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      <title>Vinhos Fortificados by Vinicius</title>
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         <title>O Vinho do Porto é um vinho natural e fortificado, produzido exclusivamente a partir de uvas provenientes da Região Demarcada do Douro, no Norte de Portugal a cerca de 100 km a leste da cidade do Porto.[1] Régua e Pinhão são os principais centros de produção, mas algumas das melhores vinhas ficam na zona mais a leste.S. João da Pesqueira é o concelho com maior produção de vinho do Porto a nível nacional.Apesar de produzida com uvas do Douro e armazenada nas caves de Vila Nova de Gaia, esta bebida alcoólica ficou conhecida como &quot;vinho do Porto&quot; a partir da segunda metade do século XVII por ser exportada para todo o mundo a partir desta cidade. Vila Nova de Gaia é o local com maior concentração de álcool por metro quadrado do mundo.A &quot;descoberta&quot; do vinho do Porto é polémica. Uma das versões, defendida pelos produtores da Inglaterra, refere que a origem data do século XVII, quando os mercadores britânicos adicionaram brandy ao vinho da região do Douro para evitar que ele azedasse. Mas o processo que caracteriza sua obtenção talvez já fosse conhecido bem antes do início do comércio com os ingleses. Já na época dos Descobrimentos o vinho era armazenado desta forma para se conservar um máximo de tempo durante as viagens. A diferença fundamental reside na zona de produção e nas castas utilizadas, hoje protegidas. A empresa Croft foi das primeiras a exportar vinho do Porto, seguida por outras empresas inglesas e escocesas.O que torna o vinho do Porto diferente dos restantes vinhos, além do clima único, é o facto de a fermentação do vinho não ser completa, sendo parada numa fase inicial (dois ou três dias depois do início), através da adição de uma aguardente vínica neutra (com cerca de 77º de álcool). Assim o vinho do Porto é um vinho naturalmente doce (visto o açúcar natural das uvas não se transforma completamente em álcool) e mais forte do que os restantes vinhos (entre 19 e 22º de álcool).Fundamentalmente consideram-se três tipos de vinhos do Porto: Branco, Ruby e Tawny.</title>
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         <pubDate>2018-04-18 22:25:20 UTC</pubDate>
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         <title>Afinal, o que esperar de um Porto?</title>
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         <description><![CDATA[<div><br> <br>Que aromas e sabores são esses, que encantaram os ingleses há quatro séculos e continuam a apaixonar pessoas do mundo todo até hoje? Bom, não tem como falar neles sem citar os principais estilos de Porto que existem: Tawny, Ruby, Vintage, Reserva e Branco!RubyO estilo mais barato, e também o mais simples dentre os Portos tintos. São geralmente feitos a partir de misturas de safras diferentes - alguns envelhecidos em carvalho por dois anos, outros por três. Como sugere o nome, apresenta sabores frutados, principalmente de frutas vermelhas silvestres, mas também de chocolate (por isso harmonizam tão bem!).TawnyCom uma coloração clara, o Porto Tawny jovem (aqueles com menos de três anos) também costuma ser feito a partir de blends. É mais simples que os envelhecidos, mais leve, costuma ser servido gelado e degustado como aperitivo.Já os mais velhos, aqueles que chegam a dez, vinte, trinta anos ou mais, têm notas de castanhas, açúcar queimado e baunilha são embaladas numa textura mais sedosa, macia. Tanto tempo em barril também altera a cor deles. São mais morenos, ou seja, tawny, em inglês. Suas notas acastanhadas parecem harmonizar perfeitamente queijos semiduros, como o parmesão.ReservaO que faz, basicamente, de um Porto ser considerado Reserva é o fato de ser safrado. Quando a safra é declarada, o produtor, então, envelhece o vinho no estilo Tawny de sete anos para cima... São eles os mais raros dentre todos os Portos, somando menos de 1%.VintageFeitos apenas nos melhores anos e nas melhores vinícolas, os Vintage representam de 2 a 3% do total produzido. Primeiro, são envelhecidos por dois anos em barril e, depois, na própria garrafa, onde ficam pelo menos por uma década.Nesse período, vão amadurecendo aos poucos e ganham refinamento, tornam-se ainda mais integrados. Como não costumam ser filtrados, o que aumenta a potência dos vinhos, são os mais indicados para decantar.São eles os que mais duram, chegando a boa forma até 4 meses depois de abertos!BrancoA maior parte dos Portos é, evidentemente, tinta, o que não significa que os brancos não existam. Eles também estão lá, representados pelas uvas menos conhecidas, incluindo algumas indígenas. São elas Códega, Gouveio, Malvasia Fina, Rabigato e Viosinho.São vinhos mais simples, a maioria deles é envelhecida em tanques, engarrafada e vendida em seguida. E nem são bebidos como aperitivo, como os outros, mas são servidos gelados com um pouco de limão ou até mesmo com refrigerante.Os melhores costumam envelhecer em carvalho, onde ganham notas de castanhas, e se dividem em dois estilos: lagrima, que é extremamente doce, e leve seco, mais austero.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-18 22:26:44 UTC</pubDate>
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         <title>12 curiosidades sobre o Vinho do Porto</title>
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         <title>O Vinho do Porto divide opiniões: por ser mais licoroso e doce, há o grupo dos apaixonados e também o grupo daqueles que não apreciam tanto. O que muita gente não sabe é que esse vinho é mais versátil do que se imagina e se engana que pensa que ele parou no tempo.As empresas do setor, além de produzirem uma gama de tintos de alta qualidade, também podem oferecer opções de Vinho do Porto branco e rosé, com características mais refrescantes e jovens, ideais para dias mais quentes e como protagonista de cocktails (ou seja, perfeitos para serem consumidos no Brasil ).</title>
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         <pubDate>2018-04-18 22:31:03 UTC</pubDate>
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         <title>Curiosidades sobre o Vinho do Porto1. A colheita das uvas (nas chamadas vindimas) é feita a mão, até na mais moderna das vinícolas. E a pisa das uvas de alguns dos melhores vinhos também é feita pelo homem, de forma mais rústica, apesar de existir máquinas que façam esse processo. Aliás, as primeiras 4 horas da pisa das uvas são muito importantes e precisam ser sincronizadas entre os participantes.</title>
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         <pubDate>2018-04-18 22:32:11 UTC</pubDate>
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         <title>2. Ao todo, são aproximadamente 33 mil viticultores no Douro. Porém, a maior parte dessas pessoas só tem 1 hectare de vinha. Quando não produz seu próprio vinho, reunindo familiares e amigos na quinta para colher e pisar as uvas, o proprietário vende-as para cooperativas e outras empresas produtoras de vinho.3. Nem todas as pessoas podem comercializar o Vinho do Porto na região do Douro Vinhateiro. Há instrumentos especiais para estudar e classificar as plantações de uva. É preciso que seja feita uma avaliação da vinha a partir de sua inclinação e exposição solar. Para isso, é usado uma escala de 0 a 1200 pontos para, então, classificar as videiras entre as categorias de A a F. O proprietário que tem a letra A é beneficiado por poder vender anualmente mais Vinho do Porto do que aquele que tem a letra F, por exemplo.</title>
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         <title>4. O xisto, que é a pedra predominante na região do Douro Vinhateiro, tem origem vulcânica e possui várias camadas. É ela que está presente nos socalcos (aqueles “degraus” que vemos frequentemente na paisagem do Douro) onde são plantadas as uvas. Durante os meses mais quentes do ano, o xisto armazena o calor e, ao fim do dia, quando já está mais fresco, distribui esse calor pelo solo, sendo de grande importância para o ciclo das videiras. O mesmo acontece com as chuvas. No inverno, a pedra armazena a água. Por isso, as plantações de uva dessa região não precisam ser irrigadas. Como chove muito durante o inverno, a água fica retida no solo, criando lençóis suficientes para abastecer as vinhas.</title>
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         <title>5. A Touriga Nacional é uma das principais castas para a produção de Vinho do Porto – correspondendo a cerca de 15% da região. Essa é também uma das castas mais conhecidas em Portugal, tendo sua origem na região do Dão. Já a mais plantada no Douro é a Touriga Franca, conhecida também como a Princesa do Douro, que está presente em mais de 30% da região.6. A maioria dos vinhos do Porto e Douro são blend – ou seja, misturam diversas castas, entre doces e ácidas, para encontrar um equilíbrio.7. Se você for a região do Alto Douro Vinhateiro entre o final do outono e o início do inverno, possivelmente vai notar na paisagem diversos pontos com fumaça. Não se assuste! Isso acontece porque, após a poda, os ramos são queimados para enriquecer o solo. Faz parte do ciclo saudável da vinha.8. Já existe o interesse de algumas empresas na produção do Vinho do Porto orgânico (chamado de biológico em Portugal) e com boas apostas no ramo, como o Fonseca Porto Terra Prima.9. 86% do Vinho do Porto produzido é exportado. Os principais mercados que recebem o produto são França, Inglaterra e Holanda. O Brasil também tem investido bastante em provas e apresentações desse vinho.</title>
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         <title>10. Uma garrafa antiga de Vinho do Porto vintage precisa ser aberta a fogo, pois a rolha pode se desfazer com o procedimento comum, e deve ser consumido rapidamente. Isso é feito, pelo menos, nas garrafas da década de 1980 para trás.</title>
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         <pubDate>2018-04-18 22:34:33 UTC</pubDate>
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         <title>11. Dona Antónia Adelaide Ferreira, a Ferreirinha, foi a mulher de maior destaque do Douro e tem sua história passada entre gerações, sendo referência até mesmo para as crianças de hoje. Ela teve 35 quintas, se tornou a maior produtora de vinho de sua época e se dedicou plenamente a região, ajudando pessoalmente as famílias que trabalhavam em suas terras, financiando os estudos dos filhos desses trabalhadores, além de ter investido na construção de hospitais, dos caminhos de ferro e das águas termais. Atualmente há diversos vinhos do Porto que a homenageiam, como o Porto Ferreira Dona Antónia e a gama Adelaide, da Quinta do Vallado.12. São cerca de 100 castas certificadas para a produção de vinhos do Douro e Porto. Para ser vinho do Porto ou do Douro é necessário que as castas sejam portuguesas e certificadas pelo Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto – IVDP.</title>
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         <pubDate>2018-04-18 22:34:53 UTC</pubDate>
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         <title>História do Vinho Marsala contada por João, Telma e Cecília </title>
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         <description><![CDATA[<div><br>Assim como várias outras descobertas, o surgimento do vinho <strong>Marsala</strong> foi decorrente de um fato histórico curioso.<br><br></div><div><br>Em 1770, John Woodhouse, italiano nascido na Sicília, se tornou um importante importador de vinhos britânicos, quando o vinho fortificado estava em alta nas terras inglesas. Em pouco tempo, ele abriu uma empresa que comercializada Jerez e vinho do Porto. Percebendo o grande sucesso desses tipos de exemplares e o potencial no cenário vitivinícola mundial, ele passou a produzir um vinho semelhante, o Marsala, inicialmente seco e amadurecido em sistemas de solera, como o Jerez.<br><br></div><div><br>A história desse vinho é marcada por altos e baixos. Atualmente, entrou em um novo auge, principalmente após a revisão da regulamentação de sua DOC em 1984.<br><br></div><div><br>Dentre as obrigatoriedades, se destacam a fortificação por meio de aguardente vínica, que dá origem a cinco categorias, subdivididas pela sua aparência, <strong>oro</strong>, <strong>ambra</strong>,<strong> ubino</strong>, e pela sua riqueza em açúcares, <strong>secco</strong>, <strong>semisecco</strong> e <strong>dolce</strong>.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-18 22:35:04 UTC</pubDate>
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         <title>Origem do nome Marsala</title>
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         <description><![CDATA[<div>O Marsala, cujo nome é derivado da expressão árabe Marsah-el-Allah, que significa “Portão de Deus”, além de ser um clássico siciliano, é um dos grandes vinhos fortificados do mundo. Vale a pena conhecer, experimentar e se apaixonar.</div>]]></description>
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         <description><![CDATA[<div>“Anos, amantes e taças de vinhos nunca devem ser contadas”</div>]]></description>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O <strong>vinho da Madeira</strong>, ou simplesmente <strong>vinho Madeira</strong>, é um <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Vinho_fortificado">vinho fortificado</a>, com elevado teor alcoólico, produzido nas encostas e adegas da Região Demarcada da <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Ilha_da_Madeira">Ilha da Madeira</a>, sob condições endoplasmáticas excepcionais para o que concorrem factores naturais e humanos. É o produto principal da economia da Região Autônoma da Madeira e um símbolo da Madeira em todo o mundo. Segundo fabricantes portugueses desde 1808, que "o segredo é da uva local de excelente qualidade e os tonéis em que são envelhecidos, madeira local da ilha, com sabor de mar"</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-18 22:38:04 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <pubDate>2018-04-18 22:41:07 UTC</pubDate>
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         <title>Você sabe porque alguns Vinhos do Porto tem seus rótulos pintados na garrafa?Não é charme, não, e foi um assunto que me chamou bastante a atenção. Lendo o livro do Matt Kramer, Os Sentidos do Vinho, ele desvenda o mistério ao trazer a resposta que considero adequada: as etiquetas de papel, colados nas garrafas são atacadas pelos fungos, pela umidade e o mofo, então, alguns produtores de Vinho do Porto reconheceram desde o início que nenhum dístico resistiria a décadas de envelhecimento, descartando de vez os de papel.Esta é uma das formas que os produtores sortearam a fragilidade do rótulo para que não desapareça a marca, as característica da bebida, a outra é colocá-la na rolha. Tudo isto para manter a autenticidade, prevendo as fraudes. Por isso, também é que a garrafa tem que ser aberta na presença dos convivas, na mesa do Restaurante.</title>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-04-18 22:43:07 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Classificações </title>
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         <description><![CDATA[<div>Os estilos são divididos por cor (Oro, Ambar e Rubino), nível de açúcar (Secco, Semisecco e Dolce) e tempo de envelhecimento (Fine, Superiore, Superiore Riserva, Vergine e Vergine Riserva), formando inúmeras combinações.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-18 22:43:11 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/viniciuscassarotti/shdyugk8h57x/wish/253225186</link>
         <description><![CDATA[<div><br>A produção de vinho da Madeira remonta quase à época da descoberta da ilha (<a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/1419">1419</a>). As primeiras castas foram introduzidas sob ordens do <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Infante_D._Henrique">Infante D. Henrique</a>, e foram importadas de <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Heracli%C3%A3o">Cândia</a> (capital de <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Creta">Creta</a>, <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Gr%C3%A9cia">Grécia</a>). Mais tarde foram introduzidas outras castas, como a <a href="https://pt.m.wikipedia.org/w/index.php?title=Tinta_Negra&amp;action=edit&amp;redlink=1"><em>Tinta Negra</em></a>, a <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Sercial"><em>Sercial</em></a>, a <a href="https://pt.m.wikipedia.org/w/index.php?title=Boal_(uva)&amp;action=edit&amp;redlink=1"><em>Boal</em></a>, a <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Verdelho"><em>Verdelho</em></a> e a <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Malvasia"><em>Malvasia</em></a>. Estas últimas quatro produzem vinhos de qualidade superior, em função das condições climatéricas e da composição dos solos.<br><br></div><div><br>A produção de vinho foi estimulada pela necessidade de abastecer os navios nas rotas do Atlântico para o Novo Mundo e para a Índia, e pela presença dos ingleses na ilha, que fizeram com que o vinho fosse conhecido em toda a Europa e América, tornando-se o vinho preferido em banquetes e mesas requintadas das cortes europeias e nas respectivas colónias. Por exemplo, foi com vinho da Madeira que em <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/4_de_Julho">4 de Julho</a> de <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/1776">1776</a> se brindou à <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Independ%C3%AAncia_dos_Estados_Unidos_da_Am%C3%A9rica">independência dos Estados Unidos da América</a>, provavelmente porque era o vinho de eleição do estadista <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Thomas_Jefferson">Thomas Jefferson</a>.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-18 22:43:13 UTC</pubDate>
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         <title>Marcas que se Destacam</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/viniciuscassarotti/shdyugk8h57x/wish/253225246</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>É importante termos em mente que somente é considerado como verdadeiro vinho do porto aquele que é produzido na região do Vale do Rio Douro. Assim, segundo a <a href="http://www.aevp.pt/">Associação das Empresas de Vinho do Porto</a>, as principais vinícolas produtoras de vinhos do porto são as seguintes:<br><br></div><ul><li><a href="http://www.ramospinto.pt/">Adriano Ramos Pinto</a></li><li><a href="http://www.cdasilva.pt/">Da Silva</a></li><li>Caves Vale do Rodo</li><li><a href="http://www.porto-cruz.com/agegate.php">Gran Cruz Porto</a></li><li>H. Andresen</li><li><a href="http://www.pocas.pt/">Manoel D. Poças Junior</a></li><li><a href="http://www.niepoort-vinhos.com/en/">Niepoort</a></li><li><a href="http://www.thevintageportsite.com/view.php?id=14447">Quarles Harris</a></li><li><a href="http://www.quintadonoval.com/">Quinta do Noval</a></li><li><em>Quinta and Vineyard Bottlers</em></li><li><a href="http://www.rozes.com.pt/">Rozes</a></li><li><a href="http://www.borgeswines.com/">Sociedade dos Vinhos Borges</a></li><li><a href="http://www.sogevinus.com/kopke/?lang=en"><em>Sogevinus Fine Wines</em></a></li><li><a href="http://www.sograpevinhos.com/">Sogrape Vinhos</a> – detém Casa Ferreirinha, Porto Ferreira, Offley, Sandeman,  Robertson’s dentre outras</li><li><a href="https://www.symington.com/"><em>Symington Family Estates</em></a> – detém Graham’s, Warre’s, Dow’s, Smith Woodhouse e Cockburn’s</li><li><a href="http://www.taylor.pt/en/">Taylor’s</a></li></ul><div>Harmonização e Conservação</div><div>O Vinho do Porto branco, menos conhecido, mas tão especial quanto o tinto, pode ser servido no aperitivo para acompanhar amêndoas torradas, salmão defumado e frutas secas. Nesse caso, o mais indicado é servi-lo com água tônica, gelo e limão, num copo alto – o chamado “Portonic”. Se o aperitivo tiver patés e queijos, melhor optar pelo Porto Tawny, que pode ser servido fresco ou com gelo.<br><br></div><div>Apesar de poder ser servido como aperitivo, o momento de excelência para saborear um vinho do porto é a sobremesa. Bolos e doces a base de chocolate combinam muito bem com o Porto LBV ou com os Vintages, e as tradicionais sobremesas portuguesas, à base de ovos, harmonizam perfeitamente com Tawnies, de 10 ou 20 anos. Para as guloseimas mais leves, como torta de amêndoas e salada de frutas, o ideal é um vinho mais jovem, como o Tawny Reserva; se for a base de queijo, como uma cheesecake, o Ruby Reserva é o mais indicado.<br><br></div><div>E para quem gosta de fumar um charuto no final da refeição, os especialistas afirmam que o vinho do Porto Vintage é um acompanhamento perfeito!<br><br></div><div>Quanto à conservação, uma vez aberto, a recomendação é que o Porto branco seja consumido em até 20 dias. Se o vinho tiver indicação de idade (10, 20, 30 ou 40) ou se tiver o ano da colheita, seja Tawny ou Branco, pode ser consumido em até 4 meses. O Tawny e o Tawny Reserva, por sua vez, devem ser consumidos em até 4 semanas, ao passo que o Ruby em até 10 dias. Os LBV em até 5 dias e os Vintage em 2 dias.<br><br></div><div>Algumas Sugestões de Vinhos do Porto</div><div>Porto Ruby Maynard’s</div><div><strong>Produtor</strong>: Maynard’s<a href="http://www.vinhosite.com.br/vinho-do-porto-ruby-maynards/p?utm_source=winer.com.br&amp;utm_medium=link&amp;utm_campaign=winervinhositelinks"><figure class="attachment attachment--preview"><img src="https://www-winer-com-br.cdn.ampproject.org/i/www.winer.com.br/wp-content/uploads/2016/08/Vinho-do-Porto-Maynards-Ruby.jpg" width="180" height="180"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure></a><br><strong>Tipo</strong>: Ruby<br><strong>Preço</strong>: R$ 98<br><strong>Harmonização</strong>: queijos, torta de amêndoas e bolos doces<br><strong>Onde comprar</strong>: <a href="http://www.vinhosite.com.br/vinho-do-porto-ruby-maynards/p?utm_source=winer.com.br&amp;utm_medium=link&amp;utm_campaign=winervinhositelinks">Vinhosite<br></a><br></div><div> <br><br></div><div>Adriano Ramos Pinto Reserva</div><div><strong>Produtor</strong>: <a href="http://www.ramospinto.pt/">Adriano Ramos Pinto</a><a href="http://www.superadega.com.br/vinho-porto-ramos-pinto-adriano-reserva-500ml/p"><figure class="attachment attachment--preview"><img src="https://www-winer-com-br.cdn.ampproject.org/i/www.winer.com.br/wp-content/uploads/2015/08/VinhodoPorto_AdrianoRamos.jpg" width="180" height="180"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure></a><br><strong>Tipo</strong>: Ruby<br><strong>Nota</strong>: Medalha de Ouro no II Concurso Internacional de Vinhos da Cidade do Porto 2000 – Portugal;<br>Medalha de Prata no III Concurso Internacional de Vinhos da Cidade do Porto 2000 – Portugal;<br>Medalha de Prata no Challenge Internacional Du Vin 2002;<br>Medalha de Prata no V Concurso Int. de Vinos Bacchus 2002 – Espanha;<br>Medalha de Bronze no Challenge Internacional Du Vin 2001 – França;<br>Diploma of Honour na Exp. Des Sciences / Arts Industriels 1984 – Bélgica;<br>“Thophy” na Exposition International Et Coloniale 1985 – França;<br>84/100 pontos em degustação realizada na ABS São Paulo.<br><strong>Preço</strong>: R$ 95<br><strong>Harmonização</strong>: no aperitivo, com queijos e na sobremesa, como digestivo.<br><strong>Onde comprar</strong>: <a href="http://www.superadega.com.br/vinho-porto-ramos-pinto-adriano-reserva-500ml/p">Super Adega<br></a><br></div><div> <br><br></div><div>Porto White Maynard’s</div><div><strong>Produtor</strong>: Maynard’s<a href="http://www.vinhosite.com.br/vinho-do-porto-white-maynards/p?utm_source=winer.com.br&amp;utm_medium=link&amp;utm_campaign=winervinhositelinks"><figure class="attachment attachment--preview"><img src="https://www-winer-com-br.cdn.ampproject.org/i/www.winer.com.br/wp-content/uploads/2016/08/Vinho-do-Porto-Maynards-White.jpg" width="180" height="180"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure></a><br><strong>Tipo</strong>: Branco doce<br><strong>Preço</strong>: R$ 100<br><strong>Harmonização</strong>: no aperitivo, sozinho ou com tônica e pode acompanhar bruschetas e canapés; se servido na sobremesa, ideal para strudel.<br><strong>Onde comprar</strong>: <a href="http://www.vinhosite.com.br/vinho-do-porto-white-maynards/p?utm_source=winer.com.br&amp;utm_medium=link&amp;utm_campaign=winervinhositelinks">Vinhosite<br></a><br></div><div> <br><br></div><div>Vinho do Porto Ferreira Tawny</div><div><a href="http://www.superadega.com.br/vinho-do-porto-ferreira-tawny-750ml/p"><strong><figure class="attachment attachment--preview"><img src="https://www-winer-com-br.cdn.ampproject.org/i/www.winer.com.br/wp-content/uploads/2015/08/VinhodoPorto_Ferreirinha_Tawny.jpg" width="180" height="180"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure></strong></a><strong>Produtor</strong>:<a href="http://www.sograpevinhos.com/marcas/Casa%20Ferreirinha"> Casa Ferreirinha</a><br><strong>Tipo</strong>: Tawny<br><strong>Nota</strong>: VV 3.8<br><strong>Preço</strong>: R$ 100<br><strong>Harmonização</strong>: Torta de amêndoa, crème brûlée, chocolate meio amargo.<br><strong>Onde comprar</strong>: <a href="http://www.superadega.com.br/vinho-do-porto-ferreira-tawny-750ml/p">Super Adega<br></a><br></div><div> <br><br></div><div>Graham’s Extra Dry Branco</div><div><strong>Produtor</strong>: <a href="http://www.grahams-port.com/">Graham’s</a><a href="http://www.baccos.com.br/vinho-do-porto-grahams-extra-dry-branco-portugal-750-ml-700.aspx/p"><figure class="attachment attachment--preview"><img src="https://www-winer-com-br.cdn.ampproject.org/i/www.winer.com.br/wp-content/uploads/2015/08/VinhodoPorto_Grahams_Branco.jpg" width="180" height="180"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure></a><br><strong>Tipo</strong>: Branco, seco<br><strong>Nota</strong>: VV 3.3<br><strong>Preço</strong>: R$ 130<br><strong>Harmonização</strong>: como aperitivo, como drink com tônica; na sobremesa, ideal para acompanhar strudel.<br><strong>Onde comprar</strong>: <a href="http://www.baccos.com.br/vinho-do-porto-grahams-extra-dry-branco-portugal-750-ml-700.aspx/p">Bacco’s<br></a><br></div><div> <br><br></div><div>Porto LBV Maynard’s</div><div><strong>Produtor</strong>: Maynard’s<a href="http://www.vinhosite.com.br/vinho-do-porto-lbv-maynards/p?utm_source=winer.com.br&amp;utm_medium=link&amp;utm_campaign=winervinhositelinks"><figure class="attachment attachment--preview"><img src="https://www-winer-com-br.cdn.ampproject.org/i/www.winer.com.br/wp-content/uploads/2016/08/Vinho-do-Porto-Maynard-s-Lbv-2009.jpg" width="180" height="180"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure></a><br><strong>Tipo</strong>: LBV – Late Bottled Vintage<br><strong>Nota</strong>: VV 0<br><strong>Preço</strong>: R$ 135<br><strong>Harmonização</strong>: tortas a base de pão de ló, sobremesas com queijo<br><strong>Onde comprar</strong>: <a href="http://www.vinhosite.com.br/vinho-do-porto-lbv-maynards/p?utm_source=winer.com.br&amp;utm_medium=link&amp;utm_campaign=winervinhositelinks">Vinhosite<br></a><br></div><div> <br><br></div><div>Porto Reserve Maynard’s</div><div><strong>Podutor</strong>: Maynard’s<a href="http://www.vinhosite.com.br/vinho-do-porto-reserve-maynards/p?utm_source=winer.com.br&amp;utm_medium=link&amp;utm_campaign=winervinhositelinks"><figure class="attachment attachment--preview"><img src="https://www-winer-com-br.cdn.ampproject.org/i/www.winer.com.br/wp-content/uploads/2016/08/Vinho-do-Porto-Maynards-Reserve-.jpg" width="180" height="180"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure></a><br><strong>Tipo</strong>: Reserva<br><strong>Nota</strong>: VV 0<br><strong>Preço</strong>: R$ 142<br><strong>Harmonização</strong>: Frutas secas e cheesecake<br><strong>Onde comprar</strong>: <a href="http://www.vinhosite.com.br/vinho-do-porto-reserve-maynards/p?utm_source=winer.com.br&amp;utm_medium=link&amp;utm_campaign=winervinhositelinks">Vinhosite<br></a><br></div><div> <br><br></div><div>Churchill’s Vintage Port 2011</div><div><strong>Produtor</strong>: <a href="http://www.churchills-port.com/">Churchill’s</a><a href="https://www.grandcru.com.br/vinho-do-porto-tinto-churchills-vintage-375-ml/product/PTCHU1249Y11"><figure class="attachment attachment--preview"><img src="https://www-winer-com-br.cdn.ampproject.org/i/www.winer.com.br/wp-content/uploads/2015/08/VinhodoPorto_Churchills_Vintage.jpg" width="180" height="180"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure></a><br><strong>Tipo</strong>: Vintage, de vinhas com mais de 50 anos<br><strong>Nota</strong>: WS 97<br><strong>Preço</strong>: R$ 380<br><strong>Harmonização</strong>: brownie de chocolate e doces com chocolate.<br><strong>Onde comprar</strong>: <a href="https://www.grandcru.com.br/vinho-do-porto-tinto-churchills-vintage-375-ml/product/PTCHU1249Y11">Grand Cru<br></a><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-18 22:43:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Sistema solera:O sistema baseia-se na mistura de vinhos jovens e velhos semelhantes que servem para manter a constância. Existem, em média, quatro ou cinco fileiras de barris de carvalho que são conhecidas como escalas ou criaderas. A cada ano, 2/3 do vinho de cada fileira são mesclados com 1/3 da fileira do ano seguinte. Já o vinho comercializado é o da fileira mais antiga, que é abastecida com a seguinte, e assim sucessivamente, já a criadera final é preenchida com o vinho “novo”.]</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-04-18 22:43:46 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Garrafa</div>]]></description>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Características:</strong><br>De acidez marcante e frescor quase eterno, o Madeira é único no mundo, típico pelos seus aromas de envelhecimento que casam o sol e a temperatura alta da região com o processo de oxidação lenta, em cascos de madeira antigos. Neste néctar, há um sabor secular que renasce com jovialidade em cada garrafa. O Vinho Madeira é um prazer em forma de especiarias, amêndoas torradas, frutas cristalizadas e aromas etéreos que se fundem.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-18 22:44:00 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <description><![CDATA[<div>Tinto</div>]]></description>
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         <description><![CDATA[<div>Os vinhos Madeira podem ter vários graus de doçura, desde seco e meio seco, até doce e meio doce, cada um associado a um tipo de casta. Os vinhos doces são produzidos com a casta Malvasia, os meio doces são da casta Bual, meio secos com a casta Verdelho e os secos com a casta Sercial. Já a casta Tinta Negra é base da maior parte da produção, dada a sua versatilidade para produzir os quatros graus de doçura.<br><br>Degustar uma boa taça de vinho Madeira pode ser uma experiência inesquecível. Imagine provar uma bebida centenária? Com longevidade incomparável, o líquido pode ganhar sabor ainda mais extraordinário com o passar dos anos. Algumas amostras chegam aos três séculos.<br><br>Todos esses processos resultam em uma bebida complexa, de aromas ricos e intensos, reconhecida por sua energia e frescor, graças a uma acidez surpreendente e paladar inigualável.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-18 22:47:30 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div><a href="https://youtu.be/-zuzEmI9PbY">https://youtu.be/-zuzEmI9PbY</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-18 22:51:02 UTC</pubDate>
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         <title>Vinho na  Gastronomia</title>
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         <description><![CDATA[<div>Filé Mignon ao Vinho Madeira <br>Ingredientes <br>120 gramas de cogumelos<br>6 colheres de sopa de manteiga<br>1 xícara de vinho ( tipo madeira)<br>1 xícara de água<br>4 bifes de filé mignon ( cortados grossos)<br>4 fatias de pão de forma<br>1 caldo de carne<br>DETALHES<br>Pessoas: 4<br>Complexidade: Médio<br>Tempo de preparação: 30min.<br>Tempo de cozimento: 20min.<br>Custo: Dispendioso<br>PREPARAÇÃO:<br>ETAPA 1<br>Reservar 4 cogumelos inteiros e cortar os restantes em fatias finas.<br><br>ETAPA 2<br>Em uma panela funda, colocar 1 colher de sopa de manteiga, o vinho, a água e o caldo de carne, deixe levantar fervura em fogo médio.<br><br>ETAPA 3<br>Acrescentar os cogumelos picados, e diminuir o fogo e deixar cozinhar por 10 minutos, mexendo sempre.<br><br>ETAPA 4<br>Derreter a manteiga restante em uma frigideira grande, colocar os bifes e fritar por 5 minutos de cada lado, virar apenas uma vez.<br><br>ETAPA 5<br>Colocar os cogumelos inteiros reservados na frigideira junto com o bife para dourar.<br><br>ETAPA 6<br>Enquanto isso, corte as fatias de pão, do mesmo tamanho e formato dos bifes, torrar as fatias e arrumar em uma refratária aquecida.<br><br>ETAPA 7<br>Arrumar os bifes sobre cada fatia de pão e um cogumelo inteiro sobre cada bife, espalhe o caldo do vinho sobre os bifes e pronto.<br><br>​<br>Esse prato pode ser servido com purê de mandioquinha ou batata salsa.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-18 22:52:01 UTC</pubDate>
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         <title>Receita de filet mignon ao molho Marsala</title>
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         <description><![CDATA[<div>Taças adequadas para cada tipo de vinho</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-18 22:59:48 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>viniciuscassarotti</author>
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         <description><![CDATA[<div>Podendo ser produzido com três tipos diferentes de cepas brancas, entre elas a uva Moscatel e as <a href="https://www.mistral.com.br/tipo-de-uva/palomino">castas Palomino</a> e Pedro Ximenéz, o vinho Jerez possui origem bastante antiga. Sua primeira menção, segundo estudos, foi feita há cerca de mil anos antes de Cristo, logo após um tempo do primeiro registro de atividades ligadas a vinicultura, que ocorreu há mais de três mil anos.&nbsp;<br><br></div><div>Com variações de denominação, o Vinho Jerez pode ser encontrado com diferentes nomes de acordo com a região em que é consumido. No caso de países de língua inglesa, como <a href="https://www.mistral.com.br/pais/estados-unidos">Estados Unidos</a> e Inglaterra, o vinho branco é conhecido como Sherry, já em áreas onde a língua portuguesa é predominante, tais como Portugal e Brasil, os rótulos são conhecidos e denominados como Xerez. Na Espanha, especificamente na região de Andaluzia, local onde ocorre a elaboração das melhores garrafas da variedade, o vinho recebe a denominação de Jerez.<br><br></div><div>Apesar de ser bastante apreciado pelos conhecedores do mundo do vinho atual, o Jerez teve bastante importância na época das grandes navegações, sendo, inclusive, uma das bagagens de maior importância para os marinheiros daquela época. Acredita-se que o vinho Jerez se tornou reconhecido e, principalmente, tão admirado nos quatro cantos do mundo por conta das longas expedições realizadas pelos navios antigamente. Tal atividade foi primordial para que povos de culturas diferentes descobrissem produtos originários de outras regiões. O vinho Jerez, elaborado <a href="https://www.mistral.com.br/pais/espanha">na Espanha</a>, foi um desses produtos que encantou a todos, sendo até imitado e copiado por outros países. Para evitar que outras culturas se apoderassem do vinho, foi criada a denominação Jerez para os exemplares espanhóis, garantindo assim, que o caráter e as peculiaridades do vinho fossem mantidos.&nbsp;<br><br><br>O vinho Jerez diferencia-se da maior parte dos exemplares de brancos por conta do seu diferente processo de amadurecimento. Ao contrário de alguns exemplares, o Jerez quando em barris, possui a formação de leveduras, fungo conhecido como “fermento flor”, responsável por proteger o vinho do oxigênio.&nbsp;<br><br></div><div>A variedade caracteriza-se por apresentar gamas diferenciadas de exemplares, isto é, naturalmente doces, generosos (quando o açúcar residual possui menos de 5g) e generosos licores, possuindo assim, teor alcóolico variante entre 15 e 15,5%.&nbsp;<br><br></div><div>Seu tempo de envelhecimento também é levado bastante em conta na hora de definir em qual categoria o rótulo melhor se enquadra. No caso dos vinhos Jerez com mais de 20 anos de envelhecimento, pode-se qualificar como V.O.S. (Vinum Optimum Signatum), já os que ultrapassam os 30 anos, são reconhecidos pela sigla V.O.R.S. (Vinum Optimum Rare Signatum).&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-18 23:02:01 UTC</pubDate>
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         <title>Produzido na Região Demarcada do Douro, o vinho do Porto é um dos vinhos licorosos mais conhecidos pelo mundo. Trata-se de um tinto doce e com alto teor alcoólico, geralmente. Mas nem sempre é assim.A diversidade é justamente o que difere os vinhos do Porto dos demais rótulos. Eles podem apresentar diferenças nas cores, na riqueza e intensidade de aromas e sabores, no teor alcoólico e até na doçura.Quanto à cor, os diferentes tipos podem variar entre os tons de tinto ao alourado-claro e, até mesmo, pálido, branco-palha e branco-dourado, que são as cores dos brancos. Isso mesmo, existe vinho do Porto branco!Em termos de doçura, o vinho do Porto pode ser muito doce, doce, meio-seco, ou extrasseco. </title>
         <author></author>
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         <pubDate>2018-04-18 23:03:58 UTC</pubDate>
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         <title>Como combinar vinhos do Porto com alimentos</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><div>Por Marcelo Copello</div><div><br></div><div>“Quando o vinho desce as palavras sobem”  provérbio português.</div><div><br></div><div>Hamonizar é experimentar. Para combinar Vinho do Porto com alimentos recomendo começar testando-os com a culinária portuguesa. Para os não portugueses poderá ser uma dupla descoberta e a chance de errar é mínima, já que por séculos este casamento vem sendo aprimorado pelos lusitanos. Não se contente, no entanto, em parar por aí. Considero obrigatório testar qualquer vinho de seu gosto com a culinária de sua terra (no meu caso a brasileira), além de explorar receitas de outros paises, mesmo que não sejam produtores de vinho, além de combinações ousadas, caso do chocolate e da pimenta.  No caso do chocolate uma dica, abomine o chocolate branco e o ao leite, prefira sempre os amargos, entre 40% e 80% de cacau,</div><div><br></div><div>A seguir algumas sugestões tiradas de meu livro <a href="http://www.marcelocopello.com/livro/sabores-do-douro-e-do-minho-os"><strong>Os Sabores do Douro e Minho</strong></a> (Editora Senac-SP). São matrimônios deliciosos (alguns bastante ousados), para você experimentar:</div><div><br></div><div><strong>Porto branco jovem e seco</strong></div><div>Gaspacho</div><div>Presunto cru</div><div>Melão com presunto</div><div><br></div><div><strong>Porto branco jovem doce</strong></div><div>Amêndoas do Douro assadas, salteadas com azeite e sal</div><div>Foie Gras</div><div>Patê de Foie Gras</div><div>Salmão defumado</div><div>Haddock defumado</div><div>Sorvetes de baunilha ou creme</div><div>Frutas frescas</div><div>Queijos curados - Manchego, Pecorino, Parmesão</div><div><br></div><div><strong>Porto Tawny corrente, Tawny velhos e Colheitas</strong></div><div>Leite Creme</div><div>Crème brulée</div><div>Petit fours, biscoitos amanteigados</div><div>Sobremesas amanteigas em geral</div><div>Pêssegos frescos</div><div>Pato de Pequim</div><div>Sobremesas portuguesas, os “doces d´ovos”</div><div>Rabanada</div><div>Arroz-Doce</div><div>Farófia</div><div>Aletria</div><div>Pudim abade de Priscos</div><div>Queijadinhas</div><div>Frutas secas, castanhas, damascos</div><div>Chocolate amargo</div><div>Lombo de Cordeiro com molho agridoce</div><div>Sobremesas de chocolate amargo com laranja</div><div>Tortas de nozes (e/ou avelãs e amêndoas)</div><div>Chocolate amargo com praliné</div><div>Uma das melhores combinações que experimentei nos últimos anos foram Portos Tawny ou Colheitas com comida chinesa. Tanto carnes, quanto peixes, frango ou camarões, com os molhos cremosos e acridoces, ficam verdadeiramente estupendos com Portos destes tipos. </div><div><br></div><div><strong>Porto Rubi ou LBV</strong></div><div>Morangos, frutas vermelhas frescas em geral</div><div>Queijos de massa mole como brie e camembert</div><div>Manjar branco e sobremesas com ameixas em calda</div><div>Sobremesas de chocolate amargo com frutas vermelhas</div><div>“Pêra bêbada” (pêra ao vinho tinto)</div><div>Mousse de gorgonzola</div><div>Chocolate amargo com café</div><div>            Um enólogo português já me sugeriu LBV com um filé au poivre vert!</div><div>            Obs: os LBVs também podem se adaptar aos pratos propostos para os Vintage.</div><div><br></div><div><strong>Porto Vintage novos</strong></div><div>Queijo da Serra da Estrela</div><div>Roquefort</div><div>Gorgonzola</div><div>Stilton</div><div>Queijo do Azeitão</div><div>Queijo de Serpa</div><div>Queijo de Nisa (de ovelhas)</div><div>            (também podem se adaptar aos pratos propostos para os LBVs)</div><div><br></div><div><strong>Porto Vintage velhos (com 40 anos ou mais)</strong></div><div>Carnes de caça preparadas com muitas especiarias</div><div>Tarte tatin</div><div>Strudel</div><div>            (adaptam-se também mais aos pratos propostos para os Tawnys do que aos propostos aos Vintages novos)</div><div><br></div><div>Os grandes Colheitas velhos, Tawnys 20, 30 e 40 anos e os Vinages ficam muito bem puros,  no fim da refeição.</div><div><br></div><div>Para os charutos os especialistas preferem os Tawnys 10 ou 20 anos ou os Colheitas.</div><div><br></div><div>Uma sugestão minha, muito simples, é derreter por alguns segundos em um forno ou em um micro ondas uma fatia de gorgonzola até que derreta, regá-la um porto LBV ou Vintage gelado e servir imediatamente. Uma boa idéia é também, em caso de uma Porto que foi decantado, usar a parte que ficou na garrafa, com as borras, para regar o queijo derretido. Desperdiçar este resto de vinho é crime previsto nas leis de Baco. Coma o queijo derretido de colher acompanhado do mesmo Porto e a vida fará sentido. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-18 23:04:40 UTC</pubDate>
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         <title>Com tamanhas possibilidades, não é de se admirar que esse estilo de vinho tenha classificações e divisões, como em uma grande família. Olha só:Estilo RubySão tintos, com cor mais ou menos intensa, de aromas frutados e vigor dos vinhos jovens.Dica de leitura:  Tonalidades do vinho tintoCategorias por tempo de envelhecimento em garrafa– Porto Ruby Reserva – Encorpados, ricos e de tons vermelho rubi escuros, resultam de uma seleção dos melhores vinhos do Porto de cada ano.– Porto Late Bottled Vintage (LBV) – É um Porto Ruby de um só ano, selecionado pela qualidade e engarrafado depois de envelhecer entre quatro a seis anos.– Porto Vintage – Produzido a partir de uvas de um único ano e engarrafado dois a três anos após a vindima, pode evoluir de 10 a 50 anos em garrafa.– Porto (Vintage) Single Quinta Vintage – Distinguem-se pelo fato de serem simultaneamente de um só ano e originários de uma única vinha.Estilo TawnyVinhos de diferentes safras que apresentam cores como tinto-alourado, alourado ou alourado-claro e aromas que lembram os frutos secos a madeira.Categorias por tempo de envelhecimento em madeira– Porto Tawny Reserva – Podem apresentar elegância de sabores, numa combinação entre a fruta jovem e a maturidade da idade.– Porto Tawny 10 anos – Este vinho possui semelhanças com o Porto Tawny Reserva, mas com características de um vinho com dez anosDica de leitura:  O que é Denominação de Origem?– Porto Tawny 20 anos – estes vinhos são considerados como preciosidades, plenas de frutos e sabores mais evoluídos.– Porto Tawny 30 anos – A exposição gradual ao ar concentra e intensifica a sua fruta inicial, originando características mais complexas.– Porto Tawny 40 anos – Intensos, eles quase explodem na boca, enchendo o paladar de sabores que arrebatam os sentidos.– Porto Colheita – Vinhos de uma só colheita e que são envelhecidos em cascos por um período mínimo de sete anos.BrancosApresentam-se em vários estilos, com diferentes períodos de envelhecimento e graus de doçura, tudo depende de como é conduzida a sua elaboração.Obs.: Os Vinhos do Porto Branco podem ostentar as menções Reserva ou Indicação de Idade (10, 20, 30 ou + 40 anos).RosésSão vinhos para serem consumidos novos e apresentam boa exuberância aromática com notas de cereja, framboesa e morango. Na boca são suaves e agradáveis.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/viniciuscassarotti/shdyugk8h57x/wish/253227841</link>
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         <title></title>
         <author></author>
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