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      <title>Criação de ambientes de aprendizagem inclusivos e inovadores by Filipa Oliveira</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-05-30 05:30:38 UTC</pubDate>
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         <title>1.1. - Apresentação</title>
         <author>filipaisabeloliveira</author>
         <link>https://padlet.com/filipaisabeloliveira/snbueq3f7qrgp0l8/wish/3473560550</link>
         <description><![CDATA[<p>Olá! Eu sou a Filipa!</p><p><br></p><p>Sou de Vila Nova de Famalicão e tenho 24 anos.</p><p>Atualmente trabalho como professora titular de uma turma de 4.º ano (grupo 110) na Escola Básica Artur Bual, Agrupamento de Escolas Mães d'Água, na Amadora. Apesar de este ser o meu primeiro ano, efetivei em QA, encontrando-me, deste modo, no Período Probatório. </p><p><br></p><p>A minha motivação para me inscrever nesta formação foi adquirir mais conhecimentos. </p><p>A turma em que estou a trabalhar este ano inclui um aluno que se encontra no espetro do autismo e dois alunos com PHDA, alunos de níveis socioeconómicos extremamente desfavorecidos, alunos de etnias diversas, 6 nacionalidades diferentes, culturas e capacidades distintas, entre outros. Assim, considero relevante o tema e conteúdo da formação para mim e para a minha formação como docente.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-30 05:34:15 UTC</pubDate>
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         <title>1.2. - Imagem ilustrativa da minha perspectiva de inclusão -&gt; colaboração</title>
         <author>filipaisabeloliveira</author>
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         <description><![CDATA[<p>Como abordado nas sessões, inclusão refere-se à prática de integrar os alunos, promovendo um ambiente de aprendizagem para todos. O principal objetivo é garantir que todos os alunos, independentemente das suas diferenças, tenham acesso à educação e possam desenvolver o seu potencial máximo. Na minha perspetiva, a capacidade de colaborar e a aprendizagem colaborativa em sala de aula (representada na imagem) representam este objetivo.</p><p><br></p><p>A escola é organicamente um dos principais espaços de socialização dos alunos e por isso é essencial que se desenvolva de forma a acolher e valorizar a diversidade. Quando os alunos colaboram entre si, trocando conhecimentos, ajudando colegas com dificuldades e respeitando as diferenças, cria-se um ambiente mais recetivo à inclusão uma vez que os alunos, ao aprenderem juntos, beneficiam da troca de experiências/vivências. Esta dinâmica fortalece a visão de comunidade e contribui para que os alunos se sintam valorizados e pertencentes ao meio escolar. Além disso, o <strong>trabalho colaborativo entre alunos </strong>estimula o desenvolvimento de competências sociais e emocionais fundamentais para a vida em sociedade como ouvir o outro, esperar a sua vez de falar, conseguir organizar e expressar as suas ideias, resolução de problemas, entre outros. Ao aprender a ouvir, colaborar e resolver conflitos de forma respeitosa, os alunos produzem relações mais saudáveis e inclusivas dentro e fora da escola.</p><p><br></p><p>A inclusão, é, todavia, um compromisso coletivo. O <strong>trabalho colaborativo entre professores, famílias e a equipa pedagógica</strong> é também capital para construir um ambiente escolar inclusivo. Como professores devemos fazer um esforço conjunto baseado na empatia, no respeito pelas diferenças e na procura por soluções que favoreçam a participação de todos. Ao planificarmos em conjunto, dialogarmos com os professores de EE, psicólogos e terapeutas, entre outros e compartilharmos boas práticas conseguimos criar estratégias mais eficientes para acolher alunos com necessidades específicas.</p><p><br></p><p>Em suma, o trabalho colaborativo entre alunos na sala de aula torna o convívio numa experiência de aprendizagem mútua e acolhimento, criando um ambiente onde todos se sentem respeitados, apoiados e capazes de aprender juntos. Já o trabalho colaborativo nas escolas é um instrumento necessário para a construção de uma educação mais justa e acolhedora pois ao unir esforços a comunidade escolar reforça práticas que respeitam a diversidade e garantem a convivência num meio seguro e inclusivo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-30 05:34:27 UTC</pubDate>
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         <title>2 - Trecho: Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória</title>
         <author>filipaisabeloliveira</author>
         <link>https://padlet.com/filipaisabeloliveira/snbueq3f7qrgp0l8/wish/3474198604</link>
         <description><![CDATA[<p><em>“Responsabilidade e integridade – Respeitar-se a si mesmo e aos outros; saber agir eticamente, consciente da obrigação de responder pelas próprias ações; </em><strong><em>ponderar as ações próprias e alheias em função do bem comum.” </em></strong><em>(PASEO, p. 17)</em></p><p><br></p><p>Considero muito importante a criação de um espaço para os alunos, construído com e pelos alunos, e para que estes tenham uma postura ativa no seu processo de ensinoaprendizagem, promovendo o desenvolvimento de áreas de competências no PASEO como a capacidade de resolução de problemas, o relacionamento interpessoal, o pensamento crítico e criativo e a cidadania.</p><p><br></p><p>Tenho implementado isto com a turma em que estou a trabalhar no presente ano letivo através de recursos como o cantinho das sugestões, sorteios e votações com recurso a plataformas digitais. Através destas ferramentas os alunos construíram, em conjunto e através de tertúlias, os vários cantinhos da sala de aula (da leitura, das afirmações, entre outros), o seu tema e algumas das nossas rotinas diárias (alarmes, cumprimentos matinais, ajudantes, entre outros), e noto que além de criar uma maior responsabilidade e interesse neles, os alunos automaticamente analisam e adaptam ao longo do ano letivo o que criaram de modo a funcionar melhor e ser o mais próximo possível do justo.</p><p><br></p><p>Esta criação e gestão do seu espaço despertou nos alunos a noção de corresponsabilidade, permitindo que desenvolvessem, na prática, as competências no PASEO suprarreferidas que vão além do conteúdo curricular. A <strong>resolução de problemas</strong> surgiu espontaneamente quando os alunos enfrentaram desafios ligados à construção e organização desse espaço: ao definir funções no grupo (ajudantes), lidar com recursos limitados e pensar em soluções inclusivas. O <strong>relacionamento interpessoal</strong> foi exercido em todas as tomadas de decisão coletivas e no respeito à diversidade de ideias partilhadas. Já o <strong>pensamento crítico e criativo</strong> foi trabalhado sempre que os alunos avaliavam o que funcionava ou não, propunham mudanças e refletiam. Por fim, a <strong>cidadania</strong>, pois os alunos atuaram como agentes transformadores de seu espaço de convivência e aprendizagem, preparando-os para agir de forma ética, colaborativa e consciente na sociedade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-30 20:20:14 UTC</pubDate>
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         <title>3 - Reflexão: Vídeo “As cores das flores”</title>
         <author>filipaisabeloliveira</author>
         <link>https://padlet.com/filipaisabeloliveira/snbueq3f7qrgp0l8/wish/3477833890</link>
         <description><![CDATA[<p>O vídeo trata a temática da inclusão educacional e social. Centra-se em Diego, uma criança cega desde o nascimento, que enfrenta o desafio de escrever uma redação sobre algo que nunca tinha visto: como são as cores das flores.</p><p><br></p><p>A sugestão da professora parece simples, mas para Diego revela um obstáculo considerável. Ele tem de descrever algo que não pode experienciar visualmente. A narrativa do vídeo mostra como ele procura alternativas para ultrapassar este obstáculo, usando outros sentidos e experiências para produzir uma resposta única a si mesmo.</p><p><br></p><p>O vídeo destaca a importância de uma abordagem educacional que reconhece e valoriza as diferenças individuais, promovendo a verdadeira inclusão. Ao invés de ser uma barreira, a história mostra como pode ser um momento para alargar perspectivas e desenvolver a criatividade. Já a professora que incentiva Diego a enfrentar a tarefa, mostra como a educação pode ser uma ferramenta de empoderamento.</p><p><br></p><p>Além disso, permite-nos pensar sobre a visão que temos do mundo. Enquanto muitos coligam as cores das flores a imagens visuais, Diego mostra que a beleza das flores pode ser experienciada através do tato, do olfato e da imaginação. </p><p><br></p><p>Em suma, o vídeo aborda a empatia, criatividade e o valor de uma educação inclusiva que reconhece as diferenças e que cada um tem uma cor única que merece ser respeitada.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-03 21:19:04 UTC</pubDate>
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         <title>4 - A minha sala de aula</title>
         <author>filipaisabeloliveira</author>
         <link>https://padlet.com/filipaisabeloliveira/snbueq3f7qrgp0l8/wish/3477833997</link>
         <description><![CDATA[<p>A disposição do espaço influencia diretamente a forma como os alunos interagem entre si, com o professor e a sua postura na aula. Uma das configurações que eu uso com a turma do 4.º ano com que estou a trabalhar no presente ano letivo está representada na imagem acima. Esta foi uma adaptação da configuração em forma de U devido ao espaço limitado da sala e ao número elevado de alunos. É um modelo que foge do tradicional e promove uma dinâmica e aprendizagem baseada na interação, na visibilidade e na participação ativa.</p><p><br/></p><p>Além disso, esta disposição estimula o debate. Por estarem frente a frente e mais próximos, os alunos sentem-se mais à vontade para participar nos debates e tertúlias e fortalecer capacidades como a organização e argumentação de ideias e o saber ouvir o outro e esperar a sua vez. Esta configuração também facilita atividades em grupo, promovendo um ambiente colaborativo.</p><p><br/></p><p>Com as mesas estão dispostas desta forma, os alunos ficam de frente para o centro da sala, possibilitando uma melhor visão do professor, dos colegas e dos materiais. Difere da disposição tradicional, que favorece os alunos das primeiras secretárias e afasta os do fundo. Este formato permite, portanto, uma maior equidade na comunicação, pois todos ocupam posições semelhantes em relação ao foco da aula. </p><p><br/></p><p>Não obstante, os alunos que precisam de um maior acompanhamento estão sentados nas mesas mais próximas da minha mesa. Contudo, nos restantes lugares os alunos não estão separados desta forma, por exemplo, colocando os alunos mais autónomos ou que se distraem menos no fundo da sala. Tenho alunos com mais dificuldades sentados com alunos com menos dificuldades propositadamente para que estes colaborem entre si, algo que reparei no início do ano letivo que eles já faziam naturalmente (os alunos que acabavam as atividades mais cedo levantavam-se, andavam pela sala e iam aos lugares dos colegas que ainda não tinham terminado e ajudavam/explicavam a tarefa ao colega). Deste modo, a própria configuração da sala de aula não é estanque e considero importante que os alunos se movimentem livremente pela sala, quando pertinente.</p><p><br/></p><p>Outro ponto positivo é que me dá uma visão clara de toda a turma, permitindo acompanhar melhor o desempenho individual e coletivo, identificar possíveis dificuldades e adaptar estratégias pedagógicas com mais rigor.</p><p><br/></p><p>Nota: a mesa do cantinho da leitura que está de frente para a janela só costuma ter alunos sentados quando estes terminam as tarefas e pedem para se sentar aí a ler ou fazer outras tarefas enquanto observam o exterior.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-03 21:19:20 UTC</pubDate>
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         <title>5 - Reflexão: níveis de decisão curricular e o seu impacto nas práticas de sala de aula</title>
         <author>filipaisabeloliveira</author>
         <link>https://padlet.com/filipaisabeloliveira/snbueq3f7qrgp0l8/wish/3482372470</link>
         <description><![CDATA[<p>O papel do professor vai além da transferência de conteúdos da mesma forma que o currículo não é um simples documento normativo. Destaca-se aqui o papel do professor, pois, ao estar na linha de frente da educação, ajusta os objetivos curriculares e transforma as práticas pedagógicas em práticas concretas e significativas.</p><p><br></p><p>É na sala de aula que o currículo “ganha vida”. O professor, ao interagir com os seus alunos, seleciona conteúdos, define estratégias, planifica atividades e recomenda formas de avaliação que vão ao encontro das necessidades e da realidade da sua turma. Este ajuste exige sensibilidade, empatia e autonomia profissional. Por exemplo, o ritmo da aprendizagem não pode ser ditado por metas externas. Deve considerar as especificidades cognitivas, emocionais e sociais dos alunos e da turma. Nesse sentido, o docente aplica, interpreta, contextualiza e, muitas vezes, adapta o currículo de acordo com os valores, experiências e as especificidades dos alunos, de modo a ser mais inclusivo.</p><p><br></p><p>Pensar sobre os níveis de decisão curricular distintos é capital visto que o currículo não é um estático, mas sim dinâmico pois está em constante negociação entre as diretrizes oficiais e a realidade educacional. Valorizar a autonomia docente é viabilizar que o currículo considera as carências dos alunos, respeita os contextos locais e promove uma educação transformadora e de qualidade. Desta forma, a prática pedagógica transforma-se em um espaço de reflexão, onde o professor exerce um papel central na construção de um currículo flexível e que considera os desafios atuais.</p><p><br></p><p>Ademais, somos criadores de valores, atitudes e perspetivas, e, deste modo, capazes de influenciar o desenvolvimento pessoal, social e mental dos nossos alunos. Assim, o perfil do professor (a sua postura, metodologias e sensibilidade às diversidades) pode moldar a trajetória dos alunos. Deste modo, é fundamental que estejamos dispostos a redesenhar este perfil para torná-lo mais inclusivo, considerando as requisições de uma sociedade diversificada.</p><p><br></p><p>A imagem mostra também como o docente executa um papel de modelo dentro da sala de aula. A sua forma de falar, o respeito pelas diferenças e a disposição para ouvir influenciam diretamente o meio escolar e a autoestima dos alunos. Professores que apresentam empatia, valorizam a diversidade e adotam uma postura acolhedora tendem a criar um espaço mais democrático, onde os alunos se sentem seguros para aprender, argumentar e se exprimir. Por outro lado, um perfil rígido, afastado ou preconceituoso pode reproduzir desigualdades, desinteressando e silenciando os alunos.</p><p><br></p><p>É, portanto, essencial que o professor reflita sobre sua postura e esteja aberto a mudanças e acarreta o uso de metodologias que valorizem diferentes ritmos e estilos de aprendizagem, o respeito pelas diferentes culturas, etnias, identidades de género e sociais dos alunos. Ou seja, numa sociedade cada vez mais marcada pela diversidade, o professor deve criar um espaço educativo que valorize todos os alunos, para uma educação mais justa. Assim, contribui também para a formação de cidadãos mais empáticos e preparados para conviver em sociedade.</p><p><br></p><p>Em suma, o perfil do professor tem um impacto direto na formação dos alunos. Redesenhar este perfil para que seja mais inclusivo é um trabalho contínuo, que requer empatia, abertura e formação. Um professor que aprende, ouve e evolui com os seus alunos e com a realidade que o rodeia transforma a educação num instrumento de inclusão e transformação social.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-08 12:42:16 UTC</pubDate>
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         <title>Planificação de uma aula tendo por base o quadro de referência do DUA</title>
         <author>filipaisabeloliveira</author>
         <link>https://padlet.com/filipaisabeloliveira/snbueq3f7qrgp0l8/wish/3493627769</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-06-17 21:51:54 UTC</pubDate>
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         <title>Relatório de Autoavaliação</title>
         <author>filipaisabeloliveira</author>
         <link>https://padlet.com/filipaisabeloliveira/snbueq3f7qrgp0l8/wish/3500863152</link>
         <description><![CDATA[<p>A formação teve um impacto significativo na minha formação como pessoa e docente. </p><p>A curto prazo, houve uma maior consciencialização dos docentes para a diversidade presente nas salas de aula e a adoção de estratégias pedagógicas diferenciadas e centradas no aluno. A médio prazo, expecta-se que esta consciencialização se materialize na melhoria da motivação, participação e sucesso escolar dos alunos.</p><p><br/></p><p>Ao nível do desenvolvimento profissional, a formação favoreceu a partilha de boas práticas entre os formandos e entre os formandos e a formadora, a reflexão crítica sobre as metodologias e estratégias utilizados e o impulso à experimentação de novas abordagens, como o uso de tecnologias educativas e metodologias ativas que contribuem para um ensino mais dinâmico, significativo e ajustado às necessidades individuais dos nossos alunos. Relativamente à aplicabilidade no quotidiano escolar, a formação fomentou uma maior colaboração, promovendo uma cultura de inclusão e inovação.</p><p><br/></p><p>As minhas expectativas iniciais centravam-se na aquisição de ferramentas práticas e estratégias pedagógicas, mas o que mais me marcou na ação foi a mudança de perspetiva, a atitude de abertura e empatia e o compromisso para a criação de uma escola justa para todos e as técnicas abordadas para alcançarmos este objetivo. &nbsp;</p><p><br/></p><p>Em suma, a participação nesta ação de formação revelou-se uma experiência enriquecedora, permitindo-me refletir e aprofundar práticas pedagógicas centradas na inclusão e na inovação.</p><p><br/></p><p>Tentei manter uma postura ativa e colaborativa ao longo das sessões, partilhando experiências, colocando questões relativas aos meus alunos e às minhas vivências. A formação proporcionou-me ferramentas valiosas que pretendo aplicar no meu contexto educativo, promovendo um ambiente mais acessível, motivador e equitativo para todos os alunos. Reconheço a importância contínua da atualização profissional e considero que esta formação teve um impacto muito positivo no meu desenvolvimento enquanto docente.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-24 20:37:15 UTC</pubDate>
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