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      <title>Racismo Científico - ERER by Prof. Henrique</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-06-16 17:46:01 UTC</pubDate>
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         <title>Júlia e Murielly</title>
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         <description><![CDATA[<p><strong><sup>Relato ~ Racismo no trabalho.</sup></strong></p><p>O relato é de Marcelle Silva Santos, de 22 anos, que não esperava passar pelo preconceito e o racismo no ambiente de trabalho, principalmente dentro de uma instalação da Marinha do Brasil.</p><p><br></p><p>Tudo o que ela mais quer é fazer faculdade de pedagogia e ingressar na carreira militar, só que no dia a dia do estágio o sonho virou pesadelo por causa do racismo.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-16 18:48:22 UTC</pubDate>
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         <title>Racismo Científico</title>
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         <link>https://padlet.com/hsewaybricker/ERER_CNT/wish/3493193332</link>
         <description><![CDATA[<p>O racismo científico, também conhecido como racismo biológico, é a crença pseudocientífica de que a espécie humana é dividida em raças distintas biologicamente e que essas raças possuem diferenças inatas que justificam a discriminação ou superioridade racial. Essa visão é repudiada pela comunidade científica e não possui base em evidências sólidas.&nbsp;</p><p>O racismo científico nasceu no século XIX e início do século XX, com autores como Arthur de Gobineau e Houston Stewart Chamberlain. Esses autores usaram teorias pseudocientíficas para promover a ideia da superioridade da raça ariana e justificar o colonialismo e o antissemitismo.&nbsp;</p><p><br></p><p>fonte:<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://brasilescola.uol.com.br/sociologia/racismo-cientifico.htm">https://brasilescola.uol.com.br/sociologia/racismo-cientifico.htm</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-17 11:26:00 UTC</pubDate>
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         <title>Cientista negra afirma ter sofrido racismo em universade no exterior</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Nascida em Franca (SP), aprendeu a ler aos 4 anos. Concluiu o ensino médio na Escola Estadual Torquato Caleiro e, aos 19 anos, foi aprovada nos vestibulares da USP, Unesp e Unicamp, optando por cursar Química na Unicamp. Lá, fez iniciação científica, mestrado (1990) e doutorado (1994).</p><p>Desde 1999, é professora e pesquisadora em uma escola técnica, em Franca, desenvolvendo pesquisas com foco em sustentabilidade, como o uso de colágeno do couro e hidroxiapatita de escamas de peixe na produção de cimento ósseo. Em 2014, recebeu o Prêmio Kurt Politzer de Tecnologia da Abiquim por suas inovações, incluindo o uso de pele suína em transplantes humanos.</p><p>Ao dar entrevista ao G1, Joana D'arc Félix relata sobre o preconceito sofrido em uma universidade dos Estados Unidos.</p><p>Durante o doutorado, Joana conseguiu ir para os Estados Unidos com o auxílio e incentivo do orientador. Em um ano, estudou na Universidade de Clemson, na Carolina do Sul. O estado é um dos mais racistas do país norte-americano.</p><p><br/></p><blockquote><p><strong>"Os brancos daquela região se recusam em 'servir' os negros. Era como se eu estivesse roubando a vaga de um branco", contou.</strong></p></blockquote><p>fonte:<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/ro/rondonia/noticia/2018/11/22/phd-em-harvard-fala-sobre-racismo-e-educacao-conheci-todas-as-formas-de-preconceito.ghtml">https://g1.globo.com/ro/rondonia/noticia/2018/11/22/phd-em-harvard-fala-sobre-racismo-e-educacao-conheci-todas-as-formas-de-preconceito.ghtml</a></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-17 11:34:11 UTC</pubDate>
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         <title>Problemas na Teoria </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/hsewaybricker/ERER_CNT/wish/3493201970</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Determinismo biológico:</strong></p><ul><li><p>Lombroso defendia que a criminalidade era determinada pela biologia do indivíduo, o que hoje é considerado ultrapassado e problemático.&nbsp;A teoria não leva em conta a complexidade do comportamento humano, que é influenciado por fatores sociais, econômicos, culturais e psicológicos.&nbsp;</p></li><li><p><strong>Falta de evidências:</strong></p><p>A teoria de Lombroso se baseava em observações de características físicas de criminosos, como testa inclinada e braços longos, mas essas características não são preditivas de comportamento criminoso.&nbsp;Estudos posteriores não confirmaram a relação entre esses traços físicos e a criminalidade.&nbsp;</p></li><li><p><strong>Estigmatização:</strong></p><p>A teoria de Lombroso contribuiu para a estigmatização de certos grupos sociais, como os pobres e as minorias étnicas, que eram associados à criminalidade.&nbsp;Essa associação foi utilizada para justificar políticas discriminatórias e práticas de controle social.&nbsp;</p></li><li><p><strong>Simplificação da criminalidade:</strong></p><p>A teoria do criminoso nato simplifica a complexidade da criminalidade, reduzindo-a a uma questão de características biológicas individuais.&nbsp;Isso ignora a influência de fatores sociais, como a pobreza, a desigualdade e a falta de oportunidades, que podem levar ao crime.&nbsp;</p></li><li><p><strong>Falta de base científica:</strong></p><p>A teoria do criminoso nato não encontra respaldo em estudos científicos modernos, que demonstram a importância de fatores ambientais e sociais no desenvolvimento de comportamentos criminosos.&nbsp;A genética e a biologia têm um papel, mas não são determinantes.&nbsp;</p></li><li><p>a teoria do criminoso nato de Lombroso é considerada um marco na história da criminologia, mas sua falta de embasamento científico, seu determinismo biológico e seu potencial estigmatizador a tornam uma teoria problemática e superada.&nbsp;</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-17 11:37:02 UTC</pubDate>
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         <title>Pessoas negras e pardas na saúde</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/hsewaybricker/ERER_CNT/wish/3493202960</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-06-17 11:38:37 UTC</pubDate>
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         <title>2C Maria Fernanda,Heitor da Silva,José vitor,Murilo Lima,Thalles Andrade.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/hsewaybricker/ERER_CNT/wish/3499469873</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Racismo científico</strong> é quando tentam usar a ciência para dizer que uma "raça" é melhor que a outra. No passado, alguns cientistas diziam, por exemplo, que pessoas brancas eram mais inteligentes ou superiores, usando medidas como o tamanho do crânio ou testes falsos de inteligência.</p><p>Essas ideias serviram para justificar a escravidão, o colonialismo e outras formas de opressão. Hoje, a ciência já provou que isso tudo é mentira: biologicamente, somos muito parecidos, e a ideia de “raça” não tem base científica real. Em resumo,é o uso errado da ciência para sustentar o racismo</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-23 18:22:57 UTC</pubDate>
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         <title>Teoria do Criminoso Nato por Cesare Lombroso</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/hsewaybricker/ERER_CNT/wish/3499471794</link>
         <description><![CDATA[<p>Cesare Lombroso foi um médico e criminologista italiano do século XIX, considerado um dos fundadores da criminologia moderna. Ele ficou conhecido por desenvolver a <strong>teoria do "criminoso nato"</strong>, ou seja, a ideia de que algumas pessoas já nasceriam com uma tendência natural para o crime.</p><p>Como ele fez seus estudos:</p><p>Lombroso começou a observar criminosos que estavam presos e passou a <strong>estudar os corpos e rostos deles</strong>, comparando com pessoas consideradas "normais" da sociedade. Ele analisava principalmente <strong>crânios</strong>, <strong>faces</strong> e <strong>outras partes do corpo</strong>.</p><p>Um dos casos mais famosos foi quando ele examinou o crânio de um criminoso chamado <strong>Vilella</strong> e notou que ele tinha uma formação diferente do comum. A partir daí, Lombroso começou a acreditar que certos traços físicos poderiam indicar uma <strong>tendência inata ao crime</strong>.</p><p>O que ele considerou como "características do criminoso nato":</p><p>Lombroso acreditava que criminosos tinham traços semelhantes aos dos <strong>homens primitivos</strong>, como se fossem um "retrocesso" evolutivo. Alguns dos traços que ele apontava eram:</p><ul><li><p>Mandíbula muito grande</p></li><li><p>Testa inclinada para trás</p></li><li><p>Nariz achatado ou torto</p></li><li><p>Orelhas grandes e desiguais</p></li><li><p>Olhos fundos ou muito juntos</p></li><li><p>Braços muito longos</p></li><li><p>Muitas tatuagens (na época vistas como sinal de rebeldia)</p></li></ul><p>Ele dizia que quanto mais dessas características uma pessoa tivesse, <strong>maior a chance de ela ser criminosa</strong> por natureza.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-23 18:27:37 UTC</pubDate>
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         <title>Impactos sociais da Teoria do Criminoso Nato</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Consequências na sociedade da época</p><ul><li><p><strong>Preconceito e discriminação</strong>: Muitas pessoas pobres, estrangeiros e grupos marginalizados passaram a ser vistos como “criminosos em potencial” só por causa da aparência.</p></li><li><p><strong>Leis e punições mais duras</strong>: A ideia de que alguém já nascia criminoso fez com que a sociedade acreditasse menos na recuperação e mais na punição.</p></li><li><p><strong>Abandono da investigação social</strong>: Em vez de olhar para as condições de vida (pobreza, falta de educação, exclusão social), muitos só culpavam o indivíduo e suas “marcas físicas”.</p></li></ul><p>Consequências na sociedade contemporânea</p><p>Hoje essa teoria já foi <strong>desmentida</strong> pela ciência. Mas ela deixou marcas:</p><ul><li><p><strong>Preconceitos persistem</strong>: Ainda existe a ideia errada de “julgar pela aparência”. Pessoas de certos grupos ou com certos traços físicos podem ser tratadas como suspeitas com mais facilidade.</p></li><li><p><strong>Racismo e estigmatização</strong>: A teoria ajudou a reforçar o racismo e a exclusão de minorias, algo que ainda impacta a forma como a sociedade e a justiça funcionam.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-23 18:31:14 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>GALTON e EUGENIA </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/hsewaybricker/ERER_CNT/wish/3499481214</link>
         <description><![CDATA[<p>🌍 <strong>Racismo Científico — Galton e a Eugenia</strong></p><p>🧠 <strong>Quem foi Francis Galton?</strong></p><p>Francis Galton (1822-1911) foi um cientista britânico, primo de Charles Darwin. Ele estudou estatística, biologia e psicologia, mas ficou conhecido principalmente por ter criado o termo <strong>eugenia</strong>.<br>Galton acreditava que a humanidade poderia ser “melhorada” ao controlar quem poderia ter filhos, incentivando as pessoas com características que ele considerava “superiores” e desestimulando ou impedindo as que ele considerava “inferiores”.</p><p>❌ <strong>O que é eugenia?</strong></p><p>A <strong>eugenia</strong> foi uma teoria criada por Galton no final do século XIX.<br>Ela dizia que era possível melhorar a “qualidade” da população humana por meio do controle da reprodução.<br>A ideia era:</p><ul><li><p>Fazer com que as pessoas consideradas “boas” (saudáveis, inteligentes, ricas, brancas) tivessem mais filhos.</p></li><li><p>Impedir que as pessoas consideradas “ruins” (negras, indígenas, pobres, deficientes) tivessem filhos.</p></li></ul><p>⚠️ <strong>Por que a eugenia é algo extremamente negativo?</strong></p><p>A eugenia foi usada como desculpa para <strong>violar direitos humanos</strong>, promover o racismo e o preconceito.<br>➡ Em nome da eugenia, muitas pessoas foram:</p><ul><li><p><strong>esterilizadas à força</strong> (impedidas de ter filhos);</p></li><li><p><strong>proibidas de se casar</strong>;</p></li><li><p><strong>presas, perseguidas e até mortas</strong>, principalmente pessoas negras, indígenas, ciganas, judeus, deficientes e pobres.<br>➡ A eugenia foi uma base do <strong>nazismo</strong>, que matou milhões em nome da “pureza racial”.</p></li></ul><p>🤯 <strong>Eugenia e Racismo Científico</strong></p><p>A eugenia fez parte do chamado <strong>racismo científico</strong>.<br>O racismo científico foi o uso falso da ciência para tentar justificar que existem raças humanas superiores e inferiores.<br>👉 A eugenia tentou dar um ar de “ciência” para o racismo, mas hoje sabemos que:</p><ul><li><p><strong>não existe raça superior ou inferior</strong>;</p></li><li><p><strong>todos os seres humanos têm o mesmo valor e direito à vida e à dignidade</strong>.</p></li></ul><p>🚫 <strong>Por que rejeitamos a eugenia hoje?</strong></p><ul><li><p>Porque ela foi usada para <strong>cometer crimes e injustiças graves</strong>.</p></li><li><p>Porque ela é <strong>racista, preconceituosa e desumana</strong>.</p></li><li><p>Porque a ciência moderna já provou que <strong>não existe justificativa biológica para discriminar ninguém</strong>.</p></li></ul><p>✊ <strong>Conclusão</strong></p><p>Francis Galton e a eugenia são um exemplo claro de como a ciência foi mal usada no passado para sustentar ideias racistas e opressoras.<br>Hoje, devemos combater qualquer forma de racismo científico e valorizar a <strong>diversidade humana</strong> como algo positivo e essencial para a sociedade.                                                                                                       </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-23 18:45:21 UTC</pubDate>
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         <title>Racismo no Futebol: O Caso Vinícius Júnior e Outras Feridas Abertas.</title>
         <author>sofiabruni0876</author>
         <link>https://padlet.com/hsewaybricker/ERER_CNT/wish/3499786053</link>
         <description><![CDATA[<p>   O racismo no futebol é uma das faces mais visíveis da desigualdade racial no esporte e na sociedade. Embora muitos tentem reduzir esses episódios a “excessos de torcedores”, o que se observa é um problema estrutural, sistemático e historicamente negligenciado pelas autoridades esportivas. O caso mais recente e emblemático é o de Vinícius Júnior, atacante brasileiro do Real Madrid, que desde 2022 vem sendo alvo de diversos ataques racistas nos estádios da Espanha.</p><p>   Em maio de 2023, durante a partida contra o Valencia, Vinícius foi chamado de “macaco” por torcedores, em um episódio tão grave que o jogo precisou ser interrompido. O jogador, revoltado, apontou para os agressores nas arquibancadas, e o caso teve repercussão mundial. O que chamou ainda mais atenção foi a demora das autoridades espanholas e da própria La Liga em agir com a devida rigidez. Em vez de receber apoio imediato, Vinícius foi, por vezes, criticado por "exagerar" nas reações, evidenciando o quanto a vítima muitas vezes é tratada como culpada por “estragar o espetáculo”.</p><p>   Porém, o caso de Vinícius Júnior não é isolado. Outros jogadores negros já passaram por situações semelhantes, tanto na Espanha quanto em outras partes do mundo. Um exemplo é Daniel Alves, também brasileiro, que em 2014, ao jogar pelo Barcelona, teve uma banana arremessada em sua direção por um torcedor do Villarreal. De forma irônica e combativa, Dani Alves comeu a banana em campo, numa atitude que viralizou, mas que não diminuiu a gravidade do episódio.</p><p>   Outro caso marcante ocorreu com Mario Balotelli, atacante italiano, que sofreu inúmeros insultos racistas durante sua carreira, tanto na Itália quanto na Inglaterra. Em 2019, enquanto jogava pelo Brescia, Balotelli quase abandonou o campo após ouvir sons de macaco vindos da torcida adversária. Em outros países europeus, nomes como Samuel Eto’o, Sulley Muntari e Romelu Lukaku também enfrentaram episódios semelhantes.</p><p>   O que torna o caso de Vinícius Júnior ainda mais simbólico é a sua postura de resistência. Ao contrário de muitos atletas que, por medo de retaliação ou por falta de apoio, permanecem em silêncio, Vinícius decidiu transformar a sua dor em luta. Ele usou sua visibilidade para denunciar o racismo dentro e fora de campo, cobrando atitudes concretas da La Liga, dos clubes e até de governos. A campanha #BastaDeRacismo ganhou força, e o mundo inteiro passou a debater o racismo estrutural no futebol europeu.</p><p>   ▫️ Ter uma postura rígida diante desses casos é essencial por diversos motivos:</p><p>◽Prevenção e punição: A falta de consequências reais apenas incentiva novos ataques. A punição precisa ser severa e rápida: identificar agressores, proibi-los de entrar em estádios, aplicar multas pesadas aos clubes e até considerar a perda de pontos.</p><p>◽Proteção emocional e psicológica dos atletas: Jogadores são profissionais que merecem trabalhar em um ambiente seguro. O trauma de sofrer racismo em público pode ter efeitos duradouros.</p><p>◽Responsabilidade social: O futebol é um espelho da sociedade. Um esporte que alcança milhões de pessoas, especialmente jovens, não pode ser conivente com discursos de ódio.</p><p>◽Mudança de cultura: Combater o racismo não é só punir, mas também educar. Campanhas de conscientização, treinamentos com torcedores e jogadores, além de ações nas escolas, são passos importantes para uma mudança real.</p><p>   O caso Vinícius Júnior abriu uma ferida que há muito tempo era ignorada. Mais do que um episódio isolado, ele representa a luta de todos os jogadores negros que, por décadas, foram vítimas de racismo nos campos de futebol. Sua postura combativa e a mobilização internacional que ela gerou marcaram um novo capítulo na luta antirracista dentro do esporte.</p><p>   Se antes o futebol era conhecido por silenciar as vítimas de racismo, hoje o grito de resistência ecoa de forma mais forte, exigindo mudanças reais e estruturais. O caso de Vinícius demonstra que não basta apenas discursos de ocasião: é preciso ação, punição e, principalmente, uma transformação profunda na cultura esportiva e social. O futebol tem poder de influência, e chegou a hora de usá-lo para construir um ambiente verdadeiramente justo e igualitário, dentro e fora dos gramados.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-24 01:35:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Pessoas pretas e pardas na área da saúde </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/hsewaybricker/ERER_CNT/wish/3500491361</link>
         <description><![CDATA[<p>Ana Beatriz E Sabrina Bueno 2B </p><p>Medicina e área da saúde</p><p><br/></p><p>Menos de 2 % dos pós-graduação em medicina e odontologia são pessoas pretas (excluindo pardos); o restante da cota negra vem de pardos ([site.abruc.org.br][3]).</p><p>* Nos programas de residência médica (até 2019), negros (pretos+pardos) representavam apenas 27,5 % dos residentes — dos quais apenas cerca de 3 % eram pretos ([em.com.br][4]).</p><p><br/></p><p>Diferenças regionais</p><p><br/></p><p>Na Região Norte, a proporção de negros na pós-graduação chega a **61,2 %**, o que corresponde a cerca de 4 000 alunos ([www1.folha.uol.com.br][1]).</p><p>* Já no **Sudeste**, esse número cai para apenas **21,2 %** (≈ 11 600 alunos) ([www1.folha.uol.com.br][1]).</p><p>* Como os cursos de pós-graduação estão concentrados no Sudeste, a baixa representatividade nacional é fortemente influenciada por essa região.</p><p><br/></p><p>Mudanças ao longo do tempo</p><p><br/></p><p>Nas universidades, a participação de estudantes negros (pretos+pardos) em programas de pós subiu 124 % entre 2010 e 2020 — de 75 para 168 na USP — mas ainda representa apenas cerca de 20 % do total ([www1.folha.uol.com.br][1]).</p><p>Na pós-doutorado, a presença de pesquisadores negros é ainda menor, cerca de **11,4 %** ([www1.folha.uol.com.br][1]).</p><p><br/></p><p>Barreiras enfrentadas</p><p><br/></p><p>1. Viés e racismo institucional</p><p><br/></p><p>    Candidatos negros afirmam, por exemplo, que "nunca acreditam quando digo que sou cientista", relatando serem subestimados ([reddit.com][5], [crub.org.br][6]).</p><p>    As bancas avaliadoras tendem a reproduzir padrões ocidentais e brancos, excluindo saberes de outras origens .</p><p><br/></p><p>2. *PCondições socioeconômicas precárias</p><p><br/></p><p>   Bolsas de mestrado/doutorado mal cobrem custos básicos, tornando a permanência difícil .</p><p><br/></p><p>3. Falta de representatividade entre docentes</p><p><br/></p><p>   * Apenas cerca de 16,2 % dos professores universitários são negros (2019) ([epocanegocios.globo.com][7]).</p><p>   * Em programas de pós, a escassez de docentes negros reduz o apoio e a identificação dos estudantes.</p><p><br/></p><p>Políticas afirmativas e efeitos</p><p><br/></p><p>* A **Lei de Cotas (2012)** estimulou o ingresso de estudantes negros na graduação.</p><p>* Em 2016, uma portaria reservava 20 % das vagas de mestrado e doutorado para negros e indígenas nas federais — depois revogada em 2019, mas ainda adotada por algumas universidades ([otempo.com.br][2], [pt.wikipedia.org][8]).</p><p>* Estudos demonstram que, com cotas, a evasão de alunos negros cai tanto quanto a dos não cotistas ([pt.wikipedia.org][8]).</p><p>* O grosso desse quarto de pós-graduandos negros concentra-se em cursos menos elitizados e em regiões com menor oferta (como Norte).</p><p>* Em Medicina, a representatividade é ainda menor — especialmente para pessoas pretas.</p><p>* A escassez de pesquisadores negros impacta a diversidade do conhecimento, reforçando lacunas nos estudos focados em saúde da população negra.</p><p>Caminhos possíveis</p><p><br/></p><p>1. **Reativação/ampliação de cotas na pós-graduação**, garantindo acesso e permanência.</p><p>2. **Ações de mentoria e apoio financeiro prolongado** para superar obstáculos socioeconômicos.</p><p>3. **Formação e orientação antirracista em bancas e corpos docentes**, para reduzir vieses.</p><p>4. **Transparência nos dados etnoraciais da pós-graduação**, para monitorar progressos e desigualdades.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-24 11:18:46 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O que é racismo científico?</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>O racismo científico é a crença pseudocientífica de que a espécie humana é dividida em raças distintas biologicamente, e que essas raças possuem diferentes capacidades ou características que justificam a discriminação, a inferioridade ou a superioridade racial. Como o racismo científico se manifesta?</p><p>Historicamente, o racismo científico foi usado para: </p><p>Justificar a escravidão:</p><p>Acreditava-se que pessoas de origem africana eram biologicamente inferiores e, portanto, adequadas para o trabalho escravo. </p><p>Apoiar o colonialismo:</p><p>As potências europeias justificavam sua dominação sobre outros povos alegando que eram superiores em termos de inteligência e capacidade. </p><p>Promover a segregação:</p><p>Leis e políticas segregacionistas foram defendidas com base na ideia de que certas raças eram naturalmente inferiores e não deveriam se misturar com outras. </p><p>Justificar a violência e o genocídio:</p><p>Em alguns casos, o racismo científico foi utilizado para justificar atos de violência e genocídio contra determinados grupos </p><p>raciais.    2A- Ágata Martins n01 Beatriz Amadi n08 Guilherme Alberto n15 Leonardo Gamas n23 Pedro Cavalcante 31 Pedro Henrique Cardoso 32.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-25 16:48:33 UTC</pubDate>
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         <title>2°A - Chastri Beirutinho N°09, Guilherme Castro N°17, Mikhael Silva N°27, Murilo Marinho N°28, Nicolas Kiyoshi N°29, Nicolas Pereira N°30, Vitor Robbi N°38</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/hsewaybricker/ERER_CNT/wish/3502002597</link>
         <description><![CDATA[<p>	Para começar, a ideia dos “nascidos criminosos”</p><p>Lombroso propôs a existência de um <strong>“delinquente nato”</strong>: alguém cuja estrutura física testa inclinada, orelhas diferentes, mandíbula saliente refletia um estágio regressivo da evolução. Para ele, essas pessoas não escolhiam o crime elas eram “programadas” biologicamente para agir assim, sem plena consciência racional. O corpo, para Lombroso, era um livro aberto sobre a mente.</p><p><br/></p><p>	Algum de seus traços e experiência vivida</p><p>Para tornar seu estudo mais “científico”, ele percorria prisões, museus de medicina e arquivos, coletando fotos, esboços, medidas cranianas. Viu reduzida sensibilidade à dor, traços de impulsividade, olhar predador — características, segundo ele, do “psiquismo criminoso”. Era uma forma de humanizar o criminoso: não apenas um malicioso, mas sim alguém marcado por seu corpo e herança genética.</p><p><br/></p><p>	Também é importante ressaltar que, Criminalidade feminina</p><p>Lombroso se aprofundou nas mulheres que cometiam crimes. Contrariando a noção de que o crime feminino era raro ou motivado por paixões, ele sugeriu: havia também “mulheres nascidas criminosas”, com marcas similares aos homens — traços físicos (como proporção craniana ou formato do rosto) e impulsividade, além de uma sensualidade que, segundo ele, fazia parte desse perfil.</p><p><br/></p><p>	Seu Legado misto: humano e problemática </p><p><strong>Inovação científica:</strong> aproximou o estudo do crime da medicina e da estatística, inaugurando pistas para a criminologia moderna e tornando o criminoso um objeto de análise empírica.</p><p><strong>Pontos cegos:</strong> sua teoria carregava determinismo o criminoso nascia criminoso e baseava-se em estereótipos físicos que hoje reconhecemos como equivocados, enviesados e até racistas ou sexistas.</p><p><br/></p><p>	Resumindo Lombroso</p><p>Ele via o crime como algo enraizado no corpo e herdado, não apenas resultado de escolhas.</p><p>Buscou transformar essas observações em uma ciência do crime, dotando a criminologia de métodos, dados e análises anatômicas.</p><p>A abordagem era humanizante, pois tirava o juízo moral como único critério, mas se apoiava em classificações estáticas, esquecendo a complexidade social, psicológica, histórica e cultural dos sujeitos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-25 17:02:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ana Julia Angelo, Heshellyn Lohany, Agatha Luna</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/hsewaybricker/ERER_CNT/wish/3502002890</link>
         <description><![CDATA[<p><mark>EUGÊNIA, O QUE É?</mark></p><p><br/></p><p>A Eugênia propõe a "melhoria" da genética da genética da humana por meio da seleção de características consideradas desejáveis.a ideia era estimular a reprodução de pessoas com características consideradas "superiores"( como inteligência,saúde ou raça)"inferior"</p><p>A Eugênia foi usada para justificar racismo, preconceito, esterilização forçada e outras violações dos direitos humanos.foi adotada como polícia de Estado em regimes autoritários,como na Alemanha nazista,que promoveu o genocídio de grupos considerados "inferiores".</p><p>Hoje,a Eugênia é ampleamente rejeitada pela comunidade científica e ética.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-25 17:02:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Racismo No Trabalho </title>
         <author>hsewaybricker</author>
         <link>https://padlet.com/hsewaybricker/ERER_CNT/wish/3502002929</link>
         <description><![CDATA[<p>O racismo na área científica é um problema estrutural que afeta desde o acesso à educação até a produção e reconhecimento do conhecimento. Embora a ciência seja vista como um campo objetivo e universal, ela não está imune às desigualdades sociais e preconceitos que permeiam a sociedade. O racismo pode se manifestar em diversas formas, desde a exclusão de grupos racializados nos espaços acadêmicos até vieses na condução e aplicação das pesquisas.</p><p><br/></p><p>Historicamente, a ciência contribuiu para a construção e manutenção de hierarquias raciais, muitas vezes legitimando teorias racistas e pseudocientíficas que reforçavam a desigualdade. Exemplos incluem o uso de teorias da eugenia, a classificação hierárquica das raças e experimentos desumanos realizados em populações negras e indígenas.</p><p>Atualmente, apesar dos avanços, ainda persistem disparidades significativas na representação de cientistas negros, indígenas e de outras minorias raciais. Esses grupos frequentemente enfrentam barreiras ao acesso a bolsas de estudo, vagas em universidades, financiamento para pesquisa e publicações em revistas científicas.</p><p><strong>Manifestações do Racismo na Ciência</strong></p><ol><li><p><strong>Falta de Diversidade e Inclusão:</strong> A sub-representação de pesquisadores racializados limita a pluralidade de perspectivas na produção científica, o que pode afetar a relevância e a aplicabilidade das pesquisas para diferentes populações.</p></li><li><p><strong>Vieses nas Pesquisas:</strong> Pesquisas podem conter vieses que desconsideram especificidades raciais e culturais, resultando em conclusões que não refletem a diversidade humana. Em saúde, por exemplo, protocolos desenvolvidos majoritariamente com populações brancas podem não ser eficazes para outras etnias.</p></li><li><p><strong>Desvalorização do Conhecimento de Grupos Racializados:</strong> Saberes tradicionais e formas de conhecimento de populações negras e indígenas são frequentemente desconsiderados ou apropriados sem reconhecimento adequado.</p></li><li><p><strong>Discriminação Institucional:</strong> Práticas discriminatórias podem ocorrer em processos seletivos, avaliações de desempenho e progressão na carreira acadêmica, dificultando a ascensão de cientistas racializados.</p></li></ol><p><strong>Impactos</strong></p><p>O racismo na ciência limita o avanço do conhecimento e a inovação, pois restringe o debate científico e a inclusão de múltiplos pontos de vista. Além disso, perpetua desigualdades sociais ao negligenciar questões relevantes para populações racializadas.</p><p><strong>Perspectivas e Recomendações</strong></p><ul><li><p><strong>Políticas de Ação Afirmativa:</strong> Incentivar e ampliar programas de inclusão racial em universidades e instituições de pesquisa.</p></li><li><p><strong>Capacitação e Sensibilização:</strong> Promover treinamentos sobre vieses raciais e diversidade para pesquisadores, docentes e gestores.</p></li><li><p><strong>Valorização de Saberes Diversos:</strong> Reconhecer e integrar conhecimentos tradicionais e experiências de grupos racializados na produção científica.</p></li><li><p><strong>Fomento à Pesquisa com Foco em Diversidade:</strong> Financiar estudos que abordem as especificidades e necessidades de populações racializadas.</p></li></ul><p><br/></p><p>O combate ao racismo na área científica é fundamental para construir uma ciência mais justa, plural e representativa. É necessário um esforço coletivo das instituições, pesquisadores e sociedade para enfrentar os desafios e promover a equidade racial na ciência.</p><p><br/></p><p>Max Miguel, Luana Marques, Pedro Guiraldeli, Vinicius Rossi, Ana Clara, Giovanna Ribeiro </p><p>2ºano A</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-25 17:02:55 UTC</pubDate>
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