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      <title>Trabalho Interdisciplinar Biologia e Geologia by </title>
      <link>https://padlet.com/franciscafreitas075/si8xxvb5f0pgy64k</link>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-04-02 18:32:49 UTC</pubDate>
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         <title>Desenvolvimento</title>
         <author>franciscafreitas075</author>
         <link>https://padlet.com/franciscafreitas075/si8xxvb5f0pgy64k/wish/2127040406</link>
         <description><![CDATA[<div>Com esta atividade tínhamos os seguintes objetivos:<br>-Identificar rochas;<br>-Analisar diferentes processos geológicos e biológicos<br>-Observar as diferentes aplicações das rochas<br>Na disciplina de geologia abordamos os processos e materiais geológicos em ambientes terrestres.&nbsp;<br>Com esta visita conseguimos por em prática os nossos conhecimentos na identificação das rochas.&nbsp;<br>Vimos que a rocha mais abundante na nossa zona é o granito e os processos geológicos mais comuns são a deposição e a meteorização química e física.<br>Nos locais que visitamos, vimos diferentes aplicações das rochas, como por exemplo, vimos a aplicação do granito em colunas, brasões e em pavimentos interiores (igreja Matriz), a aplicação do xisto ardosífero e do calcário travertino na biblioteca e o uso do mármore em estátuas.&nbsp;<br>Ao longo da visita vimos o granito a ser aplicado da mesma forma porém estes apresentavam diferentes características, pois um deles era mais claro que o outro e um deles possuía fenocristais e o outro não (granito A e B).<br>Foi possível também a observação de processos geológicos tais como a deposição de sedimentos no rio Cáster, a meteorização química e física na fonte da igreja Matriz e a deterioração biológica feita pelos liquens na Igreja da Misericórdia.<br>Antes de realizarmos esta visita, já estávamos à espera de ver certos tipos de rocha que são características da nossa zona, tais como o granito. Com esta visita ficamos a ver que o mármore e o xisto são duas rochas que existem também abundantemente na zona, mesmo assim estávamos à espera de ver mais tipos de rochas.<br>Quando chegamos ao Mercado Municipal deparamo-nos com o elevado uso de rochas artificiais nos mosaicos e nos azulejos, coisa que não estávamos à espera.<br>Em geral as nossas expetativas foram cumpridas.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-03 09:46:21 UTC</pubDate>
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         <title>Conclusão</title>
         <author>franciscafreitas075</author>
         <link>https://padlet.com/franciscafreitas075/si8xxvb5f0pgy64k/wish/2127040565</link>
         <description><![CDATA[<div>Em conclusão, gostamos da visita, conseguimos aprender mais sobre a identificação das rochas e achamos que a visita ocorreu de uma forma descontraída. Esta visita reforçou mais uma vez a importância da geologia, para a identificação das rochas ideais para a sua aplicação e o uso correto destas.<br>De forma geral, podemos ver que as rochas são bastante usadas para construção de edifícios, estruturas decorativas, pavimentos e estruturas de suporte.<br>Achamos que o aspeto mais conseguido foi a identificação fácil das rochas e a sua aplicação.&nbsp;<br>Na atividade laboratorial realizada no dia 1 de abril, pudemos observar as diferentes deformações a que as rochas estão sujeitas quando condicionadas a manifestações de energia vindas do interior da Terra.<br>Estas manifestações de energia podem originar alteração de diversos fatores, estes podem ser a pressão e temperatura. Estes ao estarem em contacto com as rochas modificam-nas originando diferentes tipos de rocha.<br>As rochas metamórficas, por exemplo o xisto, formaram-se através do aumento da pressão, temperatura e existência de fluidos sem haver fusão. Se a temperatura aumentar demasiado e as rochas atingirem o seu ponto de fusão, estas passam ser a magma e depois o seu arrefecimento leva à classificação destas como extrusivas ou intrusivas.<br>Quando as rochas se separam em detritos através de processos de meteorização e erosão e depois se voltam a unir através da diagénese, estamos perante rochas sedimentares.<br>Assim podemos concluir que os fenómenos energéticos estão relacionados com o ciclo das rochas.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-03 09:46:38 UTC</pubDate>
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         <title>Introdução</title>
         <author>edgar05silva</author>
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         <description><![CDATA[<div>No âmbito da disciplina de Biologia e Geologia, no dia 4 de março de 2022 realizamos uma atividade juntamente com a nossa turma, com a professora Manuela Azevedo e Sandra Moura.<br>Nesta aula de campo nós visitamos diversos locais da cidade de Santa Maria da Feira, entre os quais, a Igreja da Misericórdia, a Biblioteca, a Igreja Matriz e o Mercado Municipal.&nbsp;<br>No dia 1 de abril realizamos uma atividade laboratorial em que estudamos os processos de deformação das rochas.<br>Estas atividades tem um tema em comum que são as manifestações de energia. Estas são as responsáveis pelos diferentes tipos de rochas e também pelos vários tipos de deformações.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-03 14:42:24 UTC</pubDate>
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         <title>Anexos</title>
         <author>edgar05silva</author>
         <link>https://padlet.com/franciscafreitas075/si8xxvb5f0pgy64k/wish/2128859444</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-04-04 15:10:09 UTC</pubDate>
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         <title>Atividade Laboratorial-Deformação das Rochas</title>
         <author>edgar05silva</author>
         <link>https://padlet.com/franciscafreitas075/si8xxvb5f0pgy64k/wish/2133190790</link>
         <description><![CDATA[<div>Na passada sexta feira, 1 de abril realizamos uma atividade com o objetivo de simular o comportamento dos materiais rochosos quando sujeitos a forças distensivas e compressivas.<br>Estas forças são provocadas por manifestações de energia provenientes do interior da Terra.<br>Estas manifestações de energia podem levar à deformação das rochas, fazendo com que estas adquiram comportamentos frágeis ou dúcteis.<br>As rochas com comportamento dúctil quando sujeitas a altas tensões podem sofrer deformação da forma ou volume, sem sofrerem fratura, este tipo de deformação é responsável pela formação de dobras.<br>As rochas com comportamento frágil quando sujeitas a altas tensões, em condições de baixa temperatura e baixa pressão, podem sofrer fratura e originar falhas. Estas podem ser inversas, normais e de desligamento. <br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-06 18:18:44 UTC</pubDate>
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         <title>Procedimento I</title>
         <author>edgar05silva</author>
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         <description><![CDATA[<div>Quando realizamos este procedimento, dispusemos vários materiais na horizontal de espessura uniforme de forma a representar os estratos e a seguir aplicamos-lhes forças compressivas com o auxílio da caixa de simulação.<br>Os estratos, face às forças compressivas, dobraram até atingirem o limite da sua plasticidade e quando este foi ultrapassado os estratos fraturaram e originaram uma falha inversa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-06 18:36:43 UTC</pubDate>
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         <title>Procedimento II</title>
         <author>edgar05silva</author>
         <link>https://padlet.com/franciscafreitas075/si8xxvb5f0pgy64k/wish/2133221350</link>
         <description><![CDATA[<div>Quando realizamos este procedimento, dispusemos vários materiais na horizontal de espessura uniforme de forma a representar os estratos, tal como no procedimento I e a seguir aplicamos-lhes forças distensivas com o auxílio da caixa de simulação. Neste procedimento foi usado um saco de areia de forma a simular a pressão litostática que se caracteriza por ser uma tensão não dirigida.<br>Este procedimento não correu como o esperado pois ocorreu o desabamento de uma parte dos estratos e por isso não conseguimos obter resultado.<br>Se isto tivesse corrido bem, seria de esperar que tivesse ocorrido uma falha normal e consequentemente o teto iria descer em relação ao muro.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-06 18:36:56 UTC</pubDate>
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         <title>Procedimento III</title>
         <author>edgar05silva</author>
         <link>https://padlet.com/franciscafreitas075/si8xxvb5f0pgy64k/wish/2133221686</link>
         <description><![CDATA[<div>Com este procedimento, conseguimos distinguir vários tipos de falhas.<br>Nas falhas normais, foi possível analisar que o teto desceu relativamente ao muro, estas falhas são características de regimes distensivos.<br>Nas falhas inversas, foi possível analisar que o teto subiu relativamente ao muro, estas estão relacionadas com regimes compressivos.<br>Quando se aplicam tensões cisalhantes,&nbsp; ocorrem movimentos horizontais dos blocos ao longo do plano de falha, estas denominam-se falhas de desligamento.<br>Neste procedimento, foi também possível analisar os diferentes tipos de dobras tendo em conta a sua disposição espacial.<br>Conseguimos formar através da plasticina dobras antiforma, sinforma e neutra.<br>A dobra antiforma caracteriza-se por ter a concavidade virada para baixo, a dobra sinforma caracteriza-se por ter a concavidade voltada para cima e a dobra neutra tem a concavidade orientada lateralmente.<br>Por último, ao realizarmos a última atividade deste procedimento podemos concluir que a medida que dobramos o jornal este se torna cada vez mais espesso, logo é mais difícil de dobrar.<br>O jornal pode ser utilizado como uma representação das dobras, uma vez que estas se tornam cada vez mais espessas, podendo dar origem a falhas quando atingem o seu limite de plasticidade.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-06 18:37:08 UTC</pubDate>
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