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      <title>SALA DE LEITURA VIRTUAL PEI ELISEU JORGE by LUIZ CARLOS BIOTO FILHO</title>
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      <description>Criado com um rápido sorriso</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-06-18 17:09:04 UTC</pubDate>
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         <title>OS PORQUÊS DA IMPORTÂNCIA DA LEITURA</title>
         <author>lcbf04</author>
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         <description><![CDATA[<div>Existem vários porquês da importância da leitura! Todo mundo sabe que ler é essencial, mas a maioria acha muito difícil!<br> <br> Com o intuito de despertar seu interesse pela leitura, vejamos alguns motivos pelos quais você deva começar ou continuar a ler:<br> <br> <strong>1.</strong> <strong>Entendimento</strong>: uma boa leitura leva a pessoa ao entendimento de assuntos distintos. Afinal, o que é entender senão compreender, perceber. Como você saberá conversar sobre determinado tema se não tem percepção ou se não o compreende?<br> <br> <strong>2.</strong> <strong>Cultura</strong>: através da leitura temos possibilidade de ter contato com várias culturas diferentes. Sabemos como determinado povo se comporta, os motivos pelos quais agem de forma distinta da nossa. Além disso, compreendemos melhor o outro quando passamos a saber a história de vida que o cerca. Consequentemente, lidamos melhor com quem é diferente de nós e não temos uma opinião pobre e geral das circunstâncias.<br> <br> <strong>3.</strong> <strong>Reflexivos</strong>: lendo, nos tornamos reflexivos, ou seja, formamos uma ideia própria e madura dos fatos. Quando temos entendimento dos vários lados de uma mesma história, somos capazes de refletir e chegar a um consenso, que nos traz crescimento pessoal.<br> <br> <strong>4.</strong> <strong>Conhecimento</strong>: através da leitura falamos e escrevemos melhor, sabemos o que aconteceu na nossa história, o porquê de nosso clima e do idioma que falamos, dentre muitas outras possibilidades.<br> <br> <strong>5. Leitura dinâmica</strong>: quem lê muito, começa a refletir mais rápido. Logo, adquire mais agilidade na leitura. Passa os olhos e já entende sobre o que o texto está falando, a opinião do escritor e a conclusão alcançada.<br> <br> <strong>6.</strong> <strong>Vocabulário</strong>: esse item é fato, pois quem lê tem um repertório de vocábulos muito mais avançado do que aquele que não possui essa prática.<br> <br> <strong>7.</strong> <strong>Escrita</strong>: com conhecimento, reflexão e vocabulário é óbvio que o indivíduo conseguirá desenvolver seu texto com muito mais destreza e facilidade. Quem lê, se expressa bem por meio da escrita.<br> <br> <strong>8.</strong> <strong>Diversão:</strong> sim, a leitura promove diversão, pois quem lê é levado a lugares que não poderia ir “com as próprias pernas”.<br> <br> <strong>9.</strong> <strong>Informação</strong>: através da leitura ficamos informados sobre o que acontece no mundo e na nossa região. A leitura informativa mais usual é o jornal impresso.<br><br></div><div> <br><br></div><div>REFERÊNCIAS<br><br></div><div><a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/redacao/por-que-ler-importante.htm">https://mundoeducacao.uol.com.br/redacao/por-que-ler-importante.htm</a>,  acesso em 16/06/2020 às 14hs.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-18 17:10:03 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexão: Ler devia ser proibido?? </title>
         <author>lcbf04</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><em>Professora: Rúbia Leriam </em></strong><strong> <br></strong><br><strong>Texto: Ler devia ser proibido<br></strong><br></div><div>Dividi o texto de acordo com a estrutura para facilitar o entendimento.  Boa leitura!!! <br><br></div><div>Introdução<br><br></div><div> <br><br></div><div>A pensar fundo na questão, eu diria que ler devia ser proibido. Afinal de contas, ler faz muito mal às pessoas: acorda os homens para realidades impossíveis, tornando-os incapazes de suportar o mundo insosso e ordinário em que vivem. A leitura induz à loucura, desloca o homem do humilde lugar que lhe fora destinado no corpo social. Não me deixam mentir os exemplos de Dom Quixote e Madame Bovary. O primeiro, coitado, de tanto ler aventuras de cavalheiros que jamais existiram meteu-se pelo mundo afora, a crer-se capaz de reformar o mundo, quilha de ossos que mal sustinha a si e ao pobre Rocinante. Quanto à pobre Emma Bovary, tomou-se esposa inútil para fofocas e bordados, perdendo-se em delírios sobre bailes e amores cortesãos.<br><br></div><div> <br><br></div><div>Desenvolvimento<br><br></div><div> <br><br></div><div>Ler realmente não faz bem. A criança que lê pode se tornar um adulto perigoso, inconformado com os problemas do mundo, induzido a crer que tudo pode ser de outra forma. Afinal de contas, a leitura desenvolve um poder incontrolável. Liberta o homem excessivamente. Sem a leitura, ele morreria feliz, ignorante dos grilhões que o encerram. Sem a leitura, ainda, estaria mais afeito à realidade quotidiana, se dedicaria ao trabalho com afinco, sem procurar enriquecê-la com cabriolas da imaginação.<br><br></div><div>Sem ler, o homem jamais saberia a extensão do prazer. Não experimentaria nunca o sumo Bem de Aristóteles: o conhecer. Mas para que conhecer se, na maior parte dos casos, o que necessita é apenas executar ordens? Se o que deve, enfim, é fazer o que dele esperam e nada mais?<br><br></div><div>Ler pode provocar o inesperado. Pode fazer com que o homem crie atalhos para caminhos que devem, necessariamente, ser longos. Ler pode gerar a invenção. Pode estimular a imaginação de forma a levar o ser humano além do que lhe é devido.<br><br></div><div>Além disso, os livros estimulam o sonho, a imaginação, a fantasia. Nos transportam a paraísos misteriosos, nos fazem enxergar unicórnios azuis e palácios de cristal. Nos fazem acreditar que a vida é mais do que um punhado de pó em movimento. Que há algo a descobrir. Há horizontes para além das montanhas, há estrelas por trás das nuvens. Estrelas jamais percebidas.<br> <br> É preciso desconfiar desse pendor para o absurdo que nos impede de aceitar nossas realidades cruas.Não, não dêem mais livros às escolas. Pais, não leiam para os seus filhos, pode levá-los a desenvolver esse gosto pela aventura e pela descoberta que fez do homem um animal diferente. Antes estivesse ainda a passear de quatro patas, sem noção de progresso e civilização, mas tampouco sem conhecer guerras, destruição, violência. Professores, não contem histórias, pode estimular uma curiosidade indesejável em seres que a vida destinou para a repetição e para o trabalho duro.<br><br></div><div>Ler pode ser um problema, pode gerar seres humanos conscientes demais dos seus direitos políticos em um mundo administrado, onde ser livre não passa de uma ficção sem nenhuma verosimilhança. Seria impossível controlar e organizar a sociedade se todos os seres humanos soubessem o que desejam. Se todos se pusessem a articular bem suas demandas, a fincar sua posição no mundo, a fazer dos discursos os instrumentos de conquista de sua liberdade.<br><br></div><div>O mundo já vai por um bom caminho. Cada vez mais as pessoas lêem por razões utilitárias: para compreender formulários, contratos, bulas de remédio, projetos, manuais etc. Observem as filas, um dos pequenos cancros da civilização contemporânea. Bastaria um livro para que todos se vissem magicamente transportados para outras dimensões, menos incómodas. E esse o tapete mágico, o pó de pirlimpimpim, a máquina do tempo. Para o homem que lê, não há fronteiras, não há cortes, prisões tampouco. O que é mais subversivo do que a leitura?<br><br></div><div>É preciso compreender que ler para se enriquecer culturalmente ou para se divertir deve ser um privilégio concedido apenas a alguns, jamais àqueles que desenvolvem trabalhos práticos ou manuais. Seja em filas, em metros, ou no silêncio da alcova… Ler deve ser coisa rara, não para qualquer um. Afinal de contas, a leitura é um poder, e o poder é para poucos. Para obedecer não é preciso enxergar, o silêncio é a linguagem da submissão. Para executar ordens, a palavra é inútil.<br><br></div><div>Além disso, a leitura promove a comunicação de dores e alegrias, tantos outros sentimentos. A leitura é obscena. Expõe o íntimo, torna coletivo o individual e público, o secreto, o próprio. A leitura ameaça os indivíduos, porque os faz identificar sua história a outras histórias. Torna-os capazes de compreender e aceitar o mundo do Outro. Sim, a leitura devia ser proibida<em>.<br></em><br></div><div>Conclusão<br><br></div><div>Ler pode tornar o homem perigosamente humano.<br><br></div>]]></description>
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         <author>lcbf04</author>
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         <pubDate>2020-06-19 14:36:56 UTC</pubDate>
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         <title>Todo dia é menos um dia para você?</title>
         <author>lcbf04</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Professor Rúbia Leriam</strong><br><br><strong>Momento para reflexão: Todo dia é menos um dia para você? <br>Em qual situação? </strong>                                   <br><br></div><div><strong>Todo dia é menos um dia    -    Carlos Drummond de Andrade <br></strong><br></div><div>Todo dia é menos um dia <br> Todo dia é menos um dia; menos um dia para ser feliz; <br> É menos um dia para dar e receber; <br> É menos um dia para amar e ser amado; <br> É menos um dia para ouvir e, principalmente, calar! <br> Sim, porque calando nem sempre quer dizer que concordamos com o que ouvimos ou lemos, mas estamos dando a outrem a chance de pensar, refletir, saber o que falou ou escreveu. <br> Saber ouvir é um raro dom, reconheçamos. <br> Mas saber calar, mais raro ainda. <br> E como humanos estamos sujeitos a errar, e nosso erro mais primário, é não saber ouvir e calar! <br> Todo dia é menos um dia para dar um sorriso. <br> Muitas vezes alguém precisa, apenas de um sorriso para sentir um pouco de felicidade! <br> Todo dia é menos um dia para dizer:- Desculpe, eu errei! <br> Ou para dizer: - Perdoe-me por favor, fui injusto! <br> Todo dia é menos um dia para voltarmos sobre os nossos passos. <br> De repente, descobrimos que estamos muito longe, e já não há mais como encontrar onde pisamos, enquanto íamos. <br> Já não conseguiremos distinguir nossos passos de tantos outros que vieram depois dos nossos. <br> E se esse dia chega, por mais que voltemos; estaremos seguindo um caminho, que jamais nos trará ao ponto de partida. <br> Por isso, use cada dia com sabedoria. <br> Ouça e cale se não se sentir bem; <br> Leia e deixe de lado; outra hora você vai conseguir interpretar e saber o que quis ser dito. <br> Assim seja...<br> <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-22 18:04:04 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>lcbf04</author>
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         <description><![CDATA[A INTENÇÃO DE FORMAR  
Patricia Bioto


	 Um dos pressupostos fundamentais da educação, segundo Hubert Hannoun (1998) é que a tarefa de educar se põe em movimento porque supõe-se positiva a imagem do homem a ser formado, ou seja, espera-se que resulte do processo educativo um homem que acesse, que construa para si um conhecimento, um estatuto, uma identidade, uma forma de agir no mundo que são melhores e superiores ao estado atual em que se encontra.
	Penso que todos nós, educadores, as vezes sem saber, partilhamos essa crença. Acreditamos que aquilo que estamos fazendo, onde quer que estejamos fazendo, em quaisquer condições, em qualquer contexto, resultará em algo positivo, melhor, que acrescentará algo ao nosso parceiro de processo educacional, aquele a que muitas vezes chamamos de aluno.
	E que outro sentido teria nossa prática docente senão o de acrescentar, o de formar, o de contribuir, o de oferecer possibilidades, o de participar do processo de formação de um cidadão consciente, crítico, responsável, e por que não, de um trabalhador, possibilidade que resta a nós todos que não somos os donos do capital. Cabe-nos também a tarefa de preparar para o mundo do trabalho. Também, não somente. Não podemos nos render a uma lógica mercadológica e reprodutivista nesta nossa atividade eminentemente criadora de humanidades. 
	Cocriamos a humanidade no dia a dia de nosso fazer docente. A humanidade não é inata. Nos fazemos humanos em nossos contatos sociais, no exercício de apropriação da cultura, como já afirmaram Vigostski, Bernard Charlot e Kant, entre tantos outros. Mas cabe-nos, e devemos fazer isso ininterruptamente, nos questionar que humanidade queremos contribuir para formar?
	Apertadores de botão? Seres desprovidos de sua essência? Servos obedientes? Consumidores doentes? Aleijados, alijados, marginalizados? Homens maus que escolhem as trevas e não luz, aludindo às ideias da teoria critica quanto ao nazismo, em que a escolha foi pelas trevas. Ou escolheremos a luz, mesmo as custas de termos nossos fígados comidos diuturnamente por corvos na rocha Tarpéia após termos roubado o fogo dos deuses para criarmos a vida, após termos escolhidos a luz, a criação, a vida, o progresso?
	Muitas vezes, sem que nos apercebamos, ou mesmo que tenhamos percebido e estejamos ocupados demais, estressados demais, sem tempo e até com preguiça de pensar (como se esse direito fosse dado a quem se quer dizer educador?) compactuamos com discursos reprodutivistas e alienantes que querem dominar a arena educativa. Os alunos não são capazes, as famílias têm problemas, a escola não tem condições, os métodos não são adequados, faltam recursos, os objetivos são inalcançáveis e tantas outras críticas que repetimos há séculos. Críticas que um exame rápido dos grandes tratados pedagógicos da humanidade pode nos revelar como sempre presentes na história da educação. Leia a Didática Magna, de Comenius, a New Discovery, de Charles Hoole do século XVII e o Emílio de Rousseau do século XVIII e lá estarão essas mesmas pautas. 
	 E diante de tudo isso o que podemos fazer? A resposta é bem simples: continuar fazendo, buscando, acreditando, estudando, refletindo, exercendo nossas capacidades reflexiva e construtiva. Aproximemo-nos das contribuições de homens como nós que investigaram, que propuseram, que se arriscaram a ir além, que não tinha outra saída a não ser ir além. E assim exercemos a tão sonhada práxis, termo que condensa o que erroneamente e intencionalmente resultou da divisão da teoria e da prática. Como se houvesse alguma forma de ação humana, como a reflexão e a construção de ideias, que não fosse prática. E como se houvesse qualquer ação humana que não partisse de ideias.
	Partamos em busca de um processo educativo que provoque os alunos, que parta de seus problemas, de suas questões, de suas aporias (termo usado por Aristóteles para indicar a origem de todo e qualquer processo de investigação). Tragamos esses alunos para questionarem a si mesmos, as certezas, as verdades, os consensos, as ideias prontas. Iniciemos com eles a tarefa primeira da educação: o partir do nada, do que não existe, do que não está pronto, do que não sabemos, em direção a construção do que sabemos, do que acreditamos, do que nos edifica, de nossa positividade.
	Esse é o exercício básico da atividade científica: lançar-se em direção do desconhecido em busca de respostas desejadas e esperadas. Serão encontradas? Talvez sim, talvez não? Aprenderemos? Cresceremos? Contribuiremos? Sim, sim e sim. Caminhante, não há caminho, o caminho se faz ao caminhar, parafraseando o poeta.
	Hoje, mais do que nunca, abre-se espaço nas escolas para iniciar os alunos, desde os mais pequenos, na atividade investigativa. O protagonismo infantil e juvenil estão presentes nas propostas mais atuais de uma educação progressista. O por o aluno a questionar, a investigar, a caminhar, por vezes sozinho, é uma importante contribuição para formarmos homens críticos, reflexivos, mais autônomos, livres, que ganham positivamente com o processo educativo.
	E por onde começar? Pelo começo. Ouvindo. Exercendo uma dialogicidade problematizadora, como desenvolvida por Freire (2010). Dando espaço para a voz dos alunos, como propôs Giroux (1998). E partindo do ouvir, estabelecer caminhos, planos, projetos. Tentativas. Objetivos.
	Assim se faz ciência. Assim se faz um mundo melhor. Assim se educa. Assim se contribui para formar positivamente a humanidade. Só assim seremos melhores e mais felizes.

Referencias
FREIRE, Paulo. Extensão ou Comunicação. 14ª reimpressão. Rio de janeiro: paz e Terra. 2010.
GIROUX, Henri. Os professores como intelectuais. Porto Alegre. Artes Médicas, 1998.
HANNOUN, Hubert. Educação: certezas e apostas. Trad. Ivone Castilho Benedetti. Ed UNESP, 1998.


Breve currículo da autora: Pedagoga pela UNESP-Araraquara. Mestre em Fundamentos da Educação pela UFSCAR. Doutora em Educação pela PUCSP. Pós-doutoranda pela PUCSP. Professora no ensino superior desde 2000. Professora do Mestrado em Gestão e Práticas Educacionais da Universidade Nove de Julho e do curso de Pedagogia da instituição. Já foi professora e diretora de rede pública de ensino do estado de São Paulo. Pesquisa e publica sobre currículo, políticas educacionais e formação de professores. Autora de artigos científicos publicados em periódicos nacionais e internacionais. Autora de livros e capítulos de livros na área da educação. Organizadora de coletâneas de livros reconhecidos pelo MEC. Líder do Grupo de Pesquisa Formação de Professores: contextos, epistemologias e metodologias, certificado pelo CNPQ. Participante de grupos e redes de pesquisa nacionais e internacionais sobre política educacional e formação de professores.
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         <pubDate>2020-06-23 19:38:55 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>lcbf04</author>
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         <description><![CDATA[<div>NÃO PERCAM !!</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-24 20:37:59 UTC</pubDate>
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         <title>O SENTIDO DA FELICIDADE</title>
         <author>lcbf04</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>CONTRIBUIÇÃO PROFESSORA "ADRIANA BATISTA"<br><br>Só assim mesmo para retornar de tanto tempo; necessitei forçar-me a compor essas palavras e, ainda por cima, em um tema mais que difícil. Pra mim felicidade não é apenas a ausência da tristeza, vale mais que isso. Aquela criança abre um sorriso quando vê a folha cair na cabeça do velhinho; que bom que o velhinho ri por contribuir com aquele sorriso. O rapaz 🤬 feliz com a promoção em seu emprego, a garota 🤬 feliz quando ele nota seus três mínimos centímetros de corte de cabelo. Há quem me disse que a felicidade não existe; nunca estamos satisfeitos, queremos sempre algo que nunca temos, admiramos algo que nunca teremos; esse prazer estampado nesse sorriso é muitas vezes resultado de benfeitoria em nós mesmos, nunca nos outros. Talvez fazer algo de coração, por mais mínimo que seja, seja um bom caminho pra começar o dia. De preferência em que quem saia mais ganhando, na verdade, seja o outro. Se for um desconhecido então… parabéns! Talvez você tenha encontrado uma felicidade diferenciada. Uma felicidade que, por mais diferente de qualquer sentimento humano moderno, está muito mais ligado à aquela criança e àquele velhinho do que você possa imaginar. Pense nisso<br>							Bruno Alencarf<br><br>E para você, qual é o sentido da felicidade? Você já percebeu que a felicidade está nas pequenas coisas e muitas vezes nós nem percebemos? <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-25 14:52:08 UTC</pubDate>
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         <title>O RACISMO SUTIL POR TRÁS DAS PALAVRAS </title>
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         <pubDate>2020-06-29 12:11:05 UTC</pubDate>
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         <title>A ESCOLA DOS MEUS SONHOS</title>
         <author>lcbf04</author>
         <link>https://padlet.com/lcbf04/sh4e8ny19bn5ffon/wish/642903673</link>
         <description><![CDATA[<div><br>MOMENTO PARA REFLEXÃO<br>Contribuição professora "RÚBIA CARLA LERIAM"<br><br>A ESCOLA DOS MEUS SONHOS<br>Lá no fundo dos meus sonhos existe uma escola com amplas portas sempre abertas, onde encontram-se os professores, no início do turno, recebendo seus alunos com um caloroso abraço e um sorriso sincero de boas-vindas.<br>Na escola dos meus sonhos, que  lá no fundo da minha mente e num cantinho todo especial do meu coração, existe um amplo jardim, onde crianças e jovens interagem com a natureza amando-a, respeitando-a e preservando-a de uma forma tão sólida que se reflete em seus lares voluntária e naturalmente... Lá não se vê nenhum papel no chão e todo o lixo é reciclado...<br>Nesta escola situada lá nos confins do meu cérebro utópico e bem no meio do meu coração apaixonado pela educação, cada professor tem a sua sala personalizada e a cada troca de turma, vai esperar, na porta, aqueles que são a razão de seu trabalho, cumprimentando-os novamente com um sorriso sincero estampado em seu rosto... Lá os professores e funcionários não se importam em “perder” parte do tempo com o relacionamento humano... Na minha “escolinha”, o professor torce e luta pelo crescimento pessoal dos seus alunos que ocupam o lugar reservado a grandes amigos em seu coração e não se importa de fugir do conteúdo e aconselhá-los de vez em quando, de uma forma despretensiosa e sincera... No educandário dos meus sonhos só se aceita professores que tenham, além da formação acadêmica, o amor ao próximo no seu currículo...<br>Na escola dos meus sonhos não existe livro-ponto, pois as pessoas que lá trabalham, amam o que fazem, nunca faltam e quando precisam ausentar-se por motivos inevitáveis, sentem uma grande angústia por estarem longe da sua paixão... Nesta escola, o professor é valorizado e respeitado, trabalha com uma estrutura completa, sabe fazer uso de todas as tecnologias e nunca se cansa de aprender...<br>Na minha escola, escondida no meio das minhas utopias, tem uma biblioteca ampla, arejada, mobiliada e (principalmente) cheia de livros, onde o aluno encontra-se com seus mestres, pois é lá que eles estão na tal “hora atividade”. <br>Na escola dos meus pensamentos grandiosos, não se usa mais o divã da sala dos professores, aliás nem existe tal lugar, somente um ambiente altamente agradável onde professores, alunos e funcionários passam o mesmo recreio, comem o mesmo lanche e participam das mesmas conversas... Lá no fundo da minha mente e bem no meio do meu coração, tem uma escola onde todos lutam pelos mesmos ideais, caminham na mesma estrada, rumo ao conhecimento que não se importa com a quantidade de dias letivos, acessível a todos de forma eclética e dinâmica...<br>De repente minha mente pára, meu coração retoma o compasso monótono, volto para a realidade e percebo que parte da escola dos meus sonhos já existe... Só a casca... Ainda está verde... E as intempéries não a deixam amadurecer como deveria.<br><br>Rubem Alves<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-29 12:11:47 UTC</pubDate>
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         <title>PEQUENAS ATITUDES QUE PODEM MUDAR A SUA VIDA</title>
         <author>lcbf04</author>
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         <description><![CDATA[<div>ARRUME A SUA CAMA <br>PEQUENAS ATITUDES QUE PODEM MUDAR A SUA VIDA .... E TALVEZ O MUNDO <br><br>Quem é William H. McRaven?<br>O almirante William H. McRaven serviu na Marinha dos Estados Unidos com grande distinção. Em seus 37 anos como SEAL, exerceu o comando em vários níveis. Como almirante de quatro estrelas, seu último cargo foi o de comandante de todas as Forças de Operações Especiais. McRaven foi um dos responsáveis pela captura de Osama Bin Laden e Saddan Hussein.<br><br>Trabalho em equipe<br><br>O autor diz que, em seu treinamento do SEAL, aprendeu logo cedo a valorizar o trabalho em equipe e identificou que existia nele mesmo uma necessidade de confiar em mais alguém para ajudá-lo a vencer as tarefas difíceis.<br>E ele aprendeu essa lição por causa de um bote de borracha. É isso mesmo!<br>Durante a primeira fase do treinamento, McRaven e mais 6 companheiros novatos de equipe eram obrigados a carregar esse bote — que não era nada leve — sob suas cabeças para todo lugar.<br>Em um dos exercícios diários, eles eram instruídos a ultrapassar a arrebentação, enfrentando ondas que chegavam a 3 metros de altura. Além disso, eles precisavam remar vários quilômetros ao longo da costa.<br>Essa era uma tarefa que não tinha como ser completada com sucesso, a menos que todos se empenhassem com todas as forças. <br>Todos precisavam remar, e cada remada tinha que estar sincronizada. <br>Para que isso fosse possível, todos os tripulantes deveriam exercer a mesma força juntos. Caso contrário, o bote seria arremessado de volta à praia e o exercícios seria um verdadeiro fracasso.<br>Não demorou muito para que McRaven e seus companheiros percebessem que, às vezes, um dos membros da equipe estava doente ou ferido, incapaz de se doar 100%.<br>Nesses dias, os outros assumiam a responsabilidade. Mergulhavam os remos mais fundo e remavam com força máxima para compensar o amigo que não estava em boas condições.<br>Aquele bote de borracha os ensinou que nenhum dos novatos do SEAL iriam conseguir aguentar o treinamento sozinho.<br>Somente uma boa equipe pode nos ajudar a cumprir nossos objetivos, sejam eles pessoais ou profissionais.<br>Agora, pense por um momento: você tem uma boa equipe em seu negócio? Eles remam com força máxima pela empresa quando você não está em boas condições?<br>Você não vai conseguir vencer sozinho. Se você quer mudar o mundo, encontre alguém que o ajude a remar. <br>Ninguém gosta de ouvir e falar em “fracasso”. Esta palavra sempre parece estar atrelada com uma grande carga de negatividade, e todos querem evitar isso.<br>Mas, a partir da perspectiva certa, as suas falhas podem ser usadas como vantagens.<br>Errar, muitas vezes, é inevitável. E mesmo que isso cause sofrimento e dor, não permita que esses sentimentos te dominem completamente. Ao invés disso, use os seus fracassos para se tornar mais poderoso e determinado.<br>Aprender com o fracasso depende da sua capacidade de arriscar, porque, para ganhar bastante, você precisa correr bastante riscos.<br>Existe uma certa emoção em assumir riscos. Por isso, se você deixar que os seus medos e ansiedades assumam o controle das suas decisões, você não chegará longe.<br>“Quem ousa vence”. A vida é uma luta, e a possibilidade de fracasso está sempre presente, mas os que vivem com medo do fracasso, do sofrimento ou da vergonha nunca conquistarão seu pleno potencial. Sem forçar seus limites, sem vez ou outra se lançar sobre obstáculos de cabeça, sem ousar, você nunca saberá o que seria verdadeiramente possível em sua vida”<br>	<br>	A vida é cheia de fases difíceis. Mas sempre existe alguém em uma situação pior do que a nossa. Se enchermos nossos dias com autopiedade, tristeza, pela maneira como fomos tratados, lamentando nossa sorte na vida, culpando alguém ou alguma coisa por nossas circunstâncias, a vida será longa e difícil. Se, por outro lado, nos recusarmos a desistir de nossos sonhos, nos mantivermos firmes e fortes diante das adversidades, então a vida será o que fazermos dela, e podemos fazê-la grandiosa. Nunca, jamais desista. Em hipótese alguma.<br><br><br>“Tiranos são sempre iguais. Não importa onde estejam: no pátio da escola, no local de trabalho ou governando um país por meio do terror. Eles prosperam onde há medo e intimidação, extraem sua força dos tímidos e fracos. São como tubarões que sentem o medo na água. Circulam para ver se sua presa está lutando. Investigam se sua vítima é fraca. Se você não encontra coragem para enfrentá-los, eles atacam. Na vida, para conquistar objetivos, para completar a natação noturna, teremos que ser homens e mulheres de grande coragem. Essa coragem está dentro de todos nós. Cave bem fundo, e você vai encontrá-la em abundância.”<br>Para William McRaven a vida é linda. Mesmo naqueles momentos em que tudo parece confusão e dor, a vida é linda. Os momentos felizes não podem existir se os maus momentos não existirem.<br>Por isso, quando a vida ficar difícil, não culpe os outros e não fique se lamentando. A sua vida é o que você faz dela. A sua vida se transforma para melhor á medida que você usa todos os seus esforços para fazer isso.<br>Quem não se entrega por inteiro, de coração, corpo e alma, aos próprios objetivos, colhe somente arrependimentos e, frequentemente, lamentações infrutíferas.<br>Lembre-se .... Comece o dia com uma tarefa feita. Encontre alguém que o ajude a enfrentar a vida. Respeite todo mundo. Saiba que a vida não é justa e que muitas vezes você vai fracassar. Mas, se assumir alguns riscos, der um passo à frente quando os tempos forem duros, encarar os tiranos, ajudar os oprimidos e nunca desistir – se fizer tudo isso, poderá mudar sua vida para melhor .... e talvez o mundo.<br>Referência <br>MCRAVEN, Willian H. Arrume a sua cama: pequenas atitudes que podem mudar a sua vida.... e talvez o mundo; Tradução Eliana Rocha. – 1. Ed. – são Paulo: Planeta, 2017.<br><br></div>]]></description>
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         <title>CONSIDERAÇÕES ACERCA DA FORMAÇÃO DE PROFESSORES</title>
         <author>lcbf04</author>
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         <author>lcbf04</author>
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         <description><![CDATA[<div>Clube Juvenil </div>]]></description>
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         <description><![CDATA[<div>VENHA RETIRAR SEU LIVRO POR EMPRÉSTIMO </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-02 19:54:13 UTC</pubDate>
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         <title>E você o que é? Uma pipoca estourada ou um piruá?</title>
         <author>lcbf04</author>
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         <description><![CDATA[<div>MOMENTO PARA REFLEXÃO<br>Contribuição professora "Rúbia Carla Leriam"<br>Leia o maravilhoso texto e interaja conosco.<br>E você o que é? Uma pipoca estourada ou um piruá?<br><br>                         <br>Milho de Pipoca por Rubem Alves<br>A transformação do milho duro em pipoca macia é símbolo da grande transformação por que devem passar os homens para que eles venham a ser o que devem ser.<br>O milho de pipoca não é o que deve ser. Ele deve ser aquilo que acontece depois do estouro.<br>O milho de pipoca somos nós: duros, quebra-dentes, impróprios para comer.<br>Mas a transformação só acontece pelo poder do fogo. Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho de pipoca, para sempre.<br>Assim acontece com gente. As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo. Quem não passa pelo fogo  do mesmo jeito, a vida inteira.<br>São pessoas de uma mesmice e uma dureza assombrosas. Só elas não percebem. Acham que é o seu jeito de ser. Mas, de repente, vem o fogo.<br>O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos. Dor.<br>Pode ser o fogo de fora: perder um amor, perder um filho, ficar doente, perder o emprego, ficar pobre.<br>Pode ser o fogo de dentro: pânico, medo, ansiedade, depressão, sofrimentos cujas causas ignoramos.<br>Há sempre o recurso do remédio. Apagar o fogo. Sem fogo, o sofrimento diminui. E com isso a possibilidade da grande transformação.<br>Pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro ficando cada vez mais quente, pensa que a sua hora chegou: vai morrer.<br>Dentro de sua casca dura, fechada em si mesma, ela não pode imaginar destino diferente. Não pode imaginar a transformação que está sendo preparada.<br>A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz.<br>Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo, a grande transformação acontece:  E ela aparece como uma outra coisa completamente diferente, com que ela mesma nunca havia sonhado. <br>Piruá é o milho de pipoca que se recusa a estourar. São aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente se recusam a mudar.<br>Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem. A sua presunção e o medo são a dura casca que não estoura.<br>O destino delas é triste. Ficarão duras a vida inteira. Não vão se transformar na flor branca e macia. Não vão dar alegria a ninguém.<br>Terminado o estouro alegre da pipoca, no fundo da panela ficam os piruás que não servem para nada. Seu destino é o lixo.<br>E você o que é? Uma pipoca estourada ou um piruá?<br>Piruá é o milho de pipoca que se recusa a estourar. São aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente se recusam a mudar.<br>Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem. A sua presunção e o medo são a dura casca que não estoura.<br>O destino delas é triste. Ficarão duras a vida inteira. Não vão se transformar na flor branca e macia. Não vão dar alegria a ninguém.<br>Terminado o estouro alegre da pipoca, no fundo da panela ficam os piruás que não servem para nada. Seu destino é o lixo.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-06 18:01:16 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>lcbf04</author>
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         <pubDate>2020-07-09 17:52:18 UTC</pubDate>
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         <title>A dificuldade de agradar a todos</title>
         <author>lcbf04</author>
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         <description><![CDATA[<div>Contribuição professora <strong>"Rúbia Leriam"</strong><br>Leia o texto e interaja conosco...<br>Momento para reflexão: Você tem tentado agradar a todos?<br> <br>A dificuldade de agradar a todos – Autor desconhecido<br>Muitas pessoas se comportam da forma que imaginam que agradará a todos.<br>Em pleno calor do dia um pai andava pelas poeirentas ruas de Keshan junto com seu filho e um jumento. O pai estava sentado no animal, enquanto o filho o conduzia, puxando a montaria com uma corda.<br>- "Pobre criança!", exclamou um passante, "suas perninhas curtas precisam esforçar-se para não ficar para trás do jumento. Como pode aquele homem ficar ali sentado tão calmamente sobre a montaria, ao ver que o menino está virando um farrapo de tanto correr?<br>O pai tomou a sério esta observação, desmontou do jumento na esquina seguinte e colocou o rapaz sobre a sela. Porém não passou muito tempo até que outro passante erguesse a voz para dizer:<br>- Que desgraça! O pequeno fedelho lá vai sentado como um sultão, enquanto seu velho pai corre ao lado.<br>Esse comentário muito magoou o rapaz, e ele pediu ao pai que montasse também no burro, às suas costas.<br>- Já se viu coisa como essa?, resmungou uma mulher usando véu. Tamanha crueldade para com os animais! O lombo do pobre jumento está vergado, e aquele velho que para nada serve e seu filho abancaram-se como seu o animal fosse um divã. Pobre criatura!<br>Os dois alvos dessa amarga crítica entreolharam-se e, sem dizer palavra, desmontaram. Entretanto mal tinham andado alguns passos quando outro estranho fez troça deles ao dizer:<br>- Graças a Deus que eu não sou tão bobo assim! Por que vocês dois conduzem esse jumento se ele não lhes presta serviço algum, se ele nem mesmo serve de montaria para um de vocês?<br>O pai colocou um punhado de palha na boca do jumento e pôs a mão sobre o ombro do filho.<br>"Independente do que fazemos, disse, sempre há alguém que discorda de nossa ação. Acho que nós mesmos precisamos determinar o que é correto".<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-13 18:00:49 UTC</pubDate>
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         <author>lcbf04</author>
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         <title>Do que você tem medo ?</title>
         <author>lcbf04</author>
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         <description><![CDATA[<div>Contribuição Professora "Rúbia Leriam"</div>]]></description>
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         <title></title>
         <author>lcbf04</author>
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         <description><![CDATA[<div>Live Show de Talentos </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-24 16:27:56 UTC</pubDate>
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         <title>O PAI DA GENTE</title>
         <author>lcbf04</author>
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         <description><![CDATA[<div>MOMENTO PARA REFLEXÃO<br>Contribuição professora "Rúbia Leriam"<br>Leia o poema abaixo e interaja conosco.<br>Como é seu pai ou o responsável que exerce esse papel? <br>                                               <br>O PAI DA GENTE<br>É um pai alegre, bem humorado, amigo do peito<br>Mas que também 🤬 nervoso!…<br>E que quer ter o direito<br>De as vezes ser preguiçoso,<br>De brincar, de voltar a ser criança.<br>Que também se cansa de ser sempre durão!<br>E que às vezes tem medo<br>Porque é gente. Super-herói<br>Só existe na TV!<br>O pai é de carne e osso,<br>Igualzinho a você!<br>E precisa de carinho. De atenção!<br>E às vezes de um suquinho<br>Feito por sua mão!<br>Hoje em dia o pai precisa<br>De uma energia dobrada…<br>Pois além do seu trabalho<br>Ele sempre tem que ajudar…<br>E até fralda molhada<br>Ele já sabe trocar!<br>Você está percebendo<br>Que os tempos estão mudando!<br>A mulher trabalhando fora…<br>O homem em casa ajudando…<br>A criança participando!<br>Coisa boa de se ver!<br>                                                                                   (Maria da Conceição Torres G. Tavares)<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-03 19:11:18 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexões sobre o &quot;Setembro Amarelo&quot;</title>
         <author>lcbf04</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Setembro Amarelo<br></strong><br></div><div>SAÚDE E BEM-ESTAR<br><br></div><div>Setembro é o mês em que é realizada a campanha de conscientização sobre a prevenção do suicídio, sendo o dia 10 desse mês o <strong>Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio.</strong> Essa campanha, conhecida como <strong>“Setembro Amarelo”,</strong> foi criada no Brasil, em 2015, pelo Centro de Valorização da Vida (CVV), Conselho Federal de Medicina (CFM) e a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP). Essa é uma campanha de <strong>extrema importância</strong>, uma vez que o suicídio é um problema grave de saúde pública e que, muitas vezes, pode ser evitado.<br><br></div><div><strong>A importância de se falar a respeito do suicídio</strong></div><div>Apesar de o assunto ser delicado, é importante conversamos sobre o suicídio e maneiras como preveni-lo. Muitas pessoas pensam que esse ato é uma realidade distante e que afeta poucas pessoas, mas, infelizmente, os dados da <a href="https://brasilescola.uol.com.br/curiosidades/organizacao-mundial-saude-oms.htm">Organização Mundial de Saúde</a> (OMS) mostram o contrário. De acordo com a OMS, a cada <strong>40 segundos</strong>, uma pessoa morre por suicídio em algum lugar do nosso planeta. Isso significa que, em um ano, mais de <strong>800 mil pessoas perdem sua vida dessa forma.</strong></div><div>As causas do suicídio são variadas e, segundo o CVV, especialistas identificam transtornos mentais na maior partes das pessoas que se suicidam ou que tentam fazê-lo. Dentre os principais transtornos observados, destacam-se a<strong> </strong><a href="https://brasilescola.uol.com.br/saude-na-escola/depressao.htm"><strong>depressão</strong></a> na forma simples, a <a href="https://brasilescola.uol.com.br/psicologia/depressao-1.htm">depressão na forma<strong> bipolar</strong></a><strong>,</strong> a <strong>dependência química</strong> e a <a href="https://brasilescola.uol.com.br/psicologia/esquizofrenia.htm"><strong>esquizofrenia.</strong></a></div><div>Entretanto, não podemos afirmar que todas as pessoas que cometem suicídio apresentam esses transtornos. Não podemos nos esquecer de que, muitas vezes, o suicídio acontece de maneira impulsiva diante de algumas <strong>situações muito impactantes e inesperadas</strong> da vida, como final de relacionamentos, perda de pessoas queridas, abusos ou mesmo crises financeiras. O suicídio também é comum <strong>em pessoas que sofrem discriminação,</strong> como refugiados, imigrantes, gays, lésbicas, <a href="https://brasilescola.uol.com.br/sexualidade/cisgenero-transgenero.htm">transgêneros</a> e intersexuais.</div><div>Quando entendemos que o suicídio é uma realidade e que pode afetar pessoas a nossa volta, 🤬 mais claro que é fundamental conversamos a respeito. Os suicídios podem ser evitados desde que tenhamos conhecimento sobre seus sintomas, suas causas e formas de evitá-lo.<br><br></div><div><em>“Você sabia que no Brasil existe uma instituição que oferece apoio emocional e atua na prevenção do suicídio? Trata-se do Centro de Valorização da Vida (CVV), uma associação sem fins lucrativos. Caso precise conversar, basta ligar para 188 ou acessar o chat no </em><a href="https://www.cvv.org.br/"><em>site da CVV</em></a><em>. O telefone e o chat funcionam 24 horas por dia, em todos os dias da semana.”<br></em><br></div><div><strong>Como podemos ajudar na prevenção do suicídio?</strong></div><div>Para contribuirmos na prevenção do suicídio, devemos ser capazes de perceber os<strong> sinais de alerta </strong>que uma pessoa emite. Se você perceber que uma pessoa, por exemplo, está desinteressada (até mesmo das atividades de que gostava), não tem mais a mesma produtividade na escola ou no trabalho, está isolando-se de amigos e parentes, descuidando-se da aparência, não se importa mais com suas atividades diárias ou diz muitas frases relacionadas à morte, isso pode ser sinais de que aquela pessoa está precisando de ajuda.</div><div>O primeiro passo é conversar com essa pessoa, mas aqui 🤬 uma dica importante: <strong>deixe que a pessoa fale, sem emitir julgamentos ou opiniões sobre o assunto.</strong> Deixe bem claro que sua vontade é apenas ajudar. O que devemos lembrar sempre é que<strong> não devemos medir a dor dos outros pelas nossas experiências pessoais</strong> e entender que o que não nos afeta não necessariamente não causa dor e sofrimento no outro.</div><div>É importante sempre incentivar a pessoa que está apresentando sinais de que pretende cometer suicídio a procurar<strong> ajuda especializada.</strong> Em casos visivelmente graves, é essencial que a família tenha conhecimento da situação, bem como amigos próximos, para que a pessoa seja acolhida e estimulada a procurar ajuda.</div><div>Caso perceba que a pessoa corre risco imediato, é fundamental<strong> não deixá-la sozinha.</strong> Nesses casos, entre em contato com serviços de emergência e com alguém de confiança.</div><div> </div><div><strong>Dados sobre o suicídio</strong></div><div>Veja a seguir alguns dados importantes o sobre o suicídio.<br><br></div><div> | <strong>Dados sobre suicídio no Brasil e no mundo</strong><br> | Segundo a OMS, a cada 40 segundos, uma pessoa comete suicídio no mundo.<br> | O suicídio, de acordo com a OMS, é a segunda principal causa de morte entre as pessoas com idade entre 15 e 29 anos.<br> | 79% dos casos de suicídios ocorrem em países de baixa e média renda de acordo com a OMS.<br> | Segundo o Ministério da Saúde, as mulheres tentam mais suicídio que os homens.<br> | Segundo o CVV, 32 brasileiros morrem por dia vítimas de suicídio.<br> | De acordo com a OMS, 90% dos suicídios podem ser prevenidos.</div><div><strong> <br></strong><br></div><div><strong> <br></strong><br></div><div><strong>Estresse<br></strong><br></div><div>O <strong>estresse </strong>é definido como um estado de esforço do organismo para adaptar-se a situações que ameaçam a vida e o equilíbrio interno. Esse processo de adaptação provoca várias alterações, como o aumento de secreção da adrenalina. Atualmente,<strong> </strong>o termo estresse é utilizado tanto para nomear essa resposta do organismo como para referir-se às situações que promovem os efeitos desse estado.</div><div>De uma maneira geral, podemos dizer que <strong>esse mecanismo é necessário para o corpo, entretanto, uma sobrecarga afeta-o negativamente</strong>.<strong> </strong>Vale salientar que cada organismo lida de uma forma diferente com uma situação estressora. Essa situação pode causar até mesmo quadros de <a href="https://brasilescola.uol.com.br/biologia/depressao.htm">depressão</a>, <a href="https://brasilescola.uol.com.br/doencas/doenca-ansiedade.htm">ansiedade</a> e transtornos definitivos, como o Transtorno de Estresse Pós-Traumático.</div><div><strong> Fases do estresse</strong></div><div><strong>O termo </strong><strong><em>stress</em></strong><strong> foi introduzido na área da saúde em 1936, por Hans Selye.</strong> Ele propôs que o estresse seria uma resposta geral e inespecífica a um determinado estressor e pode ser dividido em três fases:</div><div>·     <strong>Fase de alerta:</strong> É uma fase relativamente rápida que ocorre logo após o estímulo dos fatores estressores. Ao perceber esse estímulo, o corpo prepara uma resposta, a qual não será mantida por muito tempo. Nessa fase, há a participação do sistema nervoso simpático.</div><div>·     <strong>Fase de resistência:</strong> nessa fase, o corpo tenta manter-se em equilíbrio, e as manifestações agudas desaparecem. Nesse ponto, surgem sinais de desgaste, e o organismo torna-se mais suscetível a doenças e outros problemas mentais, físicos e emocionais.</div><div>·     <strong>Fase de exaustão: </strong>é quando todos os sintomas estão mais intensos. Nesse momento, são observadas <strong>as dificuldades para dormir, o isolamento social, queda de cabelo, problemas sexuais e irritabilidade.</strong> Quando prolongada, essa fase pode desencadear ainda problemas mais graves, como<strong> doenças cardíacas, depressão e úlceras.</strong></div><div>·      </div><div><strong>Agentes estressores</strong></div><div>Vários são os agentes estressores, isto é, os eventos ou estímulos que provocam o estresse. Na literatura, eles aparecem em três grupos: <strong>acontecimentos vitais, acontecimentos diários menores e situações de tensão crônica.</strong></div><div>Os<strong> acontecimentos vitais</strong> são aqueles que envolvem acontecimentos marcantes da vida, que podem ou não ser controlados pela pessoa. Como exemplo, podemos citar o casamento ou a separação, um novo emprego, acidentes, <a href="https://brasilescola.uol.com.br/biologia/estresse-na-gravidez.htm">gravidez</a>, entre outras mudanças que podem ocorrer na vida de uma pessoa.</div><div>Os<strong> acontecimentos diários menores</strong> dizem respeito a situações do dia a dia que afetam de forma significativa a sua vida. Um vizinho barulhento, o trânsito caótico das grandes cidades, o latido de cachorros, grandes filas e outras situações cotidianas estressantes são exemplos desses acontecimentos.</div><div>Por fim, o grupo das <strong>situações de tensão crônica</strong> refere-se àquelas que permanecem por muito tempo e geram estresse intenso. Os relacionamentos abusivos, em que uma pessoa é submetida a anos de agressões psicológicas, ou até mesmo físicas, podem ser exemplos desse tipo de situação de tensão crônica.</div><div> </div><h1>Depressão</h1><div>Muitas pessoas pensam que uma pessoa com <a href="https://brasilescola.uol.com.br/doencas/depressao-2.htm">depressão</a> está apenas triste e que aquele momento logo irá passar se a pessoa apresentar força de vontade. Entretanto, o que muitos ignoram é que a <strong>depressão é uma doença grave e que vai muito além de uma simples variação de humor por causa dos acontecimentos do dia a dia.<br></strong><br><strong>Mas, afinal, o que é a depressão?</strong></div><div><strong>A </strong><a href="https://brasilescola.uol.com.br/biologia/depressao.htm"><strong>depressão</strong></a><strong> é uma doença que causa transtorno mental e é influenciada por uma série de fatores, desde fatores genéticos até acontecimentos traumáticos e consumo de </strong><a href="https://brasilescola.uol.com.br/drogas/"><strong>drogas</strong></a><strong>.</strong> Geralmente pessoas com esse problema apresentam uma perda de prazer por suas atividades rotineiras, sentimentos de angústia e até mesmo vontade de colocar fim na sua própria vida.</div><div>A depressão apresenta sintomas intensos que comprometem a vida do paciente em diferentes esferas, desde a profissional até a pessoal. Diferentemente da <a href="https://brasilescola.uol.com.br/psicologia/tristeza-depressao.htm">tristeza</a>,<strong> a depressão necessita de apoio especializado</strong>, não acabando por si só como quando vivemos uma situação que nos abala por um curto período de tempo.<br> <br> <strong>Quais são os sintomas de uma depressão?</strong></div><div>A depressão pode apresentar vários sintomas que devem ser analisados criteriosamente. Uma tristeza logo após a morte de um ente querido nem sempre é uma depressão.<strong> Na maioria dos casos, a tristeza não impede uma pessoa de realizar suas atividades diárias, uma condição comum em depressivos.</strong></div><div><strong>Como sintomas da depressão, podemos citar:</strong></div><div>·     <em>Sentimento de tristeza, vazio, aflição, preocupação e receios infundados;</em></div><div>·     <em>Insegurança, medo e ansiedade;</em></div><div>·     <em>Baixa autoestima e sentimento de rejeição;</em></div><div>·     <em>Pessimismo e falta de fé (não apenas religiosa, como também nas pessoas e nos tratamentos que estão sendo realizados);</em></div><div>·     <em>Irritabilidade, tensão e agitação;</em></div><div>·     <em>Vontades de </em><a href="https://brasilescola.uol.com.br/psicologia/suicidio.htm"><em>acabar com a própria vida</em></a><em>;</em></div><div>·     <em>Diminuição da energia e do prazer para realizar atividades diárias;</em></div><div>·     <em>Fadiga;</em></div><div>·     <em>Isolamento;</em></div><div>·     <em>Diminuição de apetite, sono e desejo sexual;</em></div><div>·     <em>Alterações na capacidade de concentração, raciocínio e memória.</em></div><div><strong>Vale destacar que cada pessoa apresenta sintomas diferentes que podem ou não incluir os citados acima.</strong> Entretanto, o que se tem em comum é o fato de que todos os pacientes com depressão apresentam<strong> sintomas que afetam consideravelmente sua vida diária, </strong>havendo diminuição do rendimento na escola ou no trabalho e danos até mesmo nos relacionamentos pessoais.</div><div>Vale frisar que a depressão afeta uma pessoa de diferentes formas, existindo graus mais leves e mais intensos da doença. Alguns sintomas surgem logo após alguma experiência traumática. Em outros casos, pode ocorrer sem que haja alguma relação com um fato traumático, sendo, por exemplo, desencadeada pelo estresse diário.<br> <br><strong>O que fazer em caso de depressão?</strong></div><div><strong>Caso uma pessoa apresente sintomas semelhantes aos da depressão, é fundamental que se busque ajuda especializada</strong>. Existem diversos tratamentos para a doença, tais como<strong> psicoterapia e uso de antidepressivos</strong>. Entretanto, nem sempre o paciente reconhece que apresenta o problema e cabe às pessoas à sua volta tentar ajudá-lo.</div><div>É importante que amigos e parentes evitem comentários que o façam sentir-se inferiorizado e estimulem à procura de apoio médico e psicológico. É muito comum o paciente com depressão ouvir frases que indicam que ele é muito fraco para vencer a doença, que é incapaz e até mesmo que a depressão não passa de desculpa para justificar a preguiça. Entretanto, nada disso é verdade e ajuda apenas a aumentar o problema do depressivo.<br><br></div><div>O importante é que pessoas próximas ao paciente com depressão tentem mostrar que se importam com ele e com seus problemas, nunca menosprezando o que ele sente. É importante salientar como aquele processo está influenciando sua vida e os prejuízos que estão sendo causados, estimulando-o a procurar ajuda.<br><br></div><div><strong>Estima-se que 80% das pessoas com depressão apresentem pensamento suicida e cerca de 10% a 15% dos depressivos suicidam-se.</strong> Sendo assim, é importante que as pessoas próximas estejam atentas a sinais que possam indicar essa possibilidade.</div><div><strong>ATENÇÃO:</strong> <em>Não julgue uma pessoa sem conhecer realmente o que se passa em sua vida. Às vezes a causa do sentimento de tristeza pode ser mais complicada da que se imagina!</em></div><div> <br><br></div><div>Referencias :<br><br></div><div>SANTOS, Vanessa Sardinha dos. "Setembro Amarelo"; <em>Brasil Escola</em>. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/saude/setembro-amarelo.htm. Acesso em 30 de setembro de 2020.<br><br></div>]]></description>
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