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      <title>Velho do Restelo by </title>
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      <description>Aslaine,Cynthia,Esteline</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2016-10-03 11:30:20 UTC</pubDate>
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         <title>Velho do Restelo</title>
         <author>aslainearaujo19991</author>
         <link>https://padlet.com/aslainearaujo19991/Bookmarks/wish/127836960</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div><br></div><div><br></div><div><a href="http://fsoudo.blogspot.com/2012/10/os-lusiadas-resumo-episodio-do-velho-do.html">"Os Lusíadas" Resumo - Episódio do " Velho do Restelo"</a></div><div><br><br>Com medo de sofrer ou se arrepender, os marinheiros, não olhavam para as mães e esposas. Vasco da Gama decidiu que embarcariam sem a despedida, porque, ainda que seja um bom costume porque mostra o amor das pessoas, faz sofrer a quem parte e a quem fica.<a href="http://3.bp.blogspot.com/-20hvMaaBpZc/UHQRUEQ1KgI/AAAAAAAAAI4/Z_PziR5Of1E/s1600/restelo.jpg"><figure class="attachment attachment-preview" data-trix-attachment="{&quot;contentType&quot;:&quot;image&quot;,&quot;height&quot;:248,&quot;url&quot;:&quot;http://3.bp.blogspot.com/-20hvMaaBpZc/UHQRUEQ1KgI/AAAAAAAAAI4/Z_PziR5Of1E/s320/restelo.jpg&quot;,&quot;width&quot;:320}" data-trix-content-type="image"><img src="http://3.bp.blogspot.com/-20hvMaaBpZc/UHQRUEQ1KgI/AAAAAAAAAI4/Z_PziR5Of1E/s320/restelo.jpg" width="320" height="248"><figcaption class="caption"></figcaption></figure></a><br>"Mas um velho d'aspeito venerando, Que ficava nas praias, entre a gente, Postos em nós os olhos, meneando Três vezes a cabeça, descontente, A voz pesada um pouco alevantando, Que nós no mar ouvimos claramente, C'um saber só de experiências feito, Tais palavras tirou do experto peito:<br><br>Mas um velho de aspecto respeitável(venerável), que estava entre as pessoas, na praia olhando para os navegadores e balançando a cabeça negativamente, levantou um pouco a mais alto a voz grave, que foi ouvida claramente pelo que estavam no mar, e com uma sabedoria feita de experiências disse algumas palavras sábias, inteligentes, e profundas.<br><br>—"Ó glória de mandar! Ó vã cobiça Desta vaidade, a quem chamamos Fama! Ó fraudulento gosto, que se atiça C'uma aura popular, que honra se chama! Que castigo tamanho e que justiça Fazes no peito vão que muito te ama! Que mortes, que perigos, que tormentas, Que crueldades neles experimentas!<br><br>Este prazer dos homens de dominar e a cobiça fútil e sem valor da fama são tolices ilusórias, passageiras (“vaidade”). Esta satisfação falsa, enganadora, é estimulada pelas pessoas, que a chamam de honra. Isso castiga grandemente os homens de coração tolo, vazio (“peito vão”) que ambicionam o poder e a fama; fazendo com que experimentem muitos suplício (“mortes”, “perigos”, “tormentas”) e crueldade.&nbsp;<br><br>— "Dura inquietação d'alma e da vida, Fonte de desamparos e adultérios, Sagaz consumidora conhecida De fazendas, de reinos e de impérios: Chamam-te ilustre, chamam-te subida, Sendo dina de infames vitupérios; Chamam-te Fama e Glória soberana, Nomes com quem se o povo néscio engana!Esta ambição causa angústia e perturbação (“inquietação d’alma e da vida”), é origem de abandonos e adultérios e destrói fortunas e Estados. Chamam-na de nobre e elevada, quando é digna, merecedora, de desmoralizantes insultos, palavras infamantes. Fama e glória são palavras para enganar o povo ignorante e tolo.&nbsp;<br><br>—"A que novos desastres determinas&nbsp;<br>De levar estes reinos e esta gente?&nbsp;<br>Que perigos, que mortes lhe destinas&nbsp;<br>Debaixo dalgum nome preminente?&nbsp;<br>Que promessas de reinos, e de minas&nbsp;<br>D'ouro, que lhe farás tão facilmente?&nbsp;<br>Que famas lhe prometerás? que histórias?&nbsp;<br>Que triunfos, que palmas, que vitórias?<br><br>E o velho pergunta que novos desastres serão causados ao reino e ao povo, em nome de (disfarçados em) alguma palavra enobrecedora. Que promessas fáceis serão feitas de reinos, de minas de ouro, famas, histórias e triunfos para enganá-los</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-03 11:38:15 UTC</pubDate>
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