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      <title>Meu padlet descolado by Victório Masiero Ferri</title>
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      <description>Criado com uma pitada de humor</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-03-08 12:35:24 UTC</pubDate>
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         <title>Antologia poética </title>
         <author>vicferri93</author>
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         <description><![CDATA[<div>Poemas que caem no vestibular </div>]]></description>
         <pubDate>2021-03-08 12:36:19 UTC</pubDate>
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         <title>Camões - (UNICAMP) </title>
         <author>vicferri93</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Soneto<br>Verdes são os campos<br></strong><br>Verdes são os campos,<br>De cor de limão:<br>Assim são os olhos<br>Do meu coração.<br><br>Campo, que te estendes<br>Com verdura bela;<br>Ovelhas, que nela<br>Vosso pasto tendes,<br>De ervas vos mantendes<br>Que traz o Verão,<br>E eu das lembranças<br>Do meu coração.<br><br>Gados que pasceis<br>Com contentamento,<br>Vosso mantimento<br>Não no entendereis;<br>Isso que comeis<br>Não são ervas, não:<br>São graças dos olhos<br>Do meu coração.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-08 12:44:51 UTC</pubDate>
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         <title>Gregório de Matos- (FUVEST)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-03-08 12:51:06 UTC</pubDate>
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         <title>Castro Alves - (Aspostila) </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
         <pubDate>2021-03-08 12:52:40 UTC</pubDate>
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         <title>Olavo Bilac- (UNICAMP)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><br>A um poeta<br> </strong><br>Longe do estéril turbilhão da rua,<br>Beneditino escreve! No aconchego<br>Do claustro, na paciência e no sossego,<br>Trabalha e teima, e lima , e sofre, e sua!<br>Mas que na forma se disfarce o emprego<br>Do esforço: e trama viva se construa<br>De tal modo, que a imagem fique nua<br>Rica mas sóbria, como um templo grego<br>Não se mostre na fábrica o suplicio<br>Do mestre. E natural, o efeito agrade<br>Sem lembrar os andaimes do edifício:<br>Porque a Beleza, gêmea da Verdade<br>Arte pura, inimiga do artifício,<br>É a força e a graça na simplicidade<br><br><strong>Parnasianismo </strong><br><strong>Olavo Bilac</strong> é o poeta mais popular do Parnasianismo, destaca-se pelo devotamento ao culto da palavra e ao estudo da língua portuguesa. Os recursos estilísticos que mais emprega são: a repetição de palavras, o polissíndeto e o assíndeto (separados ou conjugados), suas metáforas e comparações são claras.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-08 12:53:54 UTC</pubDate>
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         <title>Augusto dos Anjos- (Apostila)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br><strong><em><br><br>Psicologia de um Vencido<br></em></strong><br></div><div><em>do carbono e do amoníaco,<br>Monstro da escuridão e rutilância,<br>Sofro, desde a epigênese da infância,<br>A influência má dos signos do zodíaco.<br><br>Profundissimamente hipocondríaco,<br>Este ambiente me causa repugnância...<br>Sobe-me à boca uma ânsia análoga à ânsia<br>Que se escapa da boca de um cardíaco.<br></em><br></div><div><em>Já o verme – esse operário das ruínas -<br>Que o sangue podre das carnificinas<br>Come, e à vida em geral declara guerra,<br></em><br></div><div><em>Anda a espreitar meus olhos para roê-los,<br>E há de deixar-me apenas os cabelos,<br>Na frialdade inorgânica da terra!<br><br><br></em>Augusto dos Anjos (1884-1914) foi um poeta brasileiro, considerado um dos poetas mais críticos de sua época. Foi identificado como o mais importante poeta do pré-modernismo, embora revele em sua poesia, raízes do simbolismo, retratando o gosto pela morte, a angústia e o uso de metáforas.<br><br><a href="https://www.ebiografia.com/augusto_anjos/">https://www.ebiografia.com/augusto_anjos</a>/<em><br></em><br></div>]]></description>
         <pubDate>2021-03-08 12:54:32 UTC</pubDate>
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         <title> Fernando Pessoa (Fuvest)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Ó mar salgado, quanto do teu sal<br>São lágrimas de Portugal!<br>Por te cruzarmos, quantas mães choraram,<br>Quantos filhos em vão rezaram!<br>Quantas noivas ficaram por casar<br>Para que fosses nosso, ó mar!<br>Valeu a pena? Tudo vale a pena<br>Se a alma não é pequena.<br>Quem quer passar além do Bojador<br>Tem que passar além da dor.<br>Deus ao mar o perigo e o abismo deu,<br>Mas nele é que espelhou o céu.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-08 12:55:22 UTC</pubDate>
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         <title>Carlos Drummond de Andrade (Fuvest)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><br>No Meio do Caminho<br></strong>No meio do caminho tinha uma pedra<br>tinha uma pedra no meio do caminho<br>tinha uma pedra<br>no meio do caminho tinha uma pedra.<br>Nunca me esquecerei desse acontecimento<br>na vida de minhas retinas tão fatigadas.<br>Nunca me esquecerei que no meio do caminho<br>tinha uma pedra<br>tinha uma pedra no meio do caminho<br>no meio do caminho tinha uma pedra.<br><br><strong>Segunda Fase do modernismo brasileiro</strong><br> <strong>Carlos Drummond de Andrade</strong> apresenta uma poesia concreta, objetiva e com linguagem mais popular. O autor incentiva a liberdade para escrever, como muitos modernistas do seu tempo, e dá um tom ácido aos seus escritos com versos irônicos e sarcásticos</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-08 12:55:45 UTC</pubDate>
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