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      <title>Conceito de mediação ilustrado com relatos de experiências de sala de aula by Grupo 6 Pós Graduação</title>
      <link>https://padlet.com/grupo6posgraduacao/seax4g044rfqdlqi</link>
      <description>Grupo 6 - Pós graduação em Especialização em Educação Especial e Inovação tecnológica</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-06-23 23:55:54 UTC</pubDate>
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         <title>Apresentação: </title>
         <author>grupo6posgraduacao</author>
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         <description><![CDATA[<div>Este Padlet é uma construção coletiva de alunos do curso de Pós Graduação em Educação Especial e Inovação Tecnológica (EEIT) e tem como finalidade trazer a compreensão de cada componente acerca da mediação, tanto em seu aspecto teórico quanto em seu ponto de vista prático. Para isso, e de maneira pública essa página versará sobre as considerações e experiências dos cursistas:&nbsp;<br>RAFAELLA DA SILVA VALADÃO;&nbsp;<br>ROGÉRIO DOS SANTOS BENTO;&nbsp;<br>ROSENI LUCAS CARNEIRO;&nbsp;<br>SELMA ALESSANDRA DE MOURA&nbsp; e<br>SILVIA SOARES DOS SANTOS DA SILVA.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-25 14:43:31 UTC</pubDate>
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         <title>Mediação no campo teórico Rafaella da Silva Valadão</title>
         <author>grupo6posgraduacao</author>
         <link>https://padlet.com/grupo6posgraduacao/seax4g044rfqdlqi/wish/2230329644</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Para falar aqui sobre Mediação, relembro da graduação e da disciplina de Filosofia da Educação onde foi possível construir uma característica de análise e reflexão acerca do papel do professor. Nessa disciplina era pauta recorrente ponderações sobre o profissional da educação e seu relacionamento com os aspectos teóricos e práticos, e também foi fundamental conceber que o aluno é um individuo dotado de cidadania, de direitos e que na prática pedagógica o docente é diretamente responsável por contribuir com os alunos, nos seus entendimentos de mundo e em concepções que seriam levados ao longo das suas vidas.<br><br>Retomar a disciplina de Filosofia, para mim foi importante uma vez que, quando falamos em Mediação na educação especial ainda persistem concepções "capacitistas" que enfatizam mais as dificuldades da pessoa com deficiência e deixam de lado aquilo que este alunado pode vir a conquistar. Minhas considerações aqui partem do princípio tão afixado nas aulas de Filosofia, pessoas com deficiência são pessoas, alunos com deficiência são alunos, portanto, são indivíduos dotados de cidadania e de direitos, e como docente me vejo na incumbência de coadjuvar nessas reflexões tão necessárias para conectar a teoria e a prática.<br><br>É dito como um consenso, por muitos teóricos, que a mediação escolar é fruto da Convenção de Salamanca, em 1994 que teve como uma de suas principais repertórios, a urgência em organizar a educação para as crianças, jovens e adultos com necessidades educacionais especiais dentro do sistema regular de ensino. De lá para cá, no compromisso de atender essas demandas, evidenciou-se que era necessário à presença de mediadores e com isso, cresce a procura pelas especializações nesse campo e em resposta a isso, parece-nos ideal compreender que é o mediador e o conceito de mediação.<br><br>Sobre o conceito de mediação, considero aqui necessário entender o mediador, seu papel e suas designações. Muitas vezes comparado e reconhecido como um facilitador ou um conciliador nas questões do aluno, o mediador é aquele que tem compromisso com a adaptação de recursos, com a participação efetiva de seu aluno, é aquele que carrega ideias, que questiona os métodos a fim de aprimorá-los. Segundo Mousinho R et al (2010) a principal função do mediador é ser o intermediário entre a criança e as situações vivenciadas por ela, onde se depare com dificuldades de interpretação e ação. Com isso, encerro minhas considerações sobre o conceito de mediação, entendendo que para exprimir sobre mediação é antes de tudo necessário pensar no mediador e na sua prática, possibilitando assim, entender bem o conceito e sua utilização.&nbsp;<br><br>Referência utilizada no texto:&nbsp;<br><br>MOUSINHO, R. et al. Mediação escolar e inclusão: revisão, dicas e reflexões. Rev. Psicopedagogia 2010; 27(82): 92-108<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-25 14:53:46 UTC</pubDate>
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         <title> Mediação numa perspectiva prática(Relato de experiência) Rafaella da Silva Valadão</title>
         <author>grupo6posgraduacao</author>
         <link>https://padlet.com/grupo6posgraduacao/seax4g044rfqdlqi/wish/2230343983</link>
         <description><![CDATA[<blockquote><em>"Eu me experimento inacabado.&nbsp;<br>Da obra, o rascunho.&nbsp;<br>Do gesto, o que não termina.<br>Sou como o rio em processo&nbsp;de&nbsp;vir&nbsp;a&nbsp;ser".&nbsp;<br>P. Fábio de Melo</em></blockquote><div><br>Meu nome é Rafaella da Silva Valadão, tenho 36 anos e sou formada no curso de Pedagogia, pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Sou mãe de duas meninas e uma apaixonada pelos estudos que envolvem a Inclusão e seus processos, desde que esta passou a fazer parte do meu dia a dia e da minha tarefa materna.&nbsp;<br><br>No ano de 2012, dei à luz a uma menina linda e incrível que foi identificada com Síndrome de West e Microcefalia. Sophia nasceu em 16 de março de 2012 e esteve conosco até 26 de abril de 2013. Embora os comprometimentos dela não estivessem associados aos fatores que provocaram a Síndrome Congênita do Zika Vírus (SCZV), três anos mais tarde, posso afirmar que ter acompanhado e vivenciado tantas dificuldades ao lado dela, despertou em mim o interesse na investigação dessa Síndrome e de maneira especial, no panorama que se dirige as reflexões do acesso e permanência dessas crianças na escola, justificando assim minha dedicação a este tema.&nbsp;<br><br>Além da Sophia, sou mãe de uma menina, hoje com catorze anos, chamada Maria Fernanda e de outra com nove anos, chamada Esther. Maria Fernanda aos dois anos foi diagnosticada com Alopécia Areata, que é uma doença autoimune e que ocasiona perda capilar, e Esther aos dois anos e meio apresentou características do Transtorno do Espectro Autista (TEA), que se confirmou aos seis anos a partir de investigação médica, das suas características comportamentais.&nbsp;<br><br>Desde o ano de 2019, trabalho em uma creche no município de Japeri. Nesse contexto, convivi e convivo com algumas crianças que devido a pouca idade e a precariedade do local, não possuem nenhuma comprovação médica que apontem um quadro de deficiência.&nbsp; Apesar disso, muitas crianças aparentam necessitar de um acompanhamento multiprofissional, deixando transparecer em seus comportamentos, a urgência de um atendimento diferenciado, o que acabou suscitando ainda mais o meu interesse e vontade de estudar sobre a Inclusão e realizar um trabalho onde essas crianças pudessem ser contempladas.<br><br>Também em 2017 e 2018, durante a graduação fiz estágio não obrigatório na prefeitura do Rio de Janeiro, onde tínhamos como tarefas previstas, mediar às atividades propostas pelo professor regente as crianças com necessidades especiais, acompanhando-as em suas rotinas escolares e dando suporte total ao que estas carecessem. Foi um ambiente propício de aprendizagens e experiências, onde pude conviver com crianças com TEA, Deficiência Física, Intelectual e Síndrome de Down, me certificando também de quanto a Inclusão necessita de profissionais e do comprometimento destes.<br><br>Ao longo da graduação, também me vi envolvida em cursos, projetos e palestras que compreendiam a Inclusão, que faziam meu coração pulsar e juntamente com minhas experiências pessoais, denunciavam que este era o caminho que eu gostaria de seguir. Assim, para o trabalho de conclusão de curso, dei início às pesquisas sobre a SCZV, examinando os desafios à educação e a importância da Estimulação Precoce (EP).<br><br>A partir desses estudos e também dessas vivências, venho buscando motivação para continuar realizando uma pesquisa que possa ser benéfica aos envolvidos com a SCZV, no âmbito educacional, favorecendo com isso o trabalho dos profissionais envolvidos com essas demandas.&nbsp;<br><br>Com o término da graduação, sigo estudando em prol da Educação e em caráter especial, estudos sobre a Educação Inclusiva e como cursista no programa de EEIT deixo aqui um pouco do meu percurso, sonhando com novos dias e novas realidades no cenário de educação especial.&nbsp;<br><br>Ainda não possuo vasta experiência como mediadora, minhas experiências como dito, se confundem com a tarefa de mãe e de educadora na educação infantil.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-25 15:36:20 UTC</pubDate>
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         <title>Mediação no Campo Teórico por Silvia Soares dos Santos da Silva</title>
         <author>grupo6posgraduacao</author>
         <link>https://padlet.com/grupo6posgraduacao/seax4g044rfqdlqi/wish/2230350150</link>
         <description><![CDATA[<div>Segundo Marcos Masetto, no livro <em>Mediação pedagógica e o uso da tecnologia</em>, a mediação pedagógica significa a atitude e o comportamento do professor que se coloca como um facilitador, incentivador ou motivador da aprendizagem, que ativamente colabora para que o aprendiz chegue aos seus objetivos.É ele quem atua como mediador pedagógico entre a informação passada e a aprendizagem por parte dos alunos. Esse processo se dá por meio do diálogo, do estímulo, da orientação, de uma comunicação eficaz e da realização de atividades que envolvam interação, problematização, pesquisa, tomada de decisão e resolução de problemas. Nesse sentido, é possível compreender que a mediação realiza-se de fora para dentro, isto é, o professor possibilita aos educandos o contato com o objeto de conhecimento, ajudando-os a adquirir o conhecimento científico a partir de provocações, perguntas sugestivas, diálogo, interação, colaboração e troca de experiências que impliquem a reconstrução dos conceitos espontâneos do seu cotidiano.&nbsp;</div><div>Para Machado e Torres (2017), o professor precisa individualizar e diversificar a ação mediacional. Individualizar significa respeitar os conhecimentos prévios e a forma de ser e pensar de cada aprendiz. A diversificação corresponde a ensinar de diversas formas para atender às necessidades de mais aprendizes. Então, o mediador deve dominar o conteúdo e encontrar estratégias para fazer com que os estudantes o compreendam a partir de múltiplas perspectivas.<br>&nbsp;Referências:<br>MENEZES, Ebenezer Takuno de. Verbete mediação pedagógica. <strong>Dicionário Interativo da Educação Brasileira - EducaBrasil</strong>. São Paulo: Midiamix Editora, 2001.<br> Mediação Pedagógica e Metodologias Ativas no contexto daEducação Profissional e Tecnológica a Distância - Lucilene Fátima Baldissera e Mércia Freire Rocha Cordeiro Machado - Curitiba 2020&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-25 15:56:36 UTC</pubDate>
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         <title>Relato de experiência de sala de aula por Silvia Soares dos Santos da Silva</title>
         <author>grupo6posgraduacao</author>
         <link>https://padlet.com/grupo6posgraduacao/seax4g044rfqdlqi/wish/2230370076</link>
         <description><![CDATA[<blockquote>Já dizia o Pequeno Príncipe: <em>“Cada um que passa em nossa vida, passa sozinho, pois cada pessoa é única e nenhuma substitui outra. Cada um que passa em nossa vida, passa sozinho, mas não vai só nem nos deixa sós. Leva um pouco de nós mesmos, deixa um pouco de si mesmo. Há os que levam muito, mas há os que não levam nada. Essa é a maior responsabilidade de nossa vida, e a prova de que duas almas não se encontram ao acaso.”</em></blockquote><div><br></div><div>Me chamo Silvia Soares dos Santos da Silva, graduada em Pedagogia, sou professora de Ensino Fundamental na Prefeitura do Rio de Janeiro há 21 anos. Apesar do meu cargo atender crianças do Ensino Fundamental I até o 6º ano, tenho me dedicado exclusivamente à alfabetização e nos últimos 15 anos exclusivamente à Educação Infantil a qual sou apaixonada. Atualmente estou Gestora de um Espaço de Desenvolvimento Infantil com 14 turmas parciais totalizando 350 crianças matriculadas.</div><div>Sempre tive duas paixões na vida: O trabalho com as crianças pequenas e a formação de professores, este ultimo foi decisivo para que estivesse hoje na gestão escolar.&nbsp;</div><div>Apesar de estar fora de sala de aula jamais me distanciei o processo de ensino aprendizagem, cooperando de forma ativa com os professores, inclusive na realização de atividades com as crianças.</div><div>Ao longo dos anos tenho percebido um aumento significativo nas matrículas de alunos com necessidades especiais e por consequência acompanhado a dificuldade que os professores têm enfrentado para a realização de um trabalho efetivamente inclusivo, seja por falta de recursos ou capacitação, porém isso não tem sido impedimento para que tenhamos experiências exitosas.</div><div>Quero relatar uma experiência que muito marcou nossa escola e é um grande exemplo de um trabalho de mediação cooperativo.</div><div>No ano de 2019 recebemos uma criança cadeirante com múltiplas deficiências. Letícia de 5 anos teve várias complicações na hora de seu nascimento o que ocasionou-lhe diversos comprometimentos motores e cognitivos. A mãe a abandonou ainda bebê e avó paterna passou a ser sua tutora legal. O primeiro contato da família com a escola foi permeado por muita insegurança, uma vez que estavam bem resistentes em deixar a criança na escola. Realizamos um longo processo de acolhimento com muitas conversas, entrevistas, etc</div><div>Letícia foi muito bem acolhida por todos os profissionais da escola e pelos colegas de classe e aos poucos começamos um trabalho de interação com ela, não foi uma tarefa muito fácil, pois a mesma não se expressava de forma oral e fazia apenas alguns movimentos aleatórios com as mãos. Todo o espaço dentro da sala de aula foi adaptado para que ela pudesse participar ativamente das atividades propostas para a turma. O planejamento das atividades era feito de modo que as crianças, juntamente com Letícia pudessem aprender através de experimentos e trocas entre si, favorecendo a interação entre todos, Letícia era parte da turma, participava com a turma. No final de seis meses já era visível o grande avanço em seu desenvolvimento, já conseguia expressar suas vontades através de gestos e expressões faciais, sendo possível identificar quais atividades tinha preferência. Todo esse avanço foi um trabalho coletivo e colaborativo, uma vez que todos os profissionais se envolveram no processo, entenderam que ela era aluna da escola e não apenas da turma que estava matriculada. A família se tornou grande parceira da escola e a saída de Letícia para uma escola de ensino fundamental deixou muitas saudades, todos aprendemos muito com ela e nos sentimos desafiados a repensar nossas praticas de inclusão.</div><div>Essa experiência retrata o pensamento que a criança, na educação infantil, participa de sua aprendizagem e tem o apoio do adulto como colaborador que auxilia ou favorece situações, nas quais as crianças interagem com outras mais experientes, seja no seu agrupamento ou com o agrupamento subsequente. Também o professor é o mediador responsável pela estrutura que favorece sua aprendizagem. Tal estrutura possibilita que a criança seja mediada por meio dos signos e instrumentos, ao entrar em contato, pela interação, com as brincadeiras e pelas diversas experiências. Entende-se que a prática de mediar precisa ter um olhar para a criança, no contexto de suas experiências, para ampliá-las, possibilitando a aprendizagem da qual a criança faz parte, como membro decisivo. Dessa forma, a mediação inclui a interação do adulto e de uma criança mais experiente, na colaboração das atividades.</div><div>Um dos maiores desafios da educação inclusiva é realmente incluir, tornar a criança participante do processo, planejar para ela e não adaptar. É urgente que os profissionais que atuam na educação especial entendam que incluir é fazer parte de, juntar-se, inserir-se.<br><br></div><div><strong><br></strong><br></div><div><strong><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-25 16:59:56 UTC</pubDate>
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         <title>Mediação pedagógica</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/grupo6posgraduacao/seax4g044rfqdlqi/wish/2230460991</link>
         <description><![CDATA[<div>Entendendo&nbsp;mediação pedagógica, no processo de ensino e aprendizagem nos termos hoje é trabalhar pelo processo educativo para os alunos que matriculados, não somente aos alunos considerados "deficiente". Mas, tenho uma história de um aluno do 1° ano cuja situação é autista, porém a todo momento ele necessita de atenção. Quando o docente está numa atividade e os alunos considerados normais, o aluno para chamar atenção começa a chorar e o Professor da turma chega próximo a ele para dar toda atenção nas atividades e os alunos da turma ao ver aquilo fazem o mesmo e o próprio aluno acaba se enturmando com os outros colegas. Isso é uma forma de mediação, que é o envolvimento com os outros colegas. (Rogério Bento).</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-26 00:33:07 UTC</pubDate>
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         <title>Mediação como forma de aprendizagem/ Selma Alessandra</title>
         <author>selmalessandra</author>
         <link>https://padlet.com/grupo6posgraduacao/seax4g044rfqdlqi/wish/2230472733</link>
         <description><![CDATA[<div>Sou Selma Alessandra de Moura,46 anos e formada em&nbsp; Pedagogia&nbsp; pelo CEDERJ/UERJ. Sou mãe de duas lindas meninas, Lethicia de 25 anos e Lavigne, de 8.</div><div>Atuo como Professora de Apoio em uma turma do 4º ano do Ensino Fundamental, numa escola pública municipal situada em&nbsp; Itaguaí-RJ,onde também resido.</div><div>O mediador é aquele que no processo de aprendizagem favorece a interpretação do estímulo ambiental, chamando a atenção para os seus aspectos cruciais, atribuindo significado à informação recebida, possibilitando que a mesma aprendizagem de regras e princípios sejam aplicados às novas aprendizagens, tornando o estímulo ambiental relevante e significativo, favorecendo o desenvolvimento. O mediador pode levar a criança a detectar variações por meio da diferenciação de informações sensoriais, como visão, audição e outras; reconhecer que está enfrentando um obstáculo e identificar o problema. Pode também contribuir para que a criança tome mais iniciativa mediante diferentes contextos, sem deixar que este processo siga automaticamente e encorajar a criança a ser menos passiva no ambiente. (Mousinho et al., 2010, p. 94)&nbsp;<br>&nbsp;<br>Devemos pensar a mediação como uma proposta colaborativa.<br>O foco da análise está no processo e não no sujeito, devemos trabalhar com  a pluralidade cognitiva,as dificuldades dos outros alunos.os inter pares Ao avaliarmos estes alunos estamos também nos avaliando e avaliando as nossas práticas pedagógicas.<br>&nbsp;Mediar a aprendizagem é realizar junto ao aluno atividades significativas, partir do que o aluno já sabe para a construção de novos conceitos, promover atividades que contemplem a todos e não só ao aluno inclusivo.<br>&nbsp;Vygotsky (2000) define ainda que para internalização dos instrumentos materiais e psicológicos é necessário que o sujeito interaja com outros já portadores desses instrumentos.<br>&nbsp;Em minhas aulas busco mediar a aprendizagem de uma forma prazerosa, onde um aluno auxilie o outro, trocando&nbsp; saberes, a ideia é que a concentração entre eles ative a atenção e que deste modo a aprendizagem seja significativa.<br>&nbsp;<br>&nbsp;</div><div><br>&nbsp;&nbsp;<br>&nbsp;<br>&nbsp;</div><div><br>&nbsp;<br>&nbsp;</div><div><br>&nbsp;&nbsp;<br>&nbsp;<br>&nbsp;</div><div><br>&nbsp;<br>&nbsp;</div><div><br>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-26 01:40:40 UTC</pubDate>
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         <title>Mediação pedagógica/Roseni Lucas</title>
         <author>grupo6posgraduacao</author>
         <link>https://padlet.com/grupo6posgraduacao/seax4g044rfqdlqi/wish/2230579057</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>“Para Chiote (2015), toda criança constitui-se em um ser social por meio da mediação que a insere no meio cultural, e se desenvolve passando por um processo de apropriação da cultura e pela significação que o mediador faz das suas ações, transformando-os em atos significativos, e concorda com Vygotsky (1997), quando o mesmo diz que não é a deficiência que traça o destino da criança, mas a maneira como ela é significada culturalmente. Em uma perspectiva histórica- cultural, a mesma acredita que a interação e a mediação podem favorecer o desenvolvimento da criança com Autismo, a partir do que lhe é possibilitado no meio social.”<br><br></div><div>O papel do mediador é auxiliar o aluno no reconhecimento de obstáculos, na identificação de problemas, atribuindo significado nas informações recebidas, de forma que ele se torne mais participativo e ativo na construção e aquisição das novas aprendizagens. O mediador quando auxilia o aluno mediado com uma atividade distinta das atividades que a turma está realizando, esse aluno acaba sendo excluído, e a inclusão não acontece.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-26 09:42:14 UTC</pubDate>
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         <title>Relato de caso</title>
         <author>grupo6posgraduacao</author>
         <link>https://padlet.com/grupo6posgraduacao/seax4g044rfqdlqi/wish/2230645114</link>
         <description><![CDATA[<div>Roseni Lucas</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-26 13:38:37 UTC</pubDate>
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