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      <title>Na minha pele by Vanessa SIMON DA SILVA</title>
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      <description>O projeto “Autobiografia” trata as identidades de diversos autores. Busca refletir sobre questões como sua etnia e raça, assim como o ponto de vista das diversas identidades na sociedade, ou seja, o preconceito e hierarquias consolidadas ao longo da história.
Esse projeto pode ser relacionado ao tema identidade, pois podemos dizer que o livro traz uma perspectiva de raça.
Os integrantes de cada grupo de livro se juntavam e conversavam sobre a obra, assim como também discutiam acontecimentos semelhantes aos do livro que ocorreram com alguém ali, ou em alguma reportagem, ou com conhecidos.
Felicia M.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-11-21 22:32:07 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>SINOPSE: Lazaro Ramos, 1978</title>
         <author>vsdsilva1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Esse livro conta a história do famoso ator Lázaro Ramos, e borda assuntos sobre religião, família, aceitação, e principalmente questões raciais. Conta sobre como Lázaro lidava com a questão de ser negro, porque onde ele morava quase não tinha pessoas brancas, então ele não tinha contato com o racismo.</div><div>Lázaro nos ensinou que as pessoas negras podem sim ser os protagonistas da história, e não o vilões ou o personagens secundários.&nbsp;<br><br>Clara C.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-21 22:32:07 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Tanto que a criança, quando é bebê, começa a brincar com o pezinho para saber onde começa, para ter a noção do seu tamanho. Ou seja, a gente não tem, a priori, uma referência. Quem nos dá essa referência é a cultura. &quot;</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/vsdsilva1/sgb09g9zsyfqwdaw/wish/1905874381</link>
         <description><![CDATA[<div>Justificativa: Nesse trecho e, principalmente nesse capítulo, temos uma reflexão muito importante sobre o quão necessárias são as referências constitutivas da noção de si. Nele, o autor consegue discutir bem a questão racial do ponto de vista das referências de uma pessoa negra em um mundo ''dominado'' pelos brancos. Acho que por isso esse trecho é muito importante para o livro.<br><br><strong>Antonio Vidal</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-22 11:34:49 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Conhecer o candomblé me ajudou a entender uma forma de organização social que esteve muito presente na minha infância. (...) Ela me chamou atenção para a estrutura familiar do Candomblé, que reverencia a experiência dos mais velhos. É uma religião que dá ênfase à hierarquia, ao respeito e solidariedade, justamente os valores que recebi de Dindinha. Além da relação com as folhas e a natureza, claro.  </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/vsdsilva1/sgb09g9zsyfqwdaw/wish/1905981580</link>
         <description><![CDATA[<div>Este trecho trata bastante da relação e&nbsp; admiração pelo candomblé. Além disso, Lázaro aborda a tradição praticada&nbsp; nesta religião e que infelizmente muitos acabam não compreendendo, ou seja, geralmente pessoas que fazem parte do candomblé sofrem com a intolerância religiosa, já que muitos não sabem respeitar essa religião e não conhecem o quão bonita e cheia de experiências boas ela pode ser.&nbsp; <br><br><strong>Ana Paula Velozo</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-22 12:44:56 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>&quot;Comecei por algo que, a princípio, parece banal. Os produtos, incluindo material audiovisual para crianças, que contemplam  o negro e suas representações.&quot;</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/vsdsilva1/sgb09g9zsyfqwdaw/wish/1906309170</link>
         <description><![CDATA[<div>Justificativa: A relação de Lázaro com seus filhos é uma coisa muito importante, porque ele conta que sempre quis mostrar para seus filhos que a pessoa negra pode sim ser a protagonista, e não um vilão. Ele explica sobre o racismo, e fala que seus filhos, sendo negros, vão sofrer isso, mas não quer dizer que haja algo de errado com eles. Além de ensinar sobre as questões raciais para seus filhos, ele procura influenciar os amigos dos filhos que são brancos, a respeitarem as pessoas independente de de qualquer coisa. <br><br><strong>Clara Cordaro&nbsp;</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-22 14:58:45 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Como dizem, depois dos filhos nunca mais o sono é o mesmo.Comecei por algo que, a princípio, parece banal. Os produtos, incluindo material audiovisual para crianças, que contemplam o negro e suas representações. Meu filho nasceu depois do lançamento de produções como Karatê Kid (2010), a versão que traz Jaden Smith no papel principal; o filme franco-belga Kiriku (1998),que conta lendas africanas em que o herói é um pequeno garoto muito veloz e inteligente; Little Bill (1999-2005, 2014), série em animação cujo personagem central é um menino inspirado no ator Bill Cosby; o Homem-Aranha Negro da Marvel (2015); Doutora Brinquedos (2012-4) e tantos outros personagens criados para suprir a demanda de protagonistas negros em produções infantis. Fez diferença meu filho ter acesso a esses produtos. Hoje também existem bonecas negras (entre na internet e você encontrará algumas) e vários livros infantis que contemplam a cultura negra. Isso é um alívio.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/vsdsilva1/sgb09g9zsyfqwdaw/wish/1906331578</link>
         <description><![CDATA[<div>Escolhi o trecho porque nele Lázaro ensina para os filhos que os negros podem ser protagonistas também e que ele foi um dos primeiros atores negros.<br><br><strong>Mateus Lofrano</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-22 15:07:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;O geógrafo Milton Santos deu uma palestra em que dizia que os professores Florestan Fernandes e Octavio Ianni escreveram que o brasileiro não tem vergonha de ser racista, e sim de dizer que é racista.&quot;</title>
         <author>099271</author>
         <link>https://padlet.com/vsdsilva1/sgb09g9zsyfqwdaw/wish/1907016022</link>
         <description><![CDATA[<div>Neste trecho, podemos refletir que todos nós somos racistas de alguma maneira, assim como preconceituosos, devido a maneira que a sociedade fora construída perante os anos. Contudo, podemos dizer que há a possibilidade de melhorarmos essa situação caótica, se todos nós conversássemos a respeito, tentando aprender aquilo que é errado, passando para nossos conhecido e familiares. Entretanto, essa mudança pode ser demorada, mas que com um futuro positivamente breve, o racismo e preconceito podem diminuir e até acabar na sociedade "predominantemente" branca. <br><br><strong>Felicia Novelo&nbsp;</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-22 21:13:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;Nem tudo na vida é organizado e óbvio. A questão racial nos afeta sem às vezes nos darmos conta. Todo mundo conhece alguém que foi descriminado, mas numa roda ninguém levanta a mão para se dizer racista.&quot;</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/vsdsilva1/sgb09g9zsyfqwdaw/wish/1917603689</link>
         <description><![CDATA[<div>Justificativa: Acho um ponto mais que importante para destacarmos, principalmente hoje em dia, ontem <br>claramente as pessoas não tem vergonha de ser racista, mas dizer que é racista NINGUÉM diz. Isso só nos mostra que cada vez mais estamos longe de acabar com esse preconceito. É muito mais fácil omitirmos algo, do que lutar para que aquilo acabe de uma vez, para enfim começarmos a enxergar uma sociedade mais justa e sem termos que sacrificar diversas culturas, como se houvesse apenas uma coisa certa a ser seguida. <br><br><strong>Suzana Leal</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-29 10:50:18 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>vsdsilva1</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-11-29 10:59:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title> Mas, algumas décadas atrás, praticantes como minha tia-avó tinham dificuldades de assumir sua religião. O culto aos orixás costumava acontecer às escondidas, em sítios, longe de olhos curiosos. Dindinha só foi “feita”— isto é, passou pelo ritual de iniciação do candomblé — aos 38 anos. Ela entrou para a religião por acaso: ficou doente, tentou de tudo, mas os médicos não encontravam diagnóstico. Através da fé curou a doença que a afligia. É engraçado que até hoje ela chama o candomblé de “negócio”, “balacobaco”, mas nunca me apresentou sua crença como algo exótico. </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/vsdsilva1/sgb09g9zsyfqwdaw/wish/1918007103</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesse trecho, vemos que a Dindinha tinha dificuldade de assumir que fazia parte do Candomblé. Lázaro, ajudou ela a se identificar de todas as maneiras, inclusive em relação a sua cor de pele. Antes das apresentações de Lázaro nos teatros Dindinha usava pó de arroz para tentar disfarçar sua cor, mas com essas peças, aprendeu a se identificar e parou de usar pó de arroz.<br><br><strong>&nbsp;Clara Cordaro&nbsp;</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-29 14:19:50 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Ela, aliás, levou esse costume ao extremo: recebeu nada menos que dezenove sobrinhos na sua casa, no bairro da Federação.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Dindinha&nbsp;cuidava muito tanto das crianças, quanto da família, e de amigos e eu acho isso muito legal vc não só cuidar das crianças ou da sua família e sim de todas, então quando alguém precisava sair, e deixar a criança em casa eles chamava&nbsp; Dindinha,&nbsp; a tia do Lázaro e ela não cobrava nada dos outros.<br>&nbsp;<br><strong>Mateus Lofrano</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-29 14:42:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>“Exemplo similar ao desse vídeo e que está no nosso cotidiano - e há vários estudos e relatos sobre isso - tem a ver com a representação do &quot;ser negro&quot; na imprensa. No espaço de duas semanas, duas manchetes que devem ter passado despercebidas me relevaram muito sobre a naturalização do lugar do negro. A primeira dizia algo como, &quot;Traficante preso com trinta quilos de cocaína&quot;; a segunda, &quot;Estudante preso com trinta quilos de cocaína&quot;. Ambos tinham idades bem próximas. Um era negro, o outro era branco. Adivinha quem foi chamado de traficante e quem teve o benefício do título de estudante?&quot;</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Esse trecho só comprova mais que o racismo velado é muito mais "real" do que parece ser, dentro do nosso subconsciente já nascemos racistas, e essa é uma realidade muito complicada de inverter. A mídia é um retrato da nossa sociedade, muito provavelmente isso passou despercebido pela maioria das pessoas justamente por conta do racismo velado.<br><br><strong>Felipe Vieira&nbsp;</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-29 14:43:53 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-11-29 14:46:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;1. A mãe preta que faz tudo pelos patrões; 2. A empregada doméstica espevitada, servil, bisbilhoteira, sedutora, cômica ousubmissa; 3. O fiel amigo do jagunço (que é, na verdade, a versão masculina da empregada doméstica); 4. O escravo (um clássico, não é mesmo? Falarei mais sobre isso depois); 5. A negra fogosa e sensual; 6. O malandro; 7. O negro “perfeito”, termo  para designar o negro que se afasta de sua origem e se torna, assim, mais aceitável aos olhos dosbrancos; 8. O negro “escada”. Ele só está lá para mostrar como o personagem branco é bom, ou mau, ou mais importante que ele&quot;</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Nesse trecho ele fala sobre como os atores negros são retratados em novelas, principalmente, séries, filmes etc. Isso mostra o quanto é desvalorizado o papel do negro, sendo sempre um coadjuvante, tendo um papel que não é de tão importância. Sendo o "cãozinho" do principal, que 99% das vezes é branco.<br><br><strong>Tiago Margara&nbsp;</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-29 15:04:47 UTC</pubDate>
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         <author>099271</author>
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         <author>099271</author>
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         <author>099271</author>
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         <author>099271</author>
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         <description><![CDATA[<div>Aqui vemos o candomblé e as roupas que as pessoas usam. Podemos observar que as pessoas estão de branco, exatamente como é explicado no livro.</div>]]></description>
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         <author>vsdsilva1</author>
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         <title>Auto identificação dos alunos  </title>
         <author>099271</author>
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         <description><![CDATA[<div>113 - branco<br>25 - pardo<br>10 - amarelo<br>7 - preto<br>1 - árabe<br>1 - indígena<br>1 - descendente de indígena<br><br></div>]]></description>
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         <title>Racismo escolar</title>
         <author>099271</author>
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         <pubDate>2021-12-06 22:17:14 UTC</pubDate>
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