/wish/3441868461</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>cunhasofiadias</author>
         <link>https://padlet.com/cunhasofiadias/sqt6uc9ltqcpgplq/wish/3441872013</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>O que mais nos impressionou no trabalho da Doutora Jéssica foi a sua presença constante e acessível no dia a dia escolar. Longe de uma atuação centrada exclusivamente na resolução de problemas pontuais, a doutora assume uma postura de proximidade, estabelecendo vínculos de confiança com os alunos, os professores e os encarregados de educação. O simples gesto de circular pelos corredores, interagir informalmente com os alunos e estar disponível para ouvir, ainda que em conversas breves, revela uma escuta ativa e um olhar clínico atento aos pequenos sinais que podem indicar fragilidades emocionais.</p></li><li><p>Este tipo de presença facilita uma desmistificação do papel do psicólogo escolar, quebrando a ideia de que só se recorre a ele em momentos de crise. Pelo contrário, os alunos percebem-na como uma figura de apoio contínuo, com quem se sentem seguros para partilhar inquietações e sentimentos. Esta construção de confiança é essencial, especialmente num ambiente artístico, onde os alunos lidam com pressões internas e externas relacionadas com o desempenho, a criatividade e a exposição pública.</p></li></ul>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3398312767/56174ceb2c29360d0583176bbc4d30a1/image.png" />
         <pubDate>2025-05-08 13:24:10 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/cunhasofiadias/sqt6uc9ltqcpgplq/wish/3441872013</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>cunhasofiadias</author>
         <link>https://padlet.com/cunhasofiadias/sqt6uc9ltqcpgplq/wish/3441873058</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>Outro aspeto particularmente relevante é a forma como a psicóloga articula o seu trabalho com os encarregados de educação. Sempre que necessário, há uma preocupação clara em envolver as famílias, promovendo uma parceria efetiva na procura de soluções que respeitem as necessidades individuais de cada aluno. Esta colaboração entre a escola e a família é fundamental para garantir um apoio psicológico mais completo e eficaz.</p></li></ul>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3398312767/b21af6082afda3d81f28ae1b019351ad/image.png" />
         <pubDate>2025-05-08 13:24:56 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/cunhasofiadias/sqt6uc9ltqcpgplq/wish/3441873058</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>cunhasofiadias</author>
         <link>https://padlet.com/cunhasofiadias/sqt6uc9ltqcpgplq/wish/3441874573</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>Entre as várias iniciativas desenvolvidas, destaca-se a “Semana Sensorial”, realizada uma vez por período letivo. Durante esta semana, as aulas convencionais são substituídas por atividades centradas em temas como o autoconhecimento, o bem-estar emocional e a inteligência relacional. Trata-se de uma pausa intencional no ritmo académico, que visa proporcionar aos alunos um espaço de reflexão, expressão e de desenvolvimento pessoal. Esta iniciativa, apoiada diretamente pela psicóloga, mostra um compromisso claro com uma educação que vai além do conteúdo técnico-artístico.</p></li></ul>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3398312767/2ae91b3c5288f34887fc6fb71eca19ca/image.png" />
         <pubDate>2025-05-08 13:26:05 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/cunhasofiadias/sqt6uc9ltqcpgplq/wish/3441874573</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>cunhasofiadias</author>
         <link>https://padlet.com/cunhasofiadias/sqt6uc9ltqcpgplq/wish/3441876156</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>As assembleias escolares são também uma prática de destaque. Nestes momentos, os alunos têm a oportunidade de expressar as suas opiniões, preocupações e sugestões sobre o funcionamento da escola. A participação da psicóloga nestas sessões reforça uma abordagem democrática e participativa, onde os estudantes são reconhecidos como agentes ativos da sua própria experiência escolar. Esta valorização da voz dos alunos contribui para o desenvolvimento de uma atitude crítica e um forte sentimento de pertença.</p></li></ul>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3398312767/10ac45a3ef94cd7b59b77a24469ddc17/image.png" />
         <pubDate>2025-05-08 13:27:07 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/cunhasofiadias/sqt6uc9ltqcpgplq/wish/3441876156</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>cunhasofiadias</author>
         <link>https://padlet.com/cunhasofiadias/sqt6uc9ltqcpgplq/wish/3441877610</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>Importa ainda sublinhar a adequação da intervenção psicológica às diferentes faixas etárias. Com os alunos mais novos, há um foco na prevenção do bullying e no desenvolvimento das competências sociais básicas. Já com os adolescentes, o trabalho centra-se mais intensamente nas dimensões socioemocionais, com o objetivo de fortalecer a autoestima, a empatia e a autorregulação emocional, sendo estes aspetos essenciais para o equilíbrio psicológico e para o sucesso pessoal e académico.</p></li></ul>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3398312767/dc40158c94ca22b6b1c88f43bbc98334/image.png" />
         <pubDate>2025-05-08 13:27:56 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/cunhasofiadias/sqt6uc9ltqcpgplq/wish/3441877610</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>cunhasofiadias</author>
         <link>https://padlet.com/cunhasofiadias/sqt6uc9ltqcpgplq/wish/3441880907</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>Um elemento adicional que merece destaque é o foco na <strong>prevenção de relações tóxicas</strong>, especialmente entre os jovens, nas suas amizades e interações sociais. Esta temática tem ganho cada vez mais relevância, dada a frequência com que surgem relações desequilibradas marcadas por manipulação, dependência emocional ou por comportamentos abusivos. Para sensibilizar os alunos, o conservatório promove ações de consciencialização, como a afixação de <strong>cartazes informativos pelos corredores</strong>, com mensagens claras e acessíveis sobre os sinais de alerta e a importância de manter relações saudáveis. Esta iniciativa reforça a dimensão preventiva do trabalho psicológico e contribui para o desenvolvimento de uma cultura escolar mais respeitosa, segura e emocionalmente consciente.</p></li></ul>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3398312767/9e0d88cbde17ef1962326220646595c5/image.png" />
         <pubDate>2025-05-08 13:29:51 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/cunhasofiadias/sqt6uc9ltqcpgplq/wish/3441880907</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>cunhasofiadias</author>
         <link>https://padlet.com/cunhasofiadias/sqt6uc9ltqcpgplq/wish/3441885178</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>Em suma, o trabalho psicológico desenvolvido no Conservatório de Dança do Vale do Sousa constitui um exemplo inspirador de como a psicologia da educação pode ser uma força transformadora no contexto escolar. A atuação da Doutora Jéssica demonstra que é possível integrar a dimensão emocional e relacional na vida escolar de forma natural e eficaz, promovendo ambientes educativos mais humanos, justos e emocionalmente seguros. Esta visita não só ampliou a nossa visão sobre o papel do psicólogo da educação, como reforçou a importância de práticas baseadas na empatia, no diálogo e na escuta ativa como pilares do sucesso escolar e do bem-estar global dos alunos.</p></li></ul>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3398312767/fe42a30010b217b6b9470d090cba993e/image.png" />
         <pubDate>2025-05-08 13:32:28 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/cunhasofiadias/sqt6uc9ltqcpgplq/wish/3441885178</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>analemos2001</author>
         <link>https://padlet.com/cunhasofiadias/sqt6uc9ltqcpgplq/wish/3452761120</link>
         <description><![CDATA[<p>O vídeo da CASEL apresenta o conceito de Aprendizagem Social e Emocional (SEL – <em>Social and Emotional Learning</em>), definido como um processo contínuo através do qual crianças, jovens e adultos desenvolvem competências, atitudes e valores que lhes permitem conhecerem-se melhor, estabelecer relações positivas, alcançar metas pessoais e contribuir para o bem-estar das suas comunidades. O SEL é visto como essencial para criar experiências educativas intencionais, seguras e inclusivas, onde todos se sintam valorizados, ouvidos e com um verdadeiro sentido de pertença.</p><p>É sublinhada a importância de uma abordagem colaborativa, em que escolas, famílias e comunidades trabalham em conjunto para garantir o sucesso académico, pessoal e social dos jovens. Nesse sentido, o modelo da CASEL estrutura-se em cinco competências-chave: autoconsciência (capacidade de compreender quem somos, o que sentimos, pensamos e acreditamos), autogestão (gestão eficaz das emoções e comportamentos para atingir objetivos), consciência social (empatia, respeito pelas diferenças e compreensão das influências sociais), competências de relacionamento (comunicação clara, resolução de conflitos e construção de relações saudáveis) e tomada de decisão responsável (análise crítica das consequências das ações e procura de soluções que promovam o bem comum).</p><p>O desenvolvimento destas competências deve ser promovido de forma contínua e adaptada aos contextos culturais e sociais em que os indivíduos se inserem. O vídeo identifica quatro contextos-chave para a implementação eficaz do SEL: na sala de aula, através do ensino explícito destas competências e da sua integração nas disciplinas curriculares; em toda a escola, através das rotinas diárias, das interações com os adultos e das práticas educativas; em casa, com o envolvimento ativo das famílias, reconhecendo o seu papel essencial na educação emocional; e na comunidade, já através da colaboração com organizações locais que partilhem os mesmos objetivos educativos e sociais.</p><p>Em síntese, o vídeo apresenta o SEL como uma abordagem abrangente, intencional e colaborativa, indispensável para o desenvolvimento integral dos jovens. Ao promover competências sociais e emocionais ao longo da vida, o SEL contribui para ambientes de aprendizagem mais humanos, participativos e transformadores, preparando os alunos para os desafios da vida pessoal, académica e profissional.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3404027503/88bae98d052d86eb2e33fc19f5958037/IMG_3176.jpg" />
         <pubDate>2025-05-15 15:47:39 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/cunhasofiadias/sqt6uc9ltqcpgplq/wish/3452761120</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
