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      <title>VIOLENCIA SOFRIDA POR CASAIS HOMOAFETIVOS by Bianca Silva</title>
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      <description>Criado com entusiasmo</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-04-26 02:19:09 UTC</pubDate>
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         <title>01</title>
         <author>bibihsilva3</author>
         <link>https://padlet.com/bibihsilva3/shkipelect8ksugu/wish/1457544028</link>
         <description><![CDATA[<div>Desde os anos 1980, a violência contra homossexuais tem representado um tema central para o ativismo e, progressivamente, também para governos e para a mídia. A denúncia de agressões e discriminações motivadas pela orientação sexual ou sexualidade passou a ser marco importante para a trajetória do movimento homossexual brasileiro, que divulgou a expressão "homofobia" para caracterizar esse tipo de violência</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-26 02:19:33 UTC</pubDate>
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         <title>02</title>
         <author>bibihsilva3</author>
         <link>https://padlet.com/bibihsilva3/shkipelect8ksugu/wish/1457549365</link>
         <description><![CDATA[<div>De fato, o tema da violência foi estruturante para a constituição de outras matrizes de identidades coletivas no Brasil, como ocorreu com o movimento de mulheres no final dos anos 1970, que elegeu "<em>quem ama não mata</em>" como uma de suas bandeiras e definiu a criação das Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher como uma de suas primeiras demandas.<a href="https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0103-73312006000200004#N1"><sup>1</sup></a> Processo semelhante ocorreu com o movimento negro, que estabeleceu o racismo e sua criminalização<a href="https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0103-73312006000200004#N2"><sup>2</sup></a> como a principal trincheira de luta nos anos 1980 e 90. Nos três casos, as "violências específicas" – violência de gênero, racismo e homofobia – aparecem como âncoras a partir das quais outras reivindicações se estruturam e, sobretudo, se legitimam.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-26 02:22:03 UTC</pubDate>
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         <title>03</title>
         <author>bibihsilva3</author>
         <link>https://padlet.com/bibihsilva3/shkipelect8ksugu/wish/1457551445</link>
         <description><![CDATA[<div>O objetivo deste artigo é analisar os principais aspectos das agendas do movimento homossexual, isto é, de seus discursos e práticas voltadas para influir nas políticas públicas para enfrentar a violência. Em especial, interessa–nos identificar as relações entre ativismo e academia nesses processos e o modo pelo qual, a partir dessa relação, um certo tipo de conhecimento vem sendo produzido no Brasil. Analisaremos a produção de dossiês sobre assassinatos de homossexuais pelo Grupo <em>Gay</em> da Bahia, a partir da década de 1980, a criação do banco de dados do Disque Defesa Homossexual em 1999, no Rio de Janeiro, a investigação sobre processos penais sobre assassinatos de homossexuais, também no Rio de Janeiro e, finalmente, os <em>surveys</em> de vitimização realizados nas paradas do orgulho GLBT, em 2003, 2004 e 2005.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-26 02:23:00 UTC</pubDate>
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         <title>04</title>
         <author>bibihsilva3</author>
         <link>https://padlet.com/bibihsilva3/shkipelect8ksugu/wish/1457556872</link>
         <description><![CDATA[<div>Em 2003, centros de pesquisa e instituições universitárias<a href="https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0103-73312006000200004#N20"><sup>20</sup></a> iniciaram um ciclo de pesquisas nas paradas do orgulho LGBT em algumas cidades brasileiras. Abordando questões variáves sobre sociabilidade, afetividade, sexualidade, política e direitos, e questões fixas sobre violência e discriminação, a principal característica do projeto é a articulação entre centros de pesquisa e grupos de ativistas.<a href="https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0103-73312006000200004#N21"><sup>21</sup></a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-26 02:25:25 UTC</pubDate>
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         <title>05</title>
         <author>bibihsilva3</author>
         <link>https://padlet.com/bibihsilva3/shkipelect8ksugu/wish/1457560285</link>
         <description><![CDATA[<div>Em relação aos temas da violência, o projeto utiliza uma estratégia denominada "pesquisa de vitimização", isto é, a mensuração da incidência de agressões e discriminações em toda a população entrevistada. Partindo das indicações obtidas nos registros ao DDH e do surgimento de demandas a cada rodada de entrevistas, a pesquisa na parada passou a trabalhar com uma categorização de homofobia que divide as experiências de violência em duas grandes categorias: as "discriminações" e as "agressões".</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-26 02:26:56 UTC</pubDate>
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         <title>06</title>
         <author>bibihsilva3</author>
         <link>https://padlet.com/bibihsilva3/shkipelect8ksugu/wish/1457573254</link>
         <description><![CDATA[<div>Entre as discriminações são mensuradas as experiências de "marginalização, exclusão ou mal atendimento" nas situações de trabalho; comércio ou lazer; escola ou faculdade; serviços de saúde; doação de sangue; delegacias de polícia; contexto religioso; contexto familiar; relações com amigos ou vizinhos. Entre as agressões são mensuradas experiências que poderiam ser mais facilmente criminalizadas, nos termos do Código Penal vigente: agressões físicas; agressões verbais ou ameaça de agressão física; violência sexual; chantagens, extorsões e golpes como o "Boa Noite Cinderela".</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-26 02:32:32 UTC</pubDate>
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         <title>07</title>
         <author>bibihsilva3</author>
         <link>https://padlet.com/bibihsilva3/shkipelect8ksugu/wish/1457584664</link>
         <description><![CDATA[<div>Os resultados gerais apontam que a incidência de discriminação e de agressão é muito consistente nos <em>surveys</em> do Rio, Porto Alegre e São Paulo. Surpreende que algumas experiências homofóbicas, como por exemplo, sofrer agressão verbal, são relatadas por mais de 60% de entrevistados, independentemente de gênero, idade, cor ou orientação homossexual. Outro resultado que chama a atenção e que se coloca em contraste marcante com o "panorama da visibilidade maciça" é a proporção muitíssimo reduzida de denúncias comunicadas aos órgãos públicos (uma parcela próxima a 10% relata ter feito registros na polícia. Denúncias à imprensa e a ONGs ocorrem em proporções ainda menores, abaixo de 5%).<br><br><br></div><div>Está claro o descompasso entre a alta incidência de vivências homofóbicas por parte expressiva da população entrevistada (o que produz indicativos consistentes acerca da alta incidência no conjunto da comunidade GLBT, considerados os resultados reiterados nas diversas rodadas) e as ainda tímidas demandas por políticas de segurança e justiça voltadas para coibi–las.</div><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-26 02:37:24 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>bibihsilva3</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-04-26 02:45:13 UTC</pubDate>
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