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      <title>Memória das mulheres e o mercado de trabalho: a luta pela equidade de gênero. by Cristiane Mendes</title>
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      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-08-19 01:45:04 UTC</pubDate>
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         <title>MAGISTÉRIO: PROFISSÃO FEMININA?</title>
         <author>crisprofeta44</author>
         <link>https://padlet.com/crisprofeta44/skg83sjrgj303r5e/wish/3546957653</link>
         <description><![CDATA[<p>A ideia de que o magistério é um ofício adequado para mulheres surgiu principalmente no século XIX. Nesse período, a educação popular começou a se expandir, exigindo um grande número de professores. Naquela época, o trabalho feminino fora de casa era visto com restrições sociais e, muitas vezes, recebia salários muito mais baixos que os dos homens. A profissão de professora era considerada uma extensão das "qualidades femininas" de cuidado, paciência e dedicação, vistas como ideais para a educação de crianças.</p><p>Além disso, a docência oferecia às mulheres de classe média uma das poucas oportunidades de trabalho remunerado e respeitável, permitindo-lhes uma certa independência financeira sem desafiar radicalmente as normas sociais da época. O salário mais baixo para professoras também era um atrativo para os governos, que conseguiam expandir o sistema educacional a um custo menor.</p><p><br></p><p>Principais Características e Debates</p><p><br></p><ul><li><p><strong>Feminização da profissão:</strong> Com a entrada massiva de mulheres, a docência tornou-se uma das profissões mais feminizadas. Isso resultou na desvalorização salarial e social do magistério. O trabalho de professor, por ser "coisa de mulher", passou a ser percebido como menos importante ou menos qualificado do que as profissões dominadas por homens.</p></li><li><p><strong>Questões de gênero e estereótipos:</strong> A feminização do magistério reforça a ideia de que o papel da mulher é de cuidadora, limitando suas escolhas profissionais e perpetuando estereótipos de gênero. Ainda hoje, a presença de mais mulheres no ensino infantil e nos anos iniciais do ensino fundamental e a menor presença em cargos de gestão e em áreas como ciências exatas (matemática, física, etc.) são reflexos desse fenômeno.</p></li><li><p><strong>Desvalorização salarial:</strong> A associação com o trabalho feminino contribuiu para que os salários do magistério, em muitos lugares, ficassem estagnados e abaixo da média de outras profissões que exigem um nível de formação similar, uma situação que persiste até hoje e é alvo de constantes reivindicações da categoria.</p></li><li><p><strong>Novas perspectivas:</strong> Embora a "feminização" ainda seja uma realidade, há um debate crescente sobre a necessidade de valorizar a profissão de forma independente do gênero de quem a exerce. A busca por melhores salários, condições de trabalho e a promoção de uma visão mais profissional e menos "maternal" do magistério são pautas centrais para a melhoria da educação.</p></li></ul><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-19 02:01:51 UTC</pubDate>
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         <title>LUTA DAS MULHERES PELO DIREITO AO VOTO E AO TRABALHO RECONHECIDO</title>
         <author>crisprofeta44</author>
         <link>https://padlet.com/crisprofeta44/skg83sjrgj303r5e/wish/3546965800</link>
         <description><![CDATA[<p>Por muito tempo, a participação política era restrita aos homens, e as mulheres eram consideradas incapazes de exercer direitos cívicos. O movimento pelo sufrágio feminino, conhecido como sufragismo, ganhou força a partir do século XIX, especialmente na Europa e nos Estados Unidos. As sufragistas — mulheres e homens que defendiam essa causa — enfrentaram forte oposição, ridicularização e, muitas vezes, repressão violenta.</p><p>Suas estratégias variavam desde petições, marchas pacíficas e discursos, até atos de desobediência civil, como greves de fome e confrontos com as autoridades. A Nova Zelândia foi o primeiro país a conceder o voto feminino em 1893, seguida por diversas nações ao longo do século XX.</p><p>No Brasil, a luta pelo voto feminino teve início no final do século XIX, mas a conquista só veio com o Código Eleitoral de 1932, durante o governo de Getúlio Vargas. Celina Guimarães Viana, em Mossoró (RN), foi a primeira mulher a votar no país em 1928, antecipando-se à legislação nacional. Embora a conquista do voto tenha sido um marco, a igualdade política completa só foi oficializada em 1965, tornando o alistamento eleitoral obrigatório para as mulheres, assim como para os homens.</p><p>Apesar dos avanços, a representatividade feminina na política ainda é um desafio em muitas democracias. Mulheres são maioria no eleitorado em diversos países, incluindo o Brasil, mas ocupam uma parcela desproporcionalmente pequena de cargos legislativos e executivos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-19 02:08:27 UTC</pubDate>
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         <title>MEMÓRIA DAS MULHERES E O MERCADO DE TRABALHO: A LUTA PELA EQUIDADE DE GÊNERO</title>
         <author>crisprofeta44</author>
         <link>https://padlet.com/crisprofeta44/skg83sjrgj303r5e/wish/3549505820</link>
         <description><![CDATA[<p>A memória social das mulheres e sua inserção no mercado de trabalho revelam uma trajetória marcada por desafios, resistências e conquistas. Durante muito tempo, a função da mulher esteve restrita ao espaço doméstico, cabendo a ela o cuidado com a família e o lar. No entanto, com o passar dos séculos e especialmente a partir do século XIX, essa realidade começou a se transformar, à medida que movimentos sociais e feministas passaram a reivindicar o direito das mulheres ao estudo, ao voto e ao trabalho digno.</p><p><br></p><p>O magistério, por exemplo, foi uma das primeiras profissões amplamente ocupadas por mulheres. Ainda que muitas vezes associado a baixos salários e à ideia de “vocação natural para cuidar e ensinar”, o espaço escolar representou uma importante porta de entrada para a participação feminina no mundo profissional.</p><p><br></p><p>Entre as maiores conquistas femininas, destaca-se a luta pelo direito ao voto, alcançado no Brasil em 1932, que simbolizou a ampliação da voz e da cidadania das mulheres. Já no campo do trabalho, a busca por reconhecimento legal, igualdade salarial e melhores condições de atuação marcou profundamente o século XX, impulsionada pelos movimentos feministas.</p><p>Esses movimentos foram essenciais para que as mulheres conquistassem direitos trabalhistas, licença maternidade, proteção contra demissões discriminatórias e maior participação nos espaços de liderança. Ainda assim, a memória feminina nos mostra que a luta pela equidade de gênero está longe de terminar: desafios como a desigualdade salarial, a dupla jornada e o preconceito ainda fazem parte da realidade de muitas trabalhadoras.</p><p><br></p><p>Em âmbito local, é possível perceber reflexos dessa luta em histórias de mulheres da própria comunidade, que enfrentaram barreiras para estudar, trabalhar fora ou conquistar respeito profissional. Suas memórias se entrelaçam com a história maior do feminismo, reforçando que cada conquista coletiva também se constrói a partir das experiências individuais.</p><p><br></p><p>Portanto, resgatar a memória das mulheres no mercado de trabalho é reconhecer o passado de luta e valorizar o presente, reafirmando a necessidade de continuar construindo uma sociedade mais justa, igualitária e consciente do papel fundamental feminino em todas as áreas da vida social.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-21 00:13:29 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>PRINCIPAIS ACONTECIMENTOS HISTÓRICOS</title>
         <author>crisprofeta44</author>
         <link>https://padlet.com/crisprofeta44/skg83sjrgj303r5e/wish/3549510985</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p><strong>Século XIX – Primeiros movimentos feministas</strong></p><ul><li><p>Mulheres começam a reivindicar direito à educação, ao voto e ao trabalho.</p></li><li><p>Surgem organizações e protestos pelo reconhecimento da mulher na sociedade.</p></li></ul></li><li><p><strong>Revolução Industrial (séculos XVIII e XIX)</strong></p><ul><li><p>Mulheres entram nas fábricas em condições precárias e com salários muito baixos.</p></li><li><p>Isso desperta debates sobre exploração e desigualdade de gênero no trabalho.</p></li></ul></li><li><p><strong>Movimento sufragista (final do século XIX e início do XX)</strong></p><ul><li><p>Luta pelo direito ao voto.</p></li><li><p>No Brasil, as mulheres conquistam o voto em <strong>1932</strong> com o Código Eleitoral.</p></li></ul></li><li><p><strong>Décadas de 1930 a 1940 – Consolidação das Leis Trabalhistas no Brasil</strong></p><ul><li><p>Reconhecimento de direitos básicos no trabalho.</p></li><li><p>Mulheres passam a ter mais espaço, mas ainda sofrem preconceito e salários menores.</p></li></ul></li><li><p><strong>Década de 1960 – Segunda onda do feminismo</strong></p><ul><li><p>Movimento feminista ganha força no mundo e no Brasil.</p></li><li><p>Pauta: igualdade salarial, liberdade sexual, participação política e divisão justa das tarefas domésticas.</p></li></ul></li><li><p><strong>Constituição de 1988 (Brasil)</strong></p><ul><li><p>Reconhecimento da <strong>igualdade entre homens e mulheres em direitos e deveres</strong>.</p></li><li><p>Garantia de licença maternidade de 120 dias.</p></li></ul></li><li><p><strong>Décadas de 1990 e 2000 – Avanços legais e políticas públicas</strong></p><ul><li><p>Leis contra discriminação no trabalho.</p></li><li><p>Aumento da presença feminina em universidades e profissões antes masculinas.</p></li></ul></li><li><p><strong>Situação atual (século XXI)</strong></p><ul><li><p>As mulheres ocupam cada vez mais cargos de liderança, mas ainda enfrentam desafios.</p></li><li><p>Questões como <strong>diferença salarial, dupla jornada e assédio no trabalho</strong> continuam em pauta.</p></li><li><p>Movimentos feministas seguem atuando para promover equidade de gênero.</p></li></ul></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-21 00:18:33 UTC</pubDate>
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         <title>A IMPORTÂNCIA DO MOVIMENTO FEMINISTA NA CONQUISTA DOS DIREITOS</title>
         <author>crisprofeta44</author>
         <link>https://padlet.com/crisprofeta44/skg83sjrgj303r5e/wish/3549517589</link>
         <description><![CDATA[<p>O movimento feminista teve papel fundamental na luta das mulheres por espaço no mercado de trabalho e pela busca da equidade de gênero. Foi graças à mobilização coletiva que muitas conquistas foram alcançadas, como o direito ao voto, a ampliação do acesso à educação, a garantia de licença maternidade, leis de proteção contra a demissão discriminatória e a luta por salários iguais para trabalhos iguais.</p><p><br></p><p>No contexto do mercado de trabalho, o feminismo denunciou a exploração das mulheres durante a Revolução Industrial, a desigualdade salarial e a ideia de que a mulher deveria se restringir ao espaço doméstico. Com isso, abriu caminhos para que elas ocupassem áreas profissionais antes dominadas pelos homens, conquistando maior visibilidade e valorização social.</p><p><br></p><p>Além das conquistas legais, o movimento feminista também teve impacto na mudança de mentalidade da sociedade, questionando padrões culturais e estereótipos que limitavam a participação feminina. Essa luta mostrou que a memória das mulheres não é apenas de resistência, mas também de avanços que transformaram a história e continuam inspirando novas gerações.</p><p><br></p><p>Apesar dos progressos, a luta pela equidade de gênero ainda é necessária, uma vez que persistem desafios como a dupla jornada, o assédio no trabalho e a diferença salarial. Assim, o feminismo permanece essencial para garantir que o mercado de trabalho seja um espaço justo, inclusivo e igualitário.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-21 00:23:53 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>REFLEXO DA LUTA DO MOVIMENTO FEMINISTA EM ÂMBITO LOCAL</title>
         <author>crisprofeta44</author>
         <link>https://padlet.com/crisprofeta44/skg83sjrgj303r5e/wish/3549523950</link>
         <description><![CDATA[<p>O <strong>reflexo da luta do movimento feminista em âmbito local</strong> se manifesta de várias formas, dependendo da realidade da localidade, mas geralmente inclui:</p><ol><li><p><strong>Maior presença feminina no mercado de trabalho</strong> – Mulheres assumindo cargos antes predominantemente masculinos ou conquistando oportunidades de liderança.</p></li><li><p><strong>Políticas públicas de igualdade</strong> – Criação de leis e programas municipais que promovem a equidade de gênero, como proteção contra violência doméstica e incentivo ao empreendedorismo feminino.</p></li><li><p><strong>Educação e conscientização</strong> – Campanhas, palestras e projetos em escolas e espaços comunitários que discutem direitos das mulheres e combatem estereótipos de gênero.</p></li><li><p><strong>Organizações e coletivos locais</strong> – Formação de grupos de mulheres que apoiam outras mulheres, promovendo redes de solidariedade e empoderamento.</p></li><li><p><strong>Visibilidade e representação</strong> – Mais mulheres ocupando espaços de decisão, como conselhos municipais, associações comunitárias e eventos culturais, inspirando futuras gerações.</p></li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-21 00:29:09 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>OUTROS PONTOS PERTINENTES</title>
         <author>crisprofeta44</author>
         <link>https://padlet.com/crisprofeta44/skg83sjrgj303r5e/wish/3549532124</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p><strong>DISCRIMINAÇÃO SALARIAL</strong> – Apesar dos avanços, muitas mulheres ainda recebem salários menores que homens em funções equivalentes, refletindo a necessidade de políticas de igualdade salarial.</p></li><li><p><strong>DUPLA JORNADA</strong> – Muitas mulheres conciliam trabalho remunerado e responsabilidades domésticas, o que evidencia a importância de medidas de apoio, como creches e horários flexíveis.</p></li><li><p><strong>ACESSO À EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL</strong> – O aumento da presença feminina em universidades e cursos técnicos fortalece a participação das mulheres em áreas antes dominadas por homens.</p></li><li><p><strong>REPRESENTAÇÃO EM CARGOS DE LIDERANÇA</strong> – Incentivar mulheres a ocuparem cargos de chefia ou diretoria é crucial para reduzir desigualdades históricas e promover diversidade de perspectivas.</p></li><li><p><strong>VALORIZAÇÃO DO TRABALHO FEMININO</strong> – Reconhecimento de profissões tradicionalmente femininas, como cuidados, educação e saúde, que são essenciais para a sociedade, mas muitas vezes desvalorizadas.</p></li><li><p><strong>MOVIMENTOS LOCAIS E COLETIVOS FEMINISTAS</strong> – Grupos comunitários e associações ajudam a fortalecer redes de apoio, fomentar a conscientização e pressionar por mudanças legais e sociais.</p></li><li><p><strong>POLÍTICAS PÚBLICAS E LEGISLAÇÃO</strong> – Leis de proteção contra assédio, incentivo à igualdade de oportunidades e programas de capacitação refletem o impacto da luta feminista no nível local.</p></li><li><p><strong>QUEBRA DE ESTEREÓTIPOS DE GÊNERO</strong> – Campanhas e ações educativas ajudam a combater preconceitos sobre o que “mulheres podem ou não podem fazer” no mercado de trabalho.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-21 00:35:17 UTC</pubDate>
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         <title>CONSIDERAÇÕES FINAIS COM MINHA EXPERIÊNCIA PESSOAL E FAMILIAR</title>
         <author>crisprofeta44</author>
         <link>https://padlet.com/crisprofeta44/skg83sjrgj303r5e/wish/3549579907</link>
         <description><![CDATA[<p>Ao entrevistar mulheres da minha família, obtive informações de que a luta das mulheres pelo direito à educação nunca foi fácil. Muitas delas não tiveram acesso à escola e dependiam de trabalhos que exigiam pouca ou nenhuma escolaridade, dedicando-se majoritariamente à lavoura e às usinas de cana-de-açúcar. O conhecimento sobre seus direitos muitas vezes chegava tardiamente, quando já não possuíam mais forças ou idade para reivindicá-los.</p><p><br></p><p>Minha avó, por exemplo, faleceu aos 78 anos sem saber sequer escrever o próprio nome. Ainda hoje, muitas mulheres enfrentam desafios para conquistar educação e o direito de viver com dignidade em sociedade, participando ativamente de decisões que impactam suas vidas. Nesse contexto, é possível reconhecer que a minha trajetória, atualmente aos 46 anos cursando Pedagogia, é fruto dessa longa luta das gerações anteriores em prol da igualdade de oportunidades e do acesso à educação.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-21 01:13:00 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>IDENTIFICAÇÃO:</title>
         <author>crisprofeta44</author>
         <link>https://padlet.com/crisprofeta44/skg83sjrgj303r5e/wish/3549595444</link>
         <description><![CDATA[<p>Nome: Cristiane da Silva Mendes</p><p>Matrícula: 24111080271</p><p>Polo: Bom Jesus do Itabapoana</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-21 01:23:41 UTC</pubDate>
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         <title>OBJETIVOS</title>
         <author>crisprofeta44</author>
         <link>https://padlet.com/crisprofeta44/skg83sjrgj303r5e/wish/3549597578</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Objetivo Geral:</strong></p><ul><li><p>Resgatar a memória da trajetória das mulheres no mercado de trabalho e sua luta histórica pela equidade de gênero.</p></li></ul><p><strong>Objetivos Específicos:</strong></p><ul><li><p>Reconhecer os principais acontecimentos que marcaram a luta feminina;</p></li><li><p>Evidenciar a importância do movimento feminista nas conquistas de direitos;</p></li><li><p>Refletir sobre o impacto local dessa luta;</p></li><li><p>Valorizar a memória de mulheres que contribuíram para mudanças sociais;</p></li><li><p>Estimular a consciência crítica sobre a equidade de gênero no mundo atual.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-21 01:25:02 UTC</pubDate>
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         <title>CONTEXTO HISTÓRICO (Linha do Tempo)</title>
         <author>crisprofeta44</author>
         <link>https://padlet.com/crisprofeta44/skg83sjrgj303r5e/wish/3549604556</link>
         <description><![CDATA[<p>📌 <strong>Início do Século XX – MAGISTÉRIO: PROFISSÃO FEMININA?</strong></p><ul><li><p>O magistério foi uma das primeiras áreas em que as mulheres conquistaram espaço no mercado de trabalho.</p></li><li><p>Mesmo assim, enfrentavam baixos salários e falta de reconhecimento.<br></p></li></ul><p>📌 <strong>1932 – LUTA PELO DIREITO AO VOTO</strong></p><ul><li><p>As mulheres conquistam o direito ao voto no Brasil.</p></li><li><p>Passam a participar ativamente da vida política.<br></p></li></ul><p>📌 <strong>DÉCADAS DE 1960 e 1970 – MOVIMENTO FEMINISTA</strong></p><ul><li><p>Luta pela igualdade salarial, pelo acesso a profissões antes negadas e pela liberdade de expressão.</p></li><li><p>Conquista de visibilidade internacional.<br></p></li></ul><p>📌 <strong>1988 – CONSTITUIÇÃO CIDADÃ</strong></p><ul><li><p>Reconhecimento da igualdade entre homens e mulheres em direitos e deveres.</p></li><li><p>Avanço nas políticas públicas de proteção e valorização da mulher.<br></p></li></ul><p>📌 <strong>ÂMBITO LOCAL – REFLEXO DA LUTA FEMINISTA</strong></p><ul><li><p>Políticas municipais de apoio às mulheres trabalhadoras.</p></li><li><p>Incentivo à participação em cursos, lideranças comunitárias e na política local.<br></p></li></ul><p>📌 <strong>ATUALIDADE – A LUTA CONTINUA</strong></p><ul><li><p>Combate à desigualdade salarial, violência de gênero e preconceitos.</p></li><li><p>Maior presença feminina em universidades e cargos de liderança.<br></p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-21 01:29:12 UTC</pubDate>
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         <title>A equidade de gênero no Brasil e no mundo</title>
         <author>crisprofeta44</author>
         <link>https://padlet.com/crisprofeta44/skg83sjrgj303r5e/wish/3550955538</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-08-22 00:50:02 UTC</pubDate>
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