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      <title>O uso das Tics na Educação do mundo. by Tecnologias TFPS</title>
      <link>https://padlet.com/tfps2018/sfqpktfxv0pv</link>
      <description>Pesquisa - Araras</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-03-02 15:57:55 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2023-02-27 05:02:05 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Gostaria de começar compartilhando que, encontrei um projeto de uso de Tic&#39;s na medicina Francesa, voltada para melhoria de atendimentos e unificação médica. Achei muito interessante.</title>
         <author>EaV</author>
         <link>https://padlet.com/tfps2018/sfqpktfxv0pv/wish/239456797</link>
         <description><![CDATA[<div>Bem, sobre as Tic's na educação compartilho um trabalho que analisa a utilização das Tic's na educação no grupo de países&nbsp; Ibero Americanos e a Unesco. Onde esse grupo de países cria cartilhas parecidas, buscando dar a educação uma vantagem de ser semelhante para trocas e para poder buscar um avanço.<br><br><a href="http://periodicos.udesc.br/index.php/linhas/article/view/198472381427201383/2811">http://periodicos.udesc.br/index.php/linhas/article/view/198472381427201383/2811</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-08 00:26:16 UTC</pubDate>
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         <title>Tecnologias estão mais presentes nas salas de aula na América Latina.Investimentos, entretanto, ainda não impactam no aprendizado</title>
         <author>luizabegnami</author>
         <link>https://padlet.com/tfps2018/sfqpktfxv0pv/wish/240434521</link>
         <description><![CDATA[<div>Achei interessante a reportagem acima, retrata um balanço de como está as TICs  nos ambientes escolares da América do Sul. Temos vizinhos com propostas inovadoras, principalmente por desafiar o aluno a pensar nas soluções possíveis para problemas da comunidade utilizando-se da tecnologia como aprendizagem e desenvolvimento de projetos. No entanto, ainda permanece em menos grau nos países citados o desafio de reconfigurar o processo de formação docente para esta nova realidade.<br><br><a href="https://oglobo.globo.com/sociedade/educacao/tecnologias-estao-mais-presentes-nas-salas-de-aula-na-america-latina-16047334">https://oglobo.globo.com/sociedade/educacao/tecnologias-estao-mais-presentes-nas-salas-de-aula-na-america-latina-16047334</a><br><br> </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-10 11:11:05 UTC</pubDate>
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         <title>Chile e Uruguai investem em tecnologia em classe.</title>
         <author>manoeldamario</author>
         <link>https://padlet.com/tfps2018/sfqpktfxv0pv/wish/240479271</link>
         <description><![CDATA[<div>Gostei dessa pesquisa e queria compartilhar com vocês. Segundo dados desse artigo Chile e Uruguai estão à frente do Brasil quando o assunto é Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs) na Educação. Texto menciona que para atingir os objetivos foi preciso um envolvimento de várias áreas do governo. Além de preparar professores, alunos e famílias para receber estes computadores.</div><div> </div><div> </div><div><a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/chile-e-uruguai-investem-em-tecnologia-em-classe/n1237600374940.html"><strong>http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/chile-e-uruguai-investem-em-tecnologia-em-classe/n1237600374940.html</strong></a></div><div> <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-10 18:08:16 UTC</pubDate>
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         <title>Portugal: A utilização das TIC na Educação de Alunos com Necessidades Educativas Especiais</title>
         <author>bigotto69</author>
         <link>https://padlet.com/tfps2018/sfqpktfxv0pv/wish/240495699</link>
         <description><![CDATA[<div>Na década passada, Portugal viveu uma era de revolução tecnológica na educação. O apetrechamento informático de escolas, alunos e professores é uma realidade em ascensão, claramente potenciada pela implementação do Plano Tecnológico de Educação (PTE) que, ambicionou também a certificação em TIC de 90% dos docentes até 2010.<br>Ribeiro, Moreira e Almeida (2009) enunciam diversos estudos que exploram o potencial inclusivo das TIC. As investigações realizadas, testemunhos de professores e dos próprios alunos com NEE comprovam a vasta amplitude da aplicação das TIC, quer como TA quer como instrumento pedagógico, nas várias dificuldades que estes alunos sentem, percorrendo um espectro que percorre a deficiência física mais visível, até aos problemas emocionais e comportamentais.<br>Os professores, pela sua maior proximidade ao processo educativo, são claramente adeptos da utilização das TIC na educação inclusiva em vários estudos realizados, em particular no inquérito realizado por Benigno, Bocconi e Ott (2007) a professores italianos e por Brodin e Lindstrand (2003) a professores suecos. No primeiro estudo existe um reconhecimento de 75% dos inquiridos do potencial das TIC no favorecimento da inclusão e, no segundo, de 79%.<br>Por conseguinte, é impossível negar que as TIC apresentam numerosas vantagens para os alunos com NEE, promovendo a igualdade de oportunidades e a participação ativa destes alunos no seu processo de aprendizagem. Enquanto Tecnologias de Apoio/Ajudas Técnicas, constituem uma ferramenta que pode auxiliar no derrube e transposição de barreiras no acesso à educação, assim como, enquanto instrumento pedagógico, fomentam novas possibilidades e estratégias educativas capazes de obter mais sucesso que o simples recurso a métodos tradicionais de ensino.<br>De uma forma sintetizada e generalizada, constata-se que as TIC podem auxiliar o processo de ensino e de aprendizagem dos alunos com NEE (Sparrowhawk e Heald, 2007):<br>- Incrementando a motivação;<br>- Possibilitando ou facilitando/melhorando o acesso;<br>- Melhorando o desempenho e aumentando expectativas;<br>- Facilitando a diferenciação;<br>- Providenciando alternativas;<br>- Promovendo o envolvimento com o mundo real;<br>- Facilitando o acompanhamento e avaliação pelo professor;<br>- Apoiando o trabalho administrativo;<br>- Suportando a ligação com o lar e a comunidade.<br><br>BIBLIOGRAFIA <br>Benigno, V., Bocconi, S., &amp; Ott, M. (2007). Inclusive education: helping teachers to choose ICT resources and to use them effectively. eLearning Papers (nº 6). <br><br>Brodin, J., &amp; Lindstrand, P. (2003). What about ICT in special education? Special educators evaluate information and Communication Technology as a learning&nbsp; tool, European Journal of Special Needs Education, 2003, Vol. 18.<br><br>RIBEIRO, Jaime; ALMEIDA, Ana Margarida; MOREIRA, Antonio. A utilização das TIC na Educação de Alunos com Necessidades Educativas Especiais: resultados da aplicação piloto do inquérito nacional a Coordenadores TIC/PTE. Indagatio Didactica, 2010.<br><br>Sparrowhawk, A., &amp; Heald, Y. (2007). How to use ICT to support children with Special Education Needs. Cambridge: LDA.<br><br><a href="https://scholar.google.com.br/citations?user=rCGJbLIAAAAJ&amp;hl=pt-BR&amp;oi=sra#d=gs_md_cita-d&amp;p=&amp;u=%2Fcitations%3Fview_op%3Dview_citation%26hl%3Dpt-BR%26user%3DrCGJbLIAAAAJ%26citation_for_view%3DrCGJbLIAAAAJ%3AkNdYIx-mwKoC%26tzom%3D180">https://scholar.google.com.br/citations?user=rCGJbLIAAAAJ&amp;hl=pt-BR&amp;oi=sra#d=gs_md_cita-d&amp;p=&amp;u=%2Fcitations%3Fview_op%3Dview_citation%26hl%3Dpt-BR%26user%3DrCGJbLIAAAAJ%26citation_for_view%3DrCGJbLIAAAAJ%3AkNdYIx-mwKoC%26tzom%3D180</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-10 21:16:24 UTC</pubDate>
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         <title>AS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO (TICS) NO CONTEXTO ESCOLAR.</title>
         <author>elisantosmineira</author>
         <link>https://padlet.com/tfps2018/sfqpktfxv0pv/wish/240506618</link>
         <description><![CDATA[<div>é uma pesquisa bibliográfica que teve por objetivo investigar como a tecnologia de informação e comunicação ( TICS)&nbsp; pode e deve ser inserida na educação, já que, nossos alunos de hoje já cresceram informatizados. <br>É um trabalho que&nbsp; foi desenvolvido no sentido de que as novas tecnologias sejam vistas como mais uma ferramenta de auxilio ao processo de educação, como dinamizadora do processo de ensino e como instigadoras para a melhoria da aprendizagem.<br><br><a href="https://loja.grupoa.com.br/revista-patio/artigo/5945/o-uso-das-tecnologias-na-educacao.aspx">https://loja.grupoa.com.br/revista-patio/artigo/5945/o-uso-das-tecnologias-na-educacao.aspx</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-11 00:04:16 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>TECNOLOGIA NA EDUCAÇÃO COMO ESTRATÉGIA PARA AS ESCOLAS</title>
         <author>andraderejanee</author>
         <link>https://padlet.com/tfps2018/sfqpktfxv0pv/wish/240509248</link>
         <description><![CDATA[<div>Uma notícia que parece ser no Brasil, mas é do país onde a educação tem alcançado altos índices de aprovação. Tecnologia na Educação, com a presença do digital no dia a dia das crianças, é uma das discussões em destaque no sistema de ensino da Irlanda. O país, que em sua capital tem um hub tecnológico europeu, principalmente na área apelidada de Silicon Docks, vê esforços de vários lados em integrações do governo com empresas privadas para implementar um ensino mais digital e ensinar, cada vez mais cedo, a linguagem tecnológica.<br><br></div><div>“Você precisa ser capaz de usar um computador. Isso é chamado alfabetização digital. Todos precisam saber como usar isso. Então precisaremos inserir as crianças nas áreas STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática).” (Michael Hallissy).<br><br></div><div>Segundo Hallissy, as tecnologias digitais estão oficialmente nas escolas desde 1996, embora tecnologias de computadores existam desde a década de 1980. Porém, o uso ainda não está amplamente difundido.<br><br></div><div>“Temos evidências de que em nossas escolas a maioria dos professores não usa tecnologias digitais. Nossa missão é: se você quer um sistema de educação no topo, estamos interessados no melhor sistema educacional de qualidade e sistema de treinamento para nossos jovens, e estamos interessados em certificar de que a tecnologia deve fazer parte dela. Nossa missão é desenhar experiências de ensino mundial que atenda às necessidades da sociedade”, disse o especialista.<br><br></div><div>SIQUEIRA, Larissa. Especial da FOLHA DIRIGIDA para o InovEduc<br>&nbsp;<em>A repórter esteve na Irlanda entre abril e maio de 2016</em>. <a href="mailto:larissa.siqueira@folhadirigida.com.br">larissa.siqueira@folhadirigida.com.br</a> Disponível em <a href="http://inoveduc.com.br/">HOME</a> » <a href="http://inoveduc.com.br/materias-especiais/">MATÉRIAS</a> » TECNOLOGIA NA EDUCAÇÃO COMO ESTRATÉGIA PARA AS ESCOLAS; <a href="http://inoveduc.com.br/materias-especiais/tecnologia-na-educacao-estrategia-escolas/">http://inoveduc.com.br/materias-especiais/tecnologia-na-educacao-estrategia-escolas/</a> Acesso em 10/03/2018.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-11 00:54:11 UTC</pubDate>
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         <title>A educação híbrida no ensino superior no Canadá.</title>
         <author>almeida_lilian88</author>
         <link>https://padlet.com/tfps2018/sfqpktfxv0pv/wish/240635754</link>
         <description><![CDATA[<div>A pesquisa apresenta os pontos positivos da ofertar de um ensino híbrido nas universidades canadenses. Destaca aspectos relacionados a universalização do ensino, prática inovadoras, alta taxa de matriculas nesses cursos devido a flexibilização do ensino, melhores notas dos alunos dos cursos on-line comparados com alunos dos cursos presenciais, entre outros aspectos.&nbsp;<br><br></div><div>A pesquisa define educação híbrida como a “integração orgânica das abordagens e tecnologias presenciais e on-line meticulosamente selecionadas e complementares.” Ou seja, a educação híbrida é fazer a mesma coisa que a educação presencial, porém de maneira diferente, ela é uma inovação para repensar os cursos e o engajamento dos estudantes.<br><br></div><div>Para finalizar o texto aponta alguns desafios conceituais e práticos para a efetivação dessa política de educação híbrida, tais como: estrutura física, pessoal adequado, professores que devem reconsiderar e reformular o modo como ensinam e os estudantes que devem se comprometer com essa nova forma de aprender.<br><br></div><div>Há muito o que se fazer ainda, mas os primeiros passos já foram dados.&nbsp;<br><br></div><div><strong>Referência<br></strong><br></div><div>MATHEOS, K. Educação híbrida: a chave da inovação nas universidades canadenses. In. REALI, A. M. de M. R; MILL, D. R. S. <strong>Educação a distância e tecnologias digitais:</strong> reflexões sobre sujeitos, saberes, contextos e processos. São Carlos - SP: EdUFSCAR, 2014.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-11 21:27:38 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>A última tendência dos pais chineses: aulas de programação na pré-escola.</title>
         <author>elceschi1</author>
         <link>https://padlet.com/tfps2018/sfqpktfxv0pv/wish/240663472</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Enquanto no Brasil temos tantas dificuldades no uso das tecnologias nas escolas e precisamos formar e convencer nossos docentes para usar metodologias diferentes que envolvam recursos digitais, na China os pais já preparam seus filhos desde a tenra idade para competir no mercado de trabalho na era da informática.<br><br></div><div>Desde a pré-escola, as crianças através de um projeto da MIT Média Lab, conseguem criar objetos interativos através da programação, se tornando capazes de realizar tarefas básicas para no futuro se tornarem programadores em potencial.<br><br></div><div>Tudo começa a partir de um jogo simples no Scrath, podendo até chegar a criar jogos por conta própria.<br><br></div><div>Esse incentivo pode tornar a China em pouco tempo a nação mais inovadora em termos de software.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://educacao.uol.com.br/noticias/2015/11/18/a-ultima-tendencia-dos-pais-chineses-aulas-de-programacao-na-pre-escola.htm?cmpid=copiaecola" />
         <pubDate>2018-03-12 01:05:48 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>PROJETO DO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO DO PANAMÁ INCLUI AS TIC COMO COMPONENTE IMPORTANTE</title>
         <author>cibellealonso</author>
         <link>https://padlet.com/tfps2018/sfqpktfxv0pv/wish/240669755</link>
         <description><![CDATA[<div>As políticas relacionadas com a inclusão de TIC no setor de educação são importantes dentro do Panamá. A criação de diferentes programas que tendem a introduzir esta temática como fundamental no setor é positiva para o desenvolvimento desse país. No entanto, devem ser complementadas por diferentes regulamentações que busquem aumentar a conectividade no mercado, para alcançar assim um impacto maior na sociedade.</div><div>Nesses projetos, estão também as diferentes iniciativas que tendem a potencializar o uso das TIC em âmbitos educativos. Seja por meio da capacitação e cursos para docentes, como pela inclusão em ações que pertencem às outras áreas da educação. Como exemplo deste último item, destaca-se o programa “Aprende al Máximo”, desenvolvido pelo <a href="http://www.meduca.gob.pa/">Ministério da Educação do Panamá</a>.</div><div>O plano tem como objetivo melhorar a aprendizagem em áreas como leitura compreensiva, escrita, pensamento científico e matemático. Para que resultem em habilidades que favoreçam o desempenho de jovens e adultos na vida cotidiana, dentro e fora da vida escolar. O projeto será implementado na educação infantil. Além disso, uma parte do programa está focada nos docentes, para que possam melhorar suas práticas educativas, mediante a implementação de metodologias ativas e inclusivas.<br><a href="http://brechazero.com.br/projeto-do-ministerio-da-educacao-do-panama-inclui-as-tic-como-componente-importante/">http://brechazero.com.br/projeto-do-ministerio-da-educacao-do-panama-inclui-as-tic-como-componente-importante/</a></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-12 01:43:19 UTC</pubDate>
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         <title>Guiné Bissau e sua Faculdade de tecnologia Apropriada</title>
         <author>monicapadi</author>
         <link>https://padlet.com/tfps2018/sfqpktfxv0pv/wish/240674373</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Pessoal, não é propriamente uma notícia, mas uma iniciativa da qual fiz parte e que graças a tecnolgia na educação vem transformando vidas.&nbsp;<br>A EITA é uma faculdade de tecnologia apropriada em Guiné Bissau -Africa que conta com professores do mundo inteiro como voluntários através da educação a distancia.&nbsp; Levamos nosso conhecimento para que eles construam o deles e transformem suas vidas e das comunidades que estão inseridas.&nbsp; Sem esses cursos oferecidos, a região que se contempla, jamais teria cursos universitários.&nbsp;<br>Alguns estudantes da EITA saíram de lá para aprender um pouco mais no Brasil e assim dinamizar o conhecimento principalmente de práticas sustentáveis para melhorar a qualidade de vida dos arredores de Guiné Bissau.&nbsp;<br>Temos alunos dos mais diversos locais, idades, gêneros e com histórias de sobrevivência, resiliência e garra que nos mostram que o mundo ainda precisa de muita ajuda.&nbsp; Ainda falta muito para que a EITA seja uma referencia em tecnologia no mundo, mas com certeza é referência na comunidade da qual faz parte, mostrando para qualquer um que a boa vontade, união e compromisso, realmente faz o mundo melhor!<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="http://eita.edu20.org/" />
         <pubDate>2018-03-12 02:16:52 UTC</pubDate>
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         <title>Escola japonesa usa vídeo game portátil para ensinar ingles</title>
         <author>dossantoscrisnunes</author>
         <link>https://padlet.com/tfps2018/sfqpktfxv0pv/wish/240677226</link>
         <description><![CDATA[<div>O potencial lúdico é o arranque que faz pensar e o desafio eleva o potencial lúdico. O vídeo game utilizado na educação de forma consciente e planejada além de dinamizar os conteúdos , no processo avaliativo trata o erro como algo para melhorar e traz consigo um processo de auto avaliação. Esta estratégia da educação japonesa trouxe um olhar para uma possibilidade dinâmica e prazerosa para todas as disciplinas do currículo.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL614569-6174,00-ESCOLA+JAPONESA+USA+VIDEOGAME+PORTATIL+PARA+ENSINAR+INGLES.html" />
         <pubDate>2018-03-12 02:41:35 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Na Finlândia, alunos agora ensinam tecnologia a professores e idosos</title>
         <author>paula_cbarione</author>
         <link>https://padlet.com/tfps2018/sfqpktfxv0pv/wish/241097545</link>
         <description><![CDATA[<div><br>No pouco ortodoxo modelo de ensino que levou a Finlândia ao topo dos rankings globais de educação, uma inovadora inversão de papéis começa a tomar corpo: alunos estão dando aulas aos professores, para ensinar os mestres a otimizar o uso de tecnologias de informação e comunicação (TIC) nas escolas.<br><br></div><div><br>A notícia traz a tona questões relacionadas à formação, aperfeiçoamento e atualização de professores e como pode ser possível a inversão dos papéis, já que as crianças e adolescentes não têm medo de tentar coisas novas.<br><br></div><div><br>O projeto OppilasAgentti (“Agentes Escolares”, em tradução livre) está sendo conduzido em cerca de cem escolas finlandesas, e a ideia é levar a nova experiência a um número cada vez maior do universo de 3,450 instituições de ensino do país.<br><br></div><div><br>Trata-se de um modelo para desenvolver as competências tecnológicas não apenas dos professores, mas de toda a comunidade escolar – e também do seu entorno: os alunos da escola de escola Hämeenkylä, por exemplo, também estão dando aulas aos idosos de um asilo local, sobre como usar redes sociais, ipads e outros dispositivos.<br><br></div><div><br>A ideia de envolver os alunos na capacitação tecnológica dos mestres nasceu a partir de relatos de muitos professores, que diziam ter dificuldades em se manter atualizados com a constante evolução da era digital.<br><br></div><div><br>Os alunos do projeto StudentAgents têm entre dez e 16 anos de idade. Pelo sistema, os estudantes interessados em participar se apresentam como voluntários, e relatam suas competências e habilidades em determinadas áreas. As escolas também oferecem treinamento aos alunos, em aulas ministradas por especialistas de diferentes empresas finlandesas que revendem soluções tecnológicas para o sistema de ensino do país.<br><br></div><div><br>A partir daí, os estudantes produzem um mapeamento das necessidades digitais da escola, sob a orientação de um professor. Eles fazem então um planejamento das atividades necessárias, e passam a atuar em três frentes.<br><br></div><div><br>Na sala dos professores, os alunos dão aulas ocasionais sobre como usar diferentes dispositivos e aplicativos. Professores também podem contactar os estudantes para pedir assistência individual, a fim de solucionar pequenos problemas. E os alunos-mestres também atuam como professores assistentes nas salas de aula, para prestar ajuda tanto aos professores quanto a outros colegas de classe quando determinada lição envolve o uso de tecnologia.<br><br></div><div><br>Os estudantes do projeto também realizam webinários (seminários transmitidos via internet) para ensinar colegas de outras escolas, além de treinar crianças menores em técnicas de edição e animação de vídeos.<br><br></div><div><br>Inverter o papel tradicional dos alunos nas escolas é mais um pensamento fora da caixa do celebrado sistema finlandês, que conquistou resultados invejáveis nos rankings mundiais de educação com um receituário que inclui menos horas de aulas, poucas lições de casa, férias mais longas e uma baixa frequência de provas.<br><br></div><div><br>Um dos principais pontos do novo currículo escolar, adotado em agosto do ano passado, é fazer com que as crianças se transformem em aprendizes ativos.<br><br></div><div><strong><br>Fonte bibliográfica:<br></strong><br></div><div><br>http://www.claudiawallin.com.br/2017/11/28/na-finlandia-alunos-agora-ensinam-tecnologia-professores-e-idosos/<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-12 19:51:29 UTC</pubDate>
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         <title>Ana Carolina Kastein Barcellos                           Vejam que interesssante!O Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) anuncia os resultados da 2ª Pesquisa sobre Uso das Tecnologias da Informação e da Comunicação por Crianças no Brasil — TIC Crianças 2010.Conduzida pelo Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (CETIC.br), a pesquisa avaliou a posse e o uso das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) entre crianças de cinco a nove anos em todo o território brasileiro. De acordo com os indicadores, o acesso à Internet ainda é inferior ao uso do computador. A pesquisa revelou que 51% das crianças já usaram um computador e somente 27% declararam ter usado a Internet.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/tfps2018/sfqpktfxv0pv/wish/241138611</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Atividades que elas desenvolvem:</strong><br>“Jogos <em>online</em>” (90%) e “busca de informações para a escola” (45%) são as atividades <em>online</em> mais citadas entre as crianças de cinco a nove anos, servindo para elas como porta de entrada para o uso das TICs. Os dados revelam que as crianças também estão presentes nas redes sociais: 29% das que já usaram Internet estão no Facebook ou Orkut. Além disso, 25% trocam mensagens instantâneas e 10% declaram enviar e-mails.<br><br></div><div><strong>Telefone celular </strong><br>Mais da metade das crianças de cinco a nove anos (59%) afirmaram já ter usado um aparelho celular. Em áreas urbanas essa proporção é de 61%, enquanto na área rural é de 48%. Entre as que já usaram celular, a proporção das que o fazem para fazer ligações (64%) é inferior às que utilizam o aparelho para jogos (84%).<br><br></div><div><strong>Proteção e segurança da criança </strong><strong><em>online</em></strong><br>A pesquisa revela que 21% dos pais ou responsáveis por crianças de cinco a nove anos que usaram Internet nos três meses anteriores à pesquisa não controlam nem restringem o uso que os filhos fazem da Internet.  Entre os que o fazem, enquanto 40% conversam para orientar seus filhos sobre o uso da Internet, 15% afirmou bloquear <em>websites</em> como forma de controlar o uso das crianças."<br>Esses dados são importantes pois acabam refletindo de certa forma sobre o comportamento dos nossos alunos nas escolas. Conhecer sua cultura  e suas interações contribuem para que possamos nos apropriar das TICs na sala de aula com mais propriedade.<br>Fonte:<br>Disponível em<br><a href="http://cetic.br/noticia/pesquisa-destaca-uso-das-tics-por-criancas-brasileiras/">http://cetic.br/noticia/pesquisa-destaca-uso-das-tics-por-criancas-brasileiras/</a>. Acesso em mar 12 2018<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-12 22:05:49 UTC</pubDate>
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         <title>furtado na...Tecnologias estão mais presentes nas salas de aula na América Latina</title>
         <author>emanuelamarinho</author>
         <link>https://padlet.com/tfps2018/sfqpktfxv0pv/wish/241405840</link>
         <description><![CDATA[<div>BUENOS AIRES - No lugar do lápis e do caderno, os tablets e os smartphones aparecem cada vez mais nas salas de aula de diferentes países da América Latina. Pesquisadores apontam que este fenômeno estaria em seu impulso definitivo e que até poderia ser chamada de uma revolução tecnológica. Porém, tamanho aumento tem demonstrado carências e deficiências que a região ainda enfrenta. Entre os mais variados lugares, há iniciativas promissoras e inovadoras, mas o impacto das tecnologias no processo de aprendizagem ainda é um desafio sem resultado concreto.<br><br></div><div>Segundo o relatório do Sistema Informativo de Tendências Educativas na América Latina (SITEAL) de 2014 , a região é uma das mais ativas em termos de integração das Tecnologias da Informação e Comunicação, as TICs, mas ainda não possuiu uma boa formação de professores para a aplicação dessas plataformas. Além disso, existem problemas básicos como a universalização das práticas educativas.<br><br></div><div>Se por um lado ainda há desafios, por outro, a criatividade e a inovação, tanto no setor público como no privado, tentam superar barreiras. No Chile, por exemplo, onde pelo menos 81% dos estabelecimentos de ensino possuem acesso a internet, o site “Rede de Professores Inovadores de Educar Chile” coloca a tecnologia a serviço do ensino. Lá, profissionais de todo o país trocam métodos e experiências. Um deles é o professor de língua Roberto Flores, que, usando o Facebook, realizou um o trabalho baseado numa peça de Eugene Ionesco. Os estudantes tinham que fazer um perfil para cada personagem da história na rede social e interagir com seus pares de acordo com o texto do autor. Esta plataforma recebeu mais de 200 mil visitas em um ano e permitiu o download do material para que outros professores também pudessem utilizá-lo.&nbsp;<br><br></div><div>Outra iniciativa chilena inovadora foi feita através da Fundação Telefônica, que lançou um curso de robótica nas escolas técnicas profissionais. Além de aprender conceitos básicos de programação e eletrônica, os alunos desenvolvem competências e habilidades sociais, tais como trabalho em equipe, raciocínio crítico, entre outros. No Colégio Técnico de Las Nieves, 40 crianças construíram protótipos de uma casa automatizada sob diferentes condições climáticas. Em 2015, o projeto será expandido para regiões agrárias.<br><br></div><div>Já no Peru, os quadros interativos, os computadores e os softwares educacionais são algumas das ferramentas cada vez mais usadas em escolas. No país andino, os métodos de ensino estão passando por uma metamorfose para se adaptarem às atuais mudanças tecnológicas. Para o consultor educacional Ivan Montes, apesar do avanço, os novos dispositivos por si só não melhoram a qualidade do ensino.<br><br></div><div>— A questão é que você deve treinar professores para as ferramentas que são dadas, mas isso também não é suficiente. Um professor que não tem o hábito de leitura, que não tem o espírito de conhecimento, que não prepara as aulas, não vai tirar qualquer proveito das novas tecnologias — disse Montes.<br><br></div><div><br>&nbsp;<br><br></div><div>Além disso, grande parte das escolas públicas do país não possui sinal de internet sem fio, o que limita o uso de dispositivos.<br><br></div><div>Na Colômbia, o governo federal também atuou para unir tecnologia e educação. O projeto “Computadores para Educar” beneficiou oito milhões de crianças em seus 15 anos de existência. É um programa conjunto do Ministério da Tecnologia da Informação (MINTIC), o Ministério da Educação e empresas privadas, que visa a melhorar a conectividade das escolas públicas e fornecer computadores e tablets de qualidade.<br><br></div><div>Já na Argentina, vários projetos refletem o potencial dos avanços tecnológicos aplicados à educação. Uma das primeiras instituições que aderiu a essa nova realidade foi a escola Belgrano Day School, no bairro de Belgrano. Lá, o processo começou em 2003 com a formação de professores, implantação da conectividade e compra de equipamentos (pendrive, câmeras digitais, projetores). Isto tudo como forma de preparação para aplicar a aula virtual.<br><br></div><div>O projeto simula uma reunião entre professores e seus alunos, disponíveis 24 horas por dia, com armazenamentos de materiais, sugestões de leitura e de outros recursos.<br><br></div><div>Junto com o e-mail da escola, a aula virtual foi o principal recurso que permitiu que as crianças não perdessem dias de aulas durante a epidemia da gripe H1N1 em 2009, que forçou o fechamento da escola. Eles trabalharam de suas casas — lembra o diretor acadêmico nível primário, Andrea Pelliccia.<br><br></div><div>Apesar de todo esse investimento e da presença crescente das tecnologias nas salas de aula, a maioria das avaliações realizadas na região até o momento não identifica ganhos de aprendizado nos alunos.<br><br>* Essa conclusão final que o texto nos traz faz nos pensar que apesar das tentativas diversas de implementação do uso das Tics nas salas de aulas de diferentes países o processo ainda é tímido, resistente por alguns professores que temem sair do modelo tradicional de ensino (lousa, caderno). O relato de alguns colegas de trabalho evidencia essa situação. Ainda temos um caminho a percorrer no que tange o uso das Tics em salas de aulas.<br><br>Fonte: <a href="https://oglobo.globo.com/sociedade/educacao/tecnologias-estao-mais-presentes-nas-salas-de-aula-na-america-latina-16047334">https://oglobo.globo.com/sociedade/educacao/tecnologias-estao-mais-presentes-nas-salas-de-aula-na-america-latina-16047334</a><br>Acesso em: 13 de março as 11h47</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-13 14:38:45 UTC</pubDate>
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         <title>Tics no Urugua</title>
         <author>wagnerluisdiasfranca</author>
         <link>https://padlet.com/tfps2018/sfqpktfxv0pv/wish/241533752</link>
         <description><![CDATA[<div>O Uruguai já distribuiu 380 mil notebooks para escolas públicas e 6 mil para escolas secundárias e privadas. De acordo Ana Laura Martinez, responsável pela Área de Estudos de Impacto Social e Educativo do Plano Ceibal, a meta de dar computadores a 100% dos alunos e professores de instituições públicas e disponibilizar Wi-Fi em todo o entorno das cidades está perto de ser alcançada.</div><div>“Antes do plano, menos de 6% das escolas tinham computadores. Nenhuma agência ou ministério é capaz de implementar um programa como esses sozinho. É preciso um envolvimento de várias áreas do governo. Também é preciso preparar professores, alunos e famílias para receber estes computadores</div><div><strong>Fonte: </strong><a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/chile-e-uruguai-investem-em-tecnologia-em-classe/n1237600374940.html"><strong>Último Segundo - iG</strong></a><strong> @ </strong><a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/chile-e-uruguai-investem-em-tecnologia-em-classe/n1237600374940.html"><strong>http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/chile-e-uruguai-investem-em-tecnologia-em-classe/n1237600374940.html</strong></a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-13 17:42:09 UTC</pubDate>
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         <title>O uso das TICs na educação nos Estados Unidos da América</title>
         <author>ancrisou</author>
         <link>https://padlet.com/tfps2018/sfqpktfxv0pv/wish/241658215</link>
         <description><![CDATA[<div><br>A reportagem intitulada&nbsp;</div><h1>"52% das instituições de educação básica usam celular em atividades escolares, aponta estudo da Cetic" publicada no Portal G1 na sessão Educação mostra que, diferentemente das escolas brasileiras onde o uso do celular é visto como um grande vilão, as escolas americanas têm aberto as portas da sala de aula para o mundo da tecnologia, inclusive disponibilizando wifi livremente para todos. Esse ingresso da escola na era da tecnologia, tanto as públicas quanto as privadas têm mostrado como a educação precisa estar ancorada à nova realidade social, de modo que possa ser realmente significativa. Inclusive, por meio da reportagem, é possível perceber uma nova dimensão do uso da tecnologia.</h1><div><br>Fonte:&nbsp; <a href="https://g1.globo.com/educacao/noticia/52-das-instituicoes-de-educacao-basica-usam-celular-em-atividades-escolares-aponta-estudo-da-cetic.ghtml">https://g1.globo.com/educacao/noticia/52-das-instituicoes-de-educacao-basica-usam-celular-em-atividades-escolares-aponta-estudo-da-cetic.ghtml</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-13 23:03:09 UTC</pubDate>
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         <title>Quest To Learn                                      &quot;A escola pública de Nova York é conhecida por ser pioneira mundialmente a educar seus alunos 100% através de jogos. Lembra que falamos lá em cima do texto sobre aprender brincando? Os jogos, além de divertidos, são didáticos e requerem atenção como qualquer outra atividade escolar. Os índices de aprendizado estão acima da média geral e se tornaram referência ao redor do mundo.&quot;</title>
         <author>cristiane_olinas</author>
         <link>https://padlet.com/tfps2018/sfqpktfxv0pv/wish/241670906</link>
         <description><![CDATA[<div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-14 00:19:34 UTC</pubDate>
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         <title>ESCOLA INOVADORA NO PERU BUSCA MUDAR O PISA DO PAÍS</title>
         <author>sassanoy</author>
         <link>https://padlet.com/tfps2018/sfqpktfxv0pv/wish/241673917</link>
         <description><![CDATA[<div>Em busca de um novo conceito em Educação no Peru, a <a href="https://www.ideo.com/">IDEO</a> – empresa de inovação criadora do método de Design Thinking – e um time de investidores foram a fundo no processo escolar. Juntos criaram uma escola inovadora que vai além da inserção de tecnologia na escola, romperam com a lógica do ensino tradicional e como efeito, propõem uma nova forma de lidar com o ensino e a aprendizagem. O objetivo final é ousado: melhorar os índices do PISA do país – abrangendo o maior número de alunos de escola particular possível.<br><br></div><div>A <a href="http://www.innovaschools.edu.pe/">Innova Schools</a> foi concebida para ser um espaço agradável, dividida em módulos que se adequam de acordo com a necessidade. Os estudantes são separados em turmas de até 30 alunos e o tempo de aprendizagem é dividido em duas partes: a primeira em pequenos grupos com toda a turma, em que os alunos são desafiados pelos professores a resolverem algum tipo de problema. E a segunda parte é dedicada ao desenvolvimento individual, na qual os professores atuam como mediadores do desenvolvimento das suas habilidades. Aqui, a tecnologia faz parte do organismo da escola, balanceando momentos on e offline. Para lidar como essa nova lógica, foi criado um centro de formação de professores, em que os profissionais se apropriam do método e desenvolvem suas habilidades.<br><br></div><div>Desde 2011 a escola opera com esse novo modelo e já colhe resultados expressivos. Seus alunos tem o dobro de proficiência em letramento (86%) e matemática (61%) comparados com a média das escolas particulares, e o triplo do índice público nacional. <a href="https://www.edsurge.com/news/2014-08-13-what-a-peruvian-school-designed-by-ideo-looks-like">Saiba mais detalhes sobre o projeto (em inglês)</a>.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Fonte: <a href="https://www.edsurge.com/">EdSurge<br></a><br></div><div>Crédito: <a href="https://www.ideo.com/">IDEO<br></a><a href="http://www.atinaedu.com.br/na-midia/escola-inovadora-no-peru-busca-mudar-o-pisa-do-pais">http://www.atinaedu.com.br/na-midia/escola-inovadora-no-peru-busca-mudar-o-pisa-do-pais</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-14 00:38:52 UTC</pubDate>
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         <title>O USO DE JOGOS DIGITAIS PARA O DESENVOLVIMENTO DO CURRÍCULO PARA A EDUCAÇÃO COMPUTACIONAL NA INGLATERRA</title>
         <author>juliane_moreno</author>
         <link>https://padlet.com/tfps2018/sfqpktfxv0pv/wish/241682529</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>Integrar tecnologias digitais às escolas tem se apresentado como um grande desafio, especialmente por conta do fracasso da maioria das iniciativas que possuem esse objetivo. Em busca de compreender e solucionar estes problemas, a Inglaterra propôs, recentemente, uma mudança de abordagem curricular, com foco no ensino das bases conceituais da tecnologia, ao invés de focar no ensino de aplicações tecnológicas.<br><br></div><div>É inegável, porém, que esse processo de integração do currículo e as TIC tem se mostrado complexo uma vez que envolve diversos tipos de conhecimentos diferentes, os quais destacamos ao menos três. Primeiramente, há o conhecimento relativo aos conteúdos disciplinares (aqueles que já fazem parte das disciplinas do currículo tradicional); em segundo lugar, existe o conhecimento relativo às tecnologias em si (como manipulá-las e usá-las na resolução de atividades e problemas); e, por fim, é preciso ainda saber como conectá-las a outros aspectos da sociedade, como interpretá-las e utilizá-las em diferentes contextos (compreendendo que a tecnologia se aplica a diferentes ambientes e de diferentes maneiras e se relaciona com outros aspectos de nossa sociedade ‒ culturais, econômicos etc.).<br><br></div><div>O novo currículo computacional inglês pode ser entendido como um esforço para alcançar um objetivo constante do processo educacional, mas que ainda não foi atingido: empoderar os educandos para conseguirem entender e se envolver com as tecnologias digitais de maneira responsável e criativa.&nbsp;</div><div><br></div><div>Esse trabalho de investigação sobre o uso da criação de jogos em contextos escolares necessita de uma continuidade: apesar do caráter motivacional que os jogos possuem e do sucesso de outras iniciativas educacionais que se utilizaram deles, Grover e Pea (2013) argumentam que eles têm sido subutilizados no desenvolvimento de habilidades relacionadas às tecnologias digitais, como o pensamento computacional. Dessa maneira, por conta da potencialidade identificada, é razoável esperar o desenvolvimento de mais experiências desse tipo, que explorem o potencial da criação de jogos e da aprendizagem.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>BRUNO H. DE PAULA, JOSÉ A. VALENTE e ANDREW BURN. O uso de jogos digitais para o desenvolvimento do currículo para a educação computacional na Inglaterra. Currículo sem Fronteiras, v. 14, n. 3, p. 46-71, set/dez 2014<br>www.curriculosemfronteiras.org/vol14iss3articles/paula-valente-burn.htm</div><ol><li><br></li></ol><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-14 01:22:26 UTC</pubDate>
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         <title>O uso das videoaulas de forma ativa: novas ferramentas tecnológicas para o ensino.</title>
         <author>fersilper</author>
         <link>https://padlet.com/tfps2018/sfqpktfxv0pv/wish/241696519</link>
         <description><![CDATA[<div>Da pesquisa para a disciplina, identifiquei que um tema muito importante, quando se trata da educação a distância, as videoaulas, tem passado por um processo de transformação, o qual tem ocorrido com a própria melhoria e transformação dos recursos tecnológicos.<br>As videaulas, na maioria das vezes, representam a figura do professor no ambiente virtual, porém, em muitos casos, diferente das vídeoconferências, impunham uma comunicação assincrona e sem feedback, o que implicava aos alunos um aprendizado passivo, muito semelhante aquele obtido por meio de uma aula tradicional.<br>A matéria "Nova geração de tecnologia em vídeo para educação oferece interatividade para professores e alunos" apresenta que atualmente, estão sendo desenvolvidos ambientes virtuais de aprendizado que buscam superar essas limitações das videoaulas, permitindo ao aluno um processo de interação tanto entre os alunos quanto entre os alunos e os docentes.<br>Sinal dos tempos: essa interação e troca pode permitir além de um aprendizado mais rico, um processo de trocas, o qual pode promover uma educação mais democrática, a partir do debate, do verdadeiro feedback e do compartilhamento de experiências.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-14 02:48:55 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>fabi_xerox</author>
         <link>https://padlet.com/tfps2018/sfqpktfxv0pv/wish/243247980</link>
         <description><![CDATA[<div>Estudo do documento "Cetics" na educação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-18 20:19:32 UTC</pubDate>
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         <title>Programa Educação Conectada</title>
         <author>professorcicero</author>
         <link>https://padlet.com/tfps2018/sfqpktfxv0pv/wish/256078587</link>
         <description><![CDATA[<div>O Programa Educação Conectadas foi criado pelo Ministério da Educação brasileiro em novembro de 2017 por meio do Decreto 9.204 de 23 de novembro de 2017 e tem por objetivo apoiar a universalização do acesso à internet em alta velocidade e fomentar o uso pedagógico de tecnologias digitais na educação básica.<br><br>Com esse programa o MEC pretende possibilitar que todas as escolas de educação básica utilizem efetivamente as TIC de forma educacional.<br><br>Maiores informações em <br><br><a href="https://undime.org.br/noticia/23-04-2018-16-58-educacao-conectada-escolas-tem-ate-26-de-abril-para-aderir-ao-programa-no-pdde-interativo">https://undime.org.br/noticia/23-04-2018-16-58-educacao-conectada-escolas-tem-ate-26-de-abril-para-aderir-ao-programa-no-pdde-interativo</a><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-27 16:23:35 UTC</pubDate>
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