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      <title>Leituras Obrigatórias - Vestibular 2022 by GISELLE FERREIRA SILVA</title>
      <link>https://padlet.com/giselleferreira102/leiturasobrigatorias</link>
      <description>Vídeos com Análise e Resumo das Obras</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-05-25 15:11:51 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2021-07-08 12:17:05 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Terra Sonâmbula - Mia Couto</title>
         <author>giselleferreira102</author>
         <link>https://padlet.com/giselleferreira102/leiturasobrigatorias/wish/1558010631</link>
         <description><![CDATA[<div>Um ônibus incendiado em uma estrada poeirenta serve de abrigo ao velho Tuahir e ao menino Muidinga, em fuga da guerra civil devastadora que grassa por toda parte em Moçambique. Como se sabe, depois de dez anos de guerra anticolonial (1965-1975), o país do sudeste africano viu-se às voltas com um longo e sangrento conflito interno que se estendeu de 1976 a 1992.<br>O veículo está cheio de corpos carbonizados. Mas há também um outro corpo à beira da estrada, junto a uma mala que abriga os “cadernos de Kindzu”, o longo diário do morto em questão. A partir daí, duas histórias são narradas paralelamente: a viagem de Tuahir e Muidinga e, em flashback,o percurso de Kindzu em busca dos naparamas, guerreiros tradicionais, abençoados pelos feiticeiros, que são, aos olhos do garoto, a única esperança contra os senhores da guerra.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-25 15:13:45 UTC</pubDate>
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         <title>ALGUMA POESIA - Carlos Drummond de Andrade</title>
         <author>giselleferreira102</author>
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         <description><![CDATA[<div>Através de seus poemas-piada, <strong>Drummond</strong> faz um desabafo sobre sentimentos que o amarguram. No prosaísmo esconde a busca por uma <strong>poesia</strong> autêntica e autônoma. ... Inspirado em sua própria vida, <strong>Carlos Drummond de Andrade</strong> analisa suas relações pessoais de acordo a sua perspectiva.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-01 10:56:15 UTC</pubDate>
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         <title>POEMAS ESCOLHIDOS - Gregório de Matos</title>
         <author>giselleferreira102</author>
         <link>https://padlet.com/giselleferreira102/leiturasobrigatorias/wish/1575907022</link>
         <description><![CDATA[<div>Gregório de Matos é, historicamente, o primeiro grande poeta do Brasil. Sua obra, talvez a mais importante produzida pelo Barroco poético nas Américas portuguesa e espanhola, conserva ainda hoje grande parte de seu interesse, por força, sobretudo, da agudeza e do vigor com que o poeta soube fixar satiricamente, numa linguagem vivaz que já deixa transparecer o gênio local na exploração de sonoridades africanas e tupis e que, na sua mordacidade feroz, não recua nem diante da pornografia, a dissolução de costumes da Bahia do século XVIII. Nesta já clássica coletânea preparada por José Miguel Wisnik nos anos 1970, e agora revista pelo organizador, o leitor encontrará uma seleção dos melhores poemas de Gregório de Matos nas diversas modalidades que cultivou - a satírica, a encomiástica, a lírica amorosa e a religiosa -, de par com numerosas notas de esclarecimento do texto, um pequeno perfil biográfico do poeta e uma análise crítica de sua obra.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-01 11:18:39 UTC</pubDate>
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         <title>QUINCAS BORBA de Machado de Assis</title>
         <author>giselleferreira102</author>
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         <description><![CDATA[<div>Romance de 1891, narra a vida de Rubião, amigo e enfermeiro particular do filósofo Quincas Borba — personagem descrito em obra anterior de Machado, Memórias póstumas de Brás Cubas —, de quem herda toda a fortuna. Ao trocar a vida provinciana pelo bulício da corte, Rubião leva consigo o cão, também chamado de Quincas Borba, que pertencera ao filósofo e do qual deveria cuidar a fim de preservar o direito à herança. No trem que o conduz ao Rio de Janeiro, Rubião conhece o casal Sofia e Cristiano Palha, que logo percebem que o companheiro de viagem é um novo-rico ingênuo e ludibriável. Seduzido pela amabilidade do casal e, sobretudo, pela beleza de Sofia, Rubião passa a frequentar a casa deles, confiando cegamente nos novos amigos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-01 11:42:14 UTC</pubDate>
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         <title>ANGÚSTIA de Graciliano Ramos</title>
         <author>giselleferreira102</author>
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         <description><![CDATA[<div>Angústia é um romance publicado por Graciliano Ramos em 1936. Nesta época Graciliano estava preso pelo governo de Vargas e contou com ajuda de amigos, entre os quais José Lins do Rego, para a publicação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-01 11:48:14 UTC</pubDate>
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         <title>MENSAGEM de Fernando Pessoa</title>
         <author>giselleferreira102</author>
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         <description><![CDATA[<div><em>Mensagem</em> foi o único livro de poemas em português publicado durante a vida de Fernando Pessoa (1888-1935) e inclui algumas das poesias mais intrigantes de sua autoria. Foi lançado em dezembro de 1934, a menos de um ano da morte do poeta, e seus poemas foram redigidos entre julho 1913 e março de 1934.<br><br>Antes de qualquer coisa, <em>Mensagem</em> é uma homenagem do maior poeta moderno em língua portuguesa à sua pátria. Nele, Pessoa revê a história do seu país, passando pelo período da mitológica fundação de Lisboa por Ulisses, pela época das navegações, os diversos monarcas e figuras da corte, pelo mito do Sebastianismo e do Quinto Império, e urge Portugal a ir de encontro ao glorioso futuro que, segundo ele, lhe estava reservado. Recheado por símbolos e signos místicos e esotéricos – até mesmo na sua estrutura, que respeita os números importantes para o esoterismo –, <em>Mensagem</em> revisita a forma épica, dando-lhe contornos e tratamentos especiais (a estrutura dos versos, por exemplo, é completamente modernista) e revela uma visão de mundo muito particular do próprio poeta, sendo o mar um dos personagens principais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-01 11:54:53 UTC</pubDate>
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         <title>CAMPO GERAL, de Guimarães Rosa</title>
         <author>giselleferreira102</author>
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         <description><![CDATA[<div>A infância é o tempo de descobertas. É a fase da vida em que o ser humano recebe e retribui os sentimentos à sua volta com maior vigor e integridade. Com Miguilim, menino que protagoniza esta novela de João Guimarães Rosa, não é diferente. Contudo, a visão de mundo repleta de sensibilidade que vinca a personalidade da criança transforma o conjunto de situações que ela experimenta num redemoinho sem precedentes de sensações. Neste livro, tem-se o privilégio de captar o âmago da vida no sertão através do olhar de uma criança, uma escolha que revela a grandeza literária de Guimarães Rosa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-08 11:28:29 UTC</pubDate>
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         <title>ROMANCEIRO DA INCONFIDÊNCIA, de Cecília Meireles</title>
         <author>giselleferreira102</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os poemas aqui reunidos – cada qual com vida própria – formam um longo e único poema, lírico e épico ao mesmo tempo em que conta a história de Tiradentes, o mártir da Inconfidência Mineira. Elaborado por meio de uma profunda pesquisa, a conspiração revolucionária de poetas é recriada com maestria pela imensa maior referência da poesia, Cecília Meireles.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-08 12:04:15 UTC</pubDate>
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         <title>NOVE NOITES, de Bernardo Carvalho</title>
         <author>giselleferreira102</author>
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         <description><![CDATA[<div>Na noite de 2 de agosto de 1939, um jovem e promissor antropólogo americano, Buell Quain, se matou, aos 27 anos, de forma violenta, enquanto tentava voltar para a civilização, vindo de uma aldeia indígena no interior do Brasil. O caso se tornou um tabu para a antropologia brasileira, foi logo esquecido e permaneceu em grande parte desconhecido do público. Sessenta e dois anos depois, ao tomar conhecimento da história por acaso, num artigo de jornal, o narrador deste livro é levado a investigar de maneira obsessiva e inexplicada as razões do suicídio do antropólogo. Em sua busca obstinada pelas cartas do morto ou pelo testamento de um engenheiro que ficara amigo do antropólogo nos seus últimos meses de vida, o narrador é guiado por razões pessoais que não serão reveladas até o final do romance, mas que dizem respeito à sua experiência de criança na selva, à história e à morte de seu próprio pai. Nove noites narra a descida ao coração das trevas empreendida pelo jovem expoente da antropologia americana, colega de Lévi-Strauss e aluno dileto de Ruth Benedict, às vésperas da Segunda Guerra. A história é contada em dois tempos, na tribo dos índios krahô (interior do sertão brasileiro) e na combinação progressiva entre a busca pelo testamento do engenheiro e a pesquisa que o narrador vai fazendo em arquivos, atrás das cartas do antropólogo e dos que o conheceram na época. Para escrever o livro, Bernardo Carvalho travou contato com os Krahô, no estado do Tocantins, e foi aos Estados Unidos em busca de documentos e pessoas que pudessem saber algo sobre o antropólogo. A história de Buell Quain revela as contradições e os desejos de um homem sozinho numa terra estranha, confrontado com os seus próprios limites e com a alteridade mais absoluta, numa narrativa que faz referências aos romances de Joseph Conrad e aos relatos do escritor inglês Bruce Chatwin.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-08 12:05:50 UTC</pubDate>
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         <title>TARDE - Olavo Bilac</title>
         <author>giselleferreira102</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><em>Tarde (1919)</em></strong>: publicado poucos meses após a morte do autor, reúne 98 sonetos que vinham sendo trabalhados e organizados por Bilac desde ao menos 1906. Há muito o poeta não lançava um livro de versos. Alternando sonetos decassílabos e alexandrinos, predomina na obra, tal qual prenuncia o título, a temática crepuscular, outonal. Boa parte dos poemas trata do fim da vida, da passagem do tempo, da chegada da morte, da resignação diante da finitude. Há, portanto, um tom claramente melancólico. O caráter meditativo, predominante em boa parte da obra, produziria em certos momentos, para alguns estudiosos do autor, aproximações com o Simbolismo. Entretanto, para outros especialistas, estas marcas são apenas decorrências do tom reflexivo do livro e de desdobramentos retóricos de temas já recorrentes na tradição clássica. Por outro lado, há também no livro diversos poemas de acentuada coloração parnasiana.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 11:08:16 UTC</pubDate>
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         <title>BONS DIAS - Machado de Assis</title>
         <author>giselleferreira102</author>
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         <description><![CDATA[<div>'Bons Dias' são crônicas de Machado de Assis, publicadas com um pseudônimo que fez com que não fossem reconhecidas como de sua autoria até a década de 1950. Têm um fascínio especial no que diz respeito às opiniões políticas do autor. A série - publicada em 1888-1889 - coincide com a abolição da escravatura e o fim do Império. Além da política da época, trazem ainda para o leitor certos temas de Machado, como a medicina popular, os neologismos e o espiritismo.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=XDVxHo6Gmtk" />
         <pubDate>2021-06-15 11:18:13 UTC</pubDate>
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         <title>NIKETCHE – UMA HISTÓRIA DE POLIGAMIA  de Paulina Chiziane</title>
         <author>giselleferreira102</author>
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         <description><![CDATA[<div>Negra de origem humilde, Paulina Chiziane foi a primeira mulher moçambicana a publicar um romance. "Niketche" conta a história de Rami, esposa fiel e subserviente ao marido. Ela faz o que manda a tradição, mas nem assim consegue ser amada por ele. Sem armas para lutar por esse amor que não vem, propõe ao marido, que tem várias amantes espalhadas por Moçambique, que assuma a poligamia, regime admitido na sociedade africana. A partir daí, consegue dar uma grande virada no próprio destino. Narrado em primeira pessoa por Rami, o livro alterna bom humor, consciência social e lirismo. Neta de uma contadora de histórias, Chizane herdou da avó o talento narrativo e construiu um enredo repleto de peripécias, numa prosa vivaz e construiu um enredo repleto de peripécias, numa prosa vivaz e saborosa. Através da voz de Rami, a autora traça um vigoroso painel da condição feminina e de toda a sociedade de Moçambique.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=z4BaQWok_PM" />
         <pubDate>2021-06-15 11:49:47 UTC</pubDate>
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         <title>O SEMINÁRIO DOS RATOS - Lygia Fagundes Telles</title>
         <author>giselleferreira102</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Publicado originalmente em 1977, este volume reúne alguns dos contos mais sutis e complexos de Lygia Fagundes Telles, que palmilha o terreno do fantástico e lança mão de todos os seus recursos literários para tratar de temas como o amor, a loucura, a velhice, o poder e a morte.</strong><br>Em <em>Seminário dos Ratos</em>, publicado pela primeira vez em 1977, Lygia Fagundes Telles lança mão de toda a sua maestria narrativa para explorar regiões recônditas da psique e do comportamento humanos. Em várias das suas catorze histórias a autora se aventura pelo fantástico como modo privilegiado de acesso ao real. Mas o fantástico de Lygia recusa as facilidades do chamado realismo mágico, apresentando-se a cada vez de maneira diversa e surpreendente. Alternando tempos narrativos, passando com desenvoltura da primeira à terceira pessoa, usando com destreza o discurso indireto livre, Lygia Fagundes Telles atinge neste livro a proeza de conciliar uma construção literária altamente complexa com uma capacidade ímpar de comunicação com o leitor.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-22 11:59:17 UTC</pubDate>
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         <title>CARTA DE ACHAMENTO - Pero Vaz de Caminha</title>
         <author>giselleferreira102</author>
         <link>https://padlet.com/giselleferreira102/leiturasobrigatorias/wish/1619506209</link>
         <description><![CDATA[<div><br>A “<em>Carta de Pero Vaz de Caminha</em>” ou “<em>Carta a el-Rei Dom Manoel sobre o achamento do Brasil</em>” foi um documento escrito pelo escrivão português Pero Vaz de Caminha.<br><br></div><div>Redigido em 1.º de maio de 1500, em Porto Seguro, Bahia, foi levado para Lisboa sob os cuidados de Gaspar de Lemos, considerado um dos maiores navegadores de seu tempo.<br><br></div><div>Apesar de ter sido escrita no século XVI, a Carta foi descoberta muitos anos depois, no século XVIII por José de Seabra da Silva (1732-1813). Ele era estadista, ministro e guarda-mor da Torre do Tombo.<br><br></div><div>Sua aparição oficial e acadêmica é obra do filósofo e historiador espanhol Juan Bautista Munoz (1745-1799).<br><br></div><div>No Brasil, sua primeira publicação foi em 1817, na obra “<em>Corografia Brasilica</em>”.<br><br></div><div>Provavelmente, a primeira versão editada no Brasil foi do Padre Manuel Aires de Casal (1754-1821). Ele era geógrafo, historiador e sacerdote português que viveu boa parte de sua vida em território brasileiro.<br><br></div><div>Importante notar que a <em>Carta de Caminha</em> é considerada o primeiro documento redigido no Brasil e, por esse motivo, é o marco literário do País. Ele faz parte da primeira manifestação literária pertencente ao movimento do Quinhentismo.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-22 12:06:12 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>giselleferreira102</author>
         <link>https://padlet.com/giselleferreira102/leiturasobrigatorias/wish/1619517057</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-06-22 12:14:59 UTC</pubDate>
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         <title>O ATENEU</title>
         <author>giselleferreira102</author>
         <link>https://padlet.com/giselleferreira102/leiturasobrigatorias/wish/1629948769</link>
         <description><![CDATA[<div><em>O Ateneu </em>é um romance de Raul Pompeia publicado pela primeira vez em 1888. Com linguagem rebuscada, o livro conta a história de Sérgio e sua vivência dentro de um colégio interno. O modo que o autor descreve as relações afetivas do personagem principal com seus colegas foi revolucionário para a época.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-29 11:04:27 UTC</pubDate>
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         <title>A FALÊNCIA</title>
         <author>giselleferreira102</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ícone do modernismo brasileiro, Júlia Lopes de Almeida consegue oferecer um notável panorama das repercussões do boom do café no final do século XIX na formação da nascente burguesia urbana, e também retratar, com impecável maestria, os meandros de uma sociedade machista e hipócrita, em que subsistem as relações escravocratas e aprofundam-se as desigualdades sociais.<br><br>Rio de Janeiro, 1891. Francisco Teodoro, um bem-sucedido e ambicioso comerciante de café, conhece Camila. Em busca de um casamento que traga estabilidade, ele não vê melhor opção que desposar tal jovem, bela e de boa e humilde família. Os filhos Mário, Rachel, Lia e Ruth crescem a olhos vistos, enquanto a empresa do pai continua a prosperar.<br><br>Nem só de flores, contudo, vivem os Teodoro. Francisco, cada vez mais ganancioso, vê outros comerciantes se arriscando no trato com o café e decide fazer o mesmo. Afinal, é preciso aumentar o patrimônio familiar que Mário insiste em dilapidar. Camila, alheia aos movimentos econômicos e cada vez mais absorta em sua relação com o médico Gervásio, nada opina. Em um revés do destino, a fortuna da família acaba. Francisco Teodoro se suicida e todos, mãe e filhos, precisam aprender a lidar com a nova situação social.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-29 11:04:33 UTC</pubDate>
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         <title>O MARINHEIRO</title>
         <author>giselleferreira102</author>
         <link>https://padlet.com/giselleferreira102/leiturasobrigatorias/wish/1629948919</link>
         <description><![CDATA[<div>Um dos raros textos dramáticos de Fernando Pessoa, O <strong>marinheiro</strong> fala do sonho e de lugares e vidas imaginadas que se tornam presentes pela força da palavra de quem os cria e de quem ouve falar deles. ... Além-mar, um <strong>marinheiro</strong> perdido constrói para si um novo passado e povoa o silêncio desse encontro.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=jp2hPZp7h_s" />
         <pubDate>2021-06-29 11:04:40 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>SOBREVIVENDO NO INFERNO - Racionais MC´s</title>
         <author>giselleferreira102</author>
         <link>https://padlet.com/giselleferreira102/leiturasobrigatorias/wish/1641817284</link>
         <description><![CDATA[<div>O álbum “<strong>Sobrevivendo no inferno</strong>” do grupo <strong>Racionais Mc’s</strong> se destaca como uma das obras exigidas, não apenas por se tratar de um álbum musical que nos ensina ritmo e poesia, mas também por nos trazer raps cujas letras nos ensinam história, política, racismo, exclusão social e a luta por direitos.<br><br>O cenário das músicas é a pobreza. O enredo e a narrativa é a exclusão, a discriminação e o racismo. A atmosfera é a do medo e da violência. O sentimento é de ódio, rancor, frustração, indignação. E o desfecho, o cemitério São Luiz (citado na música <em>Fórmula Mágica da Paz</em>, faixa 11 do álbum e que no final da década de 1990 era o cemitério com maior número de jovens negros enterrados no Brasil), ou o encarceramento penitenciário (falido, cruel e sanguinário, dissecado na faixa 7 do disco, com a música <em>Diário de um detento</em>, na qual fica nítida a crítica ao massacre do Carandiru, ocorrido em 2 de outubro de 1992). Em suma, sonhos abortados, juventude interceptada, futuro perdido.<br>Mais que uma aula de poesia e métrica, “Sobrevivendo no Inferno” é uma aula de história, racismo, violência, direitos e literatura. Mais especificamente, o álbum faz uma crônica da violência, exclusão, discriminação, racismo e falta de oportunidades à juventude negra.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=8s8T9dvDTEA" />
         <pubDate>2021-07-08 12:00:29 UTC</pubDate>
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         <title>SONETOS SELECIONADOS - Camões</title>
         <author>giselleferreira102</author>
         <link>https://padlet.com/giselleferreira102/leiturasobrigatorias/wish/1641818252</link>
         <description><![CDATA[<div>São muitos os indícios da herança clássica em Camões. A própria adoção da forma <em>soneto</em>, herdada do humanismo italiano do século XIV, é uma comprovação da marca renascentista. Para ela contribui ainda a constante recorrência a referências mitológicas, próprias, na época, de uma cultura erudita de matriz clássica.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=Te6SIwr_zNM" />
         <pubDate>2021-07-08 12:01:56 UTC</pubDate>
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