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      <title>Patrimônio Material e Imaterial da Argentina by Fernanda Munoz</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-06-02 18:52:35 UTC</pubDate>
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         <title>Las Cuevas, Las Heras, Mendoza</title>
         <author>fernandamunoz11</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>O Futre</strong><br>No final do século XIX, foi construída uma obra de engenharia espetacular: a Ferrovia Transandina. Este ambicioso projeto tinha como objetivo ligar a capital de Mendoza à cidade chilena de Los Andes.<br><br></div><div>Em 1887, a construção da ferrovia foi entregue à "Transandine Construction Company", uma empresa de origem inglesa.<br><br></div><div>Com a imponente Cordilheira dos Andes como pano de fundo, na localidade de <em>Las Cuevas</em>, perto da fronteira internacional com o Chile, um certo Sr. Foster ficou encarregado de fazer os pagamentos aos operários que trabalhavam na instalação da linha férrea.<br><br></div><div>Dizem que este personagem de origem inglesa era alto, magro e tinha um andar elegante, sempre usava um terno impecável e era muito formal.<br><br></div><div>Por causa de seu porte distinto - ou talvez porque os habitantes locais não conseguissem pronunciar bem seu nome - o Sr. Foster foi apelidado de "Futre", que na linguagem da Cordilheira significa literalmente "homem que gosta de se vestir elegantemente".<br><br></div><div>Os trabalhadores pareciam esfarrapados e trabalhavam de sol a sol, em condições climáticas adversas, ao contrário de Foster, que, além de sua aparência impecável, refugiava-se em seu confortável escritório.<br><br></div><div>Por sua vez, o Futre interagia pouco com os trabalhadores e os olhava com arrogância e, às vezes, com desprezo.<br><br></div><div><strong>Um fim trágico<br></strong><br></div><div>Um dia, uma tempestade de neve surpreendeu Foster, obrigando-o a passar a noite nas montanhas. No meio da noite, bandidos o pegaram de surpresa, o assassinaram e roubaram o dinheiro do pagamento.<br><br></div><div>No dia seguinte, Foster foi encontrado sem o dinheiro e sem sua cabeça. Dizem que, desde aquela noite, um homem vestido em um impecável terno preto percorre as montanhas de Mendoza. O Futre surpreende viajantes desavisados, pergunta pelo dinheiro roubado e depois desaparece.<br><br></div><div>Além disso, há uma lápide com seu sobrenome gravado no cemitério de <em>Uspallata</em>. Por esse motivo, acredita-se que seu corpo repousa ali.<br><br></div><div>Depois de mais de um século desde o assassinato, a lenda do Futre ainda está viva na cultura de Mendoza, entretendo crianças e adultos e atemorizando os viajantes que se atrevem a cruzar a cordilheira durante a noite.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-03 01:01:46 UTC</pubDate>
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         <title>Cerro de los Siete Colores, Purmamarca, Jujuy</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br><strong>Lenda dos duendes no</strong> <strong><em>Cerro de los Siete Colores.</em></strong><br>Diz-se que muitos anos atrás no povoado de Pumamarca se realizava a festa de honra à Lua. Durante a noite a lua cheia brilhava com muita intensidade que os habitantes do povoado tiveram que refugiar-se nas suas casas. Por isso os duendes decidiram aproveitar a oportunidade para fazer algo especial que foi pintar o morro com diferentes cores e assim criou o <em>Cerro de los Siete Colores.<br>Camino, Patricia; Garrido, Angela; Moreno, Candela.</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-06 21:01:34 UTC</pubDate>
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         <title>Puente del Inca, Mendoza</title>
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         <description><![CDATA[<div>Patrimônio Material e Imaterial da Argentina<br><br>O nome do lugar vem da lenda que conta que muito antes da chegada do imperio espanhol, um grande chefe inca teve um filho com paralisia. Depois de que ele tentou todos os tipos de curas sem obter bons resultados, ouviu que nas terras ao sul havia um lugar onde as águas curativas poderiam acabar com seu infortúnio. Por isso mesmo, ele criou um grupo com os melhores guerreiros e foram lá. Ao chegar, observou maravilhado as famosas águas que saíam da terra. Mas ficavam distantes deles, por isso, seus guerreiros, sem hesitar, se abraçaram, formando uma ponte humana, e assim chegaram ao outro lado. O Inca caminhou pelas costas dos homens com seu filho nos braços. Assim, eles chegaram até a fonte termal onde encontraram a tão esperada cura. Quando o Inca voltou pra olhar e agradecer a seus valentes guerreiros, se haviam petrificado e já constituíam o que hoje conhecemos como a famosa "Puente del Inca".<br><br>Abril Fragapane<br>Luna Fabre<br>Manuela Cassano<br>Renzo Miranda</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-06 21:03:34 UTC</pubDate>
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         <title>Laguna de la Niña Encantada, Mendoza</title>
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         <description><![CDATA[<div>Há mais de cem anos, a zona da lagoa de Malargue, perto da localidade de Sosneado, era habitada por um povo indígena que vivia em paz. Um dia, os Pehuenches, um povo muito resistente, chegaram com a intenção de os invadir e conquistar. Os chefes decidiram casar os seus filhos como um tratado de paz para evitar a guerra. A filha do cacique chamava-se Elcha e não queria casar com o príncipe Pehuenche, estava apaixonada por um jovem pobre da sua tribo. Como os caciques não aceitavam esta relação, o jovem casal fugiu para o norte, para a lagoa, onde foram encurralados pelo exército Pehuenche e decidiram saltar juntos para a lagoa, morrendo de amor.<br><br>Diz-se que a bruxa da aldeia foi a primeira a aparecer na água. Naquela época, ela juntou as maldições com seus feitiços. Em resposta, um raio caiu e atingiu a feiticeira. Assim, ela foi petrificada e aprisionada para sempre naquele lugar. Hoje, pode ser vista na montanha acima da lagoa.<br><br>Desde então, reza a lenda que, nas noites de lua cheia, a bruxa transformada em pedra olha para a lagoa à procura do jovem casal apaixonado. O reflexo de Elcha pode ser contemplado, sabendo que ela viverá para sempre com seu amor na lagoa.<br><br>Micaela Fernandez, Aimé Bordón, Gastón Cinel</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-06 21:04:36 UTC</pubDate>
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         <title>Lenda da Lagoa da Menina Encantada - Mendoza</title>
         <author>celielespe</author>
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         <description><![CDATA[<div>É uma pequena lagoa, de apenas 80 metros de diâmetro, mas que oferece uma beleza particular. Suas águas cristalinas, de cor esmeralda, provêm de rios subterrâneos.&nbsp;</div><div><br></div><div>A lenda conta que havia uma belíssima princesa indígena chamada Elcha (em língua aborígine significa espelho), reconhecida em sua tribo por sua beleza. Essa tribo estava em conflito com outra, pela qual a bruxa tinha simpatia. Elcha tinha crescido com um colega que não era da nobreza mas à medida que o tempo passava, crescia entre eles um sólido amor.&nbsp;</div><div><br></div><div>Quando a bruxa da tribo soube desse amor, convenceu o pai de Elcha a deter a altitude de enfrentamento entre as tribos mediante o casamento dos príncipes.</div><div><br></div><div>A princesa Elcha foi informada na noite anterior. Desesperada comunicou-lhe a seu amado e fugiram velozmente para o norte. Minutos mais tarde, quando ambas as tribos perceberam a fuga dos namorados, ambas as tribos partiram em perseguição comandadas pela bruxa.</div><div>Num momento, os jovens entenderam que tinham se extraviado o caminho e seguiram até que um corte abrupto da superfície que terminava na lagoa os deteve. Olharam para trás e a luz dos raios iluminou os seus perseguidores, que estavam muito perto. Elcha e o jovem não pensaram e decidiram se jogar na água.</div><div><br></div><div>A primeira ao chegar e olhar para a lagoa foi a bruxa, no instante em que o fez, um poderoso raio se descarregou sobre ela, deixando-a petrificada. Os demais perseguidores também se aproximaram temerosos e viram refletida na superfície, qual espelho a imagem de Elcha. Desde então até hoje, tanto a bruxa petrificada como a imagem de Elcha podem-se distinguir e é por isso que os moradores batizaram assim aquela lagoa.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-06 21:06:26 UTC</pubDate>
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         <title>Um amor indígena e o &quot;Ñandú&quot;</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Na Mendoza pré-fundacional, nossa terra era habitada pelos Huarpes e outros povos indígenas, eles viviam em paz e sem conflitos. No entanto, um dia, uma tribo recebeu a notícia de que aborígenes ferozes, guerreiros e muito maus estavam se aproximando do outro lado da cadeia de montanhas e ao norte da região. Os habitantes locais decidiram pedir ajuda a um povo amigo que vivia no leste.&nbsp;</div><div>Para fazer esse pedido, não havia outra alternativa a não ser atravessar o cordão de índios que o povo agressor havia estabelecido ao redor deles.</div><div>Um indígena jovem, forte e ágil, com não mais de 20 anos de idade, decidiu assumir a missão, mas somente se lhe fosse permitido fazê-lo com sua esposa.</div><div>E quando parecia que eles estavam prestes a ser pegos, começaram a se sentir mais leves. De repente, eles se transformaram em o que hoje chamamos “ñandú”.</div><div>A toda velocidade, deixando atrás seus perseguidores, eles alcançaram a tribo de seus amigos, que pediram ajuda. Avisados, eles pegaram suas armas e partiram rapidamente</div><div>Eles surpreenderam os invasores pela frente e por trás e os derrotaram. E assim, segundo a lenda, a ema apareceu na Terra, em Mendoza.<br><br>- Araya, Antonella<br>-Fernández, Florencia Agustina </div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-06 21:09:39 UTC</pubDate>
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         <title>Santuário Gaúcho Cubillos, Las Heras, Mendoza</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>El Gaucho Cubillos era uma pessoa que roubava às famílias, principalmente cavalos, para os partilhar com os despossuídos. Morreu em Paramillos, onde se refugiou da lei. Ainda não se sabe como morreu, mas hoje em dia é venerado, existindo um santuário perto das minas de Paramillos com uma cruz que lhe é dedicada e um mausoléu no cemitério da capital, onde os crentes lhe pedem favores e, em sinal de gratidão, lhe trazem presentes e oferendas.<br><br>Gastón Cinel, Aimé Bordón, Micaela Fernandez</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-06 21:16:36 UTC</pubDate>
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         <title>Salta</title>
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         <description><![CDATA[<div>A lenda do <em>Cardon</em>:<br>Kewayl Amatua e Pascana, eram amantes, mas eles pertenciam a diferentes tribos que estavam lutando. Então Pascana pede ajuda ao diabo&nbsp; e depois pede ajuda à Pachamama para os proteger e os transforma num <em>cardon</em>.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-06 21:32:18 UTC</pubDate>
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         <title>Espaço Arizu, Avenida San Martín, Godoy Cruz, Mendoza</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Foi fundada em 1888 por Balbino Arizu e seus irmãos, a vinícola se tornou um dos símbolos históricos da época de ouro da vitivinicultura de Mendoza, no final do século XIX e início do século XX. Através da sua própria linha de trem, a empresa transportou milhares de milhões de litros de vinho para Buenos Aires para serem distribuídos por todo o país.<br>Agora se destaca o valor desta recuperação patrimonial para a cultura, a arte, a história e o vinho.&nbsp;</div><div>A partir deste mês, as visitas guiadas serão realizadas às quintas-feiras, às 9h, 10h, 11 e 12h. E o ingresso é gratuito.<br><br>- Araya, Antonella<br>- Fernández, Florencia Agustina</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-06 21:32:29 UTC</pubDate>
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         <title>Cerro de los Siete Colores, Purmamarca, Jujuy</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br><strong><em>Cerro de los Siete Colores</em></strong><br>Este lugar foi declarado no ano 2003 Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO, sua atração principal é a beleza das suas cores do morro sendo um espetáculo natural único no mundo. Dentro dele existe uma lenda que envolve o povoado da localidade de Purmamarca. O melhor momento para conhecer este lugar é durante o dia entre 10 e 18.&nbsp;</div><div><em>Camino Patricia; Garrido, Angela; Moreno, Candela.</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-06 21:34:31 UTC</pubDate>
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         <title>Espaço Contemporâneo de Arte &quot;Eliana Molinelli&quot;- Micaela Fernández</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O Espaço de Arte Contemporânea (ECA) é um espaço público e gratuito de exposições de arte contemporânea na cidade de Mendoza, inaugurado em 1999. Ele está localizado no edifício do antigo Banco Mendoza, em frente à Plaza San Martin, que tem a categoria de patrimônio cultural da Província de Mendoza.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-06 21:35:44 UTC</pubDate>
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         <title>Península Valdés, Chubut</title>
         <author>celielespe</author>
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         <description><![CDATA[<div>A Península Valdés, na Argentina, é um paraíso preservado e Patrimônio Mundial da UNESCO. É conhecida por ser um santuário de vida marinha, com destaque para as baleias francas austrais, que podem ser observadas entre junho e dezembro. Além das baleias, é possível avistar leões-marinhos, elefantes-marinhos, orcas, golfinhos e aves migratórias. As costas rochosas e as águas cristalinas proporcionam um habitat perfeito para essas espécies. A península também possui dunas, praias e uma vegetação peculiar, que podem ser exploradas através de trilhas. Para os aventureiros, há atividades como mergulho, caiaque e observação de aves. A cidade de Puerto Madryn, próxima à península, oferece infraestrutura turística, hospedagem e restaurantes com deliciosos pratos de frutos do mar frescos.</div><div><br></div><ul><li>Adulto: $3100</li><li>Estrangeiro: $6200</li><li>Habitantes de Chubut: $1500</li><li>Crianças: de 0 a 5 sem custo, de 6 a 11 $3100</li><li>Pessoas com mobilidade reduzida: sem custo</li><li>Ex-combatentes de Malvinas: sem custo<br><br></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-06 21:38:05 UTC</pubDate>
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         <title>Museo Nacional del Vino y la Vendimia - Casas Giol e Gargantini e Vinícola Colonia de Oro, Ozamis, Maipú, Mendoza - Hugo Gastón Cinel</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Os chalés Giol e Gargantini, situados em Maipú, foram declarados patrimônio provincial em 1991 e Monumento Histórico Nacional em 1998. O Gargantini foi cedido pela província ao município de Maipú para a criação do "Museo Nacional del Vino y la Vendimia".&nbsp;<br><br>Bautista Gerónimo Gargantini, de origem suíça, e Juan Giol, italiano, formaram uma sociedade em 1896, que se tornaria o orgulho da viticultura de Mendoza. Compraram 44 hectares de terra em Maipú e construíram os primeiros edifícios da adega La Colina de Oro (mais tarde Giol). O crescimento da produção foi vertiginoso e eles decidiram construir essas esplêndidas casas no local entre 1908 e 1910. Contrataram então o arquitecto Manuel Mignani e o construtor Ricardo Ciancio, que nessa altura já tinham executado obras importantes na província, como a Penitenciária e a Câmara Municipal de Maipú.&nbsp;<br><br>A casa de Gargantini, que hoje abriga o Museu Nacional do Vinho e da Vindima, é uma importante residência de dois andares, com estilo francês e detalhes luxuosos. Como muitas casas senhoriais da época, seus materiais foram importados da Europa. O interior caracteriza-se pelos seus salões e pelo seu grande espaço central que liga todas as divisões. A moradia histórica conserva grande parte da sua concepção original e da sua história, como as figuras que suportam as varandas, os vidros gravados com as iniciais da empresa, os pavimentos de madeira, a carpintaria, as colunas de ferro forjado, o mobiliário, os lustres e a iluminação. É, sem dúvida, um local a visitar: as casas são a principal atracção, para além de alguns elementos interessantes que poderão ser apresentados no Museu.<br><br>Como parte da visita, sugerimos entrar na antiga Adega do Giol, que conserva a chaminé de tijolo, a destilaria e a tanoaria (onde hoje os tanoeiros trabalham a reparar os barris de carvalho). Noutra sala há uma prova de vinhos incluída na visita ao museu e é possível comprar algumas lembranças e varietais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-06 21:41:06 UTC</pubDate>
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         <title>Reserva Natural Villavicencio, Mendoza</title>
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         <description><![CDATA[<div>Localizado no oeste da Cidade de Mendoza. O Hotel Villavicencio foi construído em 1940, pelo Sr. Ángel Velaz, proprietário e fundador da empresa "Termas de Villavicencio". É um hotel em estilo normando francês, tem 30 quartos, 15 por andar.<br><br>Tinha a particularidade de que cada quarto tinha acesso a água termal no banheiro. No primeiro andar, os hóspedes têm acesso às áreas comuns, e nos dois andares superiores ficavam os quartos.<br><br>No balcão de check-in, os hóspedes não só faziam o check-in tradicional, mas tembém tinham de passar pelo consultório médico do hotel, onde eram orientados sobre como tomar os banhos termais, dependendo de sua condição.<br><br>O hotel permaneceu aberto até o final da década de 1970, quando finalmente fechou as portas. Atualmente, o Hotel Termas de Villavicencio e suas construções complementárias são um Monumento Histórico e Cultural e um Patrimônio Histórico Nacional.&nbsp;<br><br>Em nível Provincial, os 72.000 hectares do complexo são declarados Reserva Natural de Usos Múltiplos.<br><br>Horário e dias de funcionamento:&nbsp;<br>- De quarta a sexta-feira, das 09:30 às 17:30.<br>- Sábados, domingos e feriados até as 18:00 horas.<br>- Último acesso: uma hora antes do horário de fechamento.<br><br>https://rnvillavicencio.com.ar/<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-06 21:48:09 UTC</pubDate>
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