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      <title>Diagnóstico diferencial dos nódulos hepáticos by ROBERTA WANDERLEY NOGUEIRA</title>
      <link>https://padlet.com/roberta2017280080/trabalhoimagens</link>
      <description>Métodos avaliativos do Fígado- Grupo B2</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-10-26 00:49:09 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2026-01-30 10:36:50 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Nódulo de regeneração (Cirrótico)</title>
         <author>roberta2017280080</author>
         <link>https://padlet.com/roberta2017280080/trabalhoimagens/wish/860134110</link>
         <description><![CDATA[<div>Lesão não tumoral que se desenvolve no fígado cirrótico. Caracteristicamente<br>Circundado por septos fibrosos, podendo progredir para nódulo displásico ou carcinoma hepatocelular. <br>Distingue-se do nódulo hiperplásico regenerativo que se desenvolve no fígado sem fibrose e é circundado por parênquima hepático normal. <br><br>São classificados segundo o tamanho em: micronódulos (&lt;0,3cm), macronódulos (&gt;0,3cm) ou nódulos gigantes (&gt;5cm)<br><br><mark>Na USG abaixo: nódulo hiperecogênico e bem delimitado em LHE (A). Sem distorção de vasos e ramo portal visualizado dentro da lesão (B). </mark><br><br><strong>Na USG eles se apresentam geralmente por seres nódulos hipoecogênicos, podendo ser também isoecogênicos, mistos ou infrequentemente hiperecogênico. </strong><br><br>- ROCHA, S. M. S. et al,.  Lesões hepáticas hiperecogênicas focais em crianças: muito além dos hemangiomas – ensaio iconográfico. <strong>Radiol Bras.</strong> 2020.  <br> </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-26 01:13:51 UTC</pubDate>
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         <title>Hepatocarcinoma (HCC) </title>
         <author>roberta2017280080</author>
         <link>https://padlet.com/roberta2017280080/trabalhoimagens/wish/860157318</link>
         <description><![CDATA[<div>Neoplasia maligna agressiva com ↑ morbi-mortalidade. Geralmente decorre como complicação da cirrose. <br><br><strong>USG</strong>-&gt; Sensibilidade (60-80%) e Especificidade (&gt; 90%) em pacientes com cirrose. É o método de escolha para rastreamento de HCC<br><br><mark>TC com contraste EV e/ou RNM de abdome-&gt; Diagnóstico DEFINITIVO. </mark><br>* Evidencia realce na fase arterial (hiperdensidade- Wash in) e atenuação nas fases portal e tardia (isodenso em relação ao parênquima hepático- Wash out). <br><strong>TC</strong>- S (68%) e E (93%)<br><strong>RM</strong>- S (81%) e E (85%)<br><br>Tem invasão da veia porta e/ou AFP aumentado. <br><em>Exames adicionais:</em><br>- Laboratoriais<br>- EDA<br>- Cintilografia óssea<br><br>- CHEDID, Marcio F. et al . Carcinoma hepatocelular: diagnóstico e manejo cirúrgico. <strong> ABCD, arq. bras. cir. dig.</strong>, São Paulo,  2017. Disponível em &lt;http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0102-67202017000400272&amp;lng=en&amp;nrm=iso&gt;.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-26 01:28:22 UTC</pubDate>
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         <title>Hepatocarcinoma (HCC)</title>
         <author>maria2017113135</author>
         <link>https://padlet.com/roberta2017280080/trabalhoimagens/wish/863274620</link>
         <description><![CDATA[<div>Aproximadamente 75% dos hepatocarcinomas são vistos como nódulos hipoecogênicos na ecografia realizada como screening em pacientes com hepatopatia crônica. Entretanto, o aspecto da lesão na ultrassonografia <strong>não é patognomônico</strong> e lesões menores que 10mm podem ser vistas como imagens hiperecogênicas devido à presença de células adiposas dentro do tumor. Nódulos menores que 10-20mm possuem o suprimento vascular principalmente por ramos portais e, à medida que o tumor cresce, a vascularização principal do nódulo se dá através dos ramos da artéria hepática. Essa caracterização histológica é traduzida pelos métodos de imagem através das fases do contraste na TC, RM e/ou US com contraste.<br>--&gt; <strong>O achado de vascularização arterial com washout durante a fase portal e de equilíbrio é aceito ser específico para o diagnóstico de CHC</strong> (entretanto, nódulos <strong>menores que 20mm raramente</strong> apresentam esse achado característico por ser, com frequência, hipovasculares). <br><br>- TRENNEPOHL, T.C et al. Avaliação radiológica das neoplasias hepáticas primárias. Disponível em: &lt;<a href="http://docs.bvsalud.org/biblioref/2018/03/881495/avaliacao-radiologica-das-neoplasias-hepaticas-primarias.pdf">http://docs.bvsalud.org/biblioref/2018/03/881495/avaliacao-radiologica-das-neoplasias-hepaticas-primarias.pdf</a>&gt;.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-26 19:11:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Hepatocarcinoma (HCC)</title>
         <author>maria2017113135</author>
         <link>https://padlet.com/roberta2017280080/trabalhoimagens/wish/863299162</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>USG</strong>-  Lesão normalmente é heterogênea em decorrência de seus componentes variados (necrose, gordura, componente sólido), sendo difícil diferenciá-la de lesões também heterogêneas como o adenoma. Pode ser identificado um halo hipoecoico, traduzindo fibrose. Ao estudo com ecodoppler, há áreas de hipervascularização esparsas na lesão. <br><br><strong>TC</strong>-  A grande característica do carcinoma hepatocelular é sua cinética de impregnação, sendo que apresenta importante realce heterogêneo na fase arterial, com “washout” rápido pelo meio de contraste, tornando-se iso a hipodensa na fase venosa. Em 60 a 82% dos casos, as lesões apresentam cápsula fibrosa que se impregna pelo meio de contraste na fase tardia.<br><br><strong>RNM</strong>-  A principal característica é a cinética de realce pelo gadolínio, que se dá de forma semelhante ao descrito na TC. Outra característica marcante é a hiperintensidade em T2. Em T1, a lesão normalmente é hipointensa, mas podem aparecer áreas hiperintensas relacionadas a sangramento ou calcificações. A RM tem capacidade de diferenciar nódulos regenerativos e displásicos de carcinomas hepatocelulares. Os nódulos regenerativos podem aparecer hipointensos em T1 e T2 em virtude de seu conteúdo siderótico. Os nódulos displásicos tendem a apresentar hiperintensidade de sinal em T1 e hipo em T2. Um achado clássico de alerta à RM é o sinal do “nódulo dentro do nódulo”, em que, na sequência ponderada em T2, se identifica um pequeno nódulo hiperintenso (HCC) dentro de um nódulo hipointenso (displásico). <br><br><mark>Seguem abaixo imagens do CHC <br>1- USG; <br>2- TC- (A)</mark><em><mark>Calcificações esparsas em volumoso Hepatocarcinoma Multicêntrico.</mark></em><strong><em><mark> <br>(B)</mark></em></strong><em><mark> Melhor identificado após injeção endovenosa de contraste.</mark></em><mark>; 3- RNM</mark><br><br>- TRENNEPOHL, T.C et al. Avaliação radiológica das neoplasias hepáticas primárias. Disponível em: &lt;<a href="http://docs.bvsalud.org/biblioref/2018/03/881495/avaliacao-radiologica-das-neoplasias-hepaticas-primarias.pdf">http://docs.bvsalud.org/biblioref/2018/03/881495/avaliacao-radiologica-das-neoplasias-hepaticas-primarias.pdf</a>&gt;.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-26 19:18:05 UTC</pubDate>
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         <title>Metástases Hepáticas</title>
         <author>miltonsantos1994</author>
         <link>https://padlet.com/roberta2017280080/trabalhoimagens/wish/863463358</link>
         <description><![CDATA[<div>O Fígado é o órgão do corpo humano mais atingido por metástases, principalmente por tumores do trato gastrointestinal. <br>A maior parte - 80% - das metástases hepáticas são hipovasculares, nesses casos os vasos são encontrados apenas nas periferias das lesões. Quando a metástase é hipervascular os exames de imagem com contraste evidenciam lesões com enchimento homogêneo na fase arterial. Como característica comum, os nódulos hipo/hipervasculares possuem menor densidade em relação ao parênquima adjacente nas fases tardias do exame. É comum que as lesões só sejam encontradas nas fases tardias da imagem. <br><br>- BRANCO, Fernanda.  Diagnóstico Diferencial de Nódulo Hepático. 2009. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-26 20:07:45 UTC</pubDate>
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         <title>Metástases Hepáticas</title>
         <author>tiffany2017113108</author>
         <link>https://padlet.com/roberta2017280080/trabalhoimagens/wish/864126863</link>
         <description><![CDATA[<div>A detecção e a caracterização precisa das metástases hepáticas são fundamentais para planejar o tratamento e melhorar os resultados terapêuticos. <br>Os exames de imagem necessários para estabelecer a extensão da doença são a TC helicoidal de abdome ou a RM do abdome, associadas à TC de tórax. Recentemente, a combinação da PET com a TC possibilita correlacionar o achado anatômico com uma informação funcional relativa à atividade metabólica do tecido.  </div><div><br></div><div><strong>Ultrassonografia</strong></div><div>Tem sensibilidade limitada para a detecção de metástases hepáticas. A maioria das metástases não detectadas pela USG são pequenas (menos de 1 cm) ou isoecogênicas. O aspecto ultrassonográfico mais característico é o de lesão hipoecogênica ou isoecogênica ao parênquima, circundada por halo hiperecogênico, o que confere à lesão o aspecto “em alvo” ou “em olho de boi”.</div><div><br></div><div><strong>Tomografia Computadorizada</strong></div><div>É um dos principais métodos de imagem para o rastreamento de metástases hepáticas no paciente oncológico, por oferecer elevada resolução espacial, sensibilidade e especificidade na detecção e na caracterização de lesões focais hepáticas. </div><div>A maioria das metástases é hipovascular e apresenta-se como nódulos hipodensos na fase portal com realce heterogêneo ou anelar pelo meio de contraste. Algumas neoplasias podem originar metástases hepáticas hipervasculares, muitas vezes identificadas exclusivamente na fase arterial. Pequenos nódulos hipodensos, especialmente com menos de 1 cm, podem ser de difícil caracterização na TC.<br><br><strong>Ressonância Magnética</strong></div><div>A RM é significativamente mais sensível à detecção de metástases hepáticas do que a TC e PET.</div><div>Na fase hepatobiliar, as áreas normais do fígado exibem realce devido à captação pelos hepatócitos de cerca de 50% da dose injetada, enquanto as metástases hepáticas não possuem a capacidade de captação do contraste e, portanto, não se realçam. <br>A RM com agente de contraste hepatoespecífico é uma modalidade de imagem confiável, não invasiva e não ionizante, com alta sensibilidade e especificidade para detecção de metástases hepáticas, portanto, indicam excelente desempenho diagnóstico. <br><br>- ROHDE, L.; OSVALDT, A.B.; Rotinas em cirurgia digestiva: 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2018. </div>]]></description>
         <pubDate>2020-10-27 01:49:42 UTC</pubDate>
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         <title>Imagem Metástases Hepáticas (TC)</title>
         <author>tiffany2017113108</author>
         <link>https://padlet.com/roberta2017280080/trabalhoimagens/wish/864154614</link>
         <description><![CDATA[<div>(A) Imagem de tomografia computadorizada compatível com metástases de carcinoma de cólon no fígado e no baço (setas). <br>(B) A correlação com a tomografia por emissão de pósitrons demonstra aumento do metabolismo das lesões no lobo direito do fígado e no baço.<br><br>- ROHDE, L.; OSVALDT, A.B.; Rotinas em cirurgia digestiva: 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2018. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-27 02:06:45 UTC</pubDate>
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         <title>Imagem Metástases Hepáticas (RM)</title>
         <author>tiffany2017113108</author>
         <link>https://padlet.com/roberta2017280080/trabalhoimagens/wish/864161369</link>
         <description><![CDATA[<div>Metástases hepáticas na ressonância magnética com contraste hepatoespecífico.<br>Metástases de carcinoma colorretal em paciente previamente submetido a metastasectomias: (A) ressonância magnética na sequência de difusão com restrição à difusão em duas lesões hepáticas; (B) ressonância magnética em fase portal: padrão hipovascular de realce das lesões hepáticas; e (C) fase hepatobiliar: ausência de captação do contraste pelas metástases e captação heterogênea do parênquima hepático (asterisco). <br>Metástase de carcinoma escamoso de esôfago: (D) restrição à difusão; (E) padrão hipovascular de realce, na fase portal; e (F) fase hepatobiliar: ausência de captação do contraste pela metástase.<br><br>- ROHDE, L.; OSVALDT, A.B.; Rotinas em cirurgia digestiva: 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2018. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-27 02:10:41 UTC</pubDate>
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         <title>Caracterização da vascularização </title>
         <author>tiffany2017113108</author>
         <link>https://padlet.com/roberta2017280080/trabalhoimagens/wish/864399012</link>
         <description><![CDATA[<div>Inicialmente se utiliza a US para a detecção de uma lesão hepática focal, posteriormente as técnicas mais usadas para caracterização da vascularização dos nódulos são TC com contraste e RM com gadolíneo.  <br>Algumas lesões focais benignas e malignas podem ser contrastadas na fase arterial, portanto, a principal diferença na característica desses nódulos é identificada na fase tardia. Lesões malignas são predominantemente hipodensas, enquanto os tumores benignos são hiper ou isodensos em relação ao parênquima adjacente na fase tardia. Com o desenvolvimento dos novos agentes de contraste na US, é possível a caracterização contínua da vascularização das lesões hepáticas, em tempo real, das fases arterial, portal e tardia, com acurácia próxima à da TC. <br>A característica das lesões focais com US com contraste pode ser vista no quadro abaixo. <br><br>OBS: O valor da biópsia hepática é limitado no diagnóstico das lesões focais hepáticas benignas,  já que uma área de transformação maligna em um adenoma pode não ser demonstrada em um fragmento de biópsia, levando a diagnóstico falso-negativo. Hemangiomas, por ser hipervascularizados, dependendo da sua localização, podem sangrar durante a punção. Adenomas e HNF são nódulos compostos por hepatócitos normais, achado que pode não diferenciar ambas as lesões ou ser diagnosticado como um parênquima normal, dependendo da amostra coletada.<br><br>- BRANCO, Fernanda.  Diagnóstico Diferencial de Nódulo Hepático. 2009. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-27 04:46:39 UTC</pubDate>
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         <title>Hemangioma</title>
         <author>tiffany2017113108</author>
         <link>https://padlet.com/roberta2017280080/trabalhoimagens/wish/864460929</link>
         <description><![CDATA[<div>Tumor hepático benigno mais comum, achado frequentemente de forma acidental nos exames de imagem.<br>A US é suficiente para estabelecer o diagnóstico de hemangioma quando o aspecto for típico em uma lesão com menos de 3 cm, na ausência de hepatopatia crônica ou em contexto oncológico, caso contrário, a avaliação por imagem deve prosseguir com método que utilize agente de contraste intravenoso.<br><br><strong>Ultrassonografia</strong><br>O aspecto de nódulo hiperecogênico homogêneo e bem delimitado com reforço acústico posterior e sem sinal vascular é altamente sugestivo de hemangioma.<br><br><strong>Tomografia computadorizada</strong><br>Apresenta cinética de realce característica globular periférica descontínua nas fases<br>arterial e portal, preenchimento centrípeto progressivo e persistência do realce na fase de equilíbrio/tardia, observando-se paralelismo do realce em comparação à aorta nas diferentes fases pós-contraste. Quando típico, o aspecto demonstrado na TC é suficiente e não justifica a realização de outro método de imagem.<br><br><strong>Ressonância Magnética</strong><br>Possui sensibilidade e especificidade superiores a 90% no diagnóstico de hemangioma, sendo o método de escolha para caracterização da lesão, principalmente hemangiomas com aspecto ultrassonográfico e tomográfico atípico. <br>São hipointensos em T1, fortemente hiperintensos em T2  e demonstram cinética de realce semelhante ao realce pelo contraste iodado na TC.<br>Lesões pequenas podem apresentar realce arterial homogêneo, dificultando o diagnóstico diferencial com outros tumores hipervasculares primários e secundários. <br><br>- ROHDE, L.; OSVALDT, A.B.; Rotinas em cirurgia digestiva: 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2018. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-27 05:22:19 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Imagem Hemangioma</title>
         <author>tiffany2017113108</author>
         <link>https://padlet.com/roberta2017280080/trabalhoimagens/wish/864466938</link>
         <description><![CDATA[<div><mark>FIGURA: Hemangioma na ressonância magnética e na tomografia computadorizada. </mark></div><div>(A) Ressonância magnética T2 com supressão de gordura: hipersinal (seta) semelhante ao sinal do líquor e da bile (asterisco). <br>Ressonância magnética T1 pré-contraste e pós-contraste: (B) fase pré-contraste, lesão em hipossinal; (C) realce periférico descontínuo na fase arterial; (D) progressão centrípeta do realce; e (E) retenção do contraste na fase tardia. Estudo pré-contraste e pós-contraste iodado na tomografia computadorizada: (F) fase pré-contraste, lesão hipodensa; (G) fase arterial; (H) fase venosa portal; e (I) fase tardia. A cinética de realce é semelhante à observada na ressonância magnética. Ambos os métodos demonstram o paralelismo do realce do hemangioma em comparação à aorta.<br><br>- ROHDE, L.; OSVALDT, A.B.; Rotinas em cirurgia digestiva: 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2018. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-27 05:25:56 UTC</pubDate>
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         <title>Hiperplasia nodular focal </title>
         <author>ariferraz17</author>
         <link>https://padlet.com/roberta2017280080/trabalhoimagens/wish/865178945</link>
         <description><![CDATA[<div>Definida como nódulo composto por hepatócitos de aparência normal e que ocorre em fígado com aspecto histológico normal. É o segundo tumor hepático benigno mais frequente. A HNF pode ser dividida em clássica (80%) e não clássica (20%), segundo seus aspectos histológicos. A clássica apresenta três componentes: arquitetura nodular anormal, vasos malformados e proliferação de ductos biliares. A não clássica contém dois dos três componentes, incluindo a proliferação ductal. A HNF clássica geralmente é caracterizada com grande eficácia pela TC e RM. Atualmente, a TC helicoidal e especialmente a TC com múltiplas fileiras de detectores (multislice) permitem estudo hepático multifásico (contrastação hepática arterial, portal e de equilíbrio), indispensável para a avaliação da vascularização do tumor e sua correta caracterização. Os aspectos típicos da HNF na TC incluem lesão lobulada e bem delimitada, iso ou levemente hipoatenuante na fase pré–contraste, e com importante realce homogêneo na fase arterial do contraste, com clareamento (wash–out) rápido nas fases portal e de equilíbrio. Comumente é vista pequena área central estrelada que tende a se impregnar nas fases tardias (cicatriz central), composta por vasos mal formados.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-27 11:03:13 UTC</pubDate>
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         <title>Imagem Hiperplasia nodular focal </title>
         <author>ariferraz17</author>
         <link>https://padlet.com/roberta2017280080/trabalhoimagens/wish/865198082</link>
         <description><![CDATA[<div>Na RM, a HNF clássica apresenta–se como lesão ligeiramente hipointensa em T1 e com discreta hiperintensidade em T2. Em 85% das lesões é possível a identificação da cicatriz central, que se apresenta com maior sinal do que o restante da lesão nas imagens ponderadas em T2. O padrão de realce pelo meio de contraste intravenoso da HNF é semelhante ao descrito <br>na TC. Quando estas características são presentes, a especificidade diagnóstica atinge 98%<br><br>- TIFERES, Dario Ariel; D'IPPOLITO, Giuseppe. Neoplasias hepáticas: caracterização por métodos de imagem. <strong>Radiol Bras,</strong> São Paulo, v.41, n.2, p.119-127, 2008. Disponível em &lt;http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0100-39842008000200012&amp;lng=en&amp;nrm=iso&gt;. </div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-27 11:15:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Adenoma Hepático:</title>
         <author>amanda2017112835</author>
         <link>https://padlet.com/roberta2017280080/trabalhoimagens/wish/867386311</link>
         <description><![CDATA[<div>O adenoma hepático é mais comum em mulheres jovens. E despertam grande interesse em virtude do risco associado de hemorragia e de transformação maligna para carcinoma hepatocelular. <br>Os adenomas hepáticos constituem um grupo heterogêneo de lesões que apresentam características e comportamentos distintos. Os diferentes subgrupos de adenomas estão associados com diferentes complicações.<br>Um dos subtipos mais comuns é o inflamatório ou telangiectásico (40-50%), que está relacionado com a esteato-hepatite não alcoólica e com a obesidade. Os adenomas inflamatórios apresentam risco aumentado para hemorragia, sobretudo quando excedem 5 cm de diâmetro. <br><strong>US-</strong>A ultrassonografia de abdome por vezes não consegue diferenciá-lo de outras lesões benignas ou até mesmo malignas. Pode detectar lesão bem delimitada, heterogênea e com áreas de hemorragia intratumoral (calcificações e heterogeneidade) ou áreas com necrose (hiperecogenicidade).<br><strong>TC-</strong>A tomografia computadorizada de abdome revela lesão bem delimitada, com hipervascularização irregular após administração de contraste. Geralmente tem aspecto heterogêneo devido à hemorragia, necrose e fibrose.<br><strong>RM-</strong>A ressonância revela os mesmos aspectos da TC e a maioria apresenta hipersinal em T1 e T2. Pode identificar a presença de gordura no nódulo, sugerindo fortemente tratar-se de um adenoma hepático<br><br>- SZOR, Daniel José; URSOLINE, Mauricio; HERMAN, Paulo. Adenoma hepático.<strong> ABCD, arq. bras. cir. dig.</strong>,  São Paulo, 2013. Disponível em &lt;http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0102-67202013000300012&amp;lng=en&amp;nrm=iso&gt;.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-27 19:49:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Imagens de Metástases Hepáticas ao USG</title>
         <author>roberta2017280080</author>
         <link>https://padlet.com/roberta2017280080/trabalhoimagens/wish/867398314</link>
         <description><![CDATA[<div>As metástases hipoecogênicas são as mais frequentes, podendo corresponder a neoplasias mais indiferenciadas e de crescimento rápido (forma de <mark>apresentação ultrassonográfica MAIS frequente)- Imagens da primeira fileira.</mark> <br>Metástases hiperecogênicas tendem a se associar com tumores gastrointestinais. Já as metástases calcificadas são mais frequentes terem origem no estômago, ovário e mama. Por fim, as metástases hepáticas quísticas, são globalmente muito raras, podendo surgir de tumor primário quístico de ovário. <br><br>A metastização hepática pode surgir como um padrão infiltrativo DIFUSO, heterogêneo em que é mais difícil fazer a diferenciação entre as lesões individualmente. <br><br>O USG Doppler é pouco útil no diagnóstico diferencial das metástases hepáticas, em que a maioria  delas surgem  com  vascularização  escassa  ou  mesmo ausente. <br><br><mark>Enquanto isso, o padrão atípico pode ser visto nas imagens da segunda fileira. </mark><br><br>- BISPO et al,. Diagnóstico Clínico ultrassonográfico das lesões hepáticas focais. Disponível em &lt;http://grupuge.josekarvalho.net/wp-content/uploads/2018/03/bispodiagnosticoclinico-ultrassonograficodaslesoeshepaticasfocais.pdf&gt; </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-27 19:53:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Imagem Adenoma Hepático (RNM)</title>
         <author>amanda2017112835</author>
         <link>https://padlet.com/roberta2017280080/trabalhoimagens/wish/867431807</link>
         <description><![CDATA[<div>Os adenomas hepáticos do subtipo inflamatório são caracterizados por hipersinal acentuado nas imagens ponderadas em T2, assim como preenchimento arterial acentuado e relativamente persistente na fase tardia de contraste (sensibilidade e especificidade de 85,2% e 87,5%, respectivamente). Não é possível, entretanto, diferenciar esses adenomas dos do subtipo 2, com ativação da β-catenina.<br>À imagem: Adenoma hepático em ressonância nuclear magnética com contraste hepatoespecífico (ácido gadoxético). A presença de cicatriz central pode facilitar a confusão com hiperplasia nodular focal.<br><br>- Mochizuki, Miki, Hepcentro, 2018, Disponivel em &lt;https://hepcentro.com/adenomas-hepaticos/&gt;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-27 20:03:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Imagem Adenoma hepático (USG)</title>
         <author>amanda2017112835</author>
         <link>https://padlet.com/roberta2017280080/trabalhoimagens/wish/867466448</link>
         <description><![CDATA[<div>Adenoma hepático: Lesões hipoecóicas bem definidas e bem delimitadas<br><br>- Imagem retirada do site:<br>https://www.ultrasoundcases.info/files/Jpg/lbox_49894-Afbeelding1.jpg/</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-27 20:14:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Imagem Adenoma Hepático (RNM) continuação: </title>
         <author>amanda2017112835</author>
         <link>https://padlet.com/roberta2017280080/trabalhoimagens/wish/867484437</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Legenda da Imagem</strong>: RNM com adenoma e hemorragia:<br><strong> A)</strong> sequência T2 com saturação de gordura demonstrando nódulo subcapsular hepático com hiposinal (seta branca);<br><strong> B)</strong> sequência T1, fase pré-contraste, demonstrando hipersinal, indicando produtos da degradação da hemoblogina;<br><strong> C) </strong>sequência T1, pós-contraste na fase arterial, demonstrando contrastação da lesão (seta preta) e ausência de contrastatação em lesão do tipo hematoma subcapsular (seta branca)<br><br>- AMICO, Enio Campos et al . Lesão hepática hipervascular em fígado radiologicamente normal.<strong> ABCD, arq. bras. cir. dig.</strong>, São Paulo, v.30, n.1, p.21-26, Mar. 2017. Disponível em &lt;http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0102-67202017000100021&amp;lng=en&amp;nrm=iso&gt;.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-27 20:20:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Hepatocarcinoma fibromalelar</title>
         <author>maria2017113135</author>
         <link>https://padlet.com/roberta2017280080/trabalhoimagens/wish/867550326</link>
         <description><![CDATA[<div>O hepatocarcinoma fibrolamelar é um subtipo distinto de CHC que geralmente não está associado com doença hepática crônica. É um tumor indolente com bom prognóstico, em contraste com o CHC. <br>Geralmente ocorre em pacientes mais jovens com uma predominância do sexo feminino, mas pode ser visto em qualquer idade. <strong><br></strong>Os aspectos do carcinoma hepatocelular fibrolamelar comumente encontrados na <strong>TC e na RM incluem massas grandes solitárias (80% dos casos) em fígados não cirróticos, lobuladas e bem delimitadas, que na metade dos casos determinam dilatação das vias biliares. <br><br>Após injeção intravenosa do meio de contraste, apresentam realce hipervascular heterogêneo, com septos radiados e cicatriz central (70% dos casos) com componente fibrótico que se realça tardiamente, o que auxilia a distingui-lo da hiperplasia nodular foca</strong>l. As metástases ocorrem em 30% dos casos, sendo mais frequentes no pulmão e na adrenal. <br>Essa lesão pode se confundir com o CHC fibrolamelar é a hiperplasia nodular focal (FNH), mas na FNH a cicatriz central é muito menor, e tanto a lesão quanto a cicatriz tem realce mais regular comparativamente com o fibrolamelar.                  É importante também fazer o diagnóstico diferencial do HCC-FL com o HCC convencional e massas hepáticas benignas, como o adenoma hepático, pois a conduta de cada doença é diferente. <br><br><mark>Imagem abaixo: <br>TC sem contraste (A) e as fases arterial (B) e de equilíbrio (C) mostram volumosa massa no lobo hepático direito, discretamente hipodensa, com calcificações puntiformes centrais e apresentando realce hipervascular heterogêneo, com aspecto progressivo na sua região central e com áreas de necrose de permeio.</mark><br><br>- JR, E. J.  Diagnóstico por imagem das lesões hepáticas focais. Disponível em: &lt;file:///C:/Users/Gabriel/Downloads/Diagno%CC%81stico%20por%20imagem%20das%20leso%CC%83es%20hepa%CC%81ticas%20focais.pdf&gt;.<br><br>- PEDRASSA, B. C. et al. Tumores hepáticos incomuns: ensaio iconográfico - Parte 1. <strong>Radiologia brasileira</strong>, 2014. Disponível em: &lt;http://www.rb.org.br/detalhe_artigo.asp?id=2560&amp;idioma=Portugues&gt;.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-27 20:43:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Adenoma (TC):</title>
         <author>amanda2017112835</author>
         <link>https://padlet.com/roberta2017280080/trabalhoimagens/wish/867566716</link>
         <description><![CDATA[<div><mark>Figura 1: TC helicoidal com contraste em fase arterial: Presença de massa hepática hiperdensa que capta contraste de forma heterogênea <br>Figura 2: Tomografia Helicoidal com contraste, em fase de equilíbrio: presença de massa isodensa com fina capsula hiperdensa periférica</mark><br><br><br>- PALOMO SANCHEZ, J. C. et al,. Adenoma hepático.<strong> Oncología (Barc.)</strong>, v.27, n.5, p.45-48, 2004.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-27 20:49:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>LI-HADS</title>
         <author>miltonsantos1994</author>
         <link>https://padlet.com/roberta2017280080/trabalhoimagens/wish/867794187</link>
         <description><![CDATA[<div>O LI-RADS é um sistema usado para sistematizar a classificação de lesões no fígado, sua aplicação é indicada em pacientes com cirrose ou portadores crônicos de hepatite B sem cirrose. As categorias LI-RADS vão refletir a probabilidade da um achado ser um hepatocarcinoma, os achados podem ser caracterizados como LR-1 até LR-5, outras categorias adicionais são: LR-TIV, quando o tumor está na veia; LR-M, quando o tumor é maligno, mas não hepatocarcinoma; LR-TR, quando trata-se de hepatocarcinoma tratado; LR-NC, quando não é possível categorizar, pois a qualidade técnica da imagem não permite a avaliação de lesões por suas características maiores. As características maiores geralmente encontradas em pacientes que possuem cirrose e hepatocarcinoma são: 1- Hiper sensibilização na fase arterial do exame de uma lesão sem bordas definidas maior do que o fígado circundante, o hepatocarcinoma não possui uma borda bem definida sensibilizada pele contraste. 2- Ausência de washout periférico, é caracterizada por uma diminuição na atenuação das periferias na fase tardia do exame. 3- Capsula de característica lisa, com bordas uniformes em torno de quase todas as observações (fases do exame contrastado). 4- Tamanho, lesões grandes tem uma maior chance de ser um hepatocarcinoma do que as menores. 5- Crescimento do limiar de crescimento, identificado por um aumento de 50% ou mais do tamanho da lesão em 6 meses de acompanhamento.<br><br>- ELSINGER, Frederieke; LUNT, Christoher; HARRIS, Alison; CHANG, Silvia. LI-RADS Liver Imaging Reporting And Data System. The Radiology Assistant, 2020. Disponível em &lt;https://radiologyassistant.nl/abdomen/liver/li-rads&gt;</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-27 22:45:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Hepatocarcinoma fibromalelar</title>
         <author>maria2017113135</author>
         <link>https://padlet.com/roberta2017280080/trabalhoimagens/wish/867911186</link>
         <description><![CDATA[<div>Mais detalhes dos achados dos exames de imagem: <br>--&gt; Calcificações são mais bem avaliadas pela TC e são vistas em cerca de 50% dos casos, quase que exclusivamente na região da cicatriz central.<br>--&gt; Os estudos dinâmicos com meios de contrastes intravenosos evidenciam vascularização preferencialmente arterial, heterogênea. Nas imagens tardias há uma tendência de impregnação persistente da cicatriz central, o que denota o componente fibroso de tal região.<br>--&gt; Na RM, o tumor geralmente apresenta hipossinal em T1 e hipersinal heterogêneo em T2, sendo que a cicatriz central possui hipossinal em T2. Tal aspecto ajuda na diferenciação de outros tumores que podem apresentar cicatriz central, especialmente a HNF, na qual a cicatriz central apresenta hipersinal nas imagens de RM ponderadas em T2.<br><br>- TIFERES, Dario Ariel; D'IPPOLITO, Giuseppe. Neoplasias hepáticas: caracterização por métodos de imagem. <strong>Radiol Bras,</strong> São Paulo, v.41, n.2, p.119-127, 2008. Disponível em &lt;http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0100-39842008000200012&amp;lng=en&amp;nrm=iso&gt;. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-27 23:59:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Nódulo macrorregenerativo ou displásico</title>
         <author>maria2017113135</author>
         <link>https://padlet.com/roberta2017280080/trabalhoimagens/wish/867936765</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>São lesões pré-malignas que representam um estágio intermediário na hepatocarcinogênese no fígado cirrótico.</strong> Os nódulos macrorregenerativos (NMR) são nódulos benignos que se formam através da regeneração tecidual na cirrose. No entanto, alguns NMR <strong>podem ser a etapa inicial do desenvolvimento do CHC</strong>, evoluindo  para nódulos displásicos de baixo grau, alto grau e CHC bem diferenciado. Os nódulos displásicos podem conter focos de CHC. <br><strong>O aporte sanguíneo é geralmente do sistema venoso porta, mas uma minoria pode também ser irrigada pela circulação arterial hepática.</strong> <br><br>Quanto ao diagnóstico, <mark>os exames de imagem têm baixa sensibilidade e especificidade na detecção e caracterização dos NMR e displásicos.<br></mark>Na <strong>USG </strong>os nódulos displásicos em geral,<strong> são lesões &lt; 2cm de diâmetro, podem ser hiper, iso ou hipoecogênicos e a ecogenicidade dessas lesões é correlacionada com o seu conteúdo de gordura, mas não com o seu grau de diferenciação.</strong> Os achados ultrassonográficos dessas lesões são similares e o diagnóstico diferencial entre NMR, nódulos displásicos e CHC bem diferenciado é muito difícil. Na USG com contraste, bem como na TC e RNM, os NMR ou displásicos com marcada redução do fluxo sanguíneo portal podem mimetizar o comportamento dos nódulos malignos na fase portal e tardia, aparecendo como lesões hipoecogênicas, tornando impossível distingui-los de CHC bem diferenciado pelos métodos de imagem, em pacientes com hepatopatia crônica.<br>Na <strong>TC</strong> estudo dinâmico é de difícil visualização, sendo isodensos na fase arterial e portal. <br>Na<strong> RNM </strong>são hiperintensos em T1 e iso/hipointensos em T2. <br><br>- BRANCO, F. 2009. Diagnóstico diferencial de nódulo hepático.<br>- VAZ, O. CHC no fígado cirrótico em TC e RM: espectro imagiológico dos nódulos relacionados com cirrose. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-28 00:14:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Nódulo displásico com foco em CHC</title>
         <author>maria2017113135</author>
         <link>https://padlet.com/roberta2017280080/trabalhoimagens/wish/867983820</link>
         <description><![CDATA[<div>O desenvolvimento de CHC dentro de nódulos displásicos de alto grau podem ser vistos com o aspecto nódulo‐dentro‐de‐nódulo, com foco hiperintenso em T2 dentro do nódulo de característica displásica. <br><br>Na RNM: "aspecto de nódulo dentro de nódulo"<br>- Foco de hipersinal num nódulo com hipossinal em T2.<br>- Após contraste: área de realce na fase arterial.<br><br>- VAZ, O. CHC no fígado cirrótico em TC e RM: espectro imagiológico dos nódulos relacionados com cirrose. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-28 00:40:41 UTC</pubDate>
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