<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Escritoras Nordestinas e suas Obras by Lucas Coelho Mendes</title>
      <link>https://padlet.com/lucasmendes27/skmf69nhh4tt1sui</link>
      <description>Lucas Coelho Mendes</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-04-20 13:21:42 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2026-01-17 01:26:42 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url></url>
      </image>
      <item>
         <title>Escritoras Nordestinas e suas Obras</title>
         <author>lucasmendes27</author>
         <link>https://padlet.com/lucasmendes27/skmf69nhh4tt1sui/wish/1437767194</link>
         <description><![CDATA[<div><br><em>Mulheres que registraram as marcas de movimentos sociais e políticos em suas obras<br><br>“Pois não só porque mulheres escritoras são esquecidas; são esquecidas sobretudo as mais atuantes, as feministas, em uma palavra”. <br><br>Zahidé Muzart<br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;</em><strong>Dionísia Gonçalves Pinto<br><br></strong>A potiguar Dionísia Gonçalves Pinto, nasceu em 12 de outubro de 1810, na antiga cidade de Papari. Como escritora, carregou consigo o pseudônimo Nísia Floresta Brasileira Augusta. Obstinada e defensora dos direitos da mulher, escreveu aos 22 anos seu primeiro livro “Direitos das mulheres e injustiças dos homens”.&nbsp;<br><br></div><div>Até seu falecimento em 1887, publicou outras 14 obras que, além de evidenciar o feminismo como temática principal, destacava os direitos dos escravos e dos indígenas. Entre seus escritos de maior destaque estão “Conselhos à minha filha” (1842), “Daciz ou A jovem completa “(1847), “A lágrima de um Caeté” (1849) e “Opúsculo humanitário” (1853).<br><br></div><blockquote>“A esperança de que, nas gerações futuras do Brasil, ela (a mulher) assumirá a posição que lhe compete nos pode somente consolar de sua sorte presente.”<br><br></blockquote><div><em>Opúsculo Humanitário</em></div><div>Considerada a primeira educadora feminista do Brasil, Nísia fundou escolas para meninas no Recife, Porto Alegre e Rio de Janeiro, onde recebeu destaque por ministrar as disciplinas de gramática, português, francês, italiano, ciências naturais e sociais, matemática, música e dança e, com isso, alvo de ataques e críticas <em>à la mode </em>machista.&nbsp;<br><br><br></div>]]></description>
         <pubDate>2021-04-20 13:22:45 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lucasmendes27/skmf69nhh4tt1sui/wish/1437767194</guid>
      </item>
      <item>
         <title>  Dionísia Gonçalves Pinto</title>
         <author>lucasmendes27</author>
         <link>https://padlet.com/lucasmendes27/skmf69nhh4tt1sui/wish/1437856721</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; </div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1148336227/de5aa2db81c96cba05922a39293a6227/image.png" />
         <pubDate>2021-04-20 13:39:41 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lucasmendes27/skmf69nhh4tt1sui/wish/1437856721</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>lucasmendes27</author>
         <link>https://padlet.com/lucasmendes27/skmf69nhh4tt1sui/wish/1437865670</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;      <strong>Maria Firmina dos Reis</strong></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1148336227/c0228605d04e2a7a542544d3e535adbe/25738500.jpg" />
         <pubDate>2021-04-20 13:41:21 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lucasmendes27/skmf69nhh4tt1sui/wish/1437865670</guid>
      </item>
      <item>
         <title>    Maria Firmina dos Reis</title>
         <author>lucasmendes27</author>
         <link>https://padlet.com/lucasmendes27/skmf69nhh4tt1sui/wish/1437873688</link>
         <description><![CDATA[<div>Nascida em 11 de março de 1822, em São Luiz do Maranhão, Maria Firmina dos Reis foi a primeira escritora negra e romancista do Brasil. Utilizou a literatura como instrumento para denunciar práticas escravistas, e através do pseudônimo de “Uma Maranhense” publicou “Úrsula” (1859), seu romance abolicionista.&nbsp;<br><br></div><blockquote>“Mesquinho e humilde livro é este que vos apresento, leitor. (…) Sei que pouco vale este romance, porque escrito por uma mulher, e mulher brasileira, de educação acanhada e sem o trato e a conversação dos homens ilustrados”<br><br></blockquote><div><em>Úrsula</em></div><div>Se destacou como a primeira mulher a passar em um concurso público no Maranhão. Atuou profissionalmente como professora, e em 1880 fundou a primeira escola mista (para meninos e meninas) gratuita no Brasil, que na época foi motivo de escândalo para a sociedade.&nbsp;<br><br></div><div>Responsável por inaugurar o que hoje conhecemos como literatura afro-brasileira, ela também publicou contos, histórias, ensaios, poesias, em revistas e jornais locais. A maioria dos seus manuscritos não foram editados e se perderam com o passar dos séculos. Entre as obras de sua autoria é possível citar “Gupeva” (1861), Cantos à beira-mar (1871) e A escrava (1887).&nbsp;<br><br></div><div>Firmina morreu em 11 de novembro de 1917, na cidade de Guimarães (MA), onde morava&nbsp; na casa de uma ex-escrava.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-04-20 13:42:53 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lucasmendes27/skmf69nhh4tt1sui/wish/1437873688</guid>
      </item>
      <item>
         <title>              Anilda Leão</title>
         <author>lucasmendes27</author>
         <link>https://padlet.com/lucasmendes27/skmf69nhh4tt1sui/wish/1437881942</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1148336227/6e8b57819804cacbad72c0de994f93ae/Anilda_Leao.jpg" />
         <pubDate>2021-04-20 13:44:26 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lucasmendes27/skmf69nhh4tt1sui/wish/1437881942</guid>
      </item>
      <item>
         <title>             Anilda Leão</title>
         <author>lucasmendes27</author>
         <link>https://padlet.com/lucasmendes27/skmf69nhh4tt1sui/wish/1437888132</link>
         <description><![CDATA[<div>Anilda Leão nasceu Maceió, Alagoas, no dia 15 de julho de 1923. Aos 13 anos, publicou seu primeiro poema com o tema criança abandonada. Na escola, era tida como rebelde, característica registrada na personalidade da artista que, ao longo de sua história, passou a escrever sobre tabus como prostituição, virgindade e homossexualidade — pautas ainda discutidas na contemporaneidade.<br><br></div><div>No ano de 1950, após participar de um evento de fomento ao Progresso Feminino, passou a frequentar ativamente na Federação Alagoana, e mais tarde se tornou presidenta da instituição. Em junho de 1963, representou a Federação no Congresso Mundial de Mulheres em Moscou. Enquanto viajava, um boato circulava pelas ditas bocas da população de Maceió. “Anilda? Foi presa! Rasparam-lhe a cabeça”. A falsa notícia rendeu a Anilda horas de risos que, após o incidente, publicou o poema “Vou abrir as pernas para o mundo. Nove meses depois parirei a humanidade”.<br><br></div><div>Se casou aos 30 anos de idade com o poeta e escritor Carlos Moliterno. O casamento foi motivo de choque para seus parentes, uma vez que Carlos&nbsp; separou de sua ex-esposa em uma época em que não havia a lei do divórcio.&nbsp;<br><br></div><div>Em 1962, incentivada pelo marido, publicou seu primeiro livro de poemas “Chão de Pedras”. Nos anos 70, com a coletânea de contos “Riacho Seco”, conquistou o Prêmio Graciliano Ramos da Academia Alagoana de Letras. No entanto, a obra só foi publicada em 1980. Publicou também as poesias “Chuvas de Verão”, em 1974; “Poemas Marcados”, em 1978 e “Círculo Mágico (e outros nem tanto)”, em 1993.<br><br></div><div>Ainda na década de 1970, realizou seu primeiro trabalho como atriz no seriado “Lampião e Maria Bonita e Órfãos da Terra”. Também atuou nos filmes “<a href="https://www.youtube.com/watch?v=13MPfZH_tuA">Bye bye Brasil”</a> (1980), “Memórias do Cárcere” (1984) e “<a href="https://www.youtube.com/watch?v=CqWHi3rHWsQ">Deus é brasileiro</a>” (2002).<br><br></div><div>A partir dos seus contos, poesias, crônicas e artigos, se tornou colaboradora do Jornal de Alagoas e Gazeta de Alagoas, além de escrever para as revistas Caetés e Mocidade. Quando faleceu, em 2012, o escritor brasileiro Benedito Ramos a definiu como “única criatura no mundo que sempre determinou a idade que desejava ter. Sua disposição para encarar desafios é sua principal característica. A escritora e poetisa sempre viveu intensamente tudo o que fez”.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-04-20 13:45:36 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lucasmendes27/skmf69nhh4tt1sui/wish/1437888132</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
