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      <title>Trabalho e subjetividade by Sociologia PUC-Rio</title>
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      <description>Turma 24A (08/06)</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-06-08 18:28:52 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Processo cada vez mais abstrato: o  trabalhador fica ainda mais alienado do processo de produção</title>
         <author>sociologiadapuc</author>
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         <pubDate>2021-06-08 18:31:05 UTC</pubDate>
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         <title>Os trabalhadores de plataformas digitais possuem tratamento equiparado aos trabalhadores do século XIX, pois não possuem regulamentação. Vários países, por decisão dos seus tribunais (como Reino Unido, Espanha), vêm determinando a aplicação da legislação trabalhista de proteção social a esses trabalhadores.</title>
         <author>sociologiadapuc</author>
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         <pubDate>2021-06-08 18:31:46 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>sociologiadapuc</author>
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         <pubDate>2021-06-08 18:32:09 UTC</pubDate>
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         <title>A idade média do entregador é de 29 anos - os números contemplam motoboys e ciclistas. A maioria (97,4%) é homem; 73% têm apenas o ensino médio completo, e 11,7% já concluíram ensino superior ou pós-graduação</title>
         <author>sociologiadapuc</author>
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         <pubDate>2021-06-08 18:32:34 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Antes da pandemia, 38,2% dos entregadores trabalhavam até oito horas por dia; 54,1%, entre nove e 14 horas; e 7,8%, acima de 15 horas. Durante a quarentena, 43,3% trabalhavam até oito horas diárias; e 56,7%, por mais de nove horas. Além disso, 78,1% faziam entregas em seis ou sete dias da semana.</title>
         <author>sociologiadapuc</author>
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         <pubDate>2021-06-08 18:33:49 UTC</pubDate>
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         <title>Sociedade do Cansaço.  Byung-Chul Han</title>
         <author>sociologiadapuc</author>
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         <pubDate>2021-06-08 18:34:26 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Bárbara, Beatriz Soares, Arthur e João Paulo </title>
         <author></author>
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         <pubDate>2021-06-08 20:42:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 3 - Ana Beatriz Tavares, Ana Helena Anaisse, Arthur Bitar e Flavia Gadelha  </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/siv9cfwf06ajkt20/wish/1594006526</link>
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         <pubDate>2021-06-08 20:43:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 3 - Ana Beatriz Tavares, Ana Helena Anaisse, Arthur Bitar e Flavia Gadelha</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/siv9cfwf06ajkt20/wish/1594007269</link>
         <description><![CDATA[<div>O ambiente de trabalho atual é predominantemente concorrido,  a ambição é valorizada, o trabalho em equipes temporárias muito apreciado e as relações de trabalho são sempre superficiais. Com isso, valores como comprometimento, lealdade e outros que formam o caráter das pessoas estão sendo corroídos no dia a dia. Para o novo capitalismo não existe mais "longo prazo".</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-08 20:44:23 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Bárbara, Beatriz Soares, Arthur e João Paulo </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/siv9cfwf06ajkt20/wish/1594010366</link>
         <description><![CDATA[<div>Além das precariedades existentes para os entregadores de aplicativo, como a falta de regulamentação, maior segurança, aumento das taxas de entrega, as mulheres entregadoras ainda sofrem com outras questões, como o assédio, e o fato de a bolsa de entregas ser projetada para o corpo masculino, ficando desconfortável e não fechando direito no corpo feminino por causa dos seios.&nbsp;</div>]]></description>
         <pubDate>2021-06-08 20:46:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 4 - Filipe Peçanha, Anna Cabrini, Aicha Júlia, Jonas Costas, Brie</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/siv9cfwf06ajkt20/wish/1594012973</link>
         <description><![CDATA[<div>Filme produzido dentro de um apartamento no período de quarentena, onde é narrado a vida Balduiono Artur, diante das adversidades enfrentadas pelo isolamento e pelos novos meio e modos de trabalho remoto. <br>https://www.youtube.com/watch?v=t9IKmJKmXC4<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-08 20:48:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 3 - Ana Beatriz Tavares, Ana Helena Anaisse, Arthur Bitar e Flávia Gadelha</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/siv9cfwf06ajkt20/wish/1594013279</link>
         <description><![CDATA[<div>Dados do instituto Brasileiro de Geografia (IBGE), apontam que, no país, a informalidade está presente na vida de mais de 40% dos brasileiros tornando-se um marcador de desigualdades. Dessa forma, mais de 38 milhões de brasileiros encontram-se sem carteira assinada e trabalhando no mercado informal de forma autônoma.</div>]]></description>
         <pubDate>2021-06-08 20:48:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 7- Carlos André, Gaio Miller, Mariana Paiva, Raphaela Bianco, Sofia Vieira</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/siv9cfwf06ajkt20/wish/1594015873</link>
         <description><![CDATA[<div>Em contexto pandêmico, há um aumento das jornadas excessivas de trabalho com a ampliação da modalidade "home office", o que intensifica esse caráter da sociedade do cansaço/ sociedade do desempenho. Com muitos discursos de "vejamos o lado positivo da pandemia e extraiamos o melhor dela", uma positividade tóxica e excessiva fica ainda mais forte e compromete ainda mais os indivíduos. Nesse contexto, ocorre uma fusão do ambiente de casa e de trabalho, além de muitos estarem arriscando a sua segurança e saúde em prol de um constante desenvolvimento dessa atual ideia de "empreendedorismo", sujeita a diversos fatores socioeconômicos de dominação e toxicidade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-08 20:49:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 7- Carlos André, Gaio Miller, Mariana Paiva, Raphaela Bianco, Sofia Vieira</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/siv9cfwf06ajkt20/wish/1594016760</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-06-08 20:50:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 5</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/siv9cfwf06ajkt20/wish/1594017163</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-06-08 20:50:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 5</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/siv9cfwf06ajkt20/wish/1594017405</link>
         <description><![CDATA[<div>O impacto da pandemia de covid-19 no mercado de trabalho global foi quatro vezes maior do que o da crise econômica de 2008, informou o diretor da Organização Internacional do Trabalho (OIT). Diferentemente de recessões anteriores, desta vez os trabalhadores informais foram mais atingidos que os formais. Em particular, embora a redução do emprego formal em 2020 tenha sido expressiva (-4,2%), a queda no emprego informal foi proporcionalmente três vezes maior (-12,6%). As ocupações de baixa escolaridade foram particularmente afetadas, com redução de 20,6% no emprego de pessoas com até 3 anos de estudo e de 15,8% no grupo com escolaridade entre 4 e 7 anos. Por outro lado, houve um aumento de 4,8% no emprego de pessoas com 15 anos ou mais de estudo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-08 20:50:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 4 - Aicha Júlia, Anna Cabrini, Filipe Peçanha, Jonas Costa e Brie</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/siv9cfwf06ajkt20/wish/1594018912</link>
         <description><![CDATA[<div>Com a atual pandemia, nota-se uma crescente do processo de uberização. Nele, o pleno exercício de poder das empresas é velado pela sensação de liberdade dada aos trabalhadores. A falta de regulamentação dessa forma de trabalho afeta os trabalhadores, e principalmente aqueles que a têm como principal fonte de renda, uma vez que, para conseguirem se sustentar, precisam passar de 8 horas de trabalho, sem direito a férias, 13° salário etc. Como exemplo do implícito domínio das empresas sobre os trabalhadores de plataformas digitais, é possível citar a limitação do número de viagens passíveis de cancelamento, a indisponibilidade do serviço em determinadas áreas e a avaliação dos trabalhadores pelos clientes - o que em alguns aplicativos é um fator classificatório para a disponibilização de algum trabalho.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-08 20:51:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 7 - Carlos André, Gaio Miller, Mariana Paiva, Raphaela Bianco, Sofia Vieira</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/siv9cfwf06ajkt20/wish/1594019681</link>
         <description><![CDATA[<div>O capitalismo contemporâneo se identifica principalmente pela flexibilização das relações de trabalho. Essa situação se intensificou com o surgimento das novas tecnologias e dos aplicativos de transportes, como o Uber, e de entregas, como o Ifood. Nesse modelo de trabalho, os entregadores atuariam como "autônomos", sem nenhum vínculo com as empresas, mas eles não deixam de ser monitorados por elas, como na questão das avaliações e, se não atenderem às expectativas dessas empresas, são "demitidos". Com isso, pode-se dizer que, apesar de não estarem inseridos em um modelo tradicional de trabalho, os entregadores não deixam de sofrer uma dominação por parte de seus empregadores, nesse caso essas empresas de aplicativo. Além disso, por ser uma modalidade de emprego onde a boa avaliação é essencial para a manutenção desse trabalho, os empregados abandonam os antigos valores de lealdade e as ideias de vínculos comunitários e se inserem em um pensamento onde a motivação, o esforço e o empenho individuais são determinantes para se manterem nesse novo mercado de trabalho, o que intensifica os valores capitalistas do individualismo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-08 20:52:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 4 - Aicha Júlia, Anna Carolina Cabrini, Filipe, Jonas Costa e Brie</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/siv9cfwf06ajkt20/wish/1594020090</link>
         <description><![CDATA[<div>Medidas de adaptação ao home office:<br><br>Iniciativas das empresas para ajudar seus funcionários na adaptação do trabalho remoto - na perspectiva dos funcionários:</div><ul><li>Ofereceram ferramentas digitais para o trabalho remoto: 21,9%</li><li>Ofereceram mais flexibilidade no trabalho: 20,4%</li><li>Não propuseram iniciativas específicas: 14,7%</li><li>Ofereceram equipamento para trabalhar remoto (como notebook): 14,6%</li><li>Disponibilizaram canais de comunicação com todos os líderes: 13,8%</li><li>Ofereceram cursos sobre trabalho remoto: 6,3%</li><li>Ofereceram assistência psicológica, atividades físicas online, atividades para os filhos, etc: 5,2%</li><li>Adaptaram benefícios (no lugar do vale-refeição colocaram o valor em outro benefício como vale-alimentação): 1,8%</li><li>Ofereceram estrutura melhor para trabalhar remoto (como cadeira ergométrica): 1,3%</li></ul><div>Iniciativas das empresas para ajudar seus funcionários na adaptação do trabalho remoto - na perspectiva das empresas:</div><ul><li>Oferecemos ferramentas digitais para o trabalho remoto: 22,5%</li><li>Oferecemos equipamento para trabalhar remoto (como notebook): 28,5%</li><li>Oferecemos mais flexibilidade no trabalho, já que vivemos num momento em que não se pode ter 100% de produtividade: 20,5%</li><li>Disponibilizamos canais de comunicação com todos os líderes: 11,9%</li><li>Oferecemos cursos sobre trabalho remoto: 5,3%</li><li>Oferecemos estrutura melhor para trabalhar remoto (como cadeira ergométrica ou outro equipamento): 4%</li><li>Oferecemos treinamento de liderança remota para líderes: 4%</li><li>Oferecemos assistência psicológica, atividades físicas online, atividades culturais, etc: 3,3%</li></ul><div><br>Tanto para os funcionários quanto para as empresas, as principais iniciativas de adaptação ao trabalho remoto foram maior flexibilidade no trabalho, ferramentas digitais e equipamentos para o trabalho remoto e canais de comunicação com os líderes. Porém, 14,7% dos funcionários disseram que as empresas não propuseram nenhuma iniciativa na implementação do home office. Concluímos que, o home office tem seus pontos positivos e negativos, e claro, as empresas deveriam ajudar aos seus funcionários para que os mesmos possam se adaptar de maneira justa e igualitária. Mas o que foi visto, noticiado e explanado pela maioria dos trabalhadores foi a realização do home AND office, ou seja, trabalhar e realizar as tarefas de casa, sem entrar no ponto de que muitos trabalhadores ainda possuem filhos. <br><br>Fonte: https://g1.globo.com/economia/concursos-e-emprego/noticia/2021/04/02/produtividade-conexao-flexibilidade-pesquisa-aponta-os-principais-desafios-do-home-office-apos-um-ano-de-pandemia.ghtml</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-08 20:52:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 5</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/siv9cfwf06ajkt20/wish/1594021828</link>
         <description><![CDATA[<div>Filme: “Você não estava aqui” - Ken Loach.<br>O filme se trata da história de uma família que está passando por problemas financeiros. devido à crise de 2008. Surge uma oportunidade para o personagem principal (Ricky) trabalhar como entregador voluntário. Ele aluga uma van para poder fazer isso. A história então se segue mostrando as dificuldades que a família tem de enfrentar quando os dois pais tem trabalhos com alta carga horária&nbsp;e baixo salário.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-08 20:53:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 4 - Aicha Júlia, Anna Carolina Cabrini, Filipe Peçanha, Jonas Costa e Brie </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/siv9cfwf06ajkt20/wish/1594022555</link>
         <description><![CDATA[<div>home office, artista Yao Yao Ma Van As</div>]]></description>
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      <item>
         <title>Grupo 3 - Ana Beatriz Tavares, Ana Helena Anaisse, Arthur Bitar e Flavia Gadelha  </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/siv9cfwf06ajkt20/wish/1594024054</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Modernidade Líquida</strong> é o termo usado pelo sociólogo polonês Zygmunt Bauman para definir o tempo presente, também chamado de pós-moderno por alguns sociólogos e cientistas sociais. A associação com o <strong>líquido</strong> vem do fato de que a sociedade atual seria, segundo Bauman, marcada pela liquidez, volatilidade e fluidez.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-08 20:55:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 6 - Allegra Rossini, Ana Clara Sousa, Júlia Paraizo, Luisa Elerati, Manuela Lorang, Mariana Mello, Maria Carolina Cassella</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/siv9cfwf06ajkt20/wish/1594028495</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-06-08 20:58:13 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 5</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/siv9cfwf06ajkt20/wish/1594029154</link>
         <description><![CDATA[<div>Com o advento da tecnologia e a introdução do homem nesse campo como trabalhador, tornam-se evidentes as intensas dificuldades pelas quais ele passa, uma vez que não há uma regulamentação que garanta boas condições e segurança a ele. Enquanto o trabalhador comum ganha inerentemente à sua presença no ambiente de trabalho, o indivíduo que se cadastra nas plataformas digitais só recebe enquanto trabalha, sendo prejudicado, assim, no que diz respeito às férias, horário de almoço, descanso e afins.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-08 20:58:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 2 - Rafael Moreira, Paula Boudet, Salomão Reis, Maria Eduarda, Maria Luiza, Lorena Ximenes</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/siv9cfwf06ajkt20/wish/1594032415</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-06-08 21:00:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 7- Carlos André, Gaio Miller, Mariana Paiva, Raphaela Bianco e Sofia Vieira</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/siv9cfwf06ajkt20/wish/1594033531</link>
         <description><![CDATA[<div>A crescente informalidade do trabalho pode estar relacionada ao aumento das taxas de contágio da COVID-19 durante a pandemia. De acordo com um estudo realizado pela UFRJ em parceria com o IRD (Instituto Francês de Pesquisa e Desenvolvimento): "A cada 10 pontos percentuais de informais a mais na população, a taxa de contágio aumenta em 29% e a taxa de mortalidade pela doença cresce, em média, 38%. Isso significa que para cada 1 milhão de habitantes são registrados, em média, um adicional de 3130 infectados e 88 mortes".<br>Essa pesquisa evidencia como a informalidade contribui para uma exposição excessiva dos trabalhadores à COVID-19 que, diante da necessidade de realizar seus serviços, estão constantemente botando a própria vida em risco em prol do trabalho.<br>&nbsp;--<br>Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2020/10/trabalho-informal-eleva-risco-de-contagio-e-morte-por-covid-19.shtml</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-08 21:01:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 6- Maria Carolina Cassella, Manuela Lorang, Júlia Paraizo, Mariana Mello, Luísa Elerati, Allegra Rossini e Ana Clara Sousa</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/siv9cfwf06ajkt20/wish/1594035027</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesse livro, Georg Simmel aborda o fenômeno de intensificação da vida nervosa. Sob essa ótica, os indivíduos levam suas rotinas atarefadas tão aceleradas, com foco no âmbito profissional, que deixam de lado a sua própria saúde e se alienam de assuntos sociais, o que dá margem para a precarização dos seus direitos pela falta de tempo para captar a informação. Isso se relaciona diretamente com a imprevisibilidade dos “jobs” e com as “multitarefas” definidas por Sennett.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-08 21:02:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 2 - Rafael Moreira, Paula Boudet, Salomão Reis, Maria Eduarda, Maria Luiza, Lorena Ximenes.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/siv9cfwf06ajkt20/wish/1594037426</link>
         <description><![CDATA[<div>Em um estudo recente, a OMS e a OIT descobriram que as longas jornadas de trabalho causaram, só em 2016, mais de 745.000 mortes por doenças cardíacas e derrames.<br>Mas como eles sabem que a causa foi o trabalho em excesso? Todas as 745 mil vítimas trabalhavam mais de 55 horas por semana nos anos anteriores.<br>Trabalhar por tantas horas está associado a um risco 35% maior de derrame e 17% mais chances de morrer por problemas cardíacos.<br>Os efeitos da pandemia ainda não foram sentidos por completo, mas pense por você… Está trabalhando mais ou menos desde que foi pra casa?<br>O que o estudo aponta como solução?<br>Basicamente, que empresas, funcionários e governos estabeleçam limites que protejam a saúde dos trabalhadores.<br>&nbsp;A maioria dos exemplos vistos envolve a redução da jornada para 4 dias — ou 32 horas — por semana: A empresa Microsoft fez isso, ainda em 2019, no Japão e obteve como resultado, a produtividade entre os empregados cresceu 40% e os custos com eletricidade caíram 23%.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-08 21:04:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 5</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/siv9cfwf06ajkt20/wish/1594038312</link>
         <description><![CDATA[<div>A precarização é uma resposta da globalização para a falta de emprego. Onde o empregador que quer fugir das leis trabalhistas impostas pelos Estados perde esse vinculo de empregador e faz o trabalhador trabalhar para ele de forma mais indireta fazendo com que o mesmo não tenha responsabilidade nenhuma sobre esses direitos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-08 21:04:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Bárbara, Beatriz Soares, Arthur e João Paulo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/siv9cfwf06ajkt20/wish/1594038935</link>
         <description><![CDATA[<div>O aplicativo iFood informou que entre seus 170 milhões de entregadores, apenas 1,8% são mulheres. Dos entregadores que utilizam bicicletas, 99% são homens.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-08 21:05:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 4 - Aicha Júlia, Anna Carolina Cabrini, Jonas Costa, Filipe Peçanha e Brie </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/siv9cfwf06ajkt20/wish/1594043597</link>
         <description><![CDATA[<div>home office</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-08 21:08:21 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Bárbara, Beatriz Soares, Arthur e João Paulo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/siv9cfwf06ajkt20/wish/1594043726</link>
         <description><![CDATA[<div>O filme “<a href="https://reporterbrasil.org.br/gig/">GIG – A Uberização do Trabalho</a>” (2019), dirigido por Carlos Juliano Barros, Caue Angeli e Maurício Monteiro Filho, apresenta aos cinéfilos o mundo dos trabalhadores por plataforma, em um amplo leque de atividades e situações, permitindo um panorama do chamado “trabalho digital” em sua crueza e, podemos dizer, crueldade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-08 21:08:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 6 - Allegra Rossini, Ana Clara Sousa, Júlia Paraizo, Luisa Elerati, Manuela Lorang, Mariana Mello, Maria Carolina Cassella</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/siv9cfwf06ajkt20/wish/1594046371</link>
         <description><![CDATA[<div>Na dinâmica da uberização, ocorre uma informalização nas relações trabalhistas, de maneira que os trabalhadores não têm vínculos empregatícios com as empresas e não possuem direitos e garantias, como férias remuneradas, 13o salário, etc. Nesse sentido, trouxe diversas consequências negativas e prejudiciais para os trabalhadores, de modo que os próprios também têm de arcar com os custos dos materiais de trabalho, como mochilas térmicas, motocicletas ou bicicletas. Dessa forma, muitas vezes, essa precarização é facilmente observada por meio dos entregadores que utilizam tais formas de locomoção para realizar entregas de aplicativo. Um exemplo claro são os trabalhadores do aplicativo Uber Eats, que exercem jornadas exaustivas e por meios contingentes, como muitos fazem suas entregas apenas de bicicleta e sem garantia de direito algum.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-08 21:10:19 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/siv9cfwf06ajkt20/wish/1594046735</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-06-08 21:10:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 7 - Carlos André, Gaio Miller, Mariana Paiva, Raphaela Bianco, Sofia Vieira</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/siv9cfwf06ajkt20/wish/1594051483</link>
         <description><![CDATA[<div>Com a Uberização, os indivíduos fazem um registro formal no aplicativo da empresa e passam a contribuir para a geração de lucro, mas não detém carteira assinada. Podem ser excluídos do aplicativo ou ter sua demanda de clientes diminuída do dia para a noite sem repercussões. Além disso, trabalhadorxs têm a responsabilidade adicional de custear os meios de produção (carro e combustível). A falta de regulamentação e garantia dos direitos trabalhistas representa um retrocesso e um retorno ao cenário análogo aquele criticado por Marx, Keynes e, posteriormente, Sennet. &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-08 21:13:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 6 - Allegra Rossini, Ana Clara Sousa, Júlia Paraizo, Luisa Elerati, Manuela Lorang, Mariana Mello, Maria Carolina Cassella</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/siv9cfwf06ajkt20/wish/1594052730</link>
         <description><![CDATA[<div>Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad continua), os trabalhadores sem carteira de trabalho assinada foram os que mais precisaram se afastar do trabalho que tinham. Os trabalhadores domésticos sem carteira registraram o maior percentual de pessoas afastadas devido à pandemia (33,6%), seguido pelos empregados do setor público sem carteira (29,8%) e pelos empregados do setor privado sem carteira (22,9%).&nbsp;<br>Ainda, esses trabalhadores privados e sem carteira receberam 13% a menos do que a renda habitual no segundo trimestre e 4% a menos no último trimestre do ano passado. Enquanto os&nbsp;trabalhadores privados com carteira assinada não tiveram perda no segundo e no terceiro trimestres de 2020 e encerraram o último trimestre do ano passado ganhando 5% acima da renda habitual.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-08 21:14:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 2 - Rafael Moreira, Paula Boudet, Salomão Reis, Maria Eduarda, Maria Luiza, Lorena Ximenes</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/siv9cfwf06ajkt20/wish/1594055699</link>
         <description><![CDATA[<div>Sennet afirma que, apesar de vivermos em meio a um capitalismo flexível, essa flexibilidade não se traduz na minimização dos mecanismos de controle, de modo que essas ferramentas passam a ser ilegíveis. É preciso estar o tempo todo conectado: responder e-mails e mensagem o mais rápido possível - e caso não o faça será considerado como uma pessoa mal educada e um trabalhador pouco esforçado -, além de estar a par das noticiais mais recentes sobre o que acontece pelo mundo. Nessa sociedade, então, diferentemente do que Foucault acreditava, as micropenalidades são internalizadas, de forma que o próprio indivíduo passa a se punir por não corresponder às expectativas de seus empregadores e torna-se cada vez mais ansioso.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-08 21:16:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Esse trabalho tb é muito interessante sobre o tema.</title>
         <author>sociologiadapuc</author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/siv9cfwf06ajkt20/wish/1594058000</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.academia.edu/43256949/Capitalismo_de_Plataformas_Corros%C3%A3o_Democr%C3%A1tica_e_a_Consolida%C3%A7%C3%A3o_do_Cibertariado_no_Brasil?email_work_card=title" />
         <pubDate>2021-06-08 21:18:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 3 - Ana Beatriz Tavares, Ana Helena Anaisse, Arthur Bitar e Flávia Gadelha</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/siv9cfwf06ajkt20/wish/1594060674</link>
         <description><![CDATA[<div>Sabe-se que o avanço da informalidade é um dos reflexos da crise econômica, principalmente, neste cenário pandêmico em que nos encontramos. Muitas das vezes, essa informalidade é a única opção para os trabalhadores manterem uma estabilidade financeira. Entretanto, percebemos um grande número de empregados qualificados ocupando trabalhos inferiores com péssimas condições.&nbsp;</div><div>Por exemplo, recentemente, o mundo conheceu a facilidade do uso da tecnologia para tarefas com ideias futuramente promissoras. Hoje, os aplicativos de redes de comida e de motoristas terceirizados tornaram-se a maior invenção do mundo cibernético, pois, conseguem atender as necessidades básicas da população com um custo, na maioria das vezes, mais acessível. Porém, com o avanço desse trabalho veio algumas consequências que os consumidores não conseguem enxergar imediatamente. Após comparar as condições do trabalhador informal, percebemos que o mesmo não usufrui das leis trabalhistas de forma correta. Isto é, o empregado não está totalmente seguro com as condições atuais que esses aplicativos disponibilizam. Esse trabalhador terceirizado sem possibilidade de ter uma carteira assinada, bem como, perde o direito a férias remuneradas, vale-transporte e até mesmo os direitos trabalhistas em si. Além disso, o trabalhador corre bastante risco de sofrer algum tipo de acidente e não ser remunerado pelas despesas hospitalares ou até mesmo o prejuízo causado pela pausa dos seus serviços.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-08 21:20:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Bárbara, Beatriz Soares, Arthur e João Paulo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/siv9cfwf06ajkt20/wish/1594065834</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-06-08 21:24:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 4 - Aicha, Anna Carolina Cabrini, Brie, Filipe, Jonas</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/siv9cfwf06ajkt20/wish/1594066897</link>
         <description><![CDATA[<div>Dentre as necessidades do mundo globalizado, está inserida a adequação de novas formas de trabalho. A Revolução Técnico Científica Informacional difundiu o uso de dispositivos como aparelhos eletrônicos, e suas funções vão além do entretenimento, e hoje em dia também são considerados instrumentos de trabalho; o uso de computadores, smartphones e tabletes tornou-se indispensável no chamado trabalho remoto, mais conhecido como "home office".&nbsp;<br>O home office é um estilo de trabalho, no qual permite-se que o empregado trabalhe de qualquer lugar (desde que tenha acesso aos meios eletrônicos para a efetuar suas tarefas laborais). Apesar de ser uma prática existente desde o final do século XX, o home office ganhou destaque atualmente por consequência do isolamento social proporcionado pela pandemia de Covid-19 ( as empresas mundo afora deveriam se adequar ao novo modelo de vida instaurado com o coronavirus e com isso, o trabalho remoto foi visto como uma ótima solução para contornar a crise da pandemia), entretanto, a transferência do local de trabalho para o local pessoal do empregado acarreta em mudanças em sua subjetividade. A flexibilidade de horários e o maior tempo com a família são vistos coPrmo pontos positivos para muitos, mas em contrapartida, a recorrente falta de socialização entre indivíduos cria uma sociedade fisicamente dispersa (apesar de virtualmente conectada), além disso, também há a maior tendência ao isolamento social pós pandemia, resultando em uma realidade mais antisocial podendo afetar a saúde mental e levar a transtornos como a depressão.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-08 21:25:03 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Grupo 2 - Rafael Moreira, Paula Boudet, Salomão Reis, Maria Eduarda, Maria Luiza, Lorena Ximenes</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/siv9cfwf06ajkt20/wish/1594074272</link>
         <description><![CDATA[<div>Na obra de Domenico de Masi, O Ócio Criativo, o autor aborda como que o capitalismo estimulou muitas horas de trabalho e escassas horas de lazer. Nesse sentido, Masi sustenta a ideia de que o trabalho do século XXI pode ser comparado com o da revolução industrial do século XVIII, pois os trabalhadores são explorados pelos patrões e não recebem muito tempo para usufruir de seu ócio. Masi acrescenta que os empresários atuais são mais explorados do que os operários da revolução industrial, pois além de não receberem suas horas extras remuneradas eles vivem constantemente trabalhando, não há um horário fixo de começar e terminar a trabalhar. Também tem que abandonar suas vidas pessoais, se dedicando a seu trabalho, se mudando constantemente e sempre estando disponível para seus patrões. Criando uma epidemia de subordinação que passa de para seus filhos (O Ócio Criativo, DE MASI, Domenico).</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-08 21:30:23 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 6 - Allegra Rossini, Ana Clara Sousa, Júlia Paraizo, Luisa Elerati, Manuela Lorang, Mariana Mello, Maria Carolina Cassela. </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/siv9cfwf06ajkt20/wish/1594078148</link>
         <description><![CDATA[<div>Pode-se observar no século XXI diversas inovações no que se refere a métodos de trabalho, porém alguns métodos como a uberização, podem refletir diretamente no mal-estar do empregador causado pelas incertezas de um universo profissional cambiante, como foi dito por Richard Sennett em sua obra “A cultura do novo capitalismo”. Isso se dá pelo fato de que empresas como o Uber, não garantem direitos trabalhistas, o que impossibilita o conforto do trabalhador podendo provocar a ansiedade por conta dessa flexibilidade.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-08 21:33:16 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Rafael Moreira, Paula Boudet, Salomão Reis, Maria Eduarda, Maria Luiza Santos, Lorena Ximenes</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/siv9cfwf06ajkt20/wish/1594084462</link>
         <description><![CDATA[<div>No mundo de trabalho contemporâneo os empregadores sempre vão checar as redes sociais de seus futuros empregados, de forma que tudo o que a pessoa poste na internet pode provocar certas reações ao seus futuros patrões. Os trabalhadores estão mais sujeitos às opiniões externas, assim como no Uber põe-se as estrelas ao motorista e ao passageiro. A avalição torna-se cotidiana e faz parte do currículo do funcionário, as empresas sempre analisarão o perfil pessoal e laboral do empregado, meditando se irá empregá-lo ou não. Em um episódio do Black Mirror, no futuro as pessoas são avaliadas por outras, sendo a realidade uma grande mídia social em que cada um se dá estrelas. Assim, as pessoas com 4 estrelas tem mais acesso a certos eventos sociais, trabalhos, casas, do que as pessoas com 2 estrelas, as pessoas com menos de 3 estrelas (a média) mal tem acesso à eventos, trabalhos que deseja</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-08 21:37:44 UTC</pubDate>
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         <title>Bárbara, Beatriz Soares, Arthur e João Paulo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/siv9cfwf06ajkt20/wish/1594096623</link>
         <description><![CDATA[<div>É possível observar uma clara referência entre as condições vividas pelos(as) entregadores(as) e o conceito de capitalismo flexível apontado por Sennett, onde as trabalhadoras devem assumir riscos continuamente no ambiente trabalhista. Isso faz com que muitas das vezes, essas mesmas entregadoras desenvolvam a ansiedade, em que elas sempre que saem às ruas para realizar uma entrega, estão sujeitas a diversos riscos para sua saúde.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-08 21:46:44 UTC</pubDate>
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         <title>Maria Eduarda Bacelar</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Com a uberização, os trabalhadores e as empresas têm uma relação informal, onde tais trabalhadores não usufruem de direitos trabalhistas como férias, seguro desemprego etc. Arcam com os custos como o da mochila, gasolina, em alguns casos, até alugando bicicletas. Além de colocarem suas vidas em risco diariamente, principalmente durante a pandemia. Isso ocorre por causa da falta de opção de melhores empregos, fazendo com que o desespero fale mais alto e os entregadores se submetam a essas condições.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-09 15:02:01 UTC</pubDate>
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         <title>Maria Eduarda Bacelar</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/siv9cfwf06ajkt20/wish/1596012779</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-06-09 15:02:24 UTC</pubDate>
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         <title>Maria Eduarda Bacelar </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/siv9cfwf06ajkt20/wish/1596038320</link>
         <description><![CDATA[<div><br>O número de pessoas que trabalha em veículos, que incluem motoristas de aplicativos, taxistas e motoristas e cobradores de ônibus, cresceu 29,2% de 2017 para 2018, aumentou em 810 mil e chegou a 3,6 milhões, segundo informou o IBGE na quarta-feira, 18/12.<br><br></div><div><br>É a maior alta da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, mostrando uma tendência de “uberização” do mercado de trabalho, com escassez crescente de vagas com carteira e dificuldade de conseguir uma ocupação formal, ainda mais depois da implementação da “reforma” trabalhista, dois anos atrás. O instituto detectou ainda aumento da quantidade de pessoas trabalhando por conta própria e na própria residência, além de entregadores.<br><br></div><div><br>“As recentes altas podem estar relacionadas ao crescimento dos serviços de transportes de passageiros e de entregas por aplicativos de celular, refletindo as mudanças na economia atual”, afirma a pesquisadora Adriana Beringuy. A pesquisa do IBGE apontou aumento de 12,1% na quantidade de pessoas que trabalham em vias públicas, como vendedores ambulantes. O total agora chega a 2,3 milhões.<br><br></div><div><br>De acordo com o instituto, de 2012 a 2014 o número de ocupados em veículos ou áreas públicas se manteve relativamente estável. Eram 2,6 milhões e 1,8 milhão, respectivamente. Houve pequenas altas no primeiro caso entre 2015 e 2017, com crescimento forte no ano passado.<br><br>Fonte: https://www.sindbancarios.org.br/index.php/cresce-a-uberizacao-de-trabalhadores-no-brasil/</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-09 15:11:25 UTC</pubDate>
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         <title>Maria Eduarda Bacelar</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O filme ‘Você não estava aqui’, dirigido por Ken Loach,  nos mostra as alterações que a uberização trouxe nas relações de trabalho na sociedade. É exibida a história de Rick, pai de uma família de três crianças que se encontra desempregado e se vendo obrigado a, além de passar pouco tempo com a família, viver com um baixo salário quando aceita ser um entregador voluntário.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-09 15:24:55 UTC</pubDate>
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         <title>Maria Eduarda Bacelar</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/siv9cfwf06ajkt20/wish/1596078911</link>
         <description><![CDATA[<div>Junto com a uberização, pode se observar que ocorre a precarização do empregado, a tendência ao monopólio, concentração e concorrência desleal.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-09 15:26:04 UTC</pubDate>
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         <title>Nicole escudero</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-06-10 12:20:01 UTC</pubDate>
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         <title>Nicole escudero</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-06-10 12:22:33 UTC</pubDate>
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         <title>Nicole escudero</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/siv9cfwf06ajkt20/wish/1598395853</link>
         <description><![CDATA[<div>Esses trabalhadores estão sujeitos a trabalhos exaustivos, com pouca remuneração, que não visam por sua segurança no trabalho e alem disso seu trabalho não e formalizado ou seja é sem carteira assinada. A maioria dos trabalhadores possuem direitos, como ferias, decimo terceiro entre outras regalias . Lembro uma situação que passei quando pedi um lanche de um lugar distante de minha casa via uber eats e mandaram um entregador de bicicleta, na hora mandei mensagens para ele falando que era impossível ele chegar na minha casa, ia demorar 30 minutos para entregar o lanche, ele me implorou para não cancelar e então chegou após um longo percurso percorrido, ao longo desse tempo tentei ligar e mandar mensagens para o aplicativo explicando a situação e reclamando como era possível fazer isso com uma pessoa, depois disso dei uma ótima gorjeta e ele me agradeceu muito e falou que era recorrente esse tipo de situação mas que estava precisando muito do dinheiro.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-10 12:36:25 UTC</pubDate>
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         <title>Nicole escudero</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/siv9cfwf06ajkt20/wish/1599246537</link>
         <description><![CDATA[<div>Dentro do sistema capitalista que estamos vivendo hoje em dia as leis foram flexibilizadas, e o trabalhador tem como opção trabalhar somente para ele e não em uma clt, ocasionando falta ao bem estar do trabalhador o sujeitando a trabalhar em condições precárias, cansativas para que seja pago um quantia bem pequena, na pandemia pela falta de trabalho muitas pessoas perderam seus trabalhos e tiveram que optar por opções autônomas como uber, rappi e outros meios.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-10 17:47:04 UTC</pubDate>
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         <title>Nicole escudero</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/siv9cfwf06ajkt20/wish/1599266107</link>
         <description><![CDATA[<div>Em 2017 o Brasil passou a cidade do Mexico sendo o país com o maior numero de corridas no mundo, em 2018 a uber faturou 3,7 milhões dentro do país.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-10 17:55:23 UTC</pubDate>
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         <title>Nicole escudero</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/siv9cfwf06ajkt20/wish/1599314445</link>
         <description><![CDATA[<div>Os trabalhadores do mundo uni-vos afastados, o livro de Guilherme Weimann relata sobre a pandemia, trabalhos informais, desigualdade social entre outros fatores.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-10 18:15:18 UTC</pubDate>
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         <title>Luiza de Castro</title>
         <author>luizacastrops</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-06-25 03:12:19 UTC</pubDate>
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         <title>Luiza de Castro</title>
         <author>luizacastrops</author>
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         <description><![CDATA[<div>Vemos nesse processo de uberização e mudanças tecnológicas no mercado de trabalho um processo muito parecido com o conceito de capitalismo flexível de Sennett. Capitalismo flexivel são sistemas flexiveis de produção baseados na tecnologia que são usados para aumentar a produtividade de uma empresa, exatamente como o uber eats e outros aplicativos são usados para aumentar a produtividade do setor de alimentação.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-25 03:15:30 UTC</pubDate>
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         <title>Luiza de Castro</title>
         <author>luizacastrops</author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/siv9cfwf06ajkt20/wish/1624723737</link>
         <description><![CDATA[<div>De 2018 para 2017 subiu em 9,9%&nbsp; o número de pessoas que trabalha como entregador de aplicativo, isso é o equivalente a 905 mil pessoas a mais.<br><br>Fonte: </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-25 03:21:41 UTC</pubDate>
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         <title>Luiza de Castro</title>
         <author>luizacastrops</author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/siv9cfwf06ajkt20/wish/1624728141</link>
         <description><![CDATA[<div>"Uberização: A nova onda do trabalho precarizado" é o livro de Tom Slee sobre essa nova modalidade de trabalho.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-25 03:24:35 UTC</pubDate>
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